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PodCast BBA
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Author: Black Brazil Art
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© Black Brazil Art
Description
O Pod-BBA é o podcast da Black Brazil Art que amplifica narrativas muitas vezes silenciadas pela história oficial da arte. A partir das vozes de mulheres — especialmente mulheres negras —, pessoas LGBTQIAPN+, indígenas e aquelas excluídas pelo etarismo, investigamos a herança excludente das instituições artísticas e analisamos práticas contemporâneas que emergem de processos criativos e curatoriais. Compartilhamos histórias e destacamos movimentos que desafiam o status quo, reafirmando que sem o reconhecimento de que todos os corpos podem habitar o mesmo espaço, não há verdadeira pluralidade.
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Sejam todos muito bem-vindos à nosso episódio final dessa série transmitido aqui pelo PodCast BBA e também na live, que será transmitida no nosso canal do YouTube da Black Brazil Art! Hoje, temos o privilégio de receber aartista visual Noberta Doia Guedes, umatalentosa artista paraibana de 28 anos que convive com o Transtorno do Espectro Autista (TEA). Trilha sonora: A Chuva de Alex Sollus - @alexsollus#acessibilidade #inclusao #blackbrazilart #todosjuntos
Sejam todos muito bem-vindos à nossa live, que será transmitida também no nosso canal do YouTube da Black Brazil Art! Hoje, temos o privilégio de receber oartista visual que têm expandido os limites da inclusão e acessibilidade no mundo da arte, seja através dos temas que abordam ou da criação de obras representativas de pessoas com deficiência.Ricardo Almeida é de São Paulo e é cadeirante e se desdobra para ter mobilidade na maior cidade do país. Ricardo, que descobriu sua vocação artística após sua formação em engenharia da computação, é atualmente um dos residentes da Residência Artística Virtual Compartilhada da Black Brazil Art. Trilha sonora: A Chuva de Alex Sollus - @alexsollus#acessibilidade #inclusao #blackbrazilart #todosjuntos
Sejam todos muito bem-vindos a nossa live que também terá transmissão pela plataforma do YouTube da Black Brazil Art! Hoje temos uma conversa muito especial sobreos desafios e conquistas de quem vive com deficiência visual, com foco no impacto da educação e na inspiração desse método de escrita Braille que é um sistema de leitura através de pontos em relevo que podem ser lidos com os dedos por pessoas cegas ou com baixa visão – a leitura tátil que é feita com a ponta dos dedos, é lido sempre da esquerda para direita e, graças a evolução,diversos software são utilizados para essa melhora que não fica restrito ao usa da punção e da reglete... que foi uma ferramenta apresentada lá em 1837 por Louis Braille. Nossa convidada é Elaine Antônia do Nascimento, uma verdadeira inspiração nesse campo. Elaine é deficiente visual e está cursando licenciatura em Educação Especial. Além disso, ela atua como professora de sistema Braille e Atividades da Vida Diária (ADV) na Associação de Pessoas Cegas e com Baixa Visão do Rio Grande do Sul. Seu trabalho e dedicação mostram como a educação inclusiva pode transformar vidas e abrirnovas oportunidades. Trilha sonora: A Chuva de Alex Sollus - @alexsollus#acessibilidade #inclusao #todosjuntos #blackbrazilart #deficientevisual
Sejam todos muito bem-vindos a nossa live que será transmitida também pelo nosso canal do YouTube da Black Brazil Art! Hoje, temos o privilégio de receberdois artistas visuais que têm superado barreiras e transformado a arte em um poderoso meio de expressão e inclusão. Estão conosco Gonçalo Borges e DanielFerreira, ambos de São Paulo e membros da Associação dos Pintores com a Boca e os Pés. Gonçalo é artista desde os anos 1970 e marcou presença recentemente na Bienal Black 2024 com a coletiva As Duas Faces de Exu. Já Daniel, que iniciou sua trajetóriaartística aos 6 anos, traz em suas pinturas uma história de talento e superação, tendo iniciado seu trabalho com os pés e, mais tarde, passado a pintar com a boca, quando ele integra a Associação. Ambos trazem ao nosso encontro de hoje não só suas vivências como artistas com deficiência nos membros superiores, mas também a prova de que a arte pode,literalmente, transcender limites físicos. Trilha sonora: A Chuva de Alex Sollus - @alexsollus#acessibilidade #inclusao #todosjuntos #blackbrazilart
