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Appleton Podcast

Appleton Podcast

Author: Appleton Associação Cultural

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Description

No Appleton podcast vamos ouvir o que diversos convidados ligados à arte contemporânea têm a dizer acerca da sua actividade e de questões com ela relacionadas.

Este podcast não tem um periodicidade pré-definida nem um formato pré-estabelecido: pode tomar a forma de uma conversa com um convidado, de uma conversa com mais de um convidado, de um monólogo, do que as circunstâncias propiciarem. Também os assuntos irão variar em função do convidado e do contexto.

Concepção e edição: Vera Appleton
Produção: Appleton Associação Cultural

Créditos introdução:
Voz-Vera Appleton
Composição e interpretação – David Maranha e Manuel Mota

Mecenas Appleton: HCI / Colecção Maria e Armando Cabral /A2P

Financiamento: República Portuguesa - Cultura e DGArtes (temporada 2 a 7, 12 e 13)

Apoio: Câmara Municipal de Lisboa
203 Episodes
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O trabalho de Bruno Cidra desenvolve-se a partir de uma profunda relação com o desenho e a escultura. Habitando frequentemente ambas as práticas em simultâneo, as suas obras evidenciam não só a forma como a prática e o pensamento do desenho se podem entrelaçar com os processos, tanto intelectuais como práticos, de fazer e pensar um objeto escultórico, mas também como os próprios materiais podem ser desafiados e assumir uma natureza enganadora, em particular o papel, o ferro e o bronze.A sua prática relaciona-se também com um questionamento crescente do espaço expositivo convencional, recorrendo frequentemente a instalações site-specific em espaços menos convencionais e criando situações e ambientes nos quais a escultura pode surgir como algo quase vivo, que rasteja, permanece e cresce num plano multifacetado. Recorrendo não raras vezes a referências à História da Arte e à cultura mítica, o seu trabalho constitui frequentemente uma reflexão em torno de um atlas pessoal de imagens e signos, remetendo para um questionamento interior sobre os vestígios que a sua própria linguagem vai deixando ao longo do tempo.Entre os programas, bolsas e distinções do seu percurso destacam-se a Bolsa de Criação Artística da Fundação Calouste Gulbenkian, em 2023; a residência artística no Pivô – Pesquisa, Edifício Copan, São Paulo, Brasil, em 2017; o Programa de Intercâmbio Artístico Lisboa – Budapeste, através de uma bolsa atribuída pela Câmara Municipal de Lisboa, em Budapeste, Hungria, em 2014; a residência artística na FAAP – Fundação Armando Alvares Penteado, através de uma bolsa atribuída pela Fundação Calouste Gulbenkian, em São Paulo, Brasil, em 2013; a seleção como finalista do Prémio Novos Artistas EDP, no MAAT, Lisboa, em 2009; e o Prémio de Escultura D. Fernando II, em Sintra, em 2005. Links: https://www.brunocidra.com/contact https://gulbenkian.pt/cam/read-watch-listen/sem-titulo-de-bruno-cidra/ https://contemporanea.pt/edicoes/2024/bruno-cidra-pedra-pesada https://umbigo.space/pt/ongoing/o-desenho-como-pensamento-ver-no-escuro-67ebfe6bb453563eb1f177be https://www.mutualart.com/Artist/Bruno-Cidra/988CF870A17C3D33 Créditos introdução e finalVoz: Vera AppletonMúsica: David Maranha e Rodrigo Amado http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / A2P / Vasco Collection / MyStory Hotels / JD Collection Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados 
