DiscoverAvesso da Felicidade
Avesso da Felicidade

Avesso da Felicidade

Author: Luciano Sewaybricker

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Ah, a Felicidade! Quem não quer ser, pelo menos um pouco, mais Feliz? Mas será que alguém sabe o que é esse sentimento, essa emoção, esse estado de espírito, essa coisa que a gente sente, a Felicidade? Ainda que a definição de Felicidade seja polêmica, o que não falta é ela sendo dita aqui e acolá, no dia-a-dia, na televisão, nos artigos científicos, na publicidade…
Que Felicidade é essa que está por todos os lados e a gente não sabe bem o que é? É pra alimentar esse e outros questionamentos que existe o canal de podcast "Avesso da Felicidade". Nada de passo a passo, dica, receita, guia. O objetivo aqui é sair do automático e virar a Felicidade do avesso. Quem sabe, com esse podcast, a gente não acaba aprendendo a viver um pouco melhor?
23 Episodes
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Tempo é importante pacas, não preciso nem justificar. A gente mede o tempo com precisão “suiça” (faz sentido dizer isso ainda?) e morre de medo dele passar rápido (e se entope de botox). Controlar o tempo ou tê-lo como um recurso é parte importante das pesquisas entre felicidade e essa besta feroz. Nada contra. Pelo contrário, eu adoro tentar controlar o tempo. Vide meu calendário do google e o carnaval de eventos coloridos como confete na minha semana. Nesse episódio vou defender que, antes de ser cronológico, o tempo uma qualidade de como a gente vive a vida (e percebe o mundo). E isso impacta a ideia básica do que é felicidade.Referências: Agostinho, Sto.(1964) Confissions. Paris : Garneir-Flammarion.Bergson, H. (1938 / 2003) La pensée et le mouvant. Paris: PUF.Giurge, L. M., Whillans, A. V., & West, C. (2020). Why time poverty matters for individuals, organisations and nations. Nature Human Behaviour, 4(10), 993-1003. https://www.nature.com/articles/s41562-020-0920-zGonçalves, A. T. M., & Neto, I. V. (2010). Uranos, Cronos e Zeus: a mitologia grega e suas distintas percepções do tempo. Mirabilia: Electronic Journal of Antiquity, Middle & Modern Ages, (11), 1. https://repositorio.bc.ufg.br/items/25c8d721-f315-4166-9f34-13076178ee02Han, J., & Kaiser, C. (2024). Time use and happiness: US evidence across three decades. Journal of Population Economics, 37(1), 1-25. https://link.springer.com/article/10.1007/s00148-024-00982-4 Kasser, T., & Sheldon, K. M. (2008). Time affluence as a path toward personal happiness and ethical business practice: Empirical evidence from four studies. Journal of Business Ethics, 84, 243-255. https://www.jstor.org/stable/40294788Leite, J. E. T. (1995). “Nós quem, cara pálida?”: a razão depos de Taylor. In: Davel, E. P. B and Vasconcellos, J. G. M. (orgs). Recursos Humanos e Subjetividade. Petrópolis: Vozes.Malabou, C. (1996) Le Temps. Paris: Hatier.Maturana, H. (1995) The Nature of Time: www.inteco.cl/biology/nature.htmMerleau-Ponty, M. (1945 /1999) Fenomenologia da Percepção. São Paulo: Martins Fontes.Robinson, J. P. (2013). Americans less rushed but no happier: 1965–2010 trends in subjective time and happiness. Social Indicators Research, 113, 1091-1104. https://link.springer.com/article/10.1007/s11205-012-0133-6Sapiens Lab (2024) The mental state of the world in 2023. A publication of the Global Mind Project. https://sapienlabs.org/wp-content/uploads/2024/03/4th-Annual-Mental-State-of-the-World-Report.pdf Seligman, M. E., & Csikszentmihalyi, M. (2000). Positive psychology: An introduction (Vol. 55, No. 1, p. 5). American Psychological Association.Sharif, M. A., Mogilner, C., & Hershfield, H. E. (2021). Having too little or too much time is linked to lower subjective well-being. Journal of Personality and Social Psychology, 121(4), 933. https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/34498892/ Smeets, P., Whillans, A., Bekkers, R., & Norton, M. I. (2020). Time use and happiness of millionaires: Evidence from the Netherlands. Social Psychological and Personality Science, 11(3), 295-307. https://journals.sagepub.com/doi/full/10.1177/1948550619854751Créditos Musicais:Abertura:"Flutey Funk" Kevin MacLeod (incompetech.com)Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 Licensehttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/https://incompetech.com/music/royalty-free/music.htmlFechamento: "Protofunk" Kevin MacLeod (incompetech.com)Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 Licensehttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/https://incompetech.com/music/royalty-free/music.html
