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Hugo Ribeiro - Segurança Diferente
Hugo Ribeiro - Segurança Diferente
Author: Hugo Ribeiro
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© Hugo Ribeiro
Description
Nesta série pensaremos em segurança do trabalho de forma diferente, colocando sempre o indivíduo como solução e não como problema, sempre com foco na aprendizagem organizacional.
Discutiremos semanalmente assuntos relacionados a segurança do trabalho e explicaremos de forma simples os artigos científicos mais relevantes desta área.
Discutiremos semanalmente assuntos relacionados a segurança do trabalho e explicaremos de forma simples os artigos científicos mais relevantes desta área.
69 Episodes
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Neste episódio eu falo sobre um tema queaparece cada vez mais nas empresas: organizações que aprendem.Mas aprender organizacionalmente não é fazer mais treinamentos, produzir mais relatóriosou divulgar mais “lições aprendidas”. Aprender é mudar a forma como o sistemafunciona. É fazer com que aquilo que foi vivido no trabalho real circule entreos níveis da organização e influencie decisões diferentes no campo, na supervisão, na engenharia e na estratégia.Eu compartilho uma experiência pessoal em que participei de uma investigaçãomuito bem conduzida tecnicamente. O relatório era robusto, as análises eramprofundas e as recomendações eram consideradas “boas práticas”. Meses depois,ao retornar ao local, percebi que o trabalho continuava praticamente igual. As pressões eram as mesmas. As adaptações também. Foi ali que caiu uma fichaimportante: talvez tivéssemos produzido conhecimento… mas não necessariamenteaprendizagem organizacional.Neste episódio conversamos sobre:• Por que aprender não é apenas acumular informação • A importância da interação entre níveis organizacionais • O risco da “ilusão de aprendizado” • O papel do profissional de segurança como facilitador de aprendizagem • Como tornar o sistema mais adaptativo depois de eventos e experiênciasOrganizações que aprendem não são aquelas que sabem mais. São aquelas quefuncionam diferente depois de aprender.Aperta o play e vem refletir comigo.
Mito 16 — Modelos não são a realidadeNeste episódio da série sobre os mitos da segurança, eu discuto uma armadilha silenciosa que afeta muitos profissionais: tratar modelos como se fossem a própria realidade.Pirâmide de Heinrich, queijo suíço, indicadores, gráficos, curvas… modelos ajudam a organizar pensamento. Eles criam linguagem comum e facilitam decisões. O problema começa quando deixamos de questioná-los e passamos a forçar a realidade a caber neles.E se a teoria e o mundo real não combinam… será que é o mundo que está errado?Neste episódio, eu falo sobre:Como modelos podem virar dogmaO risco de medir apenas o que o modelo prevêPor que o trabalho real é sempre mais complexo que o slideE como usar modelos como lente — e não como algemaSe você trabalha com investigação, indicadores, análise de eventos ou liderança de segurança, esse episódio vai te provocar a repensar a forma como você explica o mundo.Segurança que faz sentido é compreender o trabalho real antes de tentar organizá-lo em diagramas.Aperta o play e vem refletir comigo.
Neste episódio do Segurança Diferente, eu exploro o Mito 14: “Segurança é só bom senso?”. A frase parece óbvia e por isso mesmo é perigosa. A partir do capítulo, eu discuto por que percepção de risco não é “instinto universal”, mas algo aprendido, moldado por experiência, cultura e contexto (até atravessar a rua depende disso).Também converso sobre o que essa expressão costuma esconder no dia a dia: suposições perigosas, julgamento e culpabilização, e até a tentativa de “provar” que não precisamos investir em melhorias porque “as pessoas deveriam saber”.No fim, eu proponho um caminho mais útil para a prática: trocar “bom senso” por capacidade construída, e substituir julgamento por perguntas melhores sobre contexto, conhecimento disponível, pressões e condições reais de operação.🎧 Série: Safety Myth 101📌 Episódio: Mito 14💬 Me conta: onde essa frase aparece na sua realidade e o que ela tem impedido de enxergar?
Por que sistemas complexos falham mesmo quando as pessoas estão tentando fazer a coisa certa?Neste episódio do Segurança Diferente, eu analiso um dos papers mais influentes da segurança contemporânea:“How Complex Systems Fail”, de Richard Cook (2000).Partindo dessa pergunta central, a conversa vai além das explicações fáceis sobre “erro humano” e mostra por que, em sistemas complexos, falhas não surgem do nada e nem podem ser explicadas apenas por decisões individuais.Ao longo do episódio, você vai entender:por que o trabalho dá certo na maior parte do tempo graças às adaptações das pessoas, e não apesar delas;como o sucesso cotidiano é ativo, frágil e muitas vezes invisível;por que usar o resultado como critério para julgar decisões leva a análises pobres;como acidentes revelam fragilidades que já existiam, mas estavam sendo compensadas;e o que muda, na prática, quando a segurança passa a estudar o trabalho real, e não só o desvio.Este episódio é especialmente útil para quem atua com:Segurança do trabalho, investigações de acidentes, fatores humanos, HOP, liderança operacional e gestão de risco.Se você já se perguntou por que sistemas falham mesmo quando ninguém “quis errar”, este episódio é para você.ReferênciaCook, R. (2000). How Complex Systems Fail.
