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Arrepios com a Bilinha
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Arrepios com a Bilinha

Author: Arrepios com a Bilinha

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O meu nome é Raquel Caldevilla, mas Bilinha foi o nome que ganhei para ser distinguida das outras Raquéis. O meu pai é pai-de-santo e sempre tive um fascínio pela mente humana, até que decidi estudar psicologia.
Sejam muito bem-vindos ao Arrepios com a Bilinha, neste Halloween de todas as quintas-feiras. Todas as semanas vou estar deste lado a contar-vos histórias arrepiantes sobre pessoas estranhas. Temos crime, fantasmas, aliens, teorias da conspiração... Em suma, qualquer bizarria é material para bons arrepios por aqui. E, às vezes, trago também convidados para reagir às minhas histórias.
215 Episodes
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Mais uma quinta-feira, mais um episódio que nos leva até um lugar onde a linha entre o humano e o monstruoso se torna perigosamente ténue. 🖤Toda a gente que gosta de histórias de terror já ouviu, pelo menos, falar de O Estranho Caso do Dr. Jekyll e Mr. Hyde, escrito por Robert Louis Stevenson em 1886. Nesse romance, conhecemos o Dr. Henry Jekyll — um homem respeitado, inteligente, aparentemente íntegro — que decide criar uma poção para se libertar dos impulsos sombrios que sempre sentiu dentro de si. Mas aquilo que nasce dessa tentativa não é libertação… é divisão. A poção transforma-o em Edward Hyde — cruel, violento, sem remorso. Um reflexo distorcido de tudo aquilo que Jekyll tentou esconder do mundo. Um monstro que não surge do nada… mas sim de dentro dele. 🧪E talvez seja precisamente por isso que esta história continua a ser tão perturbadora. Porque fala de algo que nos assombra há séculos: a ideia de que uma pessoa pode ter duas faces. A que mostramos ao mundo… e a que vive escondida na escuridão.A história de hoje faz-nos lembrar demasiado esse conto. Falamos dum homem que, à primeira vista, parecia absolutamente comum. Alguém que conversava com amigos, que tinha uma vida aparentemente tranquila, que muitos descreveriam como educado, normal… o tipo de pessoa que ninguém imaginaria capaz de fazer mal a uma mosca. Mas por trás dessa aparência banal escondia-se algo muito mais sombrio. 😬Neste episódio, eu e a Marta mergulhamos no caso de Sean Vincent Gillis, um homem cuja vida parecia dividir-se entre duas realidades — uma visível, mundana… e outra marcada por impulsos profundamente perturbadores. Um verdadeiro retrato de como, por vezes, o monstro não nasce da transformação de um homem... sempre esteve lá.Para a semana há mais, mas, até lá, tenham uma semana muito arrepiante 😱
A História do Grim Sleeper

A História do Grim Sleeper

2026-03-0501:39:02

Boa quinta-feira, pessoas bonitas, e bem-vindas a um episódio que nos leva para um cenário pesado e sufocante 💀Vamos até aos anos 80, a Los Angeles do brilho de Hollywood… mas também das sombras de South Central. Uma cidade marcada pela epidemia do crack, pelo aumento da violência, por bairros esquecidos e por sirenes que faziam parte da banda sonora da noite. Era uma época em que o crime crescia ao ritmo do medo. Ruas iluminadas por néons, prédios degradados, vidas frágeis empurradas para a margem. 🏢Foi neste cenário que surgiu a figura que ficaria conhecida como Grim Sleeper — um nome que carrega em si a ideia de pausa, mas nunca de fim. Durante anos, moveu-se nas sombras de uma cidade já mergulhada no caos, confundindo-se com o ruído e a dor que faziam parte do quotidiano. Neste episódio, eu e a Marta mergulhamos não só nos crimes, mas no contexto que os permitiu. Falamos das vítimas, da atmosfera pesada da época e da sensação inquietante de que, por vezes, o perigo não se destaca — mistura-se.E, no meio de tudo isto, há algo que temos mesmo de dizer: a polícia acabou por nos surpreender pela positiva. É possível! 🚔Para a semana há mais… mas até lá, tenham uma semana muito arrepiante. 😱
A História de Grim Reaper

