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Boia
350 Episodes
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Um dos principais Shapers e designers do mundo, Marcio Zouvi é incisivo como as suas pranchas - cortante e mordaz.O Boia adora conversar sobre pranchas e mais uma vez aproveitamos um STAB in the dark para trazer esse assunto que tanto nos encanta.Julio Adler, João Valente e Bruno Bocayuva não se furtam de perguntar e Zouvi faz questão de ser didático e direto nas respostas.Tem analise do CS de Newcastle, Imagem Falada (Viva Maxime!), coluna do Alexandre Iglesias imperdível e as músicas escolhidas com o cuidado de quem escolhe a prancha certa.Men At Work com It's a Mistake. Nada Surf com Popular, Peaches com os Stranglers e Section 43 com Country Joe & The Fish.
Antes de Newcastle começar a pegar fogo e revelar as caras novas, além de alguns retornos à elite mundial, o Boia realizou a prometida segunda parte da conversa com Fred D’Orey.No elenco do banquete auditivo saiu João Valente (em ação na transmissão do CS) e voltou Bruno Bocayuva, com o incansável Julio Adler, nas carrapetas.A viagem partiu dos anos 1980, com a saída de Fred das competições e o deslumbramento com a Indonésia; passou pelas aventuras editoriais, do Surf News/Staff até a Fluir, e aportou no presente, com a busca por diversão na água com pranchas diferentes e a torcida pelos brasileiros nas ondas da Liga Mundial.Na trilha sonora embarcaram: Bobby Womack, com Across 110th Street, We Can Get Together dos aussies do Icehouse e Day of the eagle do guitarrista Robin Trower.Tem promoção e desconto no Maxime!
Pedindo licença para a modéstia, o episódio 345 do Boia é o melhor conteúdo de internet produzido sobre os novos critérios de qualificação olímpica. Boieiro juramentado do grupo dos treze, David Raimundo é surf coach com formação acadêmica, o técnico mais premiado da história da seleção portuguesa, e um apaixonado pelo fenômeno esportivo em geral. Em lugar da paixão, porém, o que ele mostra nessa conversa com Julio Adler, Bruno Bocayuva e João Valente é a racionalidade e o poder analítico de quem, acima de tudo, deseja ver o surfe no patamar em que merece estar. Que patamar é esse? Escute aqui no seu podcast preferido pra lavar louça e varrer a casa. De lambuja, ainda vai escutar Dinosaur Jr. rasgando a guitarra em “The Wagon”, Bad Religion despertando os sentidos com “Anesthesia”, Stimulator Jones, estimulando a líbido com “Water Slide”, e o malogrado afro-beater, Ebo Taylor, se despedindo com “Love and Death”. Isso tudo com a parceria do Maxime mais uma vez deixando geral na elegância e no estilo.
Pode alguém ser consensual e controverso ao mesmo tempo? No caso de Fred D’Orey pode e deve. Unanimemente reconhecido com um dos melhores surfistas da sua geração, o prestígio que o carioca conquistou com suas rasgadas, batidas e tubos encontrou equivalência no seu desempenho como jornalista e empresário. Opiniões independentes e destemidas sempre despertaram os ânimos da torcida, contra e a favor. No Boia, opiniões diferentes são sempre bem-vindas, principalmente quando acompanhadas por boas histórias, referências musicais e tudo aquilo que a gente gosta de chamar pro botequim. Julio Adler e João Valente (Bruno trabalhando no Ceará)conversam com um daqueles convidados que nunca precisou de convite para sentar na mesa mas que só veio quando convocado. Pra acompanhar o papo, tem The Miracles tocando Overture e relembrando vinhetas de outras eras, Hummingbird evocando a liberdade de Free Ride, com Island of Dreams e Loco de Amor do David Byrne (com Celiz Cruz) direto da trilha sonora de Something Wild de 1986.
Um mundial de clubes em Snapper Rocks com premiação em dinheiro e formato fácil de entender e agradável.Junta com uma bela transmissão capitaneada por gente experiente e bem informada e temos 8 horas por dia de diversão - ainda tinha onda!Júlio Adler, João Valente e Bruno Bocayuva usam o acontecimento da semana como recheio do episódio e ainda enfiam (epa!) as novidades entre a queda de braço da ISA e WSL.A trilha fica por conta do Count Basie com Sunset Glow, Ince, Ince com a turca Selda e os dinamarqueses do Søren Skov Orbit com Orbiting.
