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Morning Call Banrisul Afinidade
Morning Call Banrisul Afinidade
Author: Morning Call Banrisul Afinidade
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Morning Call Banrisul Afinidade é o resumo diário de notícias econômicas e indicadores financeiros. Todos os dias, os analistas trazem informações essenciais que fazem a diferença na sua relação com o dinheiro.
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No noticiário econômico, destaque para a divulgação, ontem, do PIB brasileiro de 2025. A economia brasileira cresceu 2,3% em 2025, impulsionada principalmente por setores menos sensíveis ao ciclo econômico. A Agropecuária avançou 11,7% e respondeu por mais de um terço do crescimento, desempenho associado às safras recordes de milho e soja e ao bom resultado da pecuária.Vale notar que os mercados internacionais reagem positivamente a notícias sobre uma possível negociação entre Irã e Estados Unidos para encerrar o conflito, o que favorece também ativos de países emergentes. O petróleo recua levemente ante o dia anterior, enquanto os juros dos Treasuries voltam a avançar. No Brasil, a agenda interna tem como destaque a divulgação do relatório da Fenabrave de fevereiro e o índice de preços de commodities do BCB. Lá fora, o mercado deve acompanhar de perto a divulgação do Livro Bege e do relatório de empregos da ADP, ambos nos EUA.
Seguem a aversão ao risco em alta e a escalada dos preços do petróleo. Trump fala em até cinco semanas de conflito e não descarta o uso de tropas. Juros se elevam, principalmente para os prazos mais curtos por conta da perspectiva de que os bancos centrais deverão ser mais cautelosos. Na agenda dos EUA teremos as falas de alguns diretores do Fed.Por aqui, além dos dados de PIB do 4T25, os ativos financeiros domésticos devem registrar uma baixa performance por conta do ambiente externo adverso. O Tesouro deve reduzir sua oferta de NTN-B e priorizar as LFT no primeiro leilão de março.
A semana começa marcada pela combinação entre uma agenda econômica intensa e um ambiente geopolítico mais sensível, em especial após novos episódios de tensão no Oriente Médio, que mantêm o mercado global de energia em alerta e reforçam a volatilidade nos preços internacionais do petróleo, apesar dos danos relativamente contidos na bolsa de valores americana até o momento.
E começamos a semana em um ambiente de mercados marcados por dados relevantes de inflação no Brasil, sinais mistos na economia global e uma nova rodada de tensões geopolíticas que volta a influenciar preços de commodities e ativos financeiros.No cenário doméstico, o destaque fica por conta do IPCA‑15 de fevereiro, que avançou 0,84%, acima das expectativas.
Em meio ao retorno da volatilidade aos mercados acionários globais, índices de economias emergentes foram novamente privilegiados ao longo da semana marcada pelo revés sofrido pelo governo americano em relação à imposição de tarifas de importação. Assim, os principais índices de bolsa de valores dos Estados Unidos (EUA) apontavam queda semanal apenas marginal até o começo da tarde de sexta-feira, ao mesmo tempo em que o mercado acionário europeu registrava ganhos modestos.
A montanha russa que tem caracterizado os mercados da principal economia do mundo segue dando o tom. Após as altas que caracterizaram a quarta-feira, ontem o Nasdaq, que mede os resultados das 100 maiores empresas de tecnologia, caiu 1,26% após resultados negativos da Nvidia. Embora a gigante tenha superado as expectativas, suas ações despencaram mais de 5%, à medida que Wall Street demonstrava ceticismo quanto à sustentabilidade de um crescimento tão expressivo, impactando negativamente o índice de referência. Diante disso, parte dos investidores realizou lucros de papeis de empresas como Alphabet, Amazon e Apple, resultando em um efeito colateral também sobre o S&P 500, que fechou em queda de 0,54%.
Os mercados em Wall Street fecharam o dia de ontem em bom humor, impulsionados principalmente por uma onda de otimismo em relação à inteligência artificial. Gigantes como a Microsoft subiram 3%, à medida que os investidores se livraram das preocupações anteriores relacionadas às tarifas. O Nasdaq, que capta os movimentos da área de tecnologia, fechou em alta de 1,10% e liderou a recuperação do mercado. O setor teve ânimo renovado pelo anúncio de novas parcerias de IA empresarial da Anthropic e por um sentimento geral de alívio após um discurso patriótico sobre o Estado da União. Com isso, o S&P 500 registrou um aumento de 0,81%, marcando seu segundo dia consecutivo de ganhos e recuperando as perdas do início da semana.
Vamos aos destaques desta quarta-feira. O S&P 500 apresentou recuperação, subindo 0,77%, à medida em que os investidores se livraram dos termos do "apocalipse da IA", que haviam provocado uma onda de vendas um dia antes. Essa recuperação foi amplamente liderada pelo Nasdaq.
O humor dos principais mercados financeiros do ocidente fechou o dia de ontem em tom pessimista, com o S&P 500 caindo 1,04% e o Nasdaq recuando 0,70%. Sinais persistentes de inflação, retórica agressiva do Federal Reserve e intensificação dos riscos geopolíticos entre os Estados Unidos e Irã foram as causas do mal estar percebido. Do outro lado do Atlântico, o DAX seguiu a tendência global de aversão ao risco com uma queda de 1,06%. O movimento foi impulsionado principalmente por um ressurgimento da incerteza em relação à política comercial, após o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciar uma nova tarifa global de 15%, na sequência de uma decisão da Suprema Corte americana que havia anulado impostos "recíprocos" anteriores.
