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MULHERES DE 50
MULHERES DE 50
Author: Maria Tereza Gomes
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© Maria Tereza Gomes
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Um dos três podcasts de saúde e bem-estar mais admirados do país pelo Prêmio Einstein 2023. Somos quatro irmãs que discutem o que significa ter 50 anos hoje: Tereza, 60, é jornalista e mora em São Paulo, capital; Lúcia, 58, é médica ginecologista e obstetra em Toledo, no Paraná; Marilza, ou Mel, 56 anos, é veterinária em Naviraí, no Mato Grosso do Sul; e Sandra, 53 anos, é advogada em Curitiba, Paraná. Uma vez por semana, as quatro se reúnem virtualmente para uma conversa descontraída sobre os desafios da idade, relembrar os ícones de sua geração e dar dicas Maduras.
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Há no mercado viagens para todos os gostos: enogastronômicas, culturais, de aventura e religiosas . Há viagens só para mulheres, só para casais, só para o público LGBT e, uma tendência em alta, são as viagens voltadas exclusivamente para a observação de pássaros. Não sabe qual tema escolher para sua próxima viagem? Ouça a entrevista com Claudia Felix, 59 anos, dona da agência Divines.Tur, que trabalha há 25 anos no setor de hotelaria e turismo. “O bom é que muitos desses temas podem estar na mesma viagem; você pode combinar história com vinho e gastronomia na Itália ou templos maravilhosos com a natureza exuberante do Butão”, diz ela. Ouça e compartilhe com quem você gosta.
Quer proteger seus ossos? Atenção ao tripé da prevenção de doenças ósseas, como a osteoporose: ingestão de cálcio, atividade física e exposição ao sol.Quem diz isso é a fisiatra Pérola Grinberg Plapler, especialista em Medicina Física e Reabilitação e diretora do Comitê de Ensino e Treinamento da Associação Brasileira de Medicina Física e Reabilitação (ABMFR). “O cálcio é fundamental para a vida inteira, inclusive para o coração bater”, afirma. A quantidade ideal diária pode ser obtida, além de uma dieta equilibrada, com a ingestão de um pote de iogurte, um copo de leite e uma fatia grossa de queijo todos os dias.No quesito exercícios físicos, “qualquer um é melhor que nenhum”, mas, para cuidar dos ossos, a médica recomenda aqueles que pressionam o osso, como musculação e exercícios de impacto (pular corda ajuda). Anote para não esquecer: mulheres sedentárias podem perder até 2% de massa óssea por ano.O terceiro pilar é a vitamina D, que a fisiatra indica obter com exposição ao sol — ou, para quem não pode, comprando suplemento na farmácia. “Este tripé é importante, mas não é suficiente para tratar osteoporose. Quem já tem a doença precisa de tratamento medicamentoso que impede a perda e estimula a formação de novo osso”, alerta a médica. Compartilhe este episódio com uma amiga.
Os cientistas sabem há muito tempo que homens desenvolvem doenças do coração mais cedo que as mulheres. O motivo é que, até a meia-idade, o estrogênio nos protege, mas essa proteção desaparece com a menopausa. Para entender melhor essa questão, entrevistamos o cardiologista Leonardo Jorge de Paula, 45 anos, médico do InCor-HCFMUSP e professor na Faculdade Brasileira de Medicina, em São Paulo. Segundo ele, a reposição hormonal não reverte tudo, mas reduz os riscos cardiovasculares porque melhora a disposição para os exercícios, a qualidade do sono e os indicadores do metabolismo, que ajudam o coração. As mulheres com mais de 60 anos são as mais vulneráveis ao infarto, insuficiência cardíaca, arritmias e outras doenças coronárias. O médico diz que “três coisas reduzem drasticamente o risco de doenças do coração: mexer o corpo, cuidar do prato e dormir bem”. Ele ainda recomenda check-up anual para saber como andam a pressão arterial, o colesterol e a glicemia, entre outros fatores de risco. “90% dos fatores de risco do coração são administráveis. Só 10% é genética”, diz. Sobre exercícios, ele lembra o protocolo: misturar aeróbico (caminhada ou corrida) e força, priorizando a recorrência à duração. É melhor fazer 30 minutos de caminhada três vezes por semana do que duas horas apenas no domingo. Na entrevista você vai saber também o que é síndrome do coração partido que, sim, é uma doença do coração.
