DiscoverNovus Capital
Novus Capital
Claim Ownership

Novus Capital

Author: Novus Capital

Subscribed: 65Played: 8,884
Share

Description

Transparência e proximidade com os seus investimentos
498 Episodes
Reverse
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, a semana foi marcada por uma redução de risco no conflito entre Estados Unidos e Irã. Após ameaça de escalada, um acordo de cessar-fogo de duas semanas foi mediado. Ainda assim, houve violações e o estreito de Ormuz seguiu com fluxo muito baixo, mantendo a relevância do tema para o mercado de petróleo. Nos dados econômicos, o CPI de março veio com surpresa baixista, com headline elevado, mas núcleo mais comportado e abaixo do esperado, indicando inflação subjacente ainda controlada. O payroll mostrou criação forte de vagas no setor privado, embora com sinais mistos na pesquisa das famílias. No Brasil, o IPCA veio em 0,88%, com surpresa altista frente ao esperado, concentrada em alimentação e bens industriais, com leitura qualitativa mais benigna. Ainda assim, a perspectiva segue de inflação pressionada nos próximos meses, com impacto maior do petróleo esperado para abril e maio. Dados de atividade, como vendas e produção de veículos, vieram fortes, indicando início de ano aquecido. Houve piora das expectativas de inflação de 2028 reportadas no Focus. Nos EUA, os juros fecharam marginalmente, e as bolsas tiveram desempenho positivo – S&P 500 +3,56%, Nasdaq 4,45% e Russell 2000 +3,97%. O petróleo caiu mais de 10%. No Brasil, o jan/35 fechou 40 bps, o Ibovespa subiu 4,93% e o real valorizou 3,04%. Na próxima semana, destaque para dados adicionais de inflação nos EUA, além da continuidade das negociações entre Estados Unidos e Irã e da comunicação dos bancos centrais. No Brasil, atenção aos dados de atividade (PMC e PMS).
Na segunda-feira, dia 06/04/2026, nossa equipe de gestão e pesquisa econômica realizou o call mensal, abordando os assuntos mais relevantes do mês de março. Novamente realizamos a conferência pelo Zoom com transmissão simultânea pelo YouTube. Não deixe de acompanhar!
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, além do noticiário intenso sobre o conflito no Oriente Médio, a semana trouxe alguns dados econômicos americanos. O JOLTS veio em linha com o esperado, com baixo número de contratações e demissões e, no varejo, houve surpresa positiva no headline, mas com crescimento subjacente mais moderado (ambos referentes a fevereiro). O ADP veio levemente acima da expectativa, com contratações em setores mais defensivos, enquanto o ISM de manufatura ficou marginalmente acima do consenso, com pressão em preços pagos (ambos referentes a março). Ainda assim, o principal foco seguiu sendo a guerra, com tentativas de negociação frustradas, continuidade de ataques e aumento do isolamento diplomático dos EUA. Trump reiterou prazo de duas a três semanas para o fim do conflito, mas sem clareza sobre o desfecho. No Brasil, a semana teve poucos dados, com destaque para a produção industrial acima do esperado, reforçando atividade mais forte no início do ano. O Caged veio em linha com a expectativa. Dados de crédito indicaram moderação marginal. Nos EUA, o juro de 10 anos fechou 12 bps, e as bolsas tiveram desempenho positivo – S&P 500 +3,36%, Nasdaq +3,95% e Russell 2000+3,28%. No Brasil, o jan/27 fechou 47 bps, o Ibovespa subiu 3,56% e o real valorizou 1,59%. O petróleo subiu mais 12%. Na próxima semana, destaque para a continuidade da guerra, dados de inflação (PCE e o CPI) e payroll (ainda nessa sexta) nos EUA. No Brasil, atenção ao IPCA.
