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Devocional Alegria Inabalável
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Jesus é o amém de DeusPorque quantas são as promessas de Deus, tantas têm nele o sim; porquanto também por ele é o amém para glória de Deus, por nosso intermédio. (2Coríntios 1.20)A oração é o lugar onde o passado e o futuro são ligados repetidamente em nossas vidas. Eu menciono isso aqui porque Paulo vincula a oração com o sim de Deus nesse versículo de forma impressionante.Em 2Coríntios 1.20, ele diz (com um grego sucinto, traduzido em um português sucinto): “Porquanto também por ele é o amém para glória de Deus, por nosso intermédio”. Vamos tentar esclarecer isso.Eis o que ele está dizendo: “Portanto, por causa de Cristo, dizemos amém a Deus em nossas orações, para mostrar que Deus recebe a glória pela graça futura com a qual contamos”.Se você já se perguntou por que como cristãos dizemos amém ao final de nossas orações e de onde vem esse costume, aqui está a resposta. Amém é uma palavra tomada diretamente do hebraico para o grego sem qualquer tradução, assim como ela foi introduzida no português e na maioria das outras línguas sem qualquer tradução.Em hebraico, era uma afirmação muito forte (veja Números 5.22; Neemias 5.13; 8.6) — um formal, solene e sério “Eu concordo”, “Eu confirmo o que você acabou de dizer” ou “Isso é verdade”. Simplificando: “amém” significa um sim muito sério no contexto de se dirigir a Deus.Agora, observe a conexão entre as duas metades do verso 20. A primeira metade diz: “Porque quantas são as promessas de Deus, tantas têm nele o sim”. A segunda metade diz: “Porquanto também por ele é o amém para glória de Deus, por nosso intermédio”.Quando você compreende que “amém” e “sim” significam a mesma coisa, aqui está o que o versículo diz: Em Jesus Cristo, Deus diz o seu sim para nós por meio das suas promessas; e em Cristo, nós dizemos o nosso sim a Deus por meio da oração.
Quando o Oleiro é por nósAi daquele que contende com o seu Criador! E não passa de um caco de barro entre outros cacos. Acaso, dirá o barro ao que lhe dá forma: Que fazes? Ou: A tua obra não tem alça? (Isaías 45.9)A majestade de Deus é magnificada quando o vemos através da lente da criação ex nihilo (a partir do nada). Deus ordena ao nada, e ele obedece e se torna algo.A partir do nada, ele fez o barro e, do barro, ele nos fez — a olaria do Senhor (Isaías 45.9) — a sua possessão, destinados para a sua glória, em total dependência dele.“Sabei que o SENHOR é Deus; foi ele quem nos fez, e dele somos; somos o seu povo e rebanho do seu pastoreio” (Salmo 100.3). É algo humilhante ser uma ovelha e um caco de barro que pertencem a outra pessoa.Nesta manhã eu estava lendo Isaías e encontrei outra declaração sobre a majestade de Deus. Quando eu a coloco junto com o poder absoluto e os direitos de Deus como Criador, uma combustão é iniciada em meu coração. Bum!Isaías 33.21 diz: “Mas o SENHOR ali nos será grandioso”!Nos será! Por nós! O Criador é por nós e não contra nós. Com todo o poder no universo e com absoluto direito de fazer o que lhe aprouver com o que ele criou — Deus é por nós!“Nem com os olhos se viu Deus além de ti, que trabalha para aquele que nele espera.” (Isaías 64.4). “Se Deus é por nós, quem será contra nós?” (Romanos 8.31).Você pode pensar em alguma coisa (eu quero dizer qualquer coisa) que é mais reconfortante, asseguradora e deleitosa do que o fato de que o Senhor grandioso é por você?
ersículo do dia: Que desde o princípio anuncio o que há de acontecer e desde a antiguidade, as coisas que ainda não sucederam; que digo: o meu conselho permanecerá de pé, farei toda a minha vontade. (Isaías 46.10)A palavra “soberania” (como a palavra “trindade”) não ocorre na Bíblia. Nós a usamos para nos referir a essa verdade: Deus está no controle definitivo do mundo desde a maior guerra internacional até à queda do menor pássaro na floresta.Aqui está como a Bíblia o afirma: “Eu sou Deus, e não há outro semelhante a mim… o meu conselho permanecerá de pé, farei toda a minha vontade” (Isaías 46.9-10). “[Deus] opera com o exército do céu e os moradores da terra; não há quem lhe possa deter a mão, nem lhe dizer: Que fazes?” (Daniel 4.35). “Mas, se ele resolveu alguma coisa, quem o pode dissuadir? O que ele deseja, isso fará. Pois ele cumprirá o que está ordenado a meu respeito” (Jó 23.13-14). “No céu está o nosso Deus e tudo faz como lhe agrada” (Salmo 115.3).Uma razão pela qual essa doutrina é tão preciosa para os crentes é que sabemos que o grande desejo de Deus é demonstrar misericórdia e bondade aos que confiam nele (Efésios 2.7, Salmos 37.3-7, Provérbios 29.25). A soberania de Deus significa que este propósito para conosco não pode ser frustrado.Nada, absolutamente nada, acontece àqueles “que amam a Deus” e “são chamados segundo o seu propósito”, senão o que é para o nosso mais profundo e mais elevado bem (Romanos 8.28; Salmo 84.11).Logo, a misericórdia e a soberania de Deus são os dois pilares da minha vida. Elas são a esperança do meu futuro, a força do meu serviço, o centro da minha teologia, o vínculo do meu casamento, o melhor remédio para todas as minhas enfermidades, o antídoto contra todos os meus desânimos.E quando eu vier a morrer (mais cedo ou mais tarde), estas duas verdades permanecerão em meu leito e com mãos infinitamente fortes e infinitamente afetuosas me erguerão até Deus.
