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Morning Call Banrisul Afinidade

Author: Morning Call Banrisul Afinidade

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Morning Call Banrisul Afinidade é o resumo diário de notícias econômicas e indicadores financeiros. Todos os dias, os analistas trazem informações essenciais que fazem a diferença na sua relação com o dinheiro.
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Boa tarde. Os mercados financeiros globais atravessaram a semana em um ambiente de elevada volatilidade, fortemente influenciado pelos desdobramentos do conflito no Oriente Médio e pelas incertezas quanto à sua duração e intensidade. Apesar desse pano de fundo instável, episódios pontuais de alívio — especialmente associados ao cessar-fogo temporário e à reabertura parcial do Estreito de Ormuz — permitiram uma recuperação do apetite por risco. Assim, observou-se valorização das bolsas internacionais, queda marginal dos prêmios de risco soberano e a apreciação de moedas de países exportadores de commodities.No Brasil, os ativos domésticos seguiram majoritariamente o comportamento do cenário externo. O mercado acionário apresentou ganhos em dias de maior otimismo global, enquanto o real voltou a se apreciar frente ao dólar. A curva de juros, por sua vez, refletiu a combinação entre menor aversão ao risco internacional e a percepção de que o ciclo de flexibilização monetária seguirá mais gradual do que se imaginava antes do choque recente nos preços de energia.
Começamos esta sexta-feira com os mercados ainda cautelosos diante das incertezas relacionadas ao cessar-fogo no Oriente Médio e as tensões envolvendo o Estreito de Ormuz. Os mercados globais, os futuros das bolsas americanas, os rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos, o petróleo Brent e o dólar operam com pouca variação, cotado perto de R$5,05. Na agenda econômica, serão divulgados ainda hoje a inflação ao consumidor nos Estados Unidos.
Começamos esta quinta-feira com os mercados globais permanecendo sensíveis às incertezas relacionadas ao conflito no Oriente Médio, o que está elevando os preços do petróleo e reduzido o apetite por ativos de risco.
A produção industrial brasileira indicou recuperação no início de 2026. Em fevereiro, houve queda de 0,7% na comparação interanual, após leve alta em janeiro, acima da mediana de mercado. Na série dessazonalizada, registrou-se avanço mensal de 0,9%, e a média móvel trimestral passou a mostrar variação positiva, interrompendo a tendência negativa observada desde novembro de 2025.
Boa tarde! Vamos aos destaques da semana.A semana concentra, no Brasil, indicadores-chave de inflação e preços. A balança comercial de março deve mostrar saldo elevado, sustentado pelos preços mais altos do petróleo, apesar do ritmo firme das importações. O IGP-DI de março deverá acelerar de forma relevante, refletindo pressões no atacado — com destaque para commodities e derivados de petróleo — e no varejo, via alimentos e combustíveis. O IC-Br tende a registrar forte alta mensal, liderada pelo componente de energia, enquanto o IPCA de março deve ser puxado por preços administrados, especialmente combustíveis e energia elétrica, com arrefecimento dos preços livres em serviços, apesar de aceleração da alimentação no domicílio.No exterior, a agenda traz sinais importantes sobre atividade e política monetária. Na Europa, os PMIs de serviços e composto da Alemanha e da zona do euro e dados de preços ao produtor e vendas no varejo ajudam a calibrar o quadro econômico. Nos Estados Unidos, o foco recai sobre encomendas de bens duráveis, crédito ao consumidor e a ata do Fed, além dos dados de renda, consumo e deflator do PCE, seguidos pelo CPI e a prévia da confiança do consumidor, em meio à atenção também aos estoques de petróleo diante da volatilidade recente do mercado de energia.
Bom dia! Vamos aos destaques de hoje.No noticiário recente, no Brasil, destaque para a produção industrial, que apresentou recuperação na margem em fevereiro de 2026, ao avançar 0,9% na série dessazonalizada, após crescimento mais forte em janeiro.Os mercados americanos reabrem após o feriado diante de sinais mistos, de um lado, Trump estabeleceu um novo prazo para as negociações com o Irã, enquanto a OPEP fala em aumento da produção, mas o relatório de emprego mais recente nos EUA veio surpreendentemente positivo e deve complicar o trabalho do Fed para conter a inflação.No Brasil, o ambiente externo ainda deve exercer papel predominante sobre o comportamento dos ativos financeiros, enquanto a agenda doméstica inclui a atualização das expectativas macroeconômicas do mercado, que seguem sendo monitoradas em meio a um cenário internacional volátil. O Ibovespa abriu em alta moderada, enquanto o dólar opera próximo da estabilidade ante a moeda brasileira.