Pipe cantou de novo!Quando Pipeline canta, todos escutamos com atenção e cuidado.Na penultima etapa do circuito dos desafíos, a Australia passou o carro nos resultados e reacendeu a chama ufanísta dos aussies.O Boia, na pessoa de Bruno Bocayuva, João Valente e Júlio Adler, joga um balde de água fria nessa euforia e conversam sobre o que cerca a WSL em 2026 - títulos e mais títulos tupiniquins.A trilha vem forte com Luck of Lucien dos A Tribe Called Quest. Taste of the Apocalypse da Monika Roscher Bigband e encerracom Three Days dos Jane's Addiction.
Aos poucos a temporada de 2026 vai se apresentando, cheia de expectativas e imperfeições.O Boia olha pra tudo (ou quase tudo) com a lente de aumento de quem ainda guarda entusiasmo e curiosidade por esse troço estranho que parece esporte, se confunde com terapia e acaba embalado para presente nas melhores lojas do ramo.Aproveita essa semana para usar o cupom que o Maxime (Maxime.com.br) oferece exclusivamente para quem acompanha o podcast - usa o BOIA25 e ganha 25% de desconto!A trilha traz Janaína com o nosso amigo Otto, YUHDONTSTOP com os De La Soul e Steppin’ Razor com Peter Tosh acompanhado pelo Sly & Robbie.
Do mesmo modo que cada grão de Polen é uma promessa microscópica de futuro, cada prancha com a marca fundada e gerida por Álvaro Costa é uma promessa manifesta de felicidade. E porquê? Porque o Álvaro “da Polen” não era um shaper atrás de uma profissão, era um surfista atrás de melhores pranchas. E é sobre esse surfista que nosso convidado vem falar nesse episódio que passeia por três oceanos e cinco residências. Tem Angola, tem Recife, tem Portugal, tem Califórnia tem Hawaii. Tem shapers lendários e lendas que ficaram por contar. Tem jornadas de descoberta e a certeza de ter vivido um sonho e sobrevivido pra continuar a sonhar. Porque antes de haver frutos há sempre pólen em viagem.A trilha fica com The Clash e Should I Stay Or Should I Go, Frankie Chavez com um cover dos Pixies, Hey! e Ralph Towner com The Donkey Jamboree
O que você faz quando conhece um sujeito que se chama Boavida e ainda faz jus ao nome? Chama ele pra mesa no botequim do Boia, com Julio Adler, Bruno Bocayuva e João Valente. Filho de pioneiro do surf português, Gonçalo Boavida descobriu a neve antes das espumas, criou agências de viagens para seus dois esportes preferidos, vendeu tudo e lançou o software Shaper Buddy- que pode até nem ter nada ver com a sua prancha, mas tem tudo a ver com a de boa parte dos surfistas da WSL. Maxime (maxime.com.br) nos brinda com o Imagem Falada.Para embalar as viagens em pranchas, rola homenagem a Bob Weir, guitarrista do The Grateful Dead, com The Music Never Stopped; Down by the Sea, com Men at Work dando o tom da praia; Kurtis Blow soltando o verbo em The Breaks e Roxy Music mostrando ser More Than This e muito mais.
Edu tem uma conta que chama moldando um sonho, ou construindo, transformando.O Boia acredita muito na força das palavras e ainda mais nas ações que resultam delas.Eduardo Grinberg visualizou uma onda surfada no Centro de São Paulo e hoje temos 5 delas, num espaço de 200 quilômetros.No episodio 338, ouvimos atentamente sobre a revoluçãodo surfe nos grandes centros, a exclusividade e, como sempre fazemos, especulamos sobre a possibilidade de ter ondas artificiais públicas.A trilha teve White Gloves ii com Khruangbin, Mother Mother com os Fat Freddy’s Drop e o Carioca Rogê com um cover dos Talking Heads, Road to Nowhere.
