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Programa de Indie

Programa de Indie
Author: Programa de Indie
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Um quartinho de bagunça, pra ouvir música com os amigos e tecer altas palestrinhas: esse é o Programa de Indie, apresentado por Bruno Capelas e Igor Muller. No ar desde 2020, o Programa reúne novidades, velharias, manuais da história do rock, tributos a discos clássicos e entrevistas com artistas que fazem a diferença na cena alternativa. No meio disso tudo, ainda tem piadas de pavê, vinhetas especiais, filosofia e muito mais.
Nas plataformas de podcast, tem programa novo no ar toda sexta-feira pela manhã, pra você ouvir a hora que quiser. "Fecha!"
Apoie o Programa! apoia.se/programadeindie
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Quem conhece e ouve o Programa de Indie há tempos já sabe que a gente adora Os Paralamas do Sucesso – e no programa dessa semana, é a vez dos indies rabugentos falarem de Selvagem?, uma das obras-primas do trio brasileiro. Lançado em 1986, o trabalho expande tudo o que o grupo já vinha construindo — misturando rock, reggae, dub, MPB, música africana e muito mais, com uma ambição ainda maior em meio ao Brasil do governo Sarney e do Plano Cruzado. Entre grooves irresistíveis, letras afiadas e uma banda cada vez mais entrosada, o disco mostra Herbert Vianna, Bi Ribeiro e João Barone olhando para o futuro da música sem esquecer do umbigo do Brasil, nem do requebrar dos pés. É sobre como Selvagem? ampliou os horizontes do rock brasileiro que Bruno Capelas e Igor Muller conversam no episódio desta semana. Chega mais!,---Lembrando que esse programa faz parte da série de Discos Clássicos do Programa de Indie – e você pode ouvir todos aqui.E já aproveita para seguir o Programa de Indie nas redes e não perder nada, hein!Instagram: @programadeindieBluesky: @programadeindie.bsky.socialSe quiser, também pode seguir o @noacapelas e o @igrmllr lá no Instagram, viu?E se quiser chamar o Programa de Indie pra uma parceria, aqui tá o nosso Media Kit, viu?
Vocês conhecem o meme: namore com alguém que te olhe como o Capelas olha para o Igor nessa capa – ou então, alguém que olhe para as novidades de março como o Igor está olhando... Sim, porque elas estão aqui: bem a tempo do aniversário do Capelas e das águas que vão fechar nosso verão, as novidades deste mês do universo alternativo vieram para mexer com as suas estruturas. Tem de tudo um pouco: dos veteranos do American Football à inesperada volta do Gnarls Barkley, passando pelos portugueses do Glockenwise, pela revelação Friko e pela dica dos ouvintes com o Joyce Manor. Isso pra não falar no onipresente Guided By Voices e no Ottopapi, que finalmente lança seu disco – e promete dar muito o que falar. Quer começar essa paquera? Então dá um like na nossa playlist, arrasta esse programa pra direita e vem com a gente. ---Sim, ainda estamos tristes que a gente não ganhou na Mega da Virada. Ou seja: se você quiser dar uma força na reforma do quartinho, chega mais aqui com a gente: https://apoia.se/programadeindie.E se não quiser contribuir todo mês, mas ainda assim for apoiar a causa, pode mandar um PIX pra olaprogramadeindie@gmail.com. E já aproveita para seguir o Programa de Indie nas redes e não perder nada, hein? Instagram: @programadeindieBluesky: @programadeindie.bsky.socialE se quiser chamar o Programa de Indie pra uma parceria, aqui tá o nosso Media Kit, viu?
