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Author: Inteligov

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A Entrelinhas é o podcast da Inteligov que mergulha no universo das Relações Institucionais e Governamentais (RIG). Aqui, exploramos temas essenciais do setor, trazendo análises, conversas estratégicas, dicas práticas e insights exclusivos sobre políticas públicas, advocacy, tecnologia e inovação. Seja você um profissional da área ou apenas um curioso pelo tema, a Entrelinhas conecta você ao que realmente importa no mundo das relações governamentais.
68 Episodes
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O Brasil tem 52% do eleitorado composto por mulheres — e ocupa a 133ª posição no ranking mundial de representação feminina nos parlamentos. Estamos atrás da Coreia do Norte. Da Arábia Saudita. E de mais de cem outras nações. Como chegamos aqui?Neste episódio especial do mês da Mulher, a Entrelinhas percorre quase 100 anos de história da participação feminina na política brasileira. Do voto conquistado em 1932 — com restrições — à primeira presidenta eleita em 2010. Das primeiras deputadas federais em 1934 às 91 mulheres eleitas para a Câmara em 2022, o maior percentual da história e ainda assim menos de 1 em cada 5 deputados.A análise passa pelos três poderes. No Executivo, apenas uma presidenta em mais de 130 anos de República, dois estados governados por mulheres hoje e uma projeção que assusta: no ritmo atual, a paridade nas prefeituras levaria 144 anos. No Legislativo, as cotas eleitorais funcionaram parcialmente — ter candidatura não é o mesmo que ser eleita. No Judiciário, o teto de vidro é explícito: quanto mais alta a corte, menos mulheres no poder no Brasil. O STF tem uma ministra entre onze. O TCU não tem nenhuma.A sub-representação feminina não é só cultural. Está nas regras: financiamento eleitoral desigual, violência política contra candidatas e estrutura partidária ainda predominantemente masculina. Em 2024, a PEC 9 anistiou partidos que descumpriram as cotas — um retrocesso classificado assim por especialistas. Por que há tão poucas mulheres no poder no Brasil? Esse episódio responde com dados, história e sem eufemismo.»»»»»»»»»»»»»»»»»»Neste episódio, você vai entender:✔️ Como foi a conquista do voto feminino no Brasil — e as restrições que vieram com ele✔️ O retrato atual das mulheres na política brasileira no Executivo, Legislativo e Judiciário✔️ Por que as cotas eleitorais funcionaram só parcialmente✔️ O que a PEC 9 mudou e por que especialistas a classificam como retrocesso✔️ Quais barreiras estruturais ainda travam a representação feminina no poder»»»»»»»»»»»»»»»»»»0:00 Brasil é o 133º em representação feminina no mundo1:15 1927: o primeiro voto feminino da América Latina2:16 Primeiras deputadas e o início da sub-representação3:04 Mulheres no poder: presidenta, governadoras, prefeitas5:05 Cotas eleitorais: o que funcionou e o que não funcionou6:58 Judiciário: o teto de vidro nas cortes brasileiras7:57 Por que isso é uma pauta de democracia, não de mulher
A reforma trabalhista argentina foi aprovada pela Câmara dos Deputados e está em fase final no Senado. Metade do país aprova, metade rejeita — e os efeitos não param nas fronteiras. O que essa mudança significa para o Brasil?O governo de Javier Milei transformou a flexibilização trabalhista em peça central da sua agenda de desregulação econômica. Após ter trechos do Decreto de Necessidade e Urgência 70/2023 suspensos pelo Judiciário, o Executivo argentino levou os pontos mais estruturais ao Congresso dentro da chamada Lei Bases. O resultado é uma reforma que amplia o período de experiência para até 12 meses, cria fundos de cessação laboral em substituição à indenização direta por demissão, flexibiliza jornadas de trabalho para até 12 horas diárias, amplia o conceito de serviços essenciais no direito de greve e reduz multas por informalidade.Para o Brasil, a reforma trabalhista argentina levanta questões que vão muito além da comparação jurídica. Se a Argentina conseguir atrair investimentos com um ambiente regulatório mais flexível, o contraste com o modelo brasileiro ganha peso nas decisões empresariais e no debate legislativo. O Brasil, que já percorreu parte desse caminho com a reforma de 2017, tem limites constitucionais mais rígidos e um sistema de proteção ancorado no FGTS e na Justiça do Trabalho — o que torna qualquer movimento de flexibilização mais complexo e politicamente sensível.Enquanto a Argentina avança na desregulação, o Brasil discute redução de jornada e escala 6x1. Esse contraste regional pode reorganizar prioridades estratégicas em ambos os países e influenciar a dinâmica de competitividade no Mercosul.»»»»»»»»»»»»»»»»»»Neste episódio, você vai entender:✔️ O que foi aprovado na reforma trabalhista argentina e seus principais pontos✔️ Como o governo Milei reorganizou a estratégia após o decreto barrado pelo Judiciário✔️ As diferenças estruturais entre os modelos trabalhistas do Brasil e da Argentina✔️ Quais impactos econômicos, geopolíticos e regulatórios essa reforma gera para o Brasil✔️ Por que o contraste regional pode acelerar debates legislativos brasileiros»»»»»»»»»»»»»»»»»»🎥 Assista/escute ao episódio completo e entenda os impactos da reforma trabalhista argentina para o Brasil.Acompanhe nossos conteúdos:LinkedIn: linkedin.com/company/inteligovbrInstagram: instagram.com/inteligovbrSpotify: open.spotify.com/show/0xQQNipjUjWPyEbiHwBooFYouTube: youtube.com/@inteligovbr📢 Inscreva-se no canal e ative as notificações para não perder os próximos episódios!#ReformaTrabalhista #Argentina #FlexibilizaçãoTrabalhista #Mercosul #Entrelinhas