Boa tarde! Acompanhe com a gente o que marcou a semana no mercado financeiro.A volatilidade voltou aos mercados ao longo da semana, com novas declarações em diferentes sentidos, tanto por parte do presidente americano, Donald Trump, quanto por parte do governo iraniano. Entre idas e vindas, os preços do petróleo mantiveram-se em alta, agora com maiores incertezas sobre os efeitos de longo prazo do conflito no Oriente Médio sobre inflação e atividade econômica. Mesmo sem indicações sobre um cessar-fogo duradouro na região, até o início da tarde de quinta-feira, os principais índices acionários americanos apontavam alta semanal firme, com o S&P500 subindo mais de 3%. Ao mesmo tempo, o índice Stoxx 600, índice amplo de ações europeias, apontava alta expressiva, de quase 4%.No Brasil, o mercado voltou a ser influenciado pelos eventos no exterior e, assim, o Ibovespa começou a tarde de quinta em alta semanal de mais de 3%. Em linha, o dólar recuava mais de 1% ante o real e as taxas de juros prefixadas mostravam queda ampla em praticamente todos os vencimentos da curva.
Bom dia! Vamos aos destaques de hoje.Por aqui, o IPC-FIPE, que mede a inflação ao consumidor em SP, avançou 0,59% em março, acumulando alta de 3,5% em 12 meses, enquanto o IPC-S registrou elevação de 0,67% no mês, após queda em fevereiro, alcançando variação anual também de 3,5%. O resultado ficou ligeiramente acima das projeções e foi impulsionado, sobretudo, pelos grupos de Transportes e Alimentação.Nos mercados internacionais, novas declarações do presidente Trump indicando a continuidade dos ataques ao Irã elevaram a aversão ao risco, pressionando ações, commodities — com exceção do petróleo — e títulos soberanos. Na agenda econômica, os investidores aguardam os dados da balança comercial e pedidos de auxílio desemprego nos EUA. No cenário doméstico, o foco permanece sobre a produção industrial. Agora cedo, o Ibovespa abriu em queda forte e o dólar voltou a subir.
Bom dia! Vamos aos destaques de hoje.O IPC-S encerrou março com alta de 0,67% na comparação mensal e de 3,47% em doze meses, resultado em linha com as expectativas. No mercado de trabalho, o Caged apontou a criação líquida de 255,3 mil empregos formais em fevereiro de 2026, abaixo das projeções do mercado.Nos mercados globais, observa-se melhora no apetite por risco, as ações na Europa e nos EUA sobem forte, ao mesmo tempo em que as taxas de juros dos títulos públicos americanos caminham para o terceiro dia consecutivo de queda, com novas esperanças de uma redução das tensões no Oriente Médio.Na agenda para hoje, no Brasil, além do IPC-S teremos também os dados de PMI industrial de março. Já no exterior, nos EUA, espera-se como destaques os números de vagas de trabalho no setor privado, da ADP, além de vendas no varejo e indicadores sobre o setor industrial. O Ibovespa iniciou o dia em alta e o dólar em queda, voltando a operar próximo dos R$ 5,15.
Bom dia! Vamos aos destaques de hoje.No começo desta terça-feira, os mercados reagem positivamente a uma reportagem nos EUA que afirmou que o presidente americano teria dito a assessores que está disposto a encerrar a campanha militar mesmo que o estreito de Ormuz permaneça em grande parte fechado. Com isso, ações na Europa e índices futuros nos EUA avançam fortemente, mesmo com os preços do petróleo caminhando para uma alta mensal recorde.Na agenda para hoje, por aqui, os destaques devem ser o resultado primário consolidado e a criação de vagas de trabalho segundo o Caged, enquanto no exterior, nos EUA, teremos ainda dados de estoque de vagas de trabalho em aberto, preços residenciais e uma nova sequência de falas de dirigentes do banco central americano. Neste contexto, o Ibovespa abriu em alta de quase 1% e o dólar iniciou o dia em queda firme.
