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Pregações IPVM

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Author: IPVM
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Igreja reformada no coração de São Paulo. Ouça as mensagens e compartilhe a exposição da Palavra de Deus.
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O engajamento é a resposta prática ao chamado de Cristo. Na vida da igreja, engajar-se significa reconhecer que pertencemos ao corpo e que cada parte exerce uma função específica.Participamos daquilo que Deus realiza em sua igreja.Neste primeiro sermão da série, refletiremos sobre o crescimento saudável de uma comunidade em que cada membro compreende seus dons, assume responsabilidades e participa ativamente da missão que o Senhor nos confiou.
Vivemos na cidade dos atalhos, dos hacks e das soluções rápidas. Mas o Reino de Deus não funciona por aceleração. Em Gálatas 6.7–8, Paulo nos lembra de uma verdade simples e inegociável: sempre colheremos aquilo que semeamos.Não podemos alimentar, durante a semana, os pequenos ídolos do coração e esperar, no domingo, flores espirituais. A graça nos perdoa, sim. Mas também nos transforma. Ela não é desculpa para a passividade; é poder para uma vida no Espírito.
Existe um amor tão profundo que atravessa culpa, medo e solidão. Ele tem um nome: Jesus.Nesta reflexão, veremos o Deus que nos amou primeiro, trocando a nossa dívida pela cruz do Seu Filho. Não é um amor abstrato, mas um amor que age, que toma a iniciativa e que paga o preço.Quando esse amor invade o coração, ele não permanece contido. Torna-se rio que transborda em perdão, generosidade e cuidado com pessoas reais.E onde esse amor reina, o medo do juízo perde a voz. Em seu lugar nasce uma segurança doce, firme e eterna em Deus.
Os números impressionam. Apontam tendências, comportamentos, maiorias. Mas a pergunta mais importante não é estatística. É espiritual.Se tantos dizem seguir Jesus, o que significa segui-lo de fato?Segui-lo não é apenas admiração distante. É reconhecer sua autoridade, submeter a própria vontade, reorganizar prioridades, amar o que Ele ama e obedecer à sua Palavra.Nesta reflexão, vamos confrontar a diferença entre identificação cultural e discipulado real. Entre dizer que Ele é Senhor e, de fato, viver sob o seu senhorio.A fé cristã não se mede apenas por declarações públicas, mas por uma vida transformada.
Não é raro encontrarmos pessoas encurvadas pelo peso da vida. Pressões, culpas, lutos, expectativas e cansaços que se acumulam de forma silenciosa. O que mais entristece é quando essas dores se tornam invisíveis, inclusive dentro da própria comunidade de fé.Mas há esperança.
Refletiremos sobre as palavras de Jesus no Sermão do Monte: “Vós sois o sal da terra” e “Vós sois a luz do mundo”.Em um país que se declara majoritariamente cristão, a pergunta inevitável não é apenas estatística, mas espiritual. O que significa, de fato, ser sal e luz? É identidade cultural ou vocação transformadora? É autodeclaração ou evidência visível?Jesus não diz que deveríamos tentar ser. Ele afirma que somos. A questão é se essa identidade está preservada ou diluída, visível ou escondida.Sal que não preserva perde sua utilidade. Luz que se oculta nega sua finalidade. Por isso é importante refletirmos sobre o tema.
Vivemos em um mundo que promete satisfação, mas não consegue saciar. O apóstolo João nos convida a discernir quem realmente governa o coração.Vamos refletir sobre como desejos aparentemente legítimos podem esconder uma idolatria sutil que nos afasta da verdadeira segurança.Ao abraçarmos o amor do Pai, somos libertos da escravidão do mundo e conduzidos a uma fé viva, segura e transformadora.
Muitos afirmam crer, mas poucos sabem o que isso realmente significa. A grande maioria vive num ponto cego: sem discernimento do fruto que Deus espera, sem ouvir os alertas de Jesus sobre uma fé que só tem aparência.Deus não busca estatísticas. Ele está formando um povo que manifeste o Seu caráter, e a régua é clara: pelos frutos os conhecereis.Jesus deixou uma resposta desconfortável, porém necessária. E nós precisamos ouvi-la.
E se o pecado, essa sombra sutil que toca todo coração, sussurrasse não a condenação, mas a possibilidade de uma certeza serena com Deus?Imagine uma luz que não fere, mas acolhe. Uma presença que dissipa a culpa com graça, conduzindo o coração cansado ao descanso da comunhão restaurada.