Mais de 96% das grandes empresas brasileiras listadas em bolsa consideram o risco regulatório sua maior preocupação atual. Mas focar apenas nas movimentações de Brasília é como dirigir em alta velocidade olhando apenas pelo retrovisor: você ignora as ameaças que surgem dos lados e da frente. Isso é um erro clássico na gestão de riscos corporativos.Neste episódio, Anna Carolina Romano explica por que a gestão de riscos moderna precisa ser holística. Discutimos como falhas operacionais, ataques cibernéticos e crises reputacionais podem destruir o valor de mercado de uma organização em questão de horas, impactando diretamente a governança corporativa.Entenda como frameworks internacionais (ISO 31000 e COSO) ajudam a transformar a incerteza em estratégia e como a cultura de gestão de riscos deve permear todos os departamentos, não apenas o jurídico e o compliance.»»»»»»»»»»»»»»»»»»Neste episódio, você vai entender:✔️ Por que o risco político e o risco regulatório são apenas a ponta do iceberg✔️ A interdependência entre riscos operacionais, financeiros, tecnológicos e ESG na gestão de riscos corporativos✔️ Como a gestão de riscos eficiente pode prevenir crises de imagem e ataques de ransomware✔️ O Ciclo de Gestão: Identificação, Avaliação, Resposta e Revisão Contínua da matriz de risco✔️ O caso do apagão de SP e as lições sobre planos de contingência reais✔️ Como a Inteligov e o Riskmaster apoiam a governança corporativa estratégicaPara executivos que buscam resiliência empresarial, entender a fundo o risco regulatório e integrá-lo a uma visão ampla de gestão de riscos é o único caminho para a perenidade do negócio.»»»»»»»»»»»»»»»»»»Conheça a Inteligov e transforme o caos legislativo em decisões estratégicas: https://www.inteligov.com.br/Acompanhe nossas atualizações e conteúdos exclusivos:LinkedIn:   / inteligovbr  Instagram:   / inteligovbr  Spotify: ⁠https://open.spotify.com/show/0xQQNip...YouTube: ⁠   / @inteligovbr  🔔 Inscreva-se no canal e ative as notificações para não perder os próximos episódios!⁠»»»»»»»»»»»»»»»»»»0:00 Introdução0:36 O erro de olhar apenas para Brasília2:10 Modelos globais de gestão: ISO 31000 e COSO 3:22 Riscos operacionais e financeiros no Brasil 5:04 Riscos cibernéticos: O perigo da falta de planos 6:24 A urgência dos riscos ambientais e climáticos 7:37 As 5 etapas do ciclo de gestão de riscos 8:43 Casos reais: O impacto da falha no plano de contingência11:03 Inteligov e Riskmaster: Gestão de riscos na prática 12:51 Encerramento
Mais de 60% das denúncias de crimes digitais no Brasil envolvem abuso sexual infantil. Esse dado alarmante é o pano de fundo de uma transformação radical no ecossistema digital brasileiro: a transição de grandes plataformas de jogos, como o Roblox, para ambientes rigorosamente regulados. O que antes era visto apenas como entretenimento, hoje está no centro de uma batalha jurídica e social sobre os limites da intervenção estatal na tecnologia.Neste episódio, analisamos a "Revolta do Roblox" e a implementação da Lei nº 15.211 (ECA Digital), popularmente conhecida como Lei Felca. Entenda como as novas obrigações de verificação de idade, controle parental e prevenção ativa contra abusos estão forçando gigantes globais a redesenharem seus produtos para o mercado brasileiro, equilibrando inovação com a proteção de uma geração inteira.»»»»»»»»»»»»»»»»»»Neste episódio, você vai entender:✔️ O que foi a "Revolta do Roblox" e por que crianças protestaram virtualmente✔️ Os pilares da Lei Felca e o impacto da segurança infantil no design de plataformas✔️ O papel da ANPD na fiscalização de jogos online e redes sociais✔️ Como o compliance e a governança digital tornaram-se vitais para o modelo de negócios de tecnologia✔️ Comparações internacionais: como EUA, Europa e Austrália estão lidando com a segurança infantil.»»»»»»»»»»»»»»»»»»A implementação da Lei Felca marca o fim da era da autorregulação frouxa no Brasil. Para empresas e profissionais de RelGov, compreender a segurança infantil dentro da governança digital não é mais opcional, mas um requisito de sobrevivência jurídica e reputacional.Conheça a Inteligov e transforme o caos legislativo em decisões estratégicas: https://www.inteligov.com.br/Acompanhe nossas atualizações e conteúdos exclusivos:LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/inteligovbr/Instagram: https://www.instagram.com/inteligovbrSpotify: ⁠https://open.spotify.com/show/0xQQNipjUjWPyEbiHwBooFYouTube: ⁠youtube.com/@inteligovbr🔔 Inscreva-se no canal e ative as notificações para não perder os próximos episódios!⁠»»»»»»»»»»»»»»»»»»0:00 Introdução1:12 O fenômeno Roblox: Mais que um jogo, uma rede social2:45 A Revolta do Roblox: Protestos e restrições de chat4:10 Lei Felca (ECA Digital): O novo marco regulatório5:58 O papel da ANPD na fiscalização de plataformas7:30 O debate entre proteção, privacidade e censura9:15 Panorama Global: Regulação na Europa, EUA e Austrália11:02 Inovação com Governança: O futuro dos negócios digitais12:40 Encerramento
O debate sobre leis trabalhistas voltou ao centro da agenda política e institucional no Brasil.Após um 2025 marcado por propostas legislativas, decisões judiciais relevantes e mudanças regulatórias adiadas, 2026 começa com um cenário de incertezas, disputas e transformações que impactam diretamente empresas, trabalhadores e o ambiente regulatório.Neste episódio do Entrelinhas, analisamos o que foi debatido em 2025 e o que pode, de fato, mudar nas leis trabalhistas em 2026. Falamos sobre redução da jornada de trabalho, fim da escala seis por um, trabalho em feriados no comércio, regulamentação do trabalho por aplicativo, pejotização e o papel do Supremo Tribunal Federal, além de mudanças silenciosas em normas de saúde, segurança e conformidade.A partir da leitura do cenário político, legislativo e judicial, discutimos como essas pautas ganham força em um ano eleitoral e por que o impacto muitas vezes antecede a aprovação formal de novas leis.Leia o artigo completo no blog da Inteligov:https://www.blog.inteligov.com.br/»»»»»»»»»»»»»»»»»»Neste episódio, você vai entender:✔️ Quais direitos trabalhistas estiveram em debate em 2025 e seguem no radar para 2026✔️ O que pode mudar na jornada de trabalho e nas escalas, como a seis por um✔️ Quais alterações no trabalho em feriados já têm data para entrar em vigor✔️ Como avança a regulamentação do trabalho por aplicativos no Congresso✔️ Por que a decisão do Supremo Tribunal Federal sobre pejotização pode ser um divisor de águas✔️ Como normas de saúde, segurança e conformidade ampliam riscos trabalhistas sem criar novas leis✔️ O que empresas, profissionais de Relgov, jurídico e compliance precisam monitorar em 2026»»»»»»»»»»»»»»»»»»As leis trabalhistas em 2026 não serão definidos apenas por novas leis, mas por decisões judiciais, disputas políticas e ajustes regulatórios que já moldam o ambiente de trabalho no Brasil.Este episódio do Entrelinhas oferece uma leitura estratégica do cenário, essencial para quem atua no setor público, jurídico, regulatório e institucional.»»»»»»»»»»»»»»»»»»0:00 Introdução0:06 Trabalho e política em ano eleitoral1:19 Redução da jornada de trabalho no Congresso3:03 Trabalho em feriados e negociação coletiva4:14 Regulamentação do trabalho por aplicativos5:34 STF e o futuro da pejotização6:49 Novas normas de saúde e riscos ocupacionais7:36 O que realmente muda nos direitos trabalhistas8:16 Encerramento
