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Devocional Alegria Inabalável
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A cidade perfeitaDeus... lhes preparou uma cidade. (Hebreus 11.16)Sem poluição, pichação, lixo, pintura desbotando ou garagens caindo aos pedações, sem grama morta ou vidros quebrados, sem conversas desagradáveis na rua, sem confrontos diante dos seus olhos, sem conflitos ou violência no lar, sem perigos de noite, sem incêndios, mentiras, roubos ou assassinatos, sem vandalismo e sem feiúra.A cidade de Deus será perfeita porque Deus estará nela. Ele andará e falará nela, e se manifestará em cada parte. Tudo o que é bom, belo, santo, pacífico, verdadeiro e feliz estará lá, porque Deus estará lá.A justiça perfeita estará lá e recompensará mil vezes cada dor sofrida em obediência a Cristo. E ela nunca se corromperá. Em verdade, ela será cada vez mais brilhante, conforme a eternidade se estender em eras eternas de crescente alegria.Quando você deseja esta cidade acima de tudo na terra, então você honra a Deus, que, de acordo com Hebreus 11.10, é o seu arquiteto e edificador. E quando Deus é honrado, ele se agrada e não se envergonha de ser chamado de seu Deus.
A providência de LincolnÓ profundidade da riqueza, tanto da sabedoria como do conhecimento de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis, os seus caminhos! (Romanos 11.33)Abraham Lincoln, que nasceu neste dia em 1809, permaneceu cético, e às vezes até mesmo sarcástico, sobre a religião até os seus quarenta anos. Logo, é surpreendente como o sofrimento pessoal e nacional atraiu Lincoln para a realidade de Deus, ao invés de afastá-lo.Em 1862, quando Lincoln tinha 53 anos, Willie, seu filho de 11 anos, morreu. A esposa de Lincoln “tentou lidar com seu sofrimento buscando médiuns da Nova Era”. Lincoln se aproximou de Phineas Gurley, pastor da Igreja Presbiteriana da Avenida Nova York, em Washington.Várias longas conversas levaram àquilo que Gurley descreveu como “uma conversão a Cristo”. Lincoln confessou: “fui levado muitas vezes aos joelhos pela convicção irresistível de que não tinha para onde ir”.Da mesma forma, os horrores dos soldados mortos e feridos o atingiam diariamente. Havia cinquenta hospitais para os feridos em Washington. A rotunda do Capitólio tinha 2.000 leitos para soldados feridos.Normalmente, cinquenta soldados morriam por dia nesses hospitais temporários. Tudo isso conduziu Lincoln mais profundamente à providência de Deus. “Não podemos deixar de crer que aquele que criou o mundo ainda o governa”.Sua declaração mais famosa sobre a providência de Deus em relação à guerra civil foi o seu segundo discurso inaugural, que ocorreu um mês antes dele ser assassinado. Esse discurso é notável por não fazer de Deus um simples defensor da União ou da causa confederada. Deus tem seus próprios desígnios e não desculpa o pecado de qualquer parte.Esperamos veementemente — oramos fervorosamente — que este poderoso flagelo da guerra acabe rapidamente...Ainda assim, se Deus quiser que continue, até que toda a riqueza acumulada pelos duzentos anos de trabalho não remunerado dos escravos se esgote, e até que cada gota de sangue tirada com o chicote seja paga com outra tirada com a espada, como foi dito há três mil anos, assim deve ser afirmado: “os juízos do SENHOR são verdadeiros e todos igualmente, justos”.Eu oro por todos vocês que sofrem perdas, dores e grande tristeza para que isso os desperte, como fez com Lincoln, não para um niilismo vazio, mas para uma confiança mais profunda na infinita sabedoria e amor da inescrutável providência de Deus.
A melhor forma de escravidãoPorque o que foi chamado no Senhor, sendo escravo, é liberto do Senhor; semelhantemente, o que foi chamado, sendo livre, é escravo de Cristo. (1Coríntios 7.22)Eu poderia esperar que Paulo trocasse os lugares de “Senhor” e “Cristo”.Ele relaciona nossa libertação com Jesus como nosso Mestre (“liberto do Senhor”), e relaciona nossa nova escravidão com Jesus como nosso Messias (“escravo de Cristo”). Mas, de fato, o Messias veio para libertar seu povo daqueles que lhes escravizavam; e os mestres controlam a vida das pessoas.Por que Paulo fala assim? Sugestão: A troca tem dois efeitos sobre a nossa nova liberdade e dois efeitos sobre a nossa nova escravidão.Ao nos chamar de “libertos do Senhor”, ele protege e limita nossa nova liberdade:1. O senhorio de Jesus está sobre todos os outros senhores; então nossa libertação é incontestável — segura.2. Porém, livres de todos os outros senhores, não somos livres dele. Nossa liberdade é misericordiosamente limitada.Ao nos chamar de “escravos de Cristo”, ele afrouxa e suaviza nossa escravidão:1. O Messias reivindica para si mesmo trazê-los dos confins do cativeiro para os lugares espaçosos da paz: “para que se aumente o seu governo, e venha paz sem fim” (Isaías 9.7).2. E o Messias os faz seus, para dar-lhes a mais doce alegria: “Eu [...] o saciaria com o mel que escorre da rocha” (Salmo 81.16); e essa Rocha é Cristo.
