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Fala, Cientista!

Author: Fala, Cientista!

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Pesquisadores da UFPR falam sobre seus trabalhos e sobre a importância da Ciência no cotidiano das pessoas.

Produção: Robinson Samulak
Apresentação: Robinson Samulak
Edição: Ângelo Biase
Identidade sonora: Marcos Belczak
Logomarca: Rafaella Pereira Ferraro
Supervisão: Chirlei Kohls

Uma produção da Agência Escola UFPR.

Site: http://www.agenciacomunicacao.ufpr.br
Twitter: https://tinyurl.com/TwitterAE
Instagram: https://tinyurl.com/igagenciaescola
YouTube: https://tinyurl.com/AgenciaYT
Facebook: https://tinyurl.com/agenciaescolafb
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A maternidade pode ser um período muito especial para a maioria das mulheres. Porém, ela está associada com novas responsabiliades, que deveriam vir acompanhadas do apoio dos pais e de outros familiares. Infelizmente a realidade é bem diferente, e isso pode dificultar — ou até mesmo inviabilizar — que mães iniciem ou sigam com uma carreira acadêmica. Para falar sobre esses problemas, como eles afetam a pesquisa e como eles podem ser superados, nós conversamos com Jessica Heindyk Jamal, mestranda no Programa de pós-graduação em Educação em Ciências e Matemática da UFPR, que está trabalhando com pesquisadores com bolsa produtividade do CNPq e com Juliana Paula da Silva, professora do departamento de Química da UFSC e embaixadora da região sul do Parent in Science. Produção: Jamille da Silveira e Robinson Samulak Alves Apresentação: Robinson Samulak Alves Edição: Ângelo Biase Identidade sonora: Marcos Belczak Identidade visual: Gabriela Tacla Supervisão: Valquiria John
Nascido na Lapa, em 1862, Victor Ferreira do Amaral e Silva era filho de fazendeiros que aos 12 anos foi morar sozinho no Rio de Janeiro. Lá, formou-se médico antes de retornar ao Paraná onde exerceu a profissião. Na capital do estado, Victor Ferreira do Amaral também atuou como político e jornalista, antes de fundar a Universidade do Paraná, que algumas décadas depois se tornaria e UFPR e teria ele como seu primeiro reitor.
Mestra e doutora em Direito pela Universidade Federal do Paraná, Eneida Desiree Salgado é Eneida Desiree Salgado professora do Departamento de Direito Público e do Programa de Pós-Graduação em Direito da UFPR. Mas antes, sua trajetória passa pelas visitas ao escritório do avô na infância, pela dúvida se terminaria o curso de Direito, por três processos seletivos de mestrado e pala maternidade. E, no meio disso tudo, ela também criou o projeto de pesquisa Política Por/De/Para Mulheres, que atualmente atua de maneira independente da UFPR como um instituto de pesquisa.
A pandemia do novo coronavírus reforçou uma série de problemas já enfrentados, entre eles a quantidade enorme de informações falsas ou no mínimo imprecisas, que se espalham tão ou mais rápido do que o vírus, o que aumenta os riscos para todos nós. Este episódio do Fala, Cientista! traz as perspectivas de um grupo de pesquisadores sobre o assunto. O ponto de partida é o projeto Avalie, não seja fake, coordenado pelo professor Gabriel Gomes de Luca, do departamento de Psicologia da UFPR, que explica como cada um de nós pode ser um agente no combate às fake news.  Temos mais cinco convidados, para que possamos tratar de vários aspectos que dizem respeito a esse tema tão importante e tão presente em nosso cotidiano. Cláudia Quadros e Kelly Prudencio, professoras da pós-graduação de Comunicação da UFPR e da Agência Escola da UFPR; Emerson Cervi, professor da pós-graduação em Comunicação e Ciência Política da UFPR; Maurício Liesen, pós-doutorando da pós-graduação em comunicação; e Rodrigo Botelho, da Agência Escola e professor nas pós-graduações de Comunicação e Gestão da Informação.
Todos os dias são descobertas novas informações sobre o comportamento e o avanço da Covid-19 no mundo. Da mesma forma, também há um constante monitoramento dos impactos causados pelas medidas de prevenção adotadas e dos recursos materiais e humanos disponíveis para o enfrentamento à doença. Nesse contexto, modelos matemáticos podem ser utilizados como ferramentas na projeção de cenários que permitem a compreensão, avaliação e determinação de políticas públicas que podem auxiliar no combate à pandemia.  Neste episódio conversamos com os professores Rodrigo Schulz, do departamento de Engenharia e Exatas (setor Palotina), e Roberto Raittz, docente do programa de pós-graduação em Bioinformática da UFPR. Os dois estão desenvolvendo pesquisas relacionadas ao estudo da curva de contágio da Covid-19 no Brasil e vão nos ajudar a compreender algumas diferenças entre essas duas abordagens. 
