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A Bioinformática é um campo interdisciplinar que combina técnicas de biologia e informática para analisar informações nas áreas de estudo da biologia. A RSG-Brazil (Regional Student Group - Brazil) fornece uma rede para estudantes e jovens pesquisadores no Brasil, com a missão de desenvolver e aprimorar o campo de pesquisa de Bioinformática e Biologia computacional.
Na aba "Projetos" você pode encontrar mais informações sobre o RSG-Brazil Podcast.
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29 Episodes
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** PEDIMOS DESCULPA PELO ÁUDIO** Gravar com pessoas em outra parte do mundo não é fácil, nem a internet ajuda, mas fizemos com muito carinho!Hoje o nosso episódio vai ser especial porque esse ano a RSG está comemorando 10 anos de reativação! Para contar essa trajetória, nós convidamos alguns membros que fizeram parte da nossa história e que ajudaram a construir a divulgação da bioinformática no Brasil. Convidamos Néli Fonseca, programador científico do European Bioinformatics Institute, Raquel Riyuzo, bioinformata da Genesis Genomics e Rayssa Feitosa, assistente de pesquisa do The Hospital for Sick Children e estudante de mestrado da University of Toronto.Acompanhe os outros projetos da RSG nessa semana tão especial!Instagram da RSG: https://www.instagram.com/rsg_brazil/?hl=pt-br Bioinfo fora da bolha: https://www.instagram.com/bioinfoforadabolha/?hl=pt-br
Placas de petri, meios de cultura e organismos isolados até hoje são utilizados para diversas pesquisas, sejam elas de microrganismos do solo ou até da gente mesmo. Porém, com o advento das técnicas de biologia molecular e da bioinformática, esse cenário vem mudando. Hoje em dia, somos capazes de coletar um punhado de solo e, depois de processado, sequenciar o material genético ali presente. E aí um novo mundo é descoberto. Inúmeros microrganismos vêm sendo identificados e muitos acreditam que é só o começo. Porém, nem tudo são flores, ou melhor, sequências lindas do genoma dos nossos microorganismos. Precisamos validar como fazer e estudar os meios para chegar lá.
Se você trabalha com bioinformática, seja na graduação/pós graduação ou em alguma empresa, com certeza já se deparou com um mar de ferramentas para usar. E seja lá qual for seu principal objeto de estudo, sempre tem os preferidos. Você já parou pra pensar qual odeia mais? É pensando nisso que, neste episódio, discutimos as preferências de dois bioinformatas da equipe.E se você se interessa pelo nosso trabalho, e quer fazer parte, inscreva-se em Edital_2025.A RSG-Brazil também conta com uma página no Instagram para falar de bioinformática com todos os públicos . Nos siga e fure a bolha você também! Veja o material deste episódio no link: https://www.instagram.com/p/DPMykT1gS-2/?img_index=10&igsh=MXM4MHkzNnU0dDI5aw==
Imagine que você possa escolher um medicamento que mais funcione para você com base no seu DNA. Imagine agora que você possa tratar alguma doença grave, um câncer por exemplo, com métodos específicos que agem exatamente no problema, minimizando sintomas causados por tratamentos convencionais. Agora amplie esses cenários. Prevenção da rejeição de órgãos transplantados, tratamento de doenças autoimunes e doenças neurodegenerativas, personalização de dietas e uma infinidade de possibilidades. É isso que a medicina de precisão vem tentando alcançar a passos largos. Ou será que já alcançou? E quem são os personagens que ajudam a implementar esses avanços para a população?A conversa de hoje é com Felipe Aristides Simão Neto, gerente de bioinformática da DASA e que vai nos contar um pouquinho de como está o cenário atual da medicina de precisão no Brasil e como o bioinformata auxilia nessa revolução dos cuidados em saúde.
No início dos anos 2000, dois artigos detalharam a criação de circuitos genéticos em bactérias controlados de forma totalmente artificial. Era um dos principais marcos da biologia sintética nascendo. Desde então, são diversas as inovações que estão surgindo nos mais variados campos da ciência: Biorremediação, vacinas, controle de pragas, saúde pública e tantas outras aplicações. E o que o bioinformata tem a ver com tudo isso? É o que vamos descobrir hoje conversando com Daniela Bittencourt, pesquisadora da Embrapa, o Tiago Mendes, Diretor de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação na Biopark, e a Danielle Pedrolli, professora da Unesp.
