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CBN Meio Ambiente e Sustentabilidade - Marco Bravo
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CBN Meio Ambiente e Sustentabilidade - Marco Bravo

Author: Rádio CBN Vitória

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O biólogo Marco Bravo, professor e mestre em Gestão Ambiental, aborda assuntos de ecologia, fauna, flora, planejamento sustentável e agro-ecológico, educação e gestão ambiental
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Nesta edição do CBN Meio Ambiente e Sustentabilidade, o comentarista Marco Bravo destaca que em um mundo cada vez mais urbano, onde o concreto avança sobre os espaços naturais, as hortas urbanas surgem como uma solução simples e poderosa para reconectar as pessoas com a natureza, melhorar a saúde e promover cidades mais sustentáveis. Plantar alimentos em quintais, varandas, escolas, condomínios ou espaços comunitários vai muito além da produção de hortaliças: trata-se de uma verdadeira estratégia de bem-estar, sustentabilidade e economia circular, alinhada às chamadas Soluções Baseadas na Natureza (SbN).
Nesta edição do "CBN Meio Ambiente e Sustentabilidade", o assunto em destaque, com o comentarista Marco Bravo, é o chamado "jardim de chuva". Quando a chuva cai sobre uma cidade coberta por asfalto e concreto, ela escorre e rápido. Esse escoamento superficial é o principal responsável por alagamentos, enchentes, sobrecarga de bueiros e pelo transporte de lixo e poluentes para rios e praias. Mas existe uma solução simples, eficiente e baseada na natureza: o jardim de chuva. É uma área rebaixada e planejada no solo, preenchida com camadas drenantes (brita, areia e solo estruturado) e vegetação adaptada. Ele capta a água da chuva, desacelera o fluxo e permite que ela infiltre gradualmente no terreno. Funciona como uma verdadeira “esponja urbana”.
Nesta edição, o comentarista Marco Bravo analisa o preocupante recuo da faixa de areia na Curva da Jurema, em Vitória. Mesmo após a engorda realizada há cinco anos, que ampliou a praia em 40 metros, mais da metade desse ganho já foi "engolida" pelo mar, restando apenas 15 metros em alguns trechos.Bravo discute a complexidade da dinâmica costeira e como a elevação do nível do mar, somada a eventos climáticos extremos, desafia a eficácia dos aterros hidráulicos. O alerta é claro: intervenções isoladas não bastam; é preciso um plano contínuo de monitoramento e manutenção para preservar esse patrimônio ambiental e turístico da capital.Ouça a conversa completa!
Nesta edição, Marco Bravo analisa o desafio dos resíduos pós-Carnaval e destaca a iniciativa inovadora da Prefeitura de Maringá com o programa Maringá Lixo Zero. A cidade abriu chamamento para soluções tecnológicas que visam romper o modelo tradicional e adotar a economia circular, priorizando a reutilização e valorização de materiais em vez do descarte simples. Atualmente, Maringá envia 350 toneladas de lixo por dia para aterros, gerando um custo anual de R$ 18 milhões. A meta do projeto "Aterro Zero" é reduzir drasticamente esse volume e os gastos públicos, transformando o impacto ambiental em oportunidade econômica. O comentarista reforça que essa modernização na gestão de resíduos é um passo fundamental para a saúde pública e a sustentabilidade urbana a longo prazo. Ouça a conversa completa.
Nestaedição do “CBN Meio Ambiente e Sustentabilidade”, ocomentarista Marco Bravo traz como destaque o alerta global sobre ocolapso dos recifes de coral, que já atinge 80% das colônias nomundo. No Espírito Santo, ambientes preciosos em Guarapari, Anchietae no arquipélago de Trindade sofrem com o branqueamento causado peloaquecimento das águas e pelo esgoto doméstico. Os corais são"berçários" que sustentam 25% da vida marinha e protegemnossas costas contra a erosão.Amorte desses organismos, animais sensíveis às mudanças climáticase à poluição, compromete diretamente a pesca, o turismo e asegurança alimentar. Proteger o patrimônio subaquático capixabaexige a universalização do saneamento e o combate às emissões decarbono. Salvar os corais não é apenas uma pauta ambiental, mas umanecessidade econômica e de sobrevivência para as comunidadeslitorâneas. Ouça a conversa completa!