Nesta semana, o Programa de Indie viaja a uma época muito querida pelos indies velhos: 1996! Entre a euforia do britpop e o otimismo da era Clinton nos EUA, há três décadas a música alternativa trazia uma safra excelente – entre obras primas de Wilco, REM e Sepultura, a estreia de Fiona Apple, a nova fase dos Paralamas do Sucesso e o pico de criatividade de Rivers Cuomo no Weezer. É também o ano do Olivia Tremor Control, de The Wonders, da estreia do Fountains of Wayne, da despedida de Chico Science e da dominação global (?) do Belle and Sebastian. Uma temporada, sobretudo, cheia de grandes canções pra gente curtir na pista, no sofá, na praia e no fone de ouvido – não esquece de curtir a playlist. Vem com a gente! ---Sim, ainda estamos tristes que a gente não ganhou na Mega da Virada. Ou seja: se você quiser dar uma força na reforma do quartinho, chega mais aqui com a gente: https://apoia.se/programadeindie.E se não quiser contribuir todo mês, mas ainda assim for apoiar a causa, pode mandar um PIX pra olaprogramadeindie@gmail.com. E já aproveita para seguir o Programa de Indie nas redes e não perder nada, hein? Instagram: @programadeindieBluesky: @programadeindie.bsky.socialE se quiser chamar o Programa de Indie pra uma parceria, aqui tá o nosso Media Kit, viu?
Um é bom, mas dois é melhor ainda – e é por isso que voltamos à pauta dos Beatles neste mês de fevereiro com mais um episódio especial sobre os quatro garotos de Liverpool! Sempre ostentando uma visão alternativa da música, Bruno Capelas e Igor Muller se debruçam neste programa sobre o clássico Rubber Soul, o disco que viu John, Paul, George & Ringo darem adeus à inocência e acenarem olá para os cigarrinhos de artista. Influenciados pelo soul, pelo folk-rock, por Dylan e pelo uso de substâncias, os Beatles começam a tirar as manguinhas de fora neste disco – e nossos indies rabugentos fazem o mesmo para analisar Rubber Soul do jeito que um clássico merece, com direito a conexões com Nina Simone, Otis Redding, Elvis Presley, Byrds, Motown, Django Reinhardt e a chanson francesa. E claro, tudo com uma playlist recheada. Lembrando ainda que os outros dois programas sobre Beatles que nós fizemos estão aqui:- Beatles 63: Please Please Me e With the Beatles- Beatles entre A Hard Day's Night e Help!Vem com a gente nesse programa mais que histórico – e que, de quebra, ainda tem recadinhos de Lucio Ribeiro e Rodrigo Fischmann. Vambora? ---Sim, ainda estamos tristes que a gente não ganhou na Mega da Virada. Ou seja: se você quiser dar uma força na reforma do quartinho, chega mais aqui com a gente: https://apoia.se/programadeindie.E se não quiser contribuir todo mês, mas ainda assim for apoiar a causa, pode mandar um PIX pra olaprogramadeindie@gmail.com. E já aproveita para seguir o Programa de Indie nas redes e não perder nada, hein? Instagram: @programadeindieBluesky: @programadeindie.bsky.socialE se quiser chamar o Programa de Indie pra uma parceria, aqui tá o nosso Media Kit, viu?
Não precisa ser nenhum gênio para saber a importância dos Beatles para a história da música pop. Mas os quatro garotos de Liverpool também tem uma relevância mais do que significativa na hora de pensar a música de uma forma alternativa – e é por isso que nossos intrépidos indies rabugentos dedicam mais um programa para contar a história dos Fab Four. Depois de um papo lá em 2023 sobre os dois primeiros álbuns dos Beatles – e como John, Paul, George & Ringo criaram uma amálgama sonora a partir de diferentes matrizes –, voltamos agora para acompanhar a evolução sonora a partir desses primeiros discos. Em 1964, os Beatles não só chegam à América e às telas de cinema, mas também começam a mostrar mudanças significativas em letra, música e composição. Nesse programa mais que especial (e há muito adiado!), Bruno Capelas e Igor Muller se debruçam sobre os discos A Hard Day's Night, Beatles for Sale e Help!, bem como nos dois filmes produzidos pelo quarteto entre 1964 e 1965 e os singles lançados nessa época – incluindo a potente "I Feel Fine". É uma viagem pela Beatlemania, com direito a cabelo Moptop, terninhos bem cortados e toda a histeria adolescente que se tem direito. Venha com a gente!
