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Appleton Podcast

Appleton Podcast

Author: Appleton Associação Cultural

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Description

No Appleton podcast vamos ouvir o que diversos convidados ligados à arte contemporânea têm a dizer acerca da sua actividade e de questões com ela relacionadas.

Este podcast não tem um periodicidade pré-definida nem um formato pré-estabelecido: pode tomar a forma de uma conversa com um convidado, de uma conversa com mais de um convidado, de um monólogo, do que as circunstâncias propiciarem. Também os assuntos irão variar em função do convidado e do contexto.

Concepção e edição: Vera Appleton
Produção: Appleton Associação Cultural

Créditos introdução:
Voz-Vera Appleton
Composição e interpretação – David Maranha e Manuel Mota

Mecenas Appleton: HCI / Colecção Maria e Armando Cabral /A2P

Financiamento: República Portuguesa - Cultura e DGArtes (temporada 2 a 7, 12 e 13)

Apoio: Câmara Municipal de Lisboa
204 Episodes
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Nicolas de Oliveira and Nicola Oxley are London-based curators and writers who co-direct SE8Gallery and the publishing imprint Mulberry Tree Press, which specialises in artists’ monographsand vinyl editions. They were previously founding directors of the Museum of Installation (MOI),Unit 7 Gallery and Notice Gallery. Their books published by major publishers include Installation Art in the New Millennium: Empire of the Senses, two seminal international surveys of installation art, as well as several monographs on Hans Op de Beeck (Belgium), Stefan Brüggemann (Mexico) and Patrick Jolley (Ireland). These publications stem from close working relationships with artists and galleries. Their work also includes short fiction. Throughout their careers, they have curated around 200 solo and group exhibitions and projects,working with artists from different generations and international contexts, including Phyllida Barlow, Mariko Mori, Hans Op de Beeck, Helena Almeida and Julião Sarmento. They have also collaborated with leading institutions and galleries, such as Tate Modern, the British Museum and the Leal Rios Foundation, in Lisbon and Porto, developing a curatorial practice that brings together diverse geographies and artistic languages.Both have extensive experience in art education. Nicola Oxley previously held positions leading Fine Art courses, while Nicolas de Oliveira directed the MA in Curating in partnership with the Whitechapel Gallery and served as Director of Research at Montabonel & Partners/Art Institutions of the 21st Century.At SE8 Gallery, they continue an experimental approach that understands exhibition-making as a process of research and creation, closely aligned with the idea of the extended studio. Through Mulberry Tree Press, they extend their dialogue with artists and explore the relationships between artwork, documentation and narrative, helping to preserve the history of installation art and trace its international development.Links:https://sculpturemagazine.art/feeding-the-spirit-of-adventure-a-conversation-with-nicholas-de-oliveira-and-nicola-oxley/https://www.youtube.com/watch?v=18d8COyBqOIhttps://se8.gallery/https://se8.gallery/mulberry-tree-press-2/https://www.abebooks.com/Installation-Art-New-Millennium-Oliveira-Nicolas/30892504717/bdGravado21.10.2026 Créditos introdução e finalVoz: Vera AppletonMúsica: David Maranha e Rodrigo Amado http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / A2P / Vasco Collection / MyStory Hotels / JD Collection Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados
José Carlos Santana Pinto é coleccionador de arte contemporânea há mais de quatro décadas. Começou a comprar arte ainda muito jovem, no início dos anos 1970, quando adquiriu uma obra de Mário Botas na Sociedade Nacional de Belas Artes, e desde então foi construindo uma colecção que atravessa diferentes gerações, geografias e linguagens, com uma presença particularmente significativa da arte conceptual.Costuma dizer que “um coleccionador começa quando o que compra já não tem lugar em sua casa”. No seu caso, coleccionar tornou-se uma prática continuada de aprendizagem, feita de escolhas, dúvidas e riscos, mas também da construção de relações entre obras e artistas. Mais do que peças isoladas, interessa-lhe acompanhar percursos, regressar aos mesmos artistas em diferentes momentos e perceber de que forma as obras podem conversar entre si.A sua colecção permanece