Nesta edição do “CBN Meio Ambiente e Sustentabilidade”, o comentarista Marco Bravo traz como destaque que o saneamento básico é uma das políticas públicas mais essenciais para a saúde, o meio ambiente e a qualidade de vida da população e, ainda assim, segue negligenciado em muitas regiões do Brasil. No Espírito Santo, episódios recentes de lançamento de esgoto sem tratamento em áreas costeiras e urbanas, como Itaoca, Guarapari e Serra, escancaram um problema estrutural que precisa ser tratado com seriedade e prioridade.
Nesta edição do CBN Meio Ambiente e Sustentabilidade, com o comentarista Marco Bravo o destaque são os escorpiões. Eles são artrópodes quelicerados, de hábito predominantemente noturno, com corpo dividido em cefalotórax e abdômen, quatro pares de pernas, pedipalpos em forma de pinças e um ferrão localizado no último segmento do abdômen (télson ou agulhão). Têm alta resistência à falta de alimento, metabolismo lento e grande capacidade de sobrevivência em ambientes adversos. O veneno é produzido por glândulas acopladas ao ferrão. Trata-se de um coquetel de toxinas com ação neurotóxica, cuja função principal é imobilizar presas e defesa contra predadores causando desde dor intensa até quadros sistêmicos graves, especialmente em crianças e idosos. Saiba como evitar e como se proteger dele!
Nesta edição do CBN Meio Ambiente e Sustentabilidade, com o comentarista Marco Bravo, o assunto em destaque são os mosquitos. Os nomes das espécies são variados: muriçoca, maruim, pernilongo, borrachudo, mutuca, mosquito-pólvora, nitinga... O comentarista explica! "Hoje vamos abordar um tema que parece simples, mas é central para a saúde pública, o meio ambiente e as mudanças climáticas: os insetos que picam, incomodam e, em muitos casos, transmitem doenças e porque eles estão cada vez mais próximos de nós. No Brasil, muitos desses insetos recebem nomes diferentes, mas não são a mesma coisa", explica.
Nesta edição do CBN Meio Ambiente e Sustentabilidade, com o comentarista Marco Bravo, o destaque é para mosquitos e moscas que fazem parte do cotidiano das cidades brasileiras e, embora muitas vezes sejam vistos apenas como incômodos, esses insetos representam um grave problema de saúde pública. Ambos estão diretamente associados à falta de saneamento, ao manejo inadequado de resíduos e a condições ambientais favoráveis à sua proliferação. Entender suas diferenças, semelhanças e hábitos é fundamental para prevenir doenças e melhorar a qualidade de vida da população.
Banhistas têm relatado a presença de grande quantidade de águas-vivas em praias do Espírito Santo durante o período de férias e de temperaturas mais altas. É sobre esse assunto que o comentarista Marco Bravo fala nesta edição do CBN Meio Ambiente e Sustentabilidade. Ele explica que o aparecimento cada vez mais frequente de grandes quantidades de água-viva nas praias do Espírito Santo não é um fenômeno isolado nem aleatório. "Trata-se de um processo diretamente relacionado às mudanças climáticas, especialmente ao aquecimento das águas costeiras, que altera o ciclo de vida desses organismos e favorece explosões populacionais", explica. 
Precisamos de árvores! O fenômeno da "onda" de calor começou no dia 22 de dezembro diante da combinação de fatores atmosféricos típicos do verão, mas intensificada neste fim de mês. O fenômeno é classificado assim pelos meteorologistas quando as temperaturas ficam significativamente acima da média por vários dias consecutivos. O que chama atenção neste episódio não é apenas o calor pontual de uma tarde específica, mas a sua continuidade. Nesta edição do "CBN Meio Ambiente e Sustentabilidade", o comentarista Marco Bravo, diante desse cenário, traz a importância das árvores para as cidades.
