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Estúdio 5º Elemento
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A operação dos EUA para extrair Maduro é um fato inédito, considerando a chamada ordem baseada em regras. Uma operação bem-sucedida de captura de um líder narcoterrorista, sem bombardeios nem instabilidade regional, é sinal de que uma nova ordem internacional está emergindo — e de que não há retorno para a ordem baseada em regras, fundamentada no multilateralismo e na burocracia.
Mas como será essa nova ordem? Estamos passando por um momento delicado e possivelmente belicoso? Ou estamos desatando as amarras burocráticas do multilateralismo para retornar a um direito internacional fundamentado no consenso entre nações?
E, diante disso, como o Brasil deve se posicionar nessa nova ordem para reconstruir sua soberania? A situação da Venezuela foi uma crise gerada pela omissão do Brasil como líder da América do Sul? Nessa nova ordem, sob uma nova dinâmica de influência e poder, as elites brasileiras precisam repensar seus conceitos sobre diplomacia, defesa e soberania.
Com Arthur Machado, Filipe Trielli e Lorenzo Carrasco.
Neste episódio, a gente puxa o fio da prisão do Jair como instrumento político, da completa falta de mobilização da direita, do avanço da nova ordem geopolítica liderada pelos EUA — e do colapso institucional que já não consegue mais se esconder atrás de discursos técnicos ou narrativas de normalidade.
Jair Bolsonaro está preso, doente e sob tutela do Estado — e a direita, mais uma vez, escolhe o silêncio. Enquanto isso, o mundo já virou a página do liberalismo: a agenda MAGA avança, China e Rússia recuam, e o Brasil de Lula segue falando sozinho, como se ainda estivesse em 2005.
Aqui dentro, o sistema entrou em curto-circuito. Banco Master, STF, Banco Central, Faria Lima, Dedé e Joesley disputam poder, influência e proteção. Não há heróis — é vilão contra vilão, em guerra aberta.
Com Arthur Machado, Filipe Trielli e Kim Paim.
Atenção, audiência delirante! Está no ar mais um Trocando as Bolas. O programa mais tchap tchura da internet.
Neste episódio, Carlos Banana e Luigi Bacana discorrem sobre os acontecimentos mais momentosos dos esportes. A dupla intrépida fala sobre o sonífero Paulistão, com a vitória do Santos (nenhuma surpresa) e do Corinthians (surpresa!); e o atropelo que o São Paulo levou do Mirassol -- nada de novo sob o sol.
Acompanhem conosco o torneio de golfe orgânico, onde os buracos são feitos pelas avestruzes. Deem um salto na fé com Eric Voegelin e seu apreço pelo futebol de areia, compreenda porque salto em altura não é um esporte popular, descubra como duas jovens reuniram provas da existência de fadas e do mundial do Palmeiras.
Venham, aguerridos fãs! Comprem dois pastéis numa feira de Nilópolis, curtam, compartilhem, comentem, movam a sineta, acionem o hype e vamos em frente que atrás vem gente!
Com Carlos "Banana" de Freitas e Luigi "Bacana" Marnoto.
Hollywood perdeu espaço para o streaming, perdeu quase um terço da mão de obra, teve a pior bilheteria em 27 anos e agora tenta sobreviver com suas premiações cheirando a naftalina que já não empolgam ninguém. O Globo de Ouro virou o retrato perfeito desse colapso: o que a crítica ama, o público odeia, ninguém está satisfeito com uma indústria que não sabe mais para quem fala.
Enquanto isso, o cinema brasileiro vence prêmios, mas só empolga os de sempre. E no discurso, Wagner Moura critica o fascismo e Bolsonaro e pede por mais filmes sobre a ditadura militar, esquecendo os verdadeiros presos políticos do regime apoiado por ele hoje.
Com Filipe Trielli e Mafinha Summers
Em tempos de muita informação, muita gente esquece de guardar um tempo para a contemplação. O resultado disso é uma sociedade doente, cheia de pessoas solitárias, ansiosas, depressivas ou irritadas.
Como podemos preservar alguma saúde mental nos dias de hoje, onde parece não haver espaço pro descanso?
Com Carlos de Freitas e Joel Gracioso.
