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Chutando a Escada
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Em seu segundo encontro com o Chutando a Escada em 2026, o Observatório Rússia e América Latina (Ruslat) se debruça sobre as conexões entre a política externa russa, o continente latino-americano e o acirramento das tensões no Oriente Médio, com foco particular na guerra no Irã. Conduzido por Daniela Secches, o episódio reúne sete pesquisadores em três blocos, traçando um panorama que vai da intervenção russa na Síria em 2015 ao reposicionamento de Moscou via Cuba em 2026.
O episódio debate o papel das comunidades da diáspora médio-oriental na América Latina, a polarização política em torno do conflito israelo-palestino, a diplomacia nuclear da Rosatom e, para encerrar, a civilização iraniana em perspectiva histórica e cultural, com sugestões de leituras e filmes para quem quer compreender o Irã para além da conjuntura imediata.
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Participaram deste episódio: Daniela Vieira Secches (PUC-MG), Guilherme Casarões (FIU), Danielle Makio (UNESP/UNICAMP/PUC-SP); Leonardo Nascimento (PUC-MG); Giovana Branco (USP); Laura Schneider (PUC-MG); Danny Zahreddine (PUC-MG; GEOMM).
Inserção musical no final: Tempo de Cavalos Bêbados
Capa do episódio: Plano crítico
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Citados no episódio:
GHOBADI, Bahman (dir.). Tempo de Cavalos Bêbados. Irã: Bahman Ghobadi Productions, 2000. 80 min.
KHAYYAM, Omar. Rubaiyát. [Séc. XI]. Tradução disponível em diversas edições.
Capítulos:
00:00 — Abertura
02:00 — Introdução ao episódio
05:00 — Rússia e Oriente Médio: da Síria ao Irã
13:00 — América Latina e Oriente Médio: história e contexto
30:00 — América Latina diante do conflito israelo-palestino e da questão iraniana
40:00 — Diplomacia nuclear russa e a América Latin
46:00 — Rússia e Cuba: petróleo e reposicionamento estratégico
50:00 — Civilização iraniana: história, cultura e sugestões
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Em 3 de janeiro de 2026, os Estados Unidos realizaram uma operação militar em Caracas, sequestrando o presidente Nicolás Maduro e a primeira-dama Cilia Flores. O episódio colocou a Venezuela num estado de transição ambíguo: sem Maduro no poder, mas com o chavismo ainda controlando as principais instituições do Estado. Semanas depois, uma reforma acelerada da lei de hidrocarbonetos abriu caminho para maior controle norte-americano sobre o petróleo venezuelano, com royalties reduzidos e contratos sujeitos à arbitragem internacional, algo que a legislação anterior proibia explicitamente.
Neste episódio do OPEU em parceria com o Chutando a Escada, Tatiana Teixeira conversa com Ana Penido, professora do Instituto de Relações Internacionais e Defesa da UFRJ, e Carolina Silva Pedroso, professora adjunta na Unifesp, ambas pesquisadoras do INCT-INEU. As convidadas reconstroem o que mudou e o que permanece na Venezuela, analisam as implicações econômicas e políticas das mudanças impostas sob pressão norte-americana e discutem se o sequestro de Maduro representa um novo padrão de intervenção na América Latina ou apenas a intensificação de uma estratégia já em curso há mais de vinte anos.
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Participaram deste episódio: Tatiana Teixeira (editora-chefe do OPEU), Ana Penido (UFRJ/INCT-INEU), Carolina Silva Pedroso (Unifesp/INCT-INEU)
Inserção musical: @philiplabes, “Let’s Do It Again”
Capa do episódio: Leonardo Fernández Viloria/Reuters
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Capítulos
00:00 — Apresentação e contexto
02:00 — O sequestro de Maduro: o que os EUA conquistaram — e o que não conquistaram
08:00 — A estratégia militar venezuelana e a resistência do chavismo
12:00 — A sociedade venezuelana: da crise de 2016-2019 à reorganização
19:00 — A lei de hidrocarbonetos e a soberania do petróleo venezuelano
29:00 — Sanções como continuidade: de Obama ao Trump 2.0
53:00 — Lições para o Brasil e a América Latina
01:11:00 — Chavismo sem Maduro: o que pode sobreviver?
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O que há em comum entre uma bateria antiaérea da Segunda Guerra Mundial, os algoritmos do WhatsApp e o bolsonarismo? Para Letícia Cesarino, professora associada de Antropologia Social na Universidade Federal de Santa Catarina, a resposta está na cibernética. Neste episódio, produzido em parceria com o Observatório da Extrema Direita, David Magalhães e Guilherme Casarões recebem Letícia para discutir seu artigo recém-publicado na revista Current Anthropology: “An Ecology of Mind Approach to Far-Right Publics in Brazil“, no qual ela aplica o quadro teórico da ecologia da mente, desenvolvido pelo antropólogo Gregory Bateson, para reler o bolsonarismo como um sistema tecnopolítico.
No bloco de notícias, David traz dois termômetros da extrema-direita global: os resultados das eleições municipais na França, que revelam o avanço territorial do Rassemblement National a despeito de um teto de vidro nas grandes cidades, e as eleições húngaras de abril, onde Peter Magyar desafia 15 anos de governo Orbán. E ainda tem, no último bloco, dica cultural. Aperte o play!
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Participaram deste episódio: Letícia Cesarino (UFSC), David Magalhães e Guilherme Casarões
Capa do episódio: Agência Brasil (CC BY 3.0 BR)
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Capítulos:
00:00 — Abertura
00:02 — Entrevista: ecologia da mente, cibernética e extrema-direita digital
00:32 — Bolsonarismo, populismo e públicos digitais artificiais
00:45 — Radicalização, a lacuna online-offline e os limites da etnografia
00:57 — Boletim: França — eleições municipais e o Rassemblement National
01:03 — Boletim: Hungria — Orbán e Peter Magyar às vésperas das eleições de abril
01:08 — Dica cultural: Feels Good Man (Amazon Prime, 2020)
Citados no episódio
CESARINO, Letícia. “An Ecology of Mind Approach to Far-Right Publics in Brazil”. Current Anthropology, 2026.
BATESON, Gregory. Steps to an Ecology of Mind. Chandler, 1972.
GALISON, Peter. “The Ontology of the Enemy: Norbert Wiener and the Cybernetic Vision”. Critical Inquiry, v. 21, n. 1, 1994.
