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Música Crônica

Author: Música Crônica

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Música Crônica é um podcast semanal com histórias musicais e entrevistas. Música com informação e opinião com Lucas Rochetti e Miguel Sokol.
Artes: Danielle Lima e Nathalie Leonello. Edição: Vinícius Borges. Síndico: Chuck Hipolitho.
Contamos histórias também em texto e vídeo. :)

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EP#217: Flea Jazz

EP#217: Flea Jazz

2026-04-0930:11

40 anos depois da estreia com o Red Hot Chilli Peppers, mais inúmeras colaborações e projetos paralelos, finalmente o baixista Flea lançou o seu primeiro disco solo. Um projeto inspirado pela sua paixão pelo jazz, que ele idealizou desde o começo da carreira e só foi sair do papel agora em 2026.
Em 2008, Paul McCartney estava vivendo duas separações difíceis: da então esposa Heather Mills e da então gravadora EMI. A crise era tanta que a melhor solução era deixar de ser o Paul McCartney, então ele ressuscitou o projeto de música eletrônica que tinha com o Youth depois de 10 anos parado e se enterrou no estúdio, dessa vez, não para fazer mais um disco experimental, mas pra fazer canções sem o peso e o compromisso que um novo disco do Paul McCartney trariam.
Depois de perderem seus pais num intervalo de 10 dias, os criadores do Gorillaz, Damon Albarn e Jamie Hewlett, viajaram pra Índia pra lidar com o luto e trabalhar no “The Mountain”, nono disco da banda que, como de costume, conta com uma penca de participações e é assunto desse episódio.
Os Saints começaram punk, pra muitos, principalmente os australianos, os pioneiros do punk, já que o 1º disco saiu antes que o Damned gravasse uma nota que fosse, mas dois discos depois a banda toda, incluindo o outro compositor, o guitarrista Ed Kuepper, debandou. O vocalista Chris Bailey ficou com o nome e fez com ele o quis, justificando a definição definição do Guardian pra banda: “uma das mais esporadicamente brilhantes, frustrantemente irregulares e inegavelmente importantes que a Austrália já produziu”. E o último capítulo dessa saga se chama Long March Through Jazz Age, disco que começou a ser gravado em 2018, mas só foi lançado no fim de 2025, 3 anos após a morte de Bailey e é assunto desse episódio.
Mavis Staples e Annie Caldwell, duas cantoras que transitam pelo soul, blues, funk e até pelo rock, mas que têm raízes no gospel, são responsáveis por dois dos melhores discos do ano passado. E como se isso não fosse coincidência suficiente, ambas foram quase esquecidas antes de serem festejadas e são assunto desse episódio.
Dove Ellis é o nome artístico de Thomas O'Donoghue, um irlandês de Galway que fala quase nada sobre si mesmo e lançou seu disco de estreia nos acréscimos de 2025, quando todo mundo já tinha listado os seus melhores do ano. Mesmo assim ele não passou batido e virou o assunto do nosso primeiro episódio de 2026.
O top 5 com os nossos discos favoritos de 20225. Deixe aqui os seus :)
Três anos depois de consolidar seu lugar como estrela pop com “Motomami”, Rosalía lançou “Lux”, um disco no qual cada música foi inspirada por uma santa diferente, é cantado em 13 línguas diferentes e que conta com uma orquestra.
Se a coletânea de singles e lados B The Masterplan fosse o 3˚ disco do Oasis em vez do burocrático Be Here Now, será que a história da banda teria sido outra?
No começo dos anos 80, nasceu em Bristol o coletivo Wild Bunch que, além de festas, produzia música própria. Segundo eles, um “hip hop minimalista para amantes”. O grupo acabou no fim da década de 80 e parte de seus integrantes fundou o Massive Attack, que, por sua vez, inventou o trip-hop.
Evan Dando, o dono do Lemonheads, se casou com uma brasileira e veio pra cá de mala e cuia tratar os dentes, porém, a estadia deu mais que um sorriso novo e quebrou um silencio de quase 20 anos sem músicas inéditas do Lemonheads com o lançamento de “Love Chant”, assunto desse episódio.
O The Last Dinner Party começou a se formar em 2019, mas só foi existir de fato e fazer seus primeiros shows depois da pandemia. Aí, veio o primeiro sucesso logo no primeiro single, “Nothing Matters” e um disco. Nessas, o quinteto foi acusado por alguns de ter sido “fabricado pela indústria” e elas chegam agora em 2025 ao 2º disco da carreira, o “From The Pyre”, assunto desse episódio.
Ao fim da turnê do disco The River, Bruce Springsteen tinha se transformado num rockstar, mas não um daqueles mimados, autoindulgentes e excêntricos tão comuns nos anos 70, Bruce era a voz dos trabalhadores, dos perdedores, dos deslocados e justamente por isso, ao querer voltar as suas raízes, o tão esperado sucessor do grandioso The River era, pra surpresa de geral, um disco caseiro.
Cameron Winter queria ser jogador de hóquei no gelo. Depois de sofrer algumas concussões ainda quando criança, canalizou sua energia pra música, montou uma banda na adolescência, lançou um disco solo em 2024 e agora chega ao 3º disco com o Geese. Esses 2 últimos são assunto desse episódio.
O Suede já estava lá quando o Britpop chegou com tudo no começo dos anos 90. E agora a história se repete, o Suede já estava por aí quando o revival do Britpop começou. E justamente por já estarem no 5º disco desse retorno ganhou esse episódio.
O novo disco do David Byrne conta com parceiros de todas as épocas da sua carreira, além de novos chegados como a Hayley Williams. Além das participações especiais, o disco foi inteiro gravado com uma orquestra, a Ghost Train Orchestra. Nesse episódio a gente destrincha o “Who Is The Sky?” e deixa uma pergunta pra você responder: Qual é a sua parceria inusitada favorita? Conta pra gente aqui embaixo!
Gene Clark fundou os Byrds com Roger McGuinn, mas antes do lançamento do terceiro disco saiu da banda sendo saído por inveja dos outros integrantes e daí em diante, apesar do pioneirismo na fusão de country e rock, tudo que ele fazia ia sucessivamente dando errado até que uma década depois parecia que a sorte ia virar: ele finalmente tinha conseguido o contrato para fazer o disco dos seus sonhos, o “No Other”, assunto desse episódio.
Episódio sobre o novo disco do Wet Leg, “moisturizer”, com uma lembrança a inigualável Angela Ro Ro e as respostas dos nossos ouvintes sobre qual banda com mais de 5 integrantes é a favorita deles.
Francie Medosch é a dona do Florry, nome que ela usa pra tudo o que fez desde a mistura de videogame com Bossa Nova aos 12 anos, passando por indie lo-fi deprê sei lá mais o quê que disseram até chegar na sonoridade atual de um Florry composto por 7 integrantes que quer atualizar a caótica Rolling Thunder Revue do Dylan, com riffs inspirados no rock dos anos 70 é assunto desse episódio.
Em 1993, o Supergrass nasceu das cinzas da banda anterior que o vocalista Gaz Coombes tinha com o baterista Danny Goffey, e virou um trio com o baixista Mick Quinn. Com a demo de “Caught By The Fuzz”, eles conseguiram um contrato pra gravar o primeiro disco e conheceram o verdadeiro significado do sucesso com “Alright”, ambas do disco de estreia deles, o “I Should Coco”, assunto desse episódio.
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Comments (2)

Celisvan Souza

acho que curti muito o disco, mas adorei as tretas!

May 22nd
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Celisvan Souza

este episódio está com algum problema? não estou conseguindo baixar...

May 4th
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