Vamos aos destaques da agenda econômica desta semana, a qual reserva atenção especial para os dados de inflação e mercado de trabalho no Brasil, com destaque para o IPCA-15 e o Caged, além de indicadores fiscais e de crédito. No exterior, o foco recai sobre atividade e inflação nas economias centrais, especialmente Estados Unidos e zona do euro.
A sexta-feira fechou em cenário de sinais mistos nas bolsas de Nova York. Investidores ligados a setores não intensivos em tecnologia encerraram o dia sob leve otimismo, em resultado impulsionado pela decisão da Suprema Corte de derrubar as amplas tarifas anteriormente impostas pelo governo. Por outro lado, players ligados ao setor de tecnologia permaneceram céticos quanto à rentabilidade imediata dos investimentos maciços em inteligência artificial e ao impacto de novas ameaças de tarifas emitidas pelo presidente Donald Trump logo após a decisão.
As bolsas de valores apresentaram retomada ao longo da semana, em meio a sinais de atividade ainda resiliente, porém com inflação mais comportada nos Estados Unidos, e a indícios de recuperação gradual da economia, com pressões de preços mais moderadas, na zona do euro. Nesse ambiente, os ativos domésticos apresentaram desempenho positivo no período, reforçando a atratividade da bolsa brasileira, diante de expectativas otimistas sobre a política monetária.
Os mercados em Wall Street fecharam o dia de ontem sob uma pequena onda de aversão ao risco. O S&P 500 caiu 0,28% e o Nasdaq seguiu o mesmo caminho com uma queda de 0,33%, em grande parte devido à escalada das tensões entre EUA e Irã e ao ultimato do presidente Trump, que deu de '10 a 15 dias' para as negociações nucleares serem concluídas.
O cenário financeiro teve como pano de fundo boas notícias no mundo corporativo e um cenário geopolítico de alerta. O destaque foi uma parceria entre a Nvidia e a Meta, que reacendeu o ciclo de hype da Inteligência Artificial e levou investidores em tecnologia a uma onda de compras. No entanto, o clima de celebração foi parcialmente atenuado pela última ata do Federal Reserve, que insinuou uma abordagem de ‘esperar para ver’ e não descartou possíveis aumentos de juros se a inflação persistir.
O mercado financeiro viveu dias de verdadeira montanha-russa, onde o humor dos investidores oscilou entre a cautela estratégica e reações a tensões geopolíticas latentes. O grande pano de fundo foi a expectativa em torno de falas de dirigentes do Federal Reserve e o monitoramento de conflitos internacionais, que mantiveram o "modo de espera" ligado em diversos momentos. Enquanto alguns agentes buscavam abrigo em ativos de segurança, outros tentavam decifrar se os balanços corporativos ainda teriam fôlego para sustentar as máximas históricas. Esse cenário de incerteza serviu como o combustível principal para as movimentações, ou a falta delas, nos principais painéis de cotação ao redor do globo.
A semana nos mercados financeiros foi definida pela queda de braço entre o entusiasmo tecnológico e a cautela monetária. O período começou sob a pressão de avaliações esticadas no setor de software, mas rapidamente encontrou suporte em investimentos massivos em infraestrutura de IA e semicondutores, que levaram bolsas globais a patamares históricos.
A sexta-feira 13 de hoje amanhece sob o susto dos mercados diante dos dados de emprego nos EUA mais fortes do que o esperado, o que corroeu as esperanças de cortes nas taxas de juros de curto prazo pelo Federal Reserve e alimentou a especulação de que as taxas permaneceriam altas por mais tempo. Isso implica receio de que os custos de investimentos no setor de tecnologia possam se manter altos no médio prazo. Com isso, as principais praças de negócios mundiais se afastaram de ativos de risco, especialmente os ligados ao setor de tecnologia, o que se traduziu em sólidas quedas dos principais índices em Wall Street.
Os mercados em Wall Street amanheceram sob o fechamento cauteloso do dia de ontem. Os principais índices acionários da maior economia do mundo mantiveram um comportamento praticamente estável em decorrência da expectativa da publicação dos dados de emprego. Com isso, o S&P 500 fechou em estabilidade, enquanto o Nasdaq teve leve queda 0,15%. Do outro lado do oceano, o DAX alemão obteve queda um pouco mais acentuada diante de um movimento de sell-off de ações de empresas de tecnologia tradicionais, como SAP.
Os mercados financeiros da maior economia do mundo acordaram sob ressaca das boas retomadas dos dias anteriores. O S&P 500 e o Nasdaq fecharam o dia de ontem com recuos de 0,33% e 0,59%, respectivamente. As quedas foram motivadas principalmente por dados fracos de vendas no varejo em dezembro, que ficaram estáveis, contrariando a expectativa de alta de 0,4%, sinalizando uma possível desaceleração do consumo e da atividade econômica no início do ano.
A retomada otimista permanece em Wall Street, impulsionado principalmente pela forte recuperação das ações de tecnologia após um período de volatilidade. O S&P 500 e o Nasdaq subiram 0,47% e 0,29%, respectivamente, puxados especialmente pelas ações da Oracle, que teve um upgrade de recomendação por parte de analistas especializados no setor, motivado especialmente por uma maior confiança em sua estratégia de infraestrutura para inteligência artificial.