Quem acompanha o Programa de Indie desde tempos imemoriais sabe que nós sempre fomos chegados num bar e lanches. Nesse calor de janeiro, então, nada melhor que uma boa porção e um copo de cerveja gelada. É com esse espírito boêmio e muito afeito a sabores inéditos que damos a largada nas novidades de 2026 – um ano que promete ser maluco desde seus primeiros dias. Afinal, o que dizer de uma temporada que começa com David Byrne fazendo cover de Olivia Rodrigo? Com Al Green cantando R.E.M.? Com uma faixa inédita dos Arctic Monkeys? E com Kim Gordon parecendo Dry Cleaning – e o Dry Cleaning parecendo Kim Gordon? Muitas são as aventuras que nos aguardam neste ano. Por isso, é bom forrar o estômago – e o espírito – antes de seguir em frente. Felizmente, temos ótima companhia nessa jornada, incluindo nosso correspondente gaudério Carlinhos Carneiro! Sente-se à mesa ou ao balcão com a gente e vamos nessa – sem esquecer, é claro, da playlist. --- A gente não ganhou na Mega da Virada. Ou seja: se você quiser dar uma força na reforma do quartinho, chega mais aqui com a gente: https://apoia.se/programadeindie.E se não quiser contribuir todo mês, mas ainda assim for apoiar a causa, pode mandar um PIX pra olaprogramadeindie@gmail.com. E já aproveita para seguir o Programa de Indie nas redes e não perder nada, hein? Instagram: @programadeindieBluesky: @programadeindie.bsky.socialE se quiser chamar o Programa de Indie pra uma parceria, aqui tá o nosso Media Kit, viu?
It was forty years ago today...O primeiro programa da temporada nº 7 do Programa de Indie é uma verdadeira viagem no tempo: nesta semana, Bruno Capelas e Igor Muller vão direto para 1986 – um ano dos mais recheados na história da música alternativa. Na gringa, é o ano de petardos como The Queen is Dead, Lifes Rich Pageant, Candy Apple Grey, Evol e Graceland – discos que ajudaram a definir a ideia de rock alternativo e apontaram caminhos que até hoje são seguidos. Aqui no Brasil, em pleno ano de Plano Cruzado, o rock nacional vivia o seu auge – o que dizer de uma temporada que tem Dois, Selvagem?, Cabeça Dinossauro e Vivendo e Não Aprendendo? Descongele os preços, chute os fiscais do Sarney pra lá e venha com a gente nesse programa especial! E não esqueça da playlist! ---A gente não ganhou na Mega da Virada. Ou seja: se você quiser dar uma força na reforma do quartinho, chega mais aqui com a gente: https://apoia.se/programadeindie.E se não quiser contribuir todo mês, mas ainda assim for apoiar a causa, pode mandar um PIX pra olaprogramadeindie@gmail.com. E já aproveita para seguir o Programa de Indie nas redes e não perder nada, hein? Instagram: @programadeindieBluesky: @programadeindie.bsky.socialE se quiser chamar o Programa de Indie pra uma parceria, aqui tá o nosso Media Kit, viu?
Mais um episódio de gala no Programa de Indie, para deixar finalmente a temporada de 2025 para trás! Isso porque o papo da vez dos nossos queridos indies rabugentos é sobre os melhores discos internacionais do ano que passou – uma lista que vai provocar muita discórdia, intriga e polêmica entre Bruno Capelas e Igor Muller (mas pra saber, vai ter que ouvir o programa até o final!)2025 foi um belo ano pra música alternativa: de veteranos como Pulp, Lemonheads, Stereolab, Deftones e Mogwai, a novatos como Geese, Wednesday, Wet Leg, Horsegirl e Momma, teve muito disco bacana pra gente ouvir. Quer conferir a lista completa (junto com as melhores piadas sobre filosofia e boteco)? Então vem com a gente! E aproveita pra ouvir a playlist também! ---A gente não ganhou na Mega da Virada. Ou seja: se você quiser dar uma força na reforma do quartinho, chega mais aqui com a gente: https://apoia.se/programadeindie.E se não quiser contribuir todo mês, mas ainda assim for apoiar a causa, pode mandar um PIX pra olaprogramadeindie@gmail.com. E já aproveita para seguir o Programa de Indie nas redes e não perder nada, hein? Instagram: @programadeindieBluesky: @programadeindie.bsky.socialE se quiser chamar o Programa de Indie pra uma parceria, aqui tá o nosso Media Kit, viu?
