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Author: Novus Capital

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Transparência e proximidade com os seus investimentos
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Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, a inflação (CPI) de dezembro nos EUA trouxe surpresa baixista, inclusive nos núcleos – entretanto, por conta do shutdown, algumas coletas sofreram modificações, levantando dúvidas sobre a confiabilidade dos dados. Os dados de varejo por lá vieram um pouco melhores que a expectativa. Politicamente, Trump deu sinais de que pode manter Kevin Hassett na Casa Branca, elevando a expectativa que Kevin Warsh, ex-membro do Fed, assuma a presidência da entidade. No Brasil, os dados de serviços vieram um pouco mais fracos que o esperado, e os dados de varejo mais fortes. No campo político, o ex-presidente Bolsonaro foi transferido para a Papudinha após diálogo de Michelle Bolsonaro com o STF. Além disso, pesquisas eleitorais mostraram queda na rejeição de Flávio Bolsonaro e aumento nas intenções de voto no segundo turno. Por fim, houve sinalização que Ratinho Jr. e Romeu Zema também serão candidatos nas eleições presidenciais. Nos EUA, o juro de 10 anos abriu 6 bps, e as bolsas tiveram desempenho misto – S&P 500 -0,38%, Nasdaq -0,92% e Russell 2000 +2,04%. No Brasil, o jan/35 abriu 16 bps, o Ibovespa subiu 0,88% e o real caiu 0,10%. O ouro subiu mais 1,92%. Na próxima semana, destaque para os dados de inflação e atividade nos EUA, além de dados de atividade na Europa e possíveis desdobramentos no Irã. No Brasil, o foco serão as pesquisas eleitorais. Não deixe de conferir!
Quarta-feira, dia 07/01/2026, nossas equipes de gestão e pesquisa econômica realizaram o call mensal abordando os assuntos mais relevantes do mês de Dezembro. Novamente, realizamos a conferência pelo Zoom com transmissão simultânea pelo YouTube. Não deixem de acompanhar!
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, o destaque foi a captura de Nicolás Maduro por uma operação dos EUA, com a vice-presidente Delcy Rodríguez assumindo interinamente e sinalizando reaproximação diplomática com os americanos. Ao mesmo tempo, o Irã enfrenta novos protestos violentos contra o governo, com mais de 2 mil prisões. Nos EUA, o payroll de dezembro reforçou desaceleração nas contratações, mas sem demissões em massa. Na Zona do Euro, a inflação de dezembro reforçou a leitura de desinflação, mas o ECB segue dependente dos dados antes de sinalizar cortes. No Brasil, o IPCA de dezembro veio em linha com o esperado, mas com núcleos ligados a serviços de mão de obra ainda elevados. A produção industrial veio com composição mista, sem surpresas relevantes. No campo político, o Flávio Bolsonaro deu uma entrevista em que buscou uma posição mais ao centro. Nos EUA, o juro de 2 anos abriu 6 bps, e as bolsas tiveram bom desempenho – S&P 500 +1,57%, Nasdaq +2,22% e Russell 2000 +4,67%. No Brasil, o jan/35 abriu 10 bps, o Ibovespa valorizou 1,76% e o real 1,09%. O petróleo subiu 2,55%. Na próxima semana, atenção para dados de inflação e atividade nos EUA e, no Brasil, dados de atividade (PMC e PMS) e pesquisas eleitorais. Não deixe de conferir!
