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Podcast do Patroni

Author: Luiz Patroni

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Um espaço onde a agro informação é debatida com quem entende!  Neste podcast o jornalista Luiz Patroni conversa com produtores rurais e especialistas sobre temas de destaque no agronegócio. Tendências de mercado, gestão, tecnologia, empreendedorismo, logística, pesquisas que movimentam o campo. A cada semana um episódio novo com análises, histórias e exemplos de como superar desafios e enxergar oportunidades. Aqui o bate-papo vai além da notícia.
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O primeiro levantamento da pré-safra 2025/26 do Instituto Mato-grossense do Algodão (IMAmt) revelou um cenário de alerta máximo: todas as regiões produtoras do estado registraram índices elevados de bicudo-do-algodoeiro, colocando Mato Grosso inteiro em zona vermelha. O relatório mostra que, em algumas localidades, o aumento na captura do inseto ultrapassou 4.000% em relação ao mesmo período do ano passado, um sinal claro de que o manejo pós-colheita e o controle das plantas tiguerras precisam ser intensificados com urgência. Mas o que explica essa explosão populacional logo no início da pré-safra? Quais fatores contribuíram para o avanço da praga? E, principalmente, o que o produtor pode fazer agora para evitar prejuízos na safra que vem pela frente? Essas e outras respostas estão neste episódio do IMAcast, que recebe Guilherme Rolim (entomologista e pesquisador do IMAmt) e Renato Tachinardi (assessor técnico regional do IMAmt). No bate-papo com o jornalista Luiz Patroni, os especialistas detalham os dados do relatório, alertam para os riscos do momento e reforçam a importância do manejo integrado e da ação coletiva para conter o bicudo antes que ele avance novamente sobre as lavouras de algodão em Mato Grosso.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nos últimos 10 anos, a área plantada com algodão em Mato Grosso mais que dobrou e, com ela, avançaram também a qualidade da fibra, os mercados de destino e a competitividade da produção. Neste episódio do IMAcast, o consultor de projetos do IMAmt Sérgio Dutra, o gerente do programa Cotton Brazil da ABRAPA Fernando Rati e o pesquisador e melhorista Jean Belot, do IMAmt, analisam pilares dessa evolução, como melhoramento genético, rastreabilidade, padronização e estratégias de posicionamento internacional.Além das iniciativas que sustentaram esse avanço - e ajudaram o Brasil e tornar-se o maior exportador de algodão do mundo - o bate-papo destaca também os caminhos para manter manter o nosso país no topo, consolidando-o como referência mundial em fibra natural.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O uso de biotecnologias BT no cultivo do algodão completa duas décadas no Brasil! Desde a liberação da primeira tecnologia, em 2005, muita coisa mudou — e continua mudando — no manejo de pragas. O tema é destaque do oitavo episódio do IMAcast, que recebe o entomologista Jacob Neto, pesquisador do Instituto Mato-grossense do Algodão (IMAmt). No bate-papo, Jacob explica a evolução das biotecnologias, o impacto no manejo integrado de pragas (MIP) e a importância das áreas de refúgio para preservar a eficácia das ferramentas disponíveis. Além disso, o especialista comenta os desafios para o desenvolvimento de novas gerações de cultivares BT e o que esperar para o futuro da cotonicultura. Entenda como a tecnologia transformou o controle de lagartas, quais cuidados são indispensáveis para prolongar sua vida útil no campo e por que o comprometimento coletivo é essencial para o sucesso da produção!See omnystudio.com/listener for privacy information.
Você sabia que a presença de nematóides na cultura do algodão pode causar prejuízos estimados entre R$ 3 e R$ 4 bilhões por ano no Brasil? O impacto é decorrente dos danos ocasionados no algodoeiro, principalmente pelas espécies Meloidogyne incognita (galha) e Rotylenchulus reniformis (reniforme), que representam maior ameaça a nossa cotonicultura. O assunto é destaque do sétimo episódio do IMAcast, que recebe o fitopatolotista Rafel Galbieri e o melhorista Jean Belot, pesquisadores do Instituto Mato-grossense do Algodão. Em foco o manejo recomendado para minimizar as perdas e as pesquisas voltadas ao melhoramento genético, trabalho essencial realizado pelo IMAmt visando o desenvolvimento de cultivares resistentes aos nematóides.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Fundamental para proteger a lavoura da presença de pragas, a aplicação de defensivos é prática rotineira no campo. Consequentemente, é essencial que este manejo seja feito de maneira correta, visando alcançar os resultados esperados. O assunto é foco do sexto episódio do IMAcast, que recebe o entomologista Guilherme Rolim. O pesquisador do Instituto Mato-grossense do Algodão explica os critérios que devem ser observados na hora da aplicação, que envolvem conhecer bem o alvo, determinar o tamanho ideal das gotas, escolher corretamente o produto e avaliar as condições atmosféricas. Confira!See omnystudio.com/listener for privacy information.