Adoremos ao CordeiroEu chorava muito, porque ninguém foi achado digno de abrir o livro, nem mesmo de olhar para ele. (Apocalipse 5.4)Você já pensou em suas orações como o aroma do céu? A Semana Santa me atraiu novamente para ler Apocalipse 4 e 5. Aqui há um vislumbre da vida no céu.Em Apocalipse 5, vemos o Deus todo-poderoso no trono com um livro em sua mão. O livro tinha sete selos. Todos eles precisavam ser removidos antes que o livro fosse aberto.Eu acho que a abertura do livro representa os últimos dias da história e a retirada dos sete selos representa o tipo de história que viveremos à medida que nos aproximarmos desses dias.A princípio, João chorou pois não havia ninguém digno de abrir o livro e nem de olhar para ele (5.4). Mas, então, o ancião no céu diz: “Não chores; eis que o Leão da tribo de Judá, a Raiz de Davi, venceu para abrir o livro e os seus sete selos” (5.5).Ao morrer na cruz, Jesus conquistou o direito de abrir o restante da história redentora e conduzir o seu povo vitoriosamente através dela.No próximo verso, o Leão é retratado como um Cordeiro, “de pé... como tendo sido morto” (5.6). Essa não é uma bela imagem da vitória de Jesus na cruz?É tão certo como se um leão tivesse devorado o inimigo — mas a maneira como ele conseguiu a vitória foi deixando o inimigo matá-lo como um cordeiro!Portanto, agora o Cordeiro é digno de tomar o livro da história redentora da mão de Deus e abri-lo. Esse é um ato tão digno de um rei que os vinte e quatro anciãos do céu (o conselho de adoração de Deus, por assim dizer) se prostram diante do Cordeiro em adoração.E você sabe o que são as taças de ouro cheias de incenso? O versículo 8 diz que elas são “as orações dos santos”. Isso não significa que nossas orações são o aroma do céu, aroma agradável diante do trono de Deus e do Cordeiro?Sou fortalecido e encorajado a orar com mais frequência e vigor, quando penso que minhas orações estão sendo reunidas e armazenadas no céu, e oferecidas a Cristo repetidamente em atos celestiais de adoração.Bendigamos, honremos e adoremos a Cristo aqui em baixo com nossas orações e, depois, alegremo-nos duplamente que o conselho de adoração do céu as oferece novamente a Cristo como aroma agradável de incenso diante do Cordeiro que foi morto.
Deus cuida de você Humilhai-vos, portanto, sob a poderosa mão de Deus, para que ele, em tempo oportuno, vos exalte, lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós. (1 Pedro 5.6-7)Por que a ansiedade quanto ao futuro é uma forma de orgulho?A resposta de Deus seria algo como isso: Eu — o Senhor, seu Criador — sou aquele que lhe conforta, que promete cuidar de você; e aqueles que lhe ameaçam são meros homens mortais. Portanto, seu medo significa que você não confia em mim — e mesmo que não tenha certeza de que seus próprios recursos cuidarão de você, ainda assim opta por uma autossuficiência frágil, em vez de crer na minha graça futura. Assim, todo o seu temor — fraco como é — revela orgulho.O remédio? Converta-se da autossuficiência para a dependência de Deus e coloque sua fé no poder todo-suficiente da graça futura.Vemos a ansiedade como uma forma de orgulho em 1 Pedro 5.6-7. Observe a conexão gramatical entre os versos. “Humilhai-vos... sob a poderosa mão de Deus... [versículo 7] lançando sobre ele toda a vossa ansiedade”. O versículo 7 não é uma nova sentença. É uma cláusula subordinada. “Humilhai-vos... [por meio de] lançar sobre ele toda a vossa ansiedade”.Isso significa que lançar suas ansiedades sobre Deus é um modo de se humilhar sob a poderosa mão de Deus. É como dizer: “Coma educadamente... mastigando com a boca fechada”. “Dirija com cuidado... mantendo os olhos abertos”. “Seja generoso... convidando alguém para o Dia de Ação de Graças”.Uma maneira de ser humilde é lançar todas as suas ansiedades sobre Deus. O que significa que um obstáculo para lançar suas ansiedades sobre Deus é o orgulho. O que significa que a preocupação indevida é uma forma de orgulho.Agora, por que lançar as nossas ansiedades sobre o Senhor é o oposto do orgulho? Porque o orgulho não gosta de admitir que tem alguma ansiedade. E se o orgulho tem que admitir isso, ainda assim, ele não gosta de admitir que o remédio pode ser confiar em alguém que é mais sábio e mais forte.Em outras palavras, o orgulho é uma forma de incredulidade e não gosta de confiar na futura graça de Deus. A fé admite a necessidade de auxílio. O orgulho não. A fé confia em Deus para ajudar. O orgulho não. A fé lança ansiedades sobre Deus. O orgulho não.Portanto, a maneira de lutar contra a incredulidade do orgulho é admitir voluntariamente que você tem ansiedades e valorizar a promessa da graça futura nas palavras: “Ele tem cuidado de vós”.
