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Devocional Alegria Inabalável
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O propósito da prosperidadeAquele que furtava não furte mais; antes, trabalhe, fazendo com as próprias mãos o que é bom, para que tenha com que acudir ao necessitado. (Efésios 4.28)Existem três níveis de como viver com as coisas: (1) você pode roubar para obter; (2) ou você pode trabalhar para obter; (3) ou você pode trabalhar para obter a fim de dar.Muitos cristãos professos vivem no nível dois. Quase todas as forças da nossa cultura os encorajam a viver no nível dois. Mas a Bíblia nos impulsiona inflexivelmente para o nível três. “Deus pode fazer-vos abundar em toda graça, a fim de que, tendo sempre, em tudo, ampla suficiência, superabundeis em toda boa obra” (2 Coríntios 9.8).Por que Deus nos abençoa com abundância? Para que tenhamos o suficiente para viver e, depois, usemos o restante para todo o tipo de boas obras que aliviam a miséria espiritual e física. O suficiente para nós; abundância para os outros.A questão não é o quanto uma pessoa ganha. Grandes negócios e grandes salários são uma realidade dos nossos tempos, e não são necessariamente maus. O mau está em ser enganado ao pensar que um salário de seis dígitos deve ser acompanhado por um estilo de vida de seis dígitos.Deus nos criou para sermos canais condutores da sua graça. O perigo está em pensar que o canal condutor deve ser revestido com ouro. Não deveria. Cobre serve. O cobre pode conduzir riquezas impressionantes a outros.
Assine o devocional: http://fiel.in/dev-alegria-inabalavelDevocional Diário ALEGRIA INABALÁVEL por John Piper16 de Outubro - Temor e esperança pelo zelo de DeusPois o nome do SENHOR é Zeloso; sim, Deus zeloso é ele. (Êxodo 34.14)Deus é infinitamente zeloso pela honra do seu nome, e responde com terrível ira contra aqueles cujos corações devem pertencer a ele, mas seguem após outras coisas.Por exemplo, em Ezequiel 16.38-40 ele diz ao Israel infiel: “Julgar-te-ei como são julgadas as adúlteras e as sanguinárias; e te farei vítima de furor e de ciúme. Entregar-te-ei nas suas mãos, e derribarão o teu prostíbulo de culto... despir-te-ão de teus vestidos, tomarão as tuas finas joias e te deixarão nua e descoberta. Farão subir contra ti uma multidão, apedrejar-te-ão e te traspassarão com suas espadas”.Eu lhes exorto a ouvir esse alerta. O zelo de Deus por seu amor e devoção indivisíveis sempre terá a última palavra. Tudo o que atrai as suas afeições para longe de Deus com atração enganosa voltará para lhes desnudar e traspassar.É algo terrível usar a sua vida que foi dada por Deus para cometer adultério contra o Todo-Poderoso.Mas para aqueles de vocês que são verdadeiramente unidos a Cristo, que mantêm os seus votos de abandonarem todos os outros, se unirem apenas a ele e viverem para a sua honra — para vocês, o zelo de Deus é um grande consolo e esperança.Visto que Deus é infinitamente zeloso pela honra do seu nome, qualquer coisa e qualquer pessoa que ameaçam o bem da sua esposa fiel estão em oposição à onipotência divina.O zelo de Deus é uma grande ameaça para aqueles que praticam a prostituição, vendem seu coração ao mundo e fazem de Deus um marido traído. Mas o seu zelo é um grande consolo para aqueles que guardam os votos da aliança e se tornam estrangeiros e peregrinos no mundo.
Assine o devocional: http://fiel.in/dev-alegria-inabalavelDevocional Diário ALEGRIA INABALÁVEL por John Piper15 de Outubro - Plano para a oraçãoSe permanecerdes em mim, e as minhas palavras permanecerem em vós, pedireis o que quiserdes, e vos será feito. (João 15.7)A oração busca alegria na comunhão com Jesus e no poder de compartilhar a vida dele com os outros.E a oração busca a glória de Deus, considerando-o como o reservatório inesgotável de esperança e de socorro. Na oração, nós admitimos nossa pobreza e a prosperidade de Deus, nossa ruína e sua generosidade, nossa miséria e sua misericórdia.Portanto, a oração altamente exalta e glorifica a Deus precisamente por buscar tudo o que desejamos nele, e não em nós mesmos. “Pedi e recebereis... a fim de que o Pai seja glorificado no Filho... e o vosso gozo seja completo” (João 16.24; 14.13; 15.11). A menos que eu esteja muito enganado, uma das principais razões pelas quais muitos dos filhos de Deus não têm uma vida significativa de oração não é tanto que nós não queremos, mas que não planejamos.Se você quiser tirar férias de quatro semanas, não se levanta em uma manhã de verão e diz: “Ei, vamos hoje!”. Você não terá nada pronto. Você não saberá para onde ir. Nada foi planejado.Mas é assim que muitos de nós tratamos a oração. Nós nos levantamos dia após dia e percebemos que momentos significativos de oração devem ser uma parte da nossa vida, mas nunca nada está pronto.Não sabemos para onde ir. Nada foi planejado. Nenhum tempo. Nenhum lugar. Nenhuma ação. E todos nós sabemos que o oposto do planejamento não é um fluxo maravilhoso de experiências profundas e espontâneas na oração. O oposto do planejamento é a rotina.Se você não planejar as férias, provavelmente ficará em casa e assistirá TV. O fluxo natural e sem planejamento da vida espiritual afunda até o mais baixo declínio da vitalidade. Há uma carreira a ser corrida e um combate a ser combatido. Se você deseja renovação em sua vida de oração, deve planejar para vê-la.Portanto, a minha simples exortação é esta: Dediquemos tempo ainda hoje para repensarmos nossas prioridades e como a oração se encaixa nelas. Faça alguma nova resolução. Experimente algo novo com Deus. Defina um horário. Estabeleça um lugar. Escolha uma parte da Escritura para guiá-lo.Não seja tiranizado pela pressão dos dias ocupados. Todos nós precisamos de correções durante o caminho. Faça de hoje um dia de oração, para a glória de Deus e para a plenitude da sua alegria.
