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Pergunta Simples
Pergunta Simples
Autor: Jorge Correia
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O Pergunta Simples é um podcast sobre comunicação. Sobre os dilemas da comunicação. Subscreva gratuitamente e ouça no seu telemóvel de forma automática: https://perguntasimples.com/subscrever/ Para todos os que querem aprender a comunicar melhor. Para si que quer aprender algo mais sobre quem pratica bem a arte de comunicar. Ouço pessoas falar do nosso mundo. De sociedade, política, economia, saúde e educação.
258 Episodes
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Tânia Laranjo é repórter há trinta anos. Chegou à televisão quando lhe disseram que não tinha figura nem voz para o ecrã. Ficou na mesma. Hoje é um dos rostos mais reconhecidos do jornalismo português, não porque aparece, mas porque vai. Aos incêndios, aos temporais, aos tribunais, às aldeias que ninguém visita. Nesta conversa falámos sobre o que se perde quando o jornalismo deixa de sair à rua e sobre o que ainda sobra quando alguém decide ir à janela.
Neste episódio:
O jornalismo que se aburguesou e o que se perde quando ninguém chega primeiro
Ser a primeira a chegar e porque isso define a qualidade do que se conta
O incêndio em Gramassa e a decisão de sair do papel de jornalista
As fontes como relações sagradas e a única razão para quebrá-las
O segredo de justiça contra o interesse público e o processo que ganhou no Tribunal Europeu
A entrevista de 45 minutos ao Presidente Marcelo durante o temporal
O que é uma boa pergunta e porque é sempre simples
A filha que quis ser jornalista apesar de tudo
"O jornalista tem que ir à janela e dizer se está a chover ou se está a sol. Não serve para fazer perguntas, serve para dar respostas."
🔗 Episódio: https://perguntasimples.com/para-que-serve-um-jornalista-tania-laranjo/ 🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub_confirmation=1 🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm 🍎 Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084 📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples 🌐 Website: https://www.perguntasimples.com
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Desidério Murcho é filósofo e uma das vozes mais incómodas do pensamento contemporâneo em língua portuguesa. Nesta conversa diz que a linguagem humana evoluiu principalmente para enganar, que raciocinar bem é contra-natura, e que dizer "é a minha opinião" é o pior argumento possível. Não é uma conversa tranquilizadora. É uma conversa necessária.
**Neste episódio:**
- **Por que razão a filosofia nasce com fake news**
- **Como o cérebro humano evoluiu para enganar e não para raciocinar**
- **Por que razão as opiniões não valem todas o mesmo**
- **O que é a diferença epistémica apropriada e porque a perdemos**
- **O experimento do mesmo vídeo visto de forma oposta por dois grupos**
- **Por que razão dizer "não sei" é um ato de coragem**
- **Eudaimonia: a palavra portuguesa que perdemos e devíamos ressuscitar**
- **Por que razão "penso logo existo" é uma falácia**
*"Nós somos pavões. Só que os pavões fazem essa coisa com as penas. Nós fazemos com o discurso."*
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🔗 Episódio: https://perguntasimples.com/a-tua-opiniao-vale-alguma-coisa-desiderio-murcho
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Conceição Calhau perdeu a paciência depois de 30 anos de investigação. Não com a ciência, com o ruído. Com os influenciadores a vender dietas milagrosas, com os produtos light a aparecerem no frigorífico da filha de 12 anos, com um sistema de saúde que trata mas não previne. Nesta conversa, a professora catedrática da NOVA Medical School desmonta o paradoxo central do nosso tempo: nunca soubemos tanto sobre alimentação e nunca comemos tão mal. A resposta, diz ela, não está na falta de informação. Está na falta de condições, e no que engolimos emocionalmente antes de chegarmos ao prato.
Destaques do episódio:
O paradoxo — quanto mais informação, mais confusão: porque é que o conhecimento não muda comportamentos
A filha e o TikTok — como descobriu produtos light no frigorífico e percebeu que andava distraída
A microbiota intestinal — 3 milhões de portugueses com saúde digestiva comprometida e o jardim zoológico que não estamos a alimentar
A adição ao açúcar — porque a fome emocional é bioquímica, não fraqueza de vontade
"Falta de condições" — o maior determinante das escolhas alimentares é financeiro, não educacional
A fome holandesa — como a Segunda Guerra Mundial provou que o que a mãe come programa o metabolismo do filho
O relógio biológico — Portugal janta depois das 9 da noite e isso tem consequências que não vemos
O novo livro — Engolir Sapos Engorda: as emoções, o stress e o metabolismo
"Mais importante do que dizer não aos outros com culpa é dizer sim a mim próprio."