A fé salvífica não é facilmente satisfeitaE, se, na verdade, se lembrassem daquela de onde saíram, teriam oportunidade de voltar. Mas, agora, aspiram a uma pátria superior, isto é, celestial. (Hebreus 11.15-16)A fé vê o futuro prometido que Deus oferece e o “deseja”. Meditemos nisso por um momento.Há muitas pessoas que rebaixam o que é a fé salvífica, tornando-a uma mera decisão destituída de mudança do que alguém deseja e busca. Mas, a essência deste texto é que viver e morrer pela fé significa ter novos desejos e buscar novas satisfações.O versículo 14 diz que os santos do passado (os quais são elogiados por sua fé em Hebreus 11) estavam buscando um tipo diferente de pátria, em vez do que esse mundo oferecia. E o versículo 16 acima diz que eles desejavam algo melhor do que uma existência terrena presente poderia oferecer.Eles tinham sido tão conquistados por Deus que nada menos do que o céu poderia satisfazê-los.Assim, esta é a verdadeira fé salvífica: ver as promessas de Deus à distância e experimentar uma mudança de valores, de forma que você deseja e busca as promessas acima ao invés do que mundo tem para oferecer.
Melhor do que dinheiro, sexo e poderNão abandoneis, portanto, a vossa confiança; ela tem grande galardão. (Hebreus 10.35)Nós precisamos refletir sobre a superioridade de Deus como nosso grande galardão sobre tudo o que o mundo tem para oferecer. Se não o fizermos, amaremos o mundo e viveremos como todas as outras pessoas. Então, pense nas coisas que dirigem o mundo e pondere o quão melhor e mais permanente Deus é. Medite sobre o dinheiro ou sexo ou poder e pense sobre eles em relação à morte. A morte acabará com cada um deles. Se você vive para isso, não terá muito, e o que tem, você perde.Porém, o tesouro de Deus é permanente. Ele permanece. Vai além da morte. É melhor do que o dinheiro, porque Deus é dono de todo o dinheiro e é nosso Pai. “Tudo é vosso, e vós, de Cristo, e Cristo, de Deus” (1Coríntios 3.22-23).É melhor do que o sexo. Jesus nunca teve relações sexuais, e ele foi o mais pleno e completo ser humano que alguma vez existirá. O sexo é uma sombra — uma imagem — de uma realidade maior, de um relacionamento e prazer que fará o sexo parecer um bocejo.O galardão de Deus é melhor que o poder. Não há maior poder humano do que ser filho do Deus Todo-Poderoso. “Não sabeis que havemos de julgar os próprios anjos?” (1Coríntios 6.3).E assim prossegue. Quanto a tudo que o mundo tem para oferecer, Deus é melhor e mais permanente.Não há comparação. Deus sempre vence. A pergunta é: Nós teremos a Deus? Será que acordaremos do êxtase desse mundo entorpecedor e veremos, creremos, nos alegraremos e amaremos?
Alegria em não sermos DeusTributai ao SENHOR, ó famílias dos povos, tributai ao SENHOR glória e força. (Salmo 96.7)Aqui está o que eu penso ser um pouco do que está incluído em uma experiência completa do que o salmista solicita quando diz: “Tributai [ou seja, dai] ao Senhor força”.Primeiro, pela graça divina, atentamos para Deus e vemos que ele é forte. Prestamos atenção à sua força. Então, admitimos a grandeza da sua força. Nós damos a devida consideração ao seu valor.Percebemos que a sua força é maravilhosa. Porém, o que torna esta admiração um tipo de “tributo” de louvor é que estamos especialmente alegres pela grandeza da força ser dele e não nossa.Nós sentimos uma profunda adequação no fato de que ele é infinitamente forte e nós não somos. Adoramos o fato de que isso seja assim. Não invejamos a Deus por sua força. Não somos cobiçosos do seu poder. Estamos cheios de alegria que toda força seja dele.Tudo em nós se alegra em sair e contemplar esse poder, como se tivéssemos chegado à celebração da vitória de um corredor de longa distância que havia nos derrotado na corrida, e perceber ser nossa maior alegria admirar sua força, em vez de nos ressentirmos pela derrota.Encontramos o sentido mais profundo na vida quando nossos corações voluntariamente admiram o poder de Deus, ao invés de nos voltarmos para nos gloriarmos — ou mesmo pensarmos — em nossa própria força. Nós descobrimos algo irresistível: É profundamente satisfatório não ser Deus, e abandonar todos os pensamentos ou desejos de ser Deus.Ao contemplarmos o poder de Deus, surge em nós uma percepção de que Deus criou o universo para isso: Para que pudéssemos ter a experiência supremamente gratificante de não sermos Deus, mas para admirarmos a divindade de Deus — a força de Deus. Nisso se estabelece sobre nós uma satisfação cheia de paz que a admiração do infinito é o fim último de todas as coisas.Nós trememos diante da menor tentação de reivindicar qualquer poder como vindo de nós mesmos. Deus nos fez fracos para nos proteger disso: “Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus e não de nós” (2Coríntios 4.7).Oh, que amor é esse, que Deus nos proteja de substituir as alturas eternas de admirar a sua força pela tentativa fútil de nos vangloriarmos na nossa!
