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TEATRA
TEATRA
Author: Teatro Nacional D. Maria II
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Description
Quinzenalmente, Mariana Maia de Oliveira recebe um convidado para uma conversa sem guião. TEATRA é o novo verbo do D. Maria II que traz mais espaço para conversar e pensar sobre a cultura, o teatro e as pessoas que o fazem.
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A atriz Benedita Pereira é a nova convidada do TEATRA. Em fevereiro de 2027, regressa ao palco do Teatro Nacional D. Maria II com 'Pessoas, Lugares e Coisas', de Duncan Macmillan, mas, para já, senta-se à conversa com Mariana Maia de Oliveira.
Nesta entrevista, fala sobre o Movimento Bora, que integra ao lado de Bruno Gonçalves, uma iniciativa que a tem levado a escolas secundárias para conversar com jovens sobre discurso de ódio, bullying, cultura de cancelamento e a forma como nos relacionamos pessoalmente e online.
Revisita também alguns dos momentos que marcaram o seu percurso, desde a estreia aos 13 anos no Teatro Nacional São João, em 'O Bardo', até à televisão. Recorda a passagem pela série Morangos com Açúcar e a forma como hoje olha para essa época, com nostalgia e o inevitável “cringe” de rever imagens, roupas e personagens. “Foi uma época muito feliz da minha vida”.
Em 'Versailles', deu vida à Infanta Isabel de Bragança. Esta experiência conduz a conversa até ao universo dos castings, das audições que correram bem e das que recorda com humor, passando pela ansiedade de esperar por uma resposta e pela aprendizagem que acompanha todos estes momentos.
Regressamos ao teatro com ‘Pessoas, Lugares e Coisas'. Em 2017, viu o espetáculo em Nova Iorque e ficou profundamente marcada pelo texto e pela interpretação de Denise Gough. Anos mais tarde, a vontade de fazer aquela personagem continua presente. Junta-se a Sara Carinhas e começa a dar forma ao projeto que agora chega ao palco.
Quase dez anos depois de ter visto o espetáculo pela primeira vez, prepara-se para interpretar este espetáculo, com encenação de Sara Carinhas, uma peça que descreve como “a peça da minha vida, que não tem nada a ver com a minha vida.”
Uma conversa para ouvir na íntegra, nas plataformas digitais.
Estamos de volta ao Rossio e, para celebrar este momento histórico, inauguramos também um novo formato do TEATRA, agora disponível em vídeo.
Neste primeiro episódio, com a participação especial de Pedro Penim e Rui Catarino, e gravado na Praça D. Pedro IV, olhamos para o caminho que nos trouxe até aqui e para aquele que começa.
A partir de agora, há mais para ver.
Bem-vindos a casa.
Quando as portas da Sala Garrett se voltarem a abrir, no próximo dia 18 de setembro, encontramos José Raposo, um dos nomes incontornáveis do teatro português, no meio do palco, a vestir a pele do lendário Macbeth.
No último episódio do TEATRA, nas habituais conversas com Mariana Maia de Oliveira, José Raposo fala sobre este desafio, que recebeu com uma alegria enorme, do encontro com um novo elenco e da união e cumplicidade que foram criando ao longo do processo. De voltar a ser encenado por Pedro Penim e da relação em cena com Bárbara Branco, que interpreta Lady Macbeth.
A conversa percorre uma carreira e uma vida com muitas geografias. Desde a infância em Angola, ao período de adaptação a Portugal, passando pela forte ligação ao teatro de revista, um género cuja portugalidade e humor continua a defender: “Se toda a gente fizesse revista, não diriam tão mal dela.”
Falaram sobre memória e sobre a importância de escutarmos quem já viveu muito e tem conhecimento para transmitir. Uma preocupação que atravessa o seu trabalho enquanto presidente da Casa do Artista. “Para sabermos quem somos, temos de saber de onde é que vimos.” Saber de onde vimos é também conhecer de onde vem o teatro, a sua história e aquilo que significa.
Por fim, recordamos as aventuras na dobragem e uma das personagens mais acarinhadas de toda a sua carreira: Pumba, de 'O Rei Leão'.
Uma conversa para ouvir na íntegra, nas plataformas digitais.
Sugestão Cultural:
🎭 Teatro de Revista
Stela foi a última convidada do nosso podcast. Atualmente, é uma das intérpretes de 'Macbeth', a encenação que reabre, em setembro, o Teatro Nacional D. Maria II, uma casa que se tornou particularmente importante no seu percurso enquanto atriz e pessoa.
À conversa com Mariana Maia de Oliveira, fala sobre o primeiro contacto com o Teatro na escola, sobre as vulnerabilidades do trabalho de atriz, da importância de se sentir segura para arriscar artisticamente e dos primeiros grandes desafios profissionais, que surgiram no D. Maria II, ao lado de Pedro Penim, nomeadamente em 'A Farsa de Inês Pereira'.
A conversa atravessa o seu processo de transição e a forma como este acompanhou e transformou o seu trabalho em palco. Olhar para a transição através do prisma do teatro permitiu-lhe perceber não apenas uma transformação pessoal, mas também artística.
Nascida no Minho, cresceu rodeada pelas manifestações artísticas e populares de Arcos de Valdevez. O folclore, as roupas, a música, os gestos e toda a teatralidade deixaram uma marca profunda na sua identidade artística. Como diz durante a conversa: “O primeiro contacto que eu tive com arte foi essa arte produzida pela aldeia.”
É também às origens que regressou com 'Gente da minha terra', uma performance desenvolvida com pessoas da sua aldeia e pessoas queer e da qual também fala neste episódio.
Uma conversa para ouvir na íntegra, nas plataformas digitais.
Sugestão Cultural:
📖 'Doppelganger: A Trip into the Mirror World', de Naomi Klein e 'Ways of Being', de James Bridle
🎥 'Fucktoys ', de Annapurna Sriram
🎭'Nacionalismo' de Odete (10-13 set, no Teatro do Bairro Alto)
Marcelino Sambé passou por Portugal há umas semanas e aproveitámos essa visita para o receber no nosso TEATRA.
Bailarino principal no Royal Ballet de Londres, e o primeiro de nacionalidade portuguesa a ocupar esse lugar, conversa com Mariana Maia de Oliveira sobre o percurso que o levou a crescer e a construir uma carreira em Londres, o que significa ocupar um lugar de destaque numa das mais prestigiadas companhias de bailado do mundo e a forma como a interpretação passou, nos últimos tempos, a ocupar um lugar cada vez mais importante na sua forma de dançar.
Nesta conversa, recorda algumas das pessoas que marcaram o seu percurso, como Telmo Moreira, que lhe ensinou os primeiros passos no ballet, Benvindo Fonseca, uma das suas grandes inspirações. Fala também das suas raízes guineenses, da paixão pelo teatro, das aulas de interpretação que começou a fazer e da vontade de criar as suas próprias peças.
Houve ainda tempo para desvendar o trabalho que está a desenvolver na sua primeira criação para a Companhia Nacional de Bailado, 'Desassossego', inspirada no Livro do Desassossego, de Fernando Pessoa.
Uma conversa para ouvir na íntegra, nas plataformas digitais.
Sugestão Cultural:
🎥 'The President's Cake' de Hasan Hadi








