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Rafael Lemos
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Nesta mensagem, o Pr. Rafael Lemos, com o texto em Êxodo, capítulo 3, versículos 5 e 6, nos traz uma reflexão sobre a quem Deus escolhe, contrariando a lógica humana.Moisés estava longe do auge da vida. Carregava um passado marcado por erro, fuga e fracasso. Aos olhos humanos, talvez fosse o “pior” candidato para qualquer grande missão. E é justamente nesse cenário que Deus se revela.Ao dizer: “Tira as sandálias dos pés, porque o lugar em que estás é terra santa” (v.5), Deus mostra que a santidade não está no currículo de Moisés, mas na presença d’Ele. O chão comum se torna santo quando Deus decide se manifestar. Não foi Moisés que santificou o lugar; foi Deus que deu sentido àquele momento.No versículo 6, Deus se apresenta como “o Deus de teu pai, o Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó”. Ele se conecta a uma história de promessas, mas escolhe agir por meio de um homem quebrado. Isso revela algo poderoso: Deus não é apenas o Deus dos fortes, dos prontos ou dos exemplares. Ele também é o Deus dos cansados, dos feridos, dos que falharam — o Deus dos “piores”, segundo o olhar humano.Deus não ignora o passado de Moisés, mas também não permite que ele defina o futuro. A sarça que queimava sem se consumir nos lembra que a graça de Deus nos envolve sem nos destruir, nos chama sem nos expor à vergonha e nos transforma sem nos anular.Essa palavra ecoa até hoje: não importa quão distante alguém se sinta, quão inadequado pareça ou quão pesado seja o passado. Quando Deus chama, Ele santifica o caminho, restaura a identidade e revela que Sua escolha não depende da nossa perfeição, mas da Sua soberania.O Deus dos piores é, na verdade, o Deus que transforma histórias improváveis em testemunhos vivos da Sua graça.E quando Ele chama, até o deserto vira lugar de encontro.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
Nesta mensagem, o Pr. Caleb Loureiro, com os textos em I Coríntios, capítulo 13, versículo 11 e Salmos, capítulo 119, versículo 105, nos traz uma reflexão sobre discernir nossas escolhas.A vida é feita de escolhas. Algumas simples, quase automáticas. Outras profundas, silenciosas, que definem rumos, destinos e até quem nos tornamos. O apóstolo Paulo, em I Coríntios 13:11, nos lembra que existe um tempo de amadurecimento espiritual: “Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino e pensava como menino; quando cheguei a ser homem, desisti das coisas próprias de menino.”Esse texto não fala apenas de idade, mas de discernimento. Crescer em Deus é aprender a escolher melhor. É deixar decisões impulsivas, emocionais ou imaturas e passar a agir com responsabilidade espiritual, entendendo que cada passo tem consequências.Mas como discernir os próximos passos em meio a tantas vozes, pressões e incertezas? O salmista nos dá a resposta em Salmos 119:105: “Lâmpada para os meus pés é a tua palavra e luz para o meu caminho.”Repare: a Palavra de Deus não ilumina toda a estrada de uma vez, mas o próximo passo. Ela nos dá clareza suficiente para avançar com fé, mesmo sem ver todo o futuro. Escolhas guiadas pela Palavra não são apressadas, nem baseadas apenas no que sentimos, mas fundamentadas no que Deus diz.Discernir é isso: ouvir mais a Deus do que o barulho ao redor. É perguntar antes de decidir. É alinhar desejos ao propósito. É entender que maturidade espiritual nos leva a escolher não apenas o que é permitido, mas o que é proveitoso.Talvez hoje você esteja diante de decisões importantes. Lembre-se: crescer é deixar o que é raso e abraçar o que é eterno. Quando a Palavra ilumina seus passos, mesmo escolhas difíceis se tornam seguras, porque Deus vai à frente.Que nossas escolhas revelem maturidade, e nossos passos sejam guiados pela luz da Palavra.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
Nesta mensagem, o Pr. Geraldo Motta, com o texto em João, capítulo 2, versículos 1 ao 11, nos traz uma reflexão sobre a importância de ter a Jesus bem próximo de nós.O primeiro milagre de Jesus acontece em um ambiente simples e cotidiano: um casamento. Uma festa, alegria, pessoas reunidas. Mas, de repente, surge um problema inesperado — o vinho acaba. Aquilo que simbolizava celebração, comunhão e alegria se esgota. É nesse cenário que aprendemos uma lição profunda: Jesus foi convidado para estar ali.Maria percebe a falta e leva o problema a Jesus. Ela não tenta resolver sozinha, não entra em desespero, apenas confia. Sua atitude revela uma verdade essencial da fé: quando convidamos Jesus para participar da nossa vida, até aquilo que parece comum pode se tornar extraordinário.Jesus transforma água em vinho, e não em qualquer vinho, mas no melhor. Isso nos ensina que quando Jesus age, Ele não remenda situações, Ele transforma por completo. O que estava sem sabor, sem alegria e sem esperança ganha um novo sentido. Assim também é conosco: há momentos em que nossa “festa” acaba, a força se vai, a esperança parece faltar. Porém, se Jesus for convidado, Ele muda o cenário.Outro detalhe marcante é a orientação de Maria aos serventes: “Fazei tudo o que Ele vos disser” (Jo 2:5). O milagre acontece quando há obediência. Convidar Jesus não é apenas chamá-lo para perto, mas permitir que Ele dirija nossas decisões, nossos caminhos e nossas atitudes.Por fim, o texto diz que, após esse sinal, os discípulos creram nele. O milagre revelou a glória de Jesus. Quando O convidamos para nossa história, outros também passam a enxergar quem Ele é através da transformação que acontece em nós.Convide Jesus para sua casa, para seus projetos, para seus relacionamentos e até para suas crises. Onde Ele é convidado, a alegria é restaurada, o vazio é preenchido e o melhor de Deus se manifesta no tempo certo.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
