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Buda em 5 Minutos
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Buda em 5 Minutos

Author: Ricardo Bandeira

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Description

Budismo - Abordagem dos ensinamentos do Buda estimulando o autoconhecimento.
51 Episodes
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Neste episódio, investigamos a fixação como a raiz do sofrimento humano. A partir do budismo, exploramos como a mente cria sofrimento ao se fixar em concepções arbitrárias e como essa mesma fixação, ao ser reconhecida, pode cessar. Sem negar a experiência da vida cotidiana, o episódio aponta para uma compreensão direta: não é o que acontece que nos aprisiona, mas a fixação ao que criamos sobre o que nos acontece. Um convite a olhar com clareza onde o sofrimento se origina — e como ele se dissolve. 
Neste episódio, a gente conversa sobre interdependência a partir da visão budista e como o esquecimento dessa realidade cria um “eu” rígido, que busca pertencimento no medo e acaba gerando separação, conflito e sofrimento. Usando exemplos simples, como os três gravetos e a chama da vela, refletimos sobre identidade, grupos, o “nós e eles” e o impacto disso nas relações pessoais e na sociedade. Um convite para repensar o pertencimento, relaxar o eu e cultivar vínculos mais conscientes, leves e humanos.
Neste episódio, refletimos sobre uma ideia central do budismo: o corpo como âncora da mente. Falamos sobre por que tentar acalmar os pensamentos sem o corpo gera mais agitação, como postura, respiração e movimento organizam a mente, e por que o cuidado corporal não é vaidade, mas prática espiritual. Também abordamos o envelhecimento não apenas como passagem do tempo, mas como o afastamento da mente do corpo — e como a presença pode preservar vitalidade, clareza e sentido ao longo da vida. essencial do despertar. Um convite simples e direto para diminuir o barulho, habitar o corpo e reencontrar uma paz que nunca esteve ausente.
Neste episódio, falamos de forma simples e próxima sobre como o sofrimento não nasce da falta de conforto, mas da dependência dele — e como uma mente mais flexível sofre menos diante das mudanças da vida. A conversa atravessa também a educação dos filhos, mostrando como ensinar resiliência, autonomia e convivência sem criar a ilusão de um mundo perfeito. Um convite a repensar como lidamos com desconforto, frustração e impermanência no dia a dia, com ensinamentos de mestres como o Dalai Lama e a tradição budista. 
Neste episódio, a dança é apresentada como metáfora viva da convivência humana. A partir dos ensinamentos budistas, refletimos sobre como aprender a dançar a dois revela práticas essenciais para todas as relações: presença, escuta, paciência, respeito aos ritmos e responsabilidade pelos próprios passos. Um convite a transformar cada encontro — íntimo ou cotidiano — em caminho de consciência, cuidado e amadurecimento interior. 
Neste episódio, exploramos como a arte revela a essência da vida. Através de cores, sons e movimentos, falamos sobre impermanência, desapego e presença, inspirados por mestres do budismo. Um convite para enxergar que a vida, assim como a arte, está sempre em transformação — e que é possível viver com mais leveza e lucidez. 
045 - CAMINHO DO MEIO