Progresso de última horaJesus, lembra-te de mim quando vieres no teu reino. (Lucas 23.42)Um dos maiores assassinos da esperança é você ter tentando mudar por tanto tempo e não ter conseguido.Você olha para trás e pensa: Qual é o proveito? Mesmo se eu pudesse experimentar um progresso, haveria tão pouco tempo para viver em meu novo procedimento que não faria muita diferença em comparação com tantas décadas de fracasso.O ex-ladrão que estava na cruz ao lado de Jesus viveu cerca de mais uma hora antes de morrer. Ele foi transformado. Ele viveu na cruz como um novo homem com novas atitudes e ações, sem mais atos injuriosos). Mas 99,99% de sua vida foi desperdiçada. As últimas horas de novidade importaram?Elas importaram infinitamente. Esse ex-ladrão, como todos nós, estará diante do tribunal de Cristo para prestar contas da sua vida. “Porque importa que todos nós compareçamos perante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o bem ou o mal que tiver feito por meio do corpo” (2Coríntios 5.10). Como sua vida testemunhará naquele dia de seu novo nascimento e de sua união com Cristo?As últimas horas contarão a história. Este homem foi regenerado. Sua fé era real. Ele está verdadeiramente unido a Cristo. A justiça de Cristo é sua. Seus pecados estão perdoados.É isso que as últimas horas proclamarão no juízo final. Sua mudança importou. Foi, e será, um belo testemunho do poder da graça de Deus e da realidade de sua fé e união com Cristo.Agora, de volta à nossa luta por mudanças. Eu não estou dizendo que os crentes que lutam não estão salvos, como o ladrão estava. Estou simplesmente dizendo que os últimos anos e as últimas horas da vida são importantes.Se no último 1% de nossas vidas, nós podemos obter uma vitória sobre algum hábito pecaminoso persistente ou sobre um defeito prejudicial em nossa personalidade, será um belo testemunho agora do poder da graça, e será no juízo final um testemunho adicional, ainda que não o único, de nossa fé em Cristo e nossa união com ele.Tenha coragem, lutador. Continue pedindo, buscando e batendo. Continue olhando para Cristo. Se Deus obtém glória salvando ladrões na última hora, ele certamente tem seus propósitos do porquê tem esperado até agora para lhe dar o progresso que você tem buscado por décadas.
Injuriados aqui, recompensados no porvirEle é como árvore plantada junto a corrente de águas, que, no devido tempo, dá o seu fruto, e cuja folhagem não murcha; e tudo quanto ele faz será bem-sucedido. (Salmo 1.3)Como a promessa no Salmo 1.3 aponta para Cristo?É dito: “tudo quanto ele faz será bem-sucedido”. Os justos prosperam em tudo o que fazem. Isso é ingênuo ou profundamente verdadeiro?Nesta vida, os ímpios muitas vezes prosperam. “Não te irrites por causa do homem que prospera em seu caminho, por causa do que leva a cabo os seus maus desígnios” (Salmo 37.7). “Os que cometem impiedade prosperam, sim, eles tentam ao SENHOR e escapam” (Malaquias 3.15).E nesta vida os justos muitas vezes sofrem e sua bondade é recompensada com injúria. “Se tivéssemos esquecido o nome do nosso Deus... porventura, não o teria atinado Deus... Mas, por amor de ti, somos entregues à morte continuamente, somos considerados como ovelhas para o matadouro” (Salmos 44.20-22).Portanto, quando o salmista diz: “tudo quanto ele faz será bem-sucedido”, ele está apontando através das ambiguidades desta vida para a vida após a morte, onde ficará evidente que tudo o que temos feito é bem-sucedido. Esta é a forma como Paulo pensou.Primeiro, ele celebra a vitória de Cristo sobre a morte. “Onde está, ó morte, a tua vitória?... Graças a Deus, que nos dá a vitória por intermédio de nosso Senhor Jesus Cristo” (1Coríntios 15.55-57).Em segundo lugar, ele extrai a implicação de que, por causa desse triunfo, toda a obra que os crentes têm realizado prosperará. “Portanto, meus amados irmãos... o vosso trabalho não é vão” (1Coríntios 15.58). Quando algo não é em vão, é bem-sucedido.Porque Jesus morreu em nosso lugar, ele garantiu que toda boa ação finalmente prospera. “Bem-aventurados sois quando, por minha causa, vos injuriarem... Regozijai-vos e exultai, porque é grande o vosso galardão nos céus” (Mateus 5.11-12). Injuriados aqui. Recompensados no porvir.O que parece ingênuo no Antigo Testamento (“tudo quanto ele faz será bem-sucedido”) aponta profundamente para a obra de Cristo e a realidade da ressurreição.
