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Morning Call Banrisul Afinidade

Author: Morning Call Banrisul Afinidade

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Morning Call Banrisul Afinidade é o resumo diário de notícias econômicas e indicadores financeiros. Todos os dias, os analistas trazem informações essenciais que fazem a diferença na sua relação com o dinheiro.
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Em uma onda pessimista para o setor de tecnologia, cujo humor evaporou especialmente pelo peso indicação de Kevin Warsh ao Federal Reserve e de uma tormenta composta por balanços fracos e temores sobre inteligência artificial, os principais mercados mundiais recuavam até o início da tarde de hoje, com o S&P 500 e o Nasdaq apresentando quedas de 1,06% e 2,68%, respectivamente.
O pessimismo continua em Wall Street, uma vez que os principais mercados acionários dos Estados Unidos recuaram mais uma vez diante de uma forte onda de vendas no setor de tecnologia, especialmente entre empresas de software e computação em nuvem. Investidores têm adotado uma postura bastante cautelosa ao avaliar os impactos potenciais da inteligência artificial sobre players tradicionais de software, ao mesmo tempo em que absorviam novos balanços corporativos.
O sentimento de aversão permaneceu rondando o dia de ontem nas bolsas de Wall Street. Após a divulgação preliminar de uma receita trimestral que decepcionou investidores da fabricante de chips AMD, que por consequência teve queda de 17% em suas ações, os agentes do mercado temem valuations caras e se perguntam se as altas relacionadas à inteligência artificial atingiram o pico. Com isso, o S&P 500 recuou 0,52% e o Nasdaq, mais exposto ao setor de tecnologia, caiu 1,4%. Do outro lado do Atlântico, ecos desse pessimismo também chegaram ao mercado europeu, em que o DAX caiu 0,83%, uma vez que a indústria alemã possui forte participação no setor de tecnologia.
O mau humor rondou os mercados americanos ontem com os índices S&P 500 e Nasdaq fechando em quedas de 0,84% e 1,98%, respectivamente. O recuo foi impulsionado, sobretudo, por um forte movimento de venda nas empresas de software e serviços de computação em nuvem, diante de temores relacionados ao rápido avanço dos modelos de inteligência artificial e ao possível impacto sobre modelos de negócios já consolidados.
Os holofotes da agenda econômica da primeira semana de fevereiro devem se voltar para indicadores de atividade e confiança, além de decisões e sinalizações de política monetária no Brasil e no exterior. Entre os mais relevantes, a Ata do Copom e a Produção Industrial brasileira se sobressaem no cenário doméstico, além de dados importantes nos Estados Unidos, como os dados sobre a indústria e sobre o mercado de trabalho.
O mercado abriu de forma oposta ao observado no dia 30. Após o choque inicial causado pela indicação de Kevin Warsh ao Fed — que gerou incerteza e queda nos índices — os comentários do presidente do Fed de Atlanta, Raphael Bostic, trouxeram previsibilidade e reduziram temores de mudanças bruscas na política monetária. Essa mensagem de continuidade, somada à avaliação de que a economia segue resiliente e ao alívio momentâneo sobre riscos inflacionários e geopolíticos, estimulou o apetite ao risco e impulsionou as ações — especialmente de tecnologia — resultando nas altas de ontem, em 0,54% no S&P 500 e 1,65% no Nasdaq.
Mercados reagem a novos riscos geopolíticos no Oriente e à esperada indicação de um nome para a presidência do Fed.Em mais uma semana recheada de tensões geopolíticas, com novas ameaças de conflitos armados envolvendo os Estados Unidos (EUA) e o Irã, a indicação, no final da semana, de Kevin Warsh à presidência do Federal Reserve, teve efeitos modestos sobre o mercado financeiro. Em meio a tudo isso, em Wall Street, o índice S&P 500 avançou modestamente, com alta de pouco mais de 0,20% no acumulado semanal até o começo da tarde de sexta-feira, enquanto na Europa, o DAX, apontava queda de quase 1,5% no mesmo período. Além disso, o índice da moeda americana recuou pouco menos de 1% ante divisas pares, diante de forte volatilidade causada pela dinâmica de moedas pares, como o iene japonês e o euro.
O cenário externo foi marcado por um clima pessimista diante das leituras recentes do setor de tecnologia. Os índices S&P 500 e Nasdaq recuaram na ordem de 0,13% e 0,71%, respectivamente, principalmente devido à forte onda de aversão ao risco que inundou o segmento de informação no dia de ontem. O sentimento de aversão foi desencadeado especialmente por resultados corporativos que alimentaram dúvidas sobre a rentabilidade dos elevados investimentos em inteligência artificial. As ações da Microsoft, que caíram mais de 10% mesmo com resultados expressivos em suas receitas líquidas, foram o maior fator de pressão sobre os índices acionários.
O dia inicia sob estabilidade relativa nos mercados internacionais, especialmente nas bolsas americanas após a decisão do Federal Reserve de manter a taxa básica de juros na faixa de 3,5% a 3,75% ao ano. Em paralelo, o índice DAX, que mede o desempenho das empresas alemãs, obteve queda de 0,67%. O resultado puxado especialmente pela derrubada de mais de 11% das ações da empresa de software SAP — a maior desde 2020 —  após a companhia haver sinalizado desaceleração no crescimento da carteira de pedidos em nuvem para 2026 e divulgar expansão abaixo das expectativas no backlog atual. Além disso, as ações do Deutsche Bank recuaram mais de 2%, mesmo com o maior lucro anual desde 2007, após novas investigações das autoridades alemãs sobre possíveis práticas de lavagem de dinheiro.