Faz sentido falar em aversão à felicidade? Se faz ou não faz parece não importar porque a gente, em algum momento, sente como se a felicidade não tivesse no nosso caminho. Quem nunca já meteu os pés pelas mãos, fez uma sequência de escolhas ruins, pensou no desastre que estava por vir quando as coisas estavam “perfeitas”? Nesse episódio eu falo do assunto, comento testes psicológicos que já existem sobre o medo da felicidade, e aproveito para compartilhar a sabedoria da tia-avó Clotilde.Twitter: @lusbrickerReferências: Journal of medical ethics: “A proposal to classify happiness as a psychiatric disorder” by Richard P. Bentall, vol. 18, no. 2, June 1992Joshanloo, M., Weijers, D. Aversion to Happiness Across Cultures: A Review of Where and Why People are Averse to Happiness. J Happiness Stud 15, 717–735 (2014). https://doi.org/10.1007/s10902-013-9489-9 Gilbert, P., McEwan, K., Gibbons, L., Chotai, S., Duarte, J., & Matos, M. (2012). Fears of compassion and happiness in relation to alexithymia, mindfulness, and self-criticism. Psychology and Psychotherapy: Theory, Research and Practice, 85(4), 374–390.Joshanloo, M., & Weijers, D. (2014). Aversion to happiness across cultures: A review of where and why people are averse to happiness. Journal of happiness studies, 15(3), 717-735.Joshanloo, M. (2013a). Eastern conceptualizations of happiness: Fundamental differences with western views. Journal of Happiness Studies. http://link.springer.com/article/10.1007/s10902-013-9431-1.Layard, R. (2005). Happiness: Lessons from a new science. New York: Penguin Books.Créditos Musicais:Abertura:"Flutey Funk" Kevin MacLeod (incompetech.com)Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 Licensehttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/https://incompetech.com/music/royalty-free/music.htmlFechamento: "Protofunk" Kevin MacLeod (incompetech.com)Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 Licensehttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/https://incompetech.com/music/royalty-free/music.html
Um mundo que chove queijo, que as montanhas são de queijo, que não é necessário dinheiro - basta pegar o que quiser -, que ninguém morre, que o dia tem 30 horas, que o café é sempre bom e está sempre quente…. utopias. Nesse episódio, vou falar sobre essa invenção de mundos (da Cocanha até a Utopia de Morus) e, conectando com a ideia de felicidade (e com o apoio do Ailton Krenak), espero te convencer que precisamos mais dela. Espero que goste!Twitter: @lusbrickerReferências: Clayes, Gregory (2013). Utopia: a história de uma ideia (trad. Pedro Barros). São Paulo: Edições SESC SP.Falcon, F. J. C. (2005). Utopia e Modernidade. Morus-Utopia e Renascimento, 2, p. 161-184.Franco Jr, H. (1998). Cocanha–Várias Faces de uma Utopia. Ateliê Editorial.Katz, Rubin. (2012) Gone to Pitchipoï: A Boy’s Desperate Fight For survival in Wartime. Boston: Academic Studies PressQuarta, C. (2006). Utopia: gênese de uma palavra-chave. Morus-Utopia e Renascimento, 3, p.35-53.Galeano, E. (2001). Las Palabras Andantes. Buenos Aires: Catálogos.Toros-Marter, Denise. (2008). J’avais seize ans à Pitchipoï, Éditions Le Manuscrit / Fondation pour la Mémoire de la Shoah.Créditos Musicais:Abertura:"Flutey Funk" Kevin MacLeod (incompetech.com)Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 Licensehttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/https://incompetech.com/music/royalty-free/music.htmlFechamento: "Protofunk" Kevin MacLeod (incompetech.com)Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 Licensehttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/https://incompetech.com/music/royalty-free/music.html
Sobre “tudo bem não estar bem” e a felicidade. Sobre quem tem direito a não estar bem, Segunda Onda da Psicologia Positiva e o filósofo romeno Emil Cioran, entusiasta dos fracassados. Episódio que serve bem para o Setembro Amarelo, que já passou… mas fica registrado para o de 2022.*****************Twitter: @lusbrickerReferências: Cioran, E. (2014). O livro das ilusões. São Paulo: Editora Rocco.Current Affairs (2021). https://www.currentaffairs.org/2021/03/corporate-mindfulness-programs-are-an-abominationDejours, C. (1987). A loucura do trabalho. São Paulo: Oboré.El País (2021a). https://brasil.elpais.com/estilo/2021-07-15/tudo-bem-nao-estar-bem-o-lema-da-nova-era-que-da-adeus-ao-pensamento-positivo.html#?rel=lom El País (2021b) https://brasil.elpais.com/estilo/2021-04-29/o-mindfulness-corporativo-nao-aumenta-salario-nem-traz-horas-livres-ele-so-arruina-o-seu-trabalho.html#?rel=masLinkedin (2020). https://www.linkedin.com/posts/mmarrazzo_in-just-about-an-hour-teams-at-nike-will-activity-6834559785506107392-m2Cm/New Yorker (2021). https://www.newyorker.com/magazine/2021/04/19/the-repressive-politics-of-emotional-intelligenceRespondendo em Voz Alta (2021). https://open.spotify.com/episode/2MbRlfCOnCy2rlLozYD1OI?si=rPRntKCVSsSkDcJ7g8cg7w&dl_branch=1 Times (2020). https://time.com/6077128/naomi-osaka-essay-tokyo-olympics/Titi Müller (2019). https://www.youtube.com/watch?v=1nt0SeegFIYTolstoi, L. (1990). Anna karenina. Alianza Editorial.Vittor Fernandes (2020). @vittorfernandes. https://www.instagram.com/reel/CN6GkWNnWPo/?igshid=1xr0zsnpnzed8Créditos Musicais:Abertura:"Flutey Funk" Kevin MacLeod (incompetech.com)Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 Licensehttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/https://incompetech.com/music/royalty-free/music.htmlFechamento: "Protofunk" Kevin MacLeod (incompetech.com)Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 Licensehttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/https://incompetech.com/music/royalty-free/music.html*****************************