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, a semana foi marcada por sinais mistos no conflito no Oriente Médio. O início da semana trouxe uma leitura mais construtiva, com sinalização de negociações e adiamento de ataques a infraestrutura energética, mas ao longo dos dias houve intensificação das ofensivas e aumento das ameaças. O estreito de Ormuz seguiu com fluxo bastante restrito, com relatos de interceptação de navios e restrições operacionais. A incerteza sobre a duração do conflito e seus impactos segue elevada, especialmente pelo canal de energia. Na política monetária, a comunicação do Banco Central Europeu ganhou destaque, com a Lagarde adotando tom mais hawk e sinalizando a preocupação da entidade com o risco inflacionário, afirmando poder agir nas próximas reuniões, enquanto a Schnabel reforçou a importância de não agir precipitadamente, nem ignorando, nem antecipando os efeitos da guerra. O banco central do México cortou os juros em 0,25%. No Brasil, o IPCA-15 voltou a surpreender para cima, com alta de 0,44%, acima das expectativas, impactado principalmente por passagens aéreas, apesar de composição dos núcleos um pouco melhor. A ata e o Relatório de Inflação reforçaram a mensagem de calibragem e serenidade do Banco Central, com o ritmo de cortes dependente do preço do petróleo. A PNAD indicou leve alta do desemprego, mas ainda próxima das mínimas históricas, com massa salarial real em crescimento. Nos EUA, o juro de 5 anos abriu 6 bps, e as bolsas tiveram desempenho misto – S&P 500 -2,12%, Nasdaq -3,20% e Russell 2000 +0,46%. No Brasil, o jan/35 abriu 10 bps, o Ibovespa subiu 3,03% e o real valorizou 1,47%.  Na próxima semana, atenção ao payroll nos EUA e à inflação da Zona do Euro, além dos desdobramentos do conflito. No Brasil, destaque para o Caged, produção industrial e dados de crédito.
Nossos sócios Luis André Oliveira, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, a semana foi marcada pela continuidade do conflito no Oriente Médio, com aumento das incertezas sobre sua duração e impactos. Os ataques passaram a atingir também infraestruturas energéticas, elevando o risco não só sobre o estreito de Ormuz, mas sobre outras rotas relevantes de petróleo e gás. Em paralelo, foi semana de decisões de bancos centrais. O Fed manteve os juros, revisou projeções de inflação e atividade para cima e indicou maior cautela, destacando a necessidade de mais progresso na inflação. O BoE e o ECB também mantiveram os juros inalterados, com decisão unânime e mais hawkish do primeiro. No Brasil, o BCB cortou a Selic em 25 bps, com projeção de inflação menor que a expectativa, transmitindo uma mensagem de calibragem e serenidade. A semana foi marcada por forte volatilidade na curva de juros, com atuação do Tesouro via recompra de títulos no início da semana. Nos EUA, o juro de 2 anos abriu 18 bps, e as bolsas tiveram desempenho negativo – S&P500 -1,9%, Nasdaq -1,98% e Russell 2000 -1,68%. O juro de 2 anos do Reino Unido abriu 44 bps. No Brasil, o jan/29 abriu 23 bps e o Ibovespa desvalorizou 0,81%. Apesar da volatilidade, o petróleo fechou a semana sem variação relevante, o ouro caiu 10,50% e o DXY 0,86%. Na próxima semana, destaque para a ata do Copom e o relatório de inflação do Banco Central, além do IPCA-15 e da PNAD. No cenário internacional, o foco permanece na evolução do conflito e seus desdobramentos.
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart, Sarah Campos e Victor Ary debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, o principal destaque seguiu sendo o conflito no Oriente Médio. O filho do aiatolá Ali Khamenei foi confirmado como novo líder supremo do Irã e os ataques entre Irã, Israel e Estados Unidos continuaram ao longo da semana. O estreito de Ormuz operou com fluxo praticamente zero de navios, ampliando a incerteza sobre o fornecimento de petróleo e a duração do conflito. Nos EUA, o CPI veio em linha com o esperado, com composição benigna, mas o “supercore” do PCE veio um pouco mais elevado que a expectativa. No Brasil, os dados de atividade (comércio e serviços) vieram mais fortes que o esperado. O IPCA de fevereiro veio em 0,70%, acima da expectativa de 0,64%, com surpresa concentrada em alimentação no domicílio e cuidados pessoais. A alta recente do petróleo trouxe incerteza para o início do ciclo de cortes de juros, levando o mercado a discutir redução de 25 bps em vez de 50 bps. No campo político, pesquisas mostraram empate entre Lula e Flávio Bolsonaro em cenários de segundo turno. O governo também anunciou medidas para reduzir impostos sobre combustíveis e compensar a arrecadação com taxação sobre exportação de petróleo. No mercado de crédito, a semana foi marcada por abertura nos spreads e pressão no secundário. Entre os eventos corporativos, a Raízen entrou com recuperação extrajudicial para reestruturar cerca de R$65 bilhões em dívidas. O GPA entrou em recuperação judicial envolvendo aproximadamente R$4,5 bilhões, enquanto a Oncoclínicas iniciou negociação com debenturistas para waiver de pagamentos de juros sobre dívida de cerca de R$4,8 bilhões. Nos EUA, o juro de 2 anos abriu 16 bps, e as bolsas tiveram desempenho negativo, caindo entre 1% e 2%. No Brasil, o jan/29 abriu 66 bps, e o Ibovespa caiu 0,95%. O petróleo subiu mais de 8% na semana.  Na próxima semana, destaque para as reuniões dos bancos centrais dos EUA, Europa, Inglaterra, Japão e Brasil.