WIENER, Norbert. Cybernetics: Or Control and Communication in the Animal and the Machine. MIT Press, 1948.
MASSUMI, Brian. Ontopower: War, Powers, and the State of Perception. Duke University Press, 2015.
SIMONDON, Gilbert. L’individuation à la lumière des notions de forme et d’information. Jérôme Millon, 2005.
LIFTON, Robert Jay. The Nazi Doctors: Medical Killing and the Psychology of Genocide. Basic Books, 1986.
EASTON, David. A Systems Analysis of Political Life. Wiley, 1965.
Documentário Feels Good Man. Direção: Arthur Jones. EUA, 2020. Disponível na Amazon Prime.
Chute 391 — Transcrição
Parceria Chutando a Escada e Observatório da Extrema Direita Publicado em 26 de março de 2026
Abertura
David Magalhães: Olá, pessoal! Sejam bem-vindos e bem-vindas a mais um episódio da parceria entre o Chutando a Escada e o Observatório da Extrema Direita — o primeiro episódio de 2026. A partir de agora, nos encontramos sempre na última semana de cada mês com episódios dedicados a discutir a extrema-direita em suas dimensões globais, teóricas e também reagindo ao calor dos acontecimentos.
Para quem já acompanha o podcast, vale lembrar que nosso programa segue dividido em três blocos. No primeiro, trazemos uma entrevista mais aprofundada com pesquisadores e pesquisadoras que estão na linha de frente desse debate. Depois, passamos para um boletim com as análises das principais notícias envolvendo a extrema-direita global. E, para fechar, uma dica cultural sempre conectada com o universo do extremismo de direita — pode ser um livro, um filme, uma série, uma produção musical. Peço que você fique conosco até o fim, porque a dica deste episódio está completamente relacionada com o tema da nossa entrevista. Vamos lá.
Entrevista — Letícia Cesarino
David Magalhães: Estou aqui com o meu amigo Guilherme Casarões para receber a nossa convidada deste episódio, que é a Letícia Cesarino. A Letícia é professora associada de Antropologia Social na Universidade Federal de Santa Catarina e também uma das novas integrantes do Observatório da Extrema Direita. Aproveitamos para dar as boas-vindas — é um prazer ter você conosco, não só no episódio, mas também no Observatório.
Nos últimos cinco anos, a Letícia desenvolveu uma pesquisa bastante aprofundada e relevante sobre antropologia digital, extrema-direita e redes sociais. E, mais recentemente, ela acaba de publicar — acabou de sair do forno — um artigo bastante interessante e instigante na revista Current Anthropology. O artigo se intitula “An Ecology of Mind Approach to Far-Right Publics in Brazil” — algo como uma abordagem da ecologia da mente aplicada aos públicos de extrema-direita no Brasil. A ideia deste episódio é discutir esse novo artigo.
Letícia, você mobiliza um quadro teórico bastante sofisticado, especialmente ao trazer a ideia de ecologia da mente — ecology of mind —, que vem do trabalho de Gregory Bateson, um antropólogo e linguista britânico importante do século XX. Confesso que não o conhecia; encontrei o livro dele em PDF na internet e li um pouco para me inteirar de como você adota e aplica esse quadro teórico para discutir redes sociais e extrema-direita brasileira. Fiquei bastante interessado no uso do termo “cibernético”, porque para ouvidos contemporâneos ele remete imediatamente ao universo digital, de redes e internet. Mas as principais obras de Bateson são publicadas logo após a Segunda Guerra, nos anos 1960 e 1970 — embora ele tenha iniciado seu desenvolvimento nos anos 1930 —, e ele não estava falando exatamente de internet. Isso me gerou dúvidas. Antes de falarmos da aplicação propriamente dita, você poderia nos explicar um pouco sobre essa abordagem e esse quadro teórico? Bateson propõe tudo isso muito antes da chamada terceira revolução industrial.
Letícia Cesarino: Oi, David, Casarões. É um grande prazer estar aqui com vocês no podcast e também no Observatório da Extrema Direita como um todo. Obrigada pelo convite. Acho que esse artigo é um bom gancho para trabalharmos questões da minha abordagem mais específica para a extrema-direita, porque, diferente de muitos que trabalham nesse campo, eu não venho dos estudos da política. Sou uma antropóloga cuja área de origem é a antropologia da ciência e tecnologia — sempre foi assim, desde a graduação —, e nos últimos anos fui transitando para essas questões das mediações digitais, das plataformas e da cibernética. O meu olhar para a extrema-direita é, portanto, um olhar tecnopolítico. O meu interesse é entender essa dimensão relativamente pouco trabalhada nas ciências sociais: o papel das máquinas, o papel da técnica, o papel das infraestruturas técnicas na conformação dessa força política e, mais especificamente no caso desse artigo, dos ecossistemas digitais de extrema-direita.
A ecologia da mente e o Bateson — nos últimos anos consolidei em torno da obra dele um arcabouço que remeto também a outros autores da antropologia e da área dos estudos de mídia e tecnopolítica, para desenvolver uma perspectiva que veja agência humana e maquínica juntas, de forma recursiva. E aí a cibernética — podemos começar por ela, esclarecendo o termo. O termo remete a computadores, o que faz sentido, porque a cibernética clássica dos anos 1940, a de Norbert Wiener, o matemático estadunidense que inventou o termo, também deu origem à indústria de tecnologia que temos hoje. Existe, portanto, uma continuidade entre o que chamamos de cibernética hoje e o que era a cibernética como superciência da comunicação e do controle, tanto nos sistemas maquínicos como nos sistemas animais, incluindo o humano.
Gregory Bateson fez parte do grupo original das chamadas Conferências Macy, nos anos 1940. Mas depois da Segunda Guerra houve uma bifurcação: uma linha foi trabalhar o que chamo de cibernética das máquinas — Norbert Wiener, Von Neumann, todos os nomes precursores da indústria de tecnologia, da construção dos computadores, da inteligência artificial —, enquanto Bateson foi trabalhar a questão da cibernética dentro de uma chave mais próxima da teoria da evolução e da história natural, o que chamo de cibernética da vida. Ele tem um arcabouço que inclui a cibernética das máquinas, os princípios comuns do funcionamento de máquinas cibernéticas, humanos e animais, mas vai além, trazendo as camadas extras que o humano coloca na relação com a máquina. Nesse sentido, a ecologia da mente inclui a cibernética, mas é maior. É a partir desse ponto de vista que tenho olhado para a participação de máquinas cibernéticas — que, no fundo, hoje são basicamente algoritmos, e a evolução dos algoritmos são as inteligências artificiais — e como elas influem e participam em processos que entendemos como políticos, mas que, na verdade, são tecnopolíticos, porque têm cada vez mais a participação de agências não humanas, agências maquínicas.