Como cuidar da felicidade em meio à pandemia? Na real, será que é possível felicidade durante esse fuê todo que vivemos? Esse episódio é um pedaço da conversa que tive com o pessoal da pós graduação da Fiocruz com o tema “Além dos limites da Saúde: cuidado em perspectiva interdisciplinar”. Como o áudio vem direto do webinar, parece que eu estou dentro de um aquário (que dá um charme todo especial pra esse episódio).Se gostar, recomendo que veja todo o papo no link: https://youtu.be/joGJuFNLA8ITwitter: @lusbrickerCréditos Musicais:Abertura:"Flutey Funk" Kevin MacLeod (incompetech.com)Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 Licensehttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/https://incompetech.com/music/royalty-free/music.htmlFechamento: "Protofunk" Kevin MacLeod (incompetech.com)Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 Licensehttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/https://incompetech.com/music/royalty-free/music.html
Último episódio da série, "dá pra medir a felicidade?", pra compartilhar alguns exemplos de como essa tentativa de medir acaba dando ruim (para alguns). Falaremos sobre a Torta da Felicidade, a Razão Mágica de 3 para 1 que vai transformar a sua vida, as Forças de Caráter.... não é exatamente uma novela, mas poderia ser. Tem mentiras, traições, intrigas e muito dinheiro envolvido. Cuidado com as baratas e soca o play.
Sabe o que um teste de felicidade uma mancha de ketchup têm em comum? Nada. Mas mesmo assim eu dou um jeito de juntar as duas coisas nesse episódio. O que faz de um instrumento de avaliação da felicidade um bom instrumento e porque nunca teremos um que atenderá todas as nossas expectativas é o tema dessa segunda parte do “É possível medir a felicidade?”. Espero que goste!*****************Twitter: @lusbrickerReferências: Brown, N. J. L., Rohrer, J. M. (2020) Easy as (Happiness) Pie? A Critical Evaluation of a Popular Model of the Determinants of Well‑Being. Journal of Happiness Studies, 21, 1, 1285-1301.Cromby, J. (2011). The Greatest Gift Happiness, Governance and Psychology. Social and Personality Psychology Compass, 5(11), 840–852.Diener, E., Emmons, R. A., Larsen, R. J., & Griffin, S. (1985). The Satisfaction with Life Scale. Journal of Personality Assessment, 49, 71-75.Diener, E.; Seligman, M.E.P. (2002).Very happy people. Psychol Sci 13(1): 81-84.Harré, R. (2002). Material Objects in Social Worlds. Theory, Culture & Society, 19(5–6), 23–33. https://doi.org/10.1177/026327640201900502Lyubomirsky et al. (Rev Gen Psychol 9:111–131, 2005. https://doi.org/10.1037/1089-2680.9.2.111)Prinzing, M. (2020). Positive psychology is value-laden—It’s time to embrace it, The Journal of Positive Psychology, DOI: 10.1080/17439760.2020.1716049Yin, P. and Xiao, X. (2021) Autonomous Sensory Meridian Response: Phenomenon That Promote Happiness. Psychology, 12, 321-326. doi: 10.4236/psych.2021.123021.Sobre o instrumento “Satisfaction with Life Scale”: http://labs.psychology.illinois.edu/~ediener/SWLS.html Sobre a pesquisa de Harvard: https://news.harvard.edu/gazette/story/2017/04/over-nearly-80-years-harvard-study-has-been-showing-how-to-live-a-healthy-and-happy-life/https://www.ted.com/talks/robert_waldinger_what_makes_a_good_life_lessons_from_the_longest_study_on_happiness?language=en https://news.harvard.edu/gazette/story/2017/04/over-nearly-80-years-harvard-study-has-been-showing-how-to-live-a-healthy-and-happy-life/ Sobre a pesquisa na Irlanda do Norte:https://www.carnegieuktrust.org.uk/publications/towards-a-wellbeing-framework-short-report/Créditos Musicais:Abertura:"Flutey Funk" Kevin MacLeod (incompetech.com)Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 Licensehttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/https://incompetech.com/music/royalty-free/music.htmlFechamento: "Protofunk" Kevin MacLeod (incompetech.com)Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 Licensehttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/https://incompetech.com/music/royalty-free/music.html*****************************