🔗 Episódio: https://perguntasimples.com/quem-nos-manda-comer-mal-conceicao-calhau/
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Júlio Isidro nunca planeou nada. Foi para a televisão porque um padre lhe disse para ir. Ficou em Portugal em abril de 1974 porque o chefe lhe disse que dava para voltar. E leu os primeiros comunicados do MFA ao microfone porque trocou um turno com um colega. Nesta conversa, uma das vozes mais reconhecidas de Portugal fala sobre comunicação, sobre a arte da metáfora sob censura, sobre o que se perde quando uma televisão apaga a sua própria memória — e sobre a pergunta que nunca ninguém lhe tinha feito.
Destaques do episódio
Como se constroem cem mil horas de voz — e o que isso revela sobre caráter.
A noite de 24 para 25 de Abril no Rádio Clube Português.
A arte da metáfora como forma de resistência à censura.
Como descobriu António Variações num cabeleireiro.
Porque é que o coração de um homem de televisão bate pela rádio.
O acordo ortográfico como "o maior desacordo que se conseguiu criar."
A felicidade como ponto de passagem — e o conceito de ser vs. ter.
A pergunta que nunca ninguém lhe fez — e a resposta que ficou.
Citação de Ouro
"A arte da metáfora é dizer mais ou menos aquilo que se pode dizer, mas com vontade de dizer um bocadinho mais. E as pessoas percebem isso também."
🔗 Episódio com Júlio Isidro:
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Júlio Isidro apresenta o podcast https://podcasts.apple.com/pt/podcast/gera%C3%A7%C3%A3o-40/id1874732476
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A história que contamos sobre nós nem sempre é nossa. Sílvia Baptista passou mais de vinte anos a ouvir o que as pessoas não conseguem dizer — e a ajudá-las a reescrever essa história com a sua própria voz. Nesta conversa, a psicanalista explica por que o sofrimento se esconde nas palavras certas, como o desejo morre quando não há falta, e por que a vulnerabilidade não se pede.
Destaques do episódio
— A diferença entre ter uma dor e ter uma patologia — e porque importa.
— O que a psicanálise ouve que as outras terapias não ouvem.
— Por que a história que contamos sobre nós pode não ser nossa.
— A paixão como estado narcísico — e o que sobra quando passa.
— O desejo que nasce da falta — e o que perdemos quando tudo está disponível.
— Por que a vulnerabilidade não se pede. Constrói-se.
— A única coisa que, na sua experiência, cura tudo.
Citação de Ouro
“Na psicanálise não interessa o que as pessoas estão a dizer. Interessa é o que não estão a dizer.”
🔗 Episódio com Sílvia Baptista:
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🎙️ Podcast da Sílvia Baptista — Chaise Longue Não É Diã:
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Já sabes o que vais escolher antes de escolher. João Blumel passou vinte anos a estudar exatamente isso — e a transformar essa descoberta em espetáculo. Nesta conversa, o mentalista português explica como a linguagem molda decisões, como as microexpressões traem o que tentamos esconder, e por que a nossa mente segue caminhos muito mais previsíveis do que gostamos de admitir.
Destaques do episódio
A diferença entre um mentalista e um mágico — e por que importa.
Como traçar o perfil psicológico de alguém em dois minutos.
O que as redes sociais têm em comum com um truque de mentalismo.
Reframing: a técnica que muda a forma como vês o que te acontece.
Por que nunca faz truques fora do palco — e o que isso diz sobre limites.
O espetáculo que ainda não fez e que é o seu maior objetivo.
Citação de Ouro
"Somos todos previsíveis. A questão é saber para quê usar isso."
🔗 Episódio com João Blumel:
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A rádio não é para as massas; é para uma pessoa de cada vez. Nesta conversa com Pedro Ribeiro, exploramos como a rádio sobrevive à era dos algoritmos através da autenticidade e da relação humana. Num tempo de ruído digital, a rádio afirma-se como uma comunidade invisível que oferece companhia e uma ligação orgânica que nenhuma máquina consegue replicar.