Hoje é dia de gala no Programa de Indie! Bruno Capelas e Igor Muller vestem smoking e fazem seu melhor penteado para a entrega do Troféu Policarpo Quaresma, que elege os nossos discos nacionais favoritos da temporada. Em 2025, a safra de grandes discos foi muito boa! Tem de novatos como Eliminadorzinho, Terraplana e Nigéria Futebol Clube a veteranos como Terminal Guadalupe, Cigarettes e Lupe de Lupe – isso para não falar na presença do nosso ombudsman Carlinhos Carneiro e seu excelente Hotel Ritz. Quer saber o que a gente gostou mais em 2025? Peça seu Macunaíma para o garçom, prepare a playlist e toque o play nesse programa especial, saudando sempre a mandioca. ---A gente não ganhou na Mega da Virada. Ou seja: se você quiser dar uma força na reforma do quartinho, chega mais aqui com a gente: https://apoia.se/programadeindie.E se não quiser contribuir todo mês, mas ainda assim for apoiar a causa, pode mandar um PIX pra olaprogramadeindie@gmail.com. E já aproveita para seguir o Programa de Indie nas redes e não perder nada, hein? Instagram: @programadeindieBluesky: @programadeindie.bsky.socialE se quiser chamar o Programa de Indie pra uma parceria, aqui tá o nosso Media Kit, viu?
Feliz 2026, caros ouvindies! E já que a data é para comemorar, decidimos começar o ano com a corda toda num episódio mais que especial. De um lado, batemos um papo bacaníssimo com Stuart Braitwhaite, do Mogwai, na passagem da banda pelo Brasil no último mês de novembro. Na pauta, falamos sobre The Bad Fire, o grande disco da banda escocesa em 2025, além de carreira, setlists, Steve Albini, tocar alto e muito mais. Para completar o papo, decidimos pagar uma dívida antiga: refazer o manual do post-rock, um dos episódios mais especiais da história do Programa de Indie. É uma conversa pra lá de duas horas de duração, mas cheia de grandes elucubrações, filosofadas e detalhes à moda dos nossos indies rabugentos. De quebra, temos não só uma, mas duas playlists especiais: uma com precursores do Post-Rock, outra com o padrão ouro do gênero. Vem com a gente! ---A gente não ganhou na Mega da Virada. Ou seja: se você quiser dar uma força na reforma do quartinho, chega mais aqui com a gente: https://apoia.se/programadeindie.E se não quiser contribuir todo mês, mas ainda assim for apoiar a causa, pode mandar um PIX pra olaprogramadeindie@gmail.com. E já aproveita para seguir o Programa de Indie nas redes e não perder nada, hein? Instagram: @programadeindieBluesky: @programadeindie.bsky.socialE se quiser chamar o Programa de Indie pra uma parceria, aqui tá o nosso Media Kit, viu?
É Natal no Programa de Indie – e quem conhece a tradição sabe que é uma chance da gente falar de bandas que são favoritas absolutas da casa. Em 2025, juntamos ainda o útil ao agradável e pagamos a promessa de dedicar um episódio inteiro ao Tim, obra-prima dos Replacements lançada em 1985 – em mais um episódio da nossa epopéia dos subúrbios americanos. Ao longo do programa, nossos indies rabugentos falam não só sobre as origens do primeiro disco dos Replacements numa major, como também sobre a poética, a música e a imagética de Paul Westerberg e dos irmãos Stinson. É algo que a gente jura que tem tudo a ver com o Natal... ou pelo menos, com uma visão alternativa do Natal. Prepare seu sanduíche de pernil, o resto do salpicão e venha comemorar com a gente! ---Se você quiser deixar um presente na árvore de Natal do quartinho, chega mais aqui com a gente: https://apoia.se/programadeindie.E se não quiser contribuir todo mês, mas ainda assim for apoiar a causa, pode mandar um PIX pra olaprogramadeindie@gmail.com. E já aproveita para seguir o Programa de Indie nas redes e não perder nada, hein? Instagram: @programadeindieBluesky: @programadeindie.bsky.socialE se quiser chamar o Programa de Indie pra uma parceria, aqui tá o nosso Media Kit, viu?