Guilherme Casarões: Letícia, eu também ficava intrigado com essa terminologia cibernética. Lembro que na faculdade, na aula de sociologia, tive contato com David Easton, que aplicava a cibernética aos sistemas políticos e aos sistemas humanos em geral. Sempre achei curioso que não tivesse a ver com computador — essa foi a maneira como sempre encaramos o termo. Mas toda teoria de sistemas convida a um tipo de abordagem cibernética, com essa linguagem muito interessante de inputs e outputs, de como os sistemas funcionam. Trazer isso de volta à discussão é fundamental.
E você argumenta no seu texto que a infraestrutura das redes sociais carrega uma espécie de ontologia do inimigo, herdada dessa cibernética militar da Segunda Guerra Mundial. Como essa visão do ser humano como um servomecanismo — um animal a ser controlado por algoritmos — cria uma afinidade eletiva com a lógica da guerra e a desumanização do
Neste episódio, Filipe Mendonça conversa com o professor Rafael Villa (USP) sobre o evento que abalou as estruturas da geopolítica latino-americana: a operação militar de captura e sequestro de Nicolás Maduro. Villa, um dos maiores especialistas brasileiros em política venezuelana, analisa as causas do colapso súbito da defesa chavista e levanta a questão central: estivemos diante de uma falha catastrófica de inteligência ou uma demonstração sólida da superioridade militar dos Estados Unidos?
O episódio explora também o pragmatismo da administração Trump 2.0, que parece ter preterido a aliada ideológica María Corina Machado em favor de uma interlocução técnica e de governabilidade com Delcy Rodríguez. Entre a necessidade americana de garantir um suprimento seguro de petróleo frente às tensões no Irã e a fragmentação interna do chavismo, Villa desenha um cenário de tutela negociada que redefine a soberania na região. Discutimos ainda a perda de relevância da mediação brasileira e os sinais de que Cuba pode ser o próximo alvo no tabuleiro de Washington.
Aviso: Esta entrevista foi gravada pouco antes da notícia da destituição de Gustavo González López do Ministério da Defesa na Venezuela.
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Participaram deste episódio: Rafael Villa (USP) e Filipe Mendonça
Capa do episódio: XNY/Star Max/GC Images
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Capítulos:
00:00 Introdução:
12:30 Falha de inteligência ou traição militar?
25:00 O pragmatismo de Trump: Por que Delcy Rodríguez e não Corina?
38:00 A equação do petróleo: Venezuela como “porto seguro” frente ao Irã
50:00 O Brasil apequenado e a pressão sobre Cuba
01:00:00 Encerramento
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Neste episódio de abertura da parceria com o RUSLAT em 2026, o Chutando a Escada mergulha nas complexas relações entre a Rússia e a América Latina. Em um cenário global de profunda transformação, a coordenadora do observatório, Daniela Secches, lidera um time de especialistas para analisar como o “exterior distante” russo se tornou uma presença estratégica e incontornável em nosso continente.
O debate atravessa as dimensões políticas, econômicas e de segurança, discutindo desde a resiliência da economia russa após quatro anos de guerra até o impacto de eventos recentes como a crise na Venezuela e a busca brasileira por uma ordem multipolar. Mais do que geopolítica, o episódio revela as pontes simbólicas e culturais que conectam essas duas regiões de modernização tardia e identidades em disputa.
Aperte o play!
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Participaram deste episódio: Daniela Secches, Marinana Andrade, Guilherme Casarões, Giovana Branco, Laura Schneider e Leonardo Nascimento.
Agradecimento especial aos apoiadores: Alessandra Ramos de Souza, Túlio Avelino, Carlos Henrique Penteado, Juliano Goes, Caetano Souto Maior, Guilherme Anselmo e Patrick Cadier.
Capa do episódio: Frances Rocha
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Citados no episódio:
Filme: As Auroras Aqui Nascem Tranquilas (1972), dir. Stanislav Rostotsky.
Filme: Memórias do Subdesenvolvimento (1968), dir. Tomás Gutiérrez Alea.
Capítulos:
00:00 – Abertura e apresentação da parceria Chutando a Escada + RUSLAT.
02:00 – Panorama Geral: A perspectiva russa sobre a cooperação com a América Latina.
09:30 – O olhar latino-americano: Diversidade, pragmatismo e o lugar da região no mundo.
17:00 – Brasil e Rússia: Do reconhecimento no Império ao universalismo contemporâneo.
31:00 – Conexão Rússia-AL: 4 anos de conflito russo-ucraniano e a busca pela paz duradoura.
43:00 – Geopolítica em ebulição: Venezuela, Operação Absoluto Resolve e a Doutrina Trump.
51:00 – Revitalização diplomática: A 8ª Comissão de Alto Nível Brasil-Rússia.
58:00 – Outros olhares: Literatura, Escola do Teatro Bolshoi e identidades cruzadas.
01:13:00 – Conclusão e caminhos para a política internacional contemporânea.
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Neste episódio de abertura da temporada de 2026, o Chutando a Escada mergulha nas profundezas da identidade americana. Em um ano marcado pelos 250 anos da Independência dos Estados Unidos, a editora-chefe do OPEU, Tatiana Teixeira, recebe a professora Camila Vidal (UFSC) para uma análise que vai muito além das celebrações oficiais.
Elas discutem como os mitos fundadores, o conceito de Destino Manifesto e o excepcionalismo americano foram construídos e disputados ao longo dos séculos. Mais do que uma revisão histórica, o episódio revela uma ideia de democracia distorcida, servindo de base para o unilateralismo agressivo e a distopia política que vemos hoje sob o trumpismo.
Aperte o play!
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Participaram deste episódio: Tatiana Teixeira e Camila Vidal.
Dedicatória especial: Henrique Harudi Marques Toriha.
