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Alta Definição
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Author: SIC
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Entrevistas intimistas conduzidas por Daniel Oliveira. Todas as semanas um novo convidado no 'Alta Definição', um programa da SIC
Veja a versão vídeo deste programa em Opto.sic.pt
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Entre a mudança para Portugal, o desafio de integrar uma nova novela da SIC e a gestão da vida familiar, a atriz brasileira Vanessa Giácomo descreve um momento de transformação vivido com entusiasmo e assente numa filosofia de constante reinvenção: “Eu, como artista, quero sempre algo novo, diferente, que me movimente, que me faça o coração bater mais forte”. A chegada a Portugal — que descreve como “um país que eu amo” — significa, para Giácomo, um reencontro com uma cultura na qual se sente próxima e um terreno fértil para novas relações profissionais, destacando a recepção calorosa de colegas como Cláudia Vieira. Mas é no território íntimo que a atriz mais se expõe, revisitando memórias da mãe, cuja morte precoce permanece como cicatriz e guia emocional: “A minha mãe sempre me colocou no lugar de ter muita confiança”, recorda, explicando como essa herança molda hoje a mãe que procura ser. Na sua profissão, assume-se disciplinada e crítica, mas sempre aberta à escuta e ao erro, defendendo que o equilíbrio entre elogio e crítica é essencial para o crescimento artístico. Apesar da fama consolidada, Vanessa orgulha-se, sobretudo, de “não ter mudado o meu jeito de ser por nada”. O Alta Definição foi exibido na SIC a 31 de janeiro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Depois de uma carreira de 47 anos como apresentadora da RTP, Dina Aguiar anunciou a sua saída da estação pública em outubro do ano passado. Em conversa com Daniel Oliveira, recorda os momentos mais difíceis enquanto mãe numa área que “exige muito” e que nem sempre deixa espaço para a vida pessoal. Mas, neste episódio de Alta Definição, o testemunho vai muito além do lado profissional. Dina Aguiar revisita a infância rural, a exigência dos pais, uma carreira longe da ribalta e a experiência da maternidade. Com serenidade, fala de desapego, aceitação do destino e da importância de amar sem prender. Entre memórias, perdas e reencontros, partilha uma filosofia que com os anos foi desenvolvendo, assente na gratidão e na consciência. Acredita que a adversidade da sua infância moldou uma mulher resiliente, livre e profundamente ligada ao presente. “Quando temos este estado de consciência e maturidade, atraímos as pessoas certas. Não vale a pena forçar”, aconselha. Uma conversa sobre envelhecer, perdoar e viver com leveza. Já sobre o futuro profissional, quando Daniel Oliveira questiona se a comunicação e o jornalismo já pertencem apenas ao seu passado, a apresentadora responde sem hesitar: “Não. Ainda há algumas hipóteses, mas só depois de março é que posso falar sobre elas. Só não as vou enfrentar com a mesma intensidade, a idade não permite”, admite. Este episódio foi emitido na SIC a 24 de janeiro, ouça aqui a versão podcast. A sinopse foi criada com o apoio de IA. Saiba mais sobre a aplicação de Inteligência Artificial nas Redações da Impresa.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ator e improvisador, Carlos Cunha é convidado de Daniel Oliveira neste Alta Definição em podcast, onde revisita a sua história pessoal, fala da infância vivida no meio rural, marcada pela liberdade, pela natureza e por uma forte ligação à família. Nesta longa conversa intimista, Carlos Cunha destaca a educação exigente da mãe, a influência determinante dos mais velhos e os valores de honestidade, trabalho e perseverança que o moldaram desde cedo. O ator recorda a escola como espaço de descoberta, mas também de confronto, e explica como percebeu cedo que teria de construir o seu próprio caminho. Fala do medo de falhar, da responsabilidade de formar família e da relação profunda com a filha, que assume como referência pessoal. Ao longo da conversa com Daniel Oliveira, emitida na SIC a 17 de janeiro, Carlos Cunha sublinha a importância da resiliência, da curiosidade e da capacidade de adaptação, traçando o retrato de um percurso feito de escolhas difíceis, trabalho persistente e fidelidade às origens.