Abra as janelas do seu coraçãoPus sobre ele o meu Espírito... Não esmagará a cana quebrada, nem apagará a torcida que fumega. (Isaías 42.1-3)Provavelmente, as palavras mais encorajadoras que eu tenho ouvido em semanas vieram de uma profecia em Isaías 42.1-3, sobre como Jesus usará seu poder espiritual.Você se sente como uma “cana quebrada” — como um daqueles grandes lírios que têm a haste esticada até que a flor caia no chão e não tenha mais vida? Você já se sentiu como se sua fé fosse apenas uma pequena faísca em vez de uma chama — como aquele pequeno ponto vermelho no pavio depois que você apaga a vela de aniversário?Coragem! O Espírito de Cristo é o Espírito de encorajamento: ele não tirará a sua flor; ele não apagará sua centelha.“O Espírito do Senhor está sobre mim... para evangelizar os pobres” (Lucas 4.18). “Nascerá o sol da justiça, trazendo salvação nas suas asas” (Malaquias 4.2). “[Ele é] manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma” (Mateus 11.29). “Espera pelo SENHOR, tem bom ânimo, e fortifique-se o teu coração; espera, pois, pelo SENHOR” (Salmos 27.14).Pode ser um sofrimento para nós que sejamos apenas uma faísca em vez de um fogo flamejante. Mas ouça e seja encorajado: Sim, há uma grande diferença entre uma faísca e um fogo. Porém, há uma diferença infinita entre uma faísca e nenhuma! Uma semente de mostarda (de fé) está infinitamente mais próxima de ser uma montanha do que de ser semente nenhuma.Abra a janela das promessas de Deus e deixe o Espírito soprar em cada recâmara do seu coração. O Vento Santo de Deus não quebrará ou apagará. Ele levantará sua cabeça e fará a sua faísca tornar-se uma chama. Ele é o Espírito de encorajamento.
Como posso ser cheio com o Espírito?Pois tudo quanto, outrora, foi escrito para o nosso ensino foi escrito, a fim de que, pela paciência e pela consolação das Escrituras, tenhamos esperança. (Romanos 15.4)Como podemos ser cheios com o Espírito Santo? Como podemos experimentar um derramamento do Espírito Santo sobre nossa igreja que nos encha de alegria indomável e nos liberte e capacite a amarmos aqueles que nos rodeiam de maneiras tão autênticas que eles sejam ganhos para Cristo?Resposta: Medite de dia e de noite sobre as incomparáveis promessas Deus, as quais dão esperança. Como o versículo acima nos mostra, foi dessa forma que Paulo manteve seu coração cheio de esperança, alegria e amor.A plena certeza da esperança vem a partir da meditação nas promessas da Palavra de Deus. E isso não contradiz a sentença de oito versos posteriores que diz que o Espírito Santo nos dá esperança (Romanos 15.13). Isso acontece porque o Espírito Santo é o autor divino da Escritura. Não é contraditório que a maneira como ele nos enche de esperança é enchendo-nos com sua própria palavra de promessa.A esperança não é alguma emoção vaga que surge do nada, como uma dor de estômago. A esperança é a confiança de que o maravilhoso futuro prometido pela Palavra do Espírito realmente se tornará realidade. Portanto, o modo de ser cheio com o Espírito é ser cheio com a sua Palavra. O caminho para ter o poder do Espírito é crer nas promessas da sua Palavra.Pois é a palavra da promessa que nos enche de esperança, a esperança nos enche de alegria e a alegria transborda no poder e na liberdade de amar o próximo. E essa é a plenitude do Espírito Santo.
Deus recompensa o humildeO Deus eterno é a tua habitação e, por baixo de ti, estende os braços eternos. (Deuteronômio 33.27)Agora você pode estar passando por coisas que estão dolorosamente preparando-lhe para algum serviço precioso a Jesus e ao seu povo. Quando uma pessoa atinge o fundo do poço com uma sensação de nulidade ou desamparo, pode descobrir que atingiu a Rocha Eterna.Lembro-me de uma frase deliciosa do Salmo 138.6 que lemos nos devocionais do café da manhã no sábado passado: “O SENHOR é excelso, contudo, atenta para os humildes”.Você não pode afundar tão fundo ao desesperar dos seus próprios recursos a ponto de Deus não ver e se importar. Na verdade, ele está no fundo esperando para te segurar. Como Moisés diz: “O Deus eterno é a tua habitação e, por baixo de ti, estende os braços eternos” (Deuteronômio 33.27).Sim, ele vê você tremendo e escorregando. Ele poderia agarrá-lo (e muitas vezes o faz) antes que você chegasse ao fundo. Mas, dessa vez, ele tem algumas novas lições para ensinar.O salmista disse no Salmo 119.71: “Foi-me bom ter eu passado pela aflição, para que aprendesse os teus decretos”. Ele não diz que foi fácil, divertido ou agradável. Ao relembrar, ele simplesmente diz: “Foi-me bom”.Na semana passada eu estava lendo um livro de um ministro escocês chamado James Stewart. Ele disse: “No serviço de amor, somente os soldados feridos podem servir”. É por isso que eu acredito que alguns de vocês estão sendo preparados agora para algum precioso serviço de amor. Porque vocês estão sendo feridos.Não pense que sua ferida lhe ocorreu à parte do propósito gracioso de Deus. Lembre-se da sua palavra: “Vede, agora, que Eu Sou, Eu somente, e mais nenhum deus além de mim... eu firo e eu saro” (Deuteronômio 32.39).Que Deus conceda uma graça especial a você que está gemendo sob algum fardo. Olhe ansiosamente para a renovada ternura de amor que Deus está lhe comunicando agora mesmo.