Nesta mensagem, o Pr. Glauter Ataide, com o texto em Salmos, capítulo 139, versículos 1 ao 17, nos traz uma reflexão destes escritos de Davi e sua comunhão com Deus.O Salmo 139 nos apresenta um Deus que não faz nada pela metade. Desde o primeiro versículo, Davi declara: “Senhor, tu me sondas e me conheces”. Isso revela um Deus que conhece profundamente, que investiga cada detalhe e não ignora nenhuma parte da nossa história. Ele não trabalha com improvisos, mas com propósito.Nos versículos seguintes, percebemos que Deus conhece nossos caminhos, pensamentos e palavras antes mesmo que elas cheguem à nossa boca. Isso nos ensina que a obra de Deus em nós não é superficial. Ele não nos vê apenas por fora; Ele atua no íntimo, tratando áreas que ninguém mais consegue alcançar.Quando o salmista afirma que não há como fugir da presença de Deus, entendemos que Sua obra é constante e contínua. Seja no mais alto céu ou no mais profundo abismo, Deus está ali. Isso nos lembra que Ele não abandona aquilo que começou. O Deus que inicia a obra é o mesmo que permanece até completá-la.Os versículos 13 a 17 revelam um dos pontos mais profundos desse salmo: Deus nos formou no ventre da nossa mãe. Cada detalhe foi planejado, cada dia foi escrito antes que existisse. Não somos fruto do acaso, mas resultado de uma obra pensada, desenhada e executada com perfeição. Deus é especialista em obras completas.Essa verdade confronta nossas inseguranças e sentimentos de insuficiência. Muitas vezes nos vemos como inacabados, falhos ou quebrados, mas Deus nos enxerga a partir do propósito final. O que para nós ainda parece processo, para Ele já está dentro do plano.Confiar no Deus de obras completas é descansar na certeza de que Ele não erra, não desiste e não deixa nada pela metade. Se Ele começou algo em sua vida, Ele vai concluir. O salmo 139 nos convida a viver com essa confiança: estamos nas mãos de um Deus que conhece, forma, sustenta e completa a Sua obra em nós.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
Nesta mensagem, o Pr. Glauter Ataide, com o texto em João, capítulo 21, versículos 13 ao 18, nos traz uma reflexão sobre recomeços.Após a ressurreição, Jesus encontra os discípulos à beira do mar. Pedro, que havia negado o Mestre três vezes, carrega o peso da culpa, do fracasso e da vergonha. Humanamente falando, sua história parecia marcada por um fim triste. Mas João 21 nos revela algo poderoso: com Jesus, o fim nunca é o fim — é o começo de algo novo.No versículo 13, Jesus toma o pão e o peixe e os oferece aos discípulos. Antes de qualquer correção ou confronto, há provisão, cuidado e comunhão. Isso nos ensina que o recomeço começa na mesa, no relacionamento restaurado, na graça que acolhe antes de julgar.Em seguida, Jesus se dirige diretamente a Pedro (v.15–17). Três perguntas, três oportunidades de reafirmação do amor. O mesmo número de vezes que Pedro negou, agora ele confessa: “Senhor, tu sabes que te amo”. Aqui vemos o poder do recomeço: Deus não ignora o passado, mas também não nos aprisiona a ele. Ele transforma falhas em testemunhos e quedas em aprendizado.Jesus não apenas restaura Pedro emocionalmente, mas o reposiciona no propósito: “Apascenta as minhas ovelhas”. O recomeço em Deus não é apenas perdão, é missão renovada. Pedro não volta ao ponto zero; ele avança para um novo nível de maturidade e responsabilidade.No versículo 18, Jesus fala sobre o futuro de Pedro, mostrando que aquele que um dia teve medo agora seria fortalecido para permanecer fiel até o fim. O recomeço não apaga as cicatrizes, mas dá sentido a elas.Aplicação para nós: Talvez você se sinta como Pedro: frustrado, envergonhado, achando que falhou demais. Mas o texto nos lembra que Jesus continua nos chamando pelo nome, nos convidando a sentar à mesa e a recomeçar. O poder do recomeço está na graça que restaura, no amor que cura e no chamado que permanece.Com Jesus, sempre existe uma nova chance. O recomeço é possível, o propósito continua e a história não acabou.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
Nesta mensagem, a Pra. Karlla Sales, com o texto em I Pedro, capítulo 1, versículos 13 ao 16, nos traz uma reflexão sobre santidade.Vivemos em um tempo em que tudo parece relativo. Valores mudam, verdades são negociadas e o “normal” muitas vezes se afasta da vontade de Deus. É exatamente nesse contexto que o apóstolo Pedro ecoa um chamado que continua extremamente atual: “Sede santos, porque Eu sou santo”.Pedro começa dizendo: “cingindo o vosso entendimento” (v.13). Em outras palavras, santidade começa na mente. Não é apenas sobre aparência externa ou regras religiosas, mas sobre pensamentos alinhados com a esperança que temos em Cristo. Uma mente disciplinada pela Palavra protege o coração das distrações e seduções deste século.Em seguida, ele nos lembra que não fomos chamados para viver segundo as antigas paixões, quando vivíamos na ignorância (v.14). A santidade exige rompimento com o passado. Não dá para seguir a Cristo carregando os mesmos padrões de antes. Quem teve um encontro com Jesus passa por uma mudança de direção, de valores e de desejos.Pedro então eleva o nível do chamado: “como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver” (v.15). Santidade não é algo limitado ao culto, ao púlpito ou aos momentos espirituais. Ela se manifesta em toda a vida: nas escolhas diárias, nas palavras, nos relacionamentos, no trabalho e até quando ninguém está olhando.O fundamento desse chamado não é a nossa capacidade, mas o caráter de Deus: “porque escrito está: sede santos, porque Eu sou santo” (v.16). Somos chamados a refletir quem Deus é. Santidade não é peso, é identidade. Não é isolamento do mundo, mas viver no mundo sem ser moldado por ele.Em um tempo de tanta confusão moral e espiritual, a santidade não é um chamado antigo ou ultrapassado — é um chamado urgente e atual. Ser santo hoje é ser luz onde há trevas, ser firme onde tudo é instável e viver de forma que Deus seja visto através de nós.Santidade não é perfeição, é decisão diária de viver para Deus.Que o nosso viver proclame, sem palavras, que pertencemos Àquele que é santo para sempre.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
