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Fauna Marinha RS - Explica!
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Fauna Marinha RS - Explica!

Author: Fauna Marinha RS explica!

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No podcast "Fauna Marinha RS - Explica", o biólogo Maurício Tavares do CECLIMAR/UFRGS discorre sobre assuntos diversos relacionados à incrível fauna litorânea, desde as fantásticas adaptações evolutivas até seus complexos ciclos de vida e estratégias alimentares. Você também pode visualizar o que ouviu aqui nos episódios da playlist de mesmo nome em nosso canal no YouTube (https://www.youtube.com/c/FaunaMarinhaRS).
24 Episodes
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Nesse episódio você vai entender porque todos os anos milhares de pinguins aparecem mortos nas praias do litoral gaúcho e porque alguns meses apresentam maior ocorrência do que outros. Para saber mais sobre o projeto Fauna Marinha RS acesse: https://linktr.ee/faunamarinhars
Conheça nesse episódio, os urubus, as aves que prestam um dos mais importantes serviços ecossistêmicos do planeta ao se alimentar de matéria orgânica animal em decomposição. Considerados os únicos vertebrados necrófagos obrigatórios, os urubus desempenham um papel essencial nos ecossistemas onde habitam.  Para saber mais sobre o projeto Fauna Marinha RS acesse: https://linktr.ee/faunamarinhars
Conheça os incríveis Procellariiformes, a ordem de aves que engloba os albatrozes, pardelas e petréis, incluindo algumas das aves marinhas mais belas do mundo.
Conheça um pequeno paraíso para aves migratórias e residentes na divisa dos municípios de Tramandaí e Cidreira, no litoral norte gaúcho. O episódio foi gravado no dia 24 de abril de 2022, época que algumas espécies migratórias de Charadriiformes estão retornando ao hemisfério norte para se reproduzirem.  Para acompanhar o trabalho do Fauna Marinha RS acesse: https://linktr.ee/faunamarinhars
Nesse episódio você vai conhecer algumas das principais espécies que ocorrem no Rio Grande do Sul, com destaque para o jacurutu e a coruja-buraqueira.
Você sabe por quê ao tocar em uma água-viva ou caravela-portuguesa você sente uma sensação uma ardência, que pode ser muito forte e grave em algumas pessoas? Não? Então se liga nesse episódio inédito do Fauna Marinha RS e compartilha ele com todo mundo!
Este episódio é para você que tem dúvida sobre qual baleia está vendo da beira da praia aqui no litoral gaúcho ou então quando aparece alguma baleia encalhada na orla. Hoje você vai aprender as principais características das duas espécies mais comuns de serem vistas no litoral brasileiro e como diferenciá-las! @gemars1991 @faroldasbaleias @davidcastrophotos @fotodsurf @rogeriosoaresrs   Para acompanhar o trabalho do Fauna Marinha RS acesse: https://linktr.ee/faunamarinhars
Pinípede na praia! E agora, o que fazer? Nesse episódio você vai ficar por dentro das principais orientações sobre como proceder ao encontrar um pinípede na praia, principalmente o que não se deve fazer. Abaixo você encontra os principais locais que trabalham com reabilitação de fauna no litoral gaúcho e atuam com os resgates desses animais. Órgãos competentes para orientações e resgate de fauna marinha no RS!  Litoral norte  CERAM-UFRGS/CECLIMAR: (51) 3627-1309  Comando Ambiental da Brigada Militar:   Torres: (51) 3626-4798/(51) 98608-0839          Xangri-lá: (51) 98504-6899/(51) 98608-0837          Tramandaí: (51) 3661-4620/(51) 98608-0836          Osório: (51) 3601-1726/(51) 3663-7285/(51) 98608-0659  Litoral sul  Projeto Pinípedes do Sul: (53) 3236-2420, (53) 99924-4396  https://www.pinipedesdosul.com.br CRAM-FURG: (53) 99921-7317 Para acompanhar o trabalho do Fauna Marinha RS acesse: https://linktr.ee/faunamarinhars
Você já ouviu falar dos pinípedes? São os mamíferos marinhos que alternam parte da vida em terra e parte da vida no mar. Focas, lobos-marinhos, leões-marinhos, elefantes-marinhos e morsas. Conheça quais desses incríveis animais ocorrem no litoral brasileiro e gaúcho nesse podcast inédito do Fauna Marinha RS.
Biólogo e fundador do Fauna Marinha RS, Maurício Tavares em entrevista com o programa Conexão RS da ULBRA TV, no dia 16 de Junho - Dia Internacional da Tartaruga Marinha.
Se você gosta das tartarugas marinhas, com certeza já deve ter se questionado em algum momento como é constituído o casco delas. Como são os ossos que compõem aquela incrível estrutura. Nesse podcast você vai aprender de forma didática tudo isso e entender a diferença entre o casco das tartarugas marinhas e dos cágados e jabutis.
Surgidas há cerca de 110 milhões de anos atrás as tartarugas marinhas são répteis com adaptações incríveis para uma longa existência no ambiente marinho, mas também com um complexo ciclo de vida que possui uma parte no ambiente terrestre, onde somente as fêmeas adultas retornam para desovar. Conheça as cinco espécies que ocorrem no litoral brasileiro nesse belíssimo podcast!
Você conhece as aves limícolas? Seus tipos de bicos? Suas estratégias de alimentação? Não? Então não perde esse incrível episódio e conheça a Batuíra-de-bando, o Batuiruçu, o Quero-quero, o Maçarico-branco, o Maçarico-de-papo-vermelho, o Maçarico-de-bico-virado, o Pernilongo e o Piru-piru.