Destaques do episódio
A rádio como relação: por que comunicamos para um ouvinte de cada vez.
Bastidores das Manhãs: a gestão de egos e o papel de "cola" na equipa.
Resiliência do meio: como a rádio resiste à curadoria das Big Techs.
O fator humano: a autenticidade de figuras como Nuno Markl e Cândido Costa.
Rádio como serviço: o papel crucial da antena em momentos de crise.
O poder do silêncio: a ferramenta mais eficaz para captar a atenção.
Citação de Ouro
“O megafone maior da rádio é o silêncio.”
🔗 Episódio com Pedro Ribeiro:
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O que comunica a música quando as palavras não chegam? Nesta conversa com Rita Redshoes, refletimos sobre criatividade, silêncio, medo e finitude. Num tempo saturado de discurso, talvez a música seja uma linguagem anterior à frase — uma forma de comunicação que vibra antes de explicar.
Destaques do episódio
• Como nasce uma canção: do sonho ao desassossego
• A música como linguagem emocional e biológica
• Criatividade como exercício de escuta
• Medo, finitude e consciência do tempo
• Maternidade e transformação da identidade
• O palco como espaço de comunhão
Citação de Ouro
“Se nós tivéssemos mais presente que vamos morrer, se calhar vivíamos mais.”
🔗 Episódio com Rita Redshoes:
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Quem matou o herói no futebol? Nesta conversa com Luís Cristóvão, mergulhamos no paradoxo do desporto de elite: um mundo onde a exposição total destrói a mística, os craques vivem isolados em "aquários" e a ditadura da tática ameaça sufocar a criatividade juvenil. Uma reflexão sobre a perda da dimensão humana num jogo cada vez mais formatado como espetáculo e negócio.
Destaques do episódio
A morte do herói no tempo do ecrã: Por que é impossível manter o mito quando vemos cada minuto da vida do atleta?
O "atleta de aquário": O isolamento de figuras como Cristiano Ronaldo face à liberdade perdida de Eusébio.
A cultura da zanga: Como as redes sociais e o comentário televisivo transformaram o futebol numa guerra tribal.
Matraquilhos humanos: O perigo da formatação tática que castra a criatividade desde a infância.
Rádio vs. Televisão: A responsabilidade de narrar a emoção e o contexto para quem não está a ver.
O erro como espetáculo: Porque preferimos discutir a falha do árbitro em vez da beleza da jogada.
Citação de Ouro
“Hoje em dia é quase impossível ser herói, porque nós vemos todos os minutos que cada jogador joga na sua carreira e ninguém é herói durante toda a vida.”
🔗 Episódio com Luís Cristóvão:
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O conforto digital está a aproximar-nos, ou a isolar-nos? Nesta conversa com Inês Lopes Gonçalves, refletimos sobre o paradoxo da conveniência automática, a implosão silenciosa das competências sociais e a força da rádio como último reduto de humanidade num mundo cada vez mais automatizado.
Destaques do episódio
• A rádio como porto seguro em tempos de crise
• A “máquina invisível” por trás da simplicidade da voz
• O medo do “auto-tudo” e da implosão social
• Carga mental, liberdade e condicionamento feminino
• Honestidade em direto como forma de criar comunidade
• O papel da escuta real num tempo de ruído permanente
Citação de Ouro
“Qualquer dia acho que implodimos.”
🔗 Episódio com Inês Lopes Gonçalves:
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Num mundo acelerado, polarizado e saturado de ruído, o humor continua a ser uma forma séria de ler a realidade. Nesta conversa longa e acessível, falamos de rádio, sátira política, voz, escuta e do trabalho invisível por trás do riso.
A partir da experiência diária na rádio pública e do palco, reflete-se sobre o humor como escape e como arma, sobre os limites da ironia num tempo de cancelamento e sobre a rádio como um dos últimos lugares onde a imaginação ainda trabalha sozinha.
A conversa passa também pelo teatro e pela atualidade política, com os ensaios de Senhor Engenheiro — uma espécie de musical, um espetáculo satírico onde a realidade insiste em acompanhar a ficção.