No Brasil, a pesquisa feita por estudantes de pós-graduação, muitas vezes, não é vista como trabalho. E, embora o auxílio financeiro concedido por entidades governamentais tenha sofrido uma correção, os estudantes não têm nenhum outro benefício que seja comparável ao famoso CLT. Acrescenta-se a isso uma informação importante: esse auxílio tem data e hora para acabar. O resultado desse cenário é a procura por uma fonte de renda mais segura e que abra portas para o mercado de trabalho, tanto no Brasil como no exterior. E aí começa um desafio maior. Como equilibrar esses pratos? É possível fazer uma pós-graduação enquanto trabalha? Hoje vamos discutir esse tema com Filipe Dezordi, bioinformata da Genesis Genomics, doutor em Biociências e biotecnologia em saúde da Fiocruz e criador do bioinfo 101, um canal de divulgação de bioinformática no Instagram.
Nesta edição especial do podcast, convidamos Jennifer, uma Engenheira Agrônoma com experiência na área de tecnologia da informação e dados, para discutir a participação e os desafios das mulheres nesse campo. A Jenni compartilha sua trajetória inspiradora e fala sobre como as mulheres estão conquistando seu espaço em TI e ciência de dados, além de oferecer dicas valiosas para quem deseja ingressar na área.
Abrimos o episódio com uma breve introdução sobre pioneiras que marcaram a história da TI e dados, e falamos sobre como as iniciativas atuais estão impactando a vida de mulheres ao redor do mundo.
Neste episódio, também mencionamos várias iniciativas e comunidades que apoiam as mulheres em tecnologia:
R-Ladies: https://rladies.org/
R-Ladies GYN: https://www.rladiesgyn.com/
PyLadies Brasil: https://python.org.br/pyladies/
Comunidade de Estatística do Prof. Thiago Marques: https://www.linkedin.com/school/comunidade-de-estat%C3%ADstica-do-prof-thiago-marques/posts/?feedView=all
Curso de Introdução ao uso do software "R" aplicado à Vigilância em Saúde - 2024: https://campus.paho.org/pt-br/curso/curso-de-introducao-ao-uso-do-software-r-aplicado-vigilancia-em-saude-2024
Essas iniciativas têm sido fundamentais para promover a inclusão e oferecer suporte para o desenvolvimento de mulheres em TI e ciência de dados.
Estamos de voltaaaa!
Sejam bem-vindos a mais um episódio do podcast da RSG Brazil, após um pouco mais de um ano de pausa, enquanto reorganizávamos a equipe e focávamos em outros projetos.
Felizmente, o podcast voltou com vários e interessantes tópicos sobre Bioinformática.
O episódio de hoje é uma ajuda para quem quer começar na área de Bioinfo e não sabe por onde ou como!
A Rayssa Feitosa (atual presidente da RSG Brazil), a Elvira (membro do podcast) e a Agnis (membro do podcast) falam de forma descontraída sobre "10 dicas blogueirinhas" para iniciar a carreira em bioinformática!
Links comentados no episódio:
instagram bioinfo fora da bolha: https://www.instagram.com/bioinfoforadabolha/
instagram rsg: https://www.instagram.com/rsg_brazil/
curso em video: https://www.youtube.com/c/CursoemV%C3%ADdeo
bioconductor: https://www.bioconductor.org/
git: https://github.com/
stackoverflow: https://stackoverflow.com/
biostars: https://www.biostars.org/
duckduckgo: https://duckduckgo.com/
virtualbox: https://www.virtualbox.org/
qemu: https://www.qemu.org/
vmware: https://docs.vmware.com/br/
lbb: https://www.instagram.com/ligabrasileiradebioinformatica/
lncc: https://www.gov.br/lncc/pt-br
bioinfo girls: https://youtube.com/@bioin4girls?si=EFsvpOE-ORzlPQS0
alura: https://www.alura.com.br/
site rsg: https://sites.google.com/view/rsg-brazil
Fiquem de olho e ativem as notificações, pois temos mais episódios por vir ainda este ano!
Até logo,
Equipe RSG-Brazil
Olá a todess!
Como prometido, uma semana depois, a RSG-Brazil traz a parte dois de "Mães na bioinformática" com mais três convidadas especiais.