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠ ⁠ No cenário internacional, o destaque foi a divulgação do PIB americano do terceiro trimestre, mais forte que o esperado e com aceleração do consumo frente ao anterior. Já os dados de mercado de trabalho (ADP) seguem indicando contratações em ritmo mais fraco. Por fim, o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, anunciou encontro com Trump para discutir cessar-fogo com a Rússia. ⁠ No Brasil, foi divulgado o IPCA-15 de dezembro, em linha com a mediana de mercado, mas com leitura qualitativa um pouco pior que a esperada, mostrando pressão em componentes importantes, como serviços subjacentes. No âmbito político, o ex-presidente Jair Bolsonaro cancelou a entrevista que daria e publicou carta endossando a candidatura de seu filho Flávio na próxima eleição presidencial. Foi divulgada nova pesquisa sinalizando praticamente um empate técnico entre Lula e Flávio no segundo turno. ⁠ Nos EUA e no Brasil, os juros fecharam a semana quase no mesmo nível da semana anterior. Já as bolsas tiveram bom desempenho: S&P 500 +1,40%, Nasdaq +1,18%, Russell 2000 +0,19% e Ibovespa +1,53%. As commodities também fecharam em alta. ⁠ Na próxima semana, destaque para a minuta da reunião do Fed, dados de atividade na China e dados de mercado de trabalho no Brasil. ⁠ Não deixe de conferir!⁠
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Sarah Campos e Tomás Goulart comentam, no episódio desta semana, os principais acontecimentos no Brasil e no mundo. Nos Estados Unidos, foram enfim divulgados os dados econômicos de outubro e novembro. A taxa de desemprego subiu para 4,6% e o núcleo da inflação desacelerou para 2,6% em 12 meses. A qualidade dos números, porém, foi afetada por problemas de coleta, o que levou o Federal Reserve a indicar que dará mais peso aos próximos indicadores. Na Europa, o BCE manteve os juros estáveis e elevou suas projeções de inflação e crescimento. No Reino Unido, o BoE reduziu a taxa em 0,25% após votação apertada, sinalizando aproximação do juro neutro. No Japão, o BoJ elevou a taxa para 0,75% e segue aberto a novas altas. Na China, os dados de atividade voltaram a decepcionar, com destaque para vendas no varejo e crédito às famílias. No Brasil, a Ata do Copom e o Relatório de Política Monetária foram os principais destaques. O Banco Central reconheceu incerteza sobre o mercado de trabalho, mas retirou a sinalização de inflação acima da meta no horizonte relevante, reacendendo a possibilidade, ainda dependente do cenário, de um corte em janeiro. No campo político, a pesquisa mostrando Flávio Bolsonaro competitivo aumentou a volatilidade e trouxe dúvidas sobre sua capacidade de reduzir a rejeição entre independentes. Nos EUA, o juro de 2 ano fechou 4 bps, e as bolsas tiveram desempenho misto – S&P 500 +0,10%, Nasdaq +0,59% e Russell 2000 -0,86%. No Brasil, o jan/29 abriu 23 bps, o Ibovespa caiu 1,43% e o real desvalorizou 2,3%. Para a próxima semana, as atenções se voltam para a divulgação do PIB dos Estados Unidos no terceiro trimestre. Já a agenda doméstica inclui o IPCA-15 na terça-feira e tende a ser mais esvaziada devido às festas de fim de ano.
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, o grande destaque foi a decisão do Fed, que cortou os juros para o intervalo de 3,50%–3,75%, em linha com o esperado. Havia receio sobre um possível tom mais hawk, que não se concretizou: o Powell deixou em aberto possível novo corte em janeiro, mas esclarecendo que as decisões dependerão dos próximos dados. Também foi anunciada compra de títulos de curto prazo para aumento de reserva. Por fim, foi anunciada a recondução unânime dos presidentes regionais do Fed para os mandatos que se iniciam em 2026. Na Europa, a Schnabel, do ECB, indicou estar confortável com as apostas de que o próximo passo do banco central possa ser uma alta de juros, embora não no curto prazo. No Brasil, o Copom manteve a Selic inalterada, com mudanças sutis de comunicação, e reduziu sua projeção condicional de inflação no horizonte relevante de 3,3% para 3,2%. O IPCA de novembro veio ligeiramente abaixo do esperado, reforçando a trajetória desinflacionária. Na atividade, o varejo veio um pouco acima e serviços um pouco abaixo da expectativa. O cenário político foi conturbado após o anúncio da candidatura de Flávio Bolsonaro, com votação do PL da Dosimetria, retirada de Moraes e a esposa da Magnitsky e novas pesquisas de opinião. Nos EUA, o juro de 1 ano fechou 7 bps, e as bolsas tiveram desempenho misto – S&P 500 -0,63%, Nasdaq -1,93% e Russell 2000 +1,19%. No Brasil, o jan/29 fechou 22 bps, o Ibovespa subiu 2,16% e o real valorizou 0,60%. Na próxima semana, destaque para dados de mercado de trabalho e inflação nos EUA; dados de atividade na Europa; decisão dos bancos centrais europeu, inglês e japonês e, no Brasil, ata do Copom, Relatório de Política Monetária e pesquisa Quaest. Não deixe de conferir!