Olhe para Jesus para sua alegriaPraticam, porém, todas as suas obras com o fim de serem vistos dos homens... Amam o primeiro lugar nos banquetes e as primeiras cadeiras nas sinagogas, as saudações nas praças e o serem chamados mestres pelos homens.. (Mateus 23.5-7)A coceira da autorrecompensa deseja ardentemente pelo coçar da autoaprovação. Ou seja, se estamos tendo prazer em nos sentirmos autossuficientes, não estaremos satisfeitos sem que outros vejam e aplaudam nossa autossuficiência.Por isso a descrição de Jesus dos escribas e fariseus em Mateus 23.5-7.Isso é irônico. A autossuficiência deveria libertar a pessoa orgulhosa da necessidade de ser aprovada pelos outros. Isso é o que significa “suficiente”. Porém, evidentemente há um vazio nessa suposta autossuficiência.O eu nunca foi projetado para satisfazer a si mesmo ou confiar em si mesmo. Ele nunca pode ser suficiente. Somos apenas a imagem de Deus, não o próprio Deus. Somos sombras e ecos. Portanto, haverá sempre um vazio na alma que luta para ser satisfeita com os recursos do eu.Esse desejo vão pelo louvor de outros sinaliza o fracasso do orgulho e a ausência de fé na constante graça Deus. Jesus viu o efeito terrível desse anseio pela glória humana. Ele o citou em João 5.44: “Como podeis crer, vós os que aceitais glória uns dos outros e, contudo, não procurais a glória que vem do Deus único?”. A resposta é: você não pode. O desejo pela glória de outras pessoas torna a fé impossível. Por quê?Porque fé significa ser satisfeito com tudo o que Deus é para você em Jesus. E se você é inclinado a obter a satisfação da sua coceira com o coçar da aclamação dos outros, você se afastará de Jesus.Porém, caso você se converta do eu como a fonte de satisfação (arrependimento), e venha a Jesus para o gozo de tudo o que Deus é para nós nele (fé), então a coceira será substituída por uma fonte a jorrar para a vida eterna (João 4.14).
Deus se alegra em lhe fazer o bemFarei com eles aliança eterna, segundo a qual não deixarei de lhes fazer o bem... Alegrar-me-ei por causa deles e lhes farei bem. (Jeremias 32.40-41)Essa é uma daquelas promessas de Deus que eu relembro repetidamente quando fico desanimado (sim, isso acontece com os pastores). Você pode pensar em qualquer fato mais encorajador do que Deus se alegrar em fazer-lhe o bem?Ele não deixou de cumprir a sua promessa (Romanos 8.28). É a alegria dele fazer-lhe o bem. E não apenas algumas vezes. Sempre! “Não deixarei de lhes fazer o bem”.Mas, às vezes, nossa situação é tão difícil de suportar que simplesmente não podemos sentir qualquer alegria. Quando isso acontece comigo, tento imitar Abraão: “esperando contra a esperança, creu” (Romanos 4.18). Deus sempre foi fiel em guardar essa pequena centelha de fé para mim e, eventualmente (não imediatamente), a transforma em uma chama de felicidade e plena confiança.Oh, como sou contente em saber que aquilo que faz o Deus Todo-Poderoso mais feliz é fazer o bem a você e a mim!
Deus opera através de bons propósitosPor isso, também não cessamos de orar por vós, para que o nosso Deus vos torne dignos da sua vocação e cumpra com poder todo propósito de bondade e obra de fé. (2 Tessalonicenses 1.11)Buscar o poder de Deus para cumprir nossos bons propósitos não significa que nós realmente não decidimos ou que realmente não usamos o poder da vontade.O envolvimento do poder de Deus nunca toma o lugar do envolvimento da nossa vontade! O poder de Deus na santificação nunca nos torna passivos! O poder de Deus se estabelece por baixo, por trás ou dentro de nossa vontade, não em lugar de nossa vontade.A evidência do poder de Deus em nossas vidas não é a ausência de nossa vontade, mas a força de nossa disposição.Qualquer um que diga: “Bem, eu creio na soberania de Deus e por isso vou apenas sentar e não fazer nada”, realmente não crê na soberania de Deus. Pois por que alguém que crê na soberania de Deus lhe desobedeceria tão descaradamente?Quando você se senta para não fazer nada, não está sem fazer nada. Você está ativamente envolvendo sua vontade em uma decisão de sentar-se. E se essa é a forma como você lida com o pecado ou tentação em sua vida, isso é desobediência flagrante, porque somos ordenados a combater um bom combate (1 Timóteo 1.18), resistir ao diabo (Tiago 4.7) e seguir a santificação (Hebreus 12.14).Esse versículo diz que é pelo poder de Deus que nós cumpriremos nosso bom propósito e nossa obra de fé. Porém, isso não anula o significado da palavra “propósito” e da palavra “obra”. Parte de todo o processo de caminharmos de modo digno do chamado de Deus é o engajamento ativo de nossa vontade ao propor agir com justiça.Se você tem pecado persistente em sua vida, ou se continua negligenciando alguma boa obra, só porque tem esperado ser salvo sem lutar, você está agravando a sua desobediência. Deus nunca se manifestará com poder em sua vontade em qualquer outra forma além de um bom propósito que você faz e mantém.Assim, as pessoas que creem na soberania de Deus não devem temer envolver as suas vontades na luta pela santidade. “Esforçai-vos por entrar pela porta estreita, pois eu vos digo que muitos procurarão entrar e não poderão” (Lucas 13.24).