A pesquisa de David Almeida desenvolve-se em torno da experimentação pictórica em diversos meios e suportes como tela, linho, madeira, cerâmica e gravura. A sua produção tem como eixo principal as problemáticas do espaço e do corpo em percurso, explorando a visualidade do território íntimo, da cidade e da paisagem regional brasileira. No espaço pictórico, investiga os limites entre a paisagem do campo e o imaginário, ora enfatizando a densidade dos materiais em obras figurativas ou pendendo para a abstração, ora deslocando elementos naturais em telas de tom metafísico e espiritual. Almeida engendra os conceitos de memória, corpo, fantasmagoria e percepção óptica, criando telas nas quais o íntimo de uma cultura ou povo se manifesta de forma subtil na paisagem. No seu trabalho, lugares e sensações dialogam com o seu método e procedimento de representar, em que a densidade de uma noite pintada está intimamente relacionada com o processo oblíquo de a construir na imagem.Entre as suas principais individuais, estão: Devagar com o andor que o santo é de barro, Museu da Inconfidência, Ouro Preto, Brasil (2026); Paisagens da Imprecisão, Cerrado Galeria, Brasília, Brasil (2025); Vigília, Millan, São Paulo, Brasil (2024); Arriba do Chão, Millan, São Paulo, Brasil (2022); A Task of Wonders, durante a residência no Espronceda Art Center, Barcelona, Espanha (2020); Lindeza, Referência Galeria de Arte, Brasília, Brasil (2019); Encalço, Mult.i.plo Espaço Arte, Rio de Janeiro, Brasil; Paradeiro, Zipper Galeria, São Paulo, Brasil (2018); e Asseidade da Fenda, Elefante Centro Cultural, Brasília, Brasil (2016). Indicado ao Prêmio PIPA em 2022, foi premiado em 2015 e 2013 pelo Salão de Arte de Jataí, em 2014 pelo 20º Salão Anapolino de Arte e em primeiro lugar no I Prêmio Vera Brant de Arte Contemporânea em 2016. Realizou a curadoria de Vaquejada da Meia Noite, Almeida & Dale, São Paulo, Brasil (2025) e participou em exposições coletivas como Brasília em Construção: Constelações contemporâneas, Foyer da Sala Villa-Lobos, Teatro Nacional Cláudio Santoro, Brasília, Brasil (2026); Est-ce un pays que l’on peut voir ou bien mon rêve?, Chapelle PDP, Pézenas, França (2026); Adiar o Fim do Mundo, FGV Arte, Rio de Janeiro, Brasil (2025); Funil, Casa SP-Arte, São Paulo, Brasil (2024); Paisagem interior, Casa Zalszupin, São Paulo, Brasil (2023); Stranger than Fiction, Galleri Magnus Karlsson, Estocolmo, Suécia (2023); Contramemória, Theatro Municipal de São Paulo, Brasil (2022); In Residency, Residency Unlimited, Nova York, Estados Unidos (2022); Postcards, Galleri Magnus Karlsson, Estocolmo, Suécia (2020); Um lugar nenhum: Segunda Naturaleza, Fernando Pradilla, Madri, Espanha (2020); Triangular – Arte desse século, Casa Niemeyer, Brasília, Brasil (2019); Scapeland – Território de Trânsito Livre, Memorial da América Latina, São Paulo, Brasil (2018); UNS, Library of Love, Contemporary Art Center, Cincinnati, Estados Unidos (2017); Salão Transborda Brasília 2016, Caixa Cultural Brasília, Brasil (2016), entre outras. Links: https://almeidaedale.com.br/artistas/david-almeida/ https://www.premiopipa.com/artistas/david-almeida/ https://www.mmmgaleria.com.br/david-almeida https://residencyunlimited.org/residencies/david-almeida/ Créditos introdução e finalVoz: Vera AppletonMúsica: David Maranha e Rodrigo Amado http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Vasco Collection / A2P / MyStory Hotels / JD Collection Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados 
