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Conversa de Bolso - Felipe Storch
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Nesta edição do "Conversa de Bolso", o comentarista Felipe Storch traz como destaque que ideias equivocadas sobre dinheiro, risco e retorno persistem e podem afastar investidores do mercado financeiro. Alguns exemplos: investir é só para quem tem "muito dinheiro"? É impossível enriquecer rapidamente? A Bolsa de Valores é restrita a poucos investidores, só para ricos? O comentarista traz esses destaques. Ouça a conversa completa!
Informação da "Folha S.Paulo" desta semana traz que pressionado pelo impacto negativo da alta do endividamento das famílias na sua popularidade em ano eleitoral, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) quer mudanças para reduzir o custo do rotativo do cartão de crédito. O tema foi discutido em reunião do presidente com a cúpula do Executivo na semana passada, que avaliou as principais fontes de desgaste do governo no cenário eleitoral. Nova reunião aconteceu na terça-feira (24) com integrantes da equipe econômica. A reportagem do jornal traz que o diagnóstico repassado a Lula foi o de que o elevado comprometimento do orçamento doméstico com o pagamento das dívidas tem feito com que as famílias acabem o mês sem dinheiro, situação que aumenta o mal-estar com o governo, neutralizando o quadro de redução do desemprego, geração de renda e controle da inflação. Nesta edição do "Conversa de Bolso", o comentarista Felipe Storch traz um diagnóstico do assunto endividamento. Ouça a conversa completa!
Nesta edição do "Conversa de Bolso", com o comentarista Felipe Storch, o assunto em destaque são os chamados ETFs (Exchange Traded Funds) ou Fundos de Índice. O ETF é, basicamente, um fundo de investimento com cotas negociadas na Bolsa de Valores. Eles também são chamados de “fundos de índice”, um apelido que explica a funcionalidade desse tipo de investimento. Assim, ao adquirir cotas de um ETF referenciado em um índice de ações ou índice de renda fixa, o investidor passa a deter indiretamente todas as ações ou títulos da carteira deste índice, e na mesma proporção que cada uma delas representa do índice, sem precisar comprar separadamente os papéis de cada empresa ou os títulos. O comentarista explica se vale a pena mesmo investir nesse tipo de negócio, quais são seus riscos e o perfil de investidor que procura.
Nesta edição do "Conversa de Bolso", o assunto em destaque é que o governo federal anunciou nesta quinta-feira (12) uma série de medidas para tentar conter os efeitos da escalada de preços do petróleo na inflação brasileira e para mitigar os riscos de desabastecimento do diesel no país. Entre as medidas anunciadas estão o decreto que zera as alíquotas do PIS/Cofins sobre o diesel — que representa uma redução de R$ 0,32 por litro; aumento do imposto de exportação sobre o petróleo; medida provisória que prevê o pagamento de uma subvenção (incentivo) aos produtores e importadores de diesel, no valor de R$ 0,32 por litro; e novas medidas para fiscalizar o repasse do custo das medidas ao consumidor. Por que os preços do diesel podem impactar a inflação? Na economia real, para o consumidor, o que muda?
Nesta edição do "Conversa de Bolso", o comentarista Felipe Storch, traz como destaque o cenário que falar sobre dinheiro ainda é um tabu para muitos brasileiros, o que talvez explique as altas taxas de endividamento das famílias no Brasil: em outubro de 2025, 79,5% das famílias tinham algum tipo de dívida a vencer, segundo a série histórica medida pela Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Diante desse cenário, explicam os especialistas, é necessário, sim, falar de dinheiro com crianças e adolescentes. O modo como pais e responsáveis abordam o tema pode influenciar diretamente a relação dos jovens com consumo, planejamento, autonomia e responsabilidade no futuro, sinalizam.
Nesta edição do quadro Conversa de Bolso, o economista Felipe Storch analisa o efeito cascata provocado pela liquidação extrajudicial do Banco Master, que atingiu em cheio os clientes do Will Bank. Com contas bloqueadas, cartões inativos e a incerteza sobre o saldo, milhares de usuários vivem um verdadeiro drama financeiro. Ouça a conversa completa e tire suas dúvidas!
Nesta edição do quadro Conversa de Bolso, o economista Felipe Storch traz um exemplo curioso e educativo que vem da Alemanha: crianças que, logo aos 6 anos de idade, já começam a poupar com foco na aposentadoria. Ele explica como essa cultura de previdência precoce impacta o futuro financeiro e o que os pais brasileiros podem aprender com esse modelo para incentivar o planejamento e o hábito de poupar desde a infância. Ouça a conversa completa!
