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Filipe Villegas
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O conflito entre EUA e Irã entrou em nova fase após o impasse nas negociações de paz no Paquistão no fim de semana.
Os futuros de NY operam de lado após rali de sete dias, com o S&P 500 a caminho de seu maior avanço semanal.
Brent volta ao patamar de US$ 97 o barril e o WTI opera em US$ 99.
O acordo de última hora evitou a escalada da guerra ameaçada por Donald Trump horas antes.
Futuros de NY sobem levemente, yields dos Treasuries recuam e o dólar cede.
Paquistão, Egito e Turquia pressionam por cessar-fogo de 45 dias para evitar ataques dos EUA à infraestrutura energética iraniana.
O presidente americano prometeu ação mais agressiva contra o Irã nas próximas duas a três semanas.
Trump afirmou que a guerra pode terminar em duas ou três semanas.
O alívio é parcial: um drone iraniano atingiu um petroleiro kuwaitiano ao largo de Dubai, mantendo o prêmio de risco no petróleo.
Mercado estaria reduzindo a probabilidade de alta de juros pelo Fed em 2026 para cerca de 25%, ante 35% na sexta-feira.
As investigações da China são medida retaliatória a apurações similares de Washington e chegam num momento delicado.
Irã rejeitou as propostas de Washington, prepara lei para cobrar pedágios no Estreito de Ormuz.
Um plano de 15 pontos dos EUA para encerrar a guerra com o Irã.
Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos tomaram medidas para entrar no conflito.
Emirados Árabes Unidos relataram ataques iranianos com drones e mísseis durante a madrugada.
Netanyahu prometeu evitar a infraestrutura energética do Irã e Trump descartou envio de tropas.
Gás natural europeu saltou até 35% com danos à maior planta de GNL do mundo.
A recuperação dos mercados tem como motor as sinalizações de diálogo sobre o Estreito de Ormuz.
O novo líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, prometeu manter o Estreito de Ormuz efetivamente fechado e descartou trégua.
O conflito já afeta 7,5% da oferta global de petróleo, segundo a AIE, com o Irã mantendo controle quase total sobre o Estreito de Ormuz.