045 - CAMINHO DO MEIO

2025-11-2504:55

O Buda descobriu que nem o prazer nem a autonegação levam à liberação. Neste episódio, falamos sobre o equilíbrio entre os extremos e o Nobre Caminho de Oito Passos — a trilha que une sabedoria, compaixão e liberação do sofrimento.  
Por que nos incomodamos tanto quando alguém pensa diferente da gente? Na perspectiva budista, o problema não está na opinião em si, mas no apego às nossas próprias ideias e na defesa do ego. Neste episódio, vamos refletir com apoio dos ensinamentos do Buda, de Thich Nhat Hanh, do Dalai Lama e de Shantideva, sobre como cultivar uma mente aberta e compassiva diante das divergências. 
No episódio , embarcamos em uma viagem suave e reflexiva pela essência da meditação budista. Você irá compreender, passo a passo, como Shamata, a calma mental, prepara o terreno para Vipassana, a visão clara da mente. Inspirado nos ensinamentos de mestres como Dudjom Lingpa, Gyatrul Rinpoche e Chagdud Tulku Rinpoche, o episódio revela como o silêncio interno pode atravessar as nuvens dos pensamentos e emoções, até o céu sereno da consciência desperta. Um convite para respirar fundo, observar com presença e descobrir que, por trás de toda turbulência, o sol da mente sempre esteve lá — brilhando em silêncio.  
Muita gente acha que meditar é só sentar em silêncio, mas quando tentam, a mente dispara, o corpo incomoda e a frustração aparece. A meditação shamata não é sobre eliminar os pensamentos, mas aprender a não se perder neles, a criar um espaço entre o estímulo e a reação. Neste episódio, você vai descobrir como essa prática pode te ajudar a se reconectar consigo mesmo e com a vida, mesmo em meio ao barulho do dia a dia.
Neste episódio vamos falar sobre interdependência, um dos ensinamentos centrais do budismo. De forma leve e acessível, refletimos sobre como nada existe de maneira isolada: tudo está ligado por causas e condições. Trazemos exemplos do dia a dia, falas de mestres como Nagarjuna, Thich Nhat Hanh e o Dalai Lama, e mostramos como esse olhar pode transformar nossas relações, despertar compaixão e dar mais sentido às pequenas escolhas que fazemos.
O casamento entre praticantes budista é um caminho para praticar a mente.
A Coluna Vertebral do Budismo O que mantém o budismo de pé através dos séculos? Neste episódio, mergulharemos nas doutrinas centrais que formam a espinha dorsal dessa filosofia transformadora. Da impermanência à compaixão, vamos examinar os pilares que estruturam o caminho budista e sustentam a prática no dia a dia, trazendo clareza e profundidade a quem busca compreender seu verdadeiro propósito.
Fixar-se aos nossos pensamentos delusórios, sobre os seres e as coisas, como sólidos e imutáveis, em busca de prazer, é a fonte de todo o sofrimento do mundo. A liberação está no entendimento da impermanência do mundo e da interdependência dos seres e coisas que há nele. Com isso teremos, constantemente, contentamento e paz interior.
“Dê a quem você ama asas para voar, raízes para voltar e motivos para ficar.”De forma leve e próxima, mergulhamos na visão budista desse ensinamento, explorando o verdadeiro sentido do amor — aquele que liberta, acolhe e permanece. Falamos sobre as duas asas da mente desperta — sabedoria e compaixão —, as raízes que nos mantêm firmes na ética e na presença, e os motivos que nos inspiram a continuar neste mundo com o coração aberto.Com citações de mestres como Thich Nhat Hanh, Lama Alan Wallace e o próprio Dalai Lama, este episódio é um convite a olhar o amor e as relações sob outra luz — uma luz mais serena, livre e consciente.
Lembretes importantes para o dia a dia.
São 4 pensamentos básicos que, por sermos confusos e distraídos, nos fazem atentar sobre a natureza do mundo, todos os seres e das coisas que nos cercam, nos ajudando a perceber nosso preciosa vida humana por termos o privilégio de encontrar e praticar o Dharma, e nos libertarmos da distração.
As 3 Prajnas são os meios de acesso à sabedoria. Elas são o ouvir, contemplar e repousar. Mas, existem pré-requisitos no processo de aprendizagem budista antes de aplicá-las. Temos que estar com a mente predisposta, com certo nível de tranquilidade e atenção. Isso vai nos ajudar a focar quando ouvimos as palavras e relembrá-las no momento da contemplação extraindo insight de sabedoria, que serão absorvidos no momento que repousamos a mente. O fruto desse processo fica vivido e incorporamos a todos os momentos da nossa vida.
O Ego é uma construção mental, que gera a sensação individualização existencial, a qual nos fixamos, baseada em processos contínuos de interação entre nossos pensamentos e o mundo externo. O Ego, na perspectiva budista, resulta de ignorarmos a verdadeira essência de nossa natureza. A fixação ao Ego é o maestro de nosso sofrimento, mas com certa abertura mental, ele pode nos ajudar a agirmos com bondade amorosa e compaixão.
027 - A Liberdade

027 - A Liberdade

2023-03-1404:54

A liberdade é algo desejável por todos nós. Ela compõe a felicidade mundana. Queremos ser felizes e nos afastar do sofrimento. No entanto, quanto mais a corremos atrás, mais ficamos presos. Ao realizarmos a verdadeira natureza nos libertamos dessa prisão.
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