Nesta edição do “CONVERSA DE BOLSO”, o economista Felipe Storch analisa a iminente revisão das regras do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) anunciada pelo Banco Central. A medida surge após a liquidação extrajudicial do Banco Master e do Will Bank, que mobilizou mais de R$ 40 bilhões em garantias para milhões de correntistas. O debate foca na modernização do sistema contra fraudes e na agilidade dos processos regulatórios para proteger o investidor. Entender como essas mudanças impactam a segurança do seu dinheiro e a estabilidade do sistema financeiro é essencial para quem busca investir com consciência. Ouça a conversa completa!
Os bancos passaram a ser obrigados a seguir novas regras de segurança do Pix, sistema de transferência em tempo real, desde a última segunda-feira (2). Isso porque entrou em vigor de forma obrigatória a versão 2.0 do chamado mecanismo de devolução do PIX para viabilizar a restituição em casos de fraude e de falha operacional. Antes, a devolução só podia ser feita a partir da conta usada na fraude. No entanto, os golpistas costumam sacar ou transferir rapidamente o dinheiro para outras contas, perdendo a possibilidade de rastreio. Segundo informações do portal "G1", com as novas regras, o sistema de devolução do PIX vai rastrear com mais precisão o caminho do dinheiro e permitir que valores desviados sejam recuperados mesmo após deixarem a conta original do golpista. Nesta edição do "Conversa de Bolso", o comentarista Felipe Storch fala sobre o assunto.
Nesta edição do Conversa de Bolso, o comentarista Felipe Storch traz como destaque a informação que o Banco Central (BC) decidiu, pela quinta vez consecutiva, manter a taxa básica de juros da economia brasileira (Selic) em 15% ao ano, o maior patamar desde 2006. Em tom mais ameno, a decisão confirmou as expectativas do mercado financeiro de que o corte de juros deve começar em março. Pegando como gancho a informação, esta edição do "Conversa de Bolso" traz como destaque o seguinte assunto: como investir após BC indicar queda da Selic em março? Reportagem de "Valor Investe" aponta que a renda fixa deve continuar sendo a estrela do portfólio. Contudo, assessores da área econômica aconselham diminuir a fatia de papéis que acompanham o CDI ou a Selic e aumentar a parcela de títulos atrelados à inflação.
Nesta semana foi destaque no noticiário a informação que o Banco Central (BC) determinou a liquidação extrajudicial do Will Bank, instituição digital controlada pelo grupo Master, após concluir que a situação econômico-financeira do banco havia se tornado inviável. A liquidação interrompe o funcionamento da instituição financeira e e gera dúvidas entre correntistas e investidores sobre o destino de seus recursos. O que muda para quem tinha conta no Will Bank? Quem tinha dinheiro em conta corrente ou aplicações simples está protegido? É possível movimentar o saldo em conta depois da liquidação? É sobre esse assunto que o comentarista Felipe Storch trata nesta edição do Conversa de Bolso.
Nesta edição do Conversa de Bolso, o comentarista Felipe Storch traz como destaque a informação que o 1,6 milhão de investidores do Banco Master, que foi liquidado pelo Banco Central em 18 de novembro passado, começam a receber seus recursos do Fundo Garantidor de Crédito (FGC, uma espécie de seguro dos bancos) até o final desta semana, ou no máximo, início da semana que vem. A informação foi antecipada pelo colunista do GLOBO Lauro Jardim.Serão pagos R$ 41 bilhões (um terço do caixa do FGC, que soma R$ 120 bilhões) aos clientes que têm direito à cobertura, no valor de até R$ 250 mil por CPF ou CPNJ, na maior operação de liquidação de uma instituição financeira já registrada no país. Até agora, o maior desembolso do FGC havia sido com a quebra do Bamerindus, em 1997, quando foram devolvidos R$ 20 bilhões, considerando valores atuais.
Nesta edição do Conversa de Bolso, o comentarista Felipe Storch traz como assunto em destaque o tema da inflação do dia a dia, com os preços que mais caíram e os que mais subiram em 2025. No fim de 2024, após um período marcado pela valorização do dólar, impactos climáticos e forte ritmo da atividade econômica, as estimativas dos economistas eram pouco otimistas. Reportagem do portal "G1" traz que esse pessimismo também se refletiu nas projeções: o primeiro Boletim Focus de 2025, por exemplo, estimava inflação próxima de 4,99% e taxa de câmbio em R$ 6 no fim de dezembro.Um levantamento feito pelo FGV Ibre a pedido do "G1" mostra que metade dos 10 itens que mais ajudaram a conter a inflação pertence ao grupo de alimentos, com destaque para laranja-pera (-27,21%), batata-inglesa (-26,57%) e arroz (-24,24%). Segundo levantamento da FGV, os serviços livres e os preços monitorados foram os principais responsáveis pela inflação acumulada até novembro.