Será que dá pra medir a felicidade? Deve dar, né? Porque se não der, vai ser estranho ter mais de 2.850 instrumentos de mensuração da felicidade por aí… Nesse caso, tenho uma péssima notícia... Nesses três próximos episódios vamos falar sobre (1) o problema com a definição de felicidade, (2) os problemas dos métodos adotados e (3) alguns casos emblemáticos da Psicologia Positiva sobre os problemas desses instrumentos e métodos. Twitter: @lusbrickerReferências: Annas, J. (2004). Happiness as achievement. Daedalus, 133(2), 44-51.Brown, N. J. L., Rohrer, J. M. (2020) Easy as (Happiness) Pie? A Critical Evaluation of a Popular Model of the Determinants of Well‑Being. Journal of Happiness Studies, 21, 1, 1285-1301.Cromby, J. (2011). The Greatest Gift Happiness, Governance and Psychology. Social and Personality Psychology Compass, 5(11), 840–852.Diener, E. (1984). Subjective well-being. Psychological Bulletin, 95(3), 542–575. https:// https://doi.org/10.1037/0033-2909.95.Fox, E. (2008). Emotion science cognitive and neuroscientific approaches to understanding human emotions. Palgrave Macmillan.Haybron, D. M. (2005). On Being Happy or Unhappy 1. Philosophy and Phenomenological Research, 71(2), 287-317.Lyubomirsky, S., Sheldon, K. M., & Schkade, D. (2005). Pursuing happiness: The architecture of sustainable change. Review of general psychology, 9(2), 111-131. https://doi.org/10.1037/1089-2680.9.2.111)Pasquali, L. (2009). Psicometria. Revista da Escola de Enfermagem da USP, 43(spe), 992-999. https://doi.org/10.1590/S0080-62342009000500002 Prinzing, M. (2020). Positive psychology is value-laden—It’s time to embrace it, The Journal of Positive Psychology, DOI: 10.1080/17439760.2020.1716049 Ryff, C. D. (1989). Happiness is everything, or is it? Explorations on the meaning of psychological well-being. Journal of Personality and Social Psychology, 57(6), 1069–1081. https://doi.org/10.1037/0022-3514.57.6.1069Sewaybricker, L. E. (2017). Felicidade: utopia, pluralidade e política. São Paulo: Universidade de São Paulo.Veenhoven, R. (2021). World Database of Happiness. Acessado em 15 de Maio de 2021 em https://worlddatabaseofhappiness.eur.nlCréditos Musicais:Abertura:"Flutey Funk" Kevin MacLeod (incompetech.com)Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 Licensehttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/https://incompetech.com/music/royalty-free/music.htmlFechamento: "Protofunk" Kevin MacLeod (incompetech.com)Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 Licensehttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/https://incompetech.com/music/royalty-free/music.html
13 - Felicidade e Arte

13 - Felicidade e Arte

2021-04-0426:30

Felicidade e arte são dois temas complicados. Mas não é que um ajuda a entender o outro melhor? As obras de arte tratam recorrentemente da felicidade, a felicidade, pode-se dizer, é uma arte em si. Bora então olhar para exemplos desse cross over de temas, ver como as definições de arte e felicidade são semelhantes e tentar chegar em alguma conclusão a partir disso. Cuidado com alguns spoilers durante o episódio!*****************Twitter: @lusbrickerReferências: Livros/ArtigosAiken, H. (1955). The Aesthetic Relevance of Artists' Intentions. The Journal of Philosophy, 52(24), 742-753. doi:10.2307/2022699Comte-Sponville, A. (2005). A Felicidade, Desesperadamente. São Paulo: Martins Fontes.Frayze-Pereira, J. A. (2010). Arte,Dor. Inquietudes entre estética e psicanálise (2a. edição revista e ampliada). 2a.. ed. Cotia,SP: Ateliê.Mãe, V. H. (2016). O filho de mil homens. São Paulo: Globo Livros.Peças:Beckett - Esperando Godot: https://www.youtube.com/watch?v=tuU3RrGj3Lc Frateschi - Diana: https://www.youtube.com/watch?v=8rbizlfwWYIShakespeare - McBeth interpretado por Marcelo Anthony : https://www.youtube.com/watch?v=Qjo8pKfpc5gMúsicas:Beatles - Happiness is a Warm GunPharrell Williams - HappyTom Zé - VaiEmicida - Ismália (ft. Larissa Luz e Fernanda Montenegro)Séries:Sense8: https://youtu.be/DR8u1wtTGXs?t=44Trapped: https://www.imdb.com/title/tt3561180/ BoJack Horseman: https://www.youtube.com/watch?v=nBagOJigbukExtras:Sobre o Queermuseu: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-45191250Sobre o óculos no museu: https://g1.globo.com/planeta-bizarro/noticia/visitantes-confundem-oculos-no-chao-como-obra-de-arte-nos-eua.ghtmlCréditos Musicais:Abertura:"Flutey Funk" Kevin MacLeod (incompetech.com)Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 Licensehttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/https://incompetech.com/music/royalty-free/music.htmlFechamento: "Protofunk" Kevin MacLeod (incompetech.com)Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 Licensehttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/https://incompetech.com/music/royalty-free/music.html*****************************