A História de Grim Reaper

2026-02-2601:00:17

Quinta-feira é dia de Arrepios e que bom episódio que vos trago esta semana 💀Hoje seguimos os passos de uma figura que todos reconhecemos… mesmo sem nunca a termos visto. O Ceifeiro. A Morte. Aquela presença silenciosa, envolta em sombras, que chega sempre no fim de cada história.Mas a morte nem sempre teve este rosto. Muito antes da foice e do manto escuro, foi deusa, mensageira, guardiã. Teve asas, tochas e barcas. Foi Thanatos na Grécia Antiga, Hel entre os povos do Norte, Baron Samedi no Haiti, Anúbis no Egipto, mãos que guiavam almas através de rios, campos e mundos invisíveis. 👻Porque a morte não é apenas um fim — é travessia. Ao longo dos séculos, demos-lhe forma para a compreender. Demos-lhe olhos para que nos pudesse ver, mãos para que nos pudesse guiar, e um nome… para que o silêncio não fosse tão assustador. 🕯️Neste episódio, percorremos os muitos rostos da morte — não como inimiga, mas como companheira inevitável. Aquela que fecha capítulos, que apaga a luz… e que, talvez, nos relembra que viver é apenas o intervalo entre dois mistérios.Para a semana há mais, mas até lá, tenham uma semana muito arrepiante 😱
A História de Kate Webster