Os garçons já começaram a subir as cadeiras de 2025, mas Bruno Capelas e Igor Muller ainda acham que dá tempo de tomar mais um chope com vocês. Enquanto a brigada não começa a lavar o bar, a gente segue bebendo e contando as novidades de dezembro. Tem muita coisa bacana chegando aí, da volta do Emicida à revelação do Nigéria Futebol Clube; do grande J Mascis ao Whitney, passando pelo Violins orquestral e pelas belezinhas power pop do Tchotchke e do Rocket. Além disso, diretamente de Viamão chega o nosso querido ombudsman Carlinhos Carneiro para fazer sua última participação especial em 2025, trazendo um balanço geral desta temporada. Confira os favoritos do Carlinhos aqui! Vem com a gente! E não esqueça da playlist! ---Se você quiser dar uma força na reforma do quartinho, chega mais aqui com a gente: https://apoia.se/programadeindie.E se não quiser contribuir todo mês, mas ainda assim for apoiar a causa, pode mandar um PIX pra olaprogramadeindie@gmail.com. E já aproveita para seguir o Programa de Indie nas redes e não perder nada, hein? Instagram: @programadeindieBluesky: @programadeindie.bsky.socialE se quiser chamar o Programa de Indie pra uma parceria, aqui tá o nosso Media Kit, viu?
Guitarras ao alto! Nosso coração está com ele – Neil Young, claro! Em 1975, nosso "old man" lançou dois discos que estão entre os melhores da sua carreira – "Tonight's the Night", gravado originalmente em 1973, e "Zuma", composto e lançado há exatos 50 anos. Não conseguimos decidir qual dos dois merecia um programa ao longo do ano, de maneira que preferimos fazer um episódio especial para falar desses dois marcos da carreira de tio Neil. Responsável por encerrar a "Ditch Trilogy" (ou, como a gente gosta de dizer, "trilogia do pé na jaca"), "Tonight's the Night" é um disco ardido, roqueiro, capaz de influenciar não só a música e a poética do rock alternativo, mas também as técnicas de gravação mais cruas. "Zuma", por sua vez, é um álbum cheio de guitarras abertas, canções de amor e, claro, o hino "Cortez the Killer" – uma das muitas magnum opus de Neil Young, uma das provas porque ele é um dos maiores guitarristas de todos os tempos (segundo nossos indies rabugentos, claro). Prepare seus ouvidos e venha com a gente nessa jornada maravilhosa pela Califórnia selvagem.---Se você quiser dar uma força na reforma do quartinho, chega mais aqui com a gente: https://apoia.se/programadeindie.E se não quiser contribuir todo mês, mas ainda assim for apoiar a causa, pode mandar um PIX pra olaprogramadeindie@gmail.com. E já aproveita para seguir o Programa de Indie nas redes e não perder nada, hein? Instagram: @programadeindieBluesky: @programadeindie.bsky.socialE se quiser chamar o Programa de Indie pra uma parceria, aqui tá o nosso Media Kit, viu?