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Estamos nos primeiros dias de 2011, Carlos Castro e Renato Seabra estão em Nova Iorque, nos EUA. Foram passar o ano em Times Square. Esta viagem não é a primeira a dois. Mas é a última. Castro é morto por Seabra naquele que é um dos crimes que mais marcaram Portugal. Passaram-se 15 anos, voltamos a contar o caso e a falar com quem os conheceu. Como está Renato Seabra? Voltará a Portugal?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio do Alta Definição, o ícone da culinária portuguesa, Cátia Goarmon (Tia Cátia), partilha a sua trajetória pessoal e profissional, marcada pela paixão pela cozinha, pela importância da família e pela superação de desafios. Numa entrevista profunda, conduzida por Daniel Oliveira, aborda memórias de infância, a influência dos pais, a maternidade, e a experiência no MasterChef. Relata ainda o impacto do diagnóstico de cancro da mama, destacando a resiliência perante a doença. O episódio evidencia o papel do afeto, da criatividade e do respeito pelas diferenças na construção do seu percurso, sublinhando a força dos laços familiares e a capacidade de transformação perante a adversidade.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Um corpo, uma vítima, um culpado. Reconstituímos os crimes que marcaram Portugal, revelamos os detalhes e damos voz a todos os pormenores. Aqui não há gato, aqui há crime. Todas as sextas-feiras, na sua plataforma de podcasts preferida, com Júlia Pinheiro e a jornalista Marta Gonçalves.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Há homens que passam a vida a ligar pessoas; Júlio Isidro passou-a a ligar gerações. Do céu aberto da aviação — onde aprendeu a olhar o mundo em perspetiva — aos estúdios de rádio e televisão, onde deu voz e rosto a décadas da história portuguesa, Isidro construiu uma carreira feita de curiosidade, rigor e humanidade. Na entrevista intimista ao Alta Definição, Isidro revisita episódios concretos: a paixão pela aviação, um fascínio que começou aos nove anos; a perda do pai cujo conhecimento e cultura geral o inspiraram; a importância da consistência e integridade no seu trabalho; o casamento tardio com Sandra e a responsabilidade em relação às filhas; o desprezo pela ostentação, a hipocrisia e a superficialidade, valorizando a sinceridade e a simplicidade; as mudanças nos tempos e nos jovens de hoje, sempre com compreensão e respeito. Aos 80 anos, Júlio recusa a ideia de reforma. O trabalho, para ele, é “fonte de juventude e sentido”. Como um aviador dos sonhos, ensina-nos que, mesmo quando a vida nos obriga a aterrar, há sempre um novo voo à espera. See omnystudio.com/listener for privacy information.
O apresentador João Manzarra é o convidado de Daniel Oliveira, no Alta Definição em podcast. Antes do regresso do “Vale Tudo”, o apresentador recorda o início da carreira em televisão, explica como tem lidado com a exposição mediática, aborda a relação com os animais e a natureza e relembra alguns episódios da infância. João Manzarra narra ainda alguns dos momentos que marcaram o último ano de vida do pai, em que foi ficando cada vez mais debilitado. “Havia sempre alguma esperança, mas os resultados nunca eram muito bons. Tentámos compensar isso com os momentos mais alegres possíveis. A estrutura que eu tive para encarar esse momento veio também da estrutura que o meu pai me deu ao longo da vida. De certa maneira, o meu pai preparou-me para a morte dele”, explica o apresentador. Ouça a conversa intimista no Alta Definição, em podcast, emitido na SIC a 27 de dezembro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Representar ou brincar? Entre novelas e a escola, como é ser um ator de sucesso aos nove anos? Neste Alta Definição em podcast, Rodrigo Costa partilha de forma descontraída com Daniel Oliveira a sua experiência no mundo das novelas, anúncios e teatro. O jovem ator fala sobre os desafios de conciliar a carreira com a escola e a infância, revela curiosidades dos bastidores, a importância da família e amigos, e reflete sobre o que é ser criança e crescer também no mundo da televisão. Rodrigo mostra-se sensível, determinado e apaixonado pela arte de representar, inspirando outras crianças a seguirem os seus sonhos com dedicação, alegria e equilíbrio entre trabalho e diversão. Sem nunca esquecer os estudos, claro. O Alta Definição foi emitido a 20 de dezembro na SIC.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste Alta Definição, mergulhamos na vida de João Miguel Tavares, conhecido pela sua visão crítica e humor afiado. Apesar da sua dificuldade em pronunciar os “R”, e de ter sido gozado várias vezes, isso não impediu o cronista de ter coragem para desafiar as normas e questionar a autoridade, como é notório nas suas intervenções no Programa Cujo Nome Estamos Legalmente Impedidos de Dizer. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Vicente Gil continua a surpreender muitos quando fala sobre as suas origens étnicas. O ator da novela da SIC 'Vitória', onde dá vida à personagem Afonso, é cigano, mas nunca permitiu que a imagem pejorativa associada à comunidade limitasse a sua ambição. Nasceu e cresceu no Porto e, desde muito jovem, foi incentivado pela mãe a frequentar teatros, concertos e outros espetáculos da cidade. Chegou mesmo a fazer teatro comunitário nos bairros da periferia. Mais tarde, essas experiências acabariam por definir a sua vocação. Hoje, reconhece a importância de existir “um ator cigano, licenciado, lourinho e lavadinho” na televisão portuguesa. “Eu não pareço cigano porque não correspondo àquela imagem pejorativa. É importante que as pessoas se deparem comigo”, afirma. O preconceito, no entanto, acompanhou-o desde cedo. Em conversa com Daniel Oliveira, recorda os tempos de escola em que ele e os familiares eram conhecidos como “os ciganitos” e chegaram a ser aconselhados pela própria diretora a não revelarem a mais ninguém a sua origem. “Estas discriminações continuam até hoje, até quando vou à Segurança Social. Não acreditam que uma pessoa como eu pode ser cigana”, lamenta. E, embora compreenda que nem sempre há intenção maliciosa, não deixa de sublinhar: “As nossas instituições são xenófobas; mais facilmente nos pedem a nós para nos modificarmos. E é assim com muitas minorias.” Com o tempo, porém, aprendeu a transformar os valores da sua identidade étnica numa força. Características que descreve como “pelo na venta”, “garra” e “questionamento sobre o mundo” ajudaram-no a chegar onde está. Acima de tudo, sente profunda gratidão pela educação que recebeu da mãe. “A minha mãe é uma grande mulher cigana. Quem me dera que pudesse ser mãe de muita gente, dar garra a certas famílias”, diz, com um sorriso. Neste 'Alta Definição', enquanto revisita a sua história e as suas raízes, tenta responder à pergunta que acompanha toda a conversa: afinal, o que é ser cigano? O programa foi emitido a 6 de dezembro na SIC e está disponível aqui em versão podcast.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Aos 8 anos, Matias, o filho que foi diagnosticado com autismo, chamou-o de pai pela primeira vez. Uma experiência que viria a marcar o cantor angolano para a vida. Matias Damásio compartilhou como foi crescer durante a guerra civil, ter de enfrentar a pobreza extrema e a violência. Aos 12 anos, foi vítima de abuso sexual. Lidou com esse trauma sozinho, sem ajuda psicológica, e esse trauma viria a afetar as suas relações amorosas futuras, confessa. Abordou a perda de um irmão por falta de assistência médica e como isso quase o fez desistir. “Num contexto de pobreza dá-se valor à vida, às coisas pequenas, como ter almoço, ter jantar, poder beber um copo de água, poder estar vivo, poder dar abraços”, acrescenta. Matias reflete ainda sobre a sua trajetória artística, os sacrifícios pessoais, a saudade, e os sonhos que o motivam, destacando o papel da música como força transformadora. Eis a história de vida de Matias Damásio, no dia em que sobe ao Meo Arena para um grande concerto. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio do Alta Definição, Paulo Raimundo é entrevistado por Daniel Oliveira, numa conversa que percorre a sua trajetória pessoal e profissional, desde a infância marcada por dificuldades económicas até à liderança política. O líder do Partido Comunista Português (PCP) partilha memórias familiares, experiências de trabalho, reflexões sobre educação, valores e desafios da vida quotidiana. Aborda ainda o impacto da sua atividade política na família, a importância da autenticidade e da luta coletiva, e destaca episódios marcantes que moldaram o seu percurso, fazendo a sua análise da realidade social portuguesa. * A sinopse deste episódio foi criada com o apoio de IA. Saiba mais sobre a aplicação de Inteligência Artificial nas Redações da Impresa ----O link para o estatudo editorial do Expresso: https://expresso.pt/sobre/estatuto-editorial/2020-01-20-estatuto-editorial-3c79f4ec O link para o estatudo editorial da SIC Notícias: https://sicnoticias.pt/institucional/2013-12-27-estatuto-editorial-sic-noticias-e84e2755 See omnystudio.com/listener for privacy information.