Nesta mensagem, o Pr. Caleb Loureiro, com o texto em Efésios, capítulo 6, versículos 10 ao 18, nos traz uma reflexão sobre ao nossa luta espiritual diária e como vencê-la.Todos nós estamos em luta. Nem sempre contra pessoas, circunstâncias ou falta de recursos, mas contra batalhas invisíveis que tentam enfraquecer nossa fé, roubar nossa paz e nos fazer desistir. Paulo deixa isso claro: “a nossa luta não é contra carne e sangue”. Muitas vezes erramos o inimigo e, por isso, lutamos do jeito errado.Efésios 6 nos chama para uma mudança de postura: não lutar com nossas próprias forças, mas nos fortalecer no Senhor e na força do Seu poder. Antes de qualquer estratégia, Deus nos convida a depender d’Ele. Quem tenta lutar sozinho se cansa rápido; quem luta no Senhor encontra resistência para permanecer de pé.A armadura de Deus revela que essa guerra é espiritual e diária.O cinto da verdade nos mantém firmes quando as mentiras tentam nos confundir.A couraça da justiça protege o coração contra a culpa e a condenação.O evangelho da paz nos pés nos dá direção mesmo em terrenos difíceis.O escudo da fé apaga os dardos inflamados do medo, da dúvida e do desânimo.O capacete da salvação guarda a mente, lembrando quem somos em Deus.A espada do Espírito, a Palavra, não é defesa apenas, é ataque contra o engano.Mas Paulo encerra com algo essencial: a oração. Não existe vitória sem vida de oração. É nela que recebemos estratégia, força e discernimento. A oração não é o último recurso da guerra; é o primeiro movimento de quem entende que a batalha é do Senhor.Lutar as minhas guerras não significa vencê-las sozinho, mas lutar do jeito certo. Vestido da armadura de Deus, fortalecido no Senhor e com os joelhos dobrados em oração, descobrimos que algumas batalhas não se vencem com força, mas com fé. E quem permanece de pé em Deus já está caminhando para a vitória.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
Nesta mensagem, o Pr. Glauter Ataide, com o texto em João, capítulo 11, versículos 20 e 21, nos traz uma reflexão sobre Deus, e o fato dÊle nunca nos abandonar, mesmo quando não vemos o Seu agir.O texto acima, nos apresenta Marta diante de uma das dores mais profundas da alma humana: a perda. Lázaro está morto. Jesus, aquele que ela cria ser a resposta, demorou. Quando Marta corre ao encontro de Jesus, suas palavras carregam fé… mas também frustração: “Senhor, se tu estivesses aqui, meu irmão não teria morrido.”Quantas vezes nós também já falamos isso em silêncio?“Se Deus estivesse comigo, isso não teria acontecido.”“Se Ele se importasse, teria chegado antes.”Marta não diz que deixou de crer, mas revela o conflito entre a fé e a dor. Ela não acusa Jesus de abandono, mas expõe um coração ferido pelo tempo de Deus, que não coincide com o nosso.O detalhe poderoso desse texto é que Jesus não havia abandonado Marta e Maria, mesmo parecendo ausente. Ele estava presente o tempo todo, ainda que invisível aos olhos delas. O atraso não era descaso; era propósito. Jesus não chegou tarde — chegou no tempo certo para revelar algo maior: Ele não apenas evita a morte, Ele é a ressurreição e a vida.Às vezes Deus não impede a dor, mas Ele entra nela.Às vezes Ele não evita o choro, mas chora conosco.Às vezes Ele não chega quando queremos, mas sempre chega quando precisamos.Ser cristão não é nunca sofrer, é nunca sofrer sozinho. A cruz nos prova isso. Se houve um momento em que alguém poderia parecer abandonado, foi ali. Mas até o silêncio de Deus fazia parte do plano da redenção.Se hoje você sente que Deus se atrasou, que Ele não veio como você esperava, lembre-se: a ausência aparente de Deus nunca é abandono real. Ele está trabalhando além do que seus olhos conseguem ver.Marta encontrou Jesus fora da aldeia, no meio da dor. E é exatamente aí que Ele continua nos encontrando.Abandonados por Deus? Nunca.Provados, sim.Esquecidos, jamais.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
Nesta mensagem, o Pr. Caleb Loureiro, com o texto em Gálatas, capítulo 6, versículos 7 e 8, nos traz uma reflexão sobre o que devemos semear para este ano novo em nossa vida.A Palavra nos adverte com clareza: “Não vos enganeis: de Deus não se zomba; pois aquilo que o homem semear, isso também ceifará.” A lei da semeadura é simples, justa e inevitável. Ela revela que nossas escolhas de hoje constroem o amanhã que viveremos.Paulo nos lembra que existem dois tipos de sementes: as da carne e as do Espírito. Semear na carne é viver guiado pelos desejos imediatos, pelo orgulho, pela pressa, pela indiferença à vontade de Deus. Essas sementes até podem parecer vantajosas no começo, mas o texto é direto: a colheita é corrupção, desgaste, vazio.Por outro lado, semear no Espírito é escolher obedecer, mesmo quando é difícil. É plantar perdão quando o impulso é revidar, fidelidade quando