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Na Trilha do Pódio
Na Trilha do Pódio
Author: Grupo Bandeirantes
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Desde a preparação para os Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro, a BandNews FM acompanha, de perto, a preparação dos atletas brasileiros para a disputa do maior evento esportivo do planeta. No podcast Na Trilha do Pódio, mostramos os perrengues do dia a dia, a força de vontade, os treinos, a ajuda da família e a história de vida dos candidatos a heróis nacionais.
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Focado no Mundial de Esportes Aquáticos do Japão, que será no mês que vem, o saltador carioca Isaac Souza espera obter o índice para os Jogos Olímpicos de 2024. O atleta precisa estar entre os 12 finalistas para carimbar a vaga para Paris. Em setembro, nos Jogos Pan-Americanos de Santiago, apenas o campeão da prova garante a vaga. Até o final do ano, Isaac Souza ainda tem pela frente a terceira etapa da Copa do Mundo e o Campeonato Brasileiro. Ele treina atualmente no Maria Lenk, no Rio de Janeiro, e projeta a segunda participação olímpica da carreira. Em Tóquio, o saltador relatou que os protocolos sanitários impediram a aproximação dos outros atletas. "O Time Brasil criou outra base, em uma escola pública, apenas para os atletas brasileiros e todo esse ambiente acabou ajudando mesmo com os protocolos para a gente se sentir mais unido. Em Paris, quero curtir e me sentir em casa", explica em entrevista ao podcast Na Trilha do Pódio.
O técnico da seleção masculina de vôlei, Renan Dal Zotto, afirma que "o pior já passou" ao falar sobre o caso Wallace. Em entrevista exclusiva à BandNews FM, o treinador disse esperar que a tranquilidade volte ao vôlei nacional.Um acordo entre a CBV e o Comitê Olímpico do Brasil reduziu de cinco anos para 90 dias a pena imposta ao atleta.Além disso, a punição à Confederação Brasileira de Voleibol de perda de repasses foi substituída por uma multa.Renan Dal Zotto é um dos 8 homenageados pelo COB nesta noite em evento em São Paulo. Todos ficam eternizados, a partir de agora, no Hall da Fama da entidade.Na lista estão Manoel dos Santos (natação), Marcelo Ferreira (vela), Melânia Luz (homenagem póstuma - atletismo), Renan Dal Zotto (vôlei), Ricardo Prado (natação), Walter Carmona (judô) e Yane Marques (pentatlo moderno).+ Zagallo, eleito em 2020, mas que não teve o molde feito por causa da pandemia, também é um dos homenageados. Confira também a entrevista com a campeão olímpica e mundial da ginástica Rebeca Andrade, além do bate-papo com o presidente do COB, Paulo Wanderley, e o diretor-geral do COB, Rogério Sampaio.
Primeira brasileira bicampeã mundial do boxe, Beatriz Ferreira alcançou a marca de 36 pódios em 37 campeonatos internacionais.No mês passado, ela venceu o segundo Mundial da carreira na Índia e agora acumula três finais seguidas na competição.Ela busca o ouro inédito nos Jogos de Paris 2024 e precisa buscar a classificação nos Jogos Pan-Americanos de Santiago, em outubro deste ano.Bia começou a fazer história no Pan de Lima, em 2019, quando quebrou um jejum do Brasil na modalidade de 12 anos sem conquistar a medalha de ouro.“Esse campeonato é muito importante. Esse ano é crucial para a classificação para a Olimpíada com os Jogos Pan-Americanos. É um ano que damos muita atenção e tudo faz sentido. É a única chance de ir até Paris 2024. O Mundial foi muito especial já que em 2018 eu participei na Índia e acabei saindo na minha segunda luta. Era muito recente e voltar como mais experiente e número 1 da minha categoria foi especial e eu sabia da minha promessa de voltar e ser campeã”, explica a medalhista de prata em Tóquio.Inspirada pelo pai, Seu Sergipe, que foi bicampeão brasileiro no boxe, Bia ressalta que gosta de ouvir os seus conselhos e explica que busca treinar com o pai sempre que possível.Em entrevista exclusiva à rádio BandNews FM, Bia Ferreira ainda comenta como conciliar o boxe profissional com o olímpico e projeta a despedida dos Jogos em Paris 2024.O episódio 65 do podcast na Trilha do Pódio com a bicampeã mundial Beatriz Ferreira está disponível nos principais agregadores e também no canal da BandNews FM no Youtube com imagens.