Como explicado semana passada, este episódio têm a intenção de trazer como essas mulheres que também são mães, conciliaram a maternidade com seu trabalho e suas pesquisas na bioinformática.
No episódio, nossa host a Agnis entrevistou mais 3 convidadas, bioinformatas, mulheres e mães: A Prof Gloria Franco, a Dra Bibiana Fam (membro da RSG) e a Clara Carvalho (tesoureira da RSG).
Discussões muito importantes são abordadas no episódio, assim como no passado, que nos fazem refletir como essa função essencial para a sobrevivência e continuação da nossa espécie, que é a de ser mãe, precisa ainda ser mais entendida e respeitada na sociedade, e também na academia.
As iniciativas comentadas no episódio é o "Parents in Science" https://www.parentinscience.com/ novamente e o "Código X" https://codigox.ong.br/ e https://www.instagram.com/codigox.ong/ .
Além disso, também foi comentado sobre o tempo de licença maternidade novamente dado pela CAPES, CNPq e outros orgãos de fomento e editais como o da fapemig para mulheres pesquisadoras. Para quem for de Minas Gerais: http://www.fapemig.br/pt/chamadas_abertas_oportunidades_fapemig/ aberto até 05/06/2023.
Qualquer dúvidas e sugestões, nós encontrem nas nossas redes sociais:
https://www.instagram.com/rsg_brazil/
https://twitter.com/RSGBrazil
https://www.facebook.com/RSGBrazil/
Espero que vocês gostem e nos vemos novamente em breve com um novo episódio do nosso podcast!
Olá a todess!
Hoje dia das mães, temos mais um episódio do podcast da RSG-Brazil, porém especial!
Primeiramente, Feliz dia das mães a todas as mães ouvintes e principalmente para as mães cientistas e/ou bioinformatas!
Em segundo lugar, seguindo a linha de episódios mulheres da bioinfo, o episódio de hoje e o da próxima semana têm a intenção de trazer quais pesquisas são realizadas por mulheres que também são mães, além de, e principalmente, as vivências e opniões destas.
Então, continuando nossa história sobre Margaret Belle Dayhoff, a mãe da bioinformática, viemos nesses dois próximos episódios, mostrar que ela era não só a mãe da bioinformática, mas também mãe de duas mulheres. Uma delas inclusive seguiu seu exemplo e também se tornou bioinformata, a Ruth E. Dayhoff, que fez questão de deixar claro em uma das suas entrevistas que seu marido, Vincent Brannigan, deu o suporte que ela precisava para continuar sua carreira a partir da divisão de tarefas domésticas, isso 40 anos atrás.
No episódio, nossas hosts a Rayssa e a Cristal entrevistam 3 convidadas, bioinformatas, mulheres e mães: A Prof Mariana Mendonza, a Dra Marla Mendes e a Prof Raquel Minardi.
A iniciativa comentada no episódio é o "Parents in Science" https://www.parentinscience.com/ , mas podemos perceber que talvez mais sejam necessárias.
Fiquem atentos ao próximo episódio na próxima semana, o qual também receberá mais 3 convidadas, bioinformatas, cientistas e mães!
Qualquer dúvidas e sugestões, nós encontrem nas nossas redes sociais:
https://www.instagram.com/rsg_brazil/
https://twitter.com/RSGBrazil
https://www.facebook.com/RSGBrazil/
Espero que vocês gostem e nos vemos semana que vem!
Mulheres na bioinfo, onde estão? Aqui! Haha
Nessa primeira parte do nosso especial do dias das mulheres, a nossa host Cristal Villalba entrevistou a biotecnóloga paraense Thayana Tavares, bioinformata que trabalha na Neoprospecta, e veio falar sobre bioinformática com a gente de uma perspectiva não acadêmica.
Abrimos o episódio com uma breve introdução sobre o trabalho da Margaret Belle Dayhoff - Pioneira da Bioinformática no mundo.
Neste episódio também citamos várias iniciativas/comunidades de mulheres na bioinformática: Bioin4girls (https://www.instagram.com/bioin4girls/), Women in Bioinformatics and Data Science Latin America (https://wbds.la/), Bioinfo4woman (https://bioinfo4women.bsc.es/) e Pyladies (https://brasil.pyladies.com/).