Terça-feira, dia 02/12/2025, nossas equipes de gestão e pesquisa econômica realizaram o call mensal abordando os assuntos mais relevantes do mês de Novembro. Novamente, realizamos a conferência pelo zoom com transmissão simultânea pelo YouTube. Não deixem de acompanhar!
Nossos sócios Luis André Oliveira, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, a divulgação do ADP reforçou sinais de enfraquecimento no mercado de trabalho americano, com nova queda nas vagas em novembro; o PCE  confirmou a tendência de desaceleração da inflação; e os ISMs mantiveram a tendência de serviços superando manufaturas. O Trump sinalizou provável anúncio do nome de Kevin Hassett para o Fed, ainda sem oficialização. No Japão, o tom mais hawkish do presidente do BoJ, Kazuo Ueda, trouxe expectativa de aumento da taxa de juros. Na Europa, a inflação da Zona do Euro ficou próxima do esperado.  No Brasil, o PIB do 3º trimestre veio levemente abaixo do esperado, principalmente pelo consumo das famílias. Foi divulgada nova pesquisa Atlas, indicando interrupção na melhora da popularidade do presidente Lula. No campo político, a sexta-feira foi marcada por forte tensão: Flávio Bolsonaro anunciou que tem o apoio do pai para disputar a presidência, por ora frustrando a expectativa de consolidação da candidatura de Tarcísio. Nos EUA, o juro de 10 anos abriu 12 bps, e as bolsas subiram – S&P 500 +0,31%, Nasdaq +1,01%, Russell 2000 +0,84%. No Brasil, o jan/29 abriu 47 bps, o Ibovespa caiu 1,07% e o real 2,12%. Na próxima semana, os destaques são as decisões dos bancos centrais americano, canadense, australiano e brasileiro, além de dados de inflação e atividade no Brasil. Não deixe de conferir!
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Victor Ary debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, o destaque foi o discurso de John Williams, do Fed, que reforçou a perspectiva de corte de 25 bps na reunião de dezembro. Os dados nos EUA foram escassos por conta do feriado de Thanksgiving, e os que foram divulgados ainda são referentes a setembro: vendas no varejo um pouco abaixo do esperado, e PPI em linha com a expectativa. No Reino Unido, o governo anunciou um pacote que aumenta impostos e amplia a folga fiscal, mas com a maior parte da consolidação concentrada nos últimos anos da projeção. No Brasil, o IPCA-15 veio um pouco acima do esperado, mas refletindo também efeitos da COP 30 sobre preços de hospedagem e turismo. Já os dados de mercado de trabalho – Caged e PNAD - mostraram alguma desaceleração, mas ainda nível robusto. Os dados de confiança demonstraram retomada em termos de atividade. Por fim, o presidente do BCB, Gabriel Galípolo, reafirmou o tom de serenidade, indicando que não houve divulgação de dados que alterassem as perspectivas do comitê. No mercado de crédito, a semana foi mais volátil que o normal e marcada por fluxo irregular. O índice de empresas high grade fechou estável, apesar das oscilações, enquanto o de empresas low rated abriu 15 bps na semana, devolvendo parte da forte compressão do início do mês. O mercado primário ainda seguiu sólido em novembro, mas com pipeline mais esvaziado. A perda do grau de investimento da Raízen foi oficializada, mas já era precificada pelo mercado local. Nos EUA, o juro de 10 anos fechou 5 bps, e as bolsas tiveram bom desempenho – S&P 500 +3,73%, Nasdaq +4,93% e Russell 2000 +5,52%. O juro de 30 anos no Reino Unido fechou 18 bps. No Brasil, o jan/35 fechou 24 bps, o Ibovespa valorizou 2,78% e o real 1,28%. Na próxima semana, atenção para o PIB do 3º tri no Brasil e para os ISMs de novembro nos EUA.