Esse episódio de hoje é especialmente pra você, pessoa rabugenta, amarga, que responde um “tudo bem?” com “não”. Falaremos dos pessimistas da felicidade, daqueles que propuseram que ela seria impossível ou que ela seria ruim, uma imbecilidade. Kant, Schopenhauer, Nietzsche, Freud, Adorno… um pouco de cada para que você seja mais pessimista com seu otimismo ou otimista com seu pessimismo.Twitter: @lusbrickerReferências: Bentall, R. P. (1992). A proposal to classify happiness as a psychiatric disorder. Journal of medical ethics, 18(2), 94-98.Freud, S. (2010). O mal-estar na civilização, novas conferências introdutórias e outros textos (1930-1936). Obras completas, 18, 13-122.McMahon, D. M. (2006). Happiness: A history. Atlantic Monthly Press. Morin, E. (1997). Cultura de Massas no século XX. Rio de Janeiro: Forense Universitária.Nietzsche, F. (2018). The twilight of the idols. Jovian Press.Rosset, C. (1989). A lógica do pior. Rio de Janeiro: Espaço e Tempo.Schopenhauer, A. (2005). O mundo como vontade e como representação (Vol. 1). Unesp.Créditos Musicais:Abertura:"Flutey Funk" Kevin MacLeod (incompetech.com)Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 Licensehttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/https://incompetech.com/music/royalty-free/music.htmlFechamento: "Protofunk" Kevin MacLeod (incompetech.com)Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 Licensehttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/https://incompetech.com/music/royalty-free/music.html
Parece óbvio falar sobre o que é positivo, mas na real a gente usa um mundaréu de ideias diferentes. Isso não é um problema pro dia a dia, mas é um grande problema para um área da ciência. Vamos falar, então, dos esforços na Psicologia Positiva em definir o que é esse principal delimitador da área. Falaremos de preferências, de emoções positias e da ética. Ah, eu estava quase esquecendo. Também vamos falar sobre a estratégia de ignorar esse problema.Espero que goste!*****************Twitter: @lusbrickerReferências: Alves, R. (2005). Ensinar a Tristeza. Folha de São Paulo, terça-feira, 25 de outubro de 2005, disponível em https://www1.folha.uol.com.br/fsp/sinapse/sa2510200513.htm Llenas, A. (2012). O Monstro das Cores. Belo Horizonte: AletriaPawelski, J. (2016) Defining the ‘positive’ in positive psychology: Part I. A descriptive analysis, The Journal of Positive Psychology, 11:4, 339-356, DOI: 10.1080/17439760.2015.1137627Prado, A. (2000). Bagagem. Universidad Iberoamericana.http://etimologias.dechile.net/?positivohttps://www.coursera.org/learn/positive-psychologyCréditos Musicais:Abertura:"Flutey Funk" Kevin MacLeod (incompetech.com)Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 Licensehttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/https://incompetech.com/music/royalty-free/music.htmlFechamento: "Protofunk" Kevin MacLeod (incompetech.com)Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 Licensehttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/https://incompetech.com/music/royalty-free/music.html*****************************
Especial de Natal do Avesso da Felicidade! Tão especial que vamos pro avesso do avesso da Felicidade. O resultado disso? Um episódio tentando ser engraçado (ênfase no tentando) e com doses intensas de ironia. Ou seja, não é pra levar muito a sério, não.Mas, de todo modo, sob sua própria conta e risco, vou ensinar o segredo pra listinha dos afazeres do ano seguinte.*****************Twitter: @lusbrickerCréditos Musicais:Abertura:"Flutey Funk" Kevin MacLeod (incompetech.com)Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 Licensehttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/https://incompetech.com/music/royalty-free/music.htmlFechamento: "Protofunk" Kevin MacLeod (incompetech.com)Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 Licensehttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/https://incompetech.com/music/royalty-free/music.html*****************************
Se você se interessa por felicidade, com certeza já ouviu falar na Psicologia Positiva e suas maravilhosas histórias de como o mundo melhorará graças aos seus avanços. Ou, conforme o pai-fundador-george-clonney da Psicologia Positiva, Martin Seligman, anunciou, até 2051, 51% da população estará florescendo! Tudo muito bonito, tudo muito pomposo. Mas o que diabos é Psicologia Positiva? Uma área, um movimento, uma disciplina? Por que faz tanto sucesso? Taí o tema do episódio de hoje.*****************Twitter: @lusbrickerReferências: Bains, S. (2006).The Templeton Foundation I: Buying science. Dr Sunny Bains blog. 12 de Novembro. https://www.sunnybains.com/the-templeton-foundation-i-buying-science/Cabanas, E.; Illouz, E. (2019). Against Happiness. Jacobin Magazine, 29 de Agosto, https://www.jacobinmag.com/2019/08/happiness-self-help-positive-psychology-eva-illouz-edgar-cabanasCabanas, E., & Illouz, E. (2019). Happycracia. Cómo la ciencia y la industria de la felicidad.Chamberlin, J. (2011). Flourish 2051. Martin EP Seligman’sa new initiative calls for a global boost in well-being for 2051. Monitor on Psychology, 42(9), 56.Haidt, J. (2011). What is Happiness. Aspen Ideas Festival. August 17. Lomas, T., Ivtzan, I. (2016). Second Wave Positive Psychology: Exploring the Positive–Negative Dialectics of Wellbeing. J Happiness Stud 17, 1753–1768. https://doi.org/10.1007/s10902-015-9668-yMaslow, A. H. (1954). Motivation and personality. New York: HarperPositive Psychology People. (2016). What is Positive Psychology. 3 de Março. https://www.youtube.com/watch?v=j78AjMIIHLoSchueller, S. M., & Parks, A. C. (2014). The science of self-help. European Psychologist.Seligman et al (2005). Fala de origem de pesquisa de temas da PP (p.410) e não cita Diener... mas em 2019 cita... Diener não menciona PP por outro lado....Seligman, M. E. (2018). The hope circuit: A psychologist's journey from helplessness to optimism. Hachette UK.Smith, J. (2019). Is positive psychology all it’s cracked up to be? Vox.com, 20 de Novembro. https://www.vox.com/the-highlight/2019/11/13/20955328/positive-psychology-martin-seligman-happiness-religion-secularism
