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Linha de Frente

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No podcast Linha de Frente desta semana, o professor Danilo Martuscelli, do Instituto de Ciências Sociais da Universidade Federal de Uberlândia (INCIS/UFU), apresenta uma análise de conjuntura após o primeiro turno das Eleições Gerais de 2026. A partir dos resultados das urnas, o debate busca compreender o cenário político que emerge do pleito, as correlações de forças evidenciadas pelo voto e os principais desafios colocados para a sociedade brasileira no próximo período. Danilo Martuscelli propõe uma leitura crítica desse novo cenário, buscando compreender o que o primeiro turno revela sobre a atual conjuntura brasileira e quais questões passam a ocupar o centro do debate político. Em um momento decisivo do processo eleitoral, a conversa contribui para pensar não apenas os resultados já consolidados, mas também as disputas, os desafios democráticos e as perspectivas que se apresentam para o país a partir de agora.
No podcast Linha de Frente desta semana, o professor Antônio de Almeida trata da relação entre o movimento sindical, o pleito deste ano e as lutas por democracia no Brasil. Às vésperas das Eleições Gerais de 2026, marcadas para 4 de outubro, o debate chama atenção para o papel da participação política na construção da democracia. O voto direto e secreto é um dos principais instrumentos de exercício da soberania popular e, neste ano, mais de 158 milhões de brasileiras e brasileiros estão aptos a escolher representantes para a Presidência da República, governos estaduais, Senado, Câmara dos Deputados e assembleias legislativas. Para além das urnas, porém, a democracia também se constrói na organização coletiva, na participação social e na defesa de direitos. Nesse contexto, o movimento sindical ocupa um espaço importante no debate público ao mobilizar trabalhadoras e trabalhadores, formular reivindicações e colocar em discussão os rumos das políticas que afetam o mundo do trabalho e a sociedade. No Linha de Frente, Antônio de Almeida propõe uma reflexão sobre esses diferentes espaços de participação e sobre os desafios colocados às organizações sindicais diante do processo eleitoral e das disputas em torno da democracia brasileira. Todos e todas estão convidados e convidados a participar do diálogo sobre esta temática, que ocorrerá amanhã na ADUFU, às 9h!
Neste episódio do podcast Linha de Frente, falamos com o professor, doutor em filosofia e autor Rodrigo Nunes, autor do livro Do transe à vertigem: Ensaios sobre a extrema direita e um mundo em transição. "Nesta segunda edição ampliada, com novos capítulos e análises, Rodrigo Nunes atualiza o livro originalmente publicado em 2022 e se mantém uma leitura incontornável para compreender o cenário eleitoral no Brasil e no mundo. Partindo de uma sofisticada ferramenta crítica para compreender os fundamentos do bolsonarismo, ele aponta que a derrota eleitoral de Jair Bolsonaro não eliminou as condições estruturais e afetivas que alimentam a extrema direita na base da sociedade. Pelo contrário, ele demonstra que a extrema direita não perde nada de seu apelo emotivo, nem de sua força como estratégia perversamente racional de gestão do colapso do capitalismo tardio e da crise climática. Diante de desdobramentos recentes – como o 8 de janeiro, a consolidação de Javier Milei e o retorno de Donald Trump –, a obra traz novas contribuições teóricas e empíricas para analisar a extrema direita não somente no Brasil, mas em escala global."A ADUFU, a editora Ubu e o Instituto de Ciências Sociais (INCIS/UFU) realizaram, na última quinta-feira, dia 10, o lançamento da 2ª edição do livro “Do transe à vertigem”, com a ilustre presença do autor, Rodrigo Nunes. O evento ocorreu na sede da Seção Sindical, com mediação da professora Cláudia Müller do Instituto de Artes (IARTE/UFU).
Informes sobre a reunião de setor das Federais do ANDES-SN
Neste episódio do podcast Linha de Frente, falamos com a socióloga, cientista política e pesquisadora em gênero e misoginia Bruna Camilo, autora do livro "Machosfera: Quando a misoginia vira política". Resultado de uma tese defendida em 2023, a obra examina a relação entre grupos masculinistas, a chamada "machosfera" e a ascensão da extrema direita. Ao mapear discursos, práticas e redes de ódio, a autora demonstra como a misoginia deixa de ser apenas um comportamento individual para se consolidar como estratégia política organizada, amplificada por redes sociais, desinformação e dinâmicas de radicalização.O livro também evidencia como essas comunidades produzem uma pedagogia da masculinidade baseada no ressentimento, na violência e na rejeição às transformações sociais promovidas pelos feminismos e pelos avanços em direitos. Ao mesmo tempo, revela o impacto concreto desses discursos na vida das mulheres, tanto no aumento da violência simbólica quanto material.Com rigor metodológico e sensibilidade analítica, a obra contribui para os estudos de gênero ao investigar não apenas as mulheres, mas também os homens e as construções de masculinidade. Mais do que denunciar, propõe compreender as engrenagens do ódio para enfrentá-las, afirmando que a segurança das mulheres é um elemento central para a democracia.