A História de Kate Webster

2026-02-1901:52:01

Boa quinta-feira, pessoas bonitas, e bem-vindas a mais um episódio do tema da temporada: mulheres assassinas 🔪Neste episódio estou novamente com a Marta — porque sim, trouxe-lhe um crime bem gore, como ela gosta. Tudo começa no dia 5 de março de 1879, com algo sinistro que emergiu das águas escuras do rio Thames, na Londres vitoriana. Nas primeiras horas da madrugada, uma caixa de madeira, atada com cordas, foi encontrada a flutuar silenciosamente. O que estava lá dentro não era apenas perturbador — era o início de um dos crimes mais macabros do século XIX. 📦Falamos do caso de Kate Webster, uma mulher aparentemente comum, discreta, quase invisível — e talvez seja isso que torna tudo ainda mais perturbador. Há um desaparecimento, há mentiras cuidadosamente construídas e há detalhes difíceis de ouvir... mas também um twist que demorou 130 anos a ser descoberto. 🌫️Quem era realmente Kate? Uma mulher moldada por uma vida difícil? Ou alguém que sempre soube exatamente até onde era capaz de ir? E no final, mergulhamos numa das vossas perguntas — daquelas que não têm resposta simples: se acreditamos que as pessoas podem ser reabilitadas… para que serve, afinal, a pena perpétua? ⚖️Para a semana há mais, mas até lá, tenham uma semana muito arrepiante 😱
Olá pessoas e bem-vindas a um episódio muito pessoal para mim ✨Quem já me segue há muito tempo sabe que os últimos anos têm sido muito desafiantes: um divórcio, um burnout, muitas mudanças pessoais. Mais recentemente, o meu pai partiu… e, com isso, uma porta que eu já vinha a abrir para a minha espiritualidade escancarou-se completamente. 🚪Sabia que queria vir aqui, a este espaço seguro, para vos falar desta abertura. Mas também senti que não devia vir sozinha — porque não me queria perder nos meus sentimentos. Por isso convidei a Marta, e estivemos à conversa sobre tudo o que tenho vindo a experienciar ultimamente: os pequenos sinais que tenho recebido do meu pai, o que me levou a entrar num coven e, no fundo, como tenho vivido toda esta revolução interior.O luto é uma coisa complexa, sei que é um caminho longo… mas a verdade é que me sinto serena e conectada comigo mesma, acima de tudo. ✨É um episódio em que estou muito vulnerável. Falo-vos de experiências pessoais e paranormais, de coisas que tenho vindo a aprender e até de uma experiência de incorporação. A magia que tenho vivido é inebriante.Normalmente não falo muito de coisas tão pessoais, por isso… sejam meigas comigo, pessoas bonitas. ❤️Para a semana há mais, mas até lá, tenham uma semana muito arrepiante 😱
Olá pessoas e bem-vindas a mais um episódio arrepiante ✨Hoje estou com a Marta para mergulharmos numa história que é tão real quanto difícil de compreender. Um episódio sobre fé, procura espiritual, identidade… e sobre até onde alguém pode ir quando acredita que este mundo não é o destino final.Falamos de Heaven’s Gate, um grupo que não se via como culto, mas como uma comunidade em preparação para algo maior. Uma jornada de transformação, desapego, disciplina e crença num “próximo nível” de existência. Para eles, o corpo era apenas um recipiente como um veículo, a Terra um estágio temporário como uma sala de aula, e a verdadeira casa… estava algures para além do que conseguimos ver. 🚀Ao longo do episódio exploramos como pessoas comuns, com vidas, famílias e histórias, foram encontrando sentido, pertença e propósito dentro deste grupo. Como a linguagem espiritual, a promessa de evolução e a ideia de transcendência foram criando uma realidade paralela onde tudo fazia sentido — mesmo quando, de fora, parecia impossível de aceitar. Sim, porque a ideia era que, um dia, um OVNI escondido numa cauda dum cometa viria para levá-los como ETs em corpos humanos para um Reino Superior 😶‍🌫️Eu e a Marta falamos não só do que aconteceu, mas da parte humana: da vulnerabilidade, da busca por significado, da solidão, e daquela linha ténue entre despertar espiritual e entrega total a uma visão que deixa de ser questionada. É uma história sobre crença, identidade e a necessidade humana de pertencer a algo maior. E, claro, também ingressamos num debate sobre questões éticas e também sobre religião 🕯️Para a semana há mais, mas, até lá, tenham uma semana muito arrepiante 😱
Olá pessoas e bem-vindas, finalmente, a um episódio há muito esperado por vocês 🎃Hoje não estou sozinha — tenho comigo a Marta e a maravilhosa Joana Moon para um episódio muito especial, muito pessoal… e profundamente místico. Esta foi, sem dúvida, a minha viagem favorita à Escócia. Mas também foi aquela que nos transformou de formas que só mais tarde começámos a compreender.Neste episódio levamos-vos connosco até à nossa viagem de Halloween/Samhain do ano passado, numa altura em que o véu entre mundos se diz mais fino. O que começou como uma jornada espiritual acabou por se tornar um espaço de revelações pessoais, onde falámos abertamente sobre o nosso caminho, sobre bruxaria, covens, ferramentas de adivinhação, intuição — e onde muitas histórias começaram simplesmente a revelar-se para nós, como se estivéssemos finalmente a escutar. 🔮Logo na primeira noite, quando cheguei à casa da nossa linda anfitriã, senti um cheiro intenso a fumo molhado, quase ritualístico. Não havia nada a arder, nenhuma explicação óbvia — mas aquele cheiro ficou no ar como um sinal subtil. Hoje achamos saber quem se revelava para nós, mas foi apenas o início duma aventura. Vivemos a energia ancestral do festival do fogo de Samhain, descemos aos vaults de South Bridge e passámos pela prisão no cemitério de Greyfriars, lugares onde o passado, o espiritual e o presente parecem sobrepor-se. 🔥E foi já na noite antes de partirmos para Glencoe que aconteceu outro momento marcante: vi um homem sentado à mesa da cozinha. Não como ameaça, mas como uma presença serena, simplesmente ali. Seguimos depois para as Highlands, até Glencoe, entre paisagens de energia antiga, um hotel assombrado e com muitas histórias assustadoras, e castelos abandonados que hoje vemos como sinais e chamamentos… um verdadeiro foreshadowing daquilo que eventualmente iríamos trazer connosco para casa. 👻Mas este não é um episódio sobre medo. É sobre despertar, sensibilidade e aceitação do invisível. Espero que gostem 🕯️Para a semana há mais, mas, até lá… tenham uma semana muito arrepiante 😱Patreon: https://www.patreon.com/arrepioscomabilinhaInstagram: @raquelcaldevillaEmail: raquel.caldevilla@gmail.com
Boa quinta-feira, pessoas bonitas ✨Hoje estou com a Marta e trago-vos true crime — daquele que divide opiniões e deixa muita gente desconfortável 😬 Porque o caso de hoje vem acompanhado de uma opinião polémica, daquelas que provavelmente não vão agradar a toda a gente… e ainda bem.Neste episódio falamos de Velma Barfield, uma mulher aparentemente comum: religiosa, enfermeira dedicada, vista como prestável e bondosa. Mãe, esposa, cuidadora. O tipo de pessoa a quem confiaríamos a nossa saúde… ou a nossa vida. O problema é que, ao longo dos anos, várias pessoas próximas de Velma começaram a morrer de forma estranhamente conveniente. ☠️Entre envenenamentos, mentiras, dependências escondidas e um rasto de mortes ignorado durante demasiado tempo, Velma tornar-se-ia a primeira mulher a entrar no corredor da morte (death row) nos Estados Unidos no século XX. Mas aquilo que realmente torna este episódio diferente é a forma como eu e a Marta olhamos para este caso — e a conclusão a que chegamos pode não ser consensual.Preparem a mantinha, o chá e a mente aberta, porque este episódio não fala apenas de crimes, mas de falhas, julgamentos e da linha ténue entre vítima e vilã.Para a semana há mais, mas até lá… tenham uma semana muito arrepiante 😱Patreon: https://www.patreon.com/arrepioscomabilinhaInstagram: @raquelcaldevillaEmail: raquel.caldevilla@gmail.com
A História de Heol Fanog