privada, mas a partilha ocupa um lugar central na forma como a entende. Abre regularmente a sua casa a visitantes, coleccionadores e instituições, empresta obras para exposições e tem participado em várias conversas públicas sobre coleccionismo. Em 2018, uma selecção alargada da colecção integrou, no Museu de Arte Contemporânea de Elvas, a exposição A sedução de uma vírgula bem colocada, em diálogo com as colecções António Cachola e Maria e Armando Cabral e em 2025 imagurou Entre a Palavra e o Silêncio, no MACAM.Para José Carlos Santana Pinto, arte e vida parecem difíceis de separar. E talvez seja precisamente a partir dessa relação, entre olhar, escolher, conviver, questionar e partilhar, que podemos começar esta conversa sobre o que significa construir uma colecção ao longo de uma vida.Links:https://macam.pt/pt/agenda/between-word-and-silencehttps://www.publico.pt/2025/11/30/culturaipsilon/noticia/macam-emprestase-novo-coleccionador-exibe-gosto-jose-carlos-santana-pinto-2155797https://col-antoniocachola.com/?p=10132&lang=enhttps://www.sabado.pt/gps/detalhe/mace-a-virgula-que-une-e-separahttps://umbigo.space/ongoing/farra-festa-da-arte-em-rede-da-regiao-do-alentejo-67ebf54ab453563eb1f16c18https://contemporanea.pt/edicoes/09-10-2019/entrevista-jose-carlos-santana-pintoGravado08.10.2026 Créditos introdução e finalVoz: Vera AppletonMúsica: David Maranha e Rodrigo Amado http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / A2P / Vasco Collection / MyStory Hotels / JD Collection Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados
O trabalho de Bruno Cidra desenvolve-se a partir de uma profunda relação com o desenho e a escultura. Habitando frequentemente ambas as práticas em simultâneo, as suas obras evidenciam não só a forma como a prática e o pensamento do desenho se podem entrelaçar com os processos, tanto intelectuais como práticos, de fazer e pensar um objeto escultórico, mas também como os próprios materiais podem ser desafiados e assumir uma natureza enganadora, em particular o papel, o ferro e o bronze.A sua prática relaciona-se também com um questionamento crescente do espaço expositivo convencional, recorrendo frequentemente a instalações site-specific em espaços menos convencionais e criando situações e ambientes nos quais a escultura pode surgir como algo quase vivo, que rasteja, permanece e cresce num plano multifacetado. Recorrendo não raras vezes a referências à História da Arte e à cultura mítica, o seu trabalho constitui frequentemente uma reflexão em torno de um atlas pessoal de imagens e signos, remetendo para um questionamento interior sobre os vestígios que a sua própria linguagem vai deixando ao longo do tempo.Entre os programas, bolsas e distinções do seu percurso destacam-se a Bolsa de Criação Artística da Fundação Calouste Gulbenkian, em 2023; a residência artística no Pivô – Pesquisa, Edifício Copan, São Paulo, Brasil, em 2017; o Programa de Intercâmbio Artístico Lisboa – Budapeste, através de uma bolsa atribuída pela Câmara Municipal de Lisboa, em Budapeste, Hungria, em 2014; a residência artística na FAAP – Fundação Armando Alvares Penteado, através de uma bolsa atribuída pela Fundação Calouste Gulbenkian, em São Paulo, Brasil, em 2013; a seleção como finalista do Prémio Novos Artistas EDP, no MAAT, Lisboa, em 2009; e o Prémio de Escultura D. Fernando II, em Sintra, em 2005. Links: https://www.brunocidra.com/contact https://gulbenkian.pt/cam/read-watch-listen/sem-titulo-de-bruno-cidra/ https://contemporanea.pt/edicoes/2024/bruno-cidra-pedra-pesada https://umbigo.space/pt/ongoing/o-desenho-como-pensamento-ver-no-escuro-67ebfe6bb453563eb1f177be https://www.mutualart.com/Artist/Bruno-Cidra/988CF870A17C3D33 Créditos introdução e finalVoz: Vera AppletonMúsica: David Maranha e Rodrigo Amado http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / A2P / Vasco Collection / MyStory Hotels / JD Collection Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados 
