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FEMINA
FEMINA
Author: Vanessa Augusto
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Uma mulher artista é convidada a responder quase sempre às mesmas questões. Em cada episódio, falamos das escolhas que foram necessárias, das histórias que trocaram os caminhos, das dores de crescimento, das aprendizagens pessoais e dos obstáculos que foram necessários ultrapassar, para que cada uma dessas mulheres consiga, hoje, celebrar o lugar que conquistou na cultura dos nossos dias. Este é um podcast para escutar as mulheres da nossa cultura e para compreender porque fazem o que fazem, da maneira que fazem.
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Com 19 anos, Rita Rocha leva na voz vários sucessos. Do Porto para o mundo, apresentou-se ao público em 2021 no programa de televisão “The Voice Kids” – o mesmo ano em que editou o seu platinado single de estreia “Mais ou Menos Isto”. No dia 20 de março de 2026, Rita Rocha sobe ao palco do Coliseu do Porto pela primeira vez para apresentar o álbum “8 ou 80“. “8” foi editado em Junho de 2025 e reflete o lado mais silencioso e introspectivo da adolescência, cheio de hesitação, desejo e autoconhecimento, que se materializa em canções pop emocionais e inteligentes, que falam para uma Geração Z que cresce em polos de emoções. O segundo capítulo, “80”, lançado em fevereiro de 2026, mostra o outro lado da mesma história: mais impulsivo, direto e irreverente.
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Carolina Fulcher nasceu em Lisboa em 1989, filha de pais brasileiros. Licenciada em Economia pela Universidade Católica Portuguesa, especializou-se em Fashion Brand Management em Florença, e trabalhou em várias marcas de luxo em Londres e São Paulo. Regressou a Portugal em 2018 e dedicou-se à comunicação na área da cultura e, mais tarde, da educação. No entanto, foi na escrita que encontrou a sua forma de expressão e entendimento das relações entre as pessoas. “Morte Aparente” é o seu primeiro livro e tem edição da Penguin Livros. Um romance sobre o isolamento humano, o peso da ausência e os caminhos que nos levam de volta ao que perdemos.LINKS FEMINA: https://linktr.ee/femina
Cátia Pinheiro nasceu no Porto, em 1980. É formada em Teatro pela Academia Contemporânea do Espetáculo (2000). Estreou-se profissionalmente como atriz em 1999, tendo ao longo da sua carreira como atriz trabalhado com vários encenadores e estruturas como António Fonseca, Nuno Cardoso, Nuno Carinhas, Diogo Infante, Tiago Rodrigues, Nuno M. Cardoso, Marcantónio Del’Carlo, António Villareal, Philippe Quesne, Cão Solteiro, entre outros.Enquanto criadora, co-criou e interpretou os espetáculos “Receita para me Ouvires”, (2006), “A Festa”, (2008), “Geopolítica do Caos” (2009), “WTF?” (2010), “Wanted” (2015), “Uma Gaivota”(2016), “Geocide” (2017) e “The End” (2017), “M’18” (2018), “Pathos” (2019), “Party” (2019), “Língua” (2020), “F…”, “O Meu Primeiro Corpo” (2022), “descobri-quê?” (2023) e “Carta à Matilde” (2023). Em 2009 criou a Estrutura Associação Cultural com José Nunes, com quem partilha a direção artística. Foi responsável pela conceção plástica da maioria dos espetáculos da Estrutura e da instalação “Terceira Via” para o espetáculo de Rogério Nuno Costa (Festival Circular, 2013). Em 2011, foi bolseira do Centro Nacional de Cultura, onde desenvolveu o projeto de investigação “Projeto Rua”.Cátia Pinheiro participa na adaptação do texto, encenação, cenografia e interpretação de TITUS, que parte da peça Titus Andronicus, de William Shakespeare, uma das suas primeiras tragédias, marcada por uma violência extrema e por temas como o trauma de guerra, o desejo de vingança, a relação com o poder, a autocracia, a misoginia e a ausência de limites para atingir um fim, seja ele político ou pessoal. A peça estará no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, entre os dias 16 e 25 de janeiro.