Uma das principais preocupações causadas pelo novo coronavírus é o impacto na economia. Além do risco de contrair a doença, que se espalha muito rápido e ainda não tem cura, as pessoas também são afetadas em questões financeiras, relacionadas com a paralisação de atividades não-essenciais. Por causa disso, o governo está adotando algumas medidas para incentivar o consumo. Uma ação recente foi a criação de um benefício de 600 reais por mês para trabalhadores que perderam suas fontes de renda por causa do avanço do coronavírus.  Pesquisadores da UFPR fizeram uma projeção do impacto econômico da Covid-19 no Brasil. Os cenários levantados por eles levam em conta a oferta de empregos durante a pandemia e as medidas adotadas pelo governo para tentar reduzir a crise. Os convidados de hoje são os professores Alexandre Porsse, Kênia de Souza, e Terciane Carvalho, do departamento de Economia e da pós-graduação em Desenvolvimento Econômico da UFPR, e Vinícius Vale, também do departamento de economia. Eles fazem parte do Núcleo de Estudos em Desenvolvimento Urbano e Regional aqui da Federal e são os autores da pesquisa. Estudo completo: http://www.nedur.ufpr.br/portal/wp-content/uploads/2020/04/nota-tecnica-nedur-ufpr-01-2020-impactos-economicos-da-covid-19-no-brasil.pdf Site do grupo: http://www.nedur.ufpr.br/portal/
Enfrentar a pandemia do novo coronavírus tem sido um desafio enorme para governos e cientistas do mundo todo. Afinal, é um vírus novo e ainda não sabemos tudo sobre ele. Mas situações de pandemia já aconteceram antes e o passado pode trazer lições importantes pra gente compreender melhor o cenário que estamos atravessando agora com a Covid-19.  Neste episódio, converso com a professora Liane Maria Bertucci, doutora em História Social pela Unicamp e Professora de História da Educação da Universidade Federal do Paraná.  Ela tem diversos trabalhos publicados na área de História e Saúde, especialmente sobre a pandemia de gripe espanhola, uma das maiores que o mundo já viveu.  Nós falamos um pouco sobre os impactos que esta pandemia teve no Brasil e no mundo, tentando estabelecer um paralelo com situações mais recentes, como o caso da H1N1 em 2009 e agora, com o novo coronavírus.
A tecnologia é uma das aliadas no combate ao coronavírus. Tanto no desenvolvimento de aparelhos que auxiliam na identificação e tratamento da doença, como é o caso dos testes rápidos desenvolvidos por startups nacionais e a adaptação de tecnologias já existentes para a produção em massa de respiradores, quanto no desenvolvimento de ferramentas de comunicação que auxiliam a disseminar informações e orientações sobre o vírus. A UFPR, por exemplo, lançou na última semana o Corin, assistente virtual do Facebook Messenger que esclarece as dúvidas sobre o novo Coronavírus (COVID-19) e apresenta, de forma dinâmica e interativa, as principais ações da instituição no combate e prevenção ao vírus. Existe, contudo, uma outra faceta da tecnologia que também tem ganhado protagonismo nesse cenário, mais voltado para o impacto e o uso dessas ferramentas na vida cotidiana, especialmente em relações sociais e de trabalho.  Esse é o tema do terceiro episódio da série especial do Fala, Cientista! sobre a pandemia do coronavírus. Nesta edição nós falamos com a Professora Noela Invernizzi Castillo, associada do Setor de Educação e do Programa de Pós-Graduação em Políticas Públicas da Universidade Federal do Paraná. A professora é antropóloga e possui mestrado e doutorado em Política Científica e Tecnológica.
O episódio de hoje é o segundo da série especial sobre a pandemia do coronavírus. Antes de iniciarmos, é sempre importante lembrar que a melhor forma de contribuirmos individualmente para a contenção da doença é ficarmos em casa.  É um compromisso de todos nós protegermos nossos familiares e o profissionais que precisam seguir com suas atividades, então aproveitamos para reforçar aqui o pedido: fiquem em casa! Para cumprir isso, a nossa equipe também está trabalhando de casa. Neste episódio do Fala, Cientista! vamos falar sobre questões comportamentais e saúde mental no enfrentamento da pandemia. Para falar desses aspectos estão conosco hoje as professoras Lis Andrea Soboll, do curso de Psicologia da UFPR e a professora Maria Virginia Cremasco, também do Departamento de Psicologia e coordenadora de extensão da UFPR.
