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Macro Review

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Author: C6 Invest

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Uma visão original sobre os fatos econômicos do Brasil e do mundo. Toda semana, a equipe econômica do C6 Bank, liderada por Felipe Salles, analisa os indicadores que ajudam a entender para onde vão o Brasil e a economia global. Ouça aqui reflexões sobre juros, inflação, PIB, dólar e tudo aquilo que impacta seus investimentos. O podcast tem participação quinzenal de Marina Valentini, estrategista do J.P. Morgan Asset Management, que analisa o movimento nos mercados globais.
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Depois de semanas de conflito, não é novidade que a guerra no Oriente Médio terá impactos relevantes sobre a inflação e os juros globais. Na semana passada, o petróleo tipo Brent (referência internacional) voltou a encostar nos US$ 120 por barril e fechou março com a maior alta mensal em três décadas – um reflexo da restrição de oferta causada pela guerra. Mas, se por um lado o efeito sobre preços e juros já parece inevitável, o impacto sobre o crescimento econômico dos países é mais incerto. Será que a guerra vai esfriar o PIB global? No minuto 06:22, Marina Valentini, estrategista do J.P. Morgan Asset Management, também analisa como os mercados globais têm reagido às notícias do conflito no Irã.  Entenda, ainda, no episódio:  Inflação volta a preocupar na Europa; Nos EUA, dados de emprego vêm acima do esperado. 
Depois de uma queda expressiva no último ano, o dólar voltou a ganhar fôlego em março, tanto no Brasil quanto no resto do mundo. O DXY – índice que compara a moeda americana a uma cesta de divisas de países desenvolvidos – subiu mais de 2% nos últimos 30 dias, após recuar quase 10% ao longo de 2025. Esse movimento de alta coincide com o início da guerra no Irã, que trouxe novos riscos para a inflação nos Estados Unidos e deve influenciar o rumo dos juros por lá. O que esperar do dólar daqui para frente? No minuto 06:02, Claudia Rodrigues, responsável pela cobertura internacional na equipe econômica do C6 Bank, explica porque a alta do dólar vem sendo sentida de forma diferente em cada país. No Brasil, por exemplo, a depreciação do real tem sido limitada.  Entenda também:  A economia global sente os efeitos da guerra; Prévia da inflação no Brasil vem pior que o esperado; Acordo UE-Mercosul perto de sair do papel. 
Bancos centrais do mundo todo – inclusive do Brasil – tomaram decisões em relação aos juros na semana passada, à luz dos efeitos da guerra no Oriente Médio. Em seus comunicados, todos enfatizaram a grande incerteza causada pelo conflito. O risco mais evidente é para a inflação. Os preços de diversos produtos, como fertilizantes, petróleo e derivados, seguem nas alturas. Quanto mais a guerra durar, maiores as chances de a inflação ganhar raízes. Nesse cenário, um alívio nas taxas de juros fica mais difícil. A alta dos preços pode frear a queda dos juros no Brasil e em outros países? Os juros brasileiros podem continuar perto da máxima histórica? No minuto 06:36, Heliezer Jacob, especialista em macroeconomia do C6 Bank, explica em detalhes como um conflito no Irã, a milhares de quilômetros de distância, pode afetar os preços no Brasil.  Entenda também: Banco central americano em pausa até que pressão diminua; Na Europa, preço do gás natural é chave para o rumo dos juros.  
A escalada do conflito entre Estados Unidos, Israel e Irã colocou o petróleo sob forte turbulência. Na segunda-feira passada, o preço do barril disparou a quase US$ 120 com o temor de que a guerra se prolongasse. Horas depois, a sinalização de que o conflito poderia arrefecer fez os preços despencarem para cerca de US$ 80 – foi a maior oscilação num mesmo dia desde 1988. A restrição de oferta causada pela guerra pode pressionar os custos de combustíveis e fertilizantes (que, por sua vez, impactam os preços de alimentos). Quais devem ser as consequências da guerra para o Brasil?  No minuto 06:13, Claudia Moreno, economista do C6 Bank, também comenta se o conflito tem chances de mudar o rumo dos juros no país. Entenda também: Nos EUA, inflação elevada e mais riscos à frente. 