Arme-se com promessasBem-aventurados os limpos de coração, porque verão a Deus. (Mateus 5.8)Quando Paulo diz para mortificarmos os feitos do corpo “pelo Espírito” (Romanos 8.13), eu considero que ele quer dizer que devemos usar a única arma na armadura do Espírito que é usada para matar. Ou seja, a espada, a qual é a palavra de Deus (Efésios 6.17).Assim, quando o corpo está prestes a ser levado a uma ação pecaminosa por algum medo ou desejo, devemos pegar a espada do Espírito e matar esse medo e desejo. Em minha experiência, isso significa principalmente cortar a raiz da promessa do pecado pelo poder de uma promessa superior.Assim, por exemplo, quando começo a desejar algum prazer sexual ilícito, a espada que muitas vezes cortou a raiz desse prazer prometido é: “Bem-aventurados os limpos de coração, porque verão a Deus” (Mateus 5.8). Eu me lembro de prazeres que provei ao contemplar a Deus mais claramente a partir de uma consciência pura; e lembro-me da brevidade, superficialidade e amargor opressivo dos prazeres do pecado, e com isso, Deus matou o poder conquistador do pecado.Ter consigo promessas que se adequem à tentação do momento é uma chave para a guerra eficaz contra o pecado.Porém, há momentos em que não temos em nossas mentes uma palavra de Deus perfeitamente adequada. E não há tempo para buscar na Bíblia uma promessa feita sob medida. Então, todos nós precisamos ter um pequeno arsenal de promessas gerais prontas para usarmos sempre que o medo ou desejo ameaçam nos desviar.Esteja constantemente aumentando o seu arsenal de promessas. Mas nunca perca de vista aquelas poucas promessas preciosas que Deus abençoou em sua vida. Faça as duas coisas. Esteja sempre pronto com a antiga. E todas as manhãs busque uma nova para ter consigo durante o dia.
De onde vem nosso consoloEles, porém, clamavam: Fora! Fora! Crucifica-o! Disse-lhes Pilatos: Hei de crucificar o vosso rei? Responderam os principais sacerdotes: Não temos rei, senão César! Então, Pilatos o entregou para ser crucificado. (João 19.15-16)A autoridade de Pilatos para crucificar Jesus não o intimidou. Por que não?Não porque Pilatos estava mentindo. Não porque ele não tinha autoridade para crucificar Jesus. Ele o crucificou.Antes, essa autoridade não intimidou Jesus porque ela era derivada. Jesus disse: “ela te foi dada de cima”. O que significa que é realmente autoritativa. Não menos, porém mais.Então, como isso não é intimidante? Pilatos não somente tem autoridade para matar Jesus. Ele tem autoridade dada por Deus para matá-lo.Isso não intimida Jesus porque a autoridade de Pilatos sobre ele está subordinada à autoridade de Deus sobre Pilatos. Jesus recebe seu consolo nesse momento não porque a vontade de Pilatos é impotente, mas porque a vontade de Pilatos é guiada. Não porque Jesus não está nas mãos temíveis de Pilatos, mas porque Pilatos está nas mãos do Pai de Jesus.Isso indica que nosso consolo não vem da impotência dos nossos inimigos, mas do governo soberano do nosso Pai sobre o poder deles.Esse é o ponto de Romanos 8.35-37. A tribulação, angústia, perseguição, fome, nudez, perigo e a espada não podem nos separar de Cristo, porque “em todas estas coisas somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou” (Romanos 8.35-37).Pilatos (e todos os adversários de Jesus — e nossos) intentaram o mal. Porém, Deus o tornou em bem (Gênesis 50.20). Todos os inimigos de Jesus se uniram com a autoridade que Deus lhes deu “para fazerem tudo o que a mão [de Deus] e o propósito [de Deus] predeterminaram” (Atos 4.28). Eles pecaram. Mas, por meio de seu pecado, Deus salvou.Portanto, não se intimidem com seus adversários que só podem matar o corpo. Não apenas porque isso é tudo o que eles podem fazer (Lucas 12.4), mas também porque isso é feito sob a mão vigilante do seu Pai.“Não se vendem cinco pardais por dois asses? Entretanto, nenhum deles está em esquecimento diante de Deus. Até os cabelos da vossa cabeça estão todos contados. Não temais! Bem mais valeis do que muitos pardais” (Lucas 12.6-7).Pilatos tem autoridade. Herodes tem autoridade. Soldados têm autoridade. Satanás tem autoridade. Mas ninguém é independente. Toda a autoridade deles é derivada. Tudo isso é subordinado à vontade de Deus. Não tema. Você é precioso para o seu soberano Pai. Muito mais precioso do que os pássaros que não são esquecidos.