Capa do episódio: Capitólio sob nova perspectiva
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Citados no episódio:
RAPHAEL, Ray. Founding Myths: stories that hide our patriotic past. New York: The New Press, 2004.
HORNE, Gerald. The Counter-Revolution of 1776: slave resistance and the origins of the United States of America. New York: New York University Press, 2014.
Capítulos:
00:00 – Abertura: Temporada 2026, mudança para a Alemanha e novas parcerias.
08:30 – Giro de Conjuntura: Maduro, Irã, Groenlândia e Trump 2.0.
15:00 – Introdução: Os 250 anos da Independência e a disputa de narrativas.
25:00 – Mitos Fundadores e a construção do Excepcionalismo.
42:00 – Destino Manifesto e a “exportação” da democracia americana.
55:00 – Trumpismo: O unilateralismo agressivo como herança histórica.
01:10:00 – Conclusão: Quem os EUA podem ser daqui para frente?
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Neste episódio, Guilherme Casarões e Odilon Caldeira conversam com Michel Gherman, pesquisador do Observatório da Extrema Direita (OED), especialista em estudos judaicos e política israelense, que conduz uma análise rigorosa sobre a formação da extrema direita em Israel, suas raízes históricas e suas conexões contemporâneas com o neo-sionismo, o messianismo religioso e o projeto político de Benjamin Netanyahu. Michel discute também como símbolos, narrativas e identidades judaicas têm sido reconfigurados e mobilizados por movimentos de extrema direita no mundo, incluindo o bolsonarismo no Brasil. Da década de 1920 ao 7 de outubro, da Hebraica ao governo Trump 2.0, o episódio revela as imbricações entre política, religião, nacionalismo e guerra cultural no cenário global.
Como de costume na parceria entre o OED e o Chutando a Escada, o episódio traz ainda o boletim de conjuntura internacional, com análises sobre Europa, Estados Unidos e América Latina, incluindo sanções energéticas, refugiados brancos, narcoterrorismo e eleições locais nos EUA. Fechamos com uma dica cultural na medida: o filme The Order (2024), disponível no Prime Video, que explora o universo das milícias supremacistas e do neonazismo estadunidense, oferecendo chaves importantes para compreender a extrema direita transnacional.
Clique aqui e conheça o OED.
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Participaram deste episódio: Guilherme Casarões, Odilon Caldeira e Michel Gherman
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Capa do episódio: FP
Inserção: The Order
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Capítulos:
00:00 Introdução e apresentação da parceria com o OED01:00 A formação histórica da extrema direita sionista10:30 As origens do neo-sionismo18:00 Militarismo, etnicidade e a consolidação da extrema-direita em Israel26:00 Netanyahu: trajetória, radicalização e alianças religiosas35:00 Evangelismo, nacionalismo judaico-cristão e conexões globais42:00 Bolsonaro na Hebraica e a colonização dos símbolos judaicos no Brasil50:00 Antissemitismo, instrumentalização política e polarização pós–7 de outubro58:00 Boletim internacional do OED: Europa, EUA, narcoterrorismo e eleições locais01:07:00 Dica cultural: The Order (2024), supremacismo branco e neonazismo nos EUA
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Enquanto a COP30 acontece no Brasil e o mundo discute metas climáticas, mecanismos de governança e negociações internacionais, a conversa aqui segue por um caminho menos explorado: o impacto subjetivo, emocional e existencial da crise ecológica. Neste episódio, Filipe Mendonça conversa com Gustavo Lagares, internacionalista formado pela UFU e doutor pela PUC Minas, sobre ecologia política, ecopsicologia e o mal-estar que marca a vida no Antropoceno.
O episódio percorre conceitos como Holoceno, Antropoceno, capitaloceno, ansiedade climática, luto ecológico, luto geológico e geofilia, sempre buscando conectar crítica política, experiência vivida e vínculos com a Terra. Gustavo explica como a estabilidade geológica que moldou as sociedades humanas chegou ao fim, analisa o papel do capitalismo e da extrema direita na negação da crise e discute por que emoções como medo, culpa e angústia revelam muito mais do que simples “ecoansiedade”. Ao final, propõe caminhos de cuidado, simbolização e reconstrução afetiva com o mundo mais-que-humano. Aperte o play!
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Participaram deste episódio: Filipe Mendonça e Gustavo Lagares
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Capa do episódio: iberdrola
Inserção musical: Nunca Callar, de Lucio Feuillet
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Livros citados no episódio
CHAKRABARTY, Dipesh; RENZO, Artur. O global e o planetário: a história na era da crise climática. São Paulo, SP: Ubu Editora, 2024.
KOPENAWA, Davi; ALBERT, Bruce. A queda do céu: palavras de um xamã yanomami. [S.l.]: Editora Companhia das letras, 2019.
LATOUR, Bruno. Onde aterrar?: como se orientar politicamente no antropoceno. [S.l.]: Bazar do Tempo Produções e Empreendimentos Culturais LTDA, 2020.
ROSZAK, Theodore. The voice of the earth: An exploration of ecopsychology. [S.l.]: Red Wheel/Weiser, 2001.
STENGERS, Isabelle. No tempo das catástrofes: resistir à barbárie que se aproxima. São Paulo: Cosac Naify, v. 203, 2015.
Capítulos
00:00 — Abertura + recados e agradecimentos04:00 — Trajetória do convidado e a passagem da RI para a ecopsicologia10:00 — Holoceno, Antropoceno e o debate sobre datas e causas17:00 — Capitaloceno, plantation e a crítica à modernidade23:00 — Elites, limites planetários e o mal-estar no Antropoceno30:00 — Ansiedade climática, luto ecológico e luto geológico38:00 — Como simbolizar a perda e repensar o vínculo com a Terra46:00 — Geofilia e caminhos para relações regenerativas50:00 — Ecoterapia, comunidade e novas formas de habitar a Terra54:00 — Encerramento e agradecimentos
Este episódio é dedicado aos apoiadores e apoiadoras Alessandra Ramos de Souza, Heitor de Sá Alencar e Moraes, Tiago Chiavegatti, Lucas Leite e Marina Beirão. O apoio constante de vocês mantém o Chutando a Escada vivo e permite que conversas como esta continuem chegando a mais pessoas.