Quarta-feira, dia 04/03/2026, nossas equipes de gestão e pesquisa econômica realizaram o call mensal abordando os assuntos mais relevantes do mês de Fevereiro. Novamente, realizamos a conferência pelo Zoom com transmissão simultânea pelo YouTube. Não deixem de acompanhar!
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, o destaque foi a escalada do conflito entre Estados Unidos e Israel contra o Irã. Após o fracasso das negociações nucleares, uma ofensiva coordenada resultou na morte do líder supremo Ali Khamenei e na destruição de parte relevante da estrutura de defesa do país, gerando forte incerteza política sobre a sucessão. O Irã respondeu com ataques contra Israel e bases americanas na região, ampliando a tensão no Oriente Médio. Do ponto de vista econômico, a principal preocupação passou a ser o estreito de Ormuz, por onde passa parte relevante do comércio global de petróleo transportado por mar. Além disso, o Payroll nos EUA veio mais fraco que o esperado, com destruição de vagas e leve alta da taxa de desemprego, embora o dado tenha sido influenciado por fatores temporários como greves, condições climáticas e ajuste do censo. No Brasil, o diretor do BCB Nilton David afirmou que avaliam ajuste para um juro real em patamar mais baixo diante da inflação mais controlada. Do lado dos dados econômicos, o Caged veio ligeiramente acima da mediana, com massa salarial crescendo de forma expressiva; e o PIB do quarto trimestre de 2025 veio em linha com as expectativas, com crescimento de 2,3% no ano, mas com queda da demanda interna. Novos desdobramentos ligados ao Banco Master seguiram no radar, aumentando a atenção aos desenvolvimentos políticos. Nos EUA, o juro de 5 anos abriu 23 bps, e as bolsas tiveram desempenho negativo – S&P 500 -2,02%, Nasdaq -1,27% e Russell 2000 -4,07%. No Brasil, o jan/31 abriu 68 bps, o Ibovespa caiu 4,99% e o real desvalorizou 2,16%. O petróleo subiu 36%, e o DXY valorizou 1,29%. Na próxima semana, destaque para a evolução da guerra, inflação nos EUA e, no Brasil, para os dados de atividade (PMC, PMS), inflação e novas pesquisas eleitorais.
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, o debate sobre os impactos da inteligência artificial no mercado de trabalho ganhou destaque. Um artigo do Citrini Research trouxe uma visão mais pessimista, sugerindo que a IA pode ampliar a substituição entre capital e trabalho, reduzir a renda do trabalho, enfraquecer o consumo e gerar pressões deflacionárias. Em contraponto, análises como a da Citadel destacaram que grandes ondas tecnológicas historicamente destruíram empregos, mas também criaram novos postos em maior número ou valor, impulsionando ganhos de produtividade e a expansão de novas atividades. A divergência está menos no aumento de produtividade e mais na velocidade de adaptação e na distribuição desses ganhos. A semana também foi marcada pela continuidade das negociações entre Estados Unidos e Irã e, no Japão, pela indicação de novos membros para o BOJ, além de relatos de preocupação do governo com a trajetória recente de alta de juros. No Brasil, o IPCA-15 surpreendeu para cima, com alta de 0,84% ante expectativa 0,58%, puxado por itens voláteis como passagens aéreas, seguro e perfumes. A curva de juros abriu após o dado. No campo político, pesquisas mostraram continuidade da perda de popularidade do presidente Lula, com Flávio Bolsonaro empatado ou ligeiramente à frente em cenários de segundo turno, além do avanço da agenda da oposição. A incerteza em torno da IA gerou rotação setorial nos mercados, com destaque para a queda de cerca de 8% dos bancos regionais nos EUA (KRE). Mesmo após resultados fortes, a Nvidia encerrou a semana em baixa. Os índices Nasdaq (-0,20%) e S&P 500 (-0,40%) registraram leves quedas, enquanto o Russell 2000 foi mais impactado, recuando 1,70%. Os juros americanos fecharam, com redução de prêmio na parte longa. O dólar seguiu fraco frente a emergentes e moedas desenvolvidas, com valorização de 1% do real. Ouro e prata avançaram, assim como o petróleo, em meio à tensão geopolítica. O Ibovespa caiu aproximadamente 1%. Na próxima semana, destaque para payroll, ISMs e vendas no varejo nos EUA, inflação na Zona do Euro e PMIs da China. No Brasil, atenção ao Caged e ao PIB.