Atentes a parte 2 :D
No primeiro episódio de 2022, nós entrevistamos o Ícaro Castro, doutorando da USP que trabalha na plataforma Pasteur da USP (em parceria com o Instituto Pasteur da França), e a Agnes Greifenhagen, que trabalha na base Genera (que faz parte da DASA), para falar um pouco sobre as dificuldades mais comuns que encontramos na carreira de Bionformática, tanto no Brasil, como no exterior. Espero que vocês aproveitem nossas dicas e fiquem atentos aos perrengues haha. Mesmo com as dificuldades e perrengues, é uma área que vale muito a pena e que está com um ótimo mercado de trabalho, afinal, não existe área perfeita! Venham para o lado Bioinfo da força! 👾
Com a presença de um grande número de dados na saúde, a análise de dados com a bioinformática cresceu rapidamente na última década. Isso permitiu com que houvesse avanços nessa área em testes de diagnóstico e gerenciamento para fornecer atendimento e resultados. Diante disso, qual o papel do bioinformata na área da saúde? Por qual caminho seguir? Como a bioinformática pode ser utilizada para diagnósticos, prevenção e gestão da saúde? Como lidar com esses dados?
Foi pensando nisso, que as nossas entrevistadoras, Elvira e Cristal, bateram um papo muito legal com convidados Fabio Passetti e Deyvid Amgarten.
Fabio Passetti é pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), desenvolve suas pesquisas no Instituto Carlos Chagas (Fiocruz-Paraná). Tem experiência na área de Bioinformática e Biologia Computacional, atuando principalmente na análise e integração de dados de genoma, transcriptoma e proteoma.
Deyvid Amgarten é doutorando pelo programa Interunidades em bioinformática da Universidade de São Paulo (2017), possui experiência na caracterização computacional de sequências biológicas, em virologia, metagenômica e no desenvolvimento de ferramentas de análises bioinformáticas.
Edição: Iracy Maiany
Com a presença de um grande número de dados na saúde, a análise de dados com a bioinformática cresceu rapidamente na última década. Isso permitiu com que houvesse avanços nessa área em testes de diagnóstico e gerenciamento para fornecer atendimento e resultados. Diante disso, qual o papel do bioinformata na área da saúde? Por qual caminho seguir? Como a bioinformática pode ser utilizada para diagnósticos, prevenção e gestão da saúde? Como lidar com esses dados?
Foi pensando nisso, que as nossas entrevistadoras, Elvira e Cristal, bateram um papo muito legal com convidados Fabio Passetti e Deyvid Amgarten.
Fabio Passetti é pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), desenvolve suas pesquisas no Instituto Carlos Chagas (Fiocruz-Paraná). Tem experiência na área de Bioinformática e Biologia Computacional, atuando principalmente na análise e integração de dados de genoma, transcriptoma e proteoma.
Deyvid Amgarten é doutorando pelo programa Interunidades em bioinformática da Universidade de São Paulo (2017), possui experiência na caracterização computacional de sequências biológicas, em virologia, metagenômica e no desenvolvimento de ferramentas de análises bioinformáticas.
Edição: Iracy Maiany
Com a presença de um grande número de dados na saúde, a análise de dados com a bioinformática cresceu rapidamente na última década. Isso permitiu com que houvesse avanços nessa área em testes de diagnóstico e gerenciamento para fornecer atendimento e resultados. Diante disso, qual o papel do bioinformata na área da saúde? Por qual caminho seguir? Como a bioinformática pode ser utilizada para diagnósticos, prevenção e gestão da saúde? Como lidar com esses dados?
Foi pensando nisso, que as nossas entrevistadoras, Elvira e Cristal, bateram um papo muito legal com convidados Fabio Passetti e Deyvid Amgarten.
Fabio Passetti é pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), desenvolve suas pesquisas no Instituto Carlos Chagas (Fiocruz-Paraná). Tem experiência na área de Bioinformática e Biologia Computacional, atuando principalmente na análise e integração de dados de genoma, transcriptoma e proteoma.
Deyvid Amgarten é doutorando pelo programa Interunidades em bioinformática da Universidade de São Paulo (2017), possui experiência na caracterização computacional de sequências biológicas, em virologia, metagenômica e no desenvolvimento de ferramentas de análises bioinformáticas.
Edição: Iracy Maiany
Salve Salve Padawans!