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Neste episódio, Filipe Mendonça conversa com Diógenes Moura Breda, professor do Instituto de Economia e Relações Internacionais da UFU, sobre dependência científica e tecnológica na América Latina e os desafios para construir um projeto soberano de desenvolvimento. A conversa percorre desde o pensamento latino-americano em ciência e tecnologia e a teoria marxista da dependência até os dilemas atuais do Brasil diante da corrida por dados, inovação e minerais estratégicos. Diógenes fala sobre o papel do Estado na produção científica, as limitações da política de inovação brasileira, o mito dos data centers como política industrial e a urgência de uma estratégia nacional para as terras raras. Aperte o play!
Clique aqui para acessar a coluna do Diógenes na Carta Capital
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Participaram deste episódio: Filipe Mendonça e Diógenes Breda
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Capítulos
00:00 — Abertura + recados e agradecimentos04:00 — Trajetória do convidado: da engenharia à América Latina10:00 — Pensamento latino-americano em ciência, tecnologia e sociedade18:00 — Teoria marxista da dependência aplicada à tecnologia26:00 — Industrialização dependente, superexploração e “linha branca”33:00 — Políticas no Brasil dos anos 2000: ciência sem inovação38:00 — Por que o Estado é central (EUA, China) vs. mito da tripla hélice45:00 — Data centers, nuvem e soberania digital no Brasil55:00 — Terras raras: poder de barganha e proposta de estatal01:04:00 — Encerramento e agradecimentos
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Neste episódio, Filipe Mendonça conversa com Túlio Cariello, diretor de conteúdo e pesquisa do Conselho Empresarial Brasil–China (CEBC), sobre o novo ciclo de investimentos chineses no Brasil. A partir dos dados mais recentes do CEBC, discutimos onde o dinheiro está chegando (setor elétrico, petróleo, mineração e a manufatura ligada aos veículos elétricos) e o que isso significa para a economia brasileira na próxima década. Falamos ainda da “nova fronteira” dos minerais estratégicos (cobre, nióbio, estanho, terras raras e lítio), dos riscos de dependência excessiva do mercado chinês e das oportunidades para agregar valor localmente, em sintonia com a agenda de reindustrialização verde. Um guia direto e cheio de dados para quem estuda ou trabalha com Brasil–China, comércio exterior e política industrial. Aperte o play e vem com a gente!
Clique aqui para acessar o CEBC
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Participaram deste episódio: Filipe Mendonça e Túlio Cariello
Capa do episódio: EBC
Inserções: Serra e os BRICS; Bolsonaro e o surgimento da COVID-19
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Capítulos
00:00 — Abertura + recados
05:30 — Como e por que a China virou tema central no Brasil
12:00 — O CEBC e a institucionalização da relação bilateral
17:00 — Continuidade, solavancos e o período 2016–2022
26:00 — Comércio, investimentos e “desacoplamentos” limitados
33:00 — Da imagem “quinquilharia” à alta tecnologia
40:00 — Para onde vai o investimento chinês no mundo
44:00 — Brasil em 2024: destaque setorial e a “nova fronteira” mineral
54:00 — Encerramento e agradecimentos
Este episódio integra a estratégia de divulgação científica do projeto FAPEMIG APQ-02432-21. As opiniões expressas pelos participantes são de responsabilidade dos entrevistados e não refletem, necessariamente, a posição institucional da FAPEMIG.
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Neste episódio, David Magalhães (PUC-SP) e Guilherme Casarões (Florida International University) entrevistam Gisela Pereyra Doval (Universidad Nacional de Rosario) que nos ajuda a decifrar o governo de Javier Milei. Como enquadrar o presidente e o que de fato foi feito em dois anos de gestão? Falamos de inflação em queda à custa de um ajuste social severo, cortes e vetos que asfixiam universidades e a “batalha cultural” inspirada no libertarianismo de Rothbard, além de denúncias de corrupção e a erosão de popularidade após a derrota peronista em Buenos Aires. No tabuleiro externo, discutimos antiglobalismo, alinhamento a Trump, tensionamentos com Mercosul e Brasil, rejeição à China/BRICS e a perda de autonomia estratégica em plena multipolaridade.
No Boletim do OED, David Magalhães analisa ainda como a extrema direita tem instrumentalizado a morte de Charlie Kirk, a ofensiva para rotular Antifa como terrorismo (e seus ecos na Europa), a exploração de casos de violência por partidos nativistas no Reino Unido e a “safronização” das forças armadas na Índia. Fechamos com a dica cultural: a série M. Mussolini, O Filho do Século (MUBI) e o livro de Antonio Scurati.
Clique aqui e conheça o OED.
Quer apoiar o Chutando a Escada? Acesse chutandoaescada.com.br/apoioComentários, críticas, sugestões? Escreva pra gente em perguntas@chutandoaescada.com.brParticiparam deste episódio: David Magalhães, Guilherme Casarões e Gisela Pereyra Doval.Capa do episódio: RFIInserções: Sky TVReceba novidades do chutando a escada no Whastapp
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Capítulos do episódio:
00:00 Introdução e apresentação da parceria com o OED
02:00 Conversa com Gisela Pereyra Doval – Milei e o populismo reacionário na Argentina
13:00 A guerra cultural e o ataque às universidades e ao CONICET
27:00 Corrupção, contradições e perda de legitimidade do governo Milei
35:00 Política externa argentina: Trump, China e o antiglobalismo
45:00 Boletim do OED – o assassinato de Charlie Kirk e a mobilização da ultradireita global
57:00 Dica cultural – Mussolini, o Filho do Século (livro e série)
Este episódio não seria possível sem nossa rede de apoiadores e apoiadoras. Ele é dedicado a Irani Braga Ramos, André Vilela Mueller Roger, Elisnei Menezes de Oliveira, Gabriel Januário de Mare e José Carlos Cunha Muniz Filho. Muito obrigado!
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Na semana em que a ONU completou 80 anos, o Chutando a Escada recebe André Kaysel Velasco e Cruz (Unicamp) para uma conversa densa e necessária. A partir do discurso de Lula na Assembleia Geral e do breve encontro com Donald Trump, discutimos a crise do multilateralismo, os impasses do Conselho de Segurança, a ascensão de uma extrema-direita transnacional e a nova geopolítica marcada por minerais críticos e plataformas digitais. Kaysel analisa ainda o “peso” do clã Bolsonaro no jogo de narrativas de Trump e reflete sobre o uso do termo genocídio em uma tribuna presidencial — e o impacto simbólico e político desse gesto. Aperte o play e venha com a gente.