Estamos de volta com mais uma temporada do Mulheres de 50. Ao longo de 10 episódios, vamos falar sobre saúde e bem-estar, com foco na prevenção de doenças que podem comprometer um envelhecimento saudável, como as cardiovasculares, os cânceres e os transtornos de saúde mental.E por que começar pela menopausa? Porque, quando não é acompanhada e tratada adequadamente, ela pode impactar a saúde física e mental pelo resto da vida. E não estamos falando apenas dos calorões que atrapalham o sono. “O risco cardiovascular aumenta só de a mulher entrar na menopausa”, afirma a endocrinologista Dolores Pardini, 74 anos, pesquisadora e chefe do Ambulatório de Menopausa da disciplina de Endocrinologia da Unifesp.Há ainda a perda de massa muscular, o aumento de gordura abdominal e alterações cognitivas, entre outros danos. “Hoje temos muitos recursos. Mulheres na menopausa podem levar uma vida saudável, dormir bem e manter disposição para o trabalho. Sofre apenas quem não tem informação ou é mal orientada”, diz a médica.Nesta entrevista, a especialista responde a dúvidas frequentes: terapia hormonal engorda? Aumenta o risco de câncer de mama? Testosterona é indicada? Ouça e compartilhe com uma amiga.
Chegamos ao último episódio desta temporada sobre Amor Maduro. E o tema agora é a coragem para acreditar que merecemos tudo o que a vida pode nos oferecer. Afinal, depois dos 50, a gente não tem tempo a perder. O tempo é curto para ficarmos presas a relacionamentos infelizes ou que já não nos completam. Esse foi o tema da conversa com a jornalista Lucinda Pinto, 55 anos, divorciada desde 2018 do homem com quem começou a namorar aos 17. "A gente já não tinha a mesma satisfação a dois; perdemos a tolerância, tudo incomodava", contou Lucinda, mãe de duas filhas adultas. A separação lhe trouxe liberdade e confiança para fazer suas próprias escolhas, como decidir morar sozinha pela primeira vez. Lucinda também se tornou adepta das trilhas, algo que nunca havia experimentado — e foi em uma delas que conheceu o atual namorado. O casal mora em cidades diferentes, e Lucinda está adorando isso: "Tem sido ótimo morar longe".Se você também se identifica, ouça, comente e compartilhe. Até a próxima temporada.
Maria Luiza Bruzatto, 64 anos, a Malu, achava que seria difícil encontrar o amor no reality Casamento às Cegas 50+, mas tinha esperanças. Por isso, a gaúcha, que é separada, mãe de dois filhos adultos e empresária, aceitou participar da 5ª temporada do programa que está na Netflix, só com participantes acima de 50 anos. Nesta entrevista, ela conta como foi sua experiência e por que já no primeiro dia dos encontros às cegas soube que não havia se interessado por nenhum dos 15 homens do experimento. O normal seria ela deixar o programa, pois não seguiria para as próximas fases, mas sua capacidade de articulação e humor a alçou à condição de uma espécie de comentarista do programa. O resultado é que Malu, que tinha 600 seguidores no Instagram, agora tem mais de 60 mil. A exposição, no entanto, não a ajudou a encontrar o amor. Ela continua sozinha, mas diz que está pronta para o amor. "Estou feliz com a minha própria vida, mas é bom namorar, gostar de alguém", diz.
Neste episódio, em que estamos falando sobre o amor maduro, trazemos um caso inspirador: aos 63 anos, Eliani Prado conta como redescobriu o amor à beira dos 60, depois da separação de um casamento de duas décadas. Diagnosticada com esclerose múltipla, um pouco antes da pandemia, ela reencontrou um amigo de adolescência, Ettore, também separado e que morava na Argentina. A conexão foi intensa, com longas conversas por texto antes do reencontro presencial, o que resultou em uma relação profunda, companheira e livre de dependências. Por conta do confinamento, o casal passou a morar junto em São Paulo e nunca mais se separou.Eliani destaca a importância do autoconhecimento, afirmando que o amor amadurecido na maturidade é baseado na vontade sincera de estar junto, no respeito, no cuidado mútuo e na diversão, sem pressões ou ciúmes. Ela também ressalta que, mesmo com limitações físicas, o sexo continua sendo uma parte importante e prazerosa do relacionamento, agora sem pressa nem cobranças, celebrando o corpo com suas marcas da vida.Se você também se identifica, ouça, comente e compartilhe.
