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Psicanálise e Cultura
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Psicanálise e Cultura

Author: Psicanalista Sandro Cavallote

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Meu nome é Sandro Cavallote. Sou Psicanalista, professor, escritor e comunicólogo e a ideia deste podcast é falar sobre psicanálise, inconsciente, Escuta, linguagem, comunicação, tecnologia, cultura, mídia e o que aparecer na mente. Pensar o "Mal-estar da nossa época". Sem um roteiro pré-definido, a construção do conteúdo é basicamente apertar o REC e gravar o que sai, inclusive erros, sons externos do ambiente e até atos falhos. Nada de muita formalidade, sem pretensão nenhuma de qualquer coisa. Sejam bem-vindos. Novos episódios semanais. Mais informações: https://linktr.ee/sandrocavallote
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135 - Prover e servir

135 - Prover e servir

2026-03-0918:41

Neste episódio, mergulho em uma dinâmica que, mesmo com as mudanças sociais, ainda organiza silenciosamente nossas relações amorosas, familiares e sociais: a oposição entre o provedor e a servidora.Partindo dos campos semânticos das palavras "prover" e "servir", exploramos como essas funções, historicamente ligadas ao masculino e ao feminino, deixaram de ser meros papéis sociais para se tornarem verdadeiras estruturas de identidade e reconhecimento.O que acontece quando um homem não consegue mais prover? E quando uma mulher decide não servir? Por que o dinheiro ainda é usado como moeda de poder para justificar a desigualdade no cuidado?Com exemplos da clínica e um olhar atento à psicanálise, discutimos:Como o machismo estrutural transforma destinos sociais em sofrimento subjetivo.A "carga mental" e o cansaço psíquico de estar sempre disponível.O impacto disso na educação das crianças e na perpetuação de ciclos.A importância de desnaturalizar esses papéis para construir relações mais flexíveis e saudáveis.Não se trata de abolir o ato de prover ou servir, mas de transformá-los de destinos herdados em escolhas conscientes.🎧 Ouça agora e reflita: como essas dinâmicas se manifestam na sua vida?📚 Conheça os cursos e livros de Sandro Cavallote.🔔 Inscreva-se no canal do YouTube para mais conteúdos.
Neste episódio, partimos dessa provocação para refletir sobre a imagem social do analista como intelectual, culto, detentor de um saber superior — e sobre o quanto essa ideia pode tanto enriquecer quanto excluir. A psicanálise nasce em um ambiente erudito, com Sigmund Freud dialogando com literatura, filosofia e ciência. Mas será que a erudição é condição para a prática clínica ou ela pode se tornar uma performance identitária?Falamos sobre formação, universidade, elitização, “produtização” do saber, linguagem inacessível e o risco de transformar teoria em mecanismo de poder. Discutimos também o lugar das escolas — como a tradição de Jacques Lacan — e o que realmente está em jogo quando alguém se nomeia freudiano ou lacaniano.Mais do que uma resposta fechada, este episódio propõe uma reflexão ética: o saber que acumulamos está a serviço da escuta ou do nosso narcisismo? A psicanálise é performance cultural ou posição diante do sofrimento humano?Uma conversa sobre erudição, linguagem, política e responsabilidade na transmissão da psicanálise.🎧 Ouça, compartilhe e leve essa discussão para seus espaços de estudo e prática.
Neste episódio do Psicanálise e Cultura, convido você a pensar sobre algo aparentemente simples — mas profundamente revelador: a dificuldade (ou a potência) de estar só.Por que para tantas pessoas é tão angustiante sentar à mesa sozinhas? O que está em jogo quando precisamos sempre de alguém por perto? A partir da clínica e do pensamento de Donald Winnicott, Sigmund Freud, Sándor Ferenczi e Melanie Klein, conversamos sobre a capacidade de estar só, as marcas psíquicas do abandono e a construção de uma relação menos persecutória com o próprio desejo.Estar só não é solidão.Estar só pode ser conquista.Pode ser cuidado.Pode ser reconciliação.Talvez aprender a comer consigo mesmo seja também aprender a não se abandonar.