A atriz Mariana Cardoso, que interpreta Matilde na telenovela “Vitória”, é a convidada de Daniel Oliveira, no Alta Definição em podcast. Recorda a participação no programa “The Voice Kids”, em 2014, e reflete sobre a importância da música na melhor compreensão dos seus sentimentos. Mariana Cardoso relata abertamente as questões de saúde mental que teve de superar e a alopecia areata, uma doença dermatológica que levou à queda de partes do cabelo ainda jovem. “Para a autoestima de uma adolescente, o cabelo é uma parte super importante”, confessa, explicando que escondia parte dos problemas da mãe, fingindo “sempre estar tudo bem.” Ao crescer com uma personalidade perfeccionista teve de encontrar formas de valorizar as “coisas incríveis” que foi alcançando. Hoje diz que se sente feliz: “agora já não sobrevivo, agora vivo.” Ouça a conversa intimista no Alta Definição, em podcast, emitido na SIC a 15 de novembro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Bonga foi o primeiro artista africano a conquistar um disco de ouro e de platina em Portugal. Neste episódio de ‘Alta Definição’, recorda a infância em Angola que moldou a sua música e o levou ao sucesso internacional. Conta que o som fazia parte do seu quotidiano — em casa, com o pai a tocar acordeão e concertina, ou nas ruas, onde a alegria se espalhava em batuques improvisados. “Se não somos nós a pôr música, é o vizinho. Até pedimos para aumentar. Ao contrário do que acontece cá nas europas, onde chamam a polícia”, diz logo na abertura da entrevista. A falta de música não foi a única coisa que Bonga estranhou nas “europas”. “Quando cheguei a Portugal, quis ir embora no dia seguinte. Senti que era cada um por si, as pessoas não falavam, na rua ninguém se cumprimentava”, desabafa. Ao longo da conversa com Daniel Oliveira, o músico partilha várias confidências sobre a dureza de ser imigrante. Esteve também na Holanda, onde lavou pratos e fez biscates, e em França, onde finalmente começou a gravar as suas primeiras músicas com reconhecimento. Bonga fala ainda da força dos laços familiares, da busca por justiça social e do orgulho em ser pai e avô. “A coisa mais importante que podemos passar aos nossos filhos é uma vivência verdadeira, com disciplina. Mas não é a regra da escola, da igreja, da política ou do vício. É aquele swing, aquilo que sentes”, garante. Sobre a companheira mais nova, com quem recentemente teve gémeos, reforça que, para si, mais do que a idade, “o que interessa é o respeito e o carinho”. No final do programa, depois de revisitar toda a sua história de vida, deixa um pedido para quando chegar a sua hora: “Nós, africanos, celebramos tudo. Quando morrer, porque não celebrar? Cantem as minhas músicas, as músicas do cantor da alegria.” Conheça aqui a sua história com a versão podcast do programa ‘Alta Definição’. Este episódio foi emitido a 8 de novembro na SIC e a sinopse foi criada com o apoio de IA. Saiba mais sobre a aplicação de Inteligência Artificial nas Redações da Impresa.