A História de Heol Fanog

2026-01-1501:54:32

Quinta-feira é dia de arrepios e hoje trago-vos um clássico: uma casa assombrada 🏚️Eu sei que vocês preferem os episódios de true crime, as histórias reais de pessoas assustadoras. Mas, se alguma vez fizesse um best of de casas assombradas, esta estaria lá — sem qualquer dúvida. Até porque são quase 2h de terror 😬No episódio de hoje viajamos até ao interior do País de Gales para conhecer Heol Fanog, uma antiga conversão de celeiro que prometia ser a casa de sonho de uma família. Renda barata, espaço aberto, um novo começo. Tudo aquilo de que a família Rich precisava… até o inexplicável começar.Passos em corredores vazios, portas a bater violentamente, figuras sombrias a atravessar paredes, animais que se tornavam agressivos sem aviso e contas de eletricidade impossíveis de explicar. Durante anos, a família viveu cercada por uma presença constante, descrita como maliciosa e opressiva. 👻Conhecida por muitos como “o Amityville galês”, Heol Fanog é uma história de desgaste psicológico, medo contínuo e da sensação de que algo nunca quis que aquela família ali estivesse 🕯️Terá sido apenas uma assombração… ou algo muito mais antigo e sombrio? Venham comigo conhecer Heol Fanog, a casa mais exorcizada do Reino Unido.Para a semana há mais, mas, até lá, tenham uma semana muito arrepiante 😱
Boa quinta-feira, bom dia de arrepios 🎬 Filmes de suspense e terror são, sem dúvida, dos meus favoritos — e sei que desse lado está a audiência perfeita para concordar comigo. Mas a verdade é que os melhores filmes são quase sempre aqueles que são baseados em factos reais ou em livros.E hoje, temos o melhor dos dois mundos. O Silêncio dos Inocentes é um dos filmes — e livros — mais marcantes de sempre no género do terror psicológico, e é exatamente ele que serve de mote para o episódio de hoje. E para este episódio particularmente tenso, a Marta está finalmente de volta. 🧐Falo-vos de uma das inspirações para a personagem Buffalo Bill: um homem cuja vida foi marcada por miséria, problemas de saúde mental e traumas profundos. Nada disso justifica actos malignos — e a verdade é que este homem se tornou a própria personificação do mal. 💀Esta é uma história de racismo, misoginia e crueldade extrema. Um caso terrível que deixou marcas irreversíveis nas suas vítimas. Conhecido por muitos como o Monster Preacher ou o Ted Bundy da Filadélfia… Esta é a história de Gary M. Heidnik.Espero que gostem e não se esqueçam de desejar os parabéns à Marta (mas só no dia 9 para não dar azar). Para a semana há mais, mas, até lá, tenham uma semana muito arrepiante 😱
A História da Cailleach