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, o payroll surpreendeu com aceleração na criação de vagas nos EUA, e com aumento da taxa de participação. Apesar disso, a taxa de desemprego subiu, e os salários seguiram desacelerando. A divisão entre membros do Fed segue, mas o presidente do Fed de NY, John Williams, reforçou a visão de que há espaço para cortes em breve, fortalecendo a expectativa de afrouxamento em dezembro. Na Europa, o PMI da Zona do Euro ficou estável, com indústria fraca e serviços sustentando a atividade. No Reino Unido, os dados de atividade vieram piores e os dados de preços indicaram o menor nível do repasse em cinco anos. No Brasil, o cenário foi dominado pela política. Houve reação negativa do Senado à indicação de Jorge Messias ao STF. O mercado tambem reagiu à possível retirada de despesas com segurança pública do limite de despesas, mencionada por Ricardo Lewandowski, atual ministro da Justiça e Segurança Pública. Foi anunciada a retirada das tarifas americanas sobre produtos brasileiros. Nos EUA, o juro de 5 anos fechou 11 bps, e as bolsas tiveram desempenho negativo – S&P 500 -1,95%, Nasdaq -3,07% e Russell 2000 -0,78%. No Brasil, o jan/29 abriu 4 bps, o Ibovespa caiu 1,88% e o real desvalorizou 1,96%. Na próxima semana, haverá divulgação das vendas no varejo nos EUA e, no Brasil, dados de crédito, mercado de trabalho e inflação. Não deixe de conferir!
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, membros do Fed adotaram tom mais hawk ao longo da semana, reforçando que a decisão de dezembro está longe de ser trivial. O governo americano chegou a um acordo orçamentário, encerrando o maior shutdown da história e garantindo financiamento até janeiro. Ainda nos EUA, Trump falou sobre cheques de US$2 mil à população, aumentando o risco fiscal. Na Europa, o Reino Unido recuou na proposta de elevar impostos após revisão positiva das projeções fiscais. Na geopolítica, houve novos ataques entre Rússia e Ucrânia. No Brasil, a ata do Copom esclareceu que o modelo de projeção condicional do BCB incorporou preliminarmente o impacto da nova faixa de isenção do IR, com o cenário condicional ainda projetando inflação em 3,3%, interpretado como mais dove que a expectativa. O IPCA de outubro veio melhor do que o esperado, com núcleos em desaceleração, exceto os ligados a mão de obra — ainda pressionados por um mercado de trabalho forte. Os dados de atividade vieram mistos: serviços surpreenderam positivamente, enquanto comércio recuou. No campo político, Lula interrompeu a sequência de melhora nas pesquisas e o cenário para 2026 voltou a ficar mais apertado. Nos EUA, o juro de 1 ano abriu 7 bps, enquanto as bolsas tiveram desempenho misto – S&P 500 +0,08%, Nasdaq -0,21% e Russell 2000 -1,83%. No Reino Unido, o juro de 30 anos abriu 14 bps. No Brasil, o jan/27 fechou 25 bps, o Ibovespa subiu 2,39% e o real valorizou 0,69%. Na próxima semana, destaque para o payroll nos EUA, PMIs e minuta do FOMC. No Brasil, saem os dados fiscais bimestrais. Não deixe de conferir!
Terça-feira, dia 04/11/2025, nossas equipes de gestão e pesquisa econômica realizaram o call mensal abordando os assuntos mais relevantes do mês de Outubro. Novamente, realizamos a conferência pelo zoom com transmissão simultânea pelo YouTube. Não deixem de acompanhar!