A intervenção militar na Venezuela não foi apenas uma invasão americana comum, mas o primeiro passo para uma grande mudança na geopolítica mundial. Ela é um teste brutal sobre o que ainda significa soberania, ordem e legitimidade na América Latina. Um Estado sequestrado pelo narcotráfico continua soberano ou a “autodeterminação” virou apenas um escudo retórico para proteger cartéis, lavagem de dinheiro e regimes falidos?
A mudança súbita da retórica americana — do combate ao narcotráfico para a administração do petróleo venezuelano — levanta um alerta: a queda do tirano pode não significar a libertação do povo Venezuelano, mas a um ataque à presença Chinesa e Russa no hemisfério.
Com uma oposição frágil, militares ainda leais ao regime e uma transição conduzida por quadros herdados do chavismo, a promessa de liberdade corre o risco de ser substituída por um novo tipo de tutela internacional.
Neste vídeo, Filipe Trielli, Arthur Machado, Lucas Honorato, Carlos de Freitas e Luigi Marnoto falam sobre o colapso real da soberania venezuelana que já vinha ocorrendo há anos, a guerra semântica da mídia e a manipulação da linguagem, o fim da ordem liberal e a abertura do precedente para a imposição da doutrina “Donroe” para toda a América do Sul — inclusive o Brasil
Não há mocinhos, mas há consequências. E elas não podem ser ignoradas. A ordem liberal caiu. O que virá depois?
Todo mundo fala em “PL da Censura”, em “Inquérito do Fim do Mundo” e na perseguição do judiciário. Mas a pergunta que dói e que ninguém responde é: quem ligou essa máquina? Quem apontou o canhão para a direita pela primeira vez?
Neste vídeo, o canal 5º Elemento abre a caixa-preta. Vamos mostrar, com documentos, fatos e cronologia, como a narrativa de "milícia digital" não nasceu na esquerda ou no STF, mas dentro do próprio ecossistema que hoje posa de oposição: o MBL e seus satélites.
Descubra como dossiês, organogramas e teses criadas por Luciano Ayan e impulsionadas pelo MBL serviram de munição para a CPMI das Fake News, para Joice Hasselmann, Alexandre Frota e, finalmente, para o inquérito que hoje atinge conservadores em todo o país.
A história que tentam apagar, nós mostramos agora.
A França ainda controla o próprio destino — ou já terceirizou suas fronteiras, suas leis e até seu vocabulário? Nesta entrevista, Gilles-William Goldnadel (advogado e comentarista francês) analisa a reconfiguração política da França, a força cultural da extrema esquerda e a escalada de uma polarização em que rótulos como “nazismo” viram arma retórica. O debate passa por imigração, insegurança, identidade nacional e antissemitismo, além do choque entre soberania francesa e o supranacionalismo da União Europeia (incluindo o peso de cortes europeias sobre leis nacionais). No segundo eixo, a conversa aborda OTAN e autonomia estratégica, o papel das big techs e a disputa entre regulação e liberdade, e fecha com a dimensão material: concorrência desleal, China e perda industrial.
Com Arthur Machado e Gilles-Willian Goldnadel.
O que acontece quando o preço de referência deixa de refletir a demanda da economia real? Assistimos a um rali da prata expor a falência do modelo financeiro baseado em papel. A volatilidade foi fabricada por margens e liquidações forçadas; ao mesmo tempo, o metal físico seguiu valorizado onde a indústria precisa dele.
Em Nova York, o preço caiu. Em Xangai, o prêmio persistiu. Por outro lado, estoques globais encolhem, a oferta não reage e a demanda industrial permanece inelástica. Além disso, a China tratou a prata como ativo estratégico, controlando refino e exportações. Por fim, a economia real se impõe: painéis solares, eletrônica e infraestrutura exigem metal entregue, não promessas financeiras.
O novo modelo econômico já está em curso e não haverá transição suave.
Com Arthur Machado.
O jornal onde a realidade parece fake news e a fake news parece realidade está de volta.
Nesta edição do Notícias de 5ª:
- O mistério do ET de Varginha finalmente resolvido (e era pior do que você imaginava).
- Harry Potter do Arrocha enfrenta a Warner e perde a matrícula em Hogwarts.
- O Departamento de Guerra dos EUA entra numa guerra… contra plugs anais.
- Michael Schumacher morre — mas passa bem.