Pesquisas mostram que muitas mulheres com mais de 50 anos decidem redescobrir o que realmente importa e optam por viver sozinhas. Os motivos podem incluir a dificuldade de encontrar parceiros compatíveis, o desgaste do processo de encontros ou a busca por autonomia e realização pessoal. A executiva Heloisa Ribeiro, 56 anos, é um exemplo: após a separação, tentou reencontrar o amor, mas se frustrou tanto nos aplicativos quanto na vida real. "Às vezes dá tanto trabalho que não vale o esforço." Atualmente, ela prefere investir seu tempo em amizades, trabalho, leitura e viagens. Para ela, a liberdade de escolher como viver é essencial. “Gosto muito da minha autonomia”, afirma. Heloisa não teme envelhecer sozinha e ressalta que não estar em um relacionamento não significa solidão, mas sim um estilo de vida consciente e pleno.Se você também se identifica, ouça, comente e compartilhe.
Seja para marcar um encontro especial, conhecer alguém interessante ou simplesmente viver novas conexões, os apps de namoro viraram grandes aliados de mulheres e homens de todas as idades. Natalia Brasil, 43, que você já ouviu aqui no podcast com o tema do amor-próprio, conta que começou a usar apps aos 37 anos, superando preconceitos e frustrações. Ela recomenda criar regras pessoais para se proteger, investir em um perfil com texto interessante e boas fotos, e manter conversas no app antes de avançar.Para o primeiro encontro, o ideal é escolher locais públicos e observar sinais como incoerências e postura. Natália destaca a importância da paciência, pois é comum enfrentar encontros ruins e ghosting (a pessoa desaparece). Para o público 50+, há os apps especializados como Coroa Metade, Our Time e FINALLY, mas não ignore as opções mais gerais, como Tinder e Bumble. O amor na era digital exige prática e autoconhecimento, mas pode proporcionar relacionamentos incríveis em qualquer fase da vida. Natália, por exemplo, não está mais nos aplicativos porque encontrou seu match perfeito e está morando com ele na Espanha.
Você está (ou pretende estar) em um relacionamento duradouro? Eis os cinco segredos - constatados por pesquisas científicas - para fazê-lo prosperar: mantenha uma proporção de cinco interações positivas para cada negativa; preserve o desejo sexual e o olhar amoroso; compartilhe a vida — tarefas, conversas e decisões; comemore rituais e conquistas, que renovam o vínculo; e busque crescimento conjunto, mantendo a relação viva e interessante.Quem recomenda essas práticas é Ailton Amélio, 77 anos, psicólogo, escritor, comunicador e professor universitário. Ailton é autor, entre outros, do livro Como Conversar: A Arte da Conversa para o Sucesso Pessoal, Amoroso e Profissional. Segundo ele, casais com valores, atitudes e estilos de vida semelhantes têm mais chances de estabilidade — a ideia de que “os opostos se atraem” é rara.Por outro lado, a indiferença (ou “esvaziamento emocional”, como ele define), as brigas frequentes e a traição são os maiores inimigos de um relacionamento duradouro. “O amor é maravilhoso, mas precisa de admiração, diálogo, parceria e renovação constante para durar”, nos disse nesta entrevista imperdível.
Amor-próprio exige prática diária. É a base da nossa saúde emocional. Quem diz isso é Natália Brasil, autora do livro “O amor que vem de dentro: Os pilares do amor-próprio – a base da vida autêntica e plena”. Segundo ela, o amor próprio se sustenta em 12 pilares, entre eles autoconhecimento, autogentileza e autoresponsabilidade. Ela define autogentileza como acolher-se com compaixão, sem exigir perfeição, e agir como uma amiga que oferece cuidado e respeito. Já a autoresponsabilidade significa assumir as próprias decisões, parar de se vitimizar e agir para mudar o que está ao nosso alcance. Outro pilar do amor-próprio, é a autoestima, a opinião que você tem sobre o tipo de pessoa que é. "Quem cultiva amor próprio aprende a impor limites, se conhecer profundamente e se amar antes de amar alguém", diz Natália, catarinense que mora na Espanha e começou a pesquisar o assunto quando fotografava mulheres. "Não é egoísmo se colocar em primeiro lugar, mas um gesto de respeito consigo mesma que fortalece os relacionamentos", diz a autora. Ouça, comente e compartilhe com suas amigas.