Sejam todos muito bem-vindos a nossa live que também terá transmissão pelo nosso podcast pelo spotify – Podcast BBA! Hoje, vamos falar um pouco mais sobre os desafios enfrentados pelas pessoas com deficiência visual, com foco em questões de acessibilidade e inclusão. Nossaconvidada especial é Marta Benicia Almeida Brizola,que tem baixa visão devido à toxoplasmose congênita, uma infecção causada por um parasita que pode ser transmitido durante a gravidez e pode afetar a visão,o sistema nervoso central e outros órgãos. Marta tem uma história interessante.Ela foi funcionária pública federal por 25 anos nos Correios, é formada em economia e, atualmente, se dedica a participar de diversas palestras, compartilhando sua experiência de vida e promovendo o debate sobre acessibilidade e inclusão com base em sua própria trajetória.Trilha sonora: A Chuva de Alex Sollus - @alexsollus#acessibilidade #inclusao #deficienciavisual #blackbrazilart #todosjuntos
Bem-vindos ao nosso podcast ao vivo! Hoje, vamos explorar os desafios da inclusão plena de pessoas com deficiência sob o viés legal, trazendo à tona as barreiras eavanços da legislação brasileira. Para isso, temos a honra de conversar com um advogado e defensor dos direitos das pessoas com deficiência, que também traz sua experiência tetraplégico, nos ajudando a entender melhor os desafios do sistema jurídico e da sociedade. Vamos debater sobre o que já foi conquistado, o que ainda falta, e como podemos caminhar para um futuro mais inclusivo. Nosso convidado de hoje é advogado desde 2007 e, em 2011, após um acidente automobilístico que resultou em tetraplegia, ele passou a se dedicar intensamente à defesa dos direitos das pessoas com deficiência. Atualmente, é presidente da Organização Acessibilidade para Todos (OAT), conselheiro da OAB/GO e vice-presidente da Comissão Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência do Conselho Federal da OAB. Além disso, ele é pai de um jovem autista diagnosticado aos 17 anos e faz parte do Comitê dos Direitos da Pessoa com Deficiência do CNJ.Trilha sonora: A Chuva de Alex Sollus - @alexsollus#acessibilidade #inclusao #todosjuntos #blackbrazilart
Podcast BBA - #18episódio - Black Brazil ArtComo no mundo corporativo, mulheres não são a maioria. E nas artes, estamos longe de pertencer a essa realidade. O caminho é estreito, com muitos obstáculos, mas vamos continuar seguindo por que acreditamos numa causa.Com as mudanças nas paisagens políticas, o feminismo se assumindo e as marchas femininas acontecendo ao redor do mundo, ainda assim, mulheres artistas lutam diariamente abordando seus direitos e identidades, em seus trabalhos. E mesmo que isso faça parte de nosso cotidiano, buscamos esse equilíbrio esquecidos na história da arte. Você pode estar pensando, sou mulher, sou branca e as oportunidades sempre batem a minha porta. Mas isso será efêmero na medida em que quando você adentra os espaços de arte, uma esmagadora quantidade de homem ainda se sobressaem nesses espaços.Não buscamos cotas, buscamos equilíbrio e equidade de gênero e raça. E mulheres tem essa responsabilidade em equilibrar essas narrativas. Por isso, abraçamos causas, movimentos que nos acolhem e nos representem.Apresentação: Patrícia BritoAuxílio técnico: Gui SilvaMúsica: Koko Taylor "I'm a Woman"ERRATA1. No texto a correção do percentual de 70% - leia-se: "Mulheres recebem 70% do salário de um homem, desempenhando a mesma função..."2. No texto a correção das metas da campanha de 5 - leia-se: "Quatro metas..."