Mais um pouco sobre a palavra felicidade. Vamos mergulhar mais fundo na ideia de felicidade enquanto um direito. De quebra, vou compartilhar a pronúncia correta das palavras gregas eudaimonia, makarios, eftychia e olbios.Observação importante: a britadeira que aparece por algumas vezes de fundo não é a Brisa, minha buldoguinha francesa, dormindo. Geralmente é, mas dessa vez é só resultado da gambiarra tecnológica.Twitter: @lusbrickerReferências: Goodman, F., Disabato, D., & Kashdan, T. (2020): Reflections on unspoken problems and potential solutions for the well-being juggernaut in positive psychology, The Journal of Positive Psychology, DOI: 10.1080/17439760.2020.1818815 Fire, J., Deer, L., & Erdoes, R. (1972). Lame Deer, Seeker Of Visions: The Life Of A Sioux Medicine Man. Simon and Schuster.Sokol, L. K. (1997). Shortcuts to Poland. Warsaw: Wydawnictwo IPS.Wierzbicka, A. (2004). ‘Happiness’ in cross-linguistic & cross-cultural perspective. Daedalus, 133(2), 34-43.Créditos Musicais:Abertura:"Flutey Funk" Kevin MacLeod (incompetech.com)Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 Licensehttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/https://incompetech.com/music/royalty-free/music.htmlFechamento: "Protofunk" Kevin MacLeod (incompetech.com)Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 Licensehttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/https://incompetech.com/music/royalty-free/music.html
Terceiro e último epísodio da série sobre a história da palavra "felicidade". Capítulo em que me empolguei um pouco demais da conta no tamanho... Mas era ou isso ou me ouvir falando latim, grego e outros idiomas por mais um episódio! Eu pensei na sua felicidade :)Nesse episódio, a gente começa no protestantismo vendo como a ideia de vida ideal começou a se distanciar da moral religiosa e foi se tornando mais terrena.... Tão terrena que passou a ser tratada como um direito (responsabilidade dos utilitaristas) e deu margem para os exageros hedonistas. E, na reta final dessa história, a gente vai pensar sobre a semelhança entre a alegria proposta pelos românticos e o bem-estar proposto pelos cientistas da psicologia positiva.*****************Twitter: @lusbrickerReferências: Aristotle in 23 Volumes, Vol. 19, translated by H. Rackham. Cambridge, MA, Harvard University Press; London, William Heinemann Ltd. 1934De Heer, C. (1969). Makar, Eudaimon, Olbios, Eutychia: A Study of the Semantic Field Denoting Happiness in Ancient Greek to the End of the Fifth Century B.C., Amsterdam: Adolf M. Hakkert.Diener E. (2009) Subjective Well-Being. In: Diener E. (eds) The Science of Well-Being. Social Indicators Research Series, vol 37. Springer, Dordrecht. https://doi.org/10.1007/978-90-481-2350-6_2Locke, J. (1997). Ensaio acerca do entendimento humano. Nova cultural.Lyubomirsky, S. (2008). The how of happiness: A scientific approach to getting the life you want. Penguin.McMAHON, D. M. (2006). Felicidade: uma história. São Paulo: Globo.Hutcheson, F. (1726). An Inquiry Into the Original of Our Ideas of Beauty and Virtue: In Two Treatises (Vol. 1). J. Darby.Wordsworth, W. (1932). The Complete Poetical Works of Wordsworth. Houghton Mifflin Company.Créditos Musicais:Abertura:"Flutey Funk" Kevin MacLeod (incompetech.com)Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 Licensehttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/https://incompetech.com/music/royalty-free/music.htmlFechamento: "Protofunk" Kevin MacLeod (incompetech.com)Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 Licensehttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/https://incompetech.com/music/royalty-free/music.html*****************************