O principal objetivo do ministérioNós, porém, não somos dos que retrocedem para a perdição; somos, entretanto, da fé, para a conservação da alma. (Hebreus 10.39)Não olhe para o custo temporário do amor e recue da confiança nas infinitamente superiores promessas de Deus, e você não somente perderá as promessas, mas também será destruído.O inferno está em questão aqui, não apenas a perda de algumas recompensas adicionais. Hebreus 10.39 diz: “não somos dos que retrocedem para a perdição”. Esse é o julgamento eterno.Portanto, alertamos uns aos outros: Não retroceda. Não ame o mundo. Não comece a pensar que nada relevante está em jogo. Tema a perspectiva terrível de não estimar as promessas de Deus acima das promessas do pecado.Porém, principalmente, devemos nos concentrar na preciosidade das promessas e nos ajudar mutuamente a valorizar acima de tudo o quão grande é a recompensa que Cristo comprou para nós. Devemos dizer uns aos outros o que Hebreus 10.35 diz: “Não abandoneis, portanto, a vossa confiança; ela tem grande galardão”. E, assim, devemos ajudar uns aos outros a ver a grandeza do galardão.Eu creio que essa é a principal tarefa da pregação e o principal objetivo dos pequenos grupos e de todos os ministérios da igreja: ajudar as pessoas a verem a grandeza do que Cristo comprou para todos aqueles que o valorizam acima do mundo. Ajude as pessoas a verem e provarem isso, e os seus consequentes sacrifícios, para que o valor supremo de Deus resplandeça em sua satisfação.
4 de Fevereiro - Cinco maneiras pelas quais a aflição ajudaAntes de ser afligido, andava errado, mas agora guardo a tua palavra. (Salmo 119.67)Este versículo mostra que Deus envia aflição para nos ajudar a aprender sua palavra. Poderíamos perguntar como a aflição nos ajuda a entender e guardar a palavra de Deus.Existem inúmeras respostas, pois há inúmeras experiências. Porém, aqui estão cinco:1. A aflição remove a suavidade da vida e nos torna mais sérios para que nossa mentalidade esteja mais em sintonia com a solenidade da palavra de Deus.2. A aflição golpeia os suportes mundanos sob nós e nos compele a confiarmos mais em Deus, o que nos coloca em mais sintonia com o propósito da palavra.3. A aflição nos faz examinar as Escrituras com maior desespero por ajuda, em vez de tratá-la como periférica à vida.4. A aflição nos leva à comunhão com os sofrimentos de Cristo, para que possamos estar em comunhão com ele e ver mais facilmente o mundo através dos seus olhos.5. A aflição mortifica desejos carnais enganosos e distratores, e assim nos conduz a um estado mais espiritual que se adequa mais à palavra de Deus.Que o Espírito Santo nos dê graça para não rejeitarmos a pedagogia de Deus.
O maior amorFilhinhos, eu vos escrevo, porque os vossos pecados são perdoados, por causa do seu nome. (1João 2.12)Por que devemos enfatizar que Deus ama, perdoa e salva para sua própria glória? Aqui estão duas razões (dentre muitas).1) Porque a Bíblia o enfatiza.“Eu, eu mesmo, sou o que apago as tuas transgressões por amor de mim e dos teus pecados não me lembro” (Isaías 43.25).“Por causa do teu nome, SENHOR, perdoa a minha iniquidade, que é grande” (Salmo 25.11).“Assiste-nos, ó Deus e Salvador nosso, pela glória do teu nome; livra-nos e perdoa-nos os pecados, por amor do teu nome” (Salmo 79.9).“Posto que as nossas maldades testificam contra nós, ó SENHOR, age por amor do teu nome; porque as nossas rebeldias se multiplicaram; contra ti pecamos” (Jeremias 14.7).“Conhecemos, ó SENHOR, a nossa maldade e a iniquidade de nossos pais; porque temos pecado contra ti. Não nos rejeites, por amor do teu nome; não cubras de opróbrio o trono da tua glória” (Jeremias 14.20-21).“[Cristo,] a quem Deus propôs, no seu sangue, como propiciação, mediante a fé, para manifestar a sua justiça, por ter Deus, na sua tolerância, deixado impunes os pecados anteriormente cometidos; tendo em vista a manifestação da sua justiça no tempo presente, para ele mesmo ser justo e o justificador daquele que tem fé em Jesus” (Romanos 3.25-26).“Seus pecados são perdoados por causa do seu nome” (1João 2.12).2) Porque isso evidencia que Deus nos ama com o maior amor.“Pai, a minha vontade é que onde eu estou, estejam também comigo os que me deste, para que vejam a minha glória” (João 17.24).Deus não nos ama de uma maneira que nos torna supremos, mas sim de uma maneira que faz dele mesmo supremo. O céu não será um salão de espelhos, porém uma visão crescente da grandeza infinita. Chegar ao céu e descobrir que somos supremos seria a máxima decepção.O maior amor assegura que Deus faz tudo de modo a estabelecer e magnificar sua própria supremacia, para que, quando chegarmos lá, tenhamos algo para aumentar nossa alegria para sempre: a glória de Deus. O maior amor é Deus ter entregado a si mesmo por nós para nosso gozo eterno, à custa da vida do seu Filho (Romanos 8.32).