a tentação é ceder, generosidade quando o medo manda reter. Quem semeia no Espírito colhe vida eterna — uma vida que começa agora, marcada por paz, propósito e comunhão com Deus.A lei da semeadura também nos ensina sobre o tempo. Entre a semente e a colheita existe um processo. Muitas vezes queremos colher rapidamente aquilo que ainda estamos plantando, ou desistimos porque não vemos resultados imediatos. Deus, porém, trabalha no tempo certo. Nenhuma semente correta fica sem resposta.Essa reflexão nos chama à responsabilidade e à esperança. Responsabilidade, porque não podemos culpar Deus pela colheita de escolhas que fizemos conscientemente. Esperança, porque sempre é tempo de mudar o tipo de semente que estamos lançando.Que hoje façamos uma avaliação sincera: o que tenho semeado com minhas atitudes, palavras e decisões? A colheita virá. Que ela seja de vida, fruto do Espírito e honra ao Senhor.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
Nesta mensagem, o Pr. Glauter Ataide, com o texto em Gênesis, capítulo 17, versículos 15 ao 21, nos traz uma reflexão sobre as promessas de Deus em nossa vida.Há um detalhe poderoso neste texto acima: Deus muda o nome de Sarai para Sara e declara que ela seria mãe de nações. O problema aparente é o tempo. Abraão tinha quase cem anos, Sara já havia passado da idade fértil, e a promessa parecia “atrasada”. Humanamente, tudo indicava que o prazo havia vencido. Mas o céu não trabalha com a lógica do relógio humano.As promessas de Deus não envelhecem. O que envelhece é a nossa esperança quando tentamos medir Deus pelo tempo, pelas circunstâncias ou pelas limitações naturais. Para Deus, a promessa não estava velha; ela estava madura.Abraão até tenta sugerir uma alternativa: “Tomara que Ismael viva diante de ti” (v.18). É a tendência humana de aceitar o “plano B” quando o plano original parece impossível. Mas Deus é claro: “Sara, tua mulher, te dará um filho”. A promessa não seria adaptada à pressa humana nem ao improviso do medo. Deus reafirma: o filho da promessa viria, e seu nome seria Isaque — “riso”. Aquilo que começou com incredulidade terminaria em alegria.Esse texto nos ensina que: O tempo não anula o que Deus prometeu.A idade não limita o agir de Deus.A esterilidade não cancela o propósito divino.Deus marca até uma data: “por este tempo, no ano seguinte” (v.21). Isso revela que, mesmo quando não vemos, o céu já tem um cronograma. O silêncio de Deus não é esquecimento; muitas vezes é preparação.Talvez hoje você esteja olhando para uma promessa antiga e pensando que já passou da validade. Mas Deus não trabalha com promessas vencidas. Se Ele falou, Ele sustenta. Se Ele prometeu, Ele cumpre. A promessa pode ter esperado, mas não envelheceu.Conclusão: Enquanto os anos passam, Deus permanece fiel. As promessas de Deus não perdem força com o tempo — elas ganham testemunho. O que Ele disse ainda está de pé, e no tempo certo, o riso vai voltar.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
Nesta mensagem, o Pr. Rafael Lemos, com o texto em I Reis, capítulo 12, versículos 1 ao 11, nos traz uma reflexão sobre os erros do rei Roboão, e como eles podem nos ensinar e nortear durante o próximo ano de 2026.O texto acima, nos apresenta um momento decisivo na história de Israel. Roboão, filho de Salomão, assume o trono em um tempo de transição. O povo se aproxima com um pedido claro: aliviar o jugo pesado imposto pelo seu pai. Era uma oportunidade de começar um novo ciclo com sensibilidade, escuta e sabedoria.Roboão até pergunta, mas não discerne. Ele ouve dois conselhos:– Os anciãos, que sugerem serviço, humildade e diálogo.– Os jovens, que defendem dureza, orgulho e imposição de força.O erro de Roboão não foi a falta de conselho, mas a escolha errada de quem ouvir. Ele desprezou a experiência, a empatia e a visão de longo prazo, e preferiu uma postura autoritária que agradava seu ego. O resultado foi trágico: ruptura, divisão e perda.Ao entrar em 2026, esse texto nos confronta diretamente. Vivemos um tempo de muitas vozes, opiniões rápidas e decisões impulsivas. Como Roboão, somos constantemente pressionados a decidir:– Vamos governar pela arrogância ou pelo serviço?– Vamos ouvir apenas quem confirma nossas vontades ou quem nos confronta com sabedoria?– Vamos responder às crises com dureza ou com discernimento espiritual?Roboão acreditou que força gera respeito, mas a Bíblia nos mostra que serviço gera autoridade. Ele pensou que endurecer garantiria controle, mas acabou perdendo tudo. Em 2026, muitos erros não virão por falta de capacidade, mas por falta de humildade para ouvir Deus e pessoas certas.Uma lição para este novo tempo.O texto nos ensina que: Decisões sem sensibilidade produzem divisões desnecessárias.Liderança sem escuta gera afastamento.Orgulho disfarçado de firmeza sempre cobra um preço alto.2026 será um ano em que Deus nos chamará a liderar melhor nossas escolhas, palavras, famílias, ministérios e projetos. Não é tempo de aumentar o jugo, mas de aliviar. Não é tempo de impor, mas de servir. Não é tempo de provar força, mas de demonstrar maturidade.Conclusão: O erro de Roboão nos alerta: quem começa mal, mesmo com grande potencial, pode perder o que recebeu. Mas quem começa com temor, escuta e dependência de Deus constrói um futuro sólido.Que em 2026 não repitamos o erro de Roboão.Que escolhamos ouvir a voz de Deus acima do nosso ego.Que sejamos firmes, sim — mas cheios de graça, sabedoria e discernimento.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