- Depois de Maduro, Chaves é encontrado (e estava em Cancún… ou Caraguatatuba).
Tudo isso com jornalismo meia-verdade e zero compromisso com o bom senso.
Com Filipe Trielli e Lucas Honorato.
No Puxando o Fio desta semana, o tema não poderia deixar de ser a captura de Nicolás Maduro e a Doutrina "Donroe". A esquerda logo classificou como um desrespeito à soberania da Venezuela, mas esqueceu de tudo o que o povo passa nas mãos do chavismo. Por isso, convidamos o general Eduardo Pazuello, coordenador da Operação Acolhida – que salvou milhares de venezuelanos fugindo da fome, da miséria e da perseguição do regime comandado por Nicolas Maduro. No Brasil, receberam abrigo, remédios, documentos e oportunidades de emprego.
E tem mais: as 4 cirurgias de Jair Bolsonaro e o caso do Banco Master que faz Brasília tremer.
Arthur Machado, Filipe Trielli, Herbert Passos Neto e Kim Paim afiados como sempre, em um debate sem filtros, sem censura e sem meias palavras.
Alô, alô, zuretas dos esportes! Está no ar o Trocando as Bolas -- primeiro episódio de 2026 do Ano Graça de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Hoje, Carlos Banana e Luigi Bacana farão as previsões mais imprevisíveis dos doze meses vindouros. Abrangendo campeonatos e disputas de todas as esferas do universo esportivo, os dois saberetas farão os prognósticos mais imprecisos de todos os cometidos por mães-dináhs palpiteiros que andam por aí.
Confiram os palpites e vejam, no decorrer do ano, como uma dupla consegue errar tanto com tanta maestria.
Venham, catimbeiros! Entrem rasgando as canelas com o pé direito, curtam, compartilhem, comentem, movam a sineta, acionem o hype e vamos em frente que o ano promete.
Com Carlos "Banana" de Freitas e Luigi "Bacana" Marnoto.
Babado forte em Stranger Things! A série que há quase dez anos é sinônimo de nostalgia, desagradou os seus maiores fãs ao focar demais em agendas e deixar furos de roteiro. Isso sem contar a grande “revelação” da última temporada.
Quando o apocalipse bate à porta, Will Bayers decide que o importante não é enfrentar o devorador de mentes, mas fazer um discurso identitário. O resultado? Uma cena cafona, anacrônica e típica do wokeísmo do século XXI enfiado à força numa história que sempre funcionou melhor com sutileza, nostalgia oitentista e boa narrativa. A Netflix trocou aventura por palestrinha.
E o público já cansou. Mas será que isso estragou todo o legado de Stranger Things? Assista o Pop Corner de hoje com Filipe Trielli e Carlos de Freitas e descubra.
Com o aumento de número de "feminicídios", a questão do machismo ganhou novo impulso no debate público.
Afinal, existe o tal machismo estrutural? Esse e outros conceitos surgem do viés da ideologia.
O movimento feminista parece confundir machismo e masculinidade, tornando a sua retórica completamente desconectada da realidade.
Não adianta. Homens e mulheres são diferentes. Não é estranho ter que afirmar uma obviedade dessas em pleno século 21?
Com Carlos de Freitas e Joel Gracioso.
A nova doutrina de segurança dos EUA traz uma nova ordem hemisférica para a América Latina. Trump já deixou claro que criminosos condenados por crimes contra os EUA poderão ser capturados e julgados em solo americano. Por outro lado, China e Rússia demonstram que não têm alcance sobre a América Latina, e isso trará consequências para parcerias estratégicas, memorandos e acordos bilaterais. Os EUA mostraram que têm interesse e supremacia nas Américas, mas quais serão os efeitos reais disso?
Com Arthur Machado.
O Sistema contra o Sistema.
O caso do Banco Master escancarou algo que muita gente ainda insiste em negar: o sistema não está apenas em crise — ele está brigando por dentro.
O balé da imprensa, do mercado, do judiciário e do PT parece ter perdido o passo. É o próprio sistema se devorando, disputando poder, proteção e sobrevivência. E isso não é um acidente isolado: é sintoma de um modelo esgotado que só funciona enquanto todos fingem que está tudo bem.
