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FALA COM ELA
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Cresceu no teatro amador e, apesar de todos os seus trabalhos internacionais em televisão, é ao teatro que quer sempre regressar. Ancorado na relação com a família, é amante de futebol e traz Nisa no coração.
A sua curiosidade levou-o muito cedo do seu Alentejo para conhecer o mundo e fugir da ditadura. O seu primeiro disco é de 1975, Semear Salsa ao Reguinho, que regravou agora, 50 anos depois, com amigos e com a filha Rosa.
Celebra os seus 50 anos e tem um novo disco: Quinta-Essência - 75/25. Foge da ribalta, mas usa a sua música para expressar a voz inconformada com a falta de justiça ou de integração. São as filhas a sua maior alegria. Encontra na música e no cinema alento para os dias difíceis.
É um homem bom, afável e tímido, que várias gerações reconhecem como "avô". Começou no rock progressivo, mas foi como Avô Cantigas que se tornou um fenómeno de popularidade. Uma quase brincadeira, que viria a definir grande parte da sua carreira.
Começou por ser advogado, mas é hoje um dos mais reconhecidos produtores de televisão do país. Veio dos Países Baixos para Portugal para um projeto de três meses... Mas já cá está há 32 anos. Pai de quatro filhas, é apaixonado por cães e tem o sonho de vir a construir um hotel para eles.
Investigadora, entomóloga e autora, já esteve em várias partes do mundo, em condições adversas, a estudar e a perceber a natureza. Acaba de editar justamente "Lições da Natureza", um livro que procura mostrar-nos como os animais resolvem os seus problemas e como talvez, nalguns casos, pudessem servir de exemplo à espécie humana.
Enquanto aguardamos o seu novo disco, revisitamos o seu começo na música, ainda em criança, nos Onda Choc depois. Adora estar em palco e a proximidade do público. Não consegue calar-se perante injustiças. Tem uma energia única e um sorriso aberto.
Apresentadora, comunicadora, tem sorriso fácil e uma simpatia e genuinidade evidentes. Adora o seu trabalho, mas enaltece a simplicidade da vida na praia e sem maquilhagem. Privilegia e guarda momentos em família.
Primeira Pessoa do Plural é o seu novo filme. Veneno é a peça em digressão com a qual está no palco. É viciado em trabalho, apreciador de vinhos e dedicado em absoluto à família e aos seus três filhos.
O mote para esta semana é "Mau Teatro", o primeiro disco de Humberto, que, aos 44 anos, foi um dos músicos revelação de 2025. Cantor de intervenção, nasceu nas Caldas da Rainha e cresceu perto da praia da Consolação. Foi quando descobriu a poesia, na adolescência, que as restantes artes surgiram. Cantor, compositor, performer, curador, é um artista multidisciplinar, que deu aulas em Londres e acabou por se fixar em Lisboa.
Começou a estudar música aos 4 anos, mas achou que o seu futuro passaria por ser veterinária. Tem um ar seguro, mas permite-se ser vulnerável em palco. É da vulnerabilidade que nascem as suas canções e rodeia-se de amigos para as partilhar. O seu disco mais recente é um álbum de fotografias sonoro, onde cabem muitas memórias e emoções.
Toca piano todos os dias e gostava de ter sido músico. Apaixonado pela água, nada diariamente no mar gelado. É escritor. Escreve sempre que lhe faz sentido. Foi professor de Filosofia, teve uma agência de publicidade, foi um dos fundadores do semanário Independente. Com quase 70 anos, continua a admirar a beleza num mundo onde, por vezes, ela não é evidente.
Cresceu numa família de artistas e, talvez por isso, sozinho poderia ser uma banda. Mas é nos Capitão Fausto que quer e lhe faz sentido estar. Inteligência, humor e empatia pelo próximo são as características com que quem o rodeia mais o define. Este sábado, os Capitão Fausto sobem pela primeira vez a um dos maiores palcos do país...
Nasceu em Viena, viveu em Paris, mas sente-se lisboeta. Mãe de dois filhos, atriz e realizadora, é autarca em Almada há vários anos. É uma voz ativa na política e não teme debates, procurando consensos.
É psiquiatra e tem batalhado pela literacia em saúde mental, muito focado na ansiedade, no burnout e no uso dos telemóveis na adolescência. É um entusiasta pela profissão e pela família e tem no humor uma imagem de marca.
É arquiteto de formação, mas a sua paixão é a música. Eclético e curioso, é a voz dos Delfins, também autor de diversos livros, faz dobragens de filmes de animação e é coordenador num curso de produção e criação musical.
Gostava de ter sido coreógrafa. Queria, acima de tudo, ser livre. Estudou dança, jornalismo e trabalhou na rádio. É apresentadora e comunicadora. O palco é a sua casa, o voluntariado uma parte importante da sua essência. E é uma estreia no Fala Com Ela.
Usa a rima e as palavras na sua música, também como forma de ativismo. É socióloga de formação, é artista, é mulher, é mãe. Em 2025, trouxe-nos um disco e um livro infantil, que espelham as suas causas.
Podia ter sido arquiteto, mas uma experiência numa banda acabou por trazê-lo para o mundo da música. Discreto, encontrou na música a sua voz. Edita agora um novo disco, Foz, que nasceu entre a neve suíça e o calor português.
"Um amor que não se diz" é o novo livro do psiquiatra e autor, focado no tema da homossexualidade. Um livro que mostra o país antes e depois do 25 de abril e que traz para a luz dos dias o sofrimento que ainda hoje pode representar para alguém assumir a sua verdadeira identidade.