No episódio de hoje do Psicanálise e Cultura, proponho uma reflexão direta e necessária: psicanálise é substantivo.Em um tempo em que proliferam versões adjetivadas — psicanálise religiosa, psicanálise cristã, psicanálise coaching, psicanálise “humanizada” — volto à pergunta fundamental: o que acontece quando a psicanálise deixa de ser núcleo e passa a ser complemento?Partindo da própria gramática, discuto a diferença entre substantivo e adjetivo para pensar algo maior: a autonomia ética, clínica e teórica da psicanálise. Porque adjetivar nunca é neutro. Todo adjetivo orienta, normatiza, direciona — e, muitas vezes, captura.Retomo Sigmund Freud, suas advertências sobre neutralidade, abstinência e responsabilidade ética, e passo por Sándor Ferenczi e Donald Winnicott para sustentar uma ideia central: as transformações e debates internos à psicanálise nascem de dentro do campo — não da submissão a morais externas ou a demandas de mercado.Sustentar a psicanálise como substantivo é, hoje, uma posição ética e política. É recusar sua banalização, sua domesticação e seu uso como instrumento de poder ou de salvação.🎧 Dê o play e venha pensar comigo: quando adjetivamos a psicanálise, o que estamos realmente fazendo com ela?
Neste episódio do Psicanálise e Cultura, Sandro Cavallote propõe uma reflexão incômoda e necessária sobre o lugar que as redes sociais — especialmente o Instagram — passaram a ocupar na nossa vida psíquica, nos afetos e no desejo.Longe de um discurso tecnofóbico ou moralizante, o episódio investiga como as redes deixaram de ser apenas espaços de troca para se tornarem dispositivos de captura da atenção, da subjetividade e do sofrimento. Uma gramática do olhar que organiza o que deve ser visto, desejado e reconhecido — e, muitas vezes, quem merece existir.A partir da clínica psicanalítica, da cultura digital e da experiência cotidiana, o episódio discute o esvaziamento do desejo, a lógica da performance, a transformação da vida em conteúdo e o empobrecimento do espaço público. Também aborda a importância da regulamentação das plataformas, da proteção de crianças e adolescentes e da responsabilidade dos adultos na educação midiática.“Por uma vida sem Instagram” não é um convite ao abandono da tecnologia, mas à construção de uma relação mais ética, consciente e menos colonizada pelos algoritmos. Uma defesa do direito ao silêncio, à intimidade, à opacidade e ao tempo da elaboração.Entre o brilho da tela e a densidade da vida, este episódio convida à pergunta: o que tudo isso faz conosco?🎧 Um episódio para quem deseja pensar, sentir e existir para além da lógica da vitrine.
🎧 Transferência: responsabilidade, afeto e poderNeste episódio do Psicanálise e Cultura, Sandro Cavallote propõe um deslocamento necessário: pensar a transferência não apenas como um conceito técnico, mas como um campo ético, afetivo e profundamente político. A partir de Freud, Ferenczi e Winnicott, a conversa percorre a assimetria da relação analítica, os riscos da idealização, a responsabilidade do lugar de suposto saber e os perigos da captura da transferência como instrumento de poder, tutela ou dominação.Quando a escuta vira controle? Quando o cuidado se transforma em violência? E o que sustenta, de fato, a segurança afetiva na clínica? Um episódio para quem entende que, sem ética e responsabilidade, a psicanálise se perde de si mesma.🎙️ Apresentação: Sandro Cavallote
🎙️ Episódio: “A pergunta que não quer calar: Psicanálise é Psicoterapia?”🎧 Apresentação: Sandro CavalloteNeste episódio, adentramos um dos debates mais espinhosos — e fundamentais — do campo psicanalítico: afinal, a psicanálise é ou não uma psicoterapia?Partindo de Freud e da noção inaugural de “cura pela fala”, percorremos as transformações históricas da clínica psicanalítica, a virada da centralidade do sintoma para a verdade do sujeito e a cisão que se estabelece entre psicanálise e psicoterapia. O episódio discute as diferenças de horizonte entre práticas voltadas ao ajustamento e uma clínica orientada pelo desejo e pelo inconsciente.O diálogo passa pela crítica lacaniana à psicoterapia adaptativa, pelo contraponto ferencziano que recoloca o cuidado com o sofrimento no centro da experiência analítica, e pelo modo como, no Brasil, essa distinção ganhou contornos institucionais, éticos e legais. Também refletimos sobre a prática clínica concreta, onde as fronteiras nem sempre são nítidas e a pergunta decisiva passa a ser: a serviço de quê está a escuta?Mais do que oferecer uma resposta fechada, este episódio propõe deslocar a pergunta. Talvez a psicanálise não prometa bem-estar, mas algo mais exigente: um encontro com a verdade e com a responsabilidade subjetiva.Um convite à escuta, à crítica e à reflexão.Siga o podcast, compartilhe e participe do debate nos comentários.