Nesta mensagem, o Pr. Rafael Lemos, com o texto em I Corintios, capítulo 16, versículos 5 ao 9, nos traz uma reflexão sobre nossas escolhas e decisões para 2026.Ao escrever aos coríntios, o apóstolo Paulo não fala apenas de planos de viagem. Ele revela uma postura espiritual diante do futuro. Em I Coríntios 16:5–9, Paulo diz que pretende passar pela Macedônia, ficar algum tempo com a igreja, talvez até o inverno, mas tudo está submetido à direção de Deus. Ao mesmo tempo, ele declara: “porque uma porta grande e oportuna se me abriu; e há muitos adversários”.Essa palavra nos ajuda a profetizar 2026 não como um ano de acaso, mas de propósito.1. O futuro é planejado, mas guiado por DeusPaulo tinha planos claros, porém não independentes de Deus. Profetizar 2026 não é tentar controlar o amanhã, mas alinhar nossos projetos à vontade do Senhor. O futuro pertence a Deus, e quando colocamos nossos planos no altar, Ele ajusta rotas, tempos e prioridades.2026 não será apenas o ano que você planejou, mas o ano que Deus conduziu.2. Permanecer onde Deus abre a portaPaulo afirma que ficaria em Éfeso porque havia uma porta grande e eficaz aberta. Nem sempre portas abertas são lugares confortáveis, mas são lugares estratégicos. Profetizar 2026 é declarar discernimento para reconhecer as portas de Deus e coragem para permanecer nelas.Onde Deus abrir portas em 2026, ali haverá propósito, crescimento e frutificação.3. Portas abertas não anulam adversáriosPaulo não romantiza o futuro: ele diz claramente que havia muitos adversários. Isso nos ensina que oposição não é sinal de fracasso, mas muitas vezes confirmação de que estamos no centro da vontade de Deus.Profetizar 2026 é declarar que, mesmo com lutas, a porta continuará aberta.4. Um ano de oportunidades espirituaisPaulo vê o tempo como oportunidade. Ele entende que cada estação tem uma missão. Profetizar 2026 é declarar que será um ano de sensibilidade espiritual, onde não perderemos o tempo, nem as oportunidades que Deus nos confiará.2026 será um ano de portas abertas, maturidade espiritual e avanço no Reino.Declaração profética: Profetizamos que 2026 será um ano guiado por Deus, marcado por portas abertas, discernimento para permanecer no propósito e coragem para enfrentar os desafios. Onde houver adversários, haverá graça. Onde houver desafios, haverá crescimento. E onde Deus nos posicionar, ali viveremos o cumprimento das Suas promessas.Que 2026 não seja apenas um novo ano, mas uma nova estação em Deus.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
Nesta mensagem, o Pr. Rafael Lemos, com o texto em Lucas, capitulo 2, versículos 21 ao 32, nos traz uma reflexão sobre não percamos a esperança, assim como foi com Simeão.O texto acima, nos apresenta dois personagens quase silenciosos, mas profundamente cheios de fé: Simeão e Ana. Pessoas comuns, marcadas pelo tempo, pela espera e, certamente, por muitas perguntas sem respostas aparentes. Ainda assim, eles nos ensinam uma verdade poderosa: quem espera em Deus nunca espera em vão.Simeão tinha uma promessa. O Espírito Santo lhe havia revelado que ele não morreria antes de ver o Cristo do Senhor. Os dias passaram, os anos se acumularam, e nada parecia mudar. Contudo, Simeão não perdeu a esperança. Ele continuou indo ao templo, continuou crendo, continuou esperando. Até que, em um dia aparentemente comum, Deus transformou o ordinário em eterno. Um bebê nos braços, simples aos olhos humanos, mas suficiente para Simeão declarar: “Os meus olhos já viram a tua salvação.”A esperança verdadeira não depende da rapidez das respostas, mas da fidelidade de Deus às Suas promessas. Deus pode não agir no nosso tempo, mas Ele nunca se atrasa.Ana também aparece como sinal dessa esperança perseverante. Viúva, idosa, marcada por perdas, ela não se afastou da presença de Deus. Jejuava, orava e servia dia e noite. Quando viu Jesus, passou a anunciar que a redenção havia chegado. A esperança que permanece em Deus não apenas sustenta o coração, ela se torna testemunho para outros.Este texto nos lembra que a esperança não é negar a dor, mas crer apesar dela. Simeão e Ana viveram em um tempo de opressão, silêncio profético e incertezas, mas mantiveram o coração firmado em Deus.Talvez você esteja vivendo um tempo de espera. Talvez as promessas pareçam distantes, e o cansaço queira roubar sua fé. Lucas 2 nos convida a olhar para além das circunstâncias e confiar: Deus está agindo, mesmo quando tudo parece silencioso.Não perca a esperança. O que Deus prometeu, Ele cumprirá. O mesmo Cristo que Simeão tomou nos braços continua sendo hoje luz para iluminar os que estão em trevas e glória para o povo de Deus.Espere. Confie. Persevere. A esperança tem nome — JesusSe esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
Nesta mensagem, o Pr. Glauter Ataide, com o texto em Isaías, capítulo 9, versículos 1 ao 7, nos traz uma reflexão sobre o nascimento de Jesus, nosso presente e esperança.Isaías anuncia esperança em meio a um cenário de opressão, medo e escuridão. O povo carregava um jugo pesado, vivia sob a ameaça constante e sentia-se sem futuro. É nesse contexto que o profeta proclama: “um menino nos nasceu, um filho se nos deu”. A promessa de Deus não chega como um exército poderoso, mas como um presente — frágil aos olhos humanos, porém eterno em seu propósito.O texto afirma que Deus quebraria o jugo, o peso sobre os ombros, a vara do opressor. Isso revela que o nascimento desse Menino não é apenas um fato histórico ou simbólico; é uma intervenção divina na realidade humana. Onde havia escravidão, Ele traz libertação. Onde havia guerra, Ele anuncia o fim das armas. Onde reinava o medo, nasce a paz.Esse Menino recebe nomes que revelam quem Ele