Nos últimos dias, a guerra no Oriente Médio ganhou escala. O conflito, que começou em um ataque dos Estados Unidos e Israel ao Irã, já se espalhou para outros países. Na região ficam alguns dos maiores produtores de petróleo do mundo. Por causa da guerra, parte dos campos de exploração está parada – seja porque há risco de ataques ou pela dificuldade de escoar a produção. O preço do petróleo ultrapassou os US$ 100 por barril na manhã desta segunda-feira (9) e bateu o maior valor em quase quatro anos. Se durar, a guerra pode ter impactos significativos sobre a economia global. No minuto 06:47, Claudia Rodrigues, economista do C6 Bank, explica como o conflito pode afetar a inflação, os juros e até o crescimento dos países, inclusive do Brasil. Veja também: Mercado de trabalho é dúvida para juros nos EUA; China mira um crescimento menor em 2026; PIB esfria no Brasil, mas emprego permanece forte. 
A inflação brasileira de fevereiro mostrou sinais mistos: a prévia do índice mensal veio bem acima do previsto, mas o acumulado em 12 meses recuou para 4,1%. Logo, apesar do susto no mês passado, o saldo é ainda favorável: os preços seguem em tendência de queda.  Depois de atingir o pico de 5,5% em abril do ano passado, a inflação perdeu força ao longo dos últimos meses e fechou 2025 em 4,3%, dentro do intervalo de tolerância da meta, mas ainda longe do alvo de 3%. Estamos mais próximos de “domar” a inflação? Será que a melhora gradual indica que o Brasil vai ser capaz de, enfim, cumprir a meta de 3%? No minuto 07:53, Claudia Moreno, economista do C6 Bank, também explica como o cenário fiscal brasileiro afeta as nossas projeções sobre os preços.    Veja, ainda, no episódio:  Conflito no Oriente Médio e seus impactos econômicos; A retomada das tarifas comerciais nos EUA. 
Parte dos membros do comitê de política monetária do banco central dos EUA não está mais tão certa de que haverá espaço para cortar os juros da maior economia do mundo.  O ponto que torna o horizonte nebuloso é a inflação: será que os preços vão alcançar mesmo a meta? A dúvida se justifica. Com a economia em crescimento e o mercado de trabalho resistente, fica mais difícil confiar em um esfriamento da inflação.  Quais as chances de a taxa de juros dos EUA voltar a subir, em vez de cair? No minuto 06:10, Claudia Moreno, economista do C6 Bank, explica como a mudança na presidência do Fed a partir de maio também pode influenciar as decisões de política monetária nos EUA.  Veja, ainda, no episódio:  Os últimos dados do PIB e da inflação nos EUA; A derrubada das tarifas comerciais. 
Na semana passada, o dólar chegou a ser negociado abaixo dos R$ 5,20 aqui no Brasil – o menor patamar do câmbio em quase dois anos. Por trás do movimento de baixa está uma mudança no grau de confiança dos investidores nos ativos dos Estados Unidos, em meio a um ambiente cercado de incertezas. A queda do dólar veio para ficar? E até que ponto o real pode se beneficiar do movimento? No minuto 07:00, Felipe Mecchi, analista na equipe econômica do C6 Bank, também explica como a menor confiança nos Estados Unidos tem impulsionado outros mercados, como o Brasil.   Veja, ainda, no episódio: Desemprego cai nos EUA e inflação continua elevada; Inflação brasileira sobe em janeiro, mas melhora vem aí. 
O Brasil vive uma situação de pleno emprego. A taxa de desocupação alcançou, mais uma vez, o menor patamar da história: 5,1% no trimestre encerrado em dezembro. Para quem está em busca de renda, isso significa que está mais fácil encontrar um trabalho. Já para quem precisa contratar, o cenário é de escassez de mão de obra.  Por que está mais difícil encontrar trabalhadores? E há sinais de que o mercado de trabalho brasileiro vá esfriar? No minuto 08:20, o episódio também traz a primeira participação do ano da Marina Valentini, estrategista do J.P. Morgan Asset Management, com uma leitura sobre a reação dos mercados globais às principais notícias da semana.  Veja, ainda, no episódio: Shutdown “relâmpago” nos EUA e novo adiamento da divulgação de dados; Inflação controlada e juros em pausa na Europa. 
