Discover
DozeCast - Cardiologia
DozeCast - Cardiologia
Author: Doze Por Oito
Subscribed: 49Played: 4,195Subscribe
Share
© Doze Por Oito
Description
Sejam bem-vindos ao Podcast da Doze Por Oito! Destinado a esmiuçar as nuances da Cardiologia e Medicina! De forma descontraída e didática, relembraremos junto com você aquilo que ja é sedimentado em nossa especialidade, mas acima disso, debateremos tudo aquilo que ainda nao é consenso entre os especialistas!
248 Episodes
Reverse
A pressão não cedeu com três drogas. O potássio insiste em ficar “meia-boca”. O paciente interna com edema agudo de pulmão hipertensivo. Em que momento você para de ajustar a dose e começa a investigar a causa?Neste episódio do DozeCast, Mateus Prata e William Batah recebem o nefrologista Dr. Paulo Lins, doutor em Nefrologia pela EPM-Unifesp e preceptor da residência de Clínica Médica da Escola Paulista. Ele volta ao canal depois de um dos episódios mais ouvidos do DozeCast sobre hipertensão.Desta vez a conversa vai do consultório à UTI, com o raciocínio de quem ensina a investigar o caso a fundo.Apoio: MEV Brasil, a escola pioneira em Medicina do Estilo de Vida no país.Quer levar a MEV para o seu consultório? No novo MEVClinic você estrutura o seu consultório particular de Medicina do Estilo de Vida, da consulta ao acompanhamento.Conheça o MEVClinic: https://mevclinic.mevbrasil.com.br/dozecast-ep33 ⏱️ Capítulos 00:00 Abertura e apresentação do Dr. Paulo Lins 03:07 Casos emblemáticos: o vasoconstritor nasal que escondia a causa 06:45 Epidemiologia: quando suspeitar de hipertensão secundária 09:09 Hipertensão resistente x refratária 10:11 Principais causas na prática 15:06 Investigação em três níveis: o que pedir em todo hipertenso 17:33 Não controlou com a tripla: renina, aldosterona e apneia 19:46 Doppler ou angiotomografia nas artérias renais? 21:34 Quem investigar: as “bandeiras” clínicas 25:03 Medicamentos que elevam a pressão 27:33 Apneia do sono: STOP-Bang, MAPA e CPAP 32:56 Estenose de artéria renal: ASTRAL, CORAL e quando angioplastar 40:45 Doença renal parenquimatosa 41:51 Coarctação de aorta e displasia fibromuscular 43:12 Hiperaldosteronismo primário: como interpretar renina e aldosterona 48:23 Feocromocitoma: paroxismos, coleta e regra dos 10% 54:48 Síndrome de Cushing 57:17 Acromegalia 58:45 Hiperparatireoidismo primário e o cálcio que sobe com tiazídico 1:01:51 Titulando espironolactona pela renina: espiro x eplerenona 1:04:28 Mensagem finalO ponto que pode mudar a sua prática: a espironolactona costuma entrar como “quarta droga” no resistente, mas, segundo o Paulo, isso pode acontecer justamente porque ela trata hiperaldosteronismo que nunca foi diagnosticado. No hiperaldo primário, a dose pode ser titulada pela renina, com o objetivo de torná-la detectável, e a espironolactona levou vantagem sobre a eplerenona na comparação direta. Para quem é este episódio: cardiologistas, clínicos, residentes e quem estuda para o TEC e quer um roteiro prático de investigação.🔔 Inscreva-se no canal e ative o sininho para não perder os próximos episódios do DozeCast.#DozeCast #HipertensãoSecundária #HipertensãoResistente #HipertensãoArterial #Hiperaldosteronismo #ApneiaDoSono #EstenoseDeArtériaRenal #Feocromocitoma #Nefrologia #Cardiologia #PodcastDeCardiologia #DozePorOito__________________Receba revisões didáticas de Cardiologia, semanalmente, na DozeNews PRIME — a maneira mais leve e rápida de se manter atualizado(a), através do link https://news.dozeporoito.com/dozecast26.👉 Assine agora! Desconto EXCLUSIVO para ouvintes do DozeCast através do link!
