Discover
Pitoresca
131 Episodes
Reverse
Cá estamos no nosso segundo episódio da série sobre o Instagram e vamos abrir a fase de convidadas com uma mulher incrível e cativante: a Priscilla Adduca, criadora do Mulheres que Inspiram, perfil que compartilha histórias de mulheres corajosas e inspiradoras mundo afora ajudando outras mulheres, como nós, a acreditarem em seu potencial transformador também.
Hoje vamos conversar com uma multipotencial que estabeleceu seu projeto na internet e questionou a relação que gostaria de ter com a rede.
O instagram tem nos roubado um dos bens mais preciosos do existir: o nosso TEMPO. Entre muitos estímulos nocivos que nos acostumamos estão: comparação, autocobrança para ser mais do que somos a todo custo, desgaste mental e emocional, delírio para sermos maiores em números, seja lá o que maior signifique numa rede social. Temos buscado, incansavelmente, sermos amados por gente que mal conhece nossa história e talvez nunca se interessará de verdade. O nosso trabalho em si parece já não ser mais suficiente, se não dançarmos como adoles do tik tok e nos apropriarmos das palavras-chave trend da vez pra fazer um bom gancho. Criar conteúdo se tornou o novo modo de existir, mesmo numa rotina que já era cheia de jobs ainda terá que caber ser funcionária de uma rede social, acredite. Outro dia lidando com uma onda de ansiedade me lembrei de como era bom quando eu não conhecia uma rede social. O tempo parecia até flutuar de um jeito diferente, meus pensamentos também. E aí que hoje vamos trazer uma "provocação pesada" que vai dar muito pano pra manga por aqui aqui, especialmente por sermos duas mulheres que trabalham na internet: o que resta fora do instagram? O que nos impede de mudar a rota e aceitar que estamos perdendo muita coisa quando escolhemos a presença digital?
Conheça o nosso site: pitoresca.com.br e siga a gente no instagram.com/pitorescapodcast
Nossa convidada da vez é Mariana Barboza, fundadora e designer na Fash & Co. Ela foi precursora em compartilhar a jornada empreendedora da sua marca de bolsas e sapatos do zero em tempo real numa conta no instagram, a Fash & Business. Em 2019 ganhou o 2º segundo lugar do Prêmio Empreendedora Curitibana como reconhecimento local pelo seu projeto. Chique! De lá pra cá, a Mari vem construindo esse sonho com muito carinho pelos detalhes e muita garra, o tipo de coisa que só quem empreende um negócio que ama sabe o gostinho bom que tem!
Hoje, para conversar sobre autenticidade e sobre começar uma marca autoral surfando na imensidão da internet e ainda assim manter a sua arte e linha de pensamento pulsando forte, convidamos a Darlís, uma artista incrível que está trilhando esse caminho com muita coragem e beleza. O papo de hoje é sobre começar pequena e ver que ali mora seu diferencial!
Um belo dia nos demos conta de que o caminho que estávamos desenhando em nossas carreiras era de nos mantermos como pequenos negócios! E mesmo com sonhos e ideias gigantes, sermos pequenas em estrutura nunca nos diminuiu - pelo contrário, abraçou ainda mais a nossa essência. Não desejamos uma equipe grande, não estamos num grande centro, não queremos virar franquia. E somos livres pra escolher isso, não somos? Ser pequeno é meu tipo de negócio: essa série é um manifesto sobre empreender com liberdade.
Chegamos no último episódio da minisérie e só temos uma coisa pra dizer: chega, cansamos de ser ansiosas e já temos ferramentas suficientes para lutar contra isso. Acho que o primeiro passo todo mundo por aqui já deu, que foi tomar consciência de que algo errado estava rolando dentro de nós. Hoje conversaremos com uma mulher que inspira muita gente e que compartilhou com o mundo sobre o seu burnout. Isso não a fez menos empreendedora, tampouco menos multipotencial ou sonhadora. Mas a fez repensar a rota. E é esse diálogo sincero sobre autoconhecimento e mudanças de rota que a gente vai conversar hoje com a tão querida Rafa Cappai.