A primeira pesquisa de 2026 aponta um cenário desafiador para a corrida presidencial: altos índices de rejeição entre os principais candidatos e a ausência de uma liderança isolada, transformando a capacidade de ampliar alianças no fator decisivo do ano.Nesta primeira edição do ano eleitoral, analisamos o crescimento do eleitorado brasileiro e a tensão institucional gerada pela decisão do ministro Alexandre de Moraes de transferir o ex-presidente Jair Bolsonaro para o Complexo da Papuda. O governo federal também se movimenta com a posse do novo ministro da Justiça, focando em segurança pública, enquanto o Congresso Nacional reage aos vetos do presidente Lula na regulamentação da reforma tributária.No campo econômico, a política fiscal segue no centro das atenções, com o Executivo fazendo escolhas difíceis que impactam diretamente o ambiente de negócios. Além disso, o fortalecimento da Justiça Eleitoral no combate à desinformação e o início oficial do calendário das eleições 2026 desenham o mapa de riscos e oportunidades para profissionais de relações governamentais e políticas públicas.»»»»»»»»»»»»»»»»»»Neste episódio, você vai entender:✔️ O cenário de rejeição e alianças na primeira pesquisa eleitoral de 2026✔️ O impacto dos mais de 1 milhão de novos eleitores no pleito deste ano✔️ A repercussão política e jurídica da transferência de Bolsonaro para a Papuda✔️ As prioridades do novo ministro da Justiça para a segurança pública✔️ Os vetos de Lula na Reforma Tributária e a reação do Congresso✔️ O início oficial do calendário eleitoral e as estratégias partidárias. ✔️ A decisão da Justiça Federal que blinda o TSE no combate à desinformação»»»»»»»»»»»»»»»»»»Conheça a Inteligov e transforme o caos legislativo em decisões estratégicas: https://www.inteligov.com.br/Acompanhe nossas atualizações e conteúdos exclusivos:LinkedIn: /inteligovbrInstagram: /inteligovbrSpotify: ⁠https://open.spotify.com/show/0xQQNip...YouTube: ⁠/@inteligovbr🔔 Inscreva-se no canal e ative as notificações para não perder os próximos episódios!⁠»»»»»»»»»»»»»»»»»»0:00 Introdução: Ano Eleitoral 2026 0:12 Pesquisa Eleitoral e Rejeição 0:30 Crescimento do Eleitorado 0:45 Bolsonaro transferido para a Papuda 0:59 Novo Ministro da Justiça 1:11 Vetos na Reforma Tributária 1:20 Calendário Eleitoral 2026 1:30 TSE e Combate à Desinformação 1:41 Encerramento
O ano de 2025 colocou à prova a atuação de quem trabalha com relações governamentais.Avanços tecnológicos, instabilidade econômica, tensões geopolíticas, reformas estruturais e disputas narrativas tornaram o ambiente político, legislativo e regulatório ainda mais complexo.Neste episódio do Entrelinhas, revisitamos o Guia de Tendências em Relações Governamentais 2025, publicado pela Inteligov no início do ano, para analisar o que de fato se confirmou na prática. A partir de acontecimentos concretos de 2025, discutimos como essas tendências ajudaram profissionais de Relgov a navegar um ano marcado por sobreposição de riscos e decisões estratégicas.Falamos sobre inteligência artificial, RIG Ops, reforma tributária, compliance, qualidade da informação, cenário global e, principalmente, sobre como essas dimensões se conectam no dia a dia da atuação institucional.Baixe o Guia de Tendências de 2025: https://www.blog.inteligov.com.br/tendencias-2025»»»»»»»»»»»»»»»»»»Neste episódio, você vai entender:✔️ Quais tendências apontadas no Guia de Relgov 2025 se confirmaram na prática✔️ Como o conceito de RIG Ops ganhou corpo ao longo de 2025✔️ De que forma a instabilidade econômica e geopolítica impactou decisões regulatórias no Brasil✔️ Por que a reforma tributária evidenciou a importância da priorização estratégica✔️ O papel do compliance e da governança em um ambiente de alta complexidade institucional✔️ Como a desinformação elevou o risco no uso de dados e análises✔️ Por que, mesmo com tecnologia e automação, o relacionamento continua no centro das relações governamentais»»»»»»»»»»»»»»»»»»As tendências de 2025 não foram apenas previsões. Elas funcionaram, na prática, como ferramentas de leitura e navegação em um ano exigente para o setor público, empresas e organizações que atuam no ambiente regulatório.Este episódio abre a nova temporada do Entrelinhas e antecipa as reflexões que vão orientar o Guia de Tendências em Relações Governamentais 2026.»»»»»»»»»»»»»»»»»»Conheça a Inteligov e transforme o caos legislativo em decisões estratégicas: https://www.inteligov.com.br/Acompanhe nossas atualizações e conteúdos exclusivos:LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/inteligovbr/Instagram: https://www.instagram.com/inteligovbrSpotify: ⁠https://open.spotify.com/show/0xQQNipjUjWPyEbiHwBooFYouTube: ⁠youtube.com/@inteligovbr🔔 Inscreva-se no canal e ative as notificações para não perder os próximos episódios!⁠»»»»»»»»»»»»»»»»»»0:00 Introdução0:43 Por que 2025 foi um ano de alta complexidade1:35 Consolidação do RIG Ops e da inteligência artificial3:13 Geopolítica e instabilidade como cenário permanente4:48 Reforma tributária e priorização estratégica6:38 Compliance e riscos institucionais7:55 Desinformação e qualidade da informação9:04 Tecnologia, relacionamento e confiança10:50 Encerramento
O Congresso Nacional brasileiro passa quase dois meses por ano em recesso parlamentar — e isso levanta uma dúvida recorrente: quando o Congresso entra em recesso, o trabalho realmente para?Neste episódio do Entrelinhas, desmontamos a ideia de que janeiro é um mês de portas fechadas no Legislativo. A partir da Constituição, do funcionamento interno do Congresso e da prática cotidiana, explicamos o que muda durante o recesso parlamentar — e, principalmente, o que continua funcionando mesmo sem votações em plenário.Falamos sobre quem segue trabalhando, quais decisões podem ser tomadas nesse período e por que acompanhar o Legislativo durante o recesso parlamentar é fundamental para quem atua com política, regulação e relações governamentais.»»»»»»»»»»»»»»»»»»Neste episódio, você vai entender:✔️ O que é o recesso parlamentar e por que ele existe✔️ Quando começa e termina o recesso parlamentar em 2025 e 2026✔️ Por que as votações param, mas o Congresso não “fecha”✔️ Quem continua trabalhando durante o recesso parlamentar✔️ O papel da Comissão Representativa em situações urgentes✔️ O que parlamentares fazem fora do plenário nesse período✔️ Quando o Congresso pode ser convocado mesmo em recesso✔️ Por que o acompanhamento legislativo não pode parar em janeiro»»»»»»»»»»»»»»»»»»O recesso parlamentar não significa ausência de atividade política. Entender como o Congresso funciona fora do plenário é essencial para acompanhar decisões estratégicas que continuam acontecendo, mesmo durante o recesso parlamentar.