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Sara Duarte Brandão nasceu no Porto em 1997, com um pé na Beira Baixa e outro em Arouca, onde, diz, teve a sorte de ter avós. Licenciada em Design de Comunicação e Mestre em Estudos Literários, Culturais e Interartes, é Facilitadora em Criação Artística Comunitária e doutoranda em Ciências da Educação com uma bolsa da FCT. Recebeu o Prémio Literário Nortear com o conto (Ver). Cofundou a Truz Truz Editora (2020), onde é designer e autora, e a sua obra CriÁrvore (2022) foi recomendada pelo Plano Nacional de Leitura. Publicou o livro Descolonizar o Sujeito Poético (2023) na Editora Urutau, que recebeu uma Menção Honrosa no Prémio Glória de Sant’Anna (2024) e foi finalista da Mostra Nacional Jovens Criadores – Literatura (2024). O seu romance de estreia Quem Tem Medo dos Santos da Casa foi galardoado com o Prémio Literário Cidade de Almada – Romance (2023). Integra projetos que cruzam várias áreas artísticas como o teatro, as artes plásticas e a literatura. Faz tricô e prefere embalar males a cantar em vez de os espantar. Escreve por amor e teimosia e já não sabe distinguir acordos ortográficos.LINKS FEMINA: https://linktr.ee/femina
Tita Maravilha nasceu em 1993 em Pirenópolis (Brasil) e vive em Lisboa. É atriz, cantora, performer e palhaça, licenciada pela Universidade de Brasília. Através da ideia de corpo político, incorpora nos seus processos artísticos as dores e os prazeres da dissidência. Residente em Portugal desde 2018, colabora com a CIGARRA no projeto de música eletrónica e performance “TRYPAS-CORASSÃO”.É autora a solo de quatro obras: Trypas Corassão: Show em Dois Atos (2020), Tita no País das Maravilhas (2021), Exercício para artistas medianos (2021) e Exercício para um teatro pobre ou carta a Grotowski (2022).Vencedora da 5ª edição da bolsa Amélia Rey Colaço, dirigiu uma aclamada versão de “As Três Irmãs”, de Anton Tchekhov, em digressão por quatro cidades portuguesas. É diretora e curadora do Precárias: Festival de Performance, que estreou em 2022. No cinema, a sua primeira curta-metragem documental, intitulada “Pirenopolynda” estreou em 2023 no DocLisboa e já acumula cinco prémios de Melhor Filme e Melhor Fotografia.LINKS FEMINA: https://linktr.ee/femina
Inês D’Orey nasceu em 1977, no Porto. Estudou Fotografia na London College of Printing em 2002. Grande parte do seu trabalho artístico incide na transformação da identidade patrimonial da cidade contemporânea, onde o objeto arquitectónico se apresenta como sujeito de memória, mutante de significados ao longo do tempo. A arquitetura, a polis, a fronteira entre espaço público e privado, a investigação sobre os lugares e seus contextos são alguns dos elementos que constituem o seu corpo de trabalho, através da fotografia, ainda que com fusões com vídeo e instalação. Está presente em diversas colecções privadas e públicas, onde se destaca a Colecção de Arte Contemporânea do Estado (CACE), Fundação EDP, Colecção da Biblioteca de Arte da Fundação Calouste Gulbenkian, Biblioteca de Arte da Fundação de Serralves (PT), Câmara Municipal de Lisboa (PT), Câmara Municipal do Porto, Colecção Norlinda e José Lima (PT), Oliva Arauna Coleción (Espanha) e Galleri Image (Dinamarca).Tem sido premiada pelo seu trabalho, nomeadamente com o prémio Novo Talento Fotografia FNAC 2007. É representada pela Galeria das Salgadeiras (Lisboa) e pela Galeria Presença (Porto).
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Cristina Carvalhal nasceu em Lisboa, em 1966. É atriz, encenadora, pedagoga e directora artística da Causas Comuns desde 2004. Formou-se na Escola Superior de Teatro e Cinema e mais tarde, nesta mesma escola, concluiu uma Licenciatura bi-etápica em Teatro e Educação. Foi co-fundadora da Escola de Mulheres – Oficina de Teatro, em 1995.Como encenadora, começou por adaptar textos literários não dramáticos, privilegiando a criação de universos oníricos como forma de amplificar narrativas. O seu interesse pela dramaturgia clássica e contemporânea levou à criação de diversos espectáculos, maioritariamente estreados em Lisboa, em diferentes tipos de espaços. Trabalha em teatro, cinema e televisão. Ao FEMINA, Cristina Carvalhal vem apresentar o espetáculo “Quem cuida do jardim”, em cena no Teatro Helena Sá e Costa, no Porto, dias 8 e 9 de março. Passará também por Lisboa, Penafiel e Torres Vedras.Links para escuta: https://linktr.ee/feminaO podcast FEMINA é uma obra artística registada na IGAC. Não é permitida qualquer cópia do seu conteúdo ou reprodução não consentida.
Vanessa Pires é violoncelista, gestora cultural e programadora artística. Formou-se em violoncelo pela ESMAE e é mestre em Gestão de Instituições e Empresas Culturais pela Universidade de Barcelona. É violoncelista da Casa da Música há mais de 20 anos – membro efetivo da Orquestra Barroca – e é também professora na Escola Superior de Música e Artes do espectáculo, no Porto. Fez nascer um projeto chamado Artway – um motor importante de divulgação da música erudita portuguesa na Europa. Links para escuta: https://linktr.ee/feminaO podcast FEMINA é uma obra artística registada na IGAC. Não é permitida qualquer cópia do seu conteúdo ou reprodução não consentida.
Mafalda Veiga leva já mais de 30 anos de carreira e é uma das vozes, artistas, guitarristas e compositoras mais acarinhadas do país. Editou o primeiro disco em 1987 – “Pássaros Do Sul” – um sucesso brutal de vendas que a catapultou diretamente para um lugar de topo no meio musical.Hoje, continua a compor, a editar e a tocar ao vivo, experimentando-se sempre que possível em novos lugares. Editou em 2024 o disco EP “Geografia Particular” e no final do ano passado presenteou-nos com uma canção nova chamada “A Fonte”. É autora de algumas das canções mais emblemáticas da música portuguesa contemporânea. Links para escuta: https://linktr.ee/feminaO podcast FEMINA é uma obra artística registada na IGAC. Não é permitida qualquer cópia do seu conteúdo ou reprodução não consentida.
Maria Almeida cresceu no Porto, é jornalista e diz-se não obcecada pela verdade – mas antes pelas várias verdades. Gosta de escutar boas histórias, mas também de as escrever.Maria Almeida é uma das co-fundadoras do podcast de jornalismo de investigação Fumaça, um projeto progressista e dissidente, que ambiciona coletivamente corrigir desequilíbrios e desigualdades através de diferentes narrativas mediáticas. Recentemente, a equipa Fumaça disponibilizou os episódios de uma nova série com o nome “Quase da Família” – uma série sobre as mulheres que limpam e cuidam do mundo e o põem a mexer, feita em parceria com a estrutura de criação artística Cassandra. Esses episódios podem ser escutados aqui. Links para escuta: https://linktr.ee/feminaO podcast FEMINA é uma obra artística registada na IGAC. Não é permitida qualquer cópia do seu conteúdo ou reprodução não consentida.
Joana von Mayer Trindade é coreógrafa, bailarina e professora. Mestre em SODA Solo/ Dance/ Authorship pela Universidade das Artes de Berlim UDK/HZT e licenciada em Psicologia pela FPCEUP, Joana von Mayer Trindade fundou com Hugo Calhim Cristovão a NuIsIs ZoBoP – Associação Cultural de Criação, Investigação e Formação no Domínio das Artes Performativas.Dedica-se à investigação e prática da craft e arte do bailarino/performer com uma metodologia própria e abordagem singular, marcada por uma confluência de linguagens entre dança ocidental e oriental, forte fisicalidade e expressão, forte componente de dramaturgia e investigação teóricas com contributo de psicologia e filosofia. Procura sempre alargar os seus horizontes artísticos e culturais com outros modos de fazer, de pesquisar, de investigar através de estadias prolongadas em França, Alemanha, Índia e Japão, entre outros, saindo constantemente da sua zona de conforto. Este episódio tem o patrocínio do podcast de jornalismo de Investigação Fumaça. Ouve aqui a nova série “Quase da Família“, uma série sobre as mulheres que limpam e cuidam do mundo e o põem a mexer, feita em parceria com a estrutura de criação artística Cassandra.Links para escuta: https://linktr.ee/feminaO podcast FEMINA é uma obra artística registada na IGAC. Não é permitida qualquer cópia do seu conteúdo ou reprodução não consentida.
Mafalda Mendonça nasceu em 1988 e é mestre em Arquitectura pela Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto (MIARQ-FAUP, 2012), com a dissertação intitulada “Um lugar para a Dança” – no âmbito da relação entre Arquitectura, Cenografia e Dança.Mafalda Mendonça desenvolve ainda a sua atividade como pintora, tendo participado em várias exposições individuais e colectivas. Encontra-se, com muito orgulho, representada na Colecção da Fundação Manuel Cargaleiro – uma das pessoas mais generosas que já conheceu. Colabora ainda, como professora e no âmbito de projectos de criação coreográfica, com a Companhia Instável e com a Escola de Dança Ginasiano, onde fez também a sua formação profissional como bailarina. YouTube, Patreon e links para escuta: https://linktr.ee/feminaO podcast FEMINA é uma obra artística registada na IGAC. Não é permitida qualquer cópia do seu conteúdo ou reprodução não consentida.
Joana Mosi
é artista visual e autora de banda desenhada. Licenciada em Pintura pela Faculdade de Belas Artes de Lisboa, onde é atualmente doutoranda e professora, Joana Mosi é também Mestre em Cinema, na vertente de Realização, pela Escola Superior de Teatro e Cinema. “A Educação Física” é o novo livro de Joana Mosi e tem o selo da Iguana (Penguin Livros). Das suas obras em banda desenhada destacam-se “Nem Todos os Cactos têm Picos”, “Both Sides Now”, “The Apartment” e “O Mangusto”. YouTube, Patreon e links para escuta: https://linktr.ee/feminaO podcast FEMINA é uma obra artística registada na IGAC. Não é permitida qualquer cópia do seu conteúdo ou reprodução não consentida.
Paula Gicovate
nasceu em Campos dos Goytacazes, em 1985, e mora no Rio de Janeiro desde 2003. Paula Gicovate é escritora, guionista e autora dos livros “Este é Um Livro Sobre Amor” e “Notas Sobre a Impermanência” – obra que foi semifinalista do Prémio Oceanos, em 2022. Um dos seus contos integrou também a coletânea “Vivo muito vivo” – 15 contos inspirados nas canções de Caetano Veloso.A edição portuguesa do livro “Notas Sobre a Impermanência” tem o selo da editora À Parte.YouTube, Patreon e links para escuta: https://linktr.ee/feminaO podcast FEMINA é uma obra artística registada na IGAC. Não é permitida qualquer cópia do seu conteúdo ou reprodução não consentida.
Filipa Fonseca Silva
nasceu no Barreiro, em 1979, e licenciou-se em Comunicação Social e Cultural pela Universidade Católica em 2002. Preferiu a publicidade ao jornalismo, tendo trabalhado como criativa publicitária até 2017. Em 2011, iniciou a sua carreira literária com a edição do livro “Os 30 — Nada é Como Sonhámos”, cuja versão inglesa fez com que se tornasse na única autora portuguesa a atingir o Top 100 da Amazon. Desde então, publicou mais quatro romances, dois livros de humor e inúmeras crónicas, contos e ensaios. Um desses livros – “O Elevador”, além de ter sido finalista do Livro do Ano Bertrand, vai ser adaptado para cinema, estreando neste mês de Novembro. Filipa Fonseca Silva é autora do novo livro “Admirável Mundo Verde” e ainda fundadora do Clube das Mulheres Escritoras. YouTube, Patreon e links para escuta: https://linktr.ee/feminaO podcast FEMINA é uma obra artística registada na IGAC. Não é permitida qualquer cópia do seu conteúdo ou reprodução não consentida.
Francisca Mendo
nasceu no Porto, é bailarina e vive em Londres. Francisca Mendo é uma das artistas que faz parte do elenco da produção Internacional do espetáculo “O Fantasma da Ópera“, onde interpreta a personagem de uma das bailarinas da Ópera de Paris. Trabalha enquanto bailarina em várias digressões nacionais e internacionais, pisando palcos como o da Royal Opera House, mas também dá aulas e diz-se, para além de sonhadora máxima, apaixonada por acolher as novas gerações de bailarinos. Na mais recente passagem de Francisca pelo Porto, antes da estreia d’O Fantasma da Ópera – em palco até dia 27 de outubro no Campo Pequeno, em Lisboa – falámos sobre todas as conquistas, os sonhos realizados e os que ainda hão-de vir. YouTube, Patreon e links para escuta: https://linktr.ee/femina.O podcast FEMINA é uma obra artística registada na IGAC. Não é permitida qualquer cópia do seu conteúdo ou reprodução não consentida.
É autora do livro de poesia “Ninguém fica rica a trabalhar“. Trabalha na área do cinema e da imagem em movimento. É licenciada em Comunicação pela Universidade Nova de Lisboa, mestre em Cinema pelo INSAS em Bruxelas e pós-graduada em Curadoria pela KASK de Gent. Preocupa-se com o preço do azeite, com a falta de acordos coletivos de trabalho, com o futuro do Centro Comercial Stop e com as minas no Barroso. Segue e apoia o FEMINA:Instagram: @femina_podcast Newsletter: Subscrever aquiTodas as plataformas: linktr.ee/feminaPodes ajudar o FEMINA a manter-se um projeto vivo e independente: contribui de forma livre e sem compromisso no Patreon. O podcast FEMINA é uma obra artística registada na IGAC. Não é permitida qualquer cópia do seu conteúdo ou reprodução não consentida.
É diretora e fundadora do MIMO Festival. Com mais de 35 anos de carreira, Lu Araújo é uma mulher incontornável da cultura internacional. Ativista cultural, apaixonada por música desde sempre e produtora de eventos, tem vindo a conquistar prémios e reconhecimentos variados.
O grande projeto da sua vida é o MIMO – um dos maiores eventos culturais gratuitos de música no mundo que acontece em Portugal e no Brasil já há 20 anos. Em 2024, o MIMO Festival volta a acontecer em Amarante entre os dias 19 e 21 de Julho. A entrada é, como sempre, livre.
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Nasceu em Braga, em 1965. É coreógrafa, docente da Academia Contemporânea do Espetáculo, e elemento da direção artística da ACE/Teatro do Bolhão. Já participou em vários festivais nacionais e internacionais. Dos trabalhos de Joana Providência podemos destacar “Território”, a partir da obra de Alberto Carneiro ou “mão na boca” feito a partir da obra de Paula Rego, espetáculo que lhe valeu o Sete de Ouro – Prémio Revelação.
Este episódio foi gravado ao vivo, a convite da moderação das “Conversas de Bastidores” do TVR, em Abril de 2024. Este episódio é patrocinado pelo Teatro de Vila Real.
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É mais conhecida pela voz e presença assídua na cena jazzística nacional. “Souvenir” é a sua estreia no domínio da ficção e foi lançado no mês de Maio sob a chancela da Tinta da China. Marta Hugon tem 5 discos em nome próprio e várias colaborações como cantora e compositora. É licenciada em Línguas e Literaturas Modernas, professora na escola de jazz Luís Villas Boas, autora do projecto “Calíope” e co-criadora do trio vocal “Elas e o Jazz”.
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