Globalmente, a diferença média de idade em casais heterossexuais é de cerca de 4,2 anos, sendo os homens normalmente mais velhos. Um estudo com 36 mil casais em 28 países revelou que os homens tendem a preferir parceiras significativamente mais jovens conforme envelhecem (a cada 5 anos, a idade preferida aumenta 1 ano). Para as mulheres, a diferença de idade do parceiro aumenta cerca de 1 ano a cada 10 anos da sua idade. Isso mostra que, por diversos motivos, são mais raros os relacionamentos entre mulheres mais velhas com homens mais novos.Para discutir esse assunto, o podcast recebeu a psiquiatra Cintia Sayd, 56 anos. Na entrevista, falamos sobre o preconceito, que ainda persiste, e sobre a importância do autoconhecimento para valorizar a própria trajetória e aceitar as transformações do corpo e da vida.“As diferenças (de idade) podem ser pontes; a experiência de um pode se complementar com a energia do outro; o mais importante é a compatibilidade, a conexão emocional e sexual, o respeito e a admiração”, afirma ela.Ouça, comente e compartilhe com suas amigas.
Não podemos falar de amor maduro, sem falar de sexualidade. Para isso, entrevistamos a sexóloga Aline Ambrósio, 54 anos, que também é ginecologista e obstetra. Segundo Aline, pesquisas têm mostrado que estamos fazendo mais sexo que os jovens, pela dificuldade deles de de se conectarem. Segundo ela, a sexualidade feminina após os 50 anos é um processo de redescoberta do prazer, que pode ser mais intenso e consciente, mesmo diante das mudanças físicas da menopausa, como diminuição do colágeno, alteração hormonal, secura vaginal e possível dor nas relações. A especialista ressalta a importância de trabalhar a autoestima, os tabus e o diálogo no casal, além de valorizar o toque, o beijo e outras formas de prazer além da penetração. Ela menciona terapias hormonais, fisioterapia do assoalho pélvico e tratamentos estéticos como ferramentas para melhorar a função sexual, aumentar a autoestima e reduzir desconfortos.Ouça, comente e compartilhe com suas amigas.
Como é o amor para nós, mulheres de meia-idade? O que queremos de um casamento? Que barreiras preconceituosas estamos prontas para quebrar? Apesar de tudo o que conquistamos nas últimas décadas, o amor na maturidade ainda é um tabu — e este é o tema da 16ª temporada do nosso podcast. “A maturidade sempre foi vista como o fim. Eu a vejo como um recomeço”, diz Carol Petrolini, 47 anos, psicóloga e autora do livro “Depois da Última Lua”, entrevistada do primeiro episódio. Para escrever o livro “Depois da Última Lua: uma história sobre o fim dos ciclos femininos e a idade madura”, Carol mergulhou nas implicações da menopausa em nossas vidas, cujos sintomas impactam diretamente nossa autoestima e, por consequência, nossos relacionamentos.Ouça, comente e compartilhe com suas amigas.
Neste último episódio da temporada sobre finanças pessoais para mulheres, entrevistamos Edson Moraes, 61 anos, gerontólogo e mestre em Ciências do Envelhecimento. Edson destaca que o dinheiro, embora importante, não resolve todas as questões da velhice. “Ter recursos financeiros elimina uma preocupação fundamental, que é a manutenção da própria vida, mas não garante tudo”, afirmou. Para ele, a autonomia — que vai além do aspecto financeiro — é essencial para que você possa fazer escolhas e não se sinta dependente de terceiros. “Quem vai cuidar da gente somos nós mesmos. Não serão os filhos”, reforçou.Segundo Edson, planejamento financeiro não se resume a poupar. “É preciso entender e tomar decisões conscientes ao longo da vida, ter uma percepção realista da situação financeira e responsabilidade nas escolhas de consumo.” Ele ressalta a importância de conversas difíceis e necessárias sobre temas como envelhecimento, dinheiro e morte, ainda considerados tabus em nossa sociedade.O episódio reforça a necessidade de repensar o envelhecimento com autonomia, consciência e abertura para novas formas de viver e conviver. E a gestão das finanças é fundamental para isso.
No penúltimo episódio desta 15ª temporada sobre finanças pessoais, vamos falar sobre casamento e dinheiro. Nossa entrevistada, Valéria Meirelles, 58 anos, psicóloga especializada em terapia familiar, ressalta que o dinheiro é mais emocional do que apenas números e que os conflitos surgem da falta de entendimento e alinhamento entre os parceiros. Segundo ela, precisamos pensar no dinheiro como uma ferramenta de cuidado mútuo, especialmente em situações inesperadas.Como começar essa conversa? “Só tem um jeito de falar sobre dinheiro: falando. Não existe bom momento. Precisamos quebrar o tabu sobre o assunto”, diz Valéria. A especialista dá dois conselhos: para as casadas, informar o parceiro sobre onde estão suas informações financeiras caso algo aconteça; para as que estão entrando em um relacionamento, consultar o CPF dele no Serasa antes que as coisas fiquem sérias.