Quer apoiar o Chutando a Escada? Acesse chutandoaescada.com.br/apoioComentários, críticas, sugestões? Escreva pra gente em perguntas@chutandoaescada.com.brParticiparam deste episódio: Filipe Mendonça e André KayselCapa do episódio: BBCInserções: BBC, Univision, Mídia NinjaReceba novidades do chutando a escada no Whastapp
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Capítulos:
00:00 — Abertura: discurso de Lula na ONU e crise do multilateralismo02:00 — Apresentação do convidado: André Kaysel (Unicamp)05:00 — Assembleia Geral de 2025: China, EUA e a extrema-direita global09:30 — Conflitos sem solução: Ucrânia, Gaza e limites da ONU12:00 — O encontro de 30 segundos entre Lula e Trump16:00 — Big Techs, minerais críticos e os BRICS em disputa19:00 — O clã Bolsonaro na “segunda prateleira” da extrema-direita internacional24:00 — Diplomacia empresarial, lobby em Washington e redes ideológicas30:00 — Discurso de Lula: soberania, democracia e voz do Sul Global35:00 — Clima, COP30 em Belém e justiça energética37:00 — América Latina na tribuna: Petro e Lula diante dos EUA41:00 — Genocídio em Gaza e reconhecimento do Estado Palestino46:00 — Autocrítica de Lula: a esquerda, a base social e a democracia50:00 — Fechamento e agradecimentos
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Nas últimas semanas, a relação Brasil–EUA entrou em modo crise. Jair Bolsonaro foi condenado pelo STF a 27 anos e 3 meses por tramar um golpe de Estado, e o governo Trump reagiu politicamente: além do tarifaço de 50% contra produtos brasileiros, passou a usar o sistema de vistos como instrumento de pressão, inclusive às vésperas da Assembleia-Geral da ONU. Em entrevista à Fox News, o secretário de Estado Marco Rubio afirmou que os EUA anunciarão novas “respostas” à condenação de Bolsonaro nos próximos dias, elevando o clima de confronto diplomático.
É nesse contexto que recebemos Henrique Zeferino de Menezes (UFPB/INEU), coordenador do projeto “Dinâmica Competitiva e Interações Estratégicas: os impactos da competição tecnológica EUA–China sobre o Brasil” (CNPq) e autor de “Brasil sob sanções”. Na conversa, ele argumenta que o tarifaço não é apenas política comercial: é sanção econômica e coerção geopolítica voltadas a enquadrar o Brasil em três níveis — bilateral, regional e global — com efeitos sobre BRICS, OMC e a própria estabilidade política brasileira. (PPGCP/RI),
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Capítulos
00:00 — Abertura: áudio de Marco Rubio e o “anúncio de resposta” dos EUA
01:00 — Condenação de Bolsonaro e a escalada: tarifas, vistos e Magnitsky
03:00 — BRICS, OMC e o choque do tarifaço (queda de 18% das exportações)
CNN Brasil
05:00 — Apresentação do convidado
08:00 — Tarifas como sanção econômica (Seção 301) e o alvo político interno
16:00 — Três níveis de enquadramento: bilateral, regional e global
23:00 — Estratégia de fragmentação do BRICS e o papel de Índia e Brasil
31:00 — Índia, sanções secundárias e alinhamentos instáveis
39:00 — Big Techs, PIX e a disputa regulatória no Brasil
45:00 — Congresso, anistia e 2026: riscos à democracia
48:00 — Fechamento
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Neste episódio, Tatiana Teixeira e Yasmim Reis, do Observatório Político dos Estados Unidos (OPEU), conversam com o jornalista Jamil Chade sobre seu novo livro Tomara que você seja deportado – uma viagem pela distopia americana. Com mais de duas décadas de experiência em cobertura internacional, Jamil Chade compartilha relatos marcantes de sua estadia nos Estados Unidos durante a ascensão de Donald Trump e analisa os impactos da extrema-direita sobre a democracia, a imigração e o “sonho americano”. A conversa aborda também os paralelos com o bolsonarismo, a relação entre ressentimento social e populismo autoritário, a manipulação da memória histórica e os riscos para a sobrevivência das democracias.
No bloco final, Yasmim Reis traz uma análise sobre os últimos acontecimentos do governo Trump, incluindo a militarização da política antidrogas e o envio de tropas à Venezuela.
Aperte o play, prepare um café e venha refletir com a gente sobre os desafios que unem Brasil, Estados Unidos e o futuro da democracia.
Clique aqui e conheça o OPEU.
Citados no episódio:
“Pelos meus filhos”, entrevista de Jamil Chade com o professor Jason Stanley sobre fascismo e autoritarismo, Carta Capital, 10/7/2025
Erasing History: How Fascists Rewrite the Past to Control the Future, de Jason Stanley (Editora Simon & Schuster, 2024)
Como Funciona o Fascismo: a Política do “nós” e “eles”, de Jason Stanley (Editora L&PM, 2018)
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Capítulos do episódio:
00:00 – Abertura: a história que dá nome ao livro (“tomara que você seja deportado”)04:00 – Extremas-direitas em continuidade: de Bolsonaro a Trump11:00 – Por que o livro? Diário de viagens pelos EUA em crise31:00 – Estratégia trumpista: manter a base fiel acima de tudo33:30 – O “sonho americano” hoje: renda, raça e gerações01:11:00 – Indicação de leitura
01:13:30 – Boletim OPEU, com Yasmim Reis: diretiva militar contra cartéis e tropas à Venezuela
Muito obrigado a Irani Braga Ramos, André Vilela Mueller Roger, Graciela De Conti Pagliari e Patrick Cadier Santos e a todas as pessoas que mantêm este projeto no ar!
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Neste episódio de estreia da parceria entre o Chutando a Escada e o Observatório da Extrema Direita (OED), Isabela Kalil (FESPSP), David Magalhães (PUC-SP e FAAP) e Odilon Caldeira Neto (UFJF), coordenadores do OED, conversam com Carlos Reiss, diretor do Museu do Holocausto de Curitiba, sobre a presença de símbolos nazistas em um desfile cívico-militar em 2023 e os desdobramentos do projeto Símbolos do Extremismo, desenvolvido em parceria com o Ministério Público Federal. Na conversa, eles discutem o papel da memória histórica e da pesquisa acadêmica no enfrentamento ao extremismo, os riscos da normalização de discursos de ódio e a importância de capacitar instituições do Estado para reconhecer sinais de radicalização.