Deus sara ao humilhar Versículo do dia: Tenho visto os seus caminhos e o sararei; também o guiarei e lhe tornarei a dar consolação, a saber, aos que dele choram. Como fruto dos seus lábios criei a paz, paz para os que estão longe e para os que estão perto, diz o SENHOR, e eu o sararei. (Isaías 57.18-19) Apesar da severidade da enfermidade humana da rebelião e da obstinação, Deus sarará. Como ele irá sarar? Isaías 57.15 diz que Deus habita com os contritos e humildes. Ainda assim, o povo citado em Isaías 57.17 busca ousadamente o seu próprio caminho orgulhoso. Em que consistirá essa cura? A cura só pode ser uma coisa: Deus os sarará humilhando-os. Ele curará o paciente esmagando o seu orgulho. Se somente os contritos e humildes desfrutam da comunhão com Deus (Isaías 57.15), e se a doença de Israel é uma rebelião orgulhosa e deliberada (Isaías 15.17), e se Deus promete sará-los (Isaías 57.18), então, o seu sarar deve ser um humilhar e sua cura deve ser um espírito quebrantado. Não seria esse o modo de Isaías profetizar o que Jeremias chamou de nova aliança e de um novo coração? Ele disse: “Eis aí vêm dias, diz o SENHOR, em que firmarei nova aliança com a casa de Israel... Na mente, lhes imprimirei as minhas leis, também no coração lhas inscreverei; eu serei o seu Deus, e eles serão o meu povo” (Jeremias 31.31, 33). Isaías e Jeremias veem a chegada de um tempo em que um povo doente, desobediente e de coração duro será transformado de modo sobrenatural. Isaías fala sobre sarar. Jeremias fala sobre escrever a lei em seus corações. Assim, a cura de Isaías 57.18 é um grande transplante de coração — o velho coração endurecido, orgulhoso e obstinado é retirado e um novo coração suavizado e sensível é colocado, o qual é facilmente humilhado e quebrantado pela lembrança do pecado e pelo pecado remanescente. Esse é um coração em que o Altíssimo cujo nome é Santo pode habitar e ao qual pode dar vida.
O senhor que é servo...Para mostrar, nos séculos vindouros, a suprema riqueza da sua graça, em bondade para conosco, em Cristo Jesus. (Efésios 2.7)Para mim, a mais surpreendente figura da Bíblia sobre a segunda vinda de Cristo está em Lucas 12.35-37, que retrata o retorno de um senhor vindo de uma festa de casamento:“Cingido esteja o vosso corpo, e acesas, as vossas candeias. Sede vós semelhantes a homens que esperam pelo seu senhor, ao voltar ele das festas de casamento; para que, quando vier e bater à porta, logo lha abram. Bem-aventurados aqueles servos a quem o senhor, quando vier, os encontre vigilantes; em verdade vos afirmo que ele há de cingir-se, dar-lhes lugar à mesa e, aproximando-se, os servirá”.Esteja certo de que nós somos chamados de servos, e isso sem dúvida significa que devemos fazer exatamente o que nos é ordenado. Mas a maravilha dessa figura é que o “servo” insiste em “servir” mesmo na era vindoura quando ele virá em toda a sua glória “com os anjos do seu poder, em chama de fogo” (2 Tessalonicenses 1.7-8). Por quê?Porque o elemento central da glória de Deus é a plenitude da graça que transborda em bondade para pessoas necessitadas. Por isso, ele deseja mostrar “nos séculos vindouros, a suprema riqueza da sua graça, em bondade para conosco, em Cristo Jesus” (Efésios 2.7).Em que consiste a grandiosidade do nosso Deus? Qual é a sua singularidade no mundo? Isaías responde: “desde a antiguidade não se ouviu, nem com ouvidos se percebeu, nem com os olhos se viu Deus além de ti, que trabalha para aquele que nele espera” (Isaías 64.4).