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, o PIB do quarto trimestre dos EUA mostrou crescimento abaixo do esperado, com impacto negativo dos gastos do governo, mas o restante da composição melhor. Foi divulgada a minuta da última reunião do Fed, demonstrando que os membros enxergam também possibilidade de aumento de juros. Na Europa, os PMIs melhoraram marginalmente, com destaque para a recuperação da Alemanha, em serviços e manufaturas. A semana também foi marcada pela decisão da Suprema Corte nos EUA derrubando tarifas impostas sob medidas emergenciais, seguida do anúncio de novas tarifas globais temporárias de 10% por parte de Trump, o que, por ora, reduz a tarifa efetiva frente ao cenário anterior. Houve forte noticiário ligado às negociações entre EUA e Irã, com aumento do receio de ataque americano. No Brasil, o noticiário político ganhou destaque com repercussões do Carnaval, após homenagem ao presidente Lula gerar críticas e impacto negativo em indicadores de popularidade. No campo institucional, o STF voltou ao centro do debate com desenvolvimentos ligados ao Banco Master. Nos EUA, o juro de 1 ano abriu 8 bps, e as bolsas tiveram bom desempenho – S&P 500 +1,07%, Nasdaq +1,13% e Russell 2000 +0,55%. No Brasil, os juros fecharam marginalmente (jan/29 -9 bps), o Ibovespa valorizou 2,17% e, o real, 0,92%. Na próxima semana, destaque para IPCA-15, Caged e pesquisa eleitoral no Brasil. Nos EUA, atenção à comunicação de membros do Fed.
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Victor Ary debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, a semana começou com surpresa na eleição do Japão, com vitória expressiva do partido da primeira-ministra Sanae Takaichi, demonstrando sua popularidade e força para avançar numa agenda fiscal expansionista. Nos EUA, as vendas no varejo vieram abaixo do esperado, e o core da inflação veio em linha com a expectativa, apesar do headline um pouco mais baixo. Entretanto, o destaque foi o payroll, que trouxe contratações acima do esperado e recuo da taxa de desemprego. No Brasil, o IPCA de janeiro foi 0,33%, com aberturas ligeiramente piores, mas ainda dentro de um quadro considerado tranquilo para o início do ano. Os dados de PMS e PMC foram um pouco mais fracos que o esperado, mas sem alterar a expectativa de PIB. Novas pesquisas eleitorais mostraram avanço de Flávio Bolsonaro e redução de sua rejeição, enquanto Lula segue sem recuperar popularidade. O presidente do BCB, Gabriel Galípolo, gerou volatilidade ao mencionar “parcimônia e cautela”, posteriormente reiterando que o relevante é a comunicação oficial da entidade. No mercado de crédito, houve abertura de spreads em todos os segmentos. Apesar disso, parte relevante do movimento foi puxada por Raízen, após prejuízo trimestral e, principalmente, notícias não oficiais, mas bastante detalhadas, sobre possíveis reestruturações para a empresa, inclusive envolvendo credores. Nos EUA, o juro de 10 anos fechou 16 bps, e as bolsas tiveram desempenho negativo – S&P 500 -1,39%, Nasdaq -1,37% e Russell 2000 -0,89%. No Brasil, o jan/31 fechou 11 bps, o Ibovespa subiu 1,92% e o real caiu 0,07%. O iene japonês valorizou 3%. Na próxima semana, atenção ao IBC-Br no Brasil e ao PIB do quarto trimestre nos EUA.