1ª mulher eleita para o Conselho de Ética do COB, Joanna Maranhão não se intimida com questionamentos sobre a sua postura e reforça que o esporte não pode ficar à margem da sociedade. A ex-nadadora tem no currículo 8 medalhas em Jogos Pan-Americanos, além de quatro participações em Jogos Olímpicos.Aos 17 anos, conseguiu o feito inédito de um quinto lugar nos 400m medley em Atenas 2004.Em entrevista ao podcast Na Trilha do Pódio com Juliana Yamaoka, Joanna Maranhão explica que desejava se aposentar após a Rio 2016, mas que a demissão no Clube Pinheiros com a justificativa de que ela estava com 30 anos, considerada pela direção uma idade avançada, a fez repensar e seguir por mais um ano.Ela ainda acredita que seu constante posicionamento político tenha sido o principal motivo do desligamento na instituição, já que foi a atleta que mais pontuou naquele ano. No entanto, Joanna Maranhão explica que a principal motivação para encerrar a carreira de atleta foi o desejo de ser mãe. Atualmente, ela mora na Alemanha com o esposo Luciano Corrêa, que é ex-judoca, e com o filho Caetano, de apenas 3 anos. No bate-papo com a repórter Juliana Yamaoka, a finalista olímpica Joanna Maranhão ainda explica as principais atribuições no Conselho de Ética do COB, ressalta o protagonismo feminino no esporte brasileiro, e ainda analisa a necessidade de uma Olimpíada ser realizada no continente africano.
A campeã olímpica do vôlei Fofão é a primeira mulher a assumir uma seleção da modalidade no país. No mês passado, ela recebeu o convite da CBV para comandar a equipe sub-17. Ela aceitou a proposta pela identificação com o projeto que vai buscar uma vaga no Mundial. Em entrevista ao podcast Na Trilha do Pódio, Fofão ressalta que a rotina tem sido corrida e que inclusive fez uma reunião recentemente com o técnico da seleção feminina principal, o Zé Roberto Guimarães, para desenvolver uma metodologia de trabalho com os novos talentos da seleção. No bate-papo com a repórter Juliana Yamaoka, a ex-jogadora também fez um balanço do último ciclo olímpico das seleções principais, que para ela sempre vão ocupar o top 3. Fofão relembrou momentos importantes da carreira, como o ouro em Pequim 2008, o começo da carreira e a mudança de posição na quadra. A ex-capitã da seleção ainda celebrou a realização do Pré-Olímpico de vôlei masculino, no Rio de Janeiro.
Na contagem regressiva para a Olimpíada de Paris, o Comitê Olímpico do Brasil quer garantir o máximo de vagas possíveis pelos Jogos Pan-Americanos. O evento começa no dia 20 de outubro deste ano e dará vagas diretas em 21 modalidades, além de pontos e índices para outras 12. A Olimpíada de Paris será um marco na organização de todas as edições dos Jogos, segundo o diretor-geral do COB, Rogério Sampaio. Em entrevista exclusiva à Rádio BandNews FM, o campeão olímpico do judô ressaltou o fato de o Comitê Organizador Local ter aproveitado as instalações esportivas já existentes da cidade para evitar altos custos. O dirigente destaca ainda que a cerimônia de abertura no Rio Sena para 600 mil pessoas será realizada pela primeira vez fora de um estádio. Rogério Sampaio explica que o Time Brasil manteve o nível de rendimento pós Jogos de Tóquio com 23 medalhas conquistadas nos Mundiais de 2022 em provas olímpicas. A Olimpíada de Paris começa oficialmente no dia 26 de julho com 32 modalidades e 329 disputas de medalhas. Além da inclusão de provas mistas em algumas modalidades como na vela, judô e atletismo, outras novidades fazem parte do programa com a inclusão do breaking e da canoagem slalom.