No bloco seguinte, David Magalhães traz o primeiro boletim internacional do OED, com destaques sobre a extrema direita no mundo, como o governo Viktor Orbán na Hungria, a ascensão de grupos neonazistas nos EUA e o avanço da direita radical na Europa. Para encerrar, Odilon Caldeira Neto compartilha uma dica cultural: o filme Limonov, o Camaleão Russo (2025), adaptação da biografia escrita por Emmanuel Carrère.
Aperte o play, prepare um café e venha entender como símbolos, narrativas e estratégias da extrema direita circulam entre o Brasil e o mundo — e por que reconhecê-los é uma tarefa fundamental para a democracia.
Clique aqui e conheça o OED.
Quer apoiar o Chutando a Escada? Acesse chutandoaescada.com.br/apoioComentários, críticas, sugestões? Escreva pra gente em perguntas@chutandoaescada.com.brParticiparam deste episódio: Filipe Mendonça, Isabela Kalil, David Magalhães, Odilon Caldeira Neto e Carlos Reiss.Capa do episódio: Brasil de FatoInserções: Tv Evangelizar, Trailler do filme Limonov, o Camaleão RussoReceba novidades do chutando a escada no Whastapp
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Capítulos do episódio:
00:00 Introdução e Apresentação da Parceria com o OED04:20 Conversa com Carlos Reiss– O desfile de 7 de setembro e a Balkenkreuz17:45 O projeto “Símbolos do Extremismo” e a cooperação com o MPF27:10 Como se pesquisa e cataloga símbolos da extrema direita33:40 Educação, forças de segurança e os riscos da normalização40:00 Boletim Internacional da Extrema Direita, com Davi Magalhães51:00 Dica cultural de Odilon Caldeira Neto: Limonov, o Camaleão Russo
Muito obrigado a Erani Braga Ramos, Gabriel Januário de Maré, Cláudio Itomi, Graciela de Conte e a todas as pessoas que mantêm este projeto no ar!
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Neste episódio Filipe Mendonça conversa com Embaixador da Palestina no Brasil, Sr. Ibrahim Alzeben, sobre a catástrofe humanitária na Faixa de Gaza e Cisjordânia, os limites do direito internacional e a atuação — ou omissão — do sistema multilateral diante de um genocídio transmitido em tempo real. O diplomata detalha a destruição física de Gaza, o uso da fome como arma de guerra, o crescimento dos assentamentos na Cisjordânia, além de analisar a postura do Brasil e a possibilidade de novos reconhecimentos ao Estado palestino na próxima Assembleia Geral da ONU.
No bloco final, Yasmin Reis, do Observatório Político dos Estados Unidos (OPEU), traz uma análise sobre o impacto global das medidas de política externa do governo Trump, incluindo novos tarifários contra o Brasil e a militarização norte‑americana.
Aperte o play, prepare um café e venha entender por que o povo palestino resiste — e por que o silêncio diante desse massacre também é uma escolha política.
Clique aqui e conheça o OPEU.
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Participaram deste episódio: Filipe Mendonça, Ibrahim Alzeben e Yasmim Reis
Capa do episódio: Anistia Internacional
Música do episódio: Poema de Refaat Alareer interpretado por Omar Kamal
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Capítulos do episódio:
00:00 Introdução e Apresentação do Episódio
02:55 Análise da Situação Humanitária na Palestina
09:36 Discussão sobre Direito Internacional e a ONU
14:12 Reconhecimento Internacional do Estado da Palestina
18:40 Avaliação da Política Externa Brasileira
24:45 Conclusão da Entrevista com o Embaixador
28:49 Análise da Política Externa dos EUA por Yasmim Reis
29:50 Resumo das Ações de Trump e Impactos Globais
Muito obrigado a Elisnei Menezes de Oliveira, Vitor Ribeiro da Silva Maia, Carolina Rodrigues, André São Pedro, Marcos Vinícius Costa da Conceição e a todas as pessoas que mantêm este projeto no ar!
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No episódio desta semana, recebemos o professor Bernardo Salgado Rodrigues (IRID/UFRJ) para conversar sobre o recém-lançado livro Sementes de Futuro da Geopolítica Brasileira, escrito em coautoria com Guilherme Sandoval Góes e publicado pela editora Alferats.
A conversa gira em torno dos desafios estruturais e das possibilidades do Brasil no cenário internacional. Falamos sobre estudos prospectivos, planejamento de longo prazo, neoindustrialização, papel do Estado, inovação tecnológica, além das relações com China, Estados Unidos e América do Sul. É um episódio essencial para quem se interessa por geopolítica, política industrial e os rumos do Brasil nas próximas décadas.
E no final do episódio, Victor Cabral (OPEU) volta com a sua coluna trazendo um panorama crítico sobre o uso de tornozeleiras eletrônicas em migrantes nos EUA e os desdobramentos da aproximação entre Washington e Caracas.
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Participaram deste episódio: Filipe Mendonça, Bernardo Salgado Rodrigues
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Capítulos do episódio:
00:00 Introdução e Apresentação do Episódio
04:04 Discussão sobre o Livro ‘Sementes do Futuro da Geopolítica Brasileira’
07:41 Conceitos de Geopolítica e Sementes do Futuro
12:58 Paradigmas Geopolíticos Contemporâneos
26:45 Núcleos Estratégicos e a Relação Brasil-China-EUA
37:25 Propostas de Neoindustrialização e Política Industrial
59:37 Atualizações sobre os Estados Unidos com Vitor Cabral
01:10:17 Encerramento do Episódio
Agradecimento especial aos apoiadores Lucas Leite, José Carlos Cunha Muniz Filho, Bruno Colonezi e Irani Braga Ramos – vocês ajudam a plantar sementes de futuro todos os dias. Muito obrigado!
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Neste episódio, Filipe Mendonça recebe Ana Elisa Saggioro Garcia, professora da UFRRJ e pesquisadora do BRICS Policy Center, para discutir os bastidores da cúpula do BRICS no Rio de Janeiro. A conversa passa pela criação inédita do Conselho Civil Popular — articulado por movimentos sociais como o MST —, pela ausência de Xi Jinping, pelas contradições do modelo chinês de desenvolvimento e pela forma como o governo brasileiro comprimiu a agenda do BRICS diante do G20 e da COP30. Aperte o play e vem com a gente!
