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Dinheiro em Jogo
Dinheiro em Jogo
Author: Globoesporte
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O jornalista Rodrigo Capelo comanda debates sobre assuntos que vão além das quatro linhas. Negócios, economia, marketing esportivo, política e o que mais houver nos bastidores do futebol interessa a este programa, que vai ao ar toda sexta-feira, com a participação de dirigentes, executivos e especialistas.
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No último episódio do podcast, Rodrigo Capelo entrevista Marcelo Frazão, vice-presidente de entretenimento da WTorre e principal responsável pela gestão do Allianz Parque. O executivo conta como funciona a operação do estádio, desde questões arquitetônicas até a relação comercial e logística com o Palmeiras. Entenda por que a receita do equipamento disparou em 2024, com R$ 241 milhões faturados, com expectativa de bater R$ 300 milhões em 2025 — e como estádio e clube se beneficiam disso.
No episódio, Rodrigo Capelo entrevista Fernando Kleimann, sócio-diretor da Volt, a marca de material esportivo brasileira que atende 11 clubes nacionais e preencheu um espaço relevante do setor no mercado nacional. O empreendedor conta como o negócio nasceu, em meio à pandemia, e explica o modelo que o levou a substituir as marcas próprias de clubes consolidados, como Bahia e Fortaleza.
No episódio, Rodrigo Capelo conversa com Tironi Paz Ortiz, CEO e fundador da Imply, empresa que presta serviços a clubes e estádios na área de tiquetagem, acesso por biometria e gestão de bancos de dados. O empresário conta a sua trajetória no futebol brasileiro, que começou com o estádio Olímpico, do Grêmio, em 2007, e desembocou em larga lista de clientes, no Brasil e na América Latina. Como evitar a evasão de receitas, elevar a segurança dentro das arenas e aumentar a receita dos clubes — por exemplo, com a venda de ingressos via WhatsApp, que o Sport estreará — são assuntos em pauta.
No episódio, Rodrigo Capelo conversa com Raphael Fraga, fundador da agência Magnitude e responsável pela gestão da carreira de jogadores de futebol. Ele se especializou no mercado asiático, sobretudo no Japão, desde que intermediou as transferências de atletas para clubes japoneses, como Ademilson e Matheus Sávio. Como são geridos os times, quais são as diferenças culturais e práticas e a listagem dos desafios para quem quer trabalhar do outro lado do mundo, seja esportista ou agente, são alguns dos assuntos em pauta.
No episódio, Rodrigo Capelo conta com o auxílio do advogado Pedro Teixeira para traçar um panorama sobre a recuperação judicial no futebol. Já são 20 clubes com processos homologados na Justiça, alguns com negociações já encerradas frente a seus credores. Quais são os percentuais de descontos concedidos? Os prazos para pagamento? As carências para o início dos repasses? Apesar de menos badalada do que a SAF e os novos investidores, a reestruturação de dívidas por meio desse mecanismo tem sido marcante para um novo momento desse esporte no Brasil.
No episódio, Rodrigo Capelo conversa com Eduardo Dias, CEO e fundador do Footure. Ele conta como deu início à plataforma em 2016, como um podcast para pensar o futebol de um jeito diferente do convencional, e detalha o crescimento da empresa para outras vertentes, com braços de consultoria e tecnologia. Assuntos como a segmentação do público, os departamentos de scouting e mercado dos clubes e a maturidade do futebol brasileiro estão em pauta.
No episódio, Rodrigo Capelo conversa com Clara Serva, sócia do escritório Tozzini Freire Advogados e especialista na área de direitos humanos, e Wellington Silva, ex-vice-presidente de comunicação do Flamengo. A partir da repercussão dos fatos recentes — o episódio de racismo contra Luighi, do Palmeiras, e as cobranças feitas por clubes à Conmebol por medidas mais efetivas do que a mera multa —, os convidados explicam como funciona a legislação brasileira, que outras ações podem ser tomadas e como o futebol ainda pode avançar na pauta antirracista.
No episódio, Rodrigo Capelo entrevista Gustavo Aranha, CEO e cofundador do Sfera, clube de futebol do interior de São Paulo que optou por um modelo de negócios diferente do convencional. Em vez de partir para o futebol profissional e buscar as grandes receitas das Séries A e B, os investidores focam no desenvolvimento dos jogadores desde os 11 anos de idade até o momento da transferência para a Europa, quando, somente a partir daí, começarão a gerar retorno financeiro para o negócio, por um período mais longo do que o habitual.
No episódio, Rodrigo Capelo conversa com Eduardo Corch, professor de marketing esportivo do Insper. Ele dá aulas sobre as intersecções entre esporte e entretenimento, baseado nos cases da NFL, a liga de futebol americano dos Estados Unidos, a NBA, de basquete, e a Fórmula 1. O que o Brasil pode se apropriar dos exemplos estrangeiros?