E para falar sobre isso temos os seus guerreiros antisistema favoritos de sempre: Carlos de Freitas, Filipe Trielli, Lucas Honorato, Arthur Machado e Luigi Marnoto para esgotar o assunto.
Assista, entenda e tire suas próprias conclusões.
Até quando vamos fingir que o desequilíbrio é só “concorrência”, fruto do livre mercado, e não um buraco negro que drena a liquidez de países inteiros? O dumping chinês não é concorrência simples e natural, mas um método econômico de drenagem: preço abaixo do sustentável, escala acima do replicável, pressão direta sobre indústria e emprego.
Ao mesmo tempo, a Europa convive com déficits e com uma base produtiva sob estresse, enquanto o superávit chinês se consolida como arma de política industrial e de influência. Por outro lado, o conflito não é apenas tarifário: ele entra nas regras, na aduana e no controle de plataformas.
Além disso, a controvérsia envolvendo a Shein expõe falhas de fiscalização e a circulação de itens proibidos e ilegais. Por fim, o debate é soberania: quem define padrões, custos e limites do mercado?
Além da geoeconomia atual, neste programa, Arthur Machado tratou da origem e das transformações do mito do Papai Noel ao longo dos séculos.
Com Arthur Machado.
Mais um ano, menos um ano.
O mundo enlouqueceu, o Brasil está em crise e eu mesmo não vou lá essas coisas. Ainda assim, está no ar mais um Notícias de 5ª, com 4 apresentadores, o único telejornal onde a realidade parece Fake News e a Fake News parece plausível.
Neste episódio:
- Psicóloga é mordida por capivara.
- Coquetel gourmet com nitrogênio líquido termina em ruptura estomacal
- Kim Jong-un proíbe Su1c1d10… sob pena de morte
- Profeta cancela apocalipse natalino e compra Mercedes
- Ladrão bêbado devolve instrumentos musicais com pedido de desculpas
- Strippers viram as maiores doadoras de brinquedos de hospital infantil
- Avião “desaparecido” reaparece após 13 anos
Tudo isso com aquele jornalismo meia verdade, comentários nada responsáveis e a certeza de que a realidade já desistiu de fazer sentido desde antes do ano passado.
Dê o play, compartilhe e Feliz 2027, porque 2026 aparentemente não tem muita solução.
Com Carlos de Freitas, Filipe Trielli, Lucas Honorato e Luigi Marnoto.
O Banco Master não virou crise apenas por causa de números.
O que começou como um problema bancário escancarou algo muito maior: promiscuidade institucional, versões contraditórias, reuniões sem registro e um conflito aberto entre STF, Banco Central, imprensa e Faria Lima.
Nesta semana, a Globo mudou o tom, o STF saiu do modo blindagem, o Banco Central virou alvo e o sistema passou a brigar consigo mesmo em público. Quando a versão única racha, o teatro acaba.
E quando o teatro acaba, fica claro que a crise nunca foi financeira — sempre foi institucional.
Neste episódio, a gente puxa o fio do colapso narrativo do Banco Master, da guerra aberta entre Judiciário, mercado e imprensa, e do momento em que a Sexta República começa a perder sua capacidade de fingir normalidade. O conflito saiu dos bastidores — agora todo mundo está vendo.
Com Arthur Machado, Filipe Trielli e Kim Paim.
Saudações desportivas, audiência cativa! Está no ar mais um Trocando as Bolas, o programa mais ziriguidum e telecoteco do jornalismo esportivo de todo o universo que compreende Sandovalina e Estrela do Norte.
Nesta última partida de 2025, a intrêmula dupla Luigi Bacana e Carlos Banana, aqui, no umbral de 2026, repetem as célebres tabelinhas de Pelé e Didi.
Além de loas e blandícies ao universo feminino do futebol brazuca, os rapazes comentam os campeonatos de Bocha de Sunga Branca e os eventos bilionários que acompanharam o Torneio de Biriba de Cócoras de Praia Grande.
Tudo isso e mais umas e outras no TB de fim de ano e de linha. Venham, fãs ardorosos! Curtam, compartilhem, comentem, movam a sineta, acionem o hype e tenham um feliz 2026!
Com Carlos "Banana" de Freitas e Luigi "Bacana" Marnoto.
























que suco de maluco