Nesta edição do "CBN Meio Ambiente e Sustentabilidade", o comentarista Marco Bravo traz como destaque que as festas de fim de ano são marcadas por confraternizações, mesas fartas e muitas compras. Porém, esse período também concentra um dos maiores picos de geração de resíduos do ano. Restos de alimentos, embalagens plásticas, sacolas, papel, papelão, garrafas e descartáveis se acumulam rapidamente, pressionando a coleta pública, os aterros sanitários e o meio ambiente.Grande parte desse impacto vem do excesso: compras acima da necessidade, porções superdimensionadas e produtos de uso único. O resultado é desperdício de comida, aumento do lixo doméstico e maior emissão de gases de efeito estufa associados à produção, transporte e decomposição desses resíduos.
O assunto em destaque nesta edição do "CBN Meio Ambiente", com o comentarista Marco Bravo, é sugestão de um de nossos ouvintes. A dúvida é, se de fato, as abelhas estão em extinção? O comentarista responde! As abelhas sofrem com um conjunto de fatores: uso excessivo de agrotóxicos; desmatamento e perda de habitat; mudanças climáticas; doenças, parasitas e espécies invasoras e agricultura pouco diversificada. Por que isso é grave? As abelhas são responsáveis por cerca de 70% da polinização das plantas que produzem alimentos. Se o número de abelhas cair drasticamente: cai a produção de frutas, legumes, grãos e sementes; a comida fica mais cara e mais escassa; ecossistemas entram em desequilíbrio; animais que dependem dessas plantas também sofrem; afeta diretamente a segurança alimentar humana e não é exagero dizer que as abelhas sustentam a base da vida terrestre. Ouça a conversa completa!
Nesta edição do "CBN Meio Ambiente e Sustentabilidade", o comentarista Marco Bravo esclarece os mitos e verdades sobre os insetos, que formam o maior grupo de seres vivos do planeta e exercem papéis ecológicos tão essenciais que, sem eles, os ecossistemas simplesmente entrariam em colapso. Em meio à crise ambiental global, compreender suas funções especiais muitas vezes invisíveis aos nossos olhos é fundamental para valorizar e proteger esses pequenos engenheiros da natureza.
Nesta edição do "CBN Meio Ambiente e Sustentabilidade", o comentarista Marco Bravo traz como destaque dados recentes de um estudo que aponta que 70% dos bivalves (mexilhões, ostras e sururus) da costa brasileira estão contaminados com microplásticos. Os dados são de um estudo do Instituto Voz dos Oceanos, em parceria com a Cátedra Unesco de Sustentabilidade Oceânica e o Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo (USP). Os bivalves são animais muito utilizados na culinária brasileira e a contaminação acende um alerta para a saúde humana. As conclusões foram apresentadas em Belém, durante a COP30 (Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas). Segundo informações da reportagem do "UOL", toda a costa brasileira está contaminada por microplásticos. Os microplásticos são partículas de plástico menores que 5 milímetros. A pesquisa procurou identificar de forma inédita a dimensão da contaminação desse resíduo em bivalves no litoral do Brasil. A análise foi feita entre maio e julho de 2024 em 17 localidades, concluindo que toda a costa está poluída e que 70% das amostras estavam contaminadas por microplásticos.
A COP30 entrou para a história como a conferência que finalmente colocou a Amazônia no centro das decisões globais. De Belém, o comentarista Marco Bravo, do "CBN Meio Ambiente e Suntentabilidade", esteve acompanhando de perto as negociações. Entre avanços concretos e disputas tensas, a conferência entregou resultados importantes. O maior destaque foi o fortalecimento do Fundo Amazônia Global, um mecanismo ampliado de financiamento destinado não apenas à proteção das florestas tropicais, mas à recuperação de áreas degradadas, ao desenvolvimento de bioeconomias e ao fortalecimento de povos indígenas e comunidades tradicionais.
