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Pregações IPVM

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Author: IPVM
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Igreja reformada no coração de São Paulo. Ouça as mensagens e compartilhe a exposição da Palavra de Deus.
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Daremos continuidade à série A Volta do Rei com a mensagem “A Sua Traição”, conduzindo a igreja a contemplar um dos momentos mais solenes do caminho de Cristo rumo à cruz.No mesmo culto, nossas crianças do Coro Kids apresentarão a cantata “Porque Ele Vive”, celebrando, com alegria e sensibilidade, a ressurreição de Jesus.Será uma bela combinação de reverência e esperança: de um lado, a contemplação da dor e da entrega de Cristo; de outro, o anúncio vivo de que a morte não teve a palavra final.Por meio da sensibilidade e da alegria das crianças, seremos lembrados da maior verdade da fé cristã: Cristo vive. Em cada canção, um convite à esperança; em cada voz, um testemunho da esperança que continua a ecoar entre nós.Uma oportunidade especial para toda a família refletir, se encantar e celebrar junta aquilo que sustenta a nossa fé.
Em A Volta do Rei, percorreremos, ao longo de uma semana especial e breve, os acontecimentos centrais da obra de Cristo: sua entrada, sua traição, sua morte, sua ressurreição e a promessa da sua volta.Historicamente, este é um tempo em que a IPVM se enche de irmãos e famílias que fazem questão de priorizar esses dias, reunindo-se para celebrar, com reverência e alegria, o Senhor ressurreto. Nossa oração é que, mais uma vez, toda a igreja viva esta semana com o coração atento, a agenda organizada e os olhos postos em Cristo.Ao longo da série, teremos mensagens nos cultos da manhã e da noite, além de um encontro especial na sexta-feira, organizado pelos jovens da UMP, compondo uma semana curta, mas profundamente significativa para a vida da igreja.A série já começa neste domingo:com a mensagem “A Sua Entrada”
Vivemos em um tempo em que liderança frequentemente é associada a visibilidade, influência e reconhecimento. Ainda assim, discípulos de Jesus continuam sendo tentados pela busca de poder e glória, mesmo conscientes de quão passageiras essas coisas são.Em Marcos 10, vemos que até aqueles que caminhavam com Jesus lutavam com esse desejo. A resposta do Senhor não apenas corrige, mas redefine completamente o que significa liderar.
Num tempo em que tantos tentam construir a própria identidade a partir do desempenho, da aceitação, das conquistas ou da comparação, a carta aos Filipenses nos chama de volta ao centro: nossa identidade está em Cristo.Por isso, a vida cristã não é uma tentativa ansiosa de provar valor, mas uma caminhada de fé, arrependimento e transformação.A verdadeira identidade cristã não está no que construímos sobre nós mesmos, mas em prosseguir com os olhos firmes naquele que nos chamou.Nossa identidade não é uma invenção pessoal, mas uma realidade redimida em Cristo.
Nenhum sofrimento humano é desconhecido para Cristo. Ele conhece a angústia, a aflição e a luta. E por isso é um Redentor que caminha conosco.No Getsêmani, Jesus não enfrentou apenas a perspectiva da dor física. Ali, o Filho eterno contemplou o peso do pecado, a profundidade da ira justa de Deus e o custo real da redenção. Foi ali que a agonia antecedeu a vitória.No jardim, Cristo se submeteu perfeitamente à vontade do Pai, seguindo o caminho que o levaria ao Calvário para a nossa salvação.
O evangelho transforma também a maneira como recebemos pessoas.Em Cristo, não somos apenas reconciliados com Deus. Somos também chamados a viver uma nova forma de relacionamento uns com os outros. Um acolhimento que nasce da nossa identidade em Cristo, restaura relações quebradas e, muitas vezes, assume custos em favor do outro.A história de Paulo, Filemom e Onésimo nos lembra que a graça não apenas perdoa. Ela também reconstrói vínculos, muda a forma como vemos as pessoas e cria uma comunidade onde ninguém caminha sozinho.
A generosidade cristã, como ensina o apóstolo Paulo, é uma poderosa semeadura.Há um mistério sublime que acompanha a nossa salvação. Quando colocamos o que temos nas mãos de Deus, Ele multiplica. O que antes parecia limitado se torna, em suas mãos, provisão abundante e canal de bênção para o próximo.Generosidade, no Reino de Deus, nunca é perda. É participação na obra do Senhor.É sobre isso que refletiremos na segunda mensagem da série “Chamados para Servir”.
A viva esperança, fruto da misericórdia de Deus, nos lembra que somos um povo chamado a viver olhando para além do momento presente.Deus já preparou para nós uma herança segura e eterna. Ele mesmo nos guarda enquanto caminhamos, e até as provações que enfrentamos têm propósito e prazo de validade.Essa esperança não é apenas uma ideia teológica. Ela sustenta, consola e fortalece.É ela que nos permite atravessar dias difíceis com fé firme, alegria verdadeira e a certeza de que o futuro está seguro nas mãos de Deus.
O engajamento é a resposta prática ao chamado de Cristo. Na vida da igreja, engajar-se significa reconhecer que pertencemos ao corpo e que cada parte exerce uma função específica.Participamos daquilo que Deus realiza em sua igreja.Neste primeiro sermão da série, refletiremos sobre o crescimento saudável de uma comunidade em que cada membro compreende seus dons, assume responsabilidades e participa ativamente da missão que o Senhor nos confiou.