Você dobrou a dose de furosemida, trocou para endovenosa… e o paciente continua congesto. Ele é resistente ao diurético, ou é você que ainda não encontrou o mecanismo certo?Neste episódio do DozeCast, Dr. Victor Bemfica e Dra. Thaysa Louzada recebem a Dra. Ivna Girard, especialista em insuficiência cardíaca, transplante cardíaco e assistência circulatória mecânica, doutora pela USP, médica do Núcleo de Insuficiência Cardíaca do InCor e do Hospital Sírio-Libanês. Ivna é autora de uma meta-análise que comparou as estratégias de bloqueio sequencial do néfron, e traz para a mesa um raciocínio fisiopatológico que transforma a resistência diurética de "receita de bolo" em decisão clínica.O destaque do episódio é que dobrar a dose indefinidamente não é estratégia. Todo bloqueio sequencial aumenta a diurese, mas cobra seu preço em distúrbios eletrolíticos e injúria renal. A escolha do segundo diurético deve ser guiada pelos eletrólitos: sódio, bicarbonato, potássio e magnésio. Ivna mostra como o bicarbonato acima de 27 aponta para a acetazolamida, e por que o iSGLT2 deveria estar presente desde a internação.👨⚕️ Para cardiologistas, emergencistas, intensivistas, residentes e estudantes que manejam insuficiência cardíaca descompensada no PS, na enfermaria ou no consultório.⏱️ CAPÍTULOS00:00 Abertura e apresentação da Dra. Ivna Girard03:00 Congestão e prognóstico na insuficiência cardíaca05:55 O que é resistência diurética? Definições e prevalência13:08 Fisiologia do néfron: glomérulo e o "rim hemodinâmico"19:34 Túbulos e reabsorção de sódio: a base do bloqueio sequencial22:08 Paciente congesto no PS: por onde começar o raciocínio23:51 Adesão, restrição hidrossalina e absorção da furosemida27:38 Conversão VO → EV e o DOSE trial31:09 Avaliando a resposta: diurese em 2h e natriurese33:50 Fenômeno de braking e o PUSH-AHF41:28 Dobrar a dose ou associar? A meta-análise do bloqueio sequencial45:38 iSGLT2 na descongestão46:54 Tolvaptano e salina hipertônica ("salgadão")50:25 Hidroclorotiazida: quando e qual dose (CLOROTIC)53:21 Acetazolamida: ADVOR e alcalose de contração55:55 Algoritmo prático: como escolher o segundo diurético58:41 Espironolactona descongestiona? (ATHENA-HF)1:00:40 Ultrafiltração e diálise na congestão refratária1:04:18 Furosemida em bomba x bolus1:09:03 Como desmamar o diurético1:13:54 Albumina com furosemida: faz sentido?1:15:00 Mensagens finais🔔 Inscreva-se no canal e ative o sininho para não perder os próximos episódios do DozeCast.Siga também a Dra. Ivna no Instagram: @cardiopro#ResistenciaDiuretica #Furosemida #InsuficienciaCardiaca #ICDescompensada #Diureticos #Hidroclorotiazida #Acetazolamida #BloqueioSequencial #Cardiologia #Emergencia #DozeCast #PodcastMedico__________________Receba revisões didáticas de Cardiologia, semanalmente, na DozeNews PRIME — a maneira mais leve e rápida de se manter atualizado(a), através do link https://news.dozeporoito.com/dozecast26.👉 Assine agora! Desconto EXCLUSIVO para ouvintes do DozeCast através do link!_______________________________MEVBrasil, a Escola Brasileira de Medicina do Estilo de Vida: a MEVBrasil é uma instituição pioneira no ensino exclusivo de Medicina do Estilo de Vida no Brasil e tem um foco muito claro: ajudar cardiologistas a aplicarem, de forma prática e baseada em evidências, as técnicas comportamentais da MEV no consultório. Confira no link: https://mevclinic.mevbrasil.com.br/dozecast-ep32
A fração de ejeção levemente reduzida deixou de existir. Se a nova diretriz europeia mudou um nome que você usa todo dia, o que mudou de verdade na conduta?Com a dupla Mateus Prata e Plínio Wolff, esse episódio percorre a Diretriz ESC 2026 de insuficiência cardíaca, apresentada em 28 de agosto, em uma das sessões mais lotadas do congresso europeu. O foco é a IC crônica. A IC descompensada fica para o próximo episódio. A diretriz brasileira vem logo aí, e este é o melhor aquecimento para compará-las.O que você vai aprender:O ponto mais polêmico: a simplificação tem um preço. Ao juntar tudo em "FE <50%", a diretriz estende recomendações classe 1 para o grupo de 41–49%, onde a evidência é bem mais frágil (o IECA, por exemplo, nunca teve estudo robusto de desfecho nessa faixa). O mesmo vale para os antagonistas mineralocorticoides, que viraram classe 1 como grupo, apesar de a evidência na FE preservada vir da finerenona (FINEARTS-HF). Plínio e Mateus discutem onde a simplificação ajuda e onde exige individualizar.Eles também discutem por que a espironolactona, com base no TOPCAT, é uma saída defensável no SUS.Para quem é: cardiologistas, clínicos, residentes e estudantes que manejam IC e querem entender o que muda na prática antes da diretriz brasileira.