é: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz. Não são apenas títulos poéticos, mas declarações de cuidado. Ele aconselha quando estamos confusos, fortalece quando estamos fracos, permanece quando tudo passa e governa trazendo paz verdadeira — não a ausência de problemas, mas a presença de Deus no meio deles.Isaías também afirma que o governo está sobre os seus ombros. Isso nos lembra que o controle não está em nossas mãos nem nas circunstâncias, mas em Cristo. O presente que Deus nos deu não é temporário, não perde o valor com o tempo e não depende do nosso merecimento. Ele cresce, se estabelece e não tem fim.Por fim, o texto diz que o zelo do Senhor dos Exércitos fará isso. A promessa não se cumpre pela força humana, mas pelo amor fiel de Deus. O nascimento desse Menino é a maior prova de que Deus não desistiu da humanidade.Um menino nasceu. Um presente nos foi dado.Que essa verdade renove nossa fé, traga esperança ao coração cansado e nos lembre que, mesmo em tempos difíceis, Deus continua presenteando o mundo com Sua graça.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
Nesta mensagem, o Pr. Geraldo Motta, com o texto em Marcos, capítulo 10, versículos 46 a 52, nos traz uma reflexão sobre o cego de Jericó e nós.Bartimeu estava à beira do caminho — e não apenas fisicamente. Cego, marginalizado e reduzido à condição de pedinte, ele vivia no limite da esperança. A multidão passava, a vida seguia, e ele permanecia ali, esquecido aos olhos humanos. Mas aquele dia não era comum: Jesus estava passando.Ao ouvir que era Jesus de Nazaré, Bartimeu não pediu informações, não esperou convite, não se calou diante das circunstâncias. Ele clamou: “Jesus, Filho de Davi, tem misericórdia de mim!”Tentaram silenciá-lo. A mesma multidão que caminhava com Jesus achava que o clamor de Bartimeu era incômodo. Mas a esperança verdadeira não se cala com a repressão. Quanto mais o mandavam calar, mais ele clamava. Porque quem sabe que precisa de um milagre não negocia sua fé.Jesus para. O clamor sincero sempre faz Cristo parar. Aquele que parecia invisível torna-se o centro da cena. Jesus manda chamá-lo, e então acontece algo poderoso: Bartimeu lança fora a capa. Aquela capa era mais do que um agasalho; era símbolo de sua identidade antiga, de sua dependência, de sua vida limitada. Ele deixa para trás o que o definia até então, porque quem crê de verdade entende que não se pode correr para o novo segurando o velho.Jesus pergunta: “Que queres que eu te faça?”A resposta é simples, direta e cheia de fé: “Mestre, que eu veja.”Bartimeu não pede esmola, pede visão. Ele não quer apenas sobreviver; quer viver plenamente. E Jesus declara: “Vai, a tua fé te salvou.”Imediatamente ele vê. Mas o milagre não termina nos olhos. O texto diz que Bartimeu passou a seguir Jesus pelo caminho. Antes estava à beira; agora está no caminho. Antes clamava por esperança; agora caminha com Aquele que é a própria esperança.Essa história nos confronta e nos convida: Onde você está hoje: à beira do caminho ou no caminho com Jesus?O que tem tentado calar o seu clamor?Que “capa” você precisa lançar fora para viver o novo de Deus?O clamor de Bartimeu nos ensina que fé não é silêncio conformado, é voz que insiste. Quem clama com fé pode até começar à beira do caminho, mas termina andando com Cristo.Nunca subestime o poder de um clamor cheio de esperança. Jesus ainda para. Jesus ainda chama. Jesus ainda transforma.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
Nesta mensagem, o Pr. Rafael Lemos, com o texto em Romanos, capítulo 8, versículos 28 e 29, nos traz uma reflexão sobre todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, mesmo quando as cosias não vão bem.Há momentos na vida em que tudo escurece de repente. Como num eclipse, aquilo que antes iluminava o nosso caminho parece ser encoberto: sonhos, forças, certezas, respostas. O coração pergunta: “Onde Deus está?” — e o silêncio parece mais alto que a fé.Romanos 8:28 nos oferece uma verdade que não nega a dor, mas a ressignifica: “Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus…”Paulo não diz que todas as coisas são boas. Ele diz que cooperam para o bem. O eclipse não é a ausência do sol; é apenas um alinhamento momentâneo que encobre sua luz. Da mesma forma, o sofrimento não significa que Deus deixou de agir — muitas vezes, Ele está trabalhando justamente quando não conseguimos enxergar.O versículo 29 aprofunda esse entendimento ao revelar o propósito por trás do processo: “Porque os que de antemão conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho…”O “bem” de Deus nem sempre é conforto imediato; é transformação eterna. Nos eclipses da vida, Deus não está apenas nos tirando de algo — Ele está nos formando em alguém: mais parecidos com Cristo. O caráter é moldado na sombra, a fé amadurece no silêncio, e a esperança se fortalece quando aprendemos a confiar sem ver.Assim como o eclipse passa e a luz volta a brilhar, também as estações difíceis não são permanentes. O sol nunca deixou de estar lá. Deus nunca deixou de estar presente. O que hoje parece confusão, amanhã será testemunho. O que hoje dói, amanhã revelará propósito.Se você está vivendo um eclipse, lembre-se: não é o fim da luz, é o início de um processo. Deus está alinhando todas as coisas — inclusive as que você não entende — para revelar em você a imagem do Filho.E quando a luz voltar a brilhar, você perceberá: não saiu ileso, saiu transformado.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