É possível aprender a gostar de dinheiro, mesmo que o mundo financeiro pareça distante ou complicado. Quem diz isso é Denise Damiani, 64 anos, coautora do livro “Ganhar, Gastar, Investir - O Livro do Dinheiro para Mulheres”, engenheira formada pela USP, e que nos últimos anos tem se dedicado ao empoderamento feminino por meio da inteligência financeira. "Não é necessário estudar em Harvard para entender o básico: o segredo está em três passos simples — ganhar mais do que se gasta, investir bem a diferença e manter essa disciplina ao longo do tempo", diz Denise nesta entrevista exclusiva ao Mulheres de 50.Denise lembra que ainda existe um preconceito que associa ambição financeira feminina a algo negativo, como se “mulher ambiciosa” fosse um xingamento, ou que mulheres que buscam independência financeira acabem “sozinhas”, porque “homem nenhum aguenta mulher assim”. Não há mágica: construir riqueza é um processo lento e exige mudança de mentalidade. Não adianta ganhar muito se você não souber gastar menos e investir a diferença. Por exemplo, quem ganha 10 mil e gasta 7 mil é mais rico do que quem ganha 100 mil e gasta 99 mil. A riqueza está na diferença entre o que entra e o que sai.Gostou da entrevista? Então, compartilhe.
Neste episódio, a planejadora financeira Marcia Belluzzo Dessen, 75 anos, que você ouviu no episódio anterior falando sobre investimentos, volta para esclarecer quanto precisamos ter guardado para viver o resto da vida. Por quanto tempo sua poupança poderia sustentar uma aposentadoria confortável?Antes de qualquer coisa, um alerta: a resposta é individual, cada um tem a sua. Marcia recomenda que você comece esse exercício respondendo a três perguntas:Quanto tempo você ainda vai viver?De quanto você precisa para viver?Qual a rentabilidade esperada desse capital?"Não é verdade que suas despesas serão 70% do que eram quando estava na ativa; as despesas de saúde sobem bastante com o plano, os medicamentos e os exames. E as despesas com cuidadores não são cobertas pelos planos", diz Marcia. "Para dormir tranquilamente, é preciso ter um volume três vezes superior ao montante que considera necessário."A entrevista está imperdível. Ouça e compartilhe!
Neste sexto episódio da temporada dedicada ao tema do dinheiro, falamos sobre investimentos com Marcia Belluzo Dessen, 75 anos, planejadora financeira certificada e especialista em finanças para mulheres em transição de vida. Marcia diz que não devemos esperar sobrar dinheiro para investir. "A gente é que faz sobrar, nem que seja preciso renunciar a algumas coisas." Ela destaca que as pessoas ficam ricas (sem dívidas, com uma vida bacana e com excedente para investir) não porque ganham muito, mas porque sabem gastar.Autora do livro Finanças pessoais – O que fazer com o meu dinheiro, Marcia dá uma dica valiosa para todas nós: "Quando você receber seu salário todo mês, se pague em primeiro lugar. Tire 10% da sua renda para os seus projetos. O dinheiro tem que ir primeiro para o que importa." E completa: "O boleto não é mais importante que o teu sonho."Por fim, uma dica de investimento para uma mulher de 50 anos que tenha 50 mil reais para investir: vá no Tesouro Direto. O problema é que o seu gerente do banco provavelmente não gosta de indicar os títulos do Tesouro porque ele não ganha comissão. Portanto, insista.
Você sabe quais são as diferenças entre um fundo de pensão privado e um plano de previdência comprado em um banco? Nesta entrevista, Cleber Nicolav, de 47 anos, economista e diretor-superintendente da Inovar Previdência, esclarece essa e outras dúvidas sobre aposentadoria privada — aquela que não vem do INSS. Uma das diferenças é que fundos de pensão não têm fins lucrativos, enquanto planos de previdência privada vendidos por bancos têm. Ele conta que o investimento pode começar com R$ 50 por mês, mas é importante começar o quanto antes e, se possível, ir aumentando aos poucos. "Quanto mais cedo começar, melhor. Com o tempo a seu favor, investir R$ 50 pode render juros exponenciais, multiplicando os ganhos ao longo do tempo", diz. Cleber também lembra que esses planos de previdência são fiscalizados e monitorados pela Previc, a Superintendência Nacional de Previdência Complementar, um órgão do governo federal vinculado ao Ministério da Previdência Social.