Confira os destaques desta semana!Economia brasileira: No Brasil, os dados recentes apontam sinais mistos. O IGP-M acelerou em março, puxado por pressões no nível do produtor, enquanto os índices de confiança do comércio e dos serviços recuaram, refletindo piora das expectativas e um ambiente mais cauteloso para a atividade. O crédito segue crescendo, sobretudo para famílias e no segmento direcionado, embora haja desaceleração no crédito livre às empresas, alta dos juros, aumento da inadimplência e concessões apenas estáveis na margem. A agenda da semana inclui resultados fiscais, geração robusta de empregos formais e novos indicadores de inflação e atividade, com expectativa de avanço da produção industrial na margem, apesar de queda interanual.Economia internacional: No cenário externo, a inflação da Alemanha segue acima da meta, enquanto investidores acompanham atentamente os sinais do Federal Reserve, reforçados por discursos de dirigentes e pela divulgação de dados-chave nos EUA. A semana concentra indicadores relevantes de atividade e mercado de trabalho na Europa, Estados Unidos e China, com destaque para PMIs, dados de emprego e confiança. O ponto alto será o relatório de emprego americano de março, que deve mostrar criação moderada de vagas e crescimento salarial contido, ajudando a calibrar a leitura sobre o ritmo da economia global no início do segundo trimestre.
Bom dia!A semana inicia com os mercados globais voltando a mostrar volatilidade diante das incertezas sobre o conflito no Oriente Médio, mantendo os preços do petróleo em alta, apesar de leves ganhos agora cedo em índices acionários relevantes na Europa e nos EUA.No noticiário econômico, o IGP-M apresentou alta de 0,52% em março, após meses de variação mais fraca, reduzindo a queda acumulada em 12 meses de 2,7% para 1,8%. O resultado ficou ligeiramente acima das projeções de mercado, refletindo sobretudo pressões vindas do produtor.Na agenda de hoje, além dos dados já reportados acima sobre o Brasil, os destaques internacionais devem ser o discurso do presidente do Fed agora pela manhã e, à noite, os números sobre a atividade econômica na China. Por aqui, o Ibovespa abriu em queda, mas logo avançou para terreno positivo, enquanto o dólar iniciou o dia em alta e em seguida passou a operar próximo da estabilidade.
As declarações do presidente americano, Donald Trump, sobre supostos avanços em conversas com o Irã chegaram a animar os mercados no começo da semana. Porém, à medida em que os ataques de ambos os lados seguiram e o governo iraniano negou a existência de negociações, os preços do petróleo voltaram a subir, assim como voltou a preponderar a aversão ao risco nos mercados financeiros.Diante da ausência de indicações mais claras sobre um eventual cessar-fogo mais duradouro na região, até o começo da tarde de sexta-feira, os principais índices acionários americanos apontavam recuo semanal relevante, com o Nasdaq em queda de mais de 2%. O índice Stoxx 600, índice amplo de ações europeias, contudo, alcançou alta modesta no acumulado semanal.Por aqui, possivelmente refletindo a condição exportadora do país, o Ibovespa iniciou a tarde de sexta com alta semanal de mais de 3%, enquanto o dólar recuava mais de 1% ante o real e as taxas de juros prefixadas mostravam comportamento misto a depender do vencimento observado.
Bom dia!Chegamos à sexta-feira novamente em tom de pessimismo nos mercados globais, com o conflito no Oriente Médio ainda sem perspectiva de encerramento, o que eleva hoje o petróleo acima dos 100 dólares e reduz o apetite dos investidores por risco. No noticiário econômico, o destaque mais recente foram os dados do IPCA-15 ontem, que apontaram alta mensal de 0,44% em março, mais uma vez acima das previsões de mercado. A agenda econômica de hoje inclui indicadores de confiança do consumidor nos EUA, enquanto, no cenário doméstico, os dados de contas externas e de desemprego deverão ser o destaque. Nos mercados agora cedo, as bolsas na Europa e os índices futuros nos EUA sugerem mais um dia de perdas. Por aqui, o Ibovespa abriu em queda e o dólar iniciou o dia em alta expressiva, voltando a se aproximar dos R$ 5,30.