Cinco recompensas pela generosidade. Compartilhai as necessidades dos santos; praticai a hospitalidade. (Romanos 12.13)Quais são as recompensas se nós confiamos nas promessas de Deus, damos generosamente e abrimos nossos lares uns aos outros e aos necessitados?1. O sofrimento dos santos será aliviado ou pelo menos diminuído. Isso é o que este versículo quer dizer quando afirma: “Compartilhai as necessidades dos santos”. Nós levantamos um fardo, aliviamos o estresse e damos esperança. E isso é uma recompensa!2. A glória de Deus é demonstrada. Mateus 5.16: “Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus”. Casas generosas e receptivas manifestam a glória, bondade e excelência de Deus em sua vida. A razão pela qual Deus nos dá dinheiro e lares é para que, pela maneira como os usamos, as pessoas possam ver que eles não são o nosso Deus, mas que Deus é o nosso Deus e tesouro.3. Mais ações de graças são dadas a Deus. 2 Coríntios 9.12: “O ministério dessa assistência não apenas supre a necessidade dos santos, mas também redunda em muitas graças a Deus”. Deus nos deu dinheiro e casas não apenas para que sejamos agradecidos, mas para que por meio de nossa generosidade e hospitalidade muitas pessoas sejam gratas a Deus.4. Nosso amor por Deus e seu amor por nós é confirmado. 1 João 3.17: “Ora, aquele que possuir recursos deste mundo, e vir a seu irmão padecer necessidade, e fechar-lhe o seu coração, como pode permanecer nele o amor de Deus?”. Em outras palavras, quando damos generosamente e abrimos nossas casas, o amor de Deus é confirmado em nossas vidas. Nós somos verdadeiros. Nós não somos falsos cristãos.5. Finalmente, depositamos um tesouro no céu. Lucas 12.33-34: “Vendei os vossos bens e dai esmola; fazei para vós outros bolsas que não desgastem, tesouro inextinguível nos céus... porque, onde está o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração”.As casas generosas e receptivas estão próximas do centro da vida em Cristo. As razões pelas quais não abrimos nossos talões de cheques e nossos lares tão frequentemente como deveríamos estão enraizadas na escravidão do medo e da ganância. O remédio é o prazer da presença de Cristo e a certeza de sua promessa: “E o meu Deus, segundo a sua riqueza em glória, há de suprir, em Cristo Jesus, cada uma de vossas necessidades” (Filipenses 4.19).Nossa recompensa é a demonstração da glória de Deus, o bem dos outros e a alegria de entesourar em Cristo para sempre. Portanto, exorto-lhes: “Compartilhai as necessidades dos santos; praticai a hospitalidade”.
Decisiva e completamente justificado. Quem intentará acusação contra os eleitos de Deus? É Deus quem os justifica. (Romanos 8.33)Paulo poderia ter dito aqui: “Quem intentará acusação contra os eleitos de Deus?”, e depois ter respondido: “Ninguém! Nós somos justificados”. Isso é verdade. Porém, não foi isso que ele disse. Em vez disso, ele responde: “É Deus quem os justifica”.A ênfase não está no ato, mas nAquele que pratica o ato.Por quê? Porque no mundo dos tribunais e das leis de onde vem essa linguagem, a absolvição de nosso juiz poderia ser anulada por alguém superior.Assim, de que vale um juiz local o absolver quando você é culpado, se um governador tem o direito de lhe acusar novamente? E de que vale um governador o absolver quando você é culpado, se o imperador pode lhe condenar?Então, esse é o ponto: Acima de Deus, não há tribunais superiores. Se Deus é aquele que lhe absolve — que declara que você é justo aos seus olhos — ninguém pode apelar, ninguém pode pedir uma anulação, ninguém pode buscar outras acusações contra você. A sentença de Deus é decisiva e completa.Portanto, ouçam isto, todos os que crerão em Jesus, serão unidos a Cristo e mostrarão estar entre os eleitos: Deus é quem lhes justifica. Não um juiz humano. Não um grande profeta. Nem um arcanjo do céu. Mas Deus, o criador do mundo, o dono de todas as coisas e governador do universo e de cada molécula e pessoa nele, Deus é quem lhes justifica.A suma: segurança inabalável em face de terrível sofrimento. Se Deus é por nós, ninguém pode ser contra nós. Se Deus deu seu Filho por nós, ele nos dará tudo o que for bom para nós. Se Deus é quem nos justifica, não pode haver nenhuma acusação contra nós.