⏱️ Minutagem00:00 Abertura03:07 Impressões gerais05:20 Níveis de evidência08:18 Fração de ejeção: nova definição12:06 IC descompensada e IC melhorada17:09 Estágios A–D e prevenção27:06 Diagnóstico e peptídeos por idade31:21 Terapia médica fundamental: quarteto e dupla dinâmica36:12 Antagonistas mineralocorticoides: finerenona x espironolactona40:08 Titulação rápida e FE 41–49%43:00 Terapia adicional: GLP-1 e tirzepatida44:27 Digoxina e digitoxina48:02 Ferro endovenoso50:29 TRC, ablação de FA e TEER54:36 Reabilitação e autocuidado56:12 IC avançada🔔 Inscreva-se no canal e ative o sininho para não perder os próximos episódios do DozeCast.Hashtags: #DozeCast #InsuficienciaCardiaca #DiretrizESC #ESC2026 #ICFEr #ICFEp #QuartetoFantastico #SGLT2 #Finerenona #Cardiologia #PodcastMedico #DozePorOito__________________Receba revisões didáticas de Cardiologia, semanalmente, na DozeNews PRIME — a maneira mais leve e rápida de se manter atualizado(a), através do link https://news.dozeporoito.com/dozecast26.👉 Assine agora! Desconto EXCLUSIVO para ouvintes do DozeCast através do link!_______________________________MEVBrasil, a Escola Brasileira de Medicina do Estilo de Vida: a MEVBrasil é uma instituição pioneira no ensino exclusivo de Medicina do Estilo de Vida no Brasil e tem um foco muito claro: ajudar cardiologistas a aplicarem, de forma prática e baseada em evidências, as técnicas comportamentais da MEV no consultório. Confira no link: https://mevclinic.mevbrasil.com.br/dozecast-ep31
Uma paciente com leucemia sangra, tem um AVC e mesmo assim precisa continuar protegida contra o próximo. Um militar cai do cavalo em vigência de anticoagulante e quase perde a perna. Na teoria, a diretriz resolve. Na prática, o paciente não leu a diretriz.Fechando com chave de ouro a série especial em parceria com a Boston Scientific pelo Dia Mundial do Coração (29/09), o DozeCast recebe o doutor Guilherme Velho, cardiologista e diretor científico da MedVox, e o doutor Rodrigo Noronha, cardiologista clínico, PhD pela USP e chefe do Serviço de Cardio-Oncologia da Beneficência Portuguesa. A conversa parte de casos reais para discutir o que fazer quando a anticoagulação, que deveria proteger o paciente, se torna ela mesma um risco.O que você vai aprender: 📌 Por que o HAS-BLED não captura riscos reais como invasão tumoral gastrointestinal, fragilidade e risco de queda 📌 Os limites da varfarina no Brasil — baixo TTR e falta de acesso aos DOACs por questão financeira 📌 O erro mais comum na prescrição de apixabana e o impacto disso na proteção do paciente 📌 O racional biológico por trás da oclusão do apêndice atrial esquerdo 📌 CLOSURE-AF vs. CHAMPION-AF: por que dois estudos do mesmo ano, com populações diferentes, chegaram a resultados opostos 📌 Como conduzir o pós-procedimento em pacientes oncológicos, plaquetopênicos e com angiopatia amiloide 📌 O que o InReach Trial muda na conduta após hemorragia intracraniana 📌 Por que individualizar — e não seguir a diretriz de forma populacional — é a mensagem central da discussãoO ponto mais provocativo do episódio vem quando os convidados trazem o InReach Trial: em pacientes que sangraram na cabeça, retornar à anticoagulação entre duas e quatro semanas, como a diretriz orienta, não reduziu o risco de AVC e ainda aumentou o sangramento. Na prática, a minoria desses pacientes retorna mesmo à anticoagulação, ficando sem nenhuma proteção. É exatamente nesse gap entre diretriz e realidade que a oclusão do apêndice atrial pode aparecer como resposta.Para quem é esse episódio: cardiologistas, residentes e estudantes que lidam com fibrilação atrial e precisam decidir o que fazer quando o paciente à frente não se encaixa em nenhum trial.🔔 Inscreva-se no canal e ative o sininho para não perder os próximos episódios do DozeCast.Hashtags: #FibrilaçãoAtrial #Anticoagulação #Cardiologia #AVC #OclusãoDeApêndiceAtrial #DOAC #CardioOncologia #HASBLED #DiaMundialDoCoração #BostonScientific #DozeCast #Cardiologistas