#17EPISÓDIO #PODCASTBBA #BLACKBRAZILART #BEINALBLACKBRAZILARTExistem lacunas nas conquistas e oportunidades bem documentadas em relação a educação. As políticas pedagógicas do ensino fundamental e médio geralmente têm um objetivo declarado de reduzir ou eliminar essas lacunas, embora com eficácia questionável. Essas mesmas políticas de responsabilidade exigem dedicação acadêmica, mas também trazem a luz das práticas, o diálogo sobre uma educação mais inclusiva e que desperte no aluno o sentimento de pertença e a arte, na visão de muitos educadores, corrobora bem para reduzir as diferenças. Então, como educadores modificam o olhar das crianças na aceitação de suas identidades e suas relações com a comunidade?Perla SantosGraduada no Curso de Licenciatura em dança pela UFRGS, professora da rede municipal de Porto Alegre, fundadora e coordenadora do Movimento Meninas Crespas da Restinga, idealizadora do jogo Bafo Afro e do site de vendas Perla Santos ( Site de produtos Afros, em parceria com Ricardo Cury Digital), integrante do Grupo Experimental de dança de Porto Alegre (GED) e pesquisadora das danças e história negra em considerada, pela marca Boticário, uma das 5 mulheres que fazem a diferença no Brasil, no ano de 2019.EDUCAÇÃO PARA O SENSÍVELO quão importante é o papel do educador ao tratar de aceitação identitária nas escolas e como a arte ajuda?#artistasemconversacao #mulheresquefazemarte #podcastbba #mulheresnahistoriadaarte #artistasnegras #bienalblackbrazilart #artecontemporanea #arteconceitual #artefemininaemmuseus #artesvisuais #performance #raça#instalacao #grafiteiras #sororidade #corporeidade #mulheresnografite #grafitando #artemural #praticasartisticas #artedascordas #praticascuratoriais #interseccionalidade #gênero #educacaosensivel#diversidaderacialnasartes
Apesar de seu status de contracultura, a arte de rua permanece dominada por homens.À margem de sua gênese no grafite, a arte de rua pode ocupar o espaço e a atenção de diversas maneira sendo subversiva e democrática em sua apresentação e processo. Embora acene para uma variedade de formas, do minimalismo ao surrealismo, historicamente não foi levado a sério pelo convencional. Mulheres e seus coletivos, projetos e aglutinações processuais vem repintando o marco paradigmal dessa arte que há muito vem sendo ocupada por diversas mulheres. Pra muitas, a revolução não é se abater sobre os homens, mas delimitar e inspirar tantas outras mulheres a ocupar TODOS os espaços. Por Patrícia BritoMúsica Lauryn Hill "Doo-Wop (That thing)"Auxiliar técnico Gui Silvapodcastbba; blackbrazilart; mulheresnasartes; mulheresnografite; artemural; bienalblackbrazilart;------------------------------------------------------------------------------------Despite its counterculture status, street art remains dominated by men.Apart from its genesis in graffiti, street art can occupy space and attention in different ways, being subversive and democratic in its presentation and process. Although it nods in a variety of ways, from minimalism to surrealism, historically it has not been taken seriously by the conventional. Women and their collectives, projects and procedural agglutinations have repainted the paradigm of this art that has long been occupied by several women. For many, the revolution is not to befall men, but to delimit and inspire so many other women to occupy ALL spaces.
Apesar de seu status de contracultura, a arte de rua permanece dominada por homens.À margem de sua gênese no grafite, a arte de rua pode ocupar o espaço e a atenção de diversas maneira sendo subversiva e democrática em sua apresentação e processo. Embora acene para uma variedade de formas, do minimalismo ao surrealismo, historicamente não foi levado a sério pelo convencional. Mulheres e seus coletivos, projetos e aglutinações processuais vem repintando o marco paradigmal dessa arte que há muito vem sendo ocupada por diversas mulheres. Pra muitas, a revolução não é se abater sobre os homens, mas delimitar e inspirar tantas outras mulheres a ocupar TODOS os espaços. Por Patrícia BritoMúsica Lauryn Hill "Doo-Wop (That thing)"Auxiliar técnico Gui Silvapodcastbba; blackbrazilart; mulheresnasartes; mulheresnografite; artemural; bienalblackbrazilart;------------------------------------------------------------------------------------Despite its counterculture status, street art remains dominated by men.Apart from its genesis in graffiti, street art can occupy space and attention in different ways, being subversive and democratic in its presentation and process. Although it nods in a variety of ways, from minimalism to surrealism, historically it has not been taken seriously by the conventional. Women and their collectives, projects and procedural agglutinations have repainted the paradigm of this art that has long been occupied by several women. For many, the revolution is not to befall men, but to delimit and inspire so many other women to occupy ALL spaces.