Nossos sócios Luis André Oliveira, Tomás Goulart, Sarah Campos e Victor Ary debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, o destaque foi a piora dos dados de mercado de trabalho nos EUA – diante do shutdown, ganham relevância dados alternativos, que apontaram enfraquecimento, com menor intenção de contratação e aumento na expectativa de desemprego. Os ISMs vieram mistos, com serviços um pouco melhores e manufaturas mais fracas, mas o tom geral dos empresários continua de cautela. A Suprema Corte iniciou julgamento sobre os poderes do presidente de impor tarifas unilateralmente, estratégia utilizada por Trump ao longo do atual mandato. No Reino Unido, o BoE manteve juros estáveis por 5 votos a 4, sinalizando percepção de que os riscos altistas para inflação, por ora, diminuíram. No Brasil, o Copom manteve a Selic em 15% e reforçou a estratégia de juros contracionistas por período prolongado, reduzindo a possibilidade de cortes ainda esse ano. A produção industrial veio em linha com o esperado. O Senado aprovou a isenção de IR para quem ganha até R$5.000, faltando apenas a sanção presidencial. A semana também foi marcada por resultados positivos de empresas brasileiras. No mercado de crédito, houve correção adicional nos spreads de debêntures tradicionais, com abertura de 36 bps, e nomes low rated abrindo 60 bps, refletindo os fundamentos depois de tantos meses de descasamento devido ao movimento técnico. Debêntures incentivadas tiveram movimento mais técnico, com leve abertura. No exterior, os bonds brasileiros seguiram pressionados, com destaque negativo para nomes já fragilizados como Raízen e Braskem. Nos EUA, os juros curtos fecharam 6 bps e os longos abriram 5 bps; e as bolsas tiveram desempenho negativo – S&P 500 -1,63%, Nasdaq -3,09% e Russell 2000 -1,88%. No Brasil, os juros abriram marginalmente, o Ibovespa subiu 3,02% e o real valorizou 0,80%. Na próxima semana, destaque para atividade e inflação na China; possível acordo americano para dar fim ao shutdown; e, no Brasil, ata do Copom, inflação, atividade e pesquisas eleitorais. Não deixe de conferir!
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, o destaque foi a decisão do Fed, que reduziu os juros em 0,25% e adotou tom mais hawk do que o esperado, com sinalização de divergência interna do comitê e os impactos do shutdown na leitura dos dados recentes, apesar de alguns pontos doves no discurso. Os bancos centrais da Europa e do Japão mantiveram os juros estáveis, com mensagens em linha com os últimos comunicados. Já o banco central canadense também reduziu os juros em 0,25%, sugerindo cenário de estabilidade no patamar atual. No comércio global, Trump anunciou acordos com países asiáticos, incluindo redução de tarifas com a China e compromissos logísticos e agrícolas. A maioria dos resultados das empresas de tecnologia americanas foram positivos. No Brasil, os dados do mercado de trabalho foram mistos: o Caged veio acima do esperado e a PNAD trouxe sinais de desaceleração. Os indicadores de confiança de outubro e os dados de crédito também trouxeram sinais de fraqueza. No campo político, o encontro entre Lula e Trump reforçou expectativas de acordo comercial. Também houve repercussão da operação policial no Rio de Janeiro, que mobilizou apoio da direita e pode impactar as próximas pesquisas eleitorais. Nos EUA, os juros abriram (vértice de 2 anos +10 bps), e as bolsas performaram bem – S&P 500 +0,71% e Nasdaq +1,97%. No Brasil, os juros abriram marginalmente, o Ibovespa subiu 2,30% e o real valorizou 0,23%. As commodities agrícolas fecharam a semana em alta. Na próxima semana, atenção para a reunião do Copom no Brasil, além dos dados de ISMs nos EUA e decisão de juros do Banco Central da Inglaterra. Não deixe de conferir!
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart, Sarah Campos e Victor Ary debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, o CPI dos EUA veio abaixo do esperado, mostrando que o repasse das tarifas sobre bens continua fraco; enquanto os PMIs subiram, puxados por serviços. Na Europa, os PMIs também surpreenderam positivamente, com melhora puxada pela Alemanha. Já no Reino Unido, o CPI de setembro surpreendeu para baixo e o PMI também veio mais forte. A tensão geopolítica aumentou com novas sanções a empresas russas.  No Brasil, o IPCA-15 veio abaixo do esperado, com queda significativa de serviços subjacentes e melhora da dinâmica dos núcleos. O Focus trouxe melhora nas expectativas de inflação, principalmente nos vértices mais longos. O governo decidiu incorporar as despesas que constavam na MP 1.303 em outras propostas, separando a parte de redução de despesas da parte de aumento de receitas, com o primeiro apresentando maior probabilidade de aprovação. As pesquisas eleitorais mostraram resultados divergentes, com melhora e piora na avaliação do governo. No mercado de crédito, o destaque foi a reversão parcial da forte compressão dos spreads de debêntures incentivadas observada desde junho. O índice de debêntures incentivadas abriu 40 bps nos últimos 10 dias, devolvendo quase metade do fechamento acumulado anteriormente. Mesmo assim, a semana foi marcada por forte volume no primário, com R$3,5 bi em novas emissões incentivadas, além de pipeline robusto. Nos EUA, as bolsas subiram (S&P 500 +1,92%), os juros curtos abriram marginalmente, e os longos fecharam marginalmente. No Brasil, o Ibovespa subiu 1,93%, os juros fecharam (jan/31 -31 bps) e o real valorizou 0,40%. Na próxima semana será importante acompanhar os encontros do Trump com Lula e Xi Jinping; decisões do Fed, ECB, BOC e BoJ; dados de atividade e inflação na Europa e inflação no Japão; e dados de mercado de trabalho e crédito no Brasil. Não deixe de conferir!