@sejaimensa
@molamanda
@rafacappai
Vamos para o nosso terceiro episódio da minissérie CANSEI DE SER ANSIOSA onde a gente está conversando de forma aberta sobre nossos próprios rolês de ansiedade e sobre questões comuns na jornada de tantas pessoas, especialmente as mulheres. Mais uma pressão que a gente quer se livrar né meninas? E hoje nós teremos a alegria de conversar com uma médica ginecologista, dona do carisma mais inconfundível do instagram: a Cidinha! A gente ama a definição da sua bio do IG "Ginecologista e apaixonada por esporte desmistificando tabus do universo feminino" e é exatamente sobre isso que a gente vai bater papo hoje.
@molamanda
@sejaimensa
@cidinha
Lembro de ter 9 anos e na virada de 99 pra 2000 nutrir uma preocupação gigante sobre a possibilidade do fim do mundo. Desde criança, por volta dos 7 anos, eu já sentia dor de barriga por não me encaixar em nenhum grupo da escola que frequentava. Perdi noites de sono e a ansiedade tomou conta do meu corpo, eu sentia muito medo do que estava por vir. Só de pensar que eu ia ser a última a ser escolhida na queimada ou ia sobrar na hora de formar os grupos do trabalho, eu já não queria sair de casa. Foi a minha primeira vez em uma psicóloga, lembro dela dizer que eu não deveria sofrer por algo que ainda não tinha acontecido - que poderia nem acontecer - e que eu deveria colocar a minha atenção no momento presente. Aos 9 anos não dei conta de processar essa informação e até hoje em muitos momentos não dou conta. Ainda sofro por antecipação bem mais do que gostaria. Eu também e é sobre ANSIEDADE que a gente resolveu conversar nessa mini série, sobre nos colocar contra o tempo e contra nós mesmos. Sobre pensar demais, prever demais, e nos sentir mentalmente exaustas. O papo ficou sério mas tem gente pra nos ajudar, falaremos com especialistas sobre esse assunto. Ansiosa eu? Imagina, serenidade pura.
AMANDA MOL e STEFANY FREU
Poucas coisas me deixam satisfeita por muito tempo. Por mais que a dimensão das pequenas conquistas me faça muito feliz, eu diria que o meu parâmetro nem é grandeza, tem mais a ver com as novas conquistas mesmo. Pisar em um novo território e de alguma forma me sentir ocupando o espaço que eu desejei é o meu tipo de imensidão favorita, seja do tamanho que for. Eu nomearia esse ímpeto contínuo como ambição mas a palavra não me soa muito bem, então talvez possamos começar a conversa falando sobre essa mania de desejar um novo degrau que costuma impulsionar as nossas carreiras.
Estava na minha lista de sonhos ter uma loja um dia. Um espaço físico com a cara da minha marca, aconchegante, acolhedor, um oásis para quem desejasse fazer uma visita. Imaginei até ter um café. igual aqueles pitorescos de Paris sabe. E aí quem em 2017 me lancei nessa aventura e fundei a Loja AM. Eu só não imaginava todos os capítulos que me aguardavam depois desse check na listinha da sonhadora. Mais que um lado B, esse episódio será um abecedário inteiro de quem escolheu corajosamente empreender uma loja própria e eu não poderia fazer isso sozinha. Convidei uma outra artista corajosa e incrível pra chorar essa pitanga comigo.
Links citados neste ep:
https://bravagaleria.com
https://www.instagram.com/bravagaleria
https://juamora.com
https://www.instagram.com/ajuamora
Do latim valente; humana que vai lá e faz. Não sei o que você sente ao ouvir essa palavra mas eu gosto, de verdade. Talvez por admirar um tanto de mulher "braba" e me sentir orgulhosa quando me dou conta que sou uma delas também. Inaugurei a Brava Galeria, agora é real!
https://bravagaleria.com
https://www.instagram.com/molamanda
https://www.instagram.com/_parisberlin
Me lembro de correr atrás do tempo desde bem nova e cometer a ingenuidade de tentar antecipar o futuro. Na adolescência ouvi incontáveis vezes que uma jovem responsável pensa sempre lá na frente e se dedica no presente para planejar um futuro brilhante. Viver no depois virou minha especialidade, fiz escola. Acontece que hoje, já adulta, eu, a Teté e mais um mundo de gente está tentando viver no tempo natural das coisas. Quase como um reencontro do que um dia já fomos - porque esse sim é o tempo certo de sentir a vida acontecer. Será nossa vida contemporânea cabe no ritmo natural das coisas?