No episódio, Rodrigo Capelo conversa com Ubiratan Leal, jornalista da ESPN e especialista em esportes americanos, sobre o que difere os Estados Unidos do resto do mundo no esporte. NFL, NBA, MLB, NHL e MLS, as ligas, são organizadas de maneira muito distinta dos modelos brasileiro, sul-americano ou europeu. Entenda como funcionam o teto salarial, o draft de jogadores, as transferências de atletas entre franquias, a comercialização dos direitos de transmissão e comerciais, a negociação salarial por meio de sindicatos, a ausência do sistema de acesso e rebaixamento, entre outros aspectos.
No episódio, Rodrigo Capelo recebe Evandro Figueira, vice-presidente da IMG, agência de marketing esportivo que negocia direitos de transmissão no mundo todo. O especialista ajuda a analisar o ciclo de negociação do Campeonato Brasileiro para o período entre 2025 e 2029, que termina agora com a venda do último pacote da Liga Forte União para a Globo. Amazon, Record e YouTube, além da própria Globo, têm suas estratégias e posições de mercado avaliadas, bem como as decisões tomadas pelos blocos de clubes nesta jornada que levou 1 ano e meio.
No episódio, Rodrigo Capelo conversa com Felipe Tobar, professor da Clemson University nas áreas de turismo e patrimônio, cuja tese de doutorado se baseou nas controvérsias que clubes tentam omitir ou reforçar em seus registros históricos. De um lado, o Real Madrid, favorecido pelo regime fascista de Franco após a guerra civil da Espanha. Do outro, o St. Pauli, que forjou sua imagem à base de pautas progressistas e que enfrentou seu passado nazista. O trabalho de Tobar virou documentário, disponível no YouTube: "A partida que nem todo clube quer jogar"
No episódio, Rodrigo Capelo entrevista Marcio Cadar e Vinicius Diniz, responsáveis pela oferta vinculante que sela a compra de 90% da futura Sociedade Anônima do Futebol do Santa Cruz. Ambos oriundos de Minas Gerais, Cadar é sócio de uma gestora de investimentos bilionária e tem experiência na política do Atlético-MG, enquanto Diniz investiu e administrou o Athletic, que chegou à Série B nacional em 2024 após sucessivas promoções. Eles explicam o investimento no Santa Cruz, os motivos que os levaram a buscar o clube pernambucano e as próximas etapas para concluir a negociação.
No episódio, Rodrigo Capelo conversa com André Georges, fundador da Play For a Cause, empresa que leiloa itens de grande valor simbólico e reverte parte do faturamento para instituições de caridade. O empresário explica o modelo de negócios, fala de suas inspirações e cita casos bem-sucedidos com clientes no futebol e no entretenimento.
No episódio, Rodrigo Capelo conversa com Ricardo Corrêa e Sérgio Xavier Filho, responsáveis pelo documentário "Placar, a revista militante", que conta a história do veículo que moldou o futebol brasileiro desde os anos 1970. Os jornalistas falam das causas que a revista abraçou — pela liberdade, pela democracia e pela modernização das estruturas do esporte — e abrem dilemas enfrentados ao relembrar passagens sensíveis nesse retrospecto. A viabilização do documentário em si também está na pauta.
No episódio, Rodrigo Capelo entrevista Cristiano Dresch, presidente do Cuiabá. O dirigente faz uma avaliação dos motivos que levaram o clube para a segunda divisão em 2024 e fala das perspectivas para 2025, do ponto de vista financeiro, desde a adaptação do orçamento até a expectativa pelo novo acordo dos direitos de transmissão da LFU. O proprietário também desmente mitos, como o suposto financiamento do agronegócio.
No episódio, Rodrigo Capelo entrevista Yuri Romão, presidente do Sport. O dirigente fala sobre o retorno do clube à primeira divisão nacional, conquistada em 2024, do ponto de vista financeiro e administrativo. Etapas da reestruturação, como a recuperação judicial, negociações com o governo e a reforma do estatuto aprovada pelos sócios, também são explicadas. Em destaque, a crítica do cartola à inflação dos salários dos atletas.
No episódio, Rodrigo Capelo e o repórter José Edgar de Matos explicam o caso que originou o pedido pela destituição de Augusto Melo da presidência do Corinthians. Alex Cassundé, dono da empresa Rede Social Media Design, receberia R$ 25 milhões em comissão pela intermediação do patrocínio da VaideBet. No entanto, ele mesmo admitiu em depoimento à Polícia Civil não ter prestado esse serviço. Entenda com base em documentos obtidos pela reportagem a situação, que também inclui inquérito policial sobre pagamento a empresa de fachada.
No episódio, Rodrigo Capelo entrevista Martin Lycka, vice-presidente de assuntos regulatórios e jogo responsável da Entain, companhia que detém a marca Sportingbet. O advogado explica por que a empresa apoia a regulamentação do mercado de apostas no Brasil, o combate às empresas que permanecerão no mercado ilegal, entre outras medidas para reduzir problemas que têm se tornado frequentes em especial no futebol, como a manipulação de resultados e os esquemas para fraudar apostas. Entenda também o posicionamento de negócios do grupo no Brasil e no mundo.