O ciclo do perdãoPerdoa-nos os nossos pecados, pois também nós perdoamos a todo o que nos deve; e não nos deixes cair em tentação. (Lucas 11.4)Quem perdoa quem primeiro?• “Perdoa-nos os nossos pecados, pois também nós perdoamos a todo o que nos deve” (Lucas 11.4).• “Assim como o Senhor vos perdoou, assim também perdoai vós” (Colossenses 3.13).Quando Jesus nos ensina a orar para que Deus nos perdoe “pois também nós perdoamos”, ele não está dizendo que o primeiro movimento no perdão foi nosso. Pelo contrário, isso ocorre assim: Deus nos perdoou quando cremos em Cristo (Atos 10.43). Então, a partir dessa quebrantada, alegre, grata e esperançosa experiência de sermos perdoados, oferecemos perdão aos outros. Isso significa que fomos perdoados salvificamente. Ou seja, nosso perdão aos outros demonstra que temos fé, estamos unidos a Cristo e somos habitados pelo Espírito.Porém, nós ainda pecamos (1João 1.8, 10). Portanto, ainda nos voltamos para Deus por novas aplicações da obra de Cristo em nosso favor — novas aplicações do perdão. Não podemos fazer isso com qualquer confiança se estivermos abrigando um espírito incompassivo (Mateus 18.23-35).É por isso que Jesus diz que nós pedimos perdão porque estamos perdoando. Isso é como dizer: “Pai, continua a alcançar-me com as misericórdias compradas por Cristo, porque por meio dessas misericórdias eu abandono a vingança e estendo aos outros o que você tem estendido a mim”.Que você conheça o perdão de Deus hoje novamente e que a graça transborde em seu coração em perdão para com os outros.
Incluído na aliançaAli, farei brotar a força de Davi; preparei uma lâmpada para o meu ungido. Cobrirei de vexame os seus inimigos; mas sobre ele florescerá a sua coroa. (Salmo 132.17-18)Quem se beneficiará das promessas que Deus fez a Davi?• “Ali, farei brotar a força de Davi; preparei uma lâmpada para o meu ungido. Cobrirei de vexame os seus inimigos; mas sobre ele florescerá a sua coroa” (Salmos 132.17-18).• “Ah! Todos vós, os que tendes sede, vinde às águas; e vós, os que não tendes dinheiro, vinde, comprai e comei... porque convosco farei uma aliança perpétua, que consiste nas fiéis misericórdias prometidas a Davi” (Isaías 55.1, 3).Seja quem for que chegue a Deus por meio de seu Filho Jesus Cristo, sedento do que ele é, em vez de depender de quem somos ou do que fazemos, Deus fará com tal pessoa uma aliança.Que aliança? Uma aliança firme e segura pelas “fiéis misericórdias [de Deus] a Davi”. Considero que isso significa que estou incluído no pacto davídico. O que Davi receber, eu obterei em Cristo Jesus.E o que isso inclui?Uma força brotará para mim. A saber, o grande poder lutará por mim e me protegerá. Haverá uma lâmpada preparada por Deus para mim. Ou seja, a luz me cercará e a escuridão não me vencerá. Haverá uma coroa para mim. Isto é, eu reinarei com o Filho de Davi e me assentarei com ele no seu trono. “Ao vencedor, dar-lhe-ei sentar-se comigo no meu trono” (Apocalipse 3.21).É surpreendente que eu serei beneficiado pelas promessas feitas a Davi. Deus intenciona que eu me maravilhe. Ele quer que eu deixe minhas devoções admirado com o poder, autoridade e segurança com que sou amado por Deus.