A primeira do ano a gente nunca esquece. E o Boia começa 2026 em modo de expansão de um dos melhores episódios do final de 2025, onde entrevistamos Nelson Machado, criador e patrocinador do Waimea 5000. Achamos um estudo acadêmico sobre o impacto da etapa brasileira do circuito da IPS na imprensa internacional, que rendeu pano pra manga e papo pra horas. Ainda falamos das mudanças de patrocínio de campeões mundiais brasileiros e prestamos homenagem ao melhor de Brigitte Bardot, sem esquecer que toda cara bonita pode não passar de fachada. Nas orelhas, soltamos Smoove com The Revolution Will Be Televised, o clássico de Gershwin, Summertime, nas cordas de nylon da Rosinha de Valença, e a comovente Naquela Mesa, nas cordas vocais de Nélson Gonçalves
Não se furtem de furtar momentos fortuitos.Lembrem-se, a historia é escrita pelos generais e consertadas pelos poetas, poetou Fausto Wolff, do alto dos seus quase 2 metros no documentário que Pedro Cézar cometeu para homenagear Manoel de Barros.Esse bagulho de estar vivo quando se avizinha um novo ano é para ser silenciosamente celebrado.Um novo episódio do seu podcast de eleição sai toda terça para lembrar que, apesar de tudo, resistimos e insistimos porque em algum lugar (ou até mesmo em todo lugar!) alguém se importa.Que venha 2026 como a onda que existe apenas nas suas fantasias, intima e intransferível.A trilha é um deleite para os apaixonados do esporte bretão,Luedji Luna com Salty, Spray Water On The Stereo com Turnstyle, My Mind Is A Mountain com Deftones, J'adore le monde com The Limiñanas / Bertrand Belin e, finalizando, Sensitive Kind do J.J. Cale e Vai Levando com Miúcha e Tom Jobim (participação do Chico Buarque)
Papai Noel pros surfistas é Netuno!O musculoso e magnânimo deus romano trouxe para o Boia de Natal ninguém menos que Nelson Machado, aquele mesmo da loja Waimea (Montenegro 129) e dos mitológicos campeonatos Waimea 5000.A trilha chega com Rio dos Duran Duran, Waimea 55.000 do Jorge Ben, Waimea Bay do Lalo Schifrin e Sleep Dirt do Frank Zappa.
Quanto mais eu vejo, menos eu entendo.Nossa relação com ondas gigantes vai mais ou menos por esse caminho.Para nos ajudar a decifrar essa Esfinge e não ser devorado pela humilhação de jamais surfar uma onda acima de 4 pés havaianos, o Boia recebeu Daniel Rangel (Ele mesmo!) e João Macedo (O Próprio!) para explicar o que aconteceu em Nazaré durante o desafio promovido pela WSL.Júlio Adler, Bruno Bocayuva e João Valente ouviram calados e atentos.A trilha ficou por conta dos Stone Temple Pilots com Sex Type Thing, The Beautiful South com Old Red Eyes Is Back e Agent Orange com um clássico do Big Surf, Bite The Hand That Feeds, Pt. 1
Quem dança na beira do mar é sereia, dizia Candeia na voz inigualável de Clara Nunes. No Boia, a corrente nos arrasta sempre para águas mais profundas. É no oceano profundo que Violeta Lapa e Gustavo Neves fazem a sua dança e chamam pra roda quem quiser se juntar a eles. Ela, portuguesa, traumatizada pela água, só aprendeu a nadar depois dos 30. Ele, brasileiro, saiu de Minas Gerais e depois de muitas voltas, no mundo e na vida, acabou dirigindo os dois documentários que marcaram o início da exploração da Nazaré como arena de big surf. Juntos, através do programa Ocean & Flow, promovem terapêuticas baseadas na imersão, no silêncio, na interação com as criaturas do mar e com os demônios e anjos interiores de cada um. Trilha: Summertime, por Booker T. & the MG’s e a guitarra de Steve Crooper (RIP) vibrando até a medula, The Wailing Souls, com Jah Jah Give Us Life to Live, Frankie Chavez com, I don't belong, Pop-Eye Stroll com Mar-Keys e The Band, botando peso com The Weight.
Brindou ao rio e ao silêncio, pela vida e pelo mar, cantou Silvana, presente nesse episódio.Motivos não faltam para levantar os copos, ou apenas empurra-los para frente.Dezembro chegou e o Boia celebra a própria resiliência de comparecer semanalmente para te fazer companhia.Júlio Adler, Bruno Bocayuva e João Valente tentam entender e explicar o novo formato da WSL para 2026, enquanto relembram detalhes picantes de outras eras.A Trilha é dos The Skatalites tocando Ball O'Fire, Please Call Me Baby com Southside Johnny With LaBamba's Big Band e Brindo da Silvana Estrada.