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart, Sarah Campos e Victor Ary debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, o Banco Central Europeu manteve os juros em 2%, em uma reunião sem surpresas relevantes. Já o Banco Central da Inglaterra manteve a taxa em 3,75%, em decisão considerada dovish, com 4 votos por queda, e 5 por manutenção, além de projeções mais favoráveis para a convergência da inflação. Nos EUA, o ISM de manufaturas mostrou alta em novas ordens e produção, que parece impulsionada por recomposição e antecipação de estoques diante de incertezas tarifárias, enquanto o ISM de serviços veio estável, mas com demanda desigual entre os setores. No mercado de trabalho, o ADP veio abaixo do esperado e o número de vagas abertas recuou novamente. No campo geopolítico, EUA e Irã iniciaram negociações. No Brasil, a ata do Copom deixou aberta a possibilidade de um primeiro corte de maior magnitude que a esperada anteriormente. No campo político, a volta do Congresso e sinalizações sobre possíveis nomes para o Banco Central geraram ruído, especialmente em relação à condução da política monetária. Os nomes que tendem a ser indicados são Guilherme Mello, do Ministério da Fazenda, e Tiago Cavalcanti, professor de Cambridge. No mercado de crédito, a semana marcou uma mudança de comportamento, com abertura de spreads em debêntures tradicionais e incentivadas, principalmente em nomes mais longos. No primário, o volume foi reduzido. Houve aumento de volatilidade dos títulos de Raízen, após notícias não oficiais e recompra de títulos com cláusulas de cross default da Cosan, elevando a cautela dos investidores. Nos EUA, os juros tiveram fechamento marginal, e as bolsas seguiram com desempenho misto – S&P 500 -0,17%, Nasdaq -1,97% e Russell 2000 +2,14%. No Brasil, o jan/27 fechou 11 bps, o jan/35 abriu 20 bps, o Ibovespa subiu 0,78% e o real valorizou 0,86%. Na próxima semana, destaque para o payroll e dados de inflação nos Estados Unidos; eleições parlamentares no Japão; dados de atividade, inflação e pesquisas eleitorais no Brasil.
Quarta-feira, dia 04/01/2026, nossas equipes de gestão e pesquisa econômica realizaram o call mensal abordando os assuntos mais relevantes do mês de Janeiro. Novamente, realizamos a conferência pelo Zoom com transmissão simultânea pelo YouTube. Não deixem de acompanhar!
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠ ⁠ No cenário internacional, o destaque foi a decisão do Fed, que manteve os juros inalterados, reconhecendo a melhora no cenário de crescimento. Ao longo da semana, Donald Trump anunciou Kevin Warsh como sucessor de Powell na presidência do Fed. Na Zona do Euro, o PIB do quarto trimestre veio levemente acima do esperado, e a taxa de desemprego um pouco abaixo da expectativa. No campo geopolítico, Trump elevou o tom em relação ao Irã, ao mesmo tempo em que sinalizou abertura para um acordo nuclear, o que contribuiu para a alta do petróleo.⁠ ⁠ No Brasil, o IPCA-15 de janeiro veio ligeiramente abaixo da expectativa, puxado por alimentação. A composição foi marginalmente pior, mas insuficiente para alterar a leitura de melhora recente da inflação. No mercado de trabalho, Caged e PNAD mostraram um mercado ainda apertado em 2025, com taxa de desemprego em mínima histórica, apesar do Caged apontar para forte recuo de vagas em dezembro. O Copom manteve a Selic em 15% e sinalizou o início do ciclo de flexibilização na próxima reunião, destacando a necessidade de serenidade no ritmo dos cortes.⁠ ⁠ Nos EUA, o juro de 10 anos abriu 2 bps, e as bolsas tiveram desempenho misto – S&P 500 +0,34%, Nasdaq -0,21% e Russell 2000 -2,08%. No Brasil, o jan/29 fechou 31 bps, o Ibovespa subiu 1,40% e o real valorizou 0,42%. A prata caiu 17,80% e o petróleo subiu 7,66%. ⁠ Na próxima semana, destaque para os dados de mercado de trabalho nos EUA, decisões dos bancos centrais da Zona do Euro e da Inglaterra e, no Brasil, produção industrial e ata do Copom.⁠⁠
