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Igreja Reformada de Cristo
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Igreja Reformada de Cristo

Author: Igreja Reformada de Cristo

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Podcast da Igreja Reformada de Cristo (CREC).
54 Episodes
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Sermão proferido pelo Rev. Evandro Rosa, na Igreja Reformada de Cristo, em Porto Alegre/RS.
Quem somos? Em que cremos? A cada episódio abordaremos distintivos particulares de uma igreja CREC.
A multidão estava certa sobre quem Jesus era. Estava profundamente enganada sobre o que isso significava.Neste Domingo de Ramos, o texto de João nos mostra um Rei que entra na cidade não como mero libertador político, mas como o Deus de Israel descendo nas nuvens — sobre ramos de palmeira estendidos no chão, cavalgando como Yahweh cavalga: em poder, para salvar. Um Rei que não vem de cavalo de guerra, mas de jumento. Que não destrói os seus inimigos com a espada, mas morre por eles — e ressuscita sobre eles.O mundo inteiro foi após ele. E nós também.
Jesus recebe a notícia de que o amigo está morrendo — e fica dois dias a mais onde estava. O que parece abandono é plano divino. O que parece silêncio é preparo para a maior declaração do evangelho:“Eu sou a ressurreição e a vida.”Não apenas ressuscitaremos no futuro. Já ressuscitamos com Ele.
Esta palestra foi apresentada pelo Rev. Evandro Rosa na conferência Coram Deo, organizada pelo grupo Rede — uma comunidade de jovens cristãos universitários da UFRGS. O tema: o que a Bíblia diz sobre o trabalho, do mandato de domínio em Gênesis à Grande Comissão em Mateus 28 — e o que isso muda na segunda-feira de manhã.
Um homem cansado. Uma mulher sozinha. Um poço ao meio-dia. À primeira vista, uma cena simples. Mas João nunca deixa as coisas onde parecem estar. O que temos diante de nós é uma cena de noivado — o Noivo que vai ao poço buscar a sua noiva. E o Noivo que se senta ao poço à hora sexta é o mesmo que, à hora sexta de uma sexta-feira, será pregado na cruz por ela.O Noivo foi ao poço. Encontrou a sua noiva. E ainda a está buscando.
João 3.16 é provavelmente o versículo mais conhecido da Bíblia. E talvez justamente por isso, o mais mal compreendido. Neste sermão, descobrimos que crer no amor de Deus pelo mundo não é apenas receber um benefício — é ser convocado a participar da lógica desse amor. Um amor escandaloso, que não calcula perdas, que não espera reciprocidade, e que entregou o Filho por um mundo que o mataria.Deus amou o mundo. E você?
O deserto não é acidente — é propósito. Neste primeiro domingo da Quaresma, abrimos Mateus 4.1-11 e seguimos Jesus ao deserto: quarenta dias, sem comida, face a face com Satanás. Mas o que parece derrota iminente é, na verdade, o início da maior virada da história.Assim, exploramos como Jesus enfrenta as três tentações que Israel nunca venceu — e como cada uma delas é um espelho direto das nossas próprias batalhas cotidianas com o conforto fácil, a glória sem a cruz e a presunção espiritual. E no centro de tudo, uma pergunta que não sai da cabeça: o que está no centro da sua vida?A Quaresma não é tempo de lamentação passiva. É tempo de guerra — e de esperança. Porque ao final de todo deserto, há sempre uma terra prometida.
Desde o Éden, a batalha é a mesma: Deus fala, e a serpente pergunta — “Foi isso mesmo que Deus disse?”.Toda a história do mundo é travada entre essas duas vozes: a Palavra que cria e sustenta a vida, e a mentira que semeia dúvida e rebelião.Neste sermão, refletimos sobre o Sola Scriptura — a confissão de que Jesus Cristo reina pela Sua Palavra.Ele é o Senhor da Igreja e do mundo, e Sua voz continua a reformar os corações, as famílias e as nações.Onde a Palavra fala, Deus fala. E onde ela é ouvida com fé, Cristo verdadeiramente reina.
Recomendações de despedida do apóstolo Paulo aos presbíteros de Éfeso — o único discurso de Paulo em Atos dirigido a cristãos. Uma mensagem sobre fidelidade ao Evangelho, vigilância espiritual, desprendimento e amor pastoral. Fomos chamados a crescer em maturidade — não buscando perfeição, mas aprendendo a cuidar e corrigir uns aos outros em amor e no temor do Senhor.