Uma conversa de serviço público sobre humor, rádio, escuta e o tempo em que vivemos.
Temas abordados
• Humor como leitura do presente
• Sátira política e polarização
• O papel da rádio na vida pública
• Voz, silêncio e timing
• Imitação, caricatura e criação
• Limites do humor e cancelamento
• Teatro, atualidade e memória coletiva
• O palco como espelho do país
Citação de Ouro
“O humor hoje em dia é um escape da realidade que estamos a viver.
E às vezes também é uma arma.”
🔗 Episódio completo:
https://perguntasimples.com/ainda-podemos-rir-de-tudo-manuel-marques
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O que é que a inteligência artificial está a fazer à nossa mente — à atenção, à memória e à forma como nos relacionamos com os outros? Nesta conversa clara e inquietante, Miguel Oliveira ajuda a pensar o impacto psicológico da IA num tempo de aceleração, comparação permanente e delegação cognitiva.
Fala-se de fadiga mental, ansiedade, identidade, automatismos emocionais e da tentação de usar a tecnologia como muleta para evitar o esforço de pensar. A ideia central é simples e exigente: a inteligência artificial não nos substitui — expõe aquilo que deixámos de treinar.
• Atenção fragmentada e cansaço cognitivo
• Delegação mental e perda de esforço
• Ansiedade, comparação e autoimagem
• Tecnologia como espelho psicológico
• Responsabilidade individual no uso da IA
Citação de Ouro
“A tecnologia não pensa por nós — pensa onde nós deixámos de pensar.”
🔗 Episódio com Miguel Oliveira:
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O que faz alguém continuar a rir mesmo quando já sabe o fim da história? Cândido Costa fala sobre vulnerabilidade, coragem e comunicação, explicando porque contar bem não é exagerar, mas ser fiel à emoção.
• A vulnerabilidade como fonte de magnetismo.
• O humor que nasce da experiência vivida.
• A importância do ritmo e da pausa.
• O balneário como espaço emocional e de liderança.
• Instinto, risco e entrega na televisão.
Citação de Ouro
“Eu tento contar a história explicando porque é que me fez rir.”
🔗 Episódio com Cândido Costa:
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Porque é que há sabores que nunca esquecemos? Marlene Vieira explica como a memória alimentar se constrói entre cheiros, texturas, tempo e emoção, numa conversa sobre identidade, rigor, liderança e o futuro da cozinha portuguesa.
• A memória gustativa começa na infância e no cheiro da cozinha.
• Produto de qualidade exige menos técnica e mais respeito.
• Textura, tempo e temperatura mudam o sabor.
• Liderar equipas é minimizar o erro sem destruir pessoas.
• A cozinha portuguesa como património emocional e cultural.
Citação de Ouro
“A qualidade do produto exige menos transformação.”
🔗 Episódio com Marlene Vieira:
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O que faz um livro ficar connosco depois da última página? Ana Daniela Soares explica porque a leitura exige tempo, empatia e atenção ao mundo, numa conversa sobre livros que resistem, escritores atentos e o risco de deixarmos de ler em profundidade.
• Um bom livro começa sempre numa boa história.
• O leitor tem o direito de largar e regressar.
• A empatia como traço comum dos grandes escritores.
• Ler para compreender a atualidade para lá do título.
• O impacto real da leitura no cérebro e na imaginação.
Citação de Ouro
“O leitor é sempre o juiz.”
🔗 Episódio com Ana Daniela Soares:
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Rui Melo aborda a urgência da escuta ativa e da flexibilidade intelectual num mundo onde as certezas parecem cada vez mais rígidas e as opiniões não solicitadas dominam o espaço digital. O ator e encenador explora a intersecção entre o humor, a música e a representação, revelando os bastidores de projetos marcantes como Pôr do Sol e a sua visão sobre a responsabilidade da arte em provocar emoções profundas, da raiva à dor. Entre a técnica teatral e a musicalidade das palavras, Melo reflete sobre o processo de construção de personagens e a importância do ajuste fino na direção artística, defendendo que o humor só cumpre o seu propósito quando provoca um efeito real em quem o vê.
Citação de Ouro: "O humor só é humor para quem o vê. Para quem o faz não tem de ser. Se o texto for bem escrito e for bem interpretado, quem vê é que tem de se rir."