Os futuros das bolsas dos EUA subiam nesta quarta-feira impulsionados pelo forte desempenho das ações de grandes empresas produtoras de chips — como Nvidia, Intel, Micron e Microchip — após resultados robustos de fornecedores destas empresas e recorde de pedidos da ASML. Lembrando que a ASML é a única produtora de máquinas de litografia de ponta, necessárias para a fabricação de semicondutores avançados, e conta com todos os principais fabricantes de chips como clientes.
A manhã começou com serenidade nos mercados globais. O Nasdaq, que encerrou ontem com um leve avanço de 0,32%, mantinha o embalo e exibia um fôlego adicional de 0,44%, reforçando a percepção de apetite por risco no segmento de tecnologia. No mesmo sentido, o S&P 500, embora ainda não estivesse operando até o momento dessa publicação, também registrou tendência altista ontem na ordem de 0,5%.
Vamos aos destaques da agenda econômica desta semana, que traz como principais destaques os dados de inflação no Brasil, as decisões de política monetária doméstica e dos Estados Unidos, além de indicadores relevantes de atividade e mercado de trabalho no Brasil, na Europa e na China.
Vamos aos destaques que marcaram esse início de semana, o humor dos mercados internacionais se mostrava mais cauteloso e seletivo, refletindo um processo de acomodação após um fechamento anterior amplamente positivo. Nos Estados Unidos, o Nasdaq já revelava pela manhã uma continuidade do fôlego observado na sexta-feira passada, quando havia avançado 0,25% e hoje vinha ampliando esse movimento com alta de 0,51%, enquanto o S&P 500 havia encerrado o último pregão com ganho marginal de 0,03%, sugerindo um avanço mais contido do apetite por risco.
A semana foi marcada por tensões geopolíticas entre Estados Unidos e players do outro lado do Atlântico, a saber, Europa e Irã. Em Wall Street, o S&P 500 recuou, no acumulado semanal, 0,32% enquanto o Nasdaq avançou 1,29%, sustentado por rotação setorial e maior tolerância ao risco em segmentos específicos. Na Europa, o DAX alemão acumulou queda de 1,75%, penalizado pelas incertezas geopolíticas e ruídos comerciais. No câmbio, o dólar recuou 1,14%, indicando enfraquecimento global do dólar diante dos ajustes de posição dos agentes.
O compasso dos mercados acionários amanhece com um humor entrecortado, em que avanços pontuais convivem com ajustes discretos. Nos Estados Unidos, o S&P 500 carrega o eco positivo do último fechamento, com alta de 0,55%, enquanto o Nasdaq, com negociações abertas hoje, exibe leve queda de 0,17%, sugerindo uma pausa cautelosa após recentes oscilações. No continente europeu, o pano de fundo também é misto: o DAX alemão recua 0,20%, refletindo um viés defensivo após o clima otimista que permeou o dia de ontem.
Os mercados globais iniciaram o dia em tom otimista após as declarações do presidente Donald Trump em Davos, onde adotou um tom mais ameno a respeito da questão sobre a Groenlândia, anunciando que não pretende escalar o conflito militarmente, bem como não pretende pressionar a Europa via tarifas. Com isso, o S&P500 encerrou o dia em alta de 1,16% e o NASDAQ, em avanço de 1,75%, este último já exibindo novo acréscimo hoje de 0,57%. No outro lado do Atlântico, o DAX alemão acompanha o sentimento de alívio e abriu o dia já avançando 1,26%.
Os mercados internacionais amanhecem com um humor ainda vacilante, embalados pela forte correção vista ontem em Wall Street, especialmente pelo S&P500, que recuou 2,06% e permanece fechado neste início de manhã. Enquanto isso, o Nasdaq, já aberto, opera já no terreno negativo, cedendo 0,31% após as quedas anteriores de segunda e terça-feira. Na Europa, o DAX alemão se junta à maré cautelosa e perde 0,88%, refletindo a sensibilidade dos investidores às declarações recentes de líderes políticos e ao aumento das tensões entre os Estados Unidos e a União Europeia. Entre as moedas, o dólar opera praticamente em estabilidade, com viés positivo de 0,06%, em um suspiro depois de dois dias de recuo decorrentes do rally geopolítico recente.
Ao amanhecer desta terça‑feira, os mercados globais seguem navegando em um mar de cautela, com o sentimento dos investidores balançando ao ritmo de incertezas externas. Nos Estados Unidos, o avanço das negociações ocorre sob um ambiente mais pesado, refletido no tom defensivo do Nasdaq, que aprofunda as correções ao recuar 0,66%, prolongando o movimento de baixa iniciado no dia anterior. A ausência de operação no S&P 500 limita referências domésticas, ampliando a sensibilidade aos ventos vindos da Europa e às oscilações das moedas globais — onde o DXY mantém trajetória descendente ao ceder 0,59%, revelando um dólar menos vigoroso frente a seus pares.
Os principais índices globais iniciam a semana exibindo um comportamento mais carregado, em razão das recentes declarações e ações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A recente reafirmação do mandatário americano em sua intenção de adquirir a Groenlândia gerou instabilidade política e diplomática, o que elevou o risco percebido pelos investidores. Com isso, as bolsas europeias amanheceram em queda, especialmente alemã e francesa.
Os principais índices globais iniciam a semana exibindo um comportamento mais carregado, em razão das recentes declarações e ações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A recente reafirmação do mandatário americano em sua intenção de adquirir a Groenlândia gerou instabilidade política e diplomática, o que elevou o risco percebido pelos investidores. Com isso, as bolsas europeias amanheceram em queda, especialmente alemã e francesa.
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