Você não precisa ser famoso neste mundo — mas precisa ser conhecido no céu e temido no inferno.
Vivemos dias cheios de tropeços — escândalos na política e na igreja, ofensas nas redes sociais, ingratidão nas relações, orgulho disfarçado de virtude. Mas Jesus nos ensina que, diante de tudo isso, o caminho do discípulo é outro: perdoar sem cessar, crer mesmo quando parece impossível e servir sem buscar aplausos. Lucas 17.1–10 mostra que a fé madura não se ofende facilmente, não se exalta e não desiste do bem. Em tempos difíceis, Cristo chama sua igreja a ser uma comunidade de servos fiéis, que vencem o mal com o bem e caminham com alegria sob o senhorio do Rei.
Somos todos religiosos — o ponto é: a quem realmente servimos? Em Atenas, Paulo encontra uma religiosidade intensa, mas vazia; aqui ele desmascara falsos deuses e aponta para o único Deus que vive, julga e ressuscita. Um chamado sério ao arrependimento e à disciplina do coração.
Em Atos 16.6–40, vemos como o evangelho não pede licença nem permanece privado: ele abala magistrados, derruba ídolos, liberta cativos e transforma famílias. A fé que canta na prisão é a mesma que abre corações e casas para o Reino. Aqui, Paulo e Silas nos lembram que Cristo reina — e onde Ele reina, tronos tremem e lares são conquistados.
Deus transforma identidades. Em Atos 13 vemos Saulo tornar-se Paulo, o perseguidor feito pregador. O Evangelho não apenas salva, mas redime nossa história inteira — dons, cultura e até nossas limitações — para colocá-los a serviço de Cristo. Neste sermão, refletimos sobre a missão da Igreja, o juízo que conduz à graça e a mesa onde inimigos se tornam irmãos.
A fé cristã exige olhos renovados, capazes de enxergar nas histórias, padrões e personagens das Escrituras o drama da redenção e a presença viva do Senhor. A pergunta de Filipe continua ecoando: Entendes o que lês? — e a resposta a essa pergunta molda nossa fé, nosso batismo, nossa missão e nosso lugar na nova família de Deus.
Após o martírio de Estevão, a Igreja é perseguida e dispersa. Mas Deus não perde o controle — Ele espalha Seus servos como sementes, para que floresçam em novos territórios. Neste sermão, vemos como Filipe leva o evangelho à Samaria, enfrentando barreiras históricas, culturais e espirituais. Em meio à instabilidade, a Palavra corre. Em tempos de confusão, o Espírito edifica. E onde há fidelidade, há colônias do céu sendo plantadas em solo hostil. Este é um chamado para os que não fogem, mas avançam; para os que não se vendem, mas anunciam. Porque quando Deus espalha, é para reunir. E o Reino não recua.
Neste sermão, meditamos sobre o discurso e o martírio de Estevão, o primeiro mártir da Igreja e uma testemunha fiel até o fim. Diante do Sinédrio, Estevão recapitula a história de Israel para mostrar que a rejeição ao Justo sempre foi o padrão dos corações endurecidos. Mas ele também proclama, com ousadia, que Jesus está à direita de Deus — reinando, julgando e recebendo seus servos em glória. Neste confronto entre o céu e a terra, somos chamados a contemplar a fidelidade de Deus e a coragem de um homem cheio do Espírito. Que também nós sejamos achados fiéis, com os olhos fitos em Cristo, mesmo quando o mundo range os dentes contra nós.
Como a Igreja deve reagir quando surgem tensões e murmurações em seu meio?Neste sermão, refletimos sobre como a Igreja primitiva enfrentou conflitos internos à medida que crescia. A partir de Atos 6, vemos como Deus respondeu com sabedoria e ordem, estabelecendo o ministério dos diáconos. Uma palavra pastoral sobre governo eclesiástico, cuidado dos necessitados e o serviço como expressão viva do Evangelho.
Por que Deus matou Ananias e Safira por uma simples mentira? Neste sermão, exploramos uma das passagens mais perturbadoras do Novo Testamento, onde descobrimos que o mesmo Espírito que edifica a igreja também a purifica.
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