Cinco propósitos do sofrimentoSabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito. (Romanos 8.28)Raramente nós conhecemos as micro razões de nossos sofrimentos, mas a Bíblia nos dá macro razões que sustentam a fé.É bom termos uma maneira de nos lembrar de algumas delas para que, quando de repente formos afligidos ou tenhamos a chance de auxiliar outros em sua aflição, possamos lembrar de algumas das verdades que Deus nos deu para nos ajudar a não perdermos a esperança.Aqui está uma maneira de lembrar: cinco palavras (ou se ajudar, escolha três e tente embra-las).Os macro propósitos de Deus em nossos sofrimentos incluem:Arrependimento: O sofrimento é um chamado para que nós e outros deixemos de valorizar qualquer coisa na terra acima de Deus. Lucas 13.4-5:“Ou cuidais que aqueles dezoito sobre os quais desabou a torre de Siloé e os matou eram mais culpados que todos os outros habitantes de Jerusalém? Não eram, eu vo-lo afirmo; mas, se não vos arrependerdes, todos igualmente perecereis.”Confiança: O sofrimento é um chamado para confiar em Deus e não nos suportes que sustentam a vida do mundo. 2Coríntios 1.8-9:“Porque não queremos, irmãos, que ignoreis a natureza da tribulação que nos sobreveio na Ásia, porquanto foi acima das nossas forças, a ponto de desesperarmos até da própria vida. Contudo, já em nós mesmos, tivemos a sentença de morte, para que não confiemos em nós, e sim no Deus que ressuscita os mortos.”Justiça: O sofrimento é a disciplina do nosso amoroso Pai celestial, para que possamos compartilhar sua santidade. Hebreus 12.6, 10-11:“Porque o Senhor corrige a quem ama e açoita a todo filho a quem recebe… Deus, porém, nos disciplina para aproveitamento, a fim de sermos participantes da sua santidade. Toda disciplina, com efeito, no momento não parece ser motivo de alegria, mas de tristeza; ao depois, entretanto, produz fruto pacífico aos que têm sido por ela exercitados, fruto de justiça.”Galardão: O sofrimento está operando para nós um grande galardão no céu que compensará mil vezes cada perda aqui. 2Coríntios 4.17:“Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós eterno peso de glória, acima de toda comparação.”Lembrança: O sofrimento nos lembra que Deus enviou seu Filho ao mundo para sofrer, para que o nosso sofrimento não fosse uma condenação divina, mas a sua purificação. Filipenses 3.10:“…para o conhecer, e o poder da sua ressurreição, e a comunhão dos seus sofrimentos.”
Graça prevalecente“Tenho visto os seus caminhos e o sararei; também o guiarei e lhe tornarei a dar consolação, a saber, aos que dele choram…” (Isaías 57.18)Aprenda sua doutrina a partir de textos bíblicos. É melhor assim e alimenta a alma.Por exemplo, aprenda a graça irresistível a partir dos textos. Desta forma, você verá que não significa que a graça não pode ser resistida; significa que quando Deus escolhe, ele pode e vai vencer essa resistência.Em Isaías 57.17-19, por exemplo, Deus castiga o seu povo rebelde, ferindo-os e escondendo a sua face deles: “Por causa da indignidade da sua cobiça, eu me indignei e feri o povo; escondi a face e indignei-me” (versículo 17).Porém, eles não responderam com arrependimento. Em vez disso, eles continuaram a retroceder. Eles resistiram: “mas, rebelde, seguiu ele o caminho da sua escolha” (versículo 17).Assim, a graça pode ser resistida. De fato, Estêvão disse aos líderes judeus: “vós sempre resistis ao Espírito Santo” (Atos 7.51).Então, o que Deus faz? Ele é incapaz de trazer aqueles que resistem ao arrependimento e à integridade? Não. O próximo versículo diz: “Tenho visto os seus caminhos e o sararei; também o guiarei e lhe tornarei a dar consolação, a saber, aos que dele choram” (versículo 18).Assim, diante de um retrocesso recalcitrante e que resiste à graça, Deus diz: “Eu o sararei”. Ele “restaurará” — a palavra é “farei íntegro ou completo”. Ela está relacionada com a palavra shalom, “paz”. Essa integridade e paz é mencionada no versículo seguinte, que explica como Deus se aproxima de alguém que retrocede e resiste à graça.Ele faz isso “como fruto dos seus lábios criei a paz, paz (shalom, shalom) para os que estão longe e para os que estão perto, diz o SENHOR, e eu o sararei” (versículo 19). Deus cria o que não existe. É assim que nós somos salvos. E é assim que somos convertidos dos nossos desvios.A graça de Deus triunfa sobre nossa resistência ao criar louvor onde não existia. Ele traz shalom, shalom para o que está perto e para o que está longe. Integridade para o que está perto e para o que está longe. Ele faz isso “curando”, ou seja, substituindo a doença da resistência pela saúde da submissão.A essência da graça irresistível não é que não podemos resistir. Nós podemos e nós resistimos. O ponto é que quando Deus escolhe, ele supera nossa resistência e restaura um espírito submisso. Ele cria. Ele diz: “Haja luz!”. Ele cura. Ele guia. Ele restaura. Ele consola.Portanto, nunca nos orgulhemos de termos retornado de nossos desvios. Nós caímos sobre as nossas fazes diante do Senhor e com alegria tremente agradecemos por sua graça irresistível.