🎥 Assista ou escute ao episódio completo e entenda os impactos do recesso parlamentar para o Brasil.Acompanhe nossos conteúdos:LinkedIn: linkedin.com/company/inteligovbrInstagram: instagram.com/inteligovbrSpotify: open.spotify.com/show/0xQQNipjUjWPyEbiHwBooFYouTube: youtube.com/@inteligovbr📢 Inscreva-se no canal e ative as notificações para não perder os próximos episódios!»»»»»»»»»»»»»»»»»»0:00 Introdução 0:45 O que é o recesso parlamentar 1:20 Quando acontece o recesso no Brasil 2:08 O Congresso realmente para no recesso? 2:40 Comissão Representativa: o que funciona 3:03 Quem continua trabalhando no Congresso 3:55 O que é o “recesso branco” 4:26 Por que acompanhar o Legislativo no recesso 5:10 Encerramento #recessoparlamentar #congressonacional #politicabrasileira #legislativo #inteligov
O encerramento de 2025 foi marcado por decisões relevantes no Congresso Nacional, no Judiciário e nas agências reguladoras, com impactos diretos sobre políticas públicas, regulação, economia brasileira e segurança jurídica. No Congresso Nacional, o Senado Federal aprovou o projeto de lei da dosimetria penal, que altera critérios para fixação de penas e agora segue para sanção presidencial. A mudança na dosimetria penal reacende debates sobre política criminal, atuação do governo federal, sistema de Justiça e impactos institucionais de médio e longo prazo. O tema se soma a um ambiente de crise política intensificada pelas cassações de Eduardo Bolsonaro e Alexandre Ramagem.No campo da regulação sanitária e do mercado farmacêutico, duas decisões concentraram atenção. O STJ decidiu contra a extensão da patente do Ozempic, medicamento amplamente utilizado no tratamento de diabetes e obesidade, abrindo espaço para maior concorrência, entrada de genéricos e potenciais impactos sobre preços e acesso. Ao mesmo tempo, a Anvisa aprovou a semaglutida para o tratamento de gordura no fígado, ampliando o uso regulatório do princípio ativo e reforçando discussões sobre inovação, propriedade intelectual e sustentabilidade do sistema de saúde. Ozempic, STJ e Anvisa se consolidam, assim, como palavras-chave centrais da semana.No setor de infraestrutura e energia, a Enel passou a enfrentar forte pressão regulatória após avanços do governo de São Paulo e da Aneel sobre o contrato de concessão da distribuidora. O debate sobre a atuação da Enel em São Paulo reacendeu questionamentos sobre qualidade dos serviços, fiscalização, regulação econômica e possíveis cenários de substituição da concessionária, com impactos relevantes para consumidores, investidores e para o ambiente regulatório brasileiro.A agenda da semana incluiu ainda novas regras de check-in e check-out no turismo, buscando reduzir conflitos entre consumidores e prestadores de serviço, além de ajustes em normas trabalhistas e benefícios que exigem atenção redobrada das empresas em termos de compliance, relações governamentais e acompanhamento legislativo. No plano internacional, o Mercosul avançou nas discussões sobre rotulagem frontal de alimentos, com alertas para possíveis efeitos sobre informação ao consumidor e políticas de saúde pública.»»»»»»»»»»»»»»»»»»Neste episódio, você vai entender:✔️ O que muda com o projeto de lei da dosimetria penal aprovado no Senado✔️ Os impactos políticos e institucionais das cassações de Eduardo Bolsonaro e Alexandre Ramagem✔️ Por que o STJ barrou a extensão da patente do Ozempic✔️ A decisão da Anvisa sobre a semaglutida e seus efeitos no mercado de medicamentos✔️ A pressão sobre a Enel e o papel da Aneel na regulação do setor elétrico✔️ As novas regras no turismo e os riscos regulatórios para empresas✔️ Ajustes trabalhistas, compliance e leitura de cenário para 2026»»»»»»»»»»»»»»»»»»Conheça a Inteligov e transforme o caos legislativo em decisões estratégicas: https://www.inteligov.com.br/Acompanhe nossas atualizações e conteúdos exclusivos:LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/inteligovbr/Instagram: https://www.instagram.com/inteligovbrSpotify: ⁠https://open.spotify.com/show/0xQQNipjUjWPyEbiHwBooFYouTube: ⁠youtube.com/@inteligovbr🔔 Inscreva-se no canal e ative as notificações para não perder os próximos episódios!⁠»»»»»»»»»»»»»»»»»»0:00 Introdução0:14 Senado aprova projeto da dosimetria penal0:23 Mercosul discute rotulagem frontal de alimentos0:40 Anvisa, STJ e o futuro do Ozempic0:58 Novas regras no turismo e ajustes trabalhistas1:18 Cassações de Eduardo Bolsonaro e Alexandre Ramagem1:35 Enel, Aneel e pressão regulatória em São Paulo1:53 Encerramento e leitura de cenário
O que é compliance?O compliance deixou de ser um tema restrito a escândalos e passou a influenciar decisões cotidianas em empresas e no setor público. Em um país marcado por desafios históricos de integridade e governança, entender como organizações agem quando ninguém está olhando se tornou essencial.Neste episódio do Entrelinhas, explicamos o que é compliance, como ele se estruturou no Brasil e por que a Lei Anticorrupção representou uma virada definitiva na forma como empresas e órgãos públicos lidam com riscos, controles internos e reputação. Ao longo da última década, a combinação entre legislação mais dura, pressão social e avanços institucionais transformou a governança em um fator estratégico — e não apenas burocrático.A conversa também mostra por que integridade não se constrói apenas com códigos e políticas formais. Falamos sobre os limites do “compliance de papel”, os desafios de implementação real, a influência da Lei Anticorrupção na cultura organizacional e a expansão do tema para novas fronteiras, como LGPD, ESG e monitoramento regulatório. Nesse contexto, o compliance passa a dialogar diretamente com relações governamentais, advocacy e RIG, organizando a interação legítima com o poder público.»»»»»»»»»»»»»»»»»»Neste episódio, você vai entender:✔️ O que é compliance e por que ele importa para organizações públicas e privadas✔️ Como integridade e governança evoluíram no Brasil nos últimos 10 anos✔️ O impacto da Lei Anticorrupção sobre empresas, sanções e programas de integridade✔️ Por que programas formais não garantem integridade na prática✔️ Os desafios atuais do compliance: LGPD, dados, cultura organizacional e ESG✔️ Como a governança se conecta à gestão de riscos e à reputação institucional✔️ A relação entre relações governamentais, compliance e monitoramento político-regulatório»»»»»»»»»»»»»»»»»»Conheça a Inteligov e transforme o caos legislativo em decisões estratégicas: https://www.inteligov.com.br/Acompanhe nossas atualizações e conteúdos exclusivos:LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/inteligovbr/Instagram: https://www.instagram.com/inteligovbrSpotify: ⁠https://open.spotify.com/show/0xQQNipjUjWPyEbiHwBooFYouTube: ⁠youtube.com/@inteligovbr🔔 Inscreva-se no canal e ative as notificações para não perder os próximos episódios!