Segundo o último censo, 83,6% dos brasileiros se declaram cristãos. Um número impressionante, sem dúvida.Mas será que isso se reflete na prática? Será que esses milhões de “cristãos” realmente adoram a Deus em espírito e em verdade? Será que vivem como discípulos, frutificando e sendo sal e luz no mundo? Será que seguem a Cristo ou apenas dizem que O conhecem?Em fevereiro, nossa nova série de mensagens vai refletir sobre a autenticidade da fé cristã no Brasil. Vamos caminhar juntos por perguntas provocativas, à luz das Escrituras, que nos levam a uma autoavaliação necessária e transformadora.
Nem todo trabalho será inspirador. Nem todo dia será produtivo. Às vezes, a rotina pesa, os desafios se repetem e a pergunta aparece: o que Deus tem a ver com isso?Na série 'viva o ordinário', estamos redescobrindo o valor da vida comum. Neste domingo, o foco será o lugar onde passamos boa parte dos nossos dias: o trabalho.A Bíblia não separa o sagrado do cotidiano. Trabalhar com honestidade, servir com dedicação, cuidar do que está diante de nós, tudo isso pode ser expressão de fé. É ali, no esforço e até no cansaço, que Deus se faz presente.
“Levanto os olhos para os montes: de onde me virá o socorro?”O Salmo 121 é um alívio para o coração e um desafio para a fé. Ele nos convida a tirar os olhos das dificuldades do caminho e erguê-los para o Senhor, nosso socorro, nosso guarda fiel, que nunca dorme.
Vivemos em um tempo de muitas incertezas, mas a Palavra de Deus nos convida a experimentar uma segurança que não depende das circunstâncias, nasce da comunhão com o próprio Deus.Vamos refletir sobre como a certeza da salvação é fruto de uma experiência real e contínua com o Senhor. Não se trata apenas de um conhecimento intelectual, mas de uma fé viva, que transforma o nosso dia a dia e nos conduz em amor e obediência.
Nem todo dia precisa ser extraordinário para ser uma bênção. Deus se revela também nos dias comuns, nas rotinas silenciosas, nas conversas simples ao redor da mesa, na bagunça da sala depois da brincadeira, no “boa noite” com oração.Neste episódio, vamos juntos redescobrir a beleza do ordinário na família. É na vida real, com seus altos e baixos, barulho e silêncio, que o Senhor age com fidelidade e graça.
Num mundo marcado pela instabilidade, a fé cristã oferece algo incomparável. Não uma suposição, nem um otimismo vago — mas a convicção real de que, em Cristo, temos a vida eterna, assegurada pela promessa de Deus.Damos início a uma nova série de reflexões nos cultos da manhã.Venha pensar conosco sobre a base da nossa confiança e descubra como é possível viver com plena segurança espiritual — não por sentimentos, mas por aquilo que Deus já declarou em Sua Palavra.
A vida cristã não acontece no isolamento. É na comunhão, ou seja, no partir do pão, no abraço, na escuta e no servir, que vivemos o Evangelho com profundidade.Neste domingo, continuamos nossa série com uma reflexão sobre algo essencial à fé cristã, a comunhão da igreja.Mais do que uma experiência emocional ou social, a comunhão tem raízes bíblicas, históricas e doutrinárias sólidas. Ela é parte fundamental do que significa viver como corpo de Cristo.
Nem sempre conseguimos manter nossa vida devocional do jeito que planejamos — e tudo bem. A vida com Deus não depende de grandes emoções ou momentos “extraordinários”, mas se constrói no dia a dia, no silêncio, na constância, na rotina.Ler a Bíblia, orar e cultivar comunhão têm valor mesmo quando o coração está cansado e o tempo apertado.É no comum da vida que nossa fé é provada, moldada e amadurecida.Comece o ano fortalecendo sua devoção onde ela mais importa: no ordinário.
Como os apóstolos e a Igreja Primitiva lidaram com a missão de Deus?Qual o preço real de seguir a Cristo e anunciar o Evangelho com fidelidade?
Entre a dor do agora e a glória do porvir, Deus forma pérolas na espera.Tiago nos chama à perseverança quando tudo parece silencioso e pesado.A paciência cristã não é inércia — é resistência com esperança. É seguir confiando num Deus que nunca se atrasa, mesmo quando parece demorar.Uma mensagem para corações cansados que aprendem a esperar com fé e esperança.
Quarenta anos após a travessia, Moisés reuniu a nova geração de Israel para algo essencial: olhar para trás com atenção antes de seguir adiante com coragem.Antes de entrarem em Canaã, eles precisavam aprender com os erros e acertos do passado.Agora, a apenas três dias de 2026, esse também é o nosso chamado: pausar, refletir e permitir que a Palavra de Deus nos direcione em arrependimento, sabedoria e esperança.






