Apesar de seu status de contracultura, a arte de rua permanece dominada por homens.À margem de sua gênese no grafite, a arte de rua pode ocupar o espaço e a atenção de diversas maneira sendo subversiva e democrática em sua apresentação e processo. Embora acene para uma variedade de formas, do minimalismo ao surrealismo, historicamente não foi levado a sério pelo convencional. Mulheres e seus coletivos, projetos e aglutinações processuais vem repintando o marco paradigmal dessa arte que há muito vem sendo ocupada por diversas mulheres. Pra muitas, a revolução não é se abater sobre os homens, mas delimitar e inspirar tantas outras mulheres a ocupar TODOS os espaços. Por Patrícia BritoMúsica Lauryn Hill "Doo-Wop (That thing)"Auxiliar técnico Gui Silvapodcastbba; blackbrazilart; mulheresnasartes; mulheresnografite; artemural; bienalblackbrazilart;------------------------------------------------------------------------------------Despite its counterculture status, street art remains dominated by men.Apart from its genesis in graffiti, street art can occupy space and attention in different ways, being subversive and democratic in its presentation and process. Although it nods in a variety of ways, from minimalism to surrealism, historically it has not been taken seriously by the conventional. Women and their collectives, projects and procedural agglutinations have repainted the paradigm of this art that has long been occupied by several women. For many, the revolution is not to befall men, but to delimit and inspire so many other women to occupy ALL spaces.
#15EPISÓDIOBLACK BRAZIL ARTShibari é um verbo japonês que significa literalmente amarrar ou ligar.“Em uma noite fria de inverno em Osaka, no Japão, uma mulher se despe de nada além de roupas íntimas e se ajoelha no chão de tatame. Atrás dela, outra mulher habilmente desembaraça um rolo de corda. À medida que a corda se desenrola, suas mãos pequenas se movem para os ombros da mulher quase nua e ela começa massagea-lo suavemente. Ela então habilmente puxa os braços da mulher atrás das costas e trabalha para amarrar as mãos.”Pode ser que essa breve historieta se pareça com um roteiro de filme japonês e que de fato, represente parte do que pra muitos, se transformou no Kinbaku (palavra japonesa que significa bondage). Mas o que nos moveu para uma entrevista com o Coletivo Shibari, foi desvendar a arte por trás das amarrações. Quais espaços e galerias estão realmente abertos para tratar como comum, artes que desafiam nosso conhecimento e alimentam nossa curiosidade?Parafraseando Moisés Patrício em “Você Aceita?” Queremos provocar os ouvintes no PodCast BBA de amanhã e saber se vocês aceitam a técnica do Shibari como prática exploratória do corpo como arte.Coletivo Shibari - @shibaricoletivoPor Patrícia BritoMúsica Samurai Auxiliar técnico Gui SilvaPesquisa: Performance Galeria Vecchiaro com Hikari Kesho---------------------------------------------------------------------------------Shibari is a Japanese verb that literally means to tie or bind.“On a cold winter night in Osaka, Japan, a woman undresses for nothing but underwear and kneels on the tatami mat. Behind her, another woman deftly untangles a roll of rope. As the rope unwinds, his small hands move to the almost naked woman's shoulders and she starts massaging him gently. She then deftly pulls the woman's arms behind her back and works to tie her hands. ”It may be that this short story resembles a Japanese film script and that, in fact, represents part of what for many has become Kinbaku (Japanese word that means bondage). But what moved us to an interview with Coletivo Shibari was to unveil the art behind the moorings. Which spaces and galleries are really open to treat as common, arts that defy our knowledge and fuel our curiosity?To paraphrase Moisés Patrício in “Do you accept?” We want to provoke listeners in the PodCast BBA of tomorrow and see if you accept the Shibari technique as an exploratory practice of the body as art.