A História da Cailleach

2026-01-0101:01:531

Boa quinta-feira e bom ano, pessoas queridas. 🖤Há figuras antigas que não pertencem apenas aos livros de mitologia. Vivem na paisagem, no clima, no silêncio das pedras e na forma como o inverno nos atravessa por dentro. A Cailleach é uma delas. ❄️Na Escócia, é conhecida como Black Beira ou Beira Negra e atende a muitos outros nomes: a Rainha do Inverno, a Anciã Azul, a Mãe dos Ossos, a Velha das Pedras, a Grande Pastora de Veados — e, em muitos lugares, simplesmente como Cailleach. 🪨Neste episódio, caminhamos por montanhas, colinas e terras ancestrais para conhecer a Velha Mulher do Inverno — criadora e destruidora, guardiã do tempo, da morte e do regresso da vida. Uma deusa que não consola, mas ensina. Que não promete suavidade, mas transformação.Entre lendas da Escócia, ecos do Atlântico e sombras que chegam de tempos ainda mais antigos, exploramos o arquétipo da Crone: a sabedoria que nasce da perda, das estações duras e das lições que só o frio sabe dar. Este é um convite para olhar o inverno — exterior e interior — não como castigo, mas como passagem. Porque mesmo na terra mais dura, algo sempre espera para germinar. 🌌Obrigada por fazerem parte do meu ano e espero que gostem desta deusa tão fascinante quanto assustadora. Para a semana há mais, mas, até lá, tenham uma semana muito arrepiante 😱
Boa quinta-feira e bom Natal, pessoas queridas. 🎄As bonecas fazem parte da nossa vida desde cedo. Estão nos quartos das crianças, nas prateleiras, nas fotografias antigas de família. Representam cuidado, afecto, companhia. E ainda assim, algo nelas nunca está completamente certo. Há um vazio demasiado atento no seu olhar. Uma presença que parece observar sem nunca estar verdadeiramente ali. 🪆Neste episódio, aproximamo-nos desse desconforto que as bonecas provocam em silêncio. Da linha frágil entre o brinquedo e a figura humana, e da forma como o nosso cérebro insiste em procurar intenção onde só deveria existir matéria. Bonecas imitam-nos mal. Permanecem imóveis tempo demais. E é precisamente isso que as torna difíceis de ignorar. 👁️Entre histórias, crenças e inquietações antigas, este é um convite para encarar o que nos assusta porque se disfarça de familiar. Porque nem tudo o que foi criado para confortar permanece inocente — e algumas presenças não precisam de se mover para nos fazer sentir observados. 🌫️Que este Natal seja calmo, acolhedor… e com espaço suficiente para um arrepio inesperado. Obrigada por continuarem a fazer-me companhia por aqui. Para a semana há mais, mas, até lá, tenham uma semana muito arrepiante 😱
Boa quinta-feira, pessoas queridas ☠️Hoje tenho como convidada a querida Marta, da Associação Cobalto, o sítio que albergou o nosso livestream e é um episódio verdadeiramente especial. Viajámos até à Itália do século XVII, para uma história onde o terror não se esconde em sombras nem sussurros… mas em pequenos frascos, discretos, vendidos como soluções milagrosas 🧪Falamos de Giulia Tofana, uma figura envolta em segredo, medo e poder. Um nome que atravessou séculos associado a rumores, acusações e a uma substância tão silenciosa quanto devastadora — e a um contexto onde ser mulher podia significar viver sem escolha. E, com a Marta, juntas exploramos o mundo em que Giulia existiu: um tempo de controlo, violência invisível e justiça seletiva. Sem respostas fáceis, sem heróis claros — apenas uma história real que continua a dividir opiniões. Conversamos sobre moralidade, sobrevivência e as zonas cinzentas onde o bem e o mal deixam de ser óbvios. E, claro, bruxas. 🧙Espero que gostem. Para a semana há mais, mas, até lá, tenham uma semana muito arrepiante 😱
Boa quinta-feira, pessoas queridas (ou terça, se estão a ver/ouvir isto em primeira mão) 🛣️Hoje o terror não vem de casas assombradas nem de entidades que batem nas paredes. Vem da estrada. Do silêncio. E daquilo que desaparece sem deixar rasto. E duma história que é pouco conhecida.Esta semana falamos da Highway of Tears, um troço de estrada no Canadá marcado por décadas de desaparecimentos e assassinatos, sobretudo de mulheres indígenas. Histórias reais, dolorosas e muitas ainda sem respostas, perdidas entre boleias, falhas graves do sistema e um silêncio cúmplice. Nesta viagem sombria, levo a Sara comigo, e juntas tentamos perceber não só o que aconteceu… mas a quem o mundo insiste em não ouvir. 🌲Não é um episódio fácil. Aqui não há sustos rápidos nem alívio no fim — há perguntas em aberto, investigações negligenciadas e um padrão inquietante que nos obriga a encarar a violência sistémica, o racismo e a forma como algumas vidas são tratadas como descartáveis. Porque, como eu costumo dizer, o mais assustador não é o sobrenatural… são as pessoas vivas, de carne e osso, carregadas de maldade.Para a semana há mais, mas, até lá, tenham uma semana muito arrepiante 😱