Converte-nosConverte-nos, ó Senhor, para que possamos ser convertidos! (Lamentações 5.21, tradução própria)Não há esperança para o povo de Deus, a menos que Deus os converta de seus desvios e queda no pecado e incredulidade.O livro de Lamentações é o livro mais sombrio da Bíblia. O próprio Deus havia dizimado a menina dos seus olhos.• “Deu o SENHOR cumprimento à sua indignação, derramou o ardor da sua ira; acendeu fogo em Sião, que consumiu os seus fundamentos” (Lamentações 4.11).• “Destruiu tudo o que era formoso à vista” (Lamentações 2.4).• “O SENHOR a afligiu, por causa da multidão das suas prevaricações” (Lamentações 1.5).Então, como o livro termina?Ele termina com a única esperança que existe:Converte-nos, ó Senhor, para que possamos ser convertidos.Essa é minha única esperança, e sua única esperança.Jesus disse a Pedro: “Simão, Simão, eis que Satanás vos reclamou para vos peneirar como trigo! Eu, porém, roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça; tu, pois, quando te converteres, fortalece os teus irmãos” (Lucas 22.31-32).Não se você se converter. Mas, quando você se converter.Cristo Jesus é aquele que está à destra de Deus, quem de fato está intercedendo por nós (Romanos 8.34).Ele nos converterá. Logo, “àquele que é poderoso para vos guardar de tropeços… seja a glória, majestade, império e soberania, antes de todas as eras, e agora, e por todos os séculos” (Judas 1.24-25).
Como arrepender-seSe confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça. (1João1.9)Um sentimento vago e ruim de que você é uma pessoa miserável não é o mesmo que convicção de pecado. Sentir-se arruinado não é o mesmo que arrependimento.Nessa manhã, comecei a orar e me senti indigno de estar falando com o Criador do universo. Esse foi um vago senso de indignidade. Então, eu disse a ele: e agora?Nada mudou até que comecei a ser específico sobre meus pecados. Sentimentos de miséria podem ser úteis se levam à convicção de pecados. Sentimentos vagos de ser uma pessoa má não são muito úteis.O nevoeiro da indignidade precisa tomar forma de claros pilares sombrios de desobediência. Assim, você pode apontar para eles, arrepender-se, pedir perdão e buscar destruí-los.Então, comecei a lembrar dos mandamentos que frequentemente quebrei. Esses são os que me vieram à mente.Ame a Deus com todo seu coração, alma, mente e força. Não 95%, mas 100% (Mateus 22.37).Ame o seu próximo como a si mesmo. Esteja tão desejoso que as coisas ocorram bem para ele quanto é para que as coisas vão bem para você (Mateus 22.39).Faça todas as coisas sem murmurar. Nenhuma murmuração — interior ou exterior (Filipenses 2.14).Lance todas as suas ansiedades nele — de forma que você não seja mais abatido por isso (1Pedro 5.7).Diga apenas aquilo que dá graça aos outros — especialmente àqueles mais próximos de você (Efésios 4.29).Remir o tempo. Não desperdice ou seja ocioso (Efésios 5.16).Muito para qualquer pretensão de grande santidade! Estou desfeito.Mas agora é específico. Eu olho nos olhos. Eu não estou reclamando sobre me sentir mal. Peço desculpas a Cristo por não ter guardado tudo o que ele ordenou.Estou quebrantado e estou zangado com o meu pecado. Eu quero matá-lo, não a mim. Eu não sou suicida. Eu sou um odiador e assassino do pecado. (“Fazei, pois, morrer a vossa natureza terrena”, Colossenses 3.5; “Mortificardes os feitos do corpo”, Romanos 8.13).Neste conflito, ouço a promessa: “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça” (1João 1.9). A paz surge.A oração se torna possível, correta e poderosa novamente.
Ele conhece a sua necessidadePortanto, não vos inquieteis, dizendo: Que comeremos? Que beberemos? Ou: Com que nos vestiremos? Porque os gentios é que procuram todas estas coisas; pois vosso Pai celeste sabe que necessitais de todas elas. (Mateus 6.31-32)Jesus deseja que seus seguidores sejam livres da preocupação. Em Mateus 6.25-34, ele dá pelo menos sete argumentos com o propósito de remover a nossa ansiedade. Um deles lista comida, bebida e roupas, e então diz: “vosso Pai celeste sabe que necessitais de todas elas” (Mateus 6.32).Jesus deve intencionar que o conhecimento de Deus é acompanhado por seu desejo de satisfazer nossa necessidade. Ele está enfatizando que temos um Pai e que este Pai é melhor do que um pai terreno.Eu tenho cinco filhos. Eu amo satisfazer suas necessidades. Porém, meu conhecimento fica aquém de Deus em pelo menos três maneiras.Em primeiro lugar, agora mesmo eu não sei onde eles estão. Eu poderia presumir. Eles estão em suas casas, no trabalho ou na escola, saudáveis e seguros. Mas, eles podem estar caídos em uma calçada tendo um ataque cardíaco.Em segundo lugar, eu não sei o que está no coração deles em um dado momento. Eu posso imaginar de vez em quando. Porém, eles podem estar sentindo medo, dor, raiva, luxúria, ganância, alegria ou esperança. Eu não consigo ver seus corações.Em terceiro lugar, eu não conheço o futuro deles. Agora, eles podem parecer bem e estáveis. Porém, amanhã uma grande tristeza pode vir sobre eles.Isso significa que eu não posso ser para eles uma razão muito forte para que não se preocupem. Há coisas que podem estar acontecendo com eles agora ou podem acontecer amanhã que eu não conheço. Mas, é totalmente diferente com Pai celestial deles. Ele sabe tudo sobre eles agora e amanhã, por fora e por dentro. Ele vê todas as necessidades.Acrescente a isso, sua enorme disposição em atender às necessidades deles (o “quanto mais” de Mateus 6.30).Adicione a isso sua completa capacidade de fazer o que deseja (ele alimenta bilhões de aves por hora, Mateus 6.26).Então, junte-se a mim, confiando na promessa de Jesus de satisfazer as nossas necessidades. É isso que Jesus está indicando quando diz: “Vosso Pai celeste sabe que necessitais de todas elas”.