O demanda por produtos biológicos cresce a passos largos no Brasil. Nos últimos 3 anos o salto foi de 21%, segundo a Croplife Brasil. Entre os motivos, a pressão exercida por órgãos internacionais de saúde coletiva, a maior exigência do consumidor final por produtos mais seguros e, principalmente, a incorporação estratégica dos bioinsumos na lista de ferramentas disponíveis para o manejo integrado de pragas e doenças. Mas você sabe qual o caminho percorrido até que um novo produto seja colocado no mercado? É o que vamos explicar no quinto episódio do IMAcast, que reuniu o biólogo Mário Pozza, a fitopatologista Tamiris Rêgo e a microbiologista Jéssica Oliveira. O trio de pesquisadores do Instituto Mato-grossense do Algodão fala sobre o tema e detalha o trabalho de pesquisa, desenvolvimento e o programa de bioprospecção realizado nas biofábricas do IMAmt.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O sucesso do manejo de plantas daninhas passa pelo uso de pré-emergentes! A afirmação é do herbologista e pesquisador do Instituto Mato-grossense do Algodão (IMAmt) Edson Andrade Junior, que é o convidado do quarto episódio do IMAcast. Segundo o pesquisador, o controle ficou mais difícil nos últimos anos. Entre os motivos, a resistência de algumas espécies aos principais herbicidas, o longo ciclo da cultura e - em muitos casos - o combate ineficiente na lavoura de soja na primeira safra: "o manejo torna-se mais complicado porque as plantas já estão grandes e as ferramentas não funcionam”, explica.   Além do uso de pré-emergentes nas duas culturas, outra recomendação é a rotação de mecanismos de ação, a sobreposição residual em alguns casos e o monitoramento constante da lavoura. Um conjunto de ações que ajuda a minimizar os impactos causados pela presença de plantas daninhas, como a perda de produtividade, o comprometimento da qualidade da pluma e, ainda, o risco de maior presença de pragas no campo, já que algumas daninhas são hospedeiras.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ele chegou ao Brasil no início dos anos 80, ganhou espaço e, gradativamente, tornou-se o inseto mais temido na cotonicultura. E não faltam motivos. Combater o bicudo-do-algodoeiro (Anthonomus grandis grandis) é um grande desafio. A praga compromete a produtividade das plantas, tem poder de dispersão altíssimo e o controle químico - sozinho - não é capaz de resolver o problema, mesmo com o elevado número de aplicações.   Frente a isso, qual o caminho e as estratégias mais assertivas para diminuir a população da praga e, consequentemente, os impactos causados por ela? Como a ação conjunta e o olhar regionalizado, podem auxiliar nesta batalha? Quais os avanços da pesquisa e as expectativas com o desenvolvimento de novas  ferramentas que, no futuro, poderão ser aliadas nesta missão?   É o que você confere no terceiro episódio do IMAcast, que recebe os entomologistas Jacob Netto e Guilherme Rolim. No bate-papo com o jornalista Luiz Patroni, os pesquisadores do Instituto Mato-grossense do Algodão reforçam o alerta permanente com a praga que está presente em todo o estado, inclusive nas regiões que começaram a produzir algodão há pouco tempo. Situação que explica bem uma das orientações dos especialistas: "o bicudo-do-algodoeiro é uma ameaça que exige nossa atenção 365 dias por ano!”See omnystudio.com/listener for privacy information.
Na cultura que tem escrito uma história de sucesso em Mato Grosso nos últimos 20 anos, o manejo é desafiador. Muito susceptível à doenças, o algodoeiro é ameaçado por cerca de 35 patógenos no Brasil, o que reforça o tamanho da importância do trabalho da ciência para manter a viabilidade econômica da produção. Estima-se que apenas a Ramulária, principal doença da cotonicultura no estado, provoque prejuízo anual superior a R$ 2 bilhões, considerando os gastos com defensivos e as perdas de produtividade. Um impacto gigantesco, que só não é ainda maior, porque o conhecimento e as estratégias de controle avançaram muito nestas duas décadas. Mas esta não é a única doença que exige atenção. No segundo episódio do IMAcast, o jornalista Luiz Patroni conversa com o pesquisador do IMAmt Rafael Galbieri. Ele alerta para o aumento expressivo da presença da Mancha-Alvo nas lavouras de algodão nas últimas três safras, o que tem preocupado o setor produtivo. No bate-papo ele fala sobre a "mudança" no comportamento da doença, que passou a atingir também o ponteiro das plantas. Destaca o papel da pesquisa na diagnose da Mancha-Alvo e, principalmente, na construção de estratégias de manejo eficientes para combater mais este desafio. Confira!See omnystudio.com/listener for privacy information.