Efeitos radicais da ressurreiçãoSe a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somos os mais infelizes de todos os homens. (1 Coríntios 15.19)Paulo conclui a partir dos seus perigos a toda hora, sua morte diária e sua luta com feras que a vida que ele escolheu ao seguir a Jesus é tola e infeliz se ele não ressuscitar dentre os mortos.Se a morte fosse o fim de tudo, ele diz: “comamos e bebamos, que amanhã morreremos” (1 Coríntios 15.32). Isso não significa: Tornemo-nos todos glutões e bêbados. Eles são infelizes também — com ou sem a ressurreição. Paulo quer dizer: Se não há ressurreição, o que faz sentido é a moderação para maximizar os prazeres terrenos.Porém, não é isso o que Paulo escolhe. Ele escolhe o sofrimento, porque escolhe a obediência. Na sua conversão, quando Ananias veio a ele com as palavras do Senhor Jesus: “Eu lhe mostrarei quanto lhe importa sofrer pelo meu nome” (Atos 9.16), Paulo aceitou isso como parte do seu chamado.Como Paulo poderia fazer isso? Qual era a fonte dessa obediência radical? A resposta é dada em 1 Coríntios 15.20: “Mas, de fato, Cristo ressuscitou dentre os mortos, sendo ele as primícias dos que dormem”. Em outras palavras, Cristo ressuscitou e eu ressuscitarei com ele. Portanto, nenhum sofrimento por Jesus é vão (1 Coríntios 15.58).A esperança da ressurreição mudou radicalmente a forma como Paulo viveu. Isso o libertou do materialismo e do consumismo. Isso lhe deu o poder de viver sem coisas que muitas pessoas sentem que precisam ter nessa vida. Por exemplo, embora tivesse o direito de se casar (1 Coríntios 9.5), ele renunciou a esse prazer porque foi chamado a suportar muito sofrimento.Essa é a maneira como Jesus disse que a esperança da ressurreição deve mudar nosso comportamento. Por exemplo, ele nos disse para convidar para nossas casas pessoas que não podem nos retribuir nessa vida. Como somos motivados a fazer isso? “Tua recompensa, porém, tu a receberás na ressurreição dos justos” (Lucas 14.14).Esse é um apelo radical para que examinemos nossa vida presente para ver se ela é moldada pela esperança da ressurreição. Nós tomamos decisões com base no ganho nesse mundo ou no mundo porvir? Arriscamo-nos pelo amor que só pode ser tido como sábio se houver uma ressurreição?Que Deus nos ajude a nos dedicarmos novamente, por toda a vida, de modo que a ressurreição tenha seus efeitos radicais.
Quando Deus se torna 100% por nós...entre os quais também todos nós andamos outrora, segundo as inclinações da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos, por natureza, filhos da ira, como também os demais. (Efésios 2.3)Toda a ira de Deus e toda a condenação que nós merecemos foram derramadas sobre Jesus. Todas as exigências da perfeita justiça de Deus foram cumpridas por Cristo. No momento em que vemos esse Tesouro (pela graça!) e o recebemos dessa forma, sua morte é contada como a nossa morte, sua condenação como nossa condenação, sua justiça como nossa justiça, e Deus se torna 100% irrevogável e eternamente favorável a nós naquele instante.A questão que isso deixa sem resposta é: “A Bíblia não ensina que na eternidade Deus estabeleceu o seu favor sobre nós na eleição?”.Em outras palavras, pessoas pensativas questionam: “Será que Deus se tornou 100% por nós somente no momento da fé, da união com Cristo e da justificação? Ele não se tornou 100% por nós no ato da eleição antes da fundação do mundo?”. Paulo diz em Efésios 1.4-5: “Assim como [Deus] nos escolheu, nele [em Jesus], antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis perante ele; e em amor nos predestinou para ele, para a adoção de filhos, por meio de Jesus Cristo”.Então, Deus não é 100% pelos eleitos desde a eternidade? A resposta depende do significado de “100%”.Com o termo “100%” estou tentando assegurar uma verdade bíblica encontrada em várias passagens da Escritura. Por exemplo, em Efésios 2.3, Paulo diz que os cristãos eram “filhos da ira” antes de serem vivificados em Cristo Jesus: “Todos nós andamos outrora [entre os filhos da desobediência], segundo as inclinações da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos, por natureza, filhos da ira, como também os demais”.Paulo está dizendo que antes da regeneração a ira de Deus estava sobre nós. Os eleitos estavam sob ira. Isso mudou quando Deus nos vivificou em Cristo Jesus e nos despertou para vermos a verdade e beleza de Cristo, para que o recebêssemos como aquele que morreu por nós e como aquele cuja justiça é imputada como nossa, devido à nossa união com Jesus. Antes que isso ocorresse conosco, estávamos sob a ira de Deus. Então, por causa da fé em Cristo e da união com ele, toda a ira de Deus foi removida e Deus então se tornou, nesse sentido, 100% por nós.Portanto, alegre-se na verdade de que Deus o preservará. Ele o conduzirá até o fim porque, em Cristo, ele é 100% por você. E, portanto, perseverar até o fim não faz Deus ser 100% por você. Esse é o efeito do fato de que ele já é 100% por você.
Você é muito amadoEntre os quais também todos nós andamos outrora, segundo as inclinações da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos, por natureza, filhos da ira, como também os demais. Mas Deus, sendo rico em misericórdia, por causa do grande amor com que nos amou, e estando nós mortos em nossos delitos, nos deu vida juntamente com Cristo, – pela graça sois salvos. (Efésios 2.3-5)Você não gostaria de ouvir o anjo Gabriel dizer: “Você é muito amado”?Isso aconteceu três vezes com Daniel.• “No princípio das tuas súplicas, saiu a ordem, e eu vim, para to declarar, porque és mui amado” (Daniel 9.23).• “Ele me disse: Daniel, homem muito amado, está atento às palavras que te vou dizer; levanta-te sobre os pés, porque eis que te sou enviado” (Daniel 10.11).• “E disse: Não temas, homem muito amado! Paz seja contigo!” (Daniel 10.19).Seja encorajado. Se você tem fé em Jesus, o próprio Deus diz a você: “Você é muito amado”.Nós “éramos, por natureza, filhos da ira, como também os demais. Mas Deus, sendo rico em misericórdia, por causa do grande amor com que nos amou, e estando nós mortos em nossos delitos, nos deu vida juntamente com Cristo... Porque pela graça sois salvos, mediante a fé” (Efésios 2.3-5, 8).Isso é melhor do que a voz de um anjo. Se você está “vivo”, você é muito amado.
