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Brasil Paralelo | Podcast
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As velhas notícias de sempre, com um humor nunca dantes visto na história deste país, apresentado pelo Rasta, com o melhor do seu entendimento. 🐻
Um programa que mistura jornalismo e humor, com influências de Paulo Francis, Tião Macalé e Hermes e Renato, tudo isso na pessoa do Rasta, apresentando o programa diretamente das montanhas Adirondack, ao norte do estado de Nova York.
A dias do segundo turno das eleições, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) confirmou a mudança de local de votação para 444 seções eleitorais, afetando cerca de 130 mil eleitores em 22 estados. Inicialmente, um erro de leitura no sistema apontava mais de 4 mil locais alterados, gerando debate e apreensão entre as campanhas de Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro, especialmente pelo temor do aumento da abstenção em uma disputa acirrada.
Neste episódio, a Brasil Paralelo explica os motivos reais por trás dessas transferências — como danos estruturais e questões climáticas —, analisa a resposta oficial do ministro Kassio Nunes Marques e dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs), e detalha o passo a passo para você consultar seu endereço de votação antes de sair de casa neste domingo. Acompanhe a nossa análise e saiba o que está em jogo.
No sábado, 17 de outubro, a empresária Roberta Luchsinger abriu as portas do seu apartamento para uma entrevista à CNN Brasil que agitou o cenário político. Investigada pela Polícia Federal, a herdeira que em 2017 tentou doar 500 mil reais a Lula agora promete uma delação premiada que pode atingir o presidente e o seu filho, Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha.
Apesar de Lula afirmar que nunca viu a empresária, fotos, áudios e mensagens de WhatsApp — extraídas do grupo "Musaranhos" pela PF — revelam uma relação de proximidade e a suspeita de tráfico de influência envolvendo contratos governamentais. Entenda quem é Roberta Luchsinger, os detalhes da investigação sobre os descontos ilegais no INSS e a tentativa de venda de canabidiol ao SUS, além das contradições entre os discursos públicos e as provas levantadas até o momento. Um retrato factual dos bastidores e da antessala do poder em Brasília.
O próximo presidente da República deverá indicar ao menos quatro ministros para o Supremo Tribunal Federal (STF): a vaga aberta com a saída do ex-ministro Luís Roberto Barroso, em outubro de 2025, e as que serão abertas com as aposentadorias compulsórias dos ministros Luiz Fux, em 2028, Cármen Lúcia, em 2029, e Gilmar Mendes, em 2030. O vídeo explica como os ministros são escolhidos, quanto tempo podem permanecer no cargo e como o calendário de aposentadorias define a participação de cada presidente na composição da Corte.
O vídeo também aborda as funções acumuladas pelo STF, o volume de processos e de decisões monocráticas em comparação com as cortes constitucionais da Alemanha, dos Estados Unidos e da França, e os episódios que ampliaram a presença do tribunal na vida política do país, do julgamento do Mensalão ao caso Banco Master. Segundo pesquisa Datafolha de abril de 2026, 75% dos brasileiros avaliam que os ministros do STF têm poder demais.
Por fim, são apresentadas as propostas de reforma em discussão. Entre elas estão o código de ética proposto pelo ministro Edson Fachin, presidente do STF, a proposta de emenda à Constituição do senador Randolfe Rodrigues, líder do governo no Congresso Nacional, e projetos sobre mandatos fixos, regras de indicação e limites às decisões individuais. O vídeo trata ainda da rejeição, pelo Senado, da indicação de Jorge Messias, então advogado-geral da União, e do rito de impeachment de ministros.
Após meses de hiato, o youtuber Felca retornou à internet com um vídeo focado em suas experiências pessoais com bullying e fobia social. Lançado às vésperas do segundo turno das eleições, o conteúdo frustrou influenciadores e parte do público que aguardavam denúncias com potencial impacto político. O descompasso entre a expectativa criada nas redes e a revelação do youtuber resultou em uma onda de críticas, ataques e debates sobre o papel dos criadores de conteúdo no cenário eleitoral. Entenda o histórico de Felca — desde a fama nacional com o vídeo da adultização e a sanção da Lei Felca (ECA Digital) —, o conteúdo de seu novo relato pessoal e a repercussão que o transformou de herói a alvo em uma madrugada