Nesta mensagem, o Pr. Glauter Ataide, com o texto em Filipenses, capítulo 2, versículos 1 ao 11, nos traz uma reflexão sobre a humildade de Jesus, nosso exemplo.O texto acima, nos conduz ao centro da fé cristã: o mistério da humildade de Cristo. Paulo convida a igreja a viver em unidade, mansidão e serviço — mas não a partir de uma força humana, e sim inspirada no próprio Jesus, o Rei eterno que se fez servo.Quando Paulo diz: “Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus”, ele nos apresenta o maior paradoxo da história: Aquele que era Deus não se agarrou ao Seu lugar de glória, mas desceu até a forma de escravo. Ele não apenas assumiu a humanidade; assumiu a posição mais baixa dentro dela. Ele não veio para ser servido, mas para servir — e servir até o fim, até a morte, e morte de cruz.Esse movimento de Cristo — da glória ao serviço, do trono à cruz — revela uma verdade profunda: a grandeza no Reino de Deus não é conquistada pelo poder, mas pela humildade. Ele é o Rei, mas um Rei que lava pés. Ele é soberano, mas escolheu a cruz. Ele é Senhor, mas tomou o avental do servo.Enquanto o mundo exalta quem sobe, Cristo é exaltado justamente porque desceu. “Pelo que Deus o exaltou soberanamente…” — Sua exaltação vem como resposta à Sua rendição. Isso nos ensina que, no Reino, o caminho para cima passa por descer; o caminho para a glória passa pelo serviço; o caminho para a vida passa pela entrega.E Paulo aplica isso diretamente a nós: se Cristo se humilhou, como nós poderíamos insistir em viver de forma orgulhosa?Se Ele serviu, como não serviríamos uns aos outros?Se Ele abriu mão de Seus direitos, como temos dificuldade em abrir mão dos nossos?O texto nos desafia:A deixar de lado disputas e vaidades.A colocar os interesses dos outros acima dos nossos.A viver não para sermos reconhecidos, mas para reconhecermos a Cristo em tudo.No final, quando confessamos que “Jesus Cristo é Senhor”, estamos dizendo mais que uma frase: estamos reconhecendo o Senhor que reina porque serviu, o Rei que venceu porque se entregou, o Deus que se fez escravo para nos libertar.Se esta mensagem edificou a sua via, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
Nesta mensagem, o Pr. Rafael Lemos, com o texto em Lucas, capítulo 15, versículos 11 ao 32, nos traz uma reflexão sobre a parábola do filho pródigo.Quando olhamos para 2025, muitos de nós enxergamos uma palavra que parece resumir tudo: correria. Foi um ano intenso, cheio de compromissos, desafios, pressões, metas, cobranças e muitas vezes… distâncias.Distância de nós mesmos.Distância de quem amamos.Distância de Deus.E é justamente por isso que a parábola do filho pródigo fala tão profundamente com a gente neste momento de retrospectiva.1. A Correria que nos Afasta (v. 12–16)O filho mais novo tinha pressa. Pressa de viver, pressa de conquistar, pressa de ser dono da própria história.Mas a correria o levou para longe da casa do pai — e, finalmente, para longe de si mesmo.Assim como ele, talvez em 2025 você também correu muito…Correu atrás de resultados.Correu atrás de aceitação.Correu para tentar provar algo.Correu tanto que se perdeu no caminho.Há um tipo de correria que não nos leva para frente, mas para longe.2. O Cansaço que Desperta (v. 17)A Bíblia diz que o filho “caindo em si” decidiu voltar.Esse momento é precioso: o instante em que a correria desacelera e finalmente ouvimos o que a alma tenta sussurrar há meses.Talvez 2025 tenha sido o ano em que você também caiu em si:Percebeu que estava esgotado.Notou que estava tentando alimentar a alma com aquilo que não sustenta.Entendeu que não dá para viver longe da presença do Pai.O cansaço, às vezes, é a forma de Deus dizer: “Volta. Aqui é o teu lugar.”3. O Amor que Corre na Direção Oposta (v. 20)A correria de 2025 te afastou?A correria de Deus te traz de volta.O texto diz que o pai correu ao encontro do filho.Enquanto o filho vinha exausto, Deus vinha correndo com graça.Enquanto o filho vinha arrependido, Deus vinha com restauração.Enquanto o filho vinha com medo do futuro, Deus vinha com um abraço que cura o passado.O Pai não espera a tua perfeição. Ele te recebe do jeito que você está.4. A Festa da Restauração (v. 22–24)A retrospectiva do céu sobre você não é marcada pela sua queda, mas pela sua volta.Não é sobre onde você errou, mas sobre quem você voltou a ser.Quando o filho regressa, o pai não pergunta detalhes da falha, não humilha, não cobra. Ele celebra.2025 foi correria?Foi difícil?Foi confuso?Deus quer encerrar este ano não com juízo, mas com festa.Não com acusação, mas com acolhimento.Não com vergonha, mas com vestes novas.5. Final de Ano é Chamado à Consciência (v. 31–32)A fala final do pai ao filho mais velho nos lembra: “Tudo o que é meu é teu.”Ou seja:Pare de correr atrás do que já é seu.Pare de disputar aquilo que Deus já te deu.Pare de se comparar, se exaurir, se medir pelo ritmo dos outros.A correria nos tira da identidade.A presença do Pai nos devolve o propósito.Conclusão: Retrospectiva 2025: Correria não é apenas sobre o que você viveu, mas sobre o que Deus quer transformar.O ano pode ter sido turbulento, mas você não termina 2025 longe da casa do Pai.Você termina abraçado, restaurado, perdoado e plenamente amado.Que ao fechar este ciclo você possa dizer:“Eu corri muito… mas Deus correu atrás de mim ainda mais.”E que 2026 seja o ano não da correria, mas da presença.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