João Henriques Pires (Guarda, 1997) licenciou-se em Artes Plásticas pela ESAD Caldas da Rainha em 2021. Durante a sua permanência na cidade, apresentou diversas vezes o seu trabalho a convite do coletivo curatorial Eletricidade Estética.Em 2021 mudou-se para Lisboa, onde vive e trabalha atualmente. Paralelamente à sua prática artística independente, trabalha regularmente como técnico e assistente de artistas, sobretudo em contexto expositivo.O seu trabalho centra-se principalmente na escultura e nas formas como esta se cruza com outras disciplinas artísticas, como a performance, o vídeo e a fotografia.Mantém, ainda assim, um interesse pelas premissas fundamentais da escultura, através de uma abordagem DIY que lhe permite um controlo autoral integral sobre aprática.Os seus objetos abordam recorrentemente questões relacionadas com as relações de poder entre o indivíduo e o mundo, explorando necessidades básicas e os impulsos que delas decorrem. O seu trabalho procura ainda investigar a transição fantasiosa entre objetos low-tech e hi-tech, num campo onde funcionalidade, especulação e imaginação se entrelaçam. Links: https://www.instagram.com/joaohagapires/ https://www.nocartaz.pt/eventos/3bf424dd7c45f2f1/ https://www.mun-guarda.pt/guardatv/torre-de-menagem-abre-ao-publico-com-exposicao-de-joao-henriques-pires/ Episódio gravado a 08.07.2026 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / A2P / MyStory Hotels / JD Collection Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados 
Shirley Paes Leme (1955, Minas Gerais) 1978 gradua-se na Universidade Federal de Minas Gerais.Em 1983 -1986 recebe a Bolsa Fulbright. Em 1986 doutorou-se pela JFK University, San Francisco Art Institute e University of Califórnia at Berkeley, USA.individuais selecionadas: 2026, Dias Normais, Instituto Ling, Porto Alegre. 2023, NossoMundo, Museu de Arte Moderna de São Paulo, 2023, Os Vestigio dos Días, GaleriaZielinsky, Barcelona. 2022, Suspiro em Vão, Galeria Raquel Arnaud, São Paulo. 2020,Eterno Retorno, Carbono Galeria, São Paulo. 2019, RareAr, Galeria Raquel Arnaud, SãoPaulo. 2018, Geografias Errantes( vistas de dentro para fora), Palácio das Artes,Porto. 2015, Quando Atitutes (trans)formam, Centro Cultural Minas, Belo Horizonte. 2012,Água Viva. Museu Vale, Vitória.2009, Heterotopias Cotidianas, Museu de ArteContemporânea do Ceará, Fortaleza. 2008, Ambulantes, Centro Cultural Espanha, Cidadedo México. 2009, Horas. Galeria de Artes Visuais UFG, Goiânia. 2004, Peso/Leveza.Passa Quatro. 2003, Desenhos e Vídeo, Galeria Jaspers, Munique. 1996, Deux ArtistesBrasiliens. Galeria Debret, Paris. 1986, Inside Out. Fiberworks Gallery, Berkeley. 1981,Fibra, Fundação Cultural, Brasília.coletivas selecionadas: 2025, FullGás, CCBB, Rio de Janeiro. 2017, I Bienal Sur,Buenos Aires. 2015, X Bienal do Mercosul. 2010, Vidéo et Aprés – Vidéo Brasilienne: unportrait, Centre Georges Pompidou, Paris. 2006, Black and White. Haim Chanin Gallery,Nova York. 2005, I Bienal Internacional de Arte al Aire Libre. Caracas. 2007, I Bienal doFim do Mundo, Ushuaia. 2001 Côte à Côte - Art Contemporain du Brésil, Musée d'ArtContemporain de Bourdeaux. 2000, Bienal de La Habana. Século XX: Arte do Brasil,Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa. 2000, Bienal de São Paulo. 1999, II Bienal doMercosul, Porto Alegre. 1997, Die Anderen Modernen, Casa das Culturas do Mundo,Berlim. 1993, XV Bienal de Lausanne. Links: https://www.shirleypaesleme.com/ https://raquelarnaud.com/artistas/shirley-paes-leme/ https://www.youtube.com/watch?v=wgzYQz4f7F4&themeRefresh=1 https://mam.org.br/exposicao/nosso-mundo/ https://www.zielinskyart.com/shirley-paes-leme https://www.youtube.com/watch?v=tkEy98fXmNY  Episódio gravado a 02.07.2026 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / A2P / MyStory Hotels / JD Collection Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados
Flávio Rodrigues nasceu em 1984, em Arcozelo (Vila Nova de Gaia). É artista e, desde 2006, desenvolve um trabalho situado na interseção entre o desenho, o gesto, a performance arte, a instalação e a escultura, concebendo estes meios como territórios férteis de ação e pensamento.As suas propostas são maioritariamente de natureza minimalista, analógica e cerimonial. Recorrendo frequentemente à caminhada como gesto fundacional, os processos que ativa conduzem ao encontro de texturas, objetos, sonoridades e outras paisagens possíveis, que se revelam de forma processual e experimental.O seu percurso artístico inicia-se em 1992, com a professora e artista Maria Alexandrina Alves da Costa, em Vila Nova de Gaia, através da dança e do desenho. Em 2003, ingressa na formação do Balleteatro Escola Profissional, instituição à qual permanece ligado como artista associado. Neste contexto, orienta laboratórios de criação, performance e ação no espaço público, colaborando também como co-curador dos programas Corpo + Cidade e Extemporânea.Desde o seu primeiro projeto autoral, em 2006, tem apresentado criações em diversos contextos e colaborações, incluindo o Festival da Fábrica / Teatro Helena Sá Costa (Porto), Galeria Appleton (Lisboa), Mandala Festival (Wrocław, Polónia), Acción Spring(t) (Madrid, Espanha), Sofia Underground Festival / Toplo Centrala (Sofia, Bulgária), FIDANC/CDCE (Évora), Starptelpa/Kino Bize (Riga, Letónia), Arte Total (Braga), Live Art Ireland (irlanda), :DDDKunsHouse (Yerevan, Alemanha) e Lake Studios (Berlim, Alemanha).Participou em várias residências artísticas, entre as quais "Reclamar Tempo – primeira edição", nos Estúdios Campus PCS (Porto); "Projeto Tijolo", pelas Oficinas do Convento (Montemor-o-Novo); Museu Bordalo Pinheiro (Lisboa); Les Repérages (Lille e Rio de Janeiro); e ADA – Artistic Dynamic Association (Viena, Áustria). Em 2024 foi artista representado pela Bienal de Cerveira. Em 2026 desenvolveu um projeto processual em residência de criação e pesquisa na CACAU Cultural & Roça São João, em São Tomé e Príncipe.O vídeo-arte-performance Ausblenden, parte processual iniciada em 2021 no âmbito do projeto Laivos | ante improvisos e ressonâncias, foi apresentado em festivais e programas em Portugal, Alemanha, Letónia, Argentina, Grécia e Brasil.Paralelamente ao desenvolvimento dos seus próprios projetos, tem colaborado regularmente como figurinista, cenógrafo, performer (entre 2006 e 2016) e designer sonoro. Estas colaborações estendem-se a diversos criadores e companhias nas áreas da dança, teatro, cinema, circo e performance arte.Em 2022 apresentou uma conferência sobre o seu percurso e processo criativo no Cinema Passos Manuel, organizada pela Faculdade de Filosofia da Universidade do Porto em parceria com o Balleteatro. Dessa ocasião resultaram três desenhos autobiográficos, posteriormente publicados no livro Performances no Contemporâneo, de Né Barros e Eugénia Vilela.Em 2026, foi um dos artistas selecionados para a residência de investigação e criação do projeto Amongst Others, Nature, integrada no Bergen International Performance Festival, desenvolvida em Skageneset (Manger), Laksevåg, Møhlenpris e no centro da cidade de Bergen, Noruega. Links: https://www.flaviorodrigues.info/ https://www.andafala.org/en/Artistas/Flavio_Rodrigues https://balleteatro.pt/agenda/evento/Painel-de-tao-pouco-tanto-Flavio-Rodrigues-Corpo-Cidade-2026/ https://appleton.pt/flavio-rodrigues-2024/?lang=pt-pt https://plaka.porto.pt/pt/shuttle/2026/painel-de-tao-pouco-tanto-flavio-rodrigues/ https://www.instagram.com/reel/DT08gEjDbqg/ https://artveine.com/204-veludo-mais-azul  Episódio gravado a 24.06.2026 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / A2P / MyStory Hotels / JD Collection Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados 
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