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Stock Pickers
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A eleição brasileira acontece em um momento de forte transformação nos mercados globais. Enquanto os Estados Unidos convivem com juros elevados e uma corrida bilionária em torno da inteligência artificial, o Brasil pode estar diante de uma janela importante para atrair capital estrangeiro — desde que consiga reduzir seu risco fiscal e comprimir o custo de capital.Neste episódio do Stock Pickers, Marcus Fadul, fundador da Acuto Capital, explica como a gestora está enxergando o cenário para o Brasil e quais sinais podem definir os próximos movimentos dos mercados.A conversa passa pela eleição, juros brasileiros e americanos, Treasuries, custo de capital, endividamento de empresas e famílias, fluxo estrangeiro, commodities, investimentos em infraestrutura e o possível impacto de uma agenda de concessões.Fadul também explica por que a Acuto vê oportunidades em empresas que podem se beneficiar de uma eventual queda dos juros.Entre os pontos discutidos estão ainda o possível “freio de arrumação” da economia em 2027, o papel dos investimentos para compensar uma desaceleração do consumo e por que o Brasil pode funcionar como uma alternativa de diversificação em um mundo cada vez mais concentrado em tecnologia e inteligência artificial._________________________INFOMORNING | A newsletter com tudo o que você precisa para começar o diaReceba informações, análises e recomendações que valem dinheiro diretamente no seu e-mail: https://www.infomoney.com.br/newsletters/
Os multimercados perderam espaço nas carteiras dos investidores, enfrentam resgates e vivem um processo de consolidação. Mas será que a história termina aí?No Carteiros do Condado, Davi Fonteneles recebe Luiz Felippo, analista de fundos da XP, para discutir o que está acontecendo com a indústria e mostrar por que, apesar das dificuldades da classe, existem fundos apresentando resultados muito diferentes entre si.O episódio passa por captação, performance, CDI, asset allocation, diversificação, posicionamento dos gestores, consolidação das casas e as principais estratégias que vêm se destacando.A conversa também aborda qual deveria ser o verdadeiro papel dos multimercados dentro de uma carteira, por que a classe passou a ser comparada constantemente ao CDI e como o cenário atual está mudando a forma de atuação das gestoras.
Cobre, inteligência artificial, China, minério de ferro e alocação de capital: Marcelo Bacci, vice-presidente executivo da Vale, revela no Stock Pickers os planos da companhia para os próximos anos.A mineradora quer dobrar a produção de cobre até 2034 e aposta em crescimento orgânico para capturar a demanda da nova infraestrutura global.O executivo também comenta a importância de olhar para além da China, que hoje representa cerca de 60% do mercado da Vale.Bacci destaca que os Estados Unidos podem ganhar relevância com o avanço dos investimentos em infraestrutura, enquanto Índia e Sudeste Asiático aparecem como regiões com forte potencial de crescimento nos próximos anos, impulsionadas por projetos de infraestrutura e industrialização._________________________INFOMORNING | A newsletter com tudo o que você precisa para começar o diaReceba informações, análises e recomendações que valem dinheiro diretamente no seu e-mail: https://www.infomoney.com.br/newsletters/
A inteligência artificial está apenas no início de uma transformação que pode atravessar toda a economia — da infraestrutura e dos semicondutores ao software, e-commerce e serviços digitais.Neste episódio do Stock Pickes, Leonardo Otero, fundador da Arbor Capital, explica como a gestora está pensando e investindo nesse novo ciclo.Ele fala sobre as teses em TSMC, Microsoft e Meta, explica por que considera a Meta um potencial “mega vencedor” da IA e detalha como a empresa pode transformar sua enorme base de usuários, anunciantes e dados em uma vantagem competitiva.Otero também comenta a próxima fase do ciclo de IA, o impacto da tecnologia sobre o mercado de software, tokenização, blockchain e como a Arbor utiliza inteligência artificial internamente para pesquisa e análise de empresas.________________INFOMORNING | A newsletter com tudo o que você precisa para começar o diaReceba informações, análises e recomendações que valem dinheiro diretamente no seu e-mail: https://www.infomoney.com.br/newsletters/
Há exatos 25 anos, em 11 de setembro de 2001, o Ibovespa despencou 9,17% (em um pregão interrompido por circuit breaker) após quatro aviões comerciais terem sido sequestrados pela rede terrorista Al-Qaeda e dois deles terem atingido as duas torres do World Trade Center, em Nova York, que caíram. Milhares de pessoas morreram. O episódio deu início a uma guerra dos EUA contra o líder do grupo terrorista responsável pelos ataques, Bin Laden. Os mercados de ações de Nova York ainda estavam fechados na hora do ataque e nem chegaram a abrir. As negociações nas bolsas americanas só voltaram no dia 17/09, quando o índice Dow Jones caiu 7,13%.Convidados: Luiz Fernando Figueiredo, Presidente do Instituto FEFIG (ex-diretor do BC) Douglas Ramos, operador da Bolsa de Valores de São Paulo (ex-BGC Liquidez)Narração: Anderson FigoEdição: Fábio Teixeira







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