O algodoeiro, como espécie originalmente perene, tem a tendência de retomar o desenvolvimento mesmo após a colheita. Por isso, a eliminação dos restos culturais do algodoeiro, também conhecida como destruição das soqueiras, é recomendada como medida profilática para reduzir a população de pragas e doenças que se desenvolvem nas plantas rebrotadas, com destaque para o bicudo e a ramulária. No episódio de estreia do IMAcast você vai conhecer os cuidados necessários para que esta destruição seja feita corretamente, obtendo o melhor resultado possível. O jornalista Luiz Patroni conversa com Edson Andrade Junior (pesquisador do IMAmt) e Álvaro Salles (diretor-executivo do IMAmt), que abordam temas como ‘o melhor momento para fazer este manejo’, ‘tipos de destruição e como realizá-las com eficiência’, ‘destruição química, defensivos mais usados e associação de produtos’; ‘principais motivos de falhas’, ‘controle das tigüeras’; entre outros. Ficou curioso? Então aperte o play e aproveite todas as informações!See omnystudio.com/listener for privacy information.
Há quem diga que uma safra não se mede apenas em sacas colhidas, mas na soma de sonhos, riscos e decisões que moldam cada ciclo. Hoje, nossa conversa é sobre tempo, raízes e transformação. São 25 safras de história de uma empresa que nasceu do ideal de dois irmãos vindos do Sul, cresceu junto com o Cerrado brasileiro e se firmou como parceira de confiança para milhares de produtores.   Da sacaria aos big bags, do início tímido em Campo Verde à presença em Mato Grosso, Goiás e Bahia, a Agro Sol Sementes construiu sua trajetória com inovação, qualidade e, acima de tudo, proximidade com o agricultor. Uma jornada que atravessou mudanças tecnológicas, parcerias internacionais e a prova mais difícil: manter a credibilidade ao longo do tempo.   Você vai ouvir de Eduardo Dallastra, Marcos Tomazeli e Victor Chiarelli como essa empresa conseguiu chegar até aqui sem perder a essência. Porque, no agro, não basta chegar — é preciso seguir firme, safra após safra. Fique com a gente. Essa história vai te inspirar!See omnystudio.com/listener for privacy information.
Desafiadora! Esta é a palavra que melhor define - até aqui - a safra 2023/24 de soja. Em Mato Grosso, as temperaturas muito acima da média e a estiagem prolongada provocaram atraso no plantio das lavouras e ameaçam a sobrevivência das plantas cultivadas. Os desafios, no entanto, vão além: será preciso atenção redobrada na hora de proteger a lavoura do ataque de doenças. É o que afirmam Alexandre Santaella (gerente de desenvolvimento de mercado da Basf) e Luana Belufi (fitopatologista e pesquisadora da Fundação Rio Verde), convidados deste episódio especial do Podcast do Patroni, com foco no complexo de doenças da soja.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio especial do Podcast do Patroni, você acompanha um bate-papo com Ilson Corrêa, diretor de pecuária da Nelore Grendene. Responsável pelo maior projeto de produção de touros Nelore P.O. do Brasil, a empresa começou há 4 décadas um trabalho de seleção de animais precoces e melhoradores, com objetivo de revolucionar a pecuária nacional usando como principal ferramenta a genética provada e alicerçada em pesquisas. O projeto é realizado na Fazenda Ressaca, em Cáceres-MT, onde um rebanho com 10 mil matrizes P.O. garante a oferta anual ao mercado de pelo menos 3 mil touros da mais alta qualidade, reprodutores que ajudam a elevar a patamar dos plantéis de pequenos, médios e grandes pecuaristas em várias regiões do país. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Olhar para o passado como a mesma seriedade que olhamos o futuro. Exercício fundamental para guiar os passos e as decisões no campo. Quem afirma é o André Dobashi, considerado embaixador do carbono em Mato Grosso do Sul, reconhecimento pelo trabalho realizado há anos na fazenda e que inclui a incorporação de matéria orgânica no solo, um dos pilares da chamada agricultura de baixo carbono. Filho de um casal de médicos, ele várias vezes foi incentivado pelo pai a trabalhar com o agro. Mas foi o ingresso do irmão na Esalq que o colocou de vez no mundo rural. Quando também formou-se agrônomo, iniciou a carreira com foco na agricultura de precisão e na integração lavoura-pecuária. Acumulou experiência de campo e embasamento técnico até tornar-se produtor rural. Começou plantando 70 hectares e 5 safas depois, já cultivava quase 3 mil. Expansão detalhada durante o bate-papo, onde também fala sobre gestão, sustentabilidade e mercado, um dos desafios desta temporada.