Black Brazil Art| 10/07/2020Episódio 14 (10.07)Black Brazil ArtA importância da representatividade negra na modaPense em moda e você provavelmente pensa em mulheres magérrimas, saltos stiletto, supermodelos estereotipadas. Sim! Mas há alguma verdade nas palavras freqüentemente mencionadas: “As mulheres estão fazendo compras.” A moda é alimentada pelas mulheres: gastamos, em média, três vezes o que os homens gastam. O problema é exatamente esse: consumimos mais e não somos no mundo, nem 50% de cargos de chefia na indústria da moda - somos exatamente 14%. E aqui no Brasil.... chamamos a Audrey que tem sua marca autoral ASHANTI, galgando os espaços que nos são fechados de várias maneiras. #AudreyAshanti - @audreyashantiPor Patrícia BritoMúsica Nina Simone "My baby just cares for me"Auxiliar técnico Gui Silva...................................................................................The importance of black representation in the fashionThink of fashion and you probably think of skinny women, stiletto heels, stereotyped supermodels. Yes! But there is some truth to the words often mentioned: "Women are shopping." Fashion is fueled by women: we spend, on average, three times what men spend. The problem is exactly this: we consume more and we are not in the world, nor 50% of leadership positions in the fashion industry - we are exactly 14%. And here in Brazil ... we call Audrey, who has her authorial mark ASHANTI, climbing the spaces that are closed to us in various ways.
Episódio 13 (03.07)Black Brazil ArtVisível ou (in) Visível - onde está a produção artística das mulheres negras nos espaços institucionais Museus e espaços institucionais precisam entrar no futuro para um diálogo permanente com a diversidade nas artes. Eles refletem a crescente desigualdade do país hoje. Seus administradores devem ajudar a consertar isso tendo como palavra de ordem a inclusão. Os museus da América não são mais repositórios de estátuas gregas antigas e pinturas renascentistas. Eles são guardiões de uma ordem social e democrática crescente. Izis Abreu é mestranda em História, Teoria e Crítica de arte pelo Programa de Pós Graduação em Artes Visuais da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e Bacharela em História da Arte também pela UFRGS. É curadora no Museu de Arte do Rio Grande do Sul – Ado Malagoli, onde também integra o Conselho curatorial. Pesquisa a representação de sujeitos negros na história da arte do Rio Grande do Sul e realiza palestras utilizando as artes visuais como perspectiva de educação antirracista. #IzisAbreu @abreuizisPor Patrícia BritoMúsica Nancy Wilson "Fly me to the Moon" Auxiliar técnico Gui Silva\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\VISIBLE OR (IN) VISIBLE Where is the artistic production of black women in institutional spacesMuseums and institutional spaces need to enter the future for a permanent dialogue with diversity in the arts.They reflect the country's growing inequality today. Your administrators should help fix this with inclusion as the watchword. America's museums are no longer repositories of ancient Greek statues and Renaissance paintings. They are guardians of a growing social and democratic order.Izis Abreu has a master's degree in History, Theory and Art Criticism from the Postgraduate Program in Visual Arts at the Federal University of Rio Grande do Sul (UFRGS) and a Bachelor's Degree in Art History also from UFRGS. She is a curator at the Rio Grande do Sul Art Museum - Ado Malagoli, where she is also a member of the curatorial council. Researches the representation of black subjects in the history of art in Rio Grande do Sul and conducts lectures using the visual arts as a perspective of anti-racist education.
Black Brazil Art \ Episódio 12 (26.06)INTERSECCIONALIDADEA IMAGEM DA MULHER NEGRANuma conversa descontraída ao som do candombe (música de atabaque do Uruguai) a artista visual, fotógrafa, comunicadora e Afrouruguaya, nos provocou no sentido de questionamentos sobre os espaços de diálogo da arte negra; o significado de ser artista negro; o que uma obra de arte pode dizer sobre isso; onde pode existir um museu como local para todos nós termos este diálogo?Na verdade, o mais interessante nisso tudo foi pensar sobre a energia e o entusiasmo que os jovens artistas trazem consigo.#MayraDaSilva @mayritadasilvaPor Patrícia BritoMúsica Hugo Fattoso "Caminando" - Toma de sonido Dario RibeiroAuxiliar técnico Gui Silva\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\INTERSECTIONALITY THE IMAGE OF THE BLACK WOMANIn a relaxed conversation to the sound of candombe (atabaque music from Uruguay), the visual artist, photographer, communicator and Afrouruguaya, provoked us in the sense of questions about the spaces of dialogue of black art; the meaning of being a black artist; what a work of art can say about it; where can there be a museum as a place for all of us to have this dialogue?In fact, the most interesting thing about all this was thinking about the energy and enthusiasm that young artists bring with them.