A riqueza que temos avizinhada aqui na América Latina vai muito alem da extraordinária cultura, espalhada em culinária, literatura, musica, arquitetura milenar e tudo mais que cabe no caldeirão.É na amizade dos povos e na identidade tão distinta quanto misturada que somos essa canção cantada em tantas vozes, cada um no seu ritmo.Julio Adler, Bruno Bocayuva e João Valente receberam o uruguaio do mundo, Pablo Zanocchi para papear.A trilhe trouxe a saudade do finado Gary "Mani" Mounfield baixista do Stone Roses (presente com Made of Stone) e Primal Scream (To Live Is To Fly), os uruguaios do Cuatro Pesos de Propina com Mi Revolucion e nossa homenagem ao Jimmy Cliff, falecido nessa ultima semana, com You Can Get It If You Really Want.
Uma palavra que rondou o episódio foi, Carisma.No Boia 330, Bruno Bocayuva, João Valente e Júlio Adler caminham entre Henry Rollins, Jards Macalé e nas atuais rivalidades dentro da WSL.Leandro Breda, podem chamar de Grilo, conta parte da sua história, que se confunde muitas vezes com a nossa, divide conosco uma Imagem Falada do fundo do baú e do coração.A trilha traz Rollins Band com Grip, Jards Macalé com Consolação (de Baden e Vinícius), Síntese do lance e Caetano com Nine Out Of Ten (Jards toca!).Como diria John Lydon , Anger is an Energy.
Passamos tanto tempo preocupados em separar surfe do bodyboard que esquecemos fazer parte da mesma turma obstinada, salubre e salgada, curtida frente e verso nas areias escaldantes daqui e dali.Júlio Adler, João Valente e Bruno Bocayuva receberam nesse episódio o Alexandre Iglesias (ex e eterno) editor da revista Style Bodyboard, hoje dedicado ao universo caótico dos documentários.Versamos sobre os absurdos 62 do Mike Stewart, título mundial do Uri Valadão, estado atual do BB e Fela Kuti e David Lean.A trilha teve de tudo, de When The Lights Gone Out (Jamaican Stylee) com Ziggy Marley And The Melody Makers, Black Times com Seun Kuti & Egypt 80 e Carlos Santana, Mangetout com Wet Leg e Tango Till They're Sore do bardo Tom Waits.
“Eu sou da América do Sul, eu sei vocês não vão saber”, assim anunciavam dois dos versos mais impactantes da música “Para Lennon e McCartney”, cantada na voz inigualável de Milton Nascimento. Esta semana Bruno Bocayuva, Julio Adler e João Valente celebram a vida e obra de Lô Borges, um dos grandes obreiros do edifício artístico que se ergue na mais criativa esquina da música brasileira. Os versos citados evocam tanto a influência dos Quatro Fabulosos de Liverpool na obra de Milton, Lô e companhia, como o descaso absoluto da WSL com as duas etapas chilenas do qualifying regional sul-americano e, por extensão, perante a totalidade do primeiro patamar da carreira de um competidor profissional.Tem Imagem Falada, tudo ensanduichado por Buffalo Tom esquentando “Summer”, Lô Borges colhendo “Um Girassol da Cor do Seu Cabelo” e, pra fechar, nove minutos de viagem na “Rie’s Wagon” com o Gomez.






cara, fico imaginando essas narrações da cena do circuito com imagens... ;) obrigado pelo programa
Vossa boa onda tem-se espalhado pela Baía de Cascais, enquanto vou correndo, na minha saída diária e precária devido à quarentena. Boa saúde e boas ondas para todos!
Não perco um episódio, deveria ser semanal isso aí! Belo trabalho de vc ... 👊
Ficou irado como sempre! 👊
Sumiram! Q bom q voltaram... 🙌
Não perco um ep! Curto muito... 👊
se pra uns é o podcast menos ouvido , pra mim é o melhor!!! vcs são foda!
Júlio , seria possível acontecer com o Felipinho o mesmo que aconteceu com o Taj? Apesar que o Felipinho está pra mim num nível superior ao Taj. mais o Taj sempre bateu na porta e não chegou ao título mundial. Acho que o Felipinho poderia sim mudar de técnico. 🤘
Fala galera, não perco um bóia, parabéns pelo trabalho! 👊
sensacional o Bóia 14!
melhor podcast!!! não parem 🏄🤘🤙