Hoje vamos conversar sobre Bioinformática Estrutural, com a prof Karina Machado da FURG, e com o professor Lucas Bleicher, UFMG
Salve Salve Padawans!
Hoje vamos conversar sobre Bioinformática Estrutural, com a prof Karina Machado da FURG, e com o professor Lucas Bleicher, UFMG
Não é segredo que a Bioinformática recebe profissionais de várias bases diferentes e, entre eles, claro que estão aqueles com histórico na Computação. Quais questões acometem esses alunos? Como eles se adaptam e de que maneira, você que é da área de computação, pode se inspirar nisso na sua trajetória?
Foi pensando nisso que os nossos entrevistadores, Elvira e Iracy, bateram um papo muito legal com convidados do primeiro escalão da Bioinfo no Br. Quer saber mais? Escute com a gente???
Lucas Miguel Carvalho - Pós-doutorando no Centro de Pesquisas em Engenharias e Ciências Computacionais (CCES/CEPID) na UNICAMP
Raquel Melo Minardi - Professora Adjunta III do Departamento de Ciência da Computação da UFMG
Rommel Ramos - Professor Adjunto IV da Faculdade de Biotecnologia (ICB/UFPA)
Participaram desse episódio: Elvira Cynthia Alves Horácio, Estudante de Doutorado do Programa de Pós-Graduação em Genética - ICB - UFMG, Iracy Maiane, formanda em Ciências Biológicas pela Universidade Federal do Amapá Medeiros e Pedro Medeiros (edição), Biólogo e Farmacêutico Bioquímico pela USP e aluno do programa de pós graduação em Biossistemas da UFABC
Não é segredo que a Bioinformática recebe profissionais de várias bases diferentes e, entre eles, claro que estão aqueles com histórico na Computação. Quais questões acometem esses alunos? Como eles se adaptam e de que maneira, você que é da área de computação, pode se inspirar nisso na sua trajetória?
Foi pensando nisso que os nossos entrevistadores, Elvira e Iracy, bateram um papo muito legal com convidados do primeiro escalão da Bioinfo no Br. Quer saber mais? Escute com a gente???
Lucas Miguel Carvalho - Pós-doutorando no Centro de Pesquisas em Engenharias e Ciências Computacionais (CCES/CEPID) na UNICAMP
Raquel Melo Minardi - Professora Adjunta III do Departamento de Ciência da Computação da UFMG
Rommel Ramos - Professor Adjunto IV da Faculdade de Biotecnologia (ICB/UFPA)
Participaram desse episódio: Elvira Cynthia Alves Horácio, Estudante de Doutorado do Programa de Pós-Graduação em Genética - ICB - UFMG, Iracy Maiane, formanda em Ciências Biológicas pela Universidade Federal do Amapá Medeiros e Pedro Medeiros (edição), Biólogo e Farmacêutico Bioquímico pela USP e aluno do programa de pós graduação em Biossistemas da UFABC
Não é segredo que a Bioinformática recebe profissionais de várias bases diferentes e, entre eles, claro que estão aqueles com histórico na Computação. Quais questões acometem esses alunos? Como eles se adaptam e de que maneira, você que é da área de computação, pode se inspirar nisso na sua trajetória?
Foi pensando nisso que os nossos entrevistadores, Elvira e Iracy, bateram um papo muito legal com convidados do primeiro escalão da Bioinfo no Br. Quer saber mais? Escute com a gente???
Lucas Miguel Carvalho - Pós-doutorando no Centro de Pesquisas em Engenharias e Ciências Computacionais (CCES/CEPID) na UNICAMP
Raquel Melo Minardi - Professora Adjunta III do Departamento de Ciência da Computação da UFMG
Rommel Ramos - Professor Adjunto IV da Faculdade de Biotecnologia (ICB/UFPA)
Participaram desse episódio: Elvira Cynthia Alves Horácio, Estudante de Doutorado do Programa de Pós-Graduação em Genética - ICB - UFMG, Iracy Maiane, formanda em Ciências Biológicas pela Universidade Federal do Amapá Medeiros e Pedro Medeiros (edição), Biólogo e Farmacêutico Bioquímico pela USP e aluno do programa de pós graduação em Biossistemas da UFABC










Ótimo podcast pessoal! Continuem com o bom trabalho! #Science #Bioinformantics