Você já se perguntou sobre quando começaram a falar sobre felicidade? Quem que inventou essa palavra? Será que a felicidade sobre a qual a gente fala hoje é a mesma que o Sócrates falava na Grécia Antiga, ou o Júlio César, no Império Romano?No episódio de hoje falaremos sobre a Roma Antiga e como as palavras do grego antigo se aproximação do nosso vocabulário moderno.*****************Referências: Beraldi, A. C. R. (2013). Beatitude e Sabedoria em Agostinho: Estudo sobre as fontes pagãs no De Beata Vita a partir do uso do termo philosophia (Master's thesis, Universidade Federal do Espírito Santo).Brown, G. A. (1981). Happiness. The New Yorker, 22 de junho. https://www.newyorker.com/magazine/1981/06/22/happiness-3De Masi, D. (2003). O futuro do trabalho: fadiga e ócio na sociedade pós-industrial. J. Olympio.Erkell, H. (1952). Augustus, felicitas, fortuna. Lateinische Wortstudien.Gloria Novak, M., & Neri, M. L. (1992). Poesia lírica latina. Martins Fontes.Karol, L. (2016). De Deo Socratis, a demonologia no contexto do Império Greco-Romano. Tese (Doutorado) - Universidade Federal do Rio de Janeiro, Faculdade de Letras, Programa de Pós Graduação em Letras Clássicas.Konstan, D. Epicurean Happiness: A Pig's Life? Journal of Ancient Philosophy Vol. VI 2012 Issue 1.McMahon, D. M. (2006). Felicidade: uma história. São Paulo: Globo.Salema, V. D. A. G. (2013). Análise do Epodo X de Horácio. Principia, (27), 1-11.Créditos Musicais:Abertura:"Flutey Funk" Kevin MacLeod (incompetech.com)Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 Licensehttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/https://incompetech.com/music/royalty-free/music.htmlFechamento: "Protofunk" Kevin MacLeod (incompetech.com)Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 Licensehttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/https://incompetech.com/music/royalty-free/music.html
Você já se perguntou sobre quando começaram a falar sobre felicidade? Quem que inventou essa palavra? Será que a felicidade sobre a qual a gente fala hoje é a mesma que o Sócrates falava na Grécia Antiga, ou o Júlio César, no Império Romano?No episódio de hoje a gente vai começar a investigar justamente a história da palavra felicidade, traçando as origens dela lá na Grécia Antiga e discutindo quais palavras eram utilizadas pra se referir à vida boa (ou à melhor forma de se viver).*****************Twitter: @lusbrickerReferências: Abbagnano, N. (1970). Dicionário de filosofia. São Paulo, ed. Martins.Aeschylus. Aeschylus, with an English translation by Herbert Weir Smyth, Ph. D. in two volumes. 1. Persians. Herbert Weir Smyth, Ph. D. Cambridge, MA. Harvard University Press. 1926Aristotle. Aristotle in 23 Volumes, Vol. 19, translated by H. Rackham. Cambridge, MA, Harvard University Press; London, William Heinemann Ltd. 1934.Bakhtin, M.M. Marxismo e filosofia da linguagem: problemas fundamentais do método sociológico da linguagem. Trad. Michel Lahud & Yara Frateschi Vieira. São Paulo: Hucitec, 2014.Bíblia Latim - Português: http://bibleglot.com/pair/Vulgate/PorAR/Matt.5/Derrida, J. (2016). Of grammatology. JHU Press.Erkell, H. (1952). Augustus, felicitas, fortuna. Lateinische Wortstudien.Gloria Novak, M., & Neri, M. L. (1992). Poesia lírica latina. Martins Fontes.Hub, B. (2004). Search, Read, Study the Bible in Many Languages. Biblehub. com. Accessed.Karol, L. De Deo Socratis, a demonologia no contexto do império Greco-Romano. Tese (Doutorado) - Universidade Federal do Rio de Janeiro, Faculdade de Letras, Programa de Pós Graduação em Letras Clássicas, 2016.Liddell, Scott, Jones Ancient Greek Lexicon (LSJ): https://lsj.gr/wiki/Main_PageNussbaum, M. C. (2001). The fragility of goodness: Luck and ethics in Greek tragedy and philosophy. Cambridge University Press.Plato. Plato in Twelve Volumes, Vols. 5 & 6 translated by Paul Shorey. Cambridge, MA, Harvard University Press; London, William Heinemann Ltd. 1969.Salema, V. D. A. G. (2013). ANÁLISE DO EPODO X DE HORÁCIO. PRINCIPIA, (27), 1-11.Santos, J. A. D. S., Luchi, J. P., Costa, R. L. S. D., & Costa, M. R. N. (2013). Beatitude e Sabedoria em Agostinho: Estudo sobre as fontes pagãs no De Beata Vita a partir do uso do termo philosophia (Master's thesis, Universidade Federal do Espírito Santo).Créditos Musicais:Abertura:"Flutey Funk" Kevin MacLeod (incompetech.com)Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 Licensehttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/https://incompetech.com/music/royalty-free/music.htmlFechamento: "Protofunk" Kevin MacLeod (incompetech.com)Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 Licensehttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/https://incompetech.com/music/royalty-free/music.html