Nesta edição do "CBN Meio Ambiente e Sustentabilidade", o comentarista Marco Bravo, direto da COP30, em Belém, no Pará, traz as novidades que estão sendo apresentadas para a área ambiental. Entre os destaques, a apresentação de um biocombustível inovador desenvolvido no Brasil, 100% puro e compatível diretamente com motores a diesel. Outro destaque na área ambiental é que Belém recebeu um barco movido a hidrogênio que será usado na coleta de materiais recicláveis nas ilhas da capital. A proposta é integrar a embarcação às quatro Unidades de Valorização de Resíduos Sólidos (UVRs) em implantação em Belém. O barco não depende de combustíveis fósseis e funciona de forma limpa, contribuindo para a redução de impactos ambientais e promovendo a mobilidade sustentável.
Começou a COP30, a maior conferência do clima do planeta e, pela primeira vez, ela acontece no coração da Amazônia, em Belém do Pará. O mundo inteiro volta seus olhos para a floresta que simboliza a vida, a diversidade e o futuro. É sobre esse assunto que o comentarista Marco Bravo trata nesta edição do "CBN Meio Ambiente e Sustentabilidade". A conferência é dividida em dois grandes momentos. Na primeira semana, ocorre o segmento político, com presença de chefes de Estado, ministros, líderes internacionais e representantes da ONU.
O assunto em destaque nesta edição do "CBN Meio Ambiente e Sustentabilidade", com o comentarista Marco Bravo, são os pombos! Eles estão por toda parte: nas praças, nas janelas dos prédios, nos telhados e até nas estruturas de hospitais e igrejas. O pombo-doméstico (Columba livia), espécie originária da Europa, se adaptou com perfeição às cidades brasileiras e especialmente à Grande Vitória, onde encontra abrigo e alimento com facilidade. Mas o que parece apenas parte da paisagem urbana esconde um desafio de saúde pública e ambiental. As fezes de pombos acumuladas em telhados, marquises e calhas podem abrigar fungos e bactérias capazes de causar doenças como salmonelose e histoplasmose. Esta última, uma infecção respiratória grave provocada pelo fungo Histoplasma capsulatum. Quando o material contaminado é removido sem os cuidados adequados, as partículas podem ser inaladas e atingir trabalhadores e moradores próximos.
Nesta edição do "CBN Meio Ambiente e Sustentabilidade", com o comentarista Marco Bravo, o destaque são as Unidades de Conservação (UCs), áreas delimitadas pelo poder público para proteger a natureza e a biodiversidade. O comentarista explica que as Unidades de Conservação são áreas naturais criadas pelo poder público com o objetivo de preservar a biodiversidade, os recursos hídricos e o equilíbrio ecológico, garantindo também oportunidades de pesquisa, educação ambiental e turismo sustentável. Elas representam um dos instrumentos mais importantes da Política Nacional de Meio Ambiente, prevista na Lei nº 6.938/1981.Localmente, o Espírito Santo celebrou 40 anos da criação do Parque Estadual da Cachoeira da Fumaça, localizado entre Alegre e Ibitirama,  a primeira Unidade de Conservação estadual. Criado em 1985, o parque protege cerca de 27 km² de florestas, nascentes e quedas d’água, incluindo a imponente Cachoeira da Fumaça, com mais de 140 metros de altura. Além de sua beleza cênica, o parque tem papel estratégico na conservação da Mata Atlântica e dos recursos hídricos do Caparaó, sendo também um símbolo da história da conservação capixaba. Quem participa da conversa é o doutor e mestre em Ciência Florestal, Luiz Fernando Schettino. "Quarenta anos depois, o legado do Parque da Cachoeira da Fumaça reforça a importância de ampliar e consolidar as unidades de conservação como pilares de sustentabilidade, adaptação climática e qualidade de vida para as presentes e futuras gerações", explica o comentarista. Ouça a conversa completa!
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