⁠»»»»»»»»»»»»»»»»»»0:00 Introdução – O que fazemos quando ninguém está olhando?1:21 O que é compliance: conceito e origem do termo2:38 O que compõe um programa de compliance efetivo3:22 A história do compliance no mundo5:49 A Lei Anticorrupção e a virada no Brasil7:33 O que faz um profissional de compliance9:04 Desafios atuais: compliance de papel, LGPD e ESG10:27 Compliance, RIG e monitoramento institucional12:27 Encerramento
O Governo Federal confirmou que o salário mínimo em 2026 será de R$ 1.621, um dado que impacta diretamente o orçamento e o consumo das famílias, enquanto o Legislativo avança em pautas que desafiam o Judiciário.Nesta semana, o Congresso Nacional protagonizou movimentos decisivos que reaquecem a crise política e institucional no país. A aprovação da PEC do Marco Temporal no Senado amplia o embate com o STF, ao mesmo tempo em que a Câmara altera critérios de penas para tentativas de golpe. No cenário econômico, além da definição do novo salário mínimo, a economia brasileira observa com atenção a fiscalização sobre a Enel e as propostas de regulação para o trabalho por aplicativo, temas centrais para o desenvolvimento de políticas públicas eficientes.Para os profissionais de relações governamentais, o cenário exige monitoramento constante. A antecipação do debate eleitoral de 2026 e as novas regras de concessões reforçam a necessidade de acompanhar de perto as movimentações no Congresso Nacional. Entender como essa crise política afeta a economia brasileira e a formulação de políticas públicas é essencial para quem atua com relações governamentais e busca mitigar riscos regulatórios.»»»»»»»»»»»»»»»»»»Neste episódio, você vai entender:✔️ A aprovação do projeto que altera penas para tentativa de golpe✔️ A antecipação do debate eleitoral de 2026 por Flávio Bolsonaro✔️ O avanço da PEC do Marco Temporal e o embate Legislativo x STF ✔️ O reforço na fiscalização da Enel e o debate sobre concessões✔️ O impacto do Salário Mínimo de R$ 1.621 para 2026✔️ A proposta de renda mínima para entregadores de aplicativos»»»»»»»»»»»»»»»»»»Conheça a Inteligov e transforme o caos legislativo em decisões estratégicas: https://www.inteligov.com.br/Acompanhe nossas atualizações e conteúdos exclusivos:LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/inteligovbr/Instagram: https://www.instagram.com/inteligovbrSpotify: https://open.spotify.com/show/0xQQNipjUjWPyEbiHwBooFYouTube: ⁠youtube.com/@inteligovbr🔔 Inscreva-se no canal e ative as notificações para não perder os próximos episódios!⁠»»»»»»»»»»»»»»»»»»0:00 Introdução 0:08 Penas para tentativa de golpe 0:16 Eleições 2026: Flávio Bolsonaro0:36 Marco Temporal e STF 0:47 Crise da Enel e Regulação1:03 Salário Mínimo de 2026 1:14 Regulação de Apps e Entregadores 1:28 Monitoramento Legislativo (Ep. 13 da Entrelinhas) 1:39 Encerramento
Um veto de R$ 20 bilhões ao empréstimo dos Correios reacendeu o alerta sobre o futuro do serviço postal brasileiro, ao mesmo tempo em que mudanças no Itamaraty ampliaram o debate sobre transparência pública.Nesta semana, analisamos como o governo federal lida com pressões por reestruturação, o impacto institucional da nova regra que permite sigilos permanentes, e o avanço da regulação sobre fintechs — desde restrições ao uso das marcas “bank” e “banco” até o plano do Nubank para se tornar banco em 2026. No Congresso Nacional, destaque para o aumento de impostos sobre fintechs e apostas esportivas aprovado pelo Senado, reforçando o papel das políticas públicas na arrecadação até 2028.O episódio também traz os bastidores da tensão entre poderes após o adiamento da indicação de Jorge Messias ao STF, ampliando debates sobre crise política, economia brasileira e governança no Congresso Nacional. Entenda como esses movimentos moldam o ambiente de relações governamentais e a tomada de decisão no país.»»»»»»»»»»»»»»»»»»Neste episódio, você vai entender:✔️ O impacto político e financeiro do veto ao empréstimo dos Correios✔️ Como a nova norma do Itamaraty altera o debate sobre transparência pública✔️ As restrições do Banco Central ao uso de “bank/banco” e o plano do Nubank para 2026✔️ O aumento de impostos para fintechs e apostas esportivas✔️ Como o Senado se posiciona na agenda econômica do governo✔️ As tensões entre poderes envolvendo a indicação de Jorge Messias ao STF✔️ Os sinais de mudança na regulação financeira brasileira✔️ O que essas notícias revelam sobre políticas públicas e governança»»»»»»»»»»»»»»»»»»Acompanhe nossas atualizações e conteúdos exclusivos:LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/inteligovbr/Instagram: https://www.instagram.com/inteligovbrSpotify: ⁠https://open.spotify.com/show/0xQQNipjUjWPyEbiHwBooFYouTube: ⁠youtube.com/@inteligovbr🔔 Inscreva-se no canal e ative as notificações para não perder os próximos episódios!⁠»»»»»»»»»»»»»»»»»»0:00 Introdução0:09 Veto aos R$ 20 bi dos Correios e impacto institucional0:22 Sigilos eternos no Itamaraty e debate sobre transparência0:34 Regras do BC para fintechs e restrições ao uso de “bank/banco”0:48 Senado aprova aumento de impostos para fintechs e apostas1:00 Tensão entre poderes e adiamento da indicação de Jorge Messias ao STF1:14 Encerramento