Deus abre o coraçãoCerta mulher, chamada Lídia, da cidade de Tiatira, vendedora de púrpura, temente a Deus, nos escutava; o Senhor lhe abriu o coração para atender às coisas que Paulo dizia. (Atos 16.14)Em todos os lugares onde Paulo pregou, alguns creram e outros não. Como devemos entender o porquê de alguns dos mortos em delitos e pecados (Efésios 2.1, 5) crerem e outros não?O motivo pelo qual alguns não creram é que eles “rejeitaram” a palavra de Deus (Atos 13.46), porque a mensagem do evangelho lhes era “loucura” e não puderam entendê-la (1 Coríntios 2.14). A mente carnal “é inimizade contra Deus, pois não está sujeita à lei de Deus, nem mesmo pode estar” (Romanos 8.7).Todo aquele que ouve e rejeita o evangelho “aborrece a luz e não se chega para a luz, a fim de não serem arguidas as suas obras” (João 3.20). Eles permanecem “obscurecidos de entendimento... por causa da ignorância em que vivem, pela dureza do seu coração” (Efésios 4.18). Essa é uma ignorância culpada. A verdade está disponível. Mas eles, pela sua impiedade, “detêm a verdade pela injustiça” (Romanos 1.18).Mas, por que alguns creem, já que todos estamos nessa condição de rebelde dureza de coração, mortos em nossos delitos? O livro de Atos dá a resposta em pelo menos três formas diferentes. Uma delas é que eles são destinados a crer. Quando Paulo pregou em Antioquia da Pisídia, os gentios se alegraram e “creram todos os que haviam sido destinados para a vida eterna” (Atos 13.48).Outra maneira de responder por que alguns creem é que Deus concedeu arrependimento. Quando os santos de Jerusalém ouviram que os gentios estavam respondendo ao evangelho e não apenas os judeus, disseram: “também aos gentios foi por Deus concedido o arrependimento para vida” (Atos 11.18).Porém, a resposta mais clara em Atos à pergunta do porquê uma pessoa crê no evangelho é que Deus abre o coração. Lídia é o melhor exemplo. Por que ela creu? Atos 16.14 diz: “o Senhor lhe abriu o coração para atender às coisas que Paulo dizia”.
O momento do perigo incomumSe, pelo nome de Cristo, sois injuriados, bem-aventurados sois, porque sobre vós repousa o Espírito da glória e de Deus. (1 Pedro 4.14)Atualmente, muitos cristãos no mundo desconhecem o perigo que ameaça a vida do crente em Cristo. Nós nos acostumamos a ser livres de tal perseguição. Isso parece ser como as coisas devem ocorrer.Assim, nossa primeira reação ao perigo de que as coisas sejam de outra forma é muitas vezes a ira. Porém, essa ira pode ser um sinal de que perdemos nosso senso de sermos estrangeiros e forasteiros (“Amados, exorto-vos, como peregrinos e forasteiros que sois...” – 1 Pedro 2.11).Talvez tenhamos nos acomodado demais nesse mundo. Não sentimos saudades de Cristo como Paulo: “Pois a nossa pátria está nos céus, de onde também aguardamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo” (Filipenses 3.20).Muitos de nós precisam da lembrança: “Amados, não estranheis o fogo ardente que surge no meio de vós, destinado a provar-vos, como se alguma coisa extraordinária vos estivesse acontecendo” (1 Pedro 4.12).Alguma vez você já se perguntou como agirá no momento da última tribulação? O homem armado mira em você e pergunta: “Você é um cristão?”. Aqui está uma palavra forte para lhe dar esperança de que pode agir melhor do que imagina.“Se, pelo nome de Cristo, sois injuriados, bem-aventurados sois, porque sobre vós repousa o Espírito da glória e de Deus” (1 Pedro 4.14). Esse encorajamento de Pedro diz que no momento do perigo incomum (seja insulto ou morte) haverá “o Espírito da glória e de Deus repousando sobre nós”. Não significa isso que Deus concede ajuda especial na hora da crise para aqueles que sofrem por serem cristãos?Não intenciono dizer que Deus esteja ausente em nossos outros sofrimentos. Eu apenas quero dizer que Pedro saiu de seu curso para dizer àqueles que sofrem “pelo nome de Cristo” que experimentarão um especial “repouso” sobre eles do “Espírito da glória e de Deus”.





Pura verdade......
Um palavra simples e profunda..vai ao coração e na alma da gente .Obrigado pai e Senhor por estas palavras.E que o Senhor abençoe mais e mais o homem Jonh paiper.
Amém... Devemos lembrar dessa verdade sempre!
iiiiizio
Converte-nos Senhor!
apegue se a sua esperança
Maravilhoso!
ótimo
Amém!!
bom de mais
Ótimo!
é muito bom ouvir uma boa palavra
é muito bom ouvir uma boa palavra
bênção demais!