Vivemos na cidade dos atalhos, dos hacks e das soluções rápidas. Mas o Reino de Deus não funciona por aceleração. Em Gálatas 6.7–8, Paulo nos lembra de uma verdade simples e inegociável: sempre colheremos aquilo que semeamos.Não podemos alimentar, durante a semana, os pequenos ídolos do coração e esperar, no domingo, flores espirituais. A graça nos perdoa, sim. Mas também nos transforma. Ela não é desculpa para a passividade; é poder para uma vida no Espírito.
Existe um amor tão profundo que atravessa culpa, medo e solidão. Ele tem um nome: Jesus.Nesta reflexão, veremos o Deus que nos amou primeiro, trocando a nossa dívida pela cruz do Seu Filho. Não é um amor abstrato, mas um amor que age, que toma a iniciativa e que paga o preço.Quando esse amor invade o coração, ele não permanece contido. Torna-se rio que transborda em perdão, generosidade e cuidado com pessoas reais.E onde esse amor reina, o medo do juízo perde a voz. Em seu lugar nasce uma segurança doce, firme e eterna em Deus.
Os números impressionam. Apontam tendências, comportamentos, maiorias. Mas a pergunta mais importante não é estatística. É espiritual.Se tantos dizem seguir Jesus, o que significa segui-lo de fato?Segui-lo não é apenas admiração distante. É reconhecer sua autoridade, submeter a própria vontade, reorganizar prioridades, amar o que Ele ama e obedecer à sua Palavra.Nesta reflexão, vamos confrontar a diferença entre identificação cultural e discipulado real. Entre dizer que Ele é Senhor e, de fato, viver sob o seu senhorio.A fé cristã não se mede apenas por declarações públicas, mas por uma vida transformada.
Não é raro encontrarmos pessoas encurvadas pelo peso da vida. Pressões, culpas, lutos, expectativas e cansaços que se acumulam de forma silenciosa. O que mais entristece é quando essas dores se tornam invisíveis, inclusive dentro da própria comunidade de fé.Mas há esperança.
Refletiremos sobre as palavras de Jesus no Sermão do Monte: “Vós sois o sal da terra” e “Vós sois a luz do mundo”.Em um país que se declara majoritariamente cristão, a pergunta inevitável não é apenas estatística, mas espiritual. O que significa, de fato, ser sal e luz? É identidade cultural ou vocação transformadora? É autodeclaração ou evidência visível?Jesus não diz que deveríamos tentar ser. Ele afirma que somos. A questão é se essa identidade está preservada ou diluída, visível ou escondida.Sal que não preserva perde sua utilidade. Luz que se oculta nega sua finalidade. Por isso é importante refletirmos sobre o tema.
Vivemos em um mundo que promete satisfação, mas não consegue saciar. O apóstolo João nos convida a discernir quem realmente governa o coração.Vamos refletir sobre como desejos aparentemente legítimos podem esconder uma idolatria sutil que nos afasta da verdadeira segurança.Ao abraçarmos o amor do Pai, somos libertos da escravidão do mundo e conduzidos a uma fé viva, segura e transformadora.
Muitos afirmam crer, mas poucos sabem o que isso realmente significa. A grande maioria vive num ponto cego: sem discernimento do fruto que Deus espera, sem ouvir os alertas de Jesus sobre uma fé que só tem aparência.Deus não busca estatísticas. Ele está formando um povo que manifeste o Seu caráter, e a régua é clara: pelos frutos os conhecereis.Jesus deixou uma resposta desconfortável, porém necessária. E nós precisamos ouvi-la.
E se o pecado, essa sombra sutil que toca todo coração, sussurrasse não a condenação, mas a possibilidade de uma certeza serena com Deus?Imagine uma luz que não fere, mas acolhe. Uma presença que dissipa a culpa com graça, conduzindo o coração cansado ao descanso da comunhão restaurada.
Segundo o último censo, 83,6% dos brasileiros se declaram cristãos. Um número impressionante, sem dúvida.Mas será que isso se reflete na prática? Será que esses milhões de “cristãos” realmente adoram a Deus em espírito e em verdade? Será que vivem como discípulos, frutificando e sendo sal e luz no mundo? Será que seguem a Cristo ou apenas dizem que O conhecem?Em fevereiro, nossa nova série de mensagens vai refletir sobre a autenticidade da fé cristã no Brasil. Vamos caminhar juntos por perguntas provocativas, à luz das Escrituras, que nos levam a uma autoavaliação necessária e transformadora.
Nem todo trabalho será inspirador. Nem todo dia será produtivo. Às vezes, a rotina pesa, os desafios se repetem e a pergunta aparece: o que Deus tem a ver com isso?Na série 'viva o ordinário', estamos redescobrindo o valor da vida comum. Neste domingo, o foco será o lugar onde passamos boa parte dos nossos dias: o trabalho.A Bíblia não separa o sagrado do cotidiano. Trabalhar com honestidade, servir com dedicação, cuidar do que está diante de nós, tudo isso pode ser expressão de fé. É ali, no esforço e até no cansaço, que Deus se faz presente.
“Levanto os olhos para os montes: de onde me virá o socorro?”O Salmo 121 é um alívio para o coração e um desafio para a fé. Ele nos convida a tirar os olhos das dificuldades do caminho e erguê-los para o Senhor, nosso socorro, nosso guarda fiel, que nunca dorme.





