Neste episódio discuto a importância de escapar dos "contra-fatos" quando analisamos eventos de segurança no trabalho.
Refletindo um pouco sobre o conceito de accountability em segurança no trabalho, em especial para as Novas Visões.Vem comigo?
Neste episódio, exploramos uma tensão muitas vezes silenciosa, mas profundamente influente: a dicotomia entre como os profissionais de segurança se veem — como parceiros, apoiadores, especialistas — e como são percebidos pelos operadores no campo — por vezes como fiscais, burocratas ou obstáculos ao trabalho real.A partir de exemplos cotidianos, reflexões e provocações, convidamos você a repensar o papel da segurança nas operações: é possível reduzir essa distância? Que tipo de escuta, presença e postura podem aproximar as visões e fortalecer a confiança?Um episódio para quem deseja transformar o papel da segurança, saindo do papel de controle e assumindo uma posição mais conectada à realidade operacional.
Neste episódio, vamos explorar como diferentes pontos de vista moldam a forma como enxergamos riscos, decisões e até mesmo o que consideramos seguro ou inseguro. O que é óbvio para um operador pode ser invisível para um gerente. O que parece um erro para um auditor pode ser uma adaptação inteligente na prática. Discutimos como ampliar a escuta e reconhecer múltiplas perspectivas pode ser o primeiro passo para uma segurança mais justa, eficaz e humana.
Neste episódio, discutimos os prós e contras de criar competição entre diferentes plantas de uma mesma empresa com base no desempenho em segurança. Será que essa abordagem realmente impulsiona melhorias, ou pode gerar uma falsa sensação de segurança e prejudicar a colaboração entre as equipes? Analisamos os benefícios de aumentar o engajamento e a melhoria contínua, mas também alertamos para os riscos, como a distorção de dados e a cultura de culpabilização. Junte-se a nós para entender se a competição é a melhor estratégia ou se há alternativas mais eficazes para promover uma cultura de segurança verdadeira e colaborativa.
Neste episódio discutimos mais um mito da segurança.
Neste episódio discuto a importância da presença dos profissionais de segurança no trabalho na frente de trabalho!
Neste episódio dou dicas valiosas sobre como melhorar seus grupos de aprendizagem!
Neste episódio vamos discutir diferenças e semelhanças entre segurança ocupacional e patrimonial.
Neste episódio falo um pouco sobre situações em que os riscos podem ou não serem indesejáveis.
Neste episódio vamos discutir sobre um Mito muito popular na segurança, aquele que diz que segurança é ausência de riscos, e aí? O que acham? Concordam?Escutem e por favor, comentem, compartilhem e fiquem à vontade para me mandar mensagem no Linkedin para podermos interagir.
In this new episode I discuss HOP principles with Sam Goodman - The HOP Nerd one of the most funny and smart guys in this field, if you enjoy the new view of safety, you can not miss this 30min conversation.
In this episode we had a great talk about HOP Human and Organizational Performance with Mr. Steve Scott (the guy that makes it simple), he clarified a lot of points about our favorite subject.
Neste episódio falaremos sobre como as regras de ouro podem ser prejudiciais aos sistemas de segurança do trabalho!
Neste episódio falamos sobre a importância e a dificuldade para se conseguir apoio na implementação de novos programas de segurança, em especial dos da nova visão.
Você já pensou em como sua empresa realmente se mantém segura todos os dias?Não basta evitar acidentes. Não basta seguir procedimentos.A chave está em entender como as pessoas e os sistemas se adaptam, respondem e mantêm tudo funcionando mesmo sob pressão.No episódio mais recente do meu podcast, eu te apresento o conceito de engenharia de resiliência, uma abordagem moderna que está revolucionando a segurança do trabalho, as operações e a gestão de risco em setores como indústria, saúde, energia e tecnologia.🎧 Escute o episódio e descubra:✅ O que é engenharia de resiliência.✅ Quais são os quatro pilares que sustentam sistemas resilientes.✅ Por que olhar apenas para falhas não é suficiente.✅ Como aplicar esses conceitos no seu dia a dia.👉 E tem mais: se você quer aprofundar seus conhecimentos e aprender ferramentas práticas para projetar processos seguros e resilientes, as inscrições para o meu curso já estão abertas!🔗 Inscreva-se aquiVamos juntos construir organizações mais fortes, adaptáveis e humanas. 💪Compartilhe essa mensagem com colegas, líderes e profissionais que também querem transformar a segurança no trabalho.#EngenhariaDeResiliência #SafetyII #SegurançaDoTrabalho #GestãoDeRisco #Podcast #Liderança #Inovação #CursoOnline