Na abertura da nova temporada do podcast olímpico Na Trilha do Pódio, o segundo tenista brasileiro mais bem ranqueado no simples, Thomaz Bellucci, faz um balanço da carreira e comemora a aposentadoria no Rio Open. Aos 13 anos, o atleta saiu de casa para viver o sonho de ser uma dos melhores do mundo e afirma que teve de abrir mão de muitas coisas para conseguir treinar e competir no alto rendimento.Bellucci relata que o apoio da família no começo da carreira para bancar o técnico e as viagens foi fundamental, e que agora deseja dar mais atenção para todos depois de tantas ausências em compromissos pessoais importantes.Natural de Tietê, no interior de São Paulo, Bellucci lembra com carinho quando atingiu o 21º lugar do ranking da ATP, o melhor posto da carreira, em 2010.Na opinião dele, a decisão de se aposentar ocorreu de forma natural após perceber que as lesões estavam atrapalhando o rendimento e impedindo de competir fisicamente com os adversários.Bellucci ainda faz um balanço da carreira, avalia o futuro dos tenistas brasileiros para o ciclo de Paris 2024 e ainda relembrou momentos importantes da carreira, como a disputa das quartas de final dos Jogos Olímpicos de Tóquio
A um ano dos Jogos Pan-Americanos de Santiago, o Time Brasil já garantiu 114 vagas para a competição.As vagas foram conquistadas na disputa dos Jogos Sul-Americanos de Assunção, ocasião em que o país terminou na liderança do quadro geral com 319 medalhas no total.O vice-presidente do Comitê Olímpico do Brasil, Marco Antonio La Porta, explica que o Pan de Santiago será a principal porta de entrada para os Jogos Olímpicos de Paris.Em entrevista exclusiva à Rádio BandNews FM, La Porta também afirmou que o Pan será um teste de logística para os Jogos de 2024."Nós vamos contar com uma base em Rio Maior, em Portugal, no mesmo esquema de Tóquio, com gastronomia brasileira e toda a infraestrutura necessária. A logística será um pouco mais fácil do que no Japão, pois os atletas estão acostumados com treinos e competições na Europa. A medalha é conquistada nos detalhes e precisamos nos atentar para tudo", disse o dirigente.A competição vai distribuir vaga para a Olimpíada de Paris em 33 modalidades.Os Jogos Pan-Americanos de Santiago começam no dia 20 de outubro do ano que vem.Mais de 7 mil atletas de 41 países vão competir em 61 modalidades.Na última edição, em Lima, no Peru, o Brasil encerrou a campanha em segundo lugar, com 169 medalhas, sendo 54 de ouro, um recorde para o Time Brasil.
Em busca de uma vaga na primeira Olimpíada de Inverno da carreira, Larissa Paes inicia a pré-temporada na patinação de velocidade.Ela é a única mulher na seleção brasileira da modalidade e mora atualmente nos Estados Unidos.Com o Verão norte-americano, ela está fazendo a transição entre o treino físico, que inclui academia, bicicleta corrida e natação, e a pista longa no gelo.O local não pode ficar ativado durante todo o ano por causa do alto custo de manutenção e, por isso, os treinos são na pista curta nas altas temperaturas.Este é o primeiro ciclo olímpico da carreira da brasileira, já que ela não conseguiu competir para conseguir a vaga nos Jogos de Pequim 2022 por causa de problemas no visto e falta de treinos e competições durante a pandemia.A primeira competição da patinadora da temporada será a disputa do Desert Classic, no mês que vem. Na edição do ano passado, ela foi a primeira brasileira a ter o direito de participar de uma Copa do Mundo, evento classificatório para os Jogos de Inverno. Ela terminou em 14º lugar e bateu o recorde nacional.