Mais uma quinta-feira, mais um episódio de Arrepios 🏚️Vocês já sabem que eu adoro uma boa história de fantasmas. O que talvez não saibam é que os poltergeists, particularmente, me fascinam tanto quanto me assustam. Há qualquer coisa neles — esse terror barulhento, imprevisível, quase íntimo — que me deixa sempre entre o espanto e o pavor. 🫣Depois de passar 12 dias na Escócia e de ter tantas experiências para vos contar, senti a necessidade de voltar lá um bocadinho, antes de me organizar com tudo e trazer-vos as minhas experiências. Assim, esta semana viajamos até Paisley, nos arredores de Glasgow, para um caso que quase ninguém conhece: o poltergeist de Glenburn. Nunca saiu nos jornais, nunca chamou investigadores — ficou apenas nas memórias de quem o viveu. Um apartamento normal, um rapaz de 13 anos e noites cheias de pancadas, passos impossíveis e uma sombra que parecia ter vida própria. 👻Este é um daqueles casos que vive exatamente no meio-termo entre psicologia e paranormal, entre emoções que procuram saída e forças que não sabemos explicar. Neste episódio mergulhamos nessa fronteira, e também no passado sombrio de Paisley, onde histórias de medo atravessam séculos. 🧙Para a semana há mais, mas, até lá, tenham uma semana muito arrepiante 😱
Boa quinta-feira, queridos arrepios ✨Estamos em novembro, um mês que sempre associo a desaparecimentos — talvez porque os dias encolhem, talvez porque a escuridão parece guardar mais histórias do que devia. E, para combinar com esta energia, esta semana recebo novamente uma voz que aqueles que me seguem há mais tempo já reconhecem: a Sílvia voltou ao podcast para me ajudar a mergulhar no enigma da família Jamison. 🫣O desaparecimento desta família está repleto de detalhes que desafiam expectativas: uma viagem que toma um rumo estranho, comportamentos captados em vídeo que levantam dúvidas, rumores que tocam em casas assombradas, em medos profundos, em possíveis ligações ao crime, a cultos e até ao oculto. É um caso onde cada elemento acrescenta mais camadas à história. 🔮Neste episódio, conduzimos-vos pela atmosfera que envolve tudo isto: o silêncio pesado das montanhas, as pistas que parecem escapar à lógica, e aquela sensação de que há algo nesta narrativa que continua a inquietar, mesmo tantos anos depois. Novembro pede histórias assim: cheias de mistério, sombras e perguntas que continuam a ecoar. 🏚️Para a semana há mais, mas, até lá, tenham uma semana muito arrepiante 😱
Boa quinta-feira, meus ricos fantasminhas 👻Há algo de profundamente inquietante nos hotéis antigos, não há?Lugares feitos para acolher viajantes, mas que, com o tempo, acabam por guardar mais do que memórias. Cada quarto tem uma história. Cada corredor parece respirar segredos. Há silêncios que soam… demasiado atentos. 🏨Nos próximos dias, vou estar alojada num hotel assombrado aqui na Escócia — sim, leram bem. Um edifício com séculos de história e histórias que, dizem, nem sempre pertencem aos vivos. Mas antes de vos falar sobre a minha experiência por cá, deixem-me contar-vos sobre outro lugar cheio de mistério: o George & Pilgrims Hotel, em Glastonbury. À noite, portas trancadas não estão vazias, sussurros ecoam na cave e sombras podem surgir aos nossos pés… antes de desaparecerem. Tudo acontece aqui: sons inexplicáveis, figuras enevoadas em fotografias e até hóspedes que acordam com um estranho sorridente à beira da cama. 🫣É um episódio cheio de contos na primeira pessoa, com detalhes que tenho a certeza que vos vão deixar com a pele na ponta dos pés. E vocês, ficariam alojados num sítio assim?Para a semana há mais, mas, até lá, tenham uma semana muito arrepiante 😱
Happy Halloween, pessoas mais bonitas 🎃Hoje convido-vos a juntarem-se a mim e à Marta na Escócia, na véspera do Samhuinn — a noite em que os véus entre os vivos e os mortos se tornam mais finos e as colinas enevoadas parecem sussurrar segredos de tempos antigos. O frio anuncia a chegada do inverno e, por entre sombras e neblina, ainda ecoa o crepitar das fogueiras que, há séculos, purificavam, protegiam e guiavam os espíritos.Lembramos também das antigas piras funerárias, rituais de fogo que permitiam às almas deixar o mundo terreno e encontrar libertação. O fogo, nestas tradições, era símbolo de passagem, de transformação, de despedida — mas nem todas as histórias conhecem a luz da chama. Algumas permanecem envoltas em silêncio e solidão, onde a escuridão se torna companhia e a presença do outro se confunde com o vazio. 🔥Hoje, trago-vos a história de Dennis Nilsen, um homem escocês cujas sombras interiores nos mostram o que acontece quando a solidão se mistura com o medo e a ideia de amar e ser amado se torna profundamente distorcida. Um serial killer que nos lembra que nem tudo o que desejamos compreender se encaixa na luz da normalidade. 💀Para a semana há mais, mas, até lá, tenham uma semana muito arrepiante 😱
A História do Vampiro