Acharam que a gente ia terminar o ano sem falar de 1995, né? Acharam errado! Ninguém aguenta mais 2025, mas isso não é desculpa para que Igor Muller e Bruno Capelas não façam uma longa viagem no túnel do tempo direto para 1995 – o ano em que o britpop vivia sua grande batalha, o rock americano buscava novos caminhos e o Paralamas do Sucesso batia latas em pleno Plano Real. Nesse programa especial de quase duas horas, nossos indies rabugentos passeiam pelo que de melhor foi feito no universo da música alternativa. É a deixa pra gente ouvir bandas do coração como Yo La Tengo, Pavement, Pulp, Blur, Luna e Superchunk, além de lembrar alguns dos discos especiais que foram gravados naquela temporada – caso de Mellon Collie and the Infinite Sadness, de (What’s the Story) Morning Glory, de Grand Prix e de The Bends. Também dá tempo da gente ouvir o que melhor rolou aqui no Brasil, com direito até a uma passagem pela Argentina com a despedida de estúdio do Soda Stereo. E claro que, para acompanhar, tem uma playlist de mais de trinta músicas para embalar sua semana. Vem com a gente! ---Por falar em playlist, temos uma novidade: criamos uma playlist pra você também dividir as suas músicas favoritas com outros ouvindies – ou avisar a gente de alguma novidade bacana que passou despercebida! Se você quiser dar uma força na reforma do quartinho, chega mais aqui com a gente: https://apoia.se/programadeindie.E se não quiser contribuir todo mês, mas ainda assim for apoiar a causa, pode mandar um PIX pra olaprogramadeindie@gmail.com. E já aproveita para seguir o Programa de Indie nas redes e não perder nada, hein? Instagram: @programadeindieBluesky: @programadeindie.bsky.socialE se quiser chamar o Programa de Indie pra uma parceria, aqui tá o nosso Media Kit, viu?
Novembro está quase acabando e quase deixou nossos indies rabugentos de ponta-cabeça. Mas para tudo há uma estação – inclusive, para as novidades deste mês agitado, quase fechando a fatura deste 2025 maluco. Só para variar um pouco, nossa seleção chega variadíssima: tem veteranos como The Lemonheads, Tortoise e Superchunk, até novatos como o Snocaps e Naimaculada. Também chegamos com o disco novo da Harmada, destaque da primeira edição da Bretta (nossa festa com o Scream & Yell), com favoritos da casa como o Milly e até mesmo com uma inusitada parceria entre Charli XCX e o venerando John Cale. Só de farra, o Capelas ainda botou Rosalía pra irritar o Igor Muller – e a gente quer saber de que lado você está dessa briga =PEnquanto isso, nosso ombudsman Carlinhos Carneiro vem lá de Viamão falando do cowboy espiritual Júlio Reny e de Teenage Fanclub – todos devidamente apontados na nossa playlist da semana. Seja qual for a sua preferência, o importante é que você embarque nessa nave louca com a gente. Chega mais. :) Se você quiser dar uma força na reforma do quartinho, chega mais aqui com a gente: https://apoia.se/programadeindie.E se não quiser contribuir todo mês, mas ainda assim for apoiar a causa, pode mandar um PIX pra olaprogramadeindie@gmail.com. E já aproveita para seguir o Programa de Indie nas redes e não perder nada, hein? Instagram: @programadeindieBluesky: @programadeindie.bsky.socialE se quiser chamar o Programa de Indie pra uma parceria, aqui tá o nosso Media Kit, viu?
Um velho conhecido da casa está de volta ao quartinho de bagunça do Programa de Indie – mas agora, em missão solo. Teago Oliveira, vocalista da Maglore, acaba de lançar seu segundo trabalho individual, o belíssimo Canções do Velho Mundo – e o disco é o mote para mais um papo com uma das cabeças mais legais da música brasileira de hoje em dia. Reflexões, memórias, análises sobre a cena e a conjuntura do mercado da música hoje em dia e, claro, muito bom humor entram no meio do papo de Teago com Bruno Capelas e Igor Muller. Vem com a gente nesse programa tão delicioso que devia até chamar pãodcast delícia. Ops. ---Se você quiser dar uma força na reforma do quartinho, chega mais aqui com a gente: https://apoia.se/programadeindie.E se não quiser contribuir todo mês, mas ainda assim for apoiar a causa, pode mandar um PIX pra olaprogramadeindie@gmail.com. E já aproveita para seguir o Programa de Indie nas redes e não perder nada, hein? Instagram: @programadeindieBluesky: @programadeindie.bsky.socialE se quiser chamar o Programa de Indie pra uma parceria, aqui tá o nosso Media Kit, viu?