No episódio 128, a fala é sobre por que insistimos em repetir sofrimentos que já conhecemos tão bem?Por que, diante da possibilidade de algo novo, preferimos voltar para a mesma rua escura de sempre?Neste episódio, Sandro Cavallote revisita a compulsão à repetição freudiana para pensar o que nos mantém fiéis ao sintoma, à dor conhecida, ao “diabo familiar”. Não se trata de falta de força de vontade, mas de uma economia psíquica poderosa, protetora e, ao mesmo tempo, aprisionante.Falamos sobre:compulsão à repetição e fidelidade ao sintomamedo do novo e da angústia do desconhecidoluto, elaboração e perlaboraçãopor que mudar dói — e por que permanecer dói tambémUm convite a trocar a dor estéril da repetição por uma dor fértil, capaz de abrir espaço para a invenção de novos modos de existir.
No episódio 127 do Psicanálise e Cultura, Sandro Cavallote nos convida a pensar sobre um dos instrumentos centrais da psicanálise: a palavra. Mas não qualquer palavra — e sim aquelas que escorregam, falham, repetem, silenciam e dizem mais do que aparentam dizer.Em “O vocabulário do inconsciente: palavras que não dizem o que dizem”, o episódio percorre a ideia de que o inconsciente se manifesta justamente nas brechas da linguagem: nos lapsos, nos atos falhos, nas metáforas insistentes, nas escolhas aparentemente banais de palavras e nos silêncios que atravessam a fala.A partir de Freud e da experiência clínica, o episódio aborda:a diferença entre o vocabulário manifesto e o vocabulário latente,a escuta das repetições, hesitações e desvios da linguagem,a palavra como porta de entrada para o desejo e o recalcado,e o papel ético do analista como tradutor de sentidos — nunca como intérprete fechado.Sandro também articula o tema à formação do psicanalista, discutindo o tripé clássico da psicanálise — análise pessoal, estudo teórico e supervisão clínica — como um verdadeiro processo de alfabetização do inconsciente. Uma formação que exige ampliar o vocabulário técnico, mas também sensível, cultural e humano.O episódio defende ainda a importância de uma formação plural: filosofia, artes, história, linguística, literatura e cultura contemporânea como campos que enriquecem a escuta clínica e evitam o empobrecimento da prática psicanalítica.Em uma reflexão que atravessa clínica, cultura e ética, este episódio propõe que cuidar das palavras é cuidar do desejo — e que formar-se analista é assumir um compromisso permanente com a escuta, a linguagem e a singularidade de cada história.🎧 Um episódio para quem se interessa por psicanálise, linguagem, formação clínica e pelas palavras que nos habitam mais do que imaginamos.Aperte o play e venha escutar o que as palavras ainda não disseram.