Medalhista de bronze no Mundial de Atletismo, Letícia Oro vai fazer treinamentos de campo internacionais visando Paris 2024. A atleta do salto em distância fez a marca de 6,89m na competição, que foi realizada no mês passado nos Estados Unidos.A distância superou a melhor marca da carreira em 25cm, feita na classificatória.Esta foi a segunda competição do ano de Letícia já que ela se recuperou de uma cirurgia no joelho esquerdo, impedindo ela de entrar em ação por 7 meses.“Se eu estou no Mundial é porque estou no mesmo nível de todo Mundo. Ninguém me convidou. Pensei que eu precisava ir com tudo e não quis saber do favoritismo das adversárias. A cabeça interfere muito, nunca fui negativa”, explica.Letícia treina em Joinville em uma pista de carvão e precisa de uma estrutura melhor e, por isso vai fazer treinamentos internacionais no ano que vem.A ideia é competir também na Diamond League na próxima temporada e conquistar a classificação para a primeira Olimpíada da carreira.A próxima competição de Leticia Oro será os Jogos Sul-Americanos de Assunção, no mês que vem.
Após as conquistas de quatro medalhas no Mundial de Esportes Aquáticos de Budapeste, Guilherme Costa e Ana Marcela Cunha se consolidam como os grandes destaques da natação brasileira após os Jogos de Tóquio.A campeã olímpica, eleita sete vezes a melhor do mundo, não saiu do pódio depois da Olimpíada no Japão, medalhando em todas as competições.No Mundial, Ana Marcela conquistou o pentacampeonato na prova dos 25km, além de um ouro na prova dos 5 quilômetros e do bronze nos 10km.Já Guilherme Costa, o "Cachorrão", faturou em Budapeste um bronze inédito na carreira na prova dos 400 metros livre.Ele foi convocado para os Jogos Sul-Americanos de Assunção, em outubro deste ano, e vai nadar quatro provas na piscina, além da maratona aquática, a prova dos 10km que vale vaga para o Pan de Santiago do ano que vem.O próximo compromisso dos atletas da seleção brasileira de natação será o Troféu José Finkel, no Recife, no mês que vem.Ana Marcela e Cachorrão são os convidados desta semana do podcast olímpico da rádio BandNews FM, o Na Trilha do Pódio. A entrevista com os atletas da Unisanta, de Santos, foi gravada durante o evento de inauguração do Memorial da instituição, que comtempla a história do sistema educacional e dos atletas que representaram a mesma como Poliana Okimoto, bronze na Rio 2016.
A repórter Juliana Yamaoka esteve presente no evento organizado pelo Comitê Olímpico do Brasil no último dia 26/07 que celebrou o marco de dois anos para os Jogos Olímpicos de Paris, em 2024. Os principais diretores da entidade apresentaram em detalhes como será a preparação do Time Brasil nas bases escolhidas para fornecer o suporte com os treinos, alimentação, preparação física e mental, além do suporte com os familiares e jornalistas brasileiros. Participaram desta edição do podcast o campeão olímpico nas argolas Arthur Zanetti, o diretor de alto rendimento do COB, Ney Wilson, e o diretor-geral do COB e campeão olímpico do judô, Rogério Sampaio.
Kenji Saito assumiu o cargo de Diretor de Desenvolvimento Esportivo do Comitê Olímpico do Brasil há pouco mais de três meses. Uma das atribuições do novo cargo é uma maior aproximação com as 34 Confederações Brasileiras Olímpicas. Nos Jogos de Tóquio, o Brasil fez a melhor campanha da história ao conquistar 21 medalhas, sendo 7 de ouro. Para manter o histórico em Paris 2024, o COB lançou um Modelo de Desenvolvimento Esportivo, uma publicação de 244 páginas disponibilizada gratuitamente no site da entidade nesta semana. A ideia, segundo Kenji, é acompanhar o atleta desde a formação até o pós-carreira. Em visita recente dos dirigentes do COB na próxima sede da Olimpíada, o dirigente destaca a assinatura da parceira com a cidade de Saint-Ouen, que será a base do Time Brasil, a 600 metros da Vila Olímpica. Kenji também anunciou que o COB pretende em colocar em prática em Paris o programa Vivência Olímpica, que contempla atletas que são promessas do esporte brasileiro para uma ambientação do maior evento esportivo do mundo, ajudando em treinos por exemplo. Em Tóquio, o programa foi cancelado por causa da pandemia. Na Rio 2016, rendeu bons frutos, como a campeã mundial e vice-campeã olímpica do boxe Beatriz Ferreira.