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Quando uma safra começa, não há muito espaço para erro.A janela é curta, o clima muda rápido — e tudo precisa acontecer no tempo exato. Nos Campos Gerais do Paraná, uma das regiões mais tecnificadas da agricultura brasileira, essa dinâmica faz parte da rotina. E quando o assunto é eficiência no campo, as máquinas têm papel decisivo. O convidado de hoje cresceu dentro desse universo. Natural de Curitiba e criado em Ponta Grossa, Alyson Gondaski acompanhou de perto o trabalho do pai, seu José Divalsir — conhecido como “Ferruge” — na construção de uma empresa que começou pequena e, com o tempo, se transformou em um grupo empresarial de destaque no setor. Mas, antes de assumir posição de liderança, ele começou onde muita gente começa: no estoque de peças. Passou pela oficina, pelo atendimento técnico e pelas áreas administrativas e comerciais, entendendo, na prática, toda a engrenagem da operação. Hoje, depois de mais de duas décadas dentro da empresa, Alyson atua como diretor-executivo da MacPonta Agro — a concessionária que deu origem ao grupo Gondaski. Uma holding que reúne mais de 500 colaboradores em diferentes frentes ligadas principalmente ao agro e ao transporte. Nesta conversa, ele fala sobre sucessão familiar, gestão, tecnologia no campo e sobre o que realmente sustenta uma empresa no longo prazo.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Existe um espaço do agro que quase nunca aparece nas fotos. Não é o curral. Não é o pasto. Não é a colheita. É o ambiente onde decisões são tomadas — em Brasília, nos governos estaduais, nas assembleias, nas câmaras, nos conselhos — e que, cedo ou tarde, atravessam a porteira de quem produz.   Antes mesmo de completar 30 anos de idade, Stéphanie Ferreira já começava a circular por esses ambientes. Quarta geração de uma família de pecuaristas em Três Lagoas (MS), engenheira agrônoma formada, consultora em bovinocultura, ela carrega uma combinação rara: raiz prática de fazenda, base técnica sólida e vivência institucional. Não olha o setor apenas pela lente da tradição — mas também pela lógica de gestão, mercado e ambiente regulatório.   Do CNA Jovem às comissões e entidades de classe, passou a acompanhar de perto discussões que moldam o cenário da pecuária brasileira. Projetos de lei, normas ambientais, regras sanitárias, políticas de crédito — temas que parecem distantes da rotina do curral, mas que impactam diretamente a viabilidade do negócio rural.   Num momento em que o agro é pressionado, questionado e frequentemente reduzido a simplificações, ocupar esses espaços exige preparo, serenidade e capacidade de diálogo.   Neste episódio, a conversa vai além da biografia. A gente fala sobre o peso de representar o setor ainda jovem, sobre os bastidores onde se constrói — ou se trava — o ambiente de negócios e sobre o papel de uma nova geração que entende que produzir bem também passa por participar das decisões.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Hoje a porteira se abre de forma especial: chegamos ao episódio número 250. Duzentas e cinquenta conversas. Duzentas e cinquenta histórias ajudando a contar a força do agro brasileiro. E, neste marco, Viviane Petroli entra para a lista de jornalistas e comunicadores que dividem conhecimento aqui no podcast — sendo a trigésima profissional dessa trajetória. Porque o agro não é feito apenas por quem planta, cria, pesquisa, transporta ou exporta. Ele também é construído por quem apura, escreve, interpreta e explica. A Viviane sempre soube que queria ser comunicadora. Desde os 12 anos dizia que queria escrever, noticiar fatos, contar histórias. O pai brincava: “Vai ser jornalista pra entrevistar artista?”. Mas o sonho dela nunca foi o palco. Era a narrativa. O destino — ou a editoria certa — a levou para a Economia e o Agronegócio. O que seria uma substituição de um mês virou 16 anos dedicados ao setor. Dezesseis safras acompanhadas. Preços, exportações, quebras de produção e seus impactos sociais. No agro não existe opinião sem número. Não existe manchete sem contexto. Quando o arroz quebra, o preço sobe. Quando a exportação cresce, a economia reage. E ela aprendeu a enxergar a história por trás da estatística. Viviane defende algo simples — mas raro: jornalismo precisa ir além do release. Ouvir todos os lados. Encontrar a “cereja no meio do merengue”, como ela mesmo diz. Em um tempo em que todo mundo virou comunicador, ela acredita no equilíbrio. Tecnologia ajuda. Inteligência artificial ajuda. Mas responsabilidade editorial não pode ser terceirizada. E talvez o maior desafio ainda seja outro: furar a bolha. Fazer o urbano entender que o agro é impacto social. No episódio 250, celebramos mais que um número. Celebramos quem sustenta o agro com informação séria, técnica e comprometida. Porque quem explica o campo… também ajuda a construí-lo.