🔗 Episódio: https://perguntasimples.com/papel-da-arte-na-conversa-publica-rui-melo/ 🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub_confirmation=1 🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm 🍎 Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084 📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples 🌐 Website: https://www.perguntasimples.com
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Como se conta uma boa história sem trair quem a viveu? Nesta conversa, Rui Cardoso Martins fala da escrita como ofício e como ética: a memória como matéria-prima, o silêncio como técnica, e a linguagem como força que pode esclarecer ou envenenar. Do jornalismo nos “tempos heroicos” do Público às reportagens em cenários extremos, o fio condutor é simples e exigente: as palavras importam, porque moldam a forma como vemos o mundo — e como o mundo nos vê.
• O que distingue jornalismo, crónica, humor e romance: a mesma língua, ritmos e responsabilidades diferentes.
• Mestres, redações e “tarimba”: aprender a escrever de tudo e a aguentar a pressão sem perder a ética.
• A memória como condição da literatura: sem registo, sem caderno, sem atenção, não há escrita que resista.
• Manhãs, silêncio e método: por que a escrita longa pede outra energia e outra solidão.
• Guerra e desumanidade: Sarajevo, o medo real, e a aprendizagem brutal de que a civilização pode colapsar depressa.
• Mentira, manipulação e “verdades” concorrentes: quando o boato vale tanto como o facto, a democracia fica por um fio.
• Para que servem as histórias: transformar-nos, mesmo que por instantes, e lembrar o essencial — liberdade, dignidade, humanidade.
Citação de Ouro
“As palavras… às vezes dão cabo do mundo.”
🔗 Episódio com Rui Cardoso Martins: https://perguntasimples.com/contas-me-uma-boa-historia-rui-cardoso-martins/
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Para que serve a literatura quando a realidade se torna pesada, violenta ou difícil de suportar? Nesta conversa, Tânia Ganho fala da escrita e da leitura como exercícios de atenção, lentidão e responsabilidade. Num tempo acelerado, dominado por imagens e discursos fabricados, a literatura surge como um espaço onde ainda é possível parar, pensar e escolher palavras com cuidado.
• Escrever como trabalho contínuo, não como inspiração permanente.
• Ler como treino de concentração e resistência à pressa.
• A tradução como lugar de criação, escolha e perda inevitável.
• A linguagem como instrumento moral num mundo de desinformação.
• A literatura como forma de olhar a crueldade sem a transformar em espetáculo.
Citação de Ouro
“A leitura obriga-nos a um trabalho de lentidão.”
🔗 Episódio com Tânia Ganho:
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O que é que o palco ensina sobre comunicar melhor na vida real? Nesta conversa, Diogo Infante cruza a experiência de ator, encenador e diretor artístico para pensar a comunicação como presença, escuta e responsabilidade. Fala-se de timidez, verdade, medo de falhar, relação com o público e daquilo que não se aprende em manuais: o tempo certo, o silêncio e a atenção ao outro.
• Comunicar começa por saber exatamente o que se quer dizer.
• A escuta como base de qualquer diálogo verdadeiro.
• Voz, corpo e energia como instrumentos de comunicação.
• O erro, a dúvida e o síndrome do impostor como parte do processo.
• A arte como treino radical de empatia e atenção.
Citação de Ouro
“Comunicar bem começa por ouvir de verdade.”
🔗 Episódio com Diogo Infante:
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Como se comunica a guerra num tempo de propaganda permanente? E porque falamos tão pouco de paz quando o conflito domina o espaço público? Nesta conversa, Manuel Poejo Torres ajuda a ler o mundo atual a partir da comunicação estratégica, da geopolítica e da forma como o medo, a dissuasão e a narrativa moldam decisões políticas e perceções coletivas.
• A guerra como fenómeno comunicacional, não apenas militar.
• Propaganda, desinformação e guerra híbrida no espaço público.
• A ameaça nuclear como instrumento político e psicológico.
• O papel da Europa num sistema internacional instável.
• Os riscos democráticos quando se normaliza o discurso de guerra.
Citação de Ouro
“A guerra começa muito antes do primeiro disparo.”
🔗 Episódio com Manuel Poejo Torres:
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Não consegui parar de ouvir e quando acabei comecei outra vez.