Black Brazil Art / Episódio 11 (19.06)A arte educação e seus privilégios - por Cecifrance AquinoProcessos socioeducativos e prática escolar, tem haver não só com o perfil da escola mas também com a autonomia que é dada ao educador. Partindo do princípio de que a arte e a educação são frutos da cultura e da civilização, a artista visual e arte educadora Cecifrance Aquino, num bate papo gostoso e sem “papas na língua”, conectará essas relações complexas, os diálogos e os contrapontos que emergem de sua justaposição no contexto escolar, direcionando nossa atenção para as práticas, concepções e entendimentos, a partir do olhar dos arte-educadores. #CecifranceAquino - @cecifrance10 @atelierprovisorio Por Patrícia Brito Música Nina Simone "Backlash Blues" Auxiliar técnico Gui Silva\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\Art education and its privilegesSocio-educational processes and school practice, it has to do not only with the profile of the school but also with the autonomy that is given to the educator. Based on the principle that art and education are the fruits of culture and civilization, visual artist and educating art Cecifrance Aquino, in a pleasant chat and without “popes in the tongue”, will connect these complex relationships, dialogues and counterpoints that they emerge from their juxtaposition in the school context, directing our attention to practices, concepts and understandings, from the perspective of art educators.
Black Brazil Art / Episódio 09 - A (sub) Representatividade da arte negraEpisódio 09 (05.06)#LuciaraRibeiro - @luciribeir0A marginalização literal e retórica que carregamos até hoje, está estampada em nossos corpos, cicatrizando nossa alma e deixando viSível uma geografia experiencial dos corpos negros de gênero. Questões de miscigenação, hibridismo e contornos de um corpo feminino negro subrepresentados na arte, como paisagens consideradas, para todos os efeitos, como “não-geográficos” afinal, se questionam "onde é o lugar do negro na arte". Numa conversa com a educadora, curadora e pesquisadora da história da arte, Luciara Ribeiro.Por Patrícia BritoMúsica Sharon Jones "100 Days 100 Nights"Auxiliar técnico Gui Silva\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\The (under) representativiness of black artThe literal and rhetorical marginalization that we still carry today is stamped on our bodies, healing our souls and leaving an experiential geography of black gender bodies viable. Issues of miscegenation, hybridity and outlines of a black female body underrepresented in art, as landscapes considered, for all intents and purposes, as "non-geographic" after all, are questioned "where is the place of the black in art". In a conversation with the educator, curator and researcher of art history, Luciara Ribeiro.
Episódio 08Black Brazil Art / Black Brazil Art / Episódio 08 - ConversadeirasEpisódio 08 (29.05) - #PriscilaCostaOliveira Conversadeiras Por Patrícia Brito Música Aretha Franklin "You Make Me Feel Like" A Natural Woman (1967)Auxiliar técnico Gui Silva
Episódio 07Black Brazil Art / Black Brazil Art / Episódio 07 - De Aracne a Penélope, tecendo memóriasEpisódio 07 (22.05) - #ClaudiaLara De Aracne a Penélope, tecendo memórias Por Patrícia Brito Música Mildred Bailey "Georgia On My Mind" Auxiliar técnico Gui Silva
Episódio 06 parte 1 (13.05) - #Elizia Gomes Especial 13 de Maio. E agora? Por Patrícia Brito Música Heitor Villa-Lobos "Bachianas Brasileiras n 04" e Glória Gaynor "I Will Survive" Fonte dos textos: Livro 1889 (Laurentino Gomes) e Teatro Experimental do Negro (Fundação Palmares e Enciclopédia Itaú Cultural) Auxiliar técnico Gui SilvaIr para o site
