Bom dia!O dia começa com nova surpresa para cima na inflação ao consumidor no Brasil e uma nova rodada de aversão a risco global, à medida em que o petróleo voltou a superar os US$ 100 diante da negação do Irã sobre qualquer negociação com os EUA, aprofundando as dúvidas sobre um cessar-fogo rápido na guerra no Oriente Médio, que já dura quase um mês. Entre os indicadores mais recentes, agora cedo, o IPCA-15 exibiu alta de 0,44% em março, resultado acima do esperado. Na agenda, no exterior, destaque para discursos de dirigentes do Fed e dados de pedidos de auxílio desemprego ambos nos EUA. No Brasil, além da divulgação do IPCA-15, teremos a apresentação do Relatório de Política Monetária. No mercado financeiro, o Ibovespa abriu em queda firme, diante das incertezas externas, e o dólar iniciou o dia em alta.
Bom dia.Os mercados começam o dia em tom positivo, com índices de ações europeus e americanos em alta e os preços do petróleo em queda, impulsionados novamente por notícias de que os EUA estariam buscando um cessar-fogo mais extenso com o Irã, embora o Irã tenha rejeitado a ideia de negociações até agora. Assim, por aqui, com uma agenda econômica modesta, com o tom positivo do exterior, o Ibovespa abriu em alta, mas o dólar iniciou o dia operando próximo da estabilidade.
Mesmo com a recente trégua nos conflitos no Oriente Médio, os impactos nas economias globais não puderam ser ignorados. Esse contexto tem pressionado custos de produção, afetado cadeias de suprimento e reforçado preocupações quanto à estabilidade econômica global, com reflexos diretos sobre inflação, atividade e fluxos financeiros.
A agenda econômica desta semana vem carregada de informações relevantes, com destaque para as expectativas de mercado captadas pela Pesquisa Focus, a Ata do Copom e o Relatório de Política Monetária, além do IPCA-15, dos dados do setor externo e do mercado de trabalho medidos pela PNAD Contínua. Esses indicadores devem ajudar a calibrar a leitura sobre inflação, atividade e o balanço macroeconômico no curto prazo.
Bom dia!Começamos mais uma semana de olho no que acontece no Oriente Médio. Agora pela manhã, o presidente americano afirmou publicamente que manteve conversas boas e produtivas sobre uma resolução completa das hostilidades na região e que instruiu o Departamento de Guerra a adiar todos os ataques militares contra usinas de energia e infraestrutura energética iranianas por um período de cinco dias, gerando alívio à situação de tensão vista durante o fim de semana e oferecendo algum apoio aos ativos de risco globais.Com uma agenda modesta hoje, o destaque no exterior fica por conta dos dados de confiança do consumidor na zona do euro e de dados de atividade e de gastos com construção nos EUA. Por aqui, sem indicadores de maior relevância, os ativos financeiros locais devem refletir o comportamento dos mercados globais. Na abertura, o Ibovespa abriu ainda em queda, mas pode se beneficiar do alívio das tensões geopolíticas ao longo do dia. Já o dólar iniciou o dia em queda ante o real.
Em meio à continuidade da forte volatilidade, os preços do petróleo voltaram a avançar fortemente nesta semana, impulsionados pelo agravamento da guerra entre EUA e Israel contra o Irã, que já dura três semanas e envolve ataques à infraestrutura energética e tensões que afetam também países vizinhos. Com isso, vem se elevando o temor de impactos econômicos globais mais duradouros, levando os mercados a revisarem suas expectativas para políticas monetárias de economias relevantes.Sob este contexto, até o início da tarde de sexta-feira, os principais índices acionários americanos registravam nova queda semanal, desta vez de mais de 1%. Em linha, o índice Stoxx 600, um índice amplo de ações europeias, registrou contração ampla, de mais de 3% no acumulado semanal. Por aqui, o Ibovespa iniciou a tarde de sexta com queda acumulada de pouco mais de 0,50%, exibindo resiliência em meio à forte aversão global a risco. Já o dólar exibiu breve queda ante o real, enquanto as taxas de juros prefixadas registraram queda semanal em praticamente todos os vencimentos, com exceção de alguns prazos mais curtos.
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