Você já confiou em algo que não vê? Abrir a torneira e ter água limpa, receber o salário no dia certo, votar e acreditar que o resultado é legítimo — nada disso existe por acaso. Esses mecanismos do cotidiano só funcionam porque há instituições operando silenciosamente para garantir estabilidade, previsibilidade e confiança.Neste episódio do Entrelinhas, explicamos por que as instituições são a base invisível da vida em sociedade e como moldam tudo: do comportamento do Estado à economia, das relações pessoais à governabilidade. Com autores como Douglass North, Francis Fukuyama, Leonardo Avritzer e Daron Acemoglu, analisamos o ecossistema institucional brasileiro, suas fortalezas, tensões e fragilidades.Também mostramos como ANVISA, TSE, órgãos de controle e o próprio Legislativo demonstraram, em momentos críticos, o impacto direto das instituições no país — e por que profissionais de relações governamentais dependem profundamente desse ambiente para atuar com estratégia, técnica e antecipação. »»»»»»»»»»»»»»»»»»Neste episódio, você vai entender:✔️ Por que instituições são essenciais para o desenvolvimento econômico✔️ Como regras formais e informais estruturam o Brasil que conhecemos✔️ O impacto das instituições inclusivas e extrativas, segundo Acemoglu e Robinson✔️ Como ANVISA e TSE foram decisivas em crises recentes✔️ Por que a confiança institucional é determinante para a democracia✔️ Como o jeitinho brasileiro cria um sistema paralelo de regras✔️ Onde entram advocacy, lobby e relações governamentais nesse ecossistema✔️ Como tecnologias como a Inteligov ampliam a capacidade estratégica de análise»»»»»»»»»»»»»»»»»»🎥 Assista/escute ao episódio completo e entenda os impactos de instituições para o Brasil.Acompanhe nossos conteúdos:LinkedIn: linkedin.com/company/inteligovbrInstagram: instagram.com/inteligovbrSpotify: open.spotify.com/show/0xQQNipjUjWPyEbiHwBooFYouTube: youtube.com/@inteligovbr📢 Inscreva-se no canal e ative as notificações para não perder os próximos episódios!#instituições #democracia #confiançainstitucional #políticabrasileira #advocacy
Em 2023, as grandes empresas de tecnologia registraram mais de 680 ações de lobby para influenciar decisões do Congresso Nacional — um movimento que mostrou a força das associações, do lobby e da defesa de interesses na formulação de políticas públicas no Brasil.Neste episódio do Entrelinhas, mostramos como associações, lobby e advocacy atuam de maneira coordenada para moldar leis, influenciar o STF e movimentar a opinião pública. Você entenderá como a defesa de interesses, quando estruturada por grandes associações, se tornou peça-chave no ambiente político-institucional brasileiro. As ações envolvendo o agronegócio, a tecnologia, a magistratura e movimentos sociais revelam como o lobby e o advocacy se consolidaram como ferramentas legítimas de participação democrática.Também exploramos os desafios modernos dessas entidades: uso de dados, inteligência artificial, monitoramento legislativo e relacionamento com associados — fatores que estão redefinindo a profissionalização das associações e ampliando o impacto da defesa de interesses na construção de políticas públicas.»»»»»»»»»»»»»»»»»»Neste episódio, você vai entender:✔️ Como associações estruturam o lobby e o advocacy no Brasil✔️ Exemplos reais de defesa de interesses que moldaram políticas públicas✔️ A influência direta de associações no Congresso e no STF✔️ O papel do lobby em CPIs e na disputa da opinião pública✔️ Como o advocacy técnico altera textos de leis✔️ A importância estratégica da defesa de interesses organizada✔️ Por que monitoramento legislativo e IA transformam o trabalho das associações✔️ O que torna o lobby eficaz e legítimo em uma democracia»»»»»»»»»»»»»»»»»»Conheça a Inteligov e transforme o caos legislativo em decisões estratégicas: https://www.inteligov.com.br/Acompanhe nossas atualizações e conteúdos exclusivos:LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/inteligovbr/Instagram: https://www.instagram.com/inteligovbrSpotify: ⁠https://open.spotify.com/show/0xQQNipjUjWPyEbiHwBooFYouTube: ⁠youtube.com/@inteligovbr🔔 Inscreva-se no canal e ative as notificações para não perder os próximos episódios!⁠»»»»»»»»»»»»»»»»»»0:00 Introdução0:12 O lobby no PL das Fake News1:07 O papel das associações no Brasil1:43 Como associações influenciam leis3:49 Lobby em CPIs e opinião pública5:07 Quando associações constroem políticas públicas5:59 Associações no STF e judicialização7:50 Defesa de direitos e movimentos sociais7:57 Desafios digitais das associações9:01 Encerramento
O Dia da Consciência Negra se tornou feriado nacional apenas em 2023 — um marco histórico da luta contra o racismo estrutural no Brasil. A data, celebrada em 20 de novembro, reforça a importância de Zumbi dos Palmares como símbolo de resistência, liberdade e valorização da cultura afro-brasileira.A oficialização do feriado consolidou décadas de mobilização social em torno da Consciência Negra, da defesa da igualdade racial e da necessidade de reconhecimento das contribuições do povo negro para a formação do país. Hoje, o 20 de novembro se afirma como uma das datas mais relevantes para o combate ao racismo e para o debate sobre políticas públicas.»»»»»»»»»»»»»»»»»»Você vai entender:✔️ O que é o Dia da Consciência Negra✔️ A história de Zumbi dos Palmares ✔️ Como o 20/11 virou feriado nacional ✔️ A conexão entre a data e o enfrentamento ao racismo estrutural✔️ Por que a igualdade racial depende de reconhecimento histórico e políticas públicas»»»»»»»»»»»»»»»»»»Acompanhe nossos conteúdos:LinkedIn: linkedin.com/company/inteligovbrInstagram: instagram.com/inteligovbrSpotify: open.spotify.com/show/0xQQNipjUjWPyEbiHwBooFYouTube: youtube.com/@inteligovbr📢 Inscreva-se no canal e ative as notificações!#ConscienciaNegra #ZumbiDosPalmares #IgualdadeRacial #FeriadoNacional #Inteligov
O avanço do projeto antifacção, a nova lei que proíbe linguagem neutra, e as mudanças estruturais na educação pública marcaram a agenda política da semana. Essas pautas revelam tendências importantes no campo das políticas públicas, da regulação federal e do monitoramento de medidas voltadas ao combate a facções e às disputas sobre normas oficiais do Estado.Neste episódio do Entrelinhas, você encontra uma análise clara, direta e estratégica dos principais movimentos envolvendo o projeto antifacção, os debates sobre linguagem neutra, o impacto da Bolsa Mais Professores, além das atualizações sobre monitoramento legislativo, consulta do BNDES para exportadores e mudanças na mobilidade urbana como a isenção de IPVA para veículos antigos. O objetivo é entregar contexto e impacto para quem acompanha regulação, tendências legislativas e transformações nas políticas públicas brasileiras.Para profissionais que atuam com governo, compliance, relações institucionais, análise regulatória ou inteligência política, este episódio sintetiza tudo o que importa sobre projeto antifacção, linguagem neutra, monitoramento legislativo, educação pública, IPVA, BNDES e debates sobre segurança e custos na formação de condutores.»»»»»»»»»»»»»»»»»»Neste episódio, você vai entender:✔️ O avanço do projeto antifacção e seus impactos na política de segurança✔️ O que muda na educação pública com a Bolsa Mais Professores✔️ Como a lei que proíbe linguagem neutra afeta documentos oficiais✔️ Por que o monitoramento legislativo virou pauta estratégica para empresas✔️ Consulta do BNDES sobre crédito para exportadores afetados por tarifas✔️ Proposta de isenção de IPVA para veículos com mais de 20 anos✔️ Debate nacional sobre CNH sem autoescola e os custos da formação»»»»»»»»»»»»»»»»»»📩 Receba os destaques da semana antes de todo mundoAssine a newsletter Entrelinhas Inteligov e acompanhe, no seu e-mail, as análises que explicam o cenário político e regulatóriointeligov.com.br/newsletter-entrelinhasConheça a Inteligov e transforme o caos legislativo em decisões estratégicas:https://www.inteligov.com.br/Acompanhe nossas atualizações e conteúdos exclusivos:🔗 LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/inteligovbr/📸 Instagram: https://www.instagram.com/inteligovbr🎧 Spotify: https://open.spotify.com/show/0xQQNipjUjWPyEbiHwBooF🎥 YouTube: youtube.com/@inteligovbr🔔 Inscreva-se no canal e ative as notificações para não perder os próximos episódios!»»»»»»»»»»»»»»»»»»0:00 Introdução0:09 Avanço do projeto antifacção0:17 Regulamentação da Bolsa Mais Professores0:27 Lei que proíbe linguagem neutra em documentos oficiais0:38 Monitoramento legislativo e consulta do BNDES0:59 Isenção de IPVA e debate sobre CNH sem autoescola1:13 Encerramento
Um tornado no Paraná deixou um rastro de destruição e levou o governo federal a reconhecer a calamidade pública, enquanto o governo estadual anunciou auxílio emergencial de R$ 5 mil por família. Esse cenário de calamidade pública no Paraná do país mostra como eventos extremos, como o tornado no Paraná, estão cada vez mais presentes no centro do debate público. Ao mesmo tempo em que lidamos com a calamidade pública, surgem também discussões sobre benefícios trabalhistas e novas regras do vale refeição, que afetam diretamente o dia a dia de milhões de pessoas.Em Belém, a abertura da COP30 pelo presidente Lula colocou o Brasil como protagonista na agenda climática global, com foco em desmatamento zero e transição energética. A COP30 é também um pano de fundo importante para entender como um tornado no Paraná e outros eventos extremos se conectam à crise climática. As decisões e discursos da COP30 ajudam a explicar por que o debate sobre meio ambiente, calamidades e políticas públicas precisa ser acompanhado de perto.No campo regulatório e legislativo, o governo abriu consulta pública sobre mudanças na CNH, discutindo o fim da obrigatoriedade de autoescola para parte dos candidatos. As mudanças na CNH podem reduzir custos, mas levantam dúvidas sobre formação e segurança no trânsito. Ao mesmo tempo, foram anunciadas novas regras do vale refeição e vale alimentação, para padronizar o uso dos benefícios e coibir fraudes. Essas novas regras do vale refeição dialogam com o cotidiano dos trabalhadores, enquanto o Congresso aprova indicações importantes e simplifica o registro de bens entre concessionárias. Em resumo, é uma semana em que mudanças na CNH, novas regras do vale refeição, a calamidade pública no Sul, o tornado no Paraná e as decisões da COP30 se cruzam e redesenham o cenário político e econômico.»»»»»»»»»»»»»»»»»»Neste episódio, você vai entender✔️ Como o reconhecimento de calamidade pública após o tornado no Paraná impacta o Sul do país e o auxílio de 5 mil reais por família✔️ O que a abertura da COP 30 em Belém sinaliza sobre a liderança do Brasil na agenda climática✔️ Quais são os pontos centrais da consulta pública sobre mudanças na CNH e os riscos para a segurança no trânsito✔️ De que forma as novas regras do vale refeição e do vale alimentação podem mudar a relação entre empresas, trabalhadores e operadoras de benefícios✔️ As decisões do Senado sobre ANTT e PGR, e a autorização da Câmara para registro direto de bens entre concessionárias✔️ Por que acompanhar temas como calamidade pública, tornado no Paraná, COP 30, mudanças na CNH e novas regras do vale refeição é essencial para entender o Brasil de hoje»»»»»»»»»»»»»»»»»»Acompanhe nossos conteúdosLinkedIn: linkedin.com/company/inteligovbrInstagram: instagram.com/inteligovbrSpotify: open.spotify.com/show/0xQQNipjUjWPyEbiHwBooFYouTube: youtube.com/@inteligovbr📢 Inscreva-se no canal e ative as notificações para não perder os próximos episódios!»»»»»»»»»»»»»»»»»»0:00 Introdução0:07 Calamidade no Paraná e auxílio emergencial de 5 mil reais0:21 COP 30em Belém e a liderança climática do Brasil0:35 Consulta pública sobre mudanças na CNH e fim da autoescola obrigatória0:50 Decisões do Senado sobre ANTT e recondução na PGR1:04 Novas regras do vale refeição e registro direto de bens entre concessionárias1:22 Convite para assinar a newsletter Entrelinhas1:30 Encerramento#calamidadepublica #tornadonoparana #COP30 #mudancasnaCNH #valerefeicao #politicaspublicas #Entrelinhas #Inteligov
O Brasil pode estar a poucos passos de reformular a forma como forma seus novos motoristas. Uma mudança que promete reduzir custos, ampliar o acesso e alterar a dinâmica de um mercado inteiro já movimenta o Congresso e o Executivo.Neste episódio, analisamos o avanço da proposta que torna facultativas as aulas em autoescola para categorias A e B e destrinchamos os efeitos econômicos, regulatórios e políticos envolvidos. Entenda por que a pauta ganhou força, quais os receios de segurança e como essa transição pode afetar milhões de pessoas que dependem da CNH para trabalhar.Exploramos também as implicações para autoescolas, instrutores, plataformas educacionais e órgãos de fiscalização. Com as discussões acelerando, monitorar o tema virou necessidade estratégica para quem atua com políticas públicas, mobilidade, segurança viária e relações governamentais.»»»»»»»»»»»»»»»»»»Neste episódio, você vai entender:✔️ quanto a CNH pode baratear com a facultatividade✔️ o que permanece obrigatório e o que vira opcional✔️ como a mudança impacta autoescolas e instrutores✔️ os riscos e salvaguardas discutidos na regulação✔️ os efeitos políticos e eleitorais dessa pauta✔️ como acompanhar os próximos passos do Contran e dos Detrans»»»»»»»»»»»»»»»»»»Acompanhe nossos conteúdos:LinkedIn: linkedin.com/company/inteligovbrInstagram: instagram.com/inteligovbrSpotify: open.spotify.com/show/0xQQNipjUjWPyEbiHwBooFYouTube: youtube.com/@inteligovbr📢 Inscreva-se no canal e ative as notificações para não perder os próximos episódios!