A pesquisa de David Almeida desenvolve-se em torno da experimentação pictórica em diversos meios e suportes como tela, linho, madeira, cerâmica e gravura. A sua produção tem como eixo principal as problemáticas do espaço e do corpo em percurso, explorando a visualidade do território íntimo, da cidade e da paisagem regional brasileira. No espaço pictórico, investiga os limites entre a paisagem do campo e o imaginário, ora enfatizando a densidade dos materiais em obras figurativas ou pendendo para a abstração, ora deslocando elementos naturais em telas de tom metafísico e espiritual. Almeida engendra os conceitos de memória, corpo, fantasmagoria e percepção óptica, criando telas nas quais o íntimo de uma cultura ou povo se manifesta de forma subtil na paisagem. No seu trabalho, lugares e sensações dialogam com o seu método e procedimento de representar, em que a densidade de uma noite pintada está intimamente relacionada com o processo oblíquo de a construir na imagem.Entre as suas principais individuais, estão: Devagar com o andor que o santo é de barro, Museu da Inconfidência, Ouro Preto, Brasil (2026); Paisagens da Imprecisão, Cerrado Galeria, Brasília, Brasil (2025); Vigília, Millan, São Paulo, Brasil (2024); Arriba do Chão, Millan, São Paulo, Brasil (2022); A Task of Wonders, durante a residência no Espronceda Art Center, Barcelona, Espanha (2020); Lindeza, Referência Galeria de Arte, Brasília, Brasil (2019); Encalço, Mult.i.plo Espaço Arte, Rio de Janeiro, Brasil; Paradeiro, Zipper Galeria, São Paulo, Brasil (2018); e Asseidade da Fenda, Elefante Centro Cultural, Brasília, Brasil (2016). Indicado ao Prêmio PIPA em 2022, foi premiado em 2015 e 2013 pelo Salão de Arte de Jataí, em 2014 pelo 20º Salão Anapolino de Arte e em primeiro lugar no I Prêmio Vera Brant de Arte Contemporânea em 2016. Realizou a curadoria de Vaquejada da Meia Noite, Almeida & Dale, São Paulo, Brasil (2025) e participou em exposições coletivas como Brasília em Construção: Constelações contemporâneas, Foyer da Sala Villa-Lobos, Teatro Nacional Cláudio Santoro, Brasília, Brasil (2026); Est-ce un pays que l’on peut voir ou bien mon rêve?, Chapelle PDP, Pézenas, França (2026); Adiar o Fim do Mundo, FGV Arte, Rio de Janeiro, Brasil (2025); Funil, Casa SP-Arte, São Paulo, Brasil (2024); Paisagem interior, Casa Zalszupin, São Paulo, Brasil (2023); Stranger than Fiction, Galleri Magnus Karlsson, Estocolmo, Suécia (2023); Contramemória, Theatro Municipal de São Paulo, Brasil (2022); In Residency, Residency Unlimited, Nova York, Estados Unidos (2022); Postcards, Galleri Magnus Karlsson, Estocolmo, Suécia (2020); Um lugar nenhum: Segunda Naturaleza, Fernando Pradilla, Madri, Espanha (2020); Triangular – Arte desse século, Casa Niemeyer, Brasília, Brasil (2019); Scapeland – Território de Trânsito Livre, Memorial da América Latina, São Paulo, Brasil (2018); UNS, Library of Love, Contemporary Art Center, Cincinnati, Estados Unidos (2017); Salão Transborda Brasília 2016, Caixa Cultural Brasília, Brasil (2016), entre outras. Links: https://almeidaedale.com.br/artistas/david-almeida/ https://www.premiopipa.com/artistas/david-almeida/ https://www.mmmgaleria.com.br/david-almeida https://residencyunlimited.org/residencies/david-almeida/ Créditos introdução e finalVoz: Vera AppletonMúsica: David Maranha e Rodrigo Amado http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Vasco Collection / A2P / MyStory Hotels / JD Collection Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados 
João Henriques Pires (Guarda, 1997) licenciou-se em Artes Plásticas pela ESAD Caldas da Rainha em 2021. Durante a sua permanência na cidade, apresentou diversas vezes o seu trabalho a convite do coletivo curatorial Eletricidade Estética.Em 2021 mudou-se para Lisboa, onde vive e trabalha atualmente. Paralelamente à sua prática artística independente, trabalha regularmente como técnico e assistente de artistas, sobretudo em contexto expositivo.O seu trabalho centra-se principalmente na escultura e nas formas como esta se cruza com outras disciplinas artísticas, como a performance, o vídeo e a fotografia.Mantém, ainda assim, um interesse pelas premissas fundamentais da escultura, através de uma abordagem DIY que lhe permite um controlo autoral integral sobre aprática.Os seus objetos abordam recorrentemente questões relacionadas com as relações de poder entre o indivíduo e o mundo, explorando necessidades básicas e os impulsos que delas decorrem. O seu trabalho procura ainda investigar a transição fantasiosa entre objetos low-tech e hi-tech, num campo onde funcionalidade, especulação e imaginação se entrelaçam. Links: https://www.instagram.com/joaohagapires/ https://www.nocartaz.pt/eventos/3bf424dd7c45f2f1/ https://www.mun-guarda.pt/guardatv/torre-de-menagem-abre-ao-publico-com-exposicao-de-joao-henriques-pires/ Episódio gravado a 08.07.2026 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / A2P / MyStory Hotels / JD Collection Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados 
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