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A vida e a carreira de Joaquim de Almeida fez-se de altos e baixos. O ator mais internacional de Portugal conta com mais de uma centena de filmes no seu curriculum mas diz que “a culpa de estar longe dos filhos nunca desaparece”. No Alta Definição, o ator fala da infância difícil e aborda a dor da perda dos pais, especialmente da mãe, que faleceu com Alzheimer. Joaquim de Almeida reflete ainda sobre o estado do mundo atual e deixa um alerta: “Acho que estamos à beira de qualquer coisa má. Eu espero que os meus olhos estejam a vejam mal. Temos que ter cuidado” O Alta Definição foi conduzido por Daniel Oliveira e emitido na SIC a 1 de novembro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Esta homenagem a Francisco Pinto Balsemão vai para além de um simples tributo a uma das figuras mais marcantes da história contemporânea portuguesa. Compilando entrevistas de várias personalidades de todos os quadrantes da sociedade, o Alta Definição deste sábado faz uma reflexão profunda sobre valores, liderança, responsabilidade social e o papel fundamental da comunicação social e da democracia da vida dos portugueses. Uma viagem pelos principais ensinamentos e ideias do homem que viveu para criar instituições, desdobrando cada um deles em conselhos práticos que podem inspirar não só jornalistas e políticos, mas qualquer pessoa que queira deixar o mundo melhor.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Em entrevista ao Alta Definição em setembro de 2021, Francisco Pinto Balsemão revisitou os momentos decisivos da sua vida — desde a infância numa família abastada, marcada pela morte prematura da irmã e pela pressão de carregar a única esperança familiar, até ao reconhecimento público que viria a conquistar. Revelou a profunda ligação à sua companheira, Mercedes Balsemão, pilar inabalável na sua caminhada, e recorda o período como primeiro-ministro de Portugal (1981–1983), bem como o contacto com figuras internacionais que marcaram essa época. Falou ainda do seu sonho menos conhecido de escrever poesia, das preocupações com o mundo digital e da luta contra a desinformação — temas que considerou cruciais para o futuro da comunicação. Fundador do semanário Expresso e da cadeia privada SIC, Balsemão não fugiu a perguntas sobre os seus maiores arrependimentos. A sua morte, a 21 de outubro de 2025, aos 88 anos, marcou o fim de um percurso singular e profundo de quem ajudou a escrever parte da história recente de Portugal.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No dia em que a SIC celebrou o seu 20º aniversário, o fundador da primeira televisão privada em Portugal foi entrevistado por Daniel Oliveira. Memórias, emoções partilhadas e revelações inéditas nesta primeira ida de Francisco Pinto Balsemão, militante número 1 do PSD e também fundador do Expresso, ao Alta Definição. Recorde aqui a emissão de outubro de 2012.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No Alta Definição em podcast, Mariana Cabral, conhecida como Bumba na Fofinha, revela-se com humor e franqueza a Daniel Oliveira. Fala do medo de perder a graça, da síndrome do impostor e da dificuldade em desligar da persona pública criada ao longo de mais de uma década. A humorista confessa ser tímida e introvertida, apesar da imagem extrovertida, e valoriza a liberdade e o direito ao erro. Entre risos e introspeção, Mariana Cabral partilha o lado menos visível da maternidade, como a exaustão, a culpa e a depressão na gravidez, mas também a alegria profunda de ver crescer os filhos. A comediante recorda a infância em família numerosa, o humor partilhado entre irmãos e a liberdade para ser “pateta”. Rejeita o culto da perfeição nas redes e defende um olhar mais verdadeiro sobre a vida. O Alta Definição foi emitido na SIC a 18 de outubro.See omnystudio.com/listener for privacy information.






















