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Educação do Comportamento Infantil
Educação do Comportamento Infantil
Author: Ari Esteves - Pedagogo
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© Ari Esteves - Pedagogo
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Nossa Missão é colaborar com pais e responsáveis na educação comportamental de crianças e adolescentes, e apoiar escolas e instituições (empresas, ONGs, Associações, igrejas, sites…) que queiram aproximar das famílias conteúdos de formação humana e cultural, educação comportamental de crianças e adolescentes, virtudes humanas, entre outros temas.
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Sendo a família a organização natural que mais profundamente se relaciona com cada pessoa, torna-se razão suficiente para que os pais se prepararem com entusiasmo e sentido profissional, a fim de oferecer uma educação integral que envolva não apenas a educação da inteligência, mas também a da vontade e da afetividade.
O bem mais escasso do nosso dia já não é o tempo, que continua com 24 horas, mas a atenção, comprometida hoje pela baixa capacidade de filtrar as informações e fixar-se no que é mais relevante.
A confiança nos pais é ingrediente fundamental para que os filhos tenham alta autoestima e sejam obedientes e se deixem educar: se confiam nos pais, tornam próprias as indicações que deles recebem, pois sabem que estão escolhendo o melhor. Obediência e confiança se exigem mutualmente, e onde não há confiança, a obediência se torna fria, externa, protocolar ou para evitar castigos.
Todos somos sensíveis ao tema da liberdade, pois sentir-se livre é fundamental para buscar a autorrealização. Qual é a concepção que se tem da liberdade? O consumismo atual associa a liberdade ao status económico: quem tem dinheiro pode satisfazer todos os seus desejos! Será que viver para juntar muito dinheiro é a melhor maneira de empregar a liberdade?
Prudência é virtude necessária para quem quer acertar na vida, pois ajuda a decidir sobre a melhor maneira de atuar em cada momento.
Os adolescentes quando aprendem a estudar ganham gosto por esta atividade e crescem em virtudes como fortaleza, ordem, espírito de serviço, sentido de responsabilidade, capacidade de compreensão, domínio do temperamento.
Para ter filhos rijos e não molengões é preciso não perder tempo no processo da educação comportamental, que deve começar na pré-infância (0 a 6 anos), e ter continuidade na infância, adolescência e juventude.
A influência dos sentimentos e emoções sobre o comportamento cresce
enormemente, principalmente entre os jovens, o que torna necessária a formação
da afetividade para se ter um agir equilibrado que facilite tomar decisões
acertadas.
A capacidade de distinguir entre as ações ou realidades mais e ou
menos importantes é condição para o desenvolvimento próprio e dos filhos. Isso
porque há valores estáveis, objetivos, que não dependem de estados de ânimo ou
da opinião pessoal, pois a verdade é uma adequação da inteligência com a
realidade externa.
Que valores ou princípios regem a minha vida?
Sendo guia ou referência para o agir humano, enganar-se na escolha de um valor poderá ser fatal, pois construir a vida sobre o erro é caminho para o fracasso.
Saber dizer não à criança é uma atitude que os pais devem enfrentar para ajudá-la a fortalecer o caráter ao ter autocontrole, capacidade de dominar os sentimentos quando algo não ocorre como desejado, ter paciência para esperar…
Ajudar a criança a ser a verdadeira protagonista de suas ações a fará desenvolver uma personalidade rica. Para isso, ela deverá agir por motivo ou estímulo interno, e não externo.
A leitura aumenta a preparação intelectual, porque incide diretamente sobre a inteligência e faz aumentar o nível do pensamento. Com isso, melhora a forma de expressão escrita e oral, e faz ganhar com a experiência vivida pelos personagens ou contextos.
A arte, atividade humana criadora da beleza, é regida pelo sentido da estética. O teatro, a pintura, a escultura, a poesia e a arte narrativa (conto, romance, novela) tornam rico o espírito humano, que passará a produzir do que se alimenta.
Diante de um besouro caído de costas, esperneando para voltar à posição normal, podemos ter três atitudes: ficar indiferentes, esmagá-lo ou virá-lo. Ao ajudar o inseto para que siga sobre as suas patinhas, estamos dizendo a ele: - Seja você mesmo!
Vontade débil ou vontade forte, eis a questão. É necessária, desde a adolescência, uma formação que dê solidez à vontade para que ela não sofra a pressão dos sentimentos e paixões, que por vezes podem ser contrários aos juízos a que chegamos.
Antes de agir aplicamos alguns critérios prévios chamado valores ou referências, a fim de pautar a ação em direção à verdade e ao bem. Quem tem como valor a saúde examina o grau de colesterol e de calorias antes de consumir determinado alimento.
Não podemos conviver com defeitos de temperamento e caráter como quem cultiva vírus e bactérias dentro de si.
Cada pessoa tem a tarefa intransferível de aperfeiçoar a si própria. E isso se consegue com o bom uso da liberdade quando esta faz boas escolhas, que acabam criando hábitos bons ou virtudes.
A ordem dá paz e multiplica o tempo. Quem não define as prioridades dispersa-se em afazeres menos importantes. Critérios para hierarquizar as tarefas.