O Banco Central manteve a taxa Selic em 15% em sua primeira reunião do ano – uma decisão unânime e amplamente esperada pelo mercado. Mas, mais importante do que a manutenção em si, foi o recado do Comitê de Política Monetária (Copom) sobre o futuro.  Após cinco reuniões sem mudanças, a autoridade sinalizou que vai começar a cortar os juros em seu próximo encontro, em março, se o cenário seguir como previsto. O que levou o comitê a enxergar espaço para flexibilização? E, uma vez iniciado o ciclo de cortes, até onde a Selic pode cair?  No minuto 07:55, Claudia Moreno, economista do C6 Bank, também explica como a trajetória do dólar frente ao real pode influenciar as próximas decisões.  Entenda, ainda: Brasil cumpre meta fiscal, mas desafio para as contas públicas continua; Novo chefe no banco central dos EUA e expectativas para os juros. 
Aliados de primeira hora desde o fim da Segunda Guerra, a Europa e os Estados Unidos vivem um momento de estranhamento em suas relações. As duas potências globais entraram em embate diplomático após o governo dos EUA externar o desejo de controlar a Groenlândia, ilha que é parte do território da Dinamarca há mais de três séculos. Embora a temperatura tenha diminuído nos últimos dias, com um possível acordo para resolver a questão, o clima de instabilidade e desconfiança permanece.  O que significa uma relação mais frágil entre americanos e europeus?  No minuto 06:36, Claudia Rodrigues, economista do C6 Bank, também explica como os mercados globais têm reagido diante das notícias.  Entenda, ainda: Acordo entre União Europeia e Mercosul encontra novo obstáculo; Inflação continua sendo um problema nos EUA; No Japão, juros ficam estáveis. 
A União Europeia e o Mercosul assinaram, no último fim de semana, o acordo comercial que vem sendo negociado entre os blocos há mais de duas décadas.  Embora o texto ainda precise passar por algumas etapas, como a aprovação pelo Parlamento Europeu, a assinatura marca um avanço importante rumo à criação de uma das maiores áreas de livre comércio do mundo. O que o acordo estabelece na prática? E quais são os impactos para o Brasil? No minuto 07:33, Claudia Rodrigues, economista do C6 Bank, ajuda a entender o que levou o acordo a sair do papel agora, depois de 26 anos de negociação, e quais desafios ainda existem.  Entenda também: Inflação elevada nos EUA e pressão por juros mais baixos. 
A aposta de que 2026 seria um ano de maior tensão geopolítica se concretizou logo nos primeiros dias de janeiro. No último dia 3, os Estados Unidos promoveram uma incursão à Venezuela para prender o presidente do país, Nicolás Maduro. A iniciativa americana tem potencial para girar os ponteiros da política global, além de colocar em jogo ospreços de energia nos próximos anos, uma vez que a Venezuela detém a maior reserva de petróleo do mundo. O que pode acontecer daqui para frente? No minuto 06:45, Claudia Rodrigues, economista do C6 Bank, também detalha como o cenário global mais instável tem gerado uma busca por ativos de menor risco pelos investidores. Entenda, ainda: Desemprego cai nos EUA; No Brasil, inflação dentro do limite da meta; Acordo União Europeia-Mercosul dá importante passo. 
Depois de um longo período de juros elevados no Brasil, 2026 começa com a expectativa por uma redução da Selic ao longo do ano. Nos Estados Unidos, os cortes de juros já começaram e devem continuar ao longo do ano, mesmo com um banco central dividido e com mudanças no comando da autoridade. Com isso, o dólar tende a perder força no mundo. Frente ao real, porém, os riscos fiscais devem puxar a moeda americana para cima – e o alívio recente da inflação brasileira não deve durar. Na Europa, o cenário para o crescimