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Renascença - Hora da Verdade
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Líder do Governo Regional dos Açores reclama mais 300 milhões de euros na lei das finanças regionais e defende que nenhuma revisão constitucional deve deixar o PS de fora.
O líder do PS-Açores defende que “há uma tentativa quase trumpista” do PSD de marginalizar e de tornar dispensáveis os socialistas. César alerta ainda que não pode haver um corte radical com o partido da maioria parlamentar: “Não podemos virar as costas quando os assuntos são importantes”.
A guerra e a crise dos combustíveis obrigam a ministra do Ambiente a acelerar a eletrificação do país, e a abrir em breve novo concurso para a aquisição de veículos elétricos. Em entrevista à Renascença e ao Público, Maria da Graça Carvalho admite que há edificações que têm que ser retiradas de leito de cheia e coloca reservas à regionalização porque não quer “mais uma camada de burocracia”.
O líder parlamentar e secretário-geral do PSD, Hugo Soares, defende que ex-primeiro-ministro Pedro Passos Coelho “enganou-se profundamente” ao criticar escolha de Luís Neves para ministro da Administração Interna e a alegada ausência de reformas do Governo.
Gonçalo Lopes pede reformulação da Proteção Civil e mais dinheiro para ajudar a economia da região. “Se o efeito contágio não for controlado já, vamos ter um grave problema nacional”, afirma em entrevista à Renascença e ao jornal Público.
Eurico Brilhante Dias considera “inusitada” a demissão da ministra da Administração Interna a meio de uma crise provocada pelas tempestades e, em entrevista ao programa Hora da Verdade, da Renascença e do jornal Público, o líder parlamentar do PS diz ter já “preparado” um novo pacote de ajudas.
O ministro das Finanças garante, em entrevista à Renascença e Público, a transferência nos próximos dias das verbas destinadas às famílias. Miranda Sarmento admite que os prejuízos terão um impacto "muito significativo" nas contas públicas, mas o Governo está comprometido em "manter o equilíbrio orçamental" este ano. Explica que na próxima semana será feito novo levantamento e, se necessário, podem ser reforçados os apoios.
Seixas da Costa, embaixador e ex-secretário de Estado dos Assuntos Europeus, critica o Governo português no caso da Venezuela e acusa a União Europeia de falta de coragem. Em entrevista à Renascença e ao jornal Público, Seixas da Costa admite tropas portuguesas na Ucrânia e lembra que Portugal já esteve envolvido em operações militares da NATO sem a cobertura do Conselho de Segurança das Nações Unidas.
Presidente da ASPP, o maior sindicato de policias, garante haver muitas esquadras a funcionar apenas com um ou dois agentes, sem capacidade para sair com carros de patrulha. Paulo Santos classifica de “estupidez” e “loucura” os alegados crimes de tortura e violação numa esquadra da capital.
Diretor-geral da GFK Metris defende que candidatos presidenciais “não deviam” falar tanto das sondagens. António Gomes compara as sondagens a um "jogo Sporting-Benfica aos 45 minutos”, em que ninguém sabe como vai ficar o resultado final.
Presidente do Mecanismo Anticorrupção considera que Portugal tem leis e penas adequadas para combater este crime e defende a necessidade de avançar para a justiça premial em casos de corrupção. O juiz conselheiro Mouraz Lopes revela que Defesa e Desporto são áreas prioritárias para as fiscalizações previstas em 2026.
Autarca de Pombal e novo líder da Associação Nacional de Municípios pede uma nova reprogramação do PRR para que prazo de execução possa esticar até dezembro de 2026, o que exige o acordo da Comissão Europeia.
Novo coordenador do Bloco de Esquerda admite, "eventualmente", chamar ao Parlamento a lei da despenalização da eutanásia para expurgar inconstitucionalidades, embora admita que, com atual maioria parlamentar, o processo possa cair por terra.
Em entrevista ao programa Hora da Verdade, da Renascença e jornal Público, Elizabeth Santos, do Observatório Nacional de Luta Contra a Pobreza, alerta que o trabalho já não chega para garantir uma vida digna e entende que a próxima estratégia nacional deve ter um orçamento definido.
Auditoria em profundidade sobre assistência a estrangeiros na ULS São José, em Lisboa, está concluída. Inspetor-geral da Saúde, Carlos Carapeto, defende ainda concentração de urgências obstétricas.
Ministro dos Assuntos Parlamentares garante que o diálogo com centrais sindicais "não tem prazo, como os iogurtes" e promete disponibilidade total. Critica "iniciativa radical" ao referir-se à greve geral convocada para dia 11 de dezembro. Sobre visto conhecido como "via verde", Abreu Amorim admite "recalibrar a medida" que tem tido pouca adesão.
Carlos Cortes responde ao primeiro-ministro sobre a “racionalização” e diz que, com este Governo, a saúde “está pior em muitos aspetos”. Bastonário da Ordem dos Médicos defende que direção-executiva do SNS deva ser mais interveniente, como "espécie de chapéu do Serviço Nacional de Saúde".
Fundador do Bloco de Esquerda pede reflexão profunda na convenção do partido marcada para o final de novembro e considera que a atual líder foi alvo de um “verdadeiro assassinato de caráter”.
No programa Hora da Verdade, da Renascença e do Público, o líder parlamentar do PS fala de eleições presidenciais, mas também de Orçamento do Estado para 2026: "PS nunca será álibi" para Governo ter défice orçamental, avisa Eurico Brilhante Dias.