O doador obtém a glóriaPor isso, também não cessamos de orar por vós, para que o nosso Deus vos torne dignos da sua vocação e cumpra com poder todo propósito de bondade e obra de fé, a fim de que o nome de nosso Senhor Jesus seja glorificado em vós, e vós, nele, segundo a graça do nosso Deus e do Senhor Jesus Cristo. (2Tessalonicenses 1.11-12)É uma boa notícia que Deus designa que sua glória seja magnificada pelo exercício de sua graça.Certamente, Deus é glorificado pelo poder de sua ira (Romanos 9.22), mas repetidamente o Novo Testamento (e o Antigo Testamento; por exemplo, em Isaías 30.18) diz que devemos experimentar a graça de Deus para que ele seja glorificado.Reflita sobre como isso funciona na oração de 2Tessalonicenses 1.11-12.Paulo ora para que Deus cumpra as nossas boas resoluções.Como? Ele ora para que elas sejam realizadas “com poder [de Deus]”. Ou seja, que elas sejam “[obras] de fé”.Por quê? Para que Jesus seja glorificado em nós.Isso significa que o doador recebe a glória. Se realizarmos uma boa resolução “pelo seu poder”, ele recebe a glória. Nós temos fé; Ele concede poder. Nós recebemos a ajuda; ele é glorificado. Esse é o acordo que nos mantém humildes e felizes e o mantém supremo e glorioso.Então, Paulo diz que esta glorificação de Cristo é “segundo a graça do nosso Deus e do Senhor Jesus”.A resposta de Deus à oração de Paulo para que confiemos no poder de Deus para fazer boas obras é graça. O poder de Deus para que você seja capacitado a fazer o que se propõe é graça.É assim que ocorre no Novo Testamento repetidamente. Confie em Deus para capacitação graciosa, e ele recebe a glória quando a ajuda vier.Nós recebemos a ajuda. Ele recebe a glória.É por isso que a vida cristã, e não apenas a conversão cristã, é uma boa notícia.
Livramentos tardiosDe repente… abriram-se todas as portas, e soltaram-se as cadeias de todos. (Atos 16.26)Nesta era, Deus livra o seu povo de alguns danos. Não de todos os danos. É reconfortante saber disso, porque de outra forma poderíamos concluir do nosso mal que ele nos esqueceu ou nos rejeitou.Portanto, seja encorajado pela simples lembrança de que em Atos 16.19-24, Paulo e Silas não foram libertos, mas nos versículos 25-26, eles foram.Primeiro, nenhuma libertação:• “Agarrando em Paulo e Silas, os arrastaram para a praça” (versículo 19).• “E os pretores, rasgando-lhes as vestes” (versículo 22).• “E, depois de lhes darem muitos açoites” (versículo 23).• O carcereiro “lhes prendeu os pés no tronco” (versículo 24).Mas, depois, livramento:“Por volta da meia-noite, Paulo e Silas oravam e cantavam louvores a Deus… De repente, sobreveio tamanho terremoto, que sacudiu os alicerces da prisão; abriram-se todas as portas, e soltaram-se as cadeias de todos” (versículos 25-26).Deus poderia ter agido mais cedo. Não o fez. Ele tem suas razões. Ele ama Paulo e Silas.Eu pergunto para você: Se traçar sua vida ao longo dessa sequência, onde você está? Está no estágio despido-e-ferido ou no estágio portas-abertas-e-liberto?Ambos são estágios do cuidado de Deus por você.Se você está no estágio encarcerado, não se desespere. Louve. A liberdade está a caminho. É apenas uma questão de tempo; mesmo se ela vier através da morte.





Pura verdade......
Um palavra simples e profunda..vai ao coração e na alma da gente .Obrigado pai e Senhor por estas palavras.E que o Senhor abençoe mais e mais o homem Jonh paiper.
Amém... Devemos lembrar dessa verdade sempre!
iiiiizio
Converte-nos Senhor!
apegue se a sua esperança
Maravilhoso!
ótimo
Amém!!
bom de mais
Ótimo!
é muito bom ouvir uma boa palavra
é muito bom ouvir uma boa palavra
bênção demais!