Tenho a sensação que a gente se acostuma a associar a mudança sempre ao crescimento, à expansão, essa coisa pra fora que deve se espalhar cada vez mais aos quatro ventos mundo afora e internet adentro.
Mas será que mudar também não pode ser sobre um processo de recolher-se? Considero que hoje vivo uma reinvenção introspectiva, cada vez mais interessada em priorizar como eu quero me sentir em contraponto a como eu quero que as pessoas me percebam. Afinal de contas, dá pra construir nosso próprio território com limites bem estabelecidos sem precisar ceder à elasticidade de ocupar novos espaços profissionais o tempo todo?
Mudar um tanto de coisa a gente até sabe que pode, mas acessar essa liberdade nem sempre é o que escolhemos. Envolve encerrar ciclos e as vezes despedir de tantas outras coisas que também gostávamos. Mas a gente arrisca, porque somos dessas. Taí mais uma matéria que poderíamos aprender na escola: nem tudo é estático, fluir na vida adulta é como reencontrar a criança que também somos. O Pitoresca Podcast está de volta e hoje vamos conversar sobre nossos anseios de fazer mudanças respeitando quem desejamos ser, agora.
Links citados no episódio:
https://www.instagram.com/loja.am *dia 13/10 seremos @bravagaleria
https://www.instagram.com/_parisberlin
http://amandamol.com.br/newsletter
https://www.instagram.com/sollidopersonalcare
Se você curte o Pitoresca, você precisa ouvir isso até o fim. Um desabafo aberto, sincero e necessário de 10 minutinhos.
Faz pouco mais de uma semana que a gente abraçou e trocou ideias com uma parte das nossas ouvintes em Varginha e foi TÃO TÃO legal que resolvemos puxar uma perninha da prosa pra cá.
Se teve um momento em que o caldo do Encontrinho Pitoresca ferveu de vez foi quando surgiu a faísca polêmica sobre a pressão que a gente sente de ter que se colocar como autoridade na internet, criando conteúdo e colocando o rostinho pra jogo como condição para fazer o nosso CNPJ rodar.
Instagram, comparação, negócios, marca pessoal, reconhecimento… Coloca tudo isso na sacolinha, chacoalha e tcharam! Temos um papo, bora?
Leitura de um trecho e comentário sobre o livro Planícies de Federico Falco.
Sentir culpa por quase tudo é só mais uma das dores contemporâneas que colecionamos sem perceber. Um belo dia chega a hora de olhar de perto certos padrões e tentar entender porque afinal carregamos tanto peso na nossa mochila já bem pesadinha. Escolhemos ser autônomas e donas da própria firma, então será que tudo que não dá certo a culpa é sempre nossa? Quais culpas herdei e quais coleciono por pura programação? Quais delas já posso colocar de lado pra dar espaço pra aquele tal alívio que tanto merecemos? Sim, eu me sinto culpada por mais coisas que gostaria e talvez a gente precise falar disso.
13/07 Abertura da nova série: amandamol.com.br/galeria ✨
Estratégia é palavra que ganhou protagonismo nas falas de marketing nos últimos tempos. No meio desse bolo a gente seguia colocando intuição, um pouco de fé e as vezes até desespero. Algumas coisas funcionaram - viva, binguei. Outras rolaram ladeira abaixo trazendo aquele saborzinho de frustração. Hoje parece estar cada vez mais complexo usar a nossa receita de bolso pra fazer certas coisas darem certo. Bingo ou estratégia, em qual cartela apostar?