Citado no episódio: BRICS Policy Center
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Participaram deste episódio: Filipe Mendonça, Ana Garcia
Capa do episódio: G1
Música de encerramento: Os cria da BRICS
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Capítulos do episódio:
00:00 Introdução e Apresentação da Convidada
01:21 A Cúpula do BRICS no Rio de Janeiro
03:30 A Participação da China e a Estratégia Brasileira
06:59 Desafios e Contradições no Desenvolvimento Sustentável
13:48 A Importância do Comércio e das Moedas Locais
21:29 O Novo Banco de Desenvolvimento e o Arranjo Contingente de Reservas
25:00 A Expansão do BRICS e os Novos Membros
32:12 A Reação Internacional e a Diplomacia Brasileira
40:55 Conclusão e Reflexões Finais
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Neste episódio mergulhamos em um tema urgente e complexo: a cooperação policial entre Estados Unidos e Brasil. Quem conduz a conversa é a pesquisadora Yasmin Reis (PPGRI San Tiago Dantas), em parceria com o Observatório Político dos Estados Unidos (OPEU), e o convidado é João Gaspar (IELA-UFSC).
A partir de uma análise crítica das relações bilaterais em segurança pública, discutimos como a chamada “cooperação técnica” pode servir como instrumento de dominação imperial. O episódio aborda conceitos como pacto securitário burguês, teoria das janelas quebradas, tolerância zero, consenso neoliberal, racismo estrutural, transferência ideacional, militarismo, e a construção do inimigo interno.
Além da entrevista, o episódio traz uma coluna de Débora Binatti (IRID/UFRJ) com as últimas notícias dos Estados Unidos, incluindo a decisão da Suprema Corte sobre cidadania por nascimento e o avanço da agenda conservadora no país.
Este episódio é a primeira parte da entrevista com João Gaspar. A segunda parte será publicada na próxima semana.
Citado no episódio: A construção do consenso securitário neoliberal no Brasil
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Participaram deste episódio: Filipe Mendonça, Yasmim Reis, João Gaspar e Débora Binatti
Capa do episódio: News Observer
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Capítulos do episódio:
00:00 Introdução
07:55 Programas de Cooperação Policial
12:18 Pacto Securitário Burguês
22:37 Interesses das Elites Dirigentes
37:00 Dimensão Privada da Cooperação
55:26 Notícias dos EUA com Débora Binatti
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Neste episódio, Filipe Mendonça conversa com Bruno Huberman, professor da PUC-SP e pesquisador do INEU, sobre a escalada do conflito entre Israel e Irã. Huberman analisa as motivações políticas por trás do ataque israelense a Teerã em junho de 2025, os riscos de uma guerra regional ou até nuclear, e o papel das grandes potências — como EUA, Rússia e China — nesse tabuleiro de tensões.
A conversa parte da análise publicada por Bruno no blog Palestina em Transe, em que ele classifica o ataque como uma agressão ilegal e contextualiza a ofensiva como uma manobra desesperada de Netanyahu diante do isolamento internacional crescente. O episódio traz ainda reflexões sobre o papel do Irã no chamado “eixo da resistência”, o avanço das alianças regionais como os Acordos de Abraão e o retorno de uma linha de fratura global no Oriente Médio.
Ao final do episódio, a coluna do Observatório Político dos Estados Unidos (OPEU) com Débora Binatti analisa a resposta do governo Trump ao conflito, o impacto na política externa e os desdobramentos internos da repressão aos migrantes nos EUA.
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Participaram deste episódio: Filipe Mendonça, Bruno Huberman e Débora Binatti
Áudios na abertura: CNN vê cratera causada por ataque iraniano – TV estatal iraniana afirma ter sido atacada por Israel
Capa do episódio: CFR
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Capítulos do episódio:
00:00 Ataque ao IRIM: O Início do Conflito
00:37 Relato Direto de Tel Aviv
01:21 Introdução
02:50 Análise Geopolítica com Bruno Ubermann
06:01 Discussão sobre o Ataque Israelense ao Irã
20:46 Escalada do Conflito
21:39 Possibilidade de Guerra Regional e Nuclear
34:46 Impacto do Conflito na Política Interna dos EUA
02:46 Conclusão e Agradecimentos
52:57 Coluna do Observatório Político dos EUA
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pena que o som do entrevistado tá tão ruim :(
adorei o video de vcs sobre o hezbollah, percebi que estamos mais proximos deles (resistindo um hegemon local que ataca nossa soberania) do que dos demais psíses do ocidente que reproduzem essa msm lógica em outros lugares do mundo <3
Já fica a dica de convidarem o David Deccache, economista e assessor parlamentar para falar sobre o Novo Arcabouço Fical.
Alunos da PUC sempre surpreendentes, não tinha livro de lit russa na biblioteca da facul, a galera ignora a livraria do bairro e viaja direto pra Russia pra ler o original 😁 💸
emocionada com mind games ❤️
qual nome do documentário do netflix citado
houve 1 ano depois. Muito bom.
Excelente abordagem para tirar de nós a hegemonia da demonização dos chineses e suas políticas.
O legal dos Estados Unidos é que eles sempre lutam pelo próprios interesses enquanto aqui temos um presidente que não tem política externa alguma.
O Paulo Guedes é um dinossauro e não sabe nada sobre o Mercosul. Precisamos de um ministro melhor.
tanta gente boa nesse mundo. agradeço!
agradeço
Muito bom! Ouvindo atrasado, vi uma participação do Caio em um outro vídeo e vim ouvir o episódio no podcast que já gostava mas estava a tempos sem acompanhar.
Boring
faltou um homem gordo pro diálogo. discordei varias vezes quando e falo diretamente sobre o topico. roupas pra homens sao sim muito doficeis. E impossivel ter roupa masculina. na cultura oriental o corpo gordo e totalmente repulsivo. na midia em geral isso é muito retratado. cuidado com as afirmaçoes prontras.
Muito bom o episódio, gente. Bom para a gente entender o que está acontecendo por lá.
que mulher maravilhosa! obrigada por tanta informação!
Cast foda!!! Parabéns!!!
Excelente programa, parabéns!!
👏👏👏 Fiquei super interessada no livro. Episódio bom demais!