A semana trouxe três movimentos com impacto direto no bolso e na previsibilidade econômica: meta fiscal com novo desenho, isenção do Imposto de Renda até R$ 5 mil avançando e taxação do streaming aprovada na Câmara.Neste episódio do Entrelinhas, destrinchamos como a meta fiscal com piso pode afetar a execução do Orçamento, por que a isenção do Imposto de Renda até R$ 5 mil abre uma frente de compensações e de onde vem a pressão por taxação do streaming para nivelar a concorrência entre modelos de distribuição. Também discutimos a expansão gradual da licença paternidade para 20 dias e o recuo da Caixa em lançar plataforma própria de apostas esportivas, recolocando o papel do Estado sob os holofotes.Além do factual, revisitamos o presidencialismo de coalizão como tecnologia de formação de maioria e seus efeitos sobre meta fiscal e prioridades legislativas. Conectamos isenção do Imposto de Renda às contas públicas, avaliamos quem ganha e quem perde com a taxação do streaming, e como a ampliação da licença paternidade conversa com produtividade e cuidado. Por fim, analisamos o mercado de apostas esportivas sob ótica regulatória e concorrencial.»»»»»»»»»»»»»»»»»»Neste episódio, você vai entender:✔️ O que muda com o piso da meta fiscal e seu efeito na previsibilidade✔️ Quem é beneficiado pela isenção do Imposto de Renda até R$ 5 mil e como compensar✔️ Por que a taxação do streaming avança e possíveis impactos no preço ao consumidor✔️ Como a nova licença paternidade reduz assimetrias de cuidado✔️ O recuo da Caixa e os caminhos regulatórios das apostas esportivas✔️ Presidencialismo de coalizão na prática: tecnologia de maioria e agenda econômica✔️ As conexões entre meta fiscal, isenção do Imposto de Renda e taxação do streaming nas contas públicas✔️ Tendências para licença paternidade e governança de apostas esportivas»»»»»»»»»»»»»»»»»»Acompanhe nossos conteúdos:LinkedIn: linkedin.com/company/inteligovbrInstagram: instagram.com/inteligovbrSpotify: open.spotify.com/show/0xQQNipjUjWPyEbiHwBooFYouTube: youtube.com/@inteligovbr#MetaFiscal #ImpostoDeRenda #Streaming #LicencaPaternidade #ApostasEsportivas #Política #Economia #Entrelinhas #Inteligov
Você sabe o que significa presidencialismo de coalizãoDesde 1988, nenhum presidente brasileiro conseguiu governar sozinho. Em um Congresso fragmentado por dezenas de partidos, formar coalizões é a regra — e ignorá-la costuma custar caro.Este episódio do Entrelinhas explica, de forma direta e histórica, como surgiu o presidencialismo de coalizão, por que ele garante governabilidade e quais distorções trouxe ao longo de três décadas de Nova República.A partir de Collor, FHC, Lula, Dilma, Temer e Bolsonaro até o cenário atual do terceiro mandato de Lula, analisamos a reconfiguração da relação Executivo–Legislativo, o papel do Centrão, as emendas parlamentares e o chamado “orçamento secreto” — além dos possíveis caminhos para reduzir a fragmentação partidária e repensar o modelo.Neste episódio, você vai entender:✔️ O que é o presidencialismo de coalizão e por que ele é diferente em comparação a outros presidencialismos✔️ Como a fragmentação partidária torna indispensável a negociação com o Congresso✔️ As lições de Collor, FHC e Lula para montar (ou não) uma base sólida✔️ Crise, Lava Jato e impeachment: o que desestruturou a coalizão de Dilma✔️ O pragmatismo de Temer e as reformas aprovadas com maioria parlamentar✔️ A guinada de Bolsonaro ao Centrão e os efeitos do “orçamento secreto”✔️ O terceiro mandato de Lula, a força do Congresso e a mini reforma ministerial de 2023✔️ O futuro do modelo: emendas impositivas, redução da fragmentação e alternativas semipresidencialistas»»»»»»»»»»»»»»»»»»Conheça a Inteligov e transforme o caos legislativo em decisões estratégicas: https://www.inteligov.com.br/Acompanhe nossas atualizações e conteúdos exclusivos:LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/inteligovbr/Instagram: https://www.instagram.com/inteligovbrSpotify: ⁠https://open.spotify.com/show/0xQQNipjUjWPyEbiHwBooFYouTube: ⁠youtube.com/@inteligovbr📢 Inscreva-se no canal e ative as notificações para não perder os próximos episódios!»»»»»»»»»»»»»»»»»»0:00 Introdução0:45 Origem e lógica do presidencialismo de coalizão2:06 Collor a FHC: da lição do isolamento às reformas3:17 Lula: mensalão, ampliação da base e estabilidade4:01 Dilma a Temer: crise, impeachment e pragmatismo no Congresso4:47 Bolsonaro: Centrão, orçamento secreto e efeitos no Executivo5:29 Lula 3º mandato: Congresso mais forte e reconfiguração do modelo6:40 Futuro do modelo: emendas, Centrão e possíveis reformas
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