O novo coronavírus foi descoberto pela ciência em dezembro de 2019, e cerca de três meses depois foi considerado uma pandemia pela Organização Mundial da Saúde. Todo mundo já sabe que a doença é altamente contagiosa e governos do mundo todo estão anunciando medidas pra tentar conter o avanço do vírus. Mas como é o trabalho dos cientistas envolvidos diretamente no combate ao novo coronavírus? Quais são os maiores desafios? Como é o processo de desenvolvimento de uma vacina? O que as universidades podem fazer para ajudar no controle da pandemia? Para responder a essas e outras perguntas, convidamos a professora Meri Bordignon Nogueira, do departamento de Análises Clínicas da UFPR. Ela é professora da disciplina de virologia e também é farmacêutica-bioquímica no laboratório de virologia do Hospital das Clínicas.
Formada em Medicina pela UFPR em 1989, Sonia Mara Raboni trabalha atualmente como professora da disciplina de Infectologia, é médica do laboratório de virologia e chefe da Unidade de Infectologia do Complexo Hospital de Clínicas UFPR. Atua também como professora dos Programas de Pós-graduação em Medicina Interna e Ciências da Saúde e do Programa de Pós-graduação em Microbiologia, Parasitologia e Patologia da UFPR. É uma das pessoas na linha de frente do HC durante a pandemia do coronavírus, tanto no tratamento de pacientes como nos testes de vacinas. Produção: Robinson Samulak Alves e Jamille da Silveira Apresentação: Jamille da Silveira Edição: Ângelo Biase Identidade sonora: Ângelo Biase Projeto Gráfico: Gustavo Conti Arte de Capa: Ana Beatriz Polena Prendin  Diagramação arte: Ana Beatriz Polena Prendin Supervisão: Valquiria John
Inovação social é um termo que diz respeito ao processo de desenvolvimento e implantação de produtos e serviços que visam resolver problemas sociais. Esse processo acontece através de parcerias, mas ainda não existem estudos sobre como essas parcerias afetam a inovação. Para falar sobre o assunto, convidamos Rodrigo Silva, professor no Instituto Federal do Paraná, e doutor em Administração pela UFPR, e que está em período de pós-doutorado aqui na Federal. O foco das pesquisas dele são inovação social e negócios de impacto social. O Rodrigo foi premiado duas vezes no Prêmio ICE– Finanças sociais e Negócios de Impacto. Agradecemos ao professor Eduardo de Carli, que participou do nosso episódio sobre parcerias entre universidades e empresas, e ao pesquisador Luiz Aurélio Virtuoso pela sugestão de pauta.
A sociologia é uma área das ciências humanas que se dedica a estudar os fenômenos sociais, ou seja, as  relações entre as pessoas na vida em sociedade. Mas também há uma vertente preocupada em estudar as relações que se estabelecem entre os seres humanos e outras espécies. São os chamados human-animal studies, ou ainda, sociologia dos animais. Para falar sobre esse assunto, a convidada de hoje é a professora Dra. Miriam Adelman, dos cursos de pós-graduação em Sociologia e Estudos Literários da UFPR. Ela desenvolveu alguns projetos de pesquisa nesse campo de estudos e também ministrou uma disciplina sobre o tema nos cursos de graduação em Ciências Sociais e Zootecnia.
Já faz algum tempo que a ciência se preocupa em entender como a música pode provocar emoções nos ouvintes. Pesquisadores de diferentes áreas estudam esse tema, com destaque para a psicologia. Um destes pesquisadores é o professor dr. Danilo Ramos, do departamento de Artes da UFPR e convidado de hoje aqui no Fala, Cientista! O professor Danilo coordena o Grupo de Pesquisa Música e Emoção, vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Música. Entre outros assuntos, nós conversamos sobre as teorias que tentam explicar a relação entre música e emoção e também sobre a capacidade da música em afetar a percepção de tempo dos ouvintes. Em 2017, o professor Danilo participou de uma edição do Em Tese, veiculado pela UFPRTV. O programa está disponível no Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=j-h5TXNBRaU Mais informações sobre o Grupo de Pesquisa Música e Emoção estão disponíveis no site: https://grumeufpr.wordpress.com/
A Inteligência artificial, em uma definição bem resumida, é uma tecnologia que desenvolve máquinas e programas capazes de realizar tarefas complexas, que geralmente só poderiam ser executadas por humanos. Pode parecer ficção científica, mas já é uma realidade. A inteligência artificial faz parte do nosso dia a dia e está sendo aplicada em diversas áreas: na indústria, na agricultura, no marketing e na segurança pública, por exemplo. Mas o que pouca gente sabe é que ela tem aplicações também na área da saúde.  Um estudo  publicado em 2019 por pesquisadores do Reino Unido mostrou que computadores podem analisar imagens e fazer diagnósticos clínicos tão bem quanto humanos. Os avanços são promissores, mas ainda há um longo caminho para o desenvolvimento e otimização dessas tecnologias. No episódio de hoje, vamos conversar com um pesquisador da UFPR que estuda essa interface entre a medicina e a informática, o professor Dr. Lucas Ferrari de Oliveira. Agradecemos ao pesquisador Luiz Zanlorensi, que foi quem sugeriu a pauta deste episódio.