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠ ⁠ No cenário internacional, ocorreu o Fórum Econômico Mundial de Davos, onde Trump amenizou o tom adotado até então, afirmando que não enviaria tropas para a Groenlândia e que não imporá tarifas sobre a Europa. No Japão, a primeira-ministra defendeu a redução temporária de impostos sobre o consumo de alimentos, medida com impacto fiscal e anunciada às vésperas das eleições, que foram confirmadas para o início de fevereiro após a dissolução do Parlamento. O Banco Central do Japão manteve a taxa de juros inalterada e reforçou a estratégia de gradualidade, com ajustes condicionados ao cenário econômico e de preços. Na Europa, os PMIs vieram mistos – de maneira agregada demonstrando estabilidade.⁠ ⁠ No Brasil, o foco foi para o noticiário político: o governador Tarcísio de Freitas cancelou a visita a Jair Bolsonaro, e seguiu negando intenção de candidatura presidencial. As pesquisas eleitorais foram positivas para Flávio Bolsonaro, com aumento de intenção de votos em cenários de segundo turno. Também houve destaque para as notícias envolvendo o Banco Master, incluindo possível ligação ao ministro Dias Toffoli, podendo levar o caso novamente para a primeira instância. ⁠ Nos EUA, os juros ficaram praticamente estáveis, e as bolsas tiveram desempenho misto – S&P 500 -0,35%, Nasdaq +0,30% e Russell -0,32%. No Brasil, o jan/29 fechou 19 bps, o Ibovespa subiu 8,53% e o real valorizou 1,62%. O ouro subiu mais 8,38% e o petróleo subiu 3,08%. ⁠ Na próxima semana, destaque para as decisões do Fed e do Copom e, também por aqui, IPCA-15 e dados de mercado de trabalho. ⁠
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, a inflação (CPI) de dezembro nos EUA trouxe surpresa baixista, inclusive nos núcleos – entretanto, por conta do shutdown, algumas coletas sofreram modificações, levantando dúvidas sobre a confiabilidade dos dados. Os dados de varejo por lá vieram um pouco melhores que a expectativa. Politicamente, Trump deu sinais de que pode manter Kevin Hassett na Casa Branca, elevando a expectativa que Kevin Warsh, ex-membro do Fed, assuma a presidência da entidade. No Brasil, os dados de serviços vieram um pouco mais fracos que o esperado, e os dados de varejo mais fortes. No campo político, o ex-presidente Bolsonaro foi transferido para a Papudinha após diálogo de Michelle Bolsonaro com o STF. Além disso, pesquisas eleitorais mostraram queda na rejeição de Flávio Bolsonaro e aumento nas intenções de voto no segundo turno. Por fim, houve sinalização que Ratinho Jr. e Romeu Zema também serão candidatos nas eleições presidenciais. Nos EUA, o juro de 10 anos abriu 6 bps, e as bolsas tiveram desempenho misto – S&P 500 -0,38%, Nasdaq -0,92% e Russell 2000 +2,04%. No Brasil, o jan/35 abriu 16 bps, o Ibovespa subiu 0,88% e o real caiu 0,10%. O ouro subiu mais 1,92%. Na próxima semana, destaque para os dados de inflação e atividade nos EUA, além de dados de atividade na Europa e possíveis desdobramentos no Irã. No Brasil, o foco serão as pesquisas eleitorais. Não deixe de conferir!
Quarta-feira, dia 07/01/2026, nossas equipes de gestão e pesquisa econômica realizaram o call mensal abordando os assuntos mais relevantes do mês de Dezembro. Novamente, realizamos a conferência pelo Zoom com transmissão simultânea pelo YouTube. Não deixem de acompanhar!