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O agro é um propósito de vida. Não é apenas sobre plantar, colher ou entregar resultados. É sobre resistir à seca, acreditar na terra e, acima de tudo, cultivar gente. Neste episódio, você vai ouvir uma conversa potente com Lorena Terreri, especialista em gestão de pessoas, que tem atuado lado a lado com empresas rurais para semear novas formas de liderar — com mais consciência, humanidade e estratégia. Filha de um motorista de ônibus e de uma dona de casa, cresceu no interior paulista ouvindo histórias de colheitas, lobisomens e superações. Passou por Harvard, liderou áreas de RH em grandes corporações e, hoje, é presença ativa em projetos de transformação organizacional no agro. Com olhar sensível e técnico, Lorena provoca líderes a se atualizarem, sem perder o que os trouxe até aqui. Fala de sucessão, governança, diversidade geracional, e da necessidade urgente de escutar quem está no campo, as pessoas com quem você trabalha. E ela é direta: ninguém entrega os melhores resultados quando se sente coagido. Toda geração é um quilate a ser lapidado. E gestão de verdade se faz com pessoas — e não de pessoas. Se você também acredita que a próxima grande inovação do agro pode vir de uma boa escuta no campo, dá o play e venha repensar com a gente o futuro da liderança rural.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nascido no Rio Grande do Sul e criado no coração do cerrado mato-grossense, Carlos Donin carrega no sobrenome a história de uma das famílias que desbravaram Primavera do Leste quando a cidade ainda era chão batido e esperança. Neto de pioneiro que morou debaixo de lona, ele viu o agro mudar, crescer — e fez parte dessa transformação. Hoje, como gerente do sindicato rural do município, exerce também papel fundamental na organização de uma feira que tornou-se referência no calendário nacional e completa uma década de histórias. No bate-papo, Donin compartilha uma trajetória de superações discretas, decisões ousadas e uma paixão inabalável pelo campo. Fala sobre os desafios do pequeno produtor, os bastidores da organização da Farm Show MT e revela que o desejo de um dia, voltar à terra, ainda permanece vivo. Nosso convidado mostra que o agro vai muito além da lavoura: é também gestão, representatividade, tecnologia e, acima de tudo, gente. Gente que planta ideias, colhe soluções e se dedica, dia após dia, a tornar o universo rural mais forte e conectado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ainda adolescente, Paulo Asunção saiu de casa, no interior do Paraná, para estudar. Formou-se em agronomia, passou por multinacional, enfrentou um grave acidente e quase mudou de rota — até que o destino o trouxe para Mato Grosso. Era início dos anos 90. Infraestrutura carente, muita estrada de chão, soja com produtividade enxuta e preços bem inferiores aos de hoje.  Mas ele ficou! E, como no exemplo do bambu chinês, passou anos criando raízes antes de finalmente romper a superfície. O curioso é que o ponto de virada não veio de um plano de negócios. Veio da cerca ao lado. Um vizinho observava em silêncio a lavoura do Paulo melhorando. Entre uma conversa de fim de tarde e uma pinguinha, veio o convite:“No dia que você vier olhar a sua plantação, olha a minha também?” Ele aceitou. E, já naquela safra, a lavoura deu um salto de desempenho. Outros vizinhos bateram à porta. Assim nascia uma consultoria que hoje atende dezenas de produtores e centenas de milhares de hectares.   Nesta conversa, o nosso convidado explica por que alta produtividade é construída nos detalhes — da distribuição de plantas à vazão na aplicação — fala dos bastidores da estação própria de pesquisa, dos desafios da safra e abre espaço para o lado humano: família, sucessão e os filhos que agora caminham ao lado dele. Tudo isso às vésperas de mais uma edição do Dia de Campo, que começou com 30 pessoas e hoje reúne participantes de vários estados do país.   Um episódio para quem acredita que capricho, conhecimento e resultado andam juntos no campo!See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Comments (2)

Laura white

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Jan 8th
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nicole harris

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Jan 8th
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