As pesquisas desenvolvidas por universidades federais brasileiras podem colaborar muito com a indústria e ajudar o desenvolvimento do setor produtivo do país. No episódio de hoje conversamos sobre esse assunto com o professor Eduardo de Carli, doutor em Administração pela UFPR. No doutorado, o Eduardo estudou como funciona uma parceria entre dez universidades brasileiras com empresas privadas no desenvolvimento do “Programa de Melhoramento Genético da Cana-de-açúcar”, que é um projeto de cooperação técnica e científica focado no aumento da produtividade agroindustrial. A tese de doutorado foi defendida em 2018 e teve orientação da Professora Doutora Andréa Paula Segatto.
Dispositivos com biometria já estão em aeroportos, agências bancárias, urnas eletrônicas e até mesmo em alguns modelos de smartphones. Basicamente, biometria é a técnica usada pra identificar uma pessoa através de características físicas ou comportamentais. Hoje a gente conversa sobre esse assunto com o Luiz Antônio Zanlorensi, mestre em Computação Aplicada pela Universidade Estadual de Ponta Grossa e doutorando em Informática na UFPR. O Luiz pesquisa técnicas de biometria ocular, com orientação do Professor David Menotti Gomes. O seu trabalho é sobre identificação de pessoas através dos olhos. 
Este episódio faz parte de uma série especial sobre a situação da universidade pública brasileira frente ao contingenciamento de verbas anunciado pelo governo Bolsonaro em maio de 2019. A intenção é desconstruir alguns mitos sobre as universidades federais e levar ao público informações claras sobre o funcionamento de uma instituição pública de ensino superior. Nosso convidado do programa de hoje é o professor Dr. Ricardo Marcelo Fonseca, reitor da Universidade Federal do Paraná. Nós  conversamos com ele sobre a situação da UFPR nesse cenário de crise e também abordamos algumas críticas que têm sido feitas às universidades públicas nos últimos anos. Documento de análise do Future-se produzido pela UFPR: https://www.ufpr.br/portalufpr/wp-content/uploads/2019/08/UFPR-FUTURE-SE.pdf
Esse episódio faz parte de uma série especial sobre a situação da universidade pública brasileira frente aos cortes de verbas para educação anunciados pelo governo Bolsonaro em maio de 2019. Vamos conversar com servidores da Universidade Federal do Paraná para saber como essas medidas afetam o cotidiano de alunos, professores e funcionários. Também vamos abordar temas como o papel da universidade pública na sociedade, a forma como o dinheiro público é aplicado e a importância da pesquisa acadêmica para a comunidade externa. São quatro programas especiais, que vão ser publicados a cada quinze dias. A intenção é desconstruir alguns mitos sobre as universidades federais e levar ao público informações claras sobre o funcionamento de uma instituição pública de ensino superior. Hoje os nossos convidados são a Carolina Alexandre Calixto, da pós-graduação em Direito, e  Marcos Vinicius Tavares, da pós em Educação. A caroline é diretora jurídica e o Marcos é diretor de eventos, cultura e extensão da Associação de Pós-Graduandos da UFPR. Eles vão falar sobre os desafios dos cursos de pós graduação no cenário de crise que estamos enfrentando nas universidades federais. 
  Esse episódio faz parte de uma série especial sobre a situação da universidade pública brasileira frente aos cortes de verbas para educação anunciado pelo governo Bolsonaro em maio de 2019. Vamos conversar com servidores da Universidade Federal do Paraná para saber como essas medidas afetam o cotidiano de alunos, professores e funcionários. Também vamos abordar temas como o papel da universidade pública na sociedade, a forma como o dinheiro público é aplicado e a importância da pesquisa acadêmica para a comunidade externa. São quatro programas especiais, que vão ser publicados a cada quinze dias. A intenção é desconstruir alguns mitos sobre as universidades federais e levar ao público informações claras sobre o funcionamento de uma instituição pública de ensino superior. Esta é a segunda parte da entrevista com o professor Francisco de Assis Mendonça, pró-reitor de Pesquisa e Pós-graduação da UFPR. Conversamos sobre o funcionamento das bolsas de estudo para pesquisa científica.
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