No episódio, Rodrigo Capelo entrevista Federico Pastorello, fundador e presidente da P&P Sport Management, e Claudio Fiorito, responsável pelo escritório brasileiro da agência. Os empresários explicam como funciona o agenciamento de jogadores de futebol, as diferenças culturais e práticas entre Brasil e Europa e tendências nesse meio, que vem sendo alterado pelas transformações recentes do mercado nacional — o surgimento das SAFs é uma delas. Romelu Lukaku e Vitor Reis são dois exemplos de jogadores de renome internacional atendidos pela P&P atualmente.
























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Pagar as Séries B que está devendo esse clube desonesto não quer, né?
Excelente
Pode se dizer que depois que Havellage assume a Fifa o futebol no mundo se profissionalizou(lucros). Havellage soube levar o futebol a lugares no mundo até então inimagináveis,teve seus méritos quanto a isto porque o futebol se tornou o principal esporte no Mundo. A Copa do Mundo hoje tem mais de 30 vagas e a meta é aumentar mais ainda. Por outro lado ao longo dos anos ouve diversas acusações de corrupção envolvendo a Fifa. Atingindo seu auge com a condenação de diversas pessoas ligadas a Havellage,visto que depois que o mesmo deixou o cargo de Presidente da Fifa houve prisões e etc.
Muito interessante sobre este assunto,investimento nos clubes(Mecenas) etc. Aqui no Brasil hoje temos o exemplo do Red Bull empresa que comprou o Bragantino e hoje inglusive mudou suas cores,escudos etc. Para algumas pessoas é um bom "negócio" para outros não. Sabemos que a empresa dona do clube Bragantino seu objetivo é lucro/venda no caso de jogadores. Ela não almeja principalmente em títulos como outro qualquer clube. Que sim almeja ter lucro,porém seguido de títulos. Parabéns pelo Podcast Dinheiro em Jogo.
sempre sinto falta das referências literárias que os convidados falam... normalmente não consigo anotar na hora e é difícil achar depois
Muito bom saber sobre as equipes fora do eixo tbm.
Discordo na fala do entrevistado, quando chama de visão arcaica. Veja bem: ninguém é contrário ao investimento, ao aporte financeiro. A discussão é o fato de acabar com o escudo do clube pra colocar o da empresa. Esse é o problema!! É preciso sim, respeitar as tradições e peculiaridades de cada clube, que é identificado com seu povo. Ou será que é impossível associar o investimento mantendo as tradições?? Abs!
Dá pra usar um exemplo de investidor que não seja sheik árabe? Na Colômbia e no Chile não apareceu nenhum.
fala isso como se fosse tranquilo. cadê o jornalismo? cadê o contraponto e a diferença de visões? ridículo.
que bizarro. os caras querem obrigar os clubes a virarem empresa e perderem toda capacidade de gestão dos times.
Excelente podcast! Continuem com o bom trabalho.
O podcast de vcs tá sensacional! 👏👏👏
O entrevistado também disse que apenas Real Madrid e Barcelona não são SA (os dois maiores vencedores dos últimos anos, coincidência?),não é bem assim Athletic Bilbao e Osasuna também não são. Outra coincidência são os times que as dívidas menos cresceram nos últimos anos. Isto mesmo, os clubes europeus tem constantemente dando prejuízo e quando o investidor fecha a torneira do investimento o que acontece? Os clubes caem para as últimas divisões ou desaparecem. Exemplos como Málaga, Os Belenenses, Parma, Glasgow Rangers, Leeds, Hannover 96, etc, etc. Mas nem todos os times são deficitários alguns também dão lucros, um dos Clubes mais lucrativos do mundo é o Arsenal, o atual investidor que chegou nos anos 2000 comprou o clube e não botou um pence, pelo contrário todo ano retira do clube alguns milhões como consultoria (isso mesmo, é inacreditável) e dividendos. Em contrapartida o Arsenal cobra os ingressos mais caros do mundo, ou seja existe uma transferência de renda do torcedor para o
Muito bom o programa só gostaria de fazer um contraponto. O Botafogo SP, o primeiro time do Brasil que criou uma SA aos moldes do projeto relatado, foi formado com a venda de 40% da venda das ações da nova empresa para o investidor. Este investidor tem que fazer um aporte de 8 milhões no clube por 40% do clube, isso mesmo não é oitenta, o clube de quinta maior torcida do estado de São Paulo foi vendido por OITO milhões de reais. O motivo de valor tão baixo seria que a nova empresa não teria na sua composição o estádio (um dos maiores do Brasil em uma das áreas mais valorizadas de Ribeirão), claro, para chegar aos 8 milhões fizeram extrapolações e inventaram que o investidor pagaria um percentual do valor da marca, então fizeram umas contas de chegada e estipularam a marca valendo 20 milhões de reais, é claro, pois se a nova Empresa tivesse em seu capital social o Estãdio o investidor teria que investir mais de 20x do valor acertado. Adivinhe você qual foi a primeira atitude do novo inv
Puxa, o título deveria ser " Itaquerão, Mineirão e Maracanã são viáveis?". WTorre, que administra um modelo totalmente diferente dos únicos mencionados no programa, só foi citada se referindo ao estádio do Corinthians. Esperava mais.
show esse podcast. 👊🏽