Quem acompanha o Programa de Indie sabe há tempos da nossa ligação fraternal com o Scream & Yell – um dos sites mais importantes da cultura pop brasileira, senão o mais importante. Marcelo Costa já frequenta nossa bancada há algum tempo, mas hoje ele vem como convidado especial para falar de um nobre lançamento: Eu Nem Queria Dar Entrevista – O Melhor do Scream & Yell, vol.1 .Lançado pela editora Barbante, o primeiro livro traz algumas das entrevistas mais bacanas dos 25 anos de história do S&Y – incluindo um papo do Capelas com o Pato Fu e entrevistas antológicas com gente como Mike Watt, Jair Naves, Frank Jorge, Fito Paez, Richard Hell, Jello Biafra, Cowboy Junkies e Steve Albini. Mais do que falar do livro, porém, o Mac vem pra bancada pra falar sobre a história do S&Y e a missão importante de ser uma resistência em meio ao combalido jornalismo cultural brasileiro. Vem com a gente nesse papo que é praticamente uma mesa de bar com fones de ouvido. E se você quiser comprar o livro do Scream, chega mais na pré-venda da editora Barbante – quem comprar até domingo, dia 16, leva junto uma reedição especial com os fanzines que deram origem ao site. ---Se você quiser dar uma força na reforma do quartinho, chega mais aqui com a gente: https://apoia.se/programadeindie.E se não quiser contribuir todo mês, mas ainda assim for apoiar a causa, pode mandar um PIX pra olaprogramadeindie@gmail.com. E já aproveita para seguir o Programa de Indie nas redes e não perder nada, hein? Instagram: @programadeindieBluesky: @programadeindie.bsky.socialE se quiser chamar o Programa de Indie pra uma parceria, aqui tá o nosso Media Kit, viu?
O Yo La Tengo está chegando – e já que o trio de Hoboken, NJ, vai fazer dois shows aqui em São Paulo, nada mais justo que a gente dedicar dois programas a essa banda tão especial. Se no programa da semana passada nossos indies rabugentos bateram um papo com o baixista James McNew, no programa de agora Bruno Capelas e Igor Muller se debruçam sobre um disco que é, para muita gente, a obra-prima do Yo La Tengo: I Can Hear the Heart Beating as One, de 1997. Lançado pelo icônico selo Matador, o disco não só tem algumas das músicas mais conhecidas do YLT – como “Deeper into Movies”, “Sugarcube” e “Autumn Sweater”. Ele é ainda uma espécie de inventário da música americana, indo do jazz ao ruído, da “bossa nova” ao easy listening, passando por Beach Boys e Velvet Underground. É uma viagem por uma longa estrada, cujas paradas vão sendo destrinchadas pouco a pouco nesse papo especial. Além disso, Capelas e Igor também comentam sobre os primeiros shows da maratona de novembro – incluindo as belas exibições de Refused, Weezer e Mogwai aqui em São Paulo. Vem com a gente! ===Por falar em playlist, temos uma novidade: criamos uma playlist pra você também dividir as suas músicas favoritas com outros ouvindies – ou avisar a gente de alguma novidade bacana que passou despercebida! Se você quiser dar uma força na reforma do quartinho, chega mais aqui com a gente: https://apoia.se/programadeindie.E se não quiser contribuir todo mês, mas ainda assim for apoiar a causa, pode mandar um PIX pra olaprogramadeindie@gmail.com. E já aproveita para seguir o Programa de Indie nas redes e não perder nada, hein? Instagram: @programadeindieBluesky: @programadeindie.bsky.socialE se quiser chamar o Programa de Indie pra uma parceria, aqui tá o nosso Media Kit, viu?