Nesta mensagem, o Pr. Caleb Loureiro, com o texto em Filipenses, capítulo 1, versículos 20 ao 22, nos trás um reflexão sobre como viver uma vida que vale a pena.O apóstolo Paulo, ao escrever aos Filipenses, revela talvez um dos maiores níveis de maturidade espiritual que alguém pode alcançar. Em meio a prisões, incertezas e perigos, ele declara: “Para mim, o viver é Cristo, e o morrer é lucro.” (Fp 1:21)Essa não é uma frase bonita para ser citada; é uma convicção profunda, nascida de alguém que entendeu o verdadeiro propósito da vida.1. Viver é Cristo: A vida como missãoPaulo deixa claro que a vida só faz sentido quando Cristo é o centro.Não é viver com Cristo, nem para Cristo apenas — é viver Cristo.Significa que: Cristo é o motivo das nossas escolhas; Cristo é a direção dos nossos passos; Cristo é o conteúdo das nossas ações; Cristo é a razão da nossa existência.Quando Paulo diz “viver é Cristo”, ele está dizendo:“Se eu continuar vivendo, será para frutificar. Minha vida pertence a Ele.”E aqui está um ponto crucial: Viver não é sobreviver.Viver não é apenas existir.Viver não é só cumprir rotinas, pagar contas e esperar o próximo problema.Viver é Cristo significa viver com propósito, com missão, com frutos que glorificam a Ele.2. Morrer é lucro: A perspectiva eternaPara o mundo, morrer é perda.Mas para aquele que pertence a Cristo, morrer é lucro, porque significa estar para sempre com Ele.Paulo não via a morte como um fim, mas como um encontro.Não como derrota, mas como recompensa.Não como algo a temer, mas como algo que sela a vitória.E isso só é possível quando se entende que: Nada neste mundo vale mais do que Cristo; A eternidade é mais real do que a vida terrena; A nossa esperança não está aqui, mas Nele.3. O dilema de Paulo: ficar ou partirNos versículos 22 e 23, Paulo revela o conflito do coração:Se viver, frutifica; Se morrer, descansa com Cristo; De ambos os lados, ele vê propósito e vitória.Esse dilema não é medo — é maturidade.Paulo não está dividido entre vida e morte, mas entre serviço e encontro.Entre continuar a missão e finalmente ver Aquele por quem viveu.4. E nós?A grande pergunta é: O que é viver para nós hoje?Temos vivido Cristo… ou apenas vivido?Se tirassem nossos títulos, cargos, bens, planos e rotinas… o que sobraria?Sobraria Cristo?Se para nós, “morrer” ainda é sinônimo de perda, talvez seja porque viver ainda não se tornou Cristo.5. Conclusão: O convite de Filipenses 1:20–22 é simples e profundo: Faça de Cristo o centro da sua vida hoje… para que a eternidade seja o lucro de amanhã.Quando Cristo é nossa razão de viver, a vida é fruto, e a morte é vitória.Que possamos alcançar a maturidade de Paulo e declarar com convicção: “Viver é Cristo. E morrer… é lucro.”Se esta mensagem edificou a sua vida, surta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
Nesta mensagem, o Pr. Rafael Lemos, com o texto em II reis, capítulo 13, versículos 13 ao 20, nos traz uma reflexão sobre a vida do rei Jeoás, e a importância da fé e da ação decisiva.Há momentos na vida em que a nossa força acaba, o ânimo some, e a frase que brota da alma é: “Por mim eu parava agora.” Parece que tudo pede pausa, desistência, rendição. E é justamente nesse ponto que o texto de 2 Reis 13:14–20 conversa com a nossa realidade.Eliseu estava doente, à beira da morte. Humanamente, ele estava no limite. Mas é justamente nessa hora que o rei Joás o procura, desesperado por uma direção. E mesmo debilitado, Eliseu não se entrega à paralisia. Ele não diz: “Por mim, eu parava agora.”Pelo contrário: ele abre uma janela de esperança, dá instruções, profetiza vitória, e ensina um princípio poderoso:1. A exaustão humana não cancela o propósito divino.Eliseu já tinha servido por décadas. Podia dizer: “Chega.”Mas ele entende algo: o propósito não termina quando a força do homem acaba, mas quando Deus diz que terminou.Quantas vezes nós pensamos:“Se dependesse só de mim, eu parava.”“Eu não tenho mais energia para continuar.”“Parece que já dei tudo.”Mas a voz de Deus diz: Ainda não acabou.Há um último ato, uma última flecha, um último impacto que você ainda precisa causar.2. Deus usa pessoas cansadas para gerar futuro.Eliseu, fraco, ordenou ao rei: “Atire a flecha!”E aquela flecha representava futuro, vitória, promessa que vai além da sua condição atual.Mesmo cansado, Eliseu ainda tinha algo para liberar.Mesmo cansado, você ainda carrega algo que Deus quer usar.Às vezes, achamos que o cansaço nos inutiliza. Mas, para Deus, cansaço não é impedimento — é palco para depender dEle.3. O perigo de parar antes da hora.Joás até começou animado. Pegou o arco, lançou uma flecha… mas quando Eliseu mandou ferir o chão, ele parou cedo demais.Ele bateu apenas três vezes.Ele interrompeu o propósito por causa da falta de intensidade.E Eliseu declarou: “Você só vencerá três vezes…”Porque quem para cedo demais limita o que Deus quer fazer.Quantas vezes nós fazemos o mesmo?Começamos… mas cansamos.Iniciamos… mas perdemos o ritmo.Temos promessas… mas deixamos a persistência cair.E o Espírito Santo sussurra: “Não pare cedo demais. Não pare agora.”4. Mesmo no seu limite, Deus ainda te conduz.A grande verdade é que Eliseu morreu no verso 20.O corpo parou… mas o legado não.A palavra dele continuou ecoando.E até depois da sua morte, um morto tocou em seus ossos e reviveu.Isso nos lembra:Quando você pensa que acabou, Deus ainda não terminou.Se hoje você está dizendo: “Por mim eu parava agora…”Deus está respondendo: “Eu sei que dói, eu sei que pesa… mas ainda existe uma flecha para atirar, ainda existe chão para ferir, ainda existe propósito para cumprir.”Você não vai continuar pela sua força — vai continuar porque Deus não finalizou a obra.E quando Ele está no comando, até o pouco que resta se transforma em tudo que é necessário.Continue.Mais uma flecha.Mais um passo.Mais um ato de fé.A vitória já foi liberada — só não pare antes da hora.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!