A prova do TEC está chegando, e estudar apenas o que você já viu pode não ser suficiente. Em 2025, novas atualizações mudaram pontos importantes de diretrizes que aparecem com frequência na prova de título de especialista em Cardiologia.Neste episódio especial do DozeCast para o DozeTEC, Victor Bemfica e William Batah fazem uma revisão estratégica da reta final: passam por temas centrais e destacam as principais mudanças recentes, mostrando como esses assuntos costumam ser cobrados nas questões.A proposta não é fazer uma revisão enciclopédica. É organizar o raciocínio para você identificar o que merece atenção máxima agora. Especialmente os conteúdos em que uma mudança de recomendação pode transformar uma alternativa aparentemente correta na pegadinha da prova.📌 Hipertensão arterial sistêmica: a nova meta de 130/80 mmHg e a pegadinha clássica das metas em pacientes idosos e de diferentes categorias de risco.📌 Dislipidemias: o escore PREVENT, as metas de LDL-colesterol e colesterol não-HDL e a importância de dosar Lp(a) pelo menos uma vez na vida.📌 Fibrilação atrial: o CHA₂DS₂-VA, a retirada do sexo feminino como fator de risco isolado, a nova janela para cardioversão e as principais decisões envolvendo anticoagulação.📌 Anticoagulação na fibrilação atrial: situações especiais, ajuste de dose dos anticoagulantes orais diretos, próteses valvares, terapia antitrombótica após síndrome coronariana aguda ou angioplastia e anticoagulação após ablação.📌 Dor torácica e síndrome coronariana aguda: protocolo de 0–1 hora com troponina ultrassensível, escore HEART, ADD-RS, PERC, critérios de Sgarbossa modificados por Smith e padrões eletrocardiográficos de oclusão coronariana sem supradesnivelamento clássico.📌 Insuficiência cardíaca: classificação por fração de ejeção e os quatro pilares do tratamento da insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida — um dos assuntos mais recorrentes no TEC.📌 Arritmias geneticamente determinadas: síndrome do QT longo, critérios de Schwartz, diferenças entre os principais genótipos, drogas a evitar e o papel dos betabloqueadores, com destaque para propranolol, nadolol e mexiletina em situações específicas.📌 Estenose mitral: os pontos de avaliação clínica, ecocardiográfica e terapêutica que podem aparecer em um caso de valvopatia.📌 Estenose aórtica e TAVI: como organizar a avaliação da gravidade, da indicação de intervenção e da escolha da estratégia terapêutica.📌 Propedêutica cardiovascular: os dados do exame clínico e dos métodos complementares que ajudam a resolver questões de diagnóstico e gravidade.📌 Miocardiopatias: o diferencial entre fenocópias, o tratamento sintomático, a prevenção de morte súbita e os red flags que devem levantar a suspeita de amiloidose cardíaca.📌 Cardiopatias congênitas — comunicação interatrial: o tipo mais comum de CIA, a associação com drenagem anômala de veias pulmonares e os critérios de abordagem.Cardiologistas, residentes, pós-graduandos e candidatos à prova de título de especialista em Cardiologia que estão na reta final de preparação para o TEC-SBC de 2026 e precisam priorizar os temas mais recorrentes, revisar as atualizações de 2025 e transformar diretrizes em raciocínio de prova.📚 Prepare-se para o TEC com o DozeTEC: conteúdo organizado por módulos, centenas de questões e simulados comentados em texto e em vídeo, além de flashcards para revisar o que realmente importa. Inscreva-se AGORA e obtenha o desconto de 50% com o cupom: TEC50#TEC #TECSBC #DozeTEC #DozeCast #Cardiologia #ProvaDeTitulo #Hipertensao #Dislipidemia #FibrilacaoAtrial #DorToracica #SindromeCoronarianaAguda #InsuficienciaCardiaca #Arritmias #Miocardiopatias #AmiloidoseCardiaca