Nesta edição de Conversa de Bolso, o comentarista Felipe Storch chama atenção para a importância da organização financeira neste início de ano. Avaliar a renda e as despesas é um passo importante para começar o novo ciclo sem apertos. Ouça a conversa completa!
Nesta edição do "Conversa de Bolso", o comentarista Felipe Storch mexe com a imaginação do público! Faltando menos de uma semana para o sorteio de R$ 1 bilhão da Mega da Virada 2025, maior valor da história, que acontece na próxima quarta-feira (31), às 22h (horário de Brasília), quanto essa "bolada" poderia render em investimentos? As apostas para o último sorteio do ano iniciaram no dia 1º de novembro. O comentarista explica.
Termina nesta sexta-feira (19) o prazo limite para o pagamento da segunda parcela do décimo terceiro salário de 2025. O pagamento da gratificação natalina, como também é conhecido, é direito de todos os empregados contratados em regime CLT, ou seja, com carteira assinada, que tenham trabalhado por pelo menos 15 dias durante o ano e não tenham sido demitidos por justa causa. Esse é o assunto em destaque no "Conversa de Bolso". O comentarista Felipe Storch orienta o que fazer com esse dinheiro. Pagar dívidas, guardar ou gastar? O que fazer com o dinheiro? Ouça a conversa completa!
Nesta edição do "Conversa de Bolso", o comentarista Felipe Storch traz como destaque a informação que a Câmara dos Deputados aprovou nesta semana uma proposta que combate o chamado "devedor contumaz". Assim são chamados os contribuintes que deixam de pagar impostos de maneira planejada e recorrente a fim de driblar legislações tributárias. Reportagem do portal "G1" traz que o projeto, que segue para a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, enquadra como devedor contumaz o contribuinte que usa a inadimplência de tributos reiterada e injustificada como estratégia de negócio.
Nesta edição do "Conversa de Bolso", o comentarista Felipe Storch traz como destaque a notícia que de cada dez brasileiros em idade produtiva, seis não fazem qualquer tipo de reserva para a aposentadoria. É o que aponta uma pesquisa da Associação Brasileira de Profissionais de Educação Financeira, em parceria com o Instituto Axxus. Entre as pessoas que dizem contar com algum recurso no futuro, 42% aplicam em previdência privada, 31% citam a contribuição ao INSS e 38% mencionam investimentos diversos, incluindo caderneta de poupança e imóveis.
Reportagem do portal "G1" nesta semana mostrou que o colapso do Banco Master não começou com a operação da Polícia Federal nem com a liquidação determinada pelo Banco Central. Antes disso, o mercado já vinha observando sinais de tensão, sobretudo em um dos produtos mais usados pelos brasileiros para investir suas economias: os Certificados de Depósito Bancário (CDBs). As taxas oferecidas pelo Master, aponta a reportagem, em seus CDBs, chamavam atenção por oferecerem rentabilidade muito acima da média do mercado. Com remunerações que chegavam a 140% do CDI, esses papéis deveriam ser vistos como um sinal de alerta, não como oportunidade. O comentarista Felipe Storch, no "Conversa de Bolso", traz a orientação: como fazer investimentos com segurança?
Nesta edição do "Conversa de Bolso", o comentarista Felipe Storch traz como destaque a informação que depois da liquidação extrajudicial do Banco Master, determinada pelo Banco Central na última terça-feira (18), ao menos parte dos investidores e correntistas que mantinha recursos no Banco Master terá garantia do Fundo Garantidor de Créditos (FGC). De acordo com informações do "G1", o FGC é uma associação privada, sem fins lucrativos, que integra o Sistema Financeiro Nacional e atua na manutenção da estabilidade do sistema, na prevenção de crises bancárias e na proteção de depositantes e investidores. Na prática, funciona como um fundo privado que atua como um seguro. É ele quem garante que os recursos depositados ou investidos em um banco permaneçam protegidos caso a instituição financeira enfrente alguma crise ou dificuldade.