A História do Vampiro

2025-10-2301:56:33

Boa quinta-feira, pessoas bonitas 🌙Hoje convido-vos a acompanhar-me numa viagem pelo desconhecido, onde o medo se mistura com a fascinação. Entre o luar pálido e o silêncio da noite, encontramos os vampiros: criaturas que nasceram da nossa imaginação e continuam a refletir os nossos maiores medos e desejos 🦇Neste episódio longo, falo-vos de vampiros em livros, peças, filmes e séries, desde as suas origens nos mitos antigos até à cultura pop moderna. Eles são “o outro”, mas também espelhos de nós próprios — e perceber o que nos atrai neles é descobrir algo sobre a nossa própria sombra 🪞É um episódio sobre monstros, mas também sobre o que acontece quando olhamos para os nossos medos de frente — e talvez percebemos que o mais arrepiante está dentro de nós 🧛🏽‍♂️Para a semana há mais, mas, até lá, tenham uma semana muito arrepiante 😱[para encomendas de merch: raquel.caldevilla@gmail.com]
As Histórias do Liveshow

As Histórias do Liveshow

2025-10-1601:43:28

E eis que chegou o momento de partilhar um episódio muito especial — o primeiro Live Show do Arrepios com a Bilinha 🎃Ao fim de seis anos de podcast, finalmente encontrámo-nos ao vivo… e foi simplesmente maravilhoso. Para quem não pôde estar lá, perdoem-me o nervosismo inicial (e o vento teimoso que decidiu participar também). Prometo que vai compensar — porque neste final de tarde partilhei convosco algumas das histórias mais arrepiantes e bonitas de Portugal.Das ruas antigas do Porto às aldeias esquecidas, viajámos por lendas, assombrações e memórias que se recusam a morrer. E, no meio de tudo isso, houve também momentos muito pessoais — porque o medo não vive só nas histórias antigas… às vezes, mora mesmo ao nosso lado. 👀💀 E sim, falámos também do novo merch oficial do Arrepios com a Catpivara! Se quiserem levar um bocadinho deste universo convosco, espreitem as novidades — há t-shirts, tote bags e outras surpresas perfeitas para quem vive entre o conforto e o terror.Obrigada por fazerem parte deste espetáculo, pelas gargalhadas nervosas e pelos olhos arregalados. Para a semana há mais, mas, até lá, tenham uma semana muito arrepiante 😱
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