Quarto e último episódio da série "Por que falamos tanto sobre a felicidade?". Falamos tanto porque estamos simplificando o significado de felicidade! Se pro Platão, só o Sócrates havia sido feliz, hoje em dia, a gente acredita que qualquer um consegue chegar lá.Vamos falar sobre o processo de simplificação e as evidências que temos dela.*****************Twitter: @lusbrickerReferências: Adams, D. (2009). O guia do mochileiro das galáxias, v. 1. São Paulo: Arqueiro.Davies, W. (2015). The happiness industry: How the government and big business sold us well-being. Verso Books.McKelvey, T. (2013). How Prozac entered the lexicon. BBC News Magazine. https://www.bbc.com/news/magazine-22040733 McMahon, D. M. (2006). Happiness: A history. Grove Press.Sewaybricker, L. E. (2012). A felicidade na sociedade contemporânea: contraste entre diferentes perspectivas filosóficas e a modernidade líquida (Doctoral dissertation, Universidade de São Paulo).Ura, K., Alkire, S., & Zangmo, T. (2012). Bhutan: Gross national happiness and the GNH index.Veenhoven, R (2020). Measures of Happiness. World Database of Happiness, Erasmus University Rotterdam. Assessed on 21.06.2020: http://worlddatabaseofhappiness.eur.nl/hap_quer/hqi_fp.htmCréditos Musicais:Abertura:"Flutey Funk" Kevin MacLeod (incompetech.com)Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 Licensehttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/https://incompetech.com/music/royalty-free/music.htmlFechamento: "Protofunk" Kevin MacLeod (incompetech.com)Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 Licensehttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/https://incompetech.com/music/royalty-free/music.html*****************************
Ah... a Ciência da Felicidade!Se a publicidade traz o tema da Felicidade à tona, é a ciência que dá credibilidade a ideia de encontrar Felicidade, por exemplo, em produtos.Esse é o nosso eixo central da resposta de hoje pra pergunta: "Por que falamos tanto sobre a Felicidade?". Vamos falar sobre Jeremy Bentham, Roberto Nozick, sobre avanços da estatística, instrumentos pra medir Felicidade, a dificuldade de chegar em um conceito rigoroso.Twitter: @lusbrickerReferências: British Airways' Happiness Blanket: https://www.stylus.com/tdxgfp Chalmers, R. (2011). Matthieu Ricard: Meet Mr Happy. The Independent. https://www.independent.co.uk/news/people/profiles/matthieu-ricard-meet-mr-happy-436652.htmlDavies, W. (2015). The happiness industry: How the government and big business sold us well-being. Verso Books.Diener, E. (1984). Subjective Wellbeing. Psychological Bulletin, 95, 542-575. Kramer, A. D., Guillory, J. E., & Hancock, J. T. (2014). Experimental evidence of massive-scale emotional contagion through social networks. Proceedings of the National Academy of Sciences, 111(24), 8788-8790.Martins, A. O que realmente nos faz felizes? As lições de uma pesquisa de Harvard que há quase oito décadas tenta responder a essa pergunta. BBC Brasil. 23 de novembro de 2016. https://www.bbc.com/portuguese/curiosidades-38075589Memória, J. M. P. (2004). Breve história da estatística. Área de Informação da Sede-Texto para Discussão (ALICE).Nozick, R. (1989). Happiness. http://profron.net/happiness/files/readings/Nozick_Happiness.pdfRusso, Jane, & Venâncio, Ana Teresa A.. (2006). Classificando as pessoas e suas perturbações: a “revolução terminológica” do DSM III. Revista Latinoamericana de Psicopatologia Fundamental, 9(3), 460-483. https://doi.org/10.1590/1415-47142006003007https://www.happinesslab.fm/https://www.ted.com/talks/matthieu_ricard_the_habits_of_happiness?language=pt-br Créditos Musicais:Abertura:"Flutey Funk" Kevin MacLeod (incompetech.com)Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 Licensehttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/https://incompetech.com/music/royalty-free/music.htmlFechamento: "Protofunk" Kevin MacLeod (incompetech.com)Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 Licensehttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/https://incompetech.com/music/royalty-free/music.html
Falamos muito sobre a felicidade, seja na política, nos comerciais, na arte... mas por que falamos tanto? No episódio de hoje vamos explorar a segunda das quatro respostas: falamos tanto porque a publicidade passou a associar produtos com felicidade... e a gente passou a consumir pra se expressar e ser feliz!Twitter: @lusbrickerReferências: Curtis, A. The Century of the Self (2002). BBC.Davies, W. (2015). The happiness industry: How the government and big business sold us well-being. Verso Books.https://www.theguardian.com/education/2002/mar/10/medicalscience.highereducationhttps://90percentofeverything.com/2009/10/20/just-add-an-egg-usability-user-experience-and-dramaturgy/index.htmlhttps://www.youtube.com/watch?v=IFAMpW0hPNYhttps://noticias.r7.com/saude/venda-de-antidepressivos-quase-dobrou-no-brasil-em-cinco-anos-14092018https://www.kent.edu/may-4-historical-accuracyhttp://www.strategicbusinessinsights.com/vals/presurvey.shtmlhttps://brasil.elpais.com/brasil/2017/03/30/opinion/1490904977_268765.htmlCréditos Musicais:Abertura:"Flutey Funk" Kevin MacLeod (incompetech.com)Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 Licensehttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/https://incompetech.com/music/royalty-free/music.htmlFechamento: "Protofunk" Kevin MacLeod (incompetech.com)Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 Licensehttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/https://incompetech.com/music/royalty-free/music.html
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