OUÇA A PLAYLIST! Eles estão entre nós! Nessa semana, o Programa de Indie tem a honra de receber no quartinho de bagunça James McNew, baixista (e às vezes guitarrista) do Yo La Tengo – simplesmente uma das bandas favoritas da casa e que baixa no Brasil na semana que vem para dois shows. Um vai ser no Cine Joia, o outro no Balaclava Fest – e é por isso que também recebemos nesse programa os capos da Balaclava Records, Rafael Farah e Fernando Dotta, para falar sobre a expectativa para o festival. roda a vinhetaMais do que isso, é um papo sobre o momento do mercado de shows no Brasil e sobre a grande tour de force que a Balaclava vai fazer na próxima semana: serão 7 shows em 7 dias na capital paulista, incluindo nomes como Cap’n’Jazz, Helado Negro e… ufa, Primal Scream! Já James McNew conta um pouco sobre a história do Yo La Tengo, as lembranças do Brasil, a expectativa para a turnê latina de agora, além de falar por seu amor pela música. O último disco da banda, “This Stupid World”, também entra na pauta. “Acho que parece um pouco inocente chamar um disco dessa forma. Hoje, o mundo está bem mais estúpido”, diz ele. Pelo menos, a gente tem grandes canções e muitas guitarras ruidosas para ouvir enquanto tudo apodrece. Vem com a gente nesse esquenta para um novembro que vai ser muito, muito maluco. Ah, e não esqueça de ouvir a playlist especial que separamos para começar essa semana Balaclaver! ---Por falar em playlist, temos uma novidade: criamos uma playlist pra você também dividir as suas músicas favoritas com outros ouvindies – ou avisar a gente de alguma novidade bacana que passou despercebida! Se você quiser dar uma força na reforma do quartinho, chega mais aqui com a gente: https://apoia.se/programadeindie.E se não quiser contribuir todo mês, mas ainda assim for apoiar a causa, pode mandar um PIX pra olaprogramadeindie@gmail.com. E já aproveita para seguir o Programa de Indie nas redes e não perder nada, hein? Instagram: @programadeindieBluesky: @programadeindie.bsky.socialE se quiser chamar o Programa de Indie pra uma parceria, aqui tá o nosso Media Kit, viu?
Entre a ressaca do grunge, a morte de Kurt Cobain, a ascensão do britpop e a euforia dos anos 1990, surgiu em 1995 um disco tão ambicioso quanto amado, tão longo quanto incompreendido: Mellon Collie and The Infinite Sadness, a obra-prima de Billy Corgan e seu Smashing Pumpkins. Misturando arranjos grandiloquentes, paredes de guitarras, baladas sensíveis e uma obsessão lírica com a adolescência, Corgan e seus companheiros trouxeram há 30 anos aquele que é um dos últimos grandes álbuns-duplos da história do rock. Com duas horas de duração e produzido por Flood e Alan Moulder, Mellon Collie é um verdadeiro tour-de-force do grupo de Chicago. Óbvio que para comemorar o aniversário de 30 anos do disco a gente precisava produzir um programa que também é um tour-de-force. Por isso, Marcelo Costa reforça a nossa bancada ajudando Bruno Capelas e Igor Muller a dissecar os bastidores, os detalhes e as razões porque, até hoje, estamos presos no apocalipse de "Tonight Tonight". Vem com a gente nessa viagem à lua digna de Méliès. ---Compre o livro do Scream & Yell na pré-venda! ---Criamos uma playlist pra você também dividir as suas músicas favoritas com outros ouvindies – ou avisar a gente de alguma novidade bacana que passou despercebida! Se você quiser dar uma força na reforma do quartinho, chega mais aqui com a gente: https://apoia.se/programadeindie.E se não quiser contribuir todo mês, mas ainda assim for apoiar a causa, pode mandar um PIX pra olaprogramadeindie@gmail.com. E já aproveita para seguir o Programa de Indie nas redes e não perder nada, hein? Instagram: @programadeindieBluesky: @programadeindie.bsky.socialE se quiser chamar o Programa de Indie pra uma parceria, aqui tá o nosso Media Kit, viu?