Em alusão ao Dia Mundial das Aves Migratórias, o Fauna Marinha RS apresenta este podcast inédito onde você poderá conhecer as grandes rotas das aves migratórias aqui nas Américas, bem como algumas espécies icônicas de aves migratórias como o incrível Maçarico-de-papo-vermelho (Calidris canutus) que consegue migrar mais de 1500km em apenas um único dia.
No dia 24 de abril de 2021, o segundo ninho da Tartaruga-de-couro (Dermochelys coriacea) que presenteou o sul do Brasil com três desovas no verão de 2021 foi aberto por uma grande equipe de profissionais, incluindo as secretarias de meio ambiente de Balneário Gaivota e de Passo de Torres, bem como a ONG Educamar. O resultado foi semelhante ao encontrado no primeiro ninho, de Arroio do Sal/RS, onde os ovos não estavam fecundados. Novamente toda a postura foi composta por ovos gorados (não fecundados) em um total de 127.
Neste episódio você irá conhecer o projeto Fauna Marinha RS e quem é o seu fundador, o biólogo Maurício Tavares do Centro de Estudos Costeiros, Limnológicos e Marinhos da UFRGS. Trabalhando há mais de 20 anos percorrendo as areias do litoral gaúcho, Maurício descreve como foi a sua formação acadêmica e experiências profissionais até a criação do Fauna Marinha RS, como canal de comunicação entre a Universidade e a sociedade. Trilha sonora: Vince Velvet - Spectrodelic Project (faixa 02 - Grande Tiro).
Após 79 dias de espera finalmente descobrimos o que aconteceu com os ovos da Tartaruga-de-couro (Dermochelys coriacea) que desovou em Arroio do Sal em 12 de janeiro de 2021, mudando a rotina de inúmeras pessoas que auxiliaram nesse acontecimento inédito que ocorreu no litoral norte do Rio Grande do Sul. Nossos mais sinceros agradecimentos a todas as pessoas que auxiliaram durante todo o processo desde a descoberta do ninho até o momento da abertura que ocorreu coincidentemente no dia 01 de abril, mas não foi pegadinha!
Pássaro ou ave? Quem nunca se perguntou? A maioria das pessoas utiliza a palavra pássaro para designar qualquer ave avistada. Na verdade, os pássaros são apenas um grupo (ordem) da classe das Aves. Todo pássaro é uma ave, mas nem toda ave é um pássaro. Guardando essa frase você nunca vai errar. Existem várias aves pequenas que não são pássaros, como por exemplo o beija-flor. Ficou na dúvida, consulte um biólogo que trabalha com aves (ornitólogo) que ele vai lhe dizer que tipo de ave é e se pode ou não ser um pássaro.
Se você alguma vez se perguntou por quê os biólogos utilizam nomes tão estranhos e complicados para designar as espécies animais, esse é o episódio certo. O biólogo Maurício Tavares explica de maneira acessível qual é o idioma utilizado pelos biólogos para nomear as espécies animais e como se pronunciam eles corretamente.
No dia 12 de janeiro de 2021 o litoral do Rio Grande do Sul recebeu uma inesperada visita no município de Arroio do Sal. Uma Tartaruga-de-couro (Dermochelys coriacea) realizou uma desova próximo ao Farol do município. O ninho foi protegido, sinalizado e monitorado pelos guarda-vidas, prefeitura municipal de Arroio do Sal, Comando Ambiental da Brigada Militar e voluntários locais. A tartaruga voltou a desovar na noite do dia 23 de janeiro, só que agora no litoral catarinense. A desova ocorreu na Praia Valverde, no Balneário Gaivota. Uma mesma Tartaruga-de-couro pode realizar de três a sete desovas durante a temporada reprodutiva, com espaçamento de até 50km entre os ninhos. A partir da desova de Arroio do Sal, nós havíamos feito uma projeção de que uma nova desova seria possível entre o Balneário Gaivota, SC e Tramandaí, RS. E realmente a tartaruga confirmou nossa expectativa. No período da terceira desova, entre 01 e 06 de fevereiro de 2021, ocorreram dois dias de ressaca forte. Apesar da ressaca ter ocorrido nos dois locais de desova da Tartaruga-de-couro, os ninhos não foram afetados, por terem sido construídos nas dunas pela tartaruga. No dia 09 de fevereiro foram encontrados vestígios de desova 5km ao norte da segunda desova. Dessa forma, considera-se que a terceira desova tenha ocorrido na virada do dia 08 para o dia 09 de fevereiro no Balneário Gaivota, SC. A quarta desova não ocorreu e dessa forma ficamos agora no monitoramento dos ninhos e na expectativa da eclosão dos ovos, que poderá ocorrer entre a partir de 12 de março, mas podendo acontecer somente em abril, devido à temperatura mais baixa da areia no sul do Brasil, em relação às áreas típicas de desova da espécie.   Se avistar algum indício de eclosão ou algo diferente no local dos ninhos avise pelo Whatsapp (51) 99625-3179 ou pelo e-mail: faunamarinhars@gmail.com. Você também pode nos informar através do Instagram ou pelo Facebook. Importante: nunca interfira no deslocamento dos filhotes, por mais que você ache que estão precisando de "ajuda". O contato dos filhotes com a areia durante o deslocamento até o mar é fundamental para que possam reconhecer o local onde nasceram quando se tornarem adultos e retornarem para desovar, no caso das fêmeas. E nunca interfira no deslocamento da tartaruga em terra, por mais que você ache que ela está precisando de "ajuda". Embora se locomovam com "dificuldade" quando em terra, as tartarugas marinhas são totalmente adaptadas para realizar a postura dos ovos em terra e depois retornarem para a água sozinhas. Apenas informe pelos contatos acima!
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