No episódio 126 do Psicanálise e Cultura, Sandro Cavallote propõe uma reflexão direta e necessária: por que a psicanálise não dá conselhos — e por que ela também não precisa de um Conselho regulador.Partindo da palavra “conselho”, o episódio percorre dois eixos centrais da ética psicanalítica. De um lado, a recusa do analista em ocupar o lugar daquele que sabe o que é melhor para o outro, sustentando a aposta no desejo e na responsabilidade subjetiva. De outro, o debate contemporâneo no Brasil sobre a criação de um Conselho Federal de Psicanálise e os riscos da normatização de uma prática fundada no singular, no caso a caso e na transmissão viva.Ao longo do episódio, discutem-se temas como:a diferença entre escuta e orientação,a função ética da não-sugestão na clínica,a formação do analista para além de diplomas e grades curriculares,a implicação subjetiva como eixo da prática psicanalítica,e a regulação feita pelos pares, pelas escolas e pela própria experiência clínica.Em uma cultura ávida por respostas prontas, garantias e manuais de conduta, este episódio é um convite a sustentar a falta de garantias — tanto na vida quanto na clínica — como condição para o desejo, a responsabilidade e a invenção.🎧 Um episódio para quem se interessa por psicanálise, ética, formação clínica e pelos impasses contemporâneos entre singularidade e regulamentação.Aperte o play e siga conosco nessa jornada.
Neste episódio, Sandro Cavallote investiga as hiperrotinas e a tirania do tempo produtivo que domina a vida contemporânea.Uma análise que aborda:A transformação do tempo em uma mercadoria rara, constantemente medida e otimizada por uma lógica militar de tarefas e metas.A ilusão de controle: como o preenchimento excessivo da agenda com atividades (trabalho, exercício, autocuidado) esconde a fuga do vazio e a pressão por estar sempre em movimento.A perspectiva psicanalítica: o inconsciente é atemporal e o desejo não obedece a relógios. Tentar encaixotá-lo em planilhas gera um conflito profundo.As consequências: burnout, ansiedade e insônia como sintomas de uma "vida sem intervalo", onde não há espaço para o vazio criativo e o sujeito se torna um mero executor de tarefas.Um convite para refletir: será que controlamos nosso tempo, ou estamos sendo controlados por ele?
Neste episódio, Sandro Cavallote mergulha na importância dos ritos para a psique humana e para a cultura.Uma reflexão que percorre:A função ancestral dos ritos, desde as primeiras civilizações, como organizadores do caos e transformadores do medo em gesto simbólico.A visão freudiana: os ritos como uma forma de contenção das forças pulsionais e uma mediação essencial entre o desejo e a cultura.A psicanálise como herdeira dos ritos: como o setting analítico (horário fixo, espaço constante) age como um rito moderno, criando a moldura simbólica para a fala do inconsciente.A consequência da perda: o que acontece quando uma sociedade perde seus ritos de passagem e, com eles, a noção de pertencimento e a capacidade de atravessar transformações.Uma conversa sobre como os rituais, do sagrado à clínica, nos ensinam a transformar dor em linguagem e a encontrar sentido nas passagens da vida.
Neste episódio, Sandro Cavallote investiga as "outras margens da psicanálise". Para além do setting tradicional do divã, onde mais a escuta psicanalítica pode acontecer?A fala percorre:As origens da psicanálise, que desde Freud já enxergava o sofrimento para além do consultório, se repetindo na cultura e nas instituições.A pergunta: quando uma prática de acolhimento universal passou a ser vista como elitista?A expansão da escuta do inconsciente, que começa no sintoma individual mas se abre para as estruturas sociais que o produzem.A reflexão sobre o que significa "ser psicanalista" hoje: é apenas atender em consultório, ou é sustentar uma ética que pode se deslocar para diversos territórios?Um convite para pensar a psicanálise como uma prática de escuta social e política.
Neste episódio, falamos sobre a apatia — quando nada mais afeta.O que significa viver um estado de "a-pathos", a ausência de afeto? Partindo da visão da apatia como virtude na filosofia estóica, chegamos à sua compreensão na psicanálise: um sintoma contemporâneo de desinvestimento e desconexão da vida.Nesta reflexão, exploramos:A apatia como um "sintoma silencioso" que anestesia o desejo.A diferença entre a serenidade estóica e o esgotamento psíquico atual.Como a frase "nada me motiva" revela um mal-estar profundo.A interpretação psicanalítica: a apatia como defesa contra o excesso de demandas do mundo.Uma conversa necessária sobre por que, às vezes, a mente decide simplesmente parar de sentir.