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Sarah Campos e Yara Cordeiro debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, o destaque continuou sendo o embate tarifário entre EUA e China. Apesar das ameaças iniciais de Trump com alíquotas bastante elevadas, o tom foi suavizado ao longo da semana, e o encontro com Xi Jinping a princípio está mantido. Já nos EUA, o shutdown seguiu limitando a divulgação de dados relevantes. Ainda por lá, dois bancos regionais afirmaram ter sido vítimas de fraudes em empréstimos ligados a fundos imobiliários, mas outros bancos afirmaram não ter visto aumento de inadimplência. No Brasil, dirigentes do Banco Central reforçaram o tom de cautela durante o encontro do FMI, indicando que a taxa de juros deverá permanecer em patamar restritivo pelo tempo necessário para garantir a convergência da inflação. Os dados de serviços (PMS) vieram em linha com o esperado, com destaque positivo nos serviços prestados às famílias, em parte beneficiados pelo efeito do pagamento de precatórios; e os dados de comércio (PMC) tiveram alta impulsionada por setores ligados a crédito. Nos EUA, os juros fecharam marginalmente (menos de 5 bps), e as bolsas performaram bem: S&P 500 +1,7%, Nasdaq +2,46%, Russell 2000 +2,4%. No Brasil, os juros mais longos fecharam (jan/31 -8 bps), o Ibovespa subiu 1,93% e o real 2,05%. Na próxima semana, destaque para o IPCA-15 de outubro, novas pesquisas eleitorais, CPI nos EUA, PMIs globais e o eventual anúncio da proposta que substituirá a MP 1.303. Não deixe de conferir!
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Yara Cordeiro e Victor Ary debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, o ambiente foi marcado por instabilidade política: no Japão, a liderança indicada pelo partido governista, defensora de políticas expansionistas, enfrenta crise na coalizão e risco de novas eleições. Na França, o primeiro-ministro renunciou um mês após assumir o cargo, reforçando a percepção de fragilidade política e dificuldade de avanço das reformas fiscais. Nos EUA, o impasse sobre o orçamento persiste com o shutdown, limitando a divulgação de dados econômicos, mas surgiram sinais iniciais de possível acordo. A tensão com a China aumentou após novas sanções comerciais, levando o Trump a ameaçar cancelar o encontro com Xi Jinping e aumentar dramaticamente as tarifas impostas. Foi anunciado cessar-fogo entre Israel e Hamas. No Brasil, o principal destaque foi o IPCA de setembro: o headline veio um pouco abaixo do esperado, com surpresa baixista relativamente disseminada nos núcleos. A pesquisa Genial/Quaest apontou melhora na avaliação do governo e mostrou enfraquecimento do Tarcísio como sucessor da direita. No campo político, vendeu o prazo para aprovação da MP 1.303, que compensaria parte do aumento do IOF, o que foi visto como uma derrota relevante para o governo e expôs dificuldades de articulação na Câmara.  No mercado de crédito, houve forte estresse nos bonds da Raízen por uma expectativa que a companhia vá perder o grau de investimento. Apesar disso, o impacto no mercado local foi limitado. Na semana, os índices de crédito tiveram abertura pontual de spreads, com fluxo de captação ainda positivo, mas com volume menor no secundário. Nos EUA, os juros fecharam entre 5 e 10 bps, e as bolsas tiveram desempenho negativo (S&P 500 -2,43%). No Brasil, o Ibovespa caiu 2,44% e o real se desvalorizou 3,33%. Na próxima semana, atenção para PMS e PMC no Brasil, possível evolução da negociação tarifária entre Brasil e EUA, balança comercial chinesa, Beige Book nos EUA e a última rodada de falas do Fed antes do período de silêncio. Não deixe de conferir!