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, o destaque foi a captura de Nicolás Maduro por uma operação dos EUA, com a vice-presidente Delcy Rodríguez assumindo interinamente e sinalizando reaproximação diplomática com os americanos. Ao mesmo tempo, o Irã enfrenta novos protestos violentos contra o governo, com mais de 2 mil prisões. Nos EUA, o payroll de dezembro reforçou desaceleração nas contratações, mas sem demissões em massa. Na Zona do Euro, a inflação de dezembro reforçou a leitura de desinflação, mas o ECB segue dependente dos dados antes de sinalizar cortes. No Brasil, o IPCA de dezembro veio em linha com o esperado, mas com núcleos ligados a serviços de mão de obra ainda elevados. A produção industrial veio com composição mista, sem surpresas relevantes. No campo político, o Flávio Bolsonaro deu uma entrevista em que buscou uma posição mais ao centro. Nos EUA, o juro de 2 anos abriu 6 bps, e as bolsas tiveram bom desempenho – S&P 500 +1,57%, Nasdaq +2,22% e Russell 2000 +4,67%. No Brasil, o jan/35 abriu 10 bps, o Ibovespa valorizou 1,76% e o real 1,09%. O petróleo subiu 2,55%. Na próxima semana, atenção para dados de inflação e atividade nos EUA e, no Brasil, dados de atividade (PMC e PMS) e pesquisas eleitorais. Não deixe de conferir!
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠ ⁠ No cenário internacional, o destaque foi a divulgação do PIB americano do terceiro trimestre, mais forte que o esperado e com aceleração do consumo frente ao anterior. Já os dados de mercado de trabalho (ADP) seguem indicando contratações em ritmo mais fraco. Por fim, o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, anunciou encontro com Trump para discutir cessar-fogo com a Rússia. ⁠ No Brasil, foi divulgado o IPCA-15 de dezembro, em linha com a mediana de mercado, mas com leitura qualitativa um pouco pior que a esperada, mostrando pressão em componentes importantes, como serviços subjacentes. No âmbito político, o ex-presidente Jair Bolsonaro cancelou a entrevista que daria e publicou carta endossando a candidatura de seu filho Flávio na próxima eleição presidencial. Foi divulgada nova pesquisa sinalizando praticamente um empate técnico entre Lula e Flávio no segundo turno. ⁠ Nos EUA e no Brasil, os juros fecharam a semana quase no mesmo nível da semana anterior. Já as bolsas tiveram bom desempenho: S&P 500 +1,40%, Nasdaq +1,18%, Russell 2000 +0,19% e Ibovespa +1,53%. As commodities também fecharam em alta. ⁠ Na próxima semana, destaque para a minuta da reunião do Fed, dados de atividade na China e dados de mercado de trabalho no Brasil. ⁠ Não deixe de conferir!⁠
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Sarah Campos e Tomás Goulart comentam, no episódio desta semana, os principais acontecimentos no Brasil e no mundo. Nos Estados Unidos, foram enfim divulgados os dados econômicos de outubro e novembro. A taxa de desemprego subiu para 4,6% e o núcleo da inflação desacelerou para 2,6% em 12 meses. A qualidade dos números, porém, foi afetada por problemas de coleta, o que levou o Federal Reserve a indicar que dará mais peso aos próximos indicadores. Na Europa, o BCE manteve os juros estáveis e elevou suas projeções de inflação e crescimento. No Reino Unido, o BoE reduziu a taxa em 0,25% após votação apertada, sinalizando aproximação do juro neutro. No Japão, o BoJ elevou a taxa para 0,75% e segue aberto a novas altas. Na China, os dados de atividade voltaram a decepcionar, com destaque para vendas no varejo e crédito às famílias. No Brasil, a Ata do Copom e o Relatório de Política Monetária foram os principais destaques. O Banco Central reconheceu incerteza sobre o mercado de trabalho, mas retirou a sinalização de inflação acima da meta no horizonte relevante, reacendendo a possibilidade, ainda dependente do cenário, de um corte em janeiro. No campo político, a pesquisa mostrando Flávio Bolsonaro competitivo aumentou a volatilidade e trouxe dúvidas sobre sua capacidade de reduzir a rejeição entre independentes. Nos EUA, o juro de 2 ano fechou 4 bps, e as bolsas tiveram desempenho misto – S&P 500 +0,10%, Nasdaq +0,59% e Russell 2000 -0,86%. No Brasil, o jan/29 abriu 23 bps, o Ibovespa caiu 1,43% e o real desvalorizou 2,3%. Para a próxima semana, as atenções se voltam para a divulgação do PIB dos Estados Unidos no terceiro trimestre. Já a agenda doméstica inclui o IPCA-15 na terça-feira e tende a ser mais esvaziada devido às festas de fim de ano.
loading
Comments