Neste episódio, Sandro Cavallote analisa a demanda "curar burnout pra voltar a trabalhar". Por que essa frase é tão sintomática do nosso tempo?Refletimos sobre:A medicalização da produtividade: a cura como "reprogramação" para funcionar.A natureza do burnout como um colapso que afeta a identidade do sujeito.Como o trabalho, de via de sublimação, tornou-se uma servidão emocional.A pressão social que nos manda "voltar pra linha" após um colapso.Uma discussão necessária sobre por que, quando o trabalho adoece, o sujeito adoece junto.
Este episódio discute o lugar da psicanálise na sociedade e a necessidade de implicação dos psicanalistas com as questões do mundo. Relembra as clínicas públicas criadas por Freud como experiências de democratização e contrapõe isso ao elitismo que ainda marca parte da prática psicanalítica. Argumenta que o racismo, o machismo, a desigualdade e os preconceitos de classe atravessam a escuta clínica, e que ignorá-los é repetir o apagamento social. Defende uma psicanálise comprometida com o mal-estar coletivo e com o acolhimento de todos os sujeitos — não apenas dos que podem pagar por ele. 
O foco aqui é a ética da psicanálise e a importância do tripé formativo: análise pessoal, supervisão e estudo teórico. Defende-se que só quem passa pela própria experiência analítica pode escutar de forma verdadeira o sofrimento do outro. O episódio valoriza a análise pessoal como um ato ético — não apenas técnico —, que funda a posição do analista. Escutar o inconsciente do outro requer ter enfrentado o próprio; a clínica, assim, se torna uma experiência viva, marcada pela humildade, pela escuta e pela implicação subjetiva do analista. 
 Neste episódio, a reflexão gira em torno da construção das identidades na era digital, onde o sujeito — especialmente o adolescente, mas não só ele — vive sob a lógica da performance e da curadoria de si. A edição constante da imagem substitui o vivido pelo exibido, criando uma espécie de “eu para o outro” mediado por algoritmos. A psicanálise é convocada como um espaço de descompressão dessa lógica, onde o sujeito pode existir fora da edição, reencontrando o desejo e a falta como elementos estruturantes da experiência humana. 
O episódio propõe uma reflexão sobre a alteridade como essência do encontro humano e fundamento ético da psicanálise. A partir de Freud e Ferenczi, discute o exercício da escuta como abertura ao outro — dentro e fora de nós — e conecta essa escuta às dimensões políticas e culturais do sofrimento. Fala do racismo, do machismo e das exclusões simbólicas como expressões de uma sociedade que teme a diferença, e mostra como práticas culturais como o samba e o rap transformam dor em linguagem. Conclui que sustentar a alteridade é um ato de resistência e humanidade. Veja também a versão em vídeo no Youtube!• Conheça meus espaços de transmissão: Link aqui• Instagram: Link aqui• E-mail: cavallote@gmail.com Obrigado por escutar o podcast!
"No geral, a combinação entre ambos - solidão e solitude – talvez seja um caminho mais saudável. Porque não há como se evitar a solidão. Em algum ponto, teremos que lidar com ela e com nossas relações pessoais de desamparo. E isso é parte do que nos constitui humanos a partir das relações afetivas e tem uma conexão direta com buscar ajuda e permitir ser ajudado. Para muitos de nós esse é um dilema que tira noites de sono, mas também diz muito sobre nós e está muito presente no setting analítico. "Vamos falar sobre o assunto?Ref.:"O Aprendiz do desejo" - Francisco DaudtVeja também a versão em vídeo no Youtube!• Conheça meus espaços de transmissão: Link aqui• Instagram: Link aqui• E-mail: cavallote@gmail.com Obrigado por escutar o podcast!
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