Quinta-feira, dia 02/10/2025, nossas equipes de gestão e pesquisa econômica realizaram o call mensal abordando os assuntos mais relevantes do mês de Setembro. Novamente, realizamos a conferência pelo zoom com transmissão simultânea pelo YouTube. Não deixem de acompanhar!
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Sarah Campos e Yara Cordeiro debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, os dados nos EUA seguem indicando desaceleração do mercado de trabalho: apesar da ausência de divulgação do Payroll por conta do shutdown americano, os dados privados do ADP indicaram contração de vagas no mês. Do lado da atividade, os ISMs sinalizaram enfraquecimento da demanda. A OPEP está considerando um aumento na produção de petróleo, em ritmo superior aos anteriores; e o Hamas indicou que está disposto a negociar o plano de paz proposto pelo Trump. No Brasil, o principal destaque foi a aprovação do projeto que amplia a faixa de isenção do IR para R$5 mil na Câmara dos Deputados, com aumento da tributação dos super ricos, sendo considerada uma vitória do governo. Entretanto, acendeu alertas sobre a possível retomada de pautas populistas no Congresso, como fim da escala 6x1, reajuste do Bolsa Família e redução das tarifas de transporte. Na economia, os dados de indústria de agosto e de confiança de setembro surpreenderam positivamente, enquanto os dados de mercado de trabalho indicaram desaceleração: o Caged veio bem abaixo do esperado e a PNAD mostrou queda na população ocupada pela primeira vez desde 2023. Nos EUA, o juro de 2 anos fechou 7 bps, e as bolsas performaram bem: S&P 500 +1,09%, Nasdaq +1,15% e Russell 2000 +1,72%. No Brasil, os juros abriram (jan/29 + 19 bps), o Ibovespa caiu 0,86% e o real valorizou 0,13%. Na próxima semana, destaque para a minuta do Fed e negociação do shutdown e, no Brasil, para o IPCA de setembro e a possível votação da MP 1.303. Não deixe de conferir!
Nossos sócios Gabriel Abelheira, Tomás Goulart, Sarah Campos e Victor Ary debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, os PMIs americanos mostraram moderação na atividade e nos preços. Entretanto, a revisão do PIB e os pedidos de auxílio desemprego abaixo do esperado reforçaram a resiliência da atividade. Dados recentes de agosto, como pedidos de bens duráveis e consumo real, surpreenderam positivamente. Na Europa, os PMIs vieram em linha com as expectativas. No campo geopolítico, tensões voltaram a crescer após declarações de Trump sobre apoio a contraofensivas ucranianas. No Brasil, o IPCA-15 de setembro veio abaixo do esperado. A ata do Copom e o Relatório de Política Monetária mantiveram tom conservador, demonstrando preocupação com a trajetória desancorada das expectativas e confiança na desaceleração da atividade econômica. No cenário político, manifestações da esquerda ganharam força no final de semana e pressionaram a retirada de pautas sensíveis do Congresso, como a PEC da Blindagem. Ainda, o noticiário foi repleto de informações divergentes sobre as candidaturas de direita para 2026. No mercado de crédito, as emissões no primário foram um pouco mais fracas, com cerca de R$7,2 bi de emissões tradicionais e R$2,9 bi de incentivadas. Os índices DI core e DI low rated abriram 5 e 6,8 bps, respectivamente, enquanto o índice de incentivadas fechou mais 7 bps. Porém, as atenções ficaram voltadas para as repercussões dos cases de Ambipar e Braskem, esclarecidos no episódio. Nos EUA, a curva de juros abriu ao longo de todos os vértices, e as bolsas tiveram desempenho negativo (S&P 500 -0,31%). No Brasil, a curva de juros também abriu, o Ibovespa caiu 0,29% e, o real, 0,37%. Na próxima semana, destaque para dados de mercado de trabalho e possibilidade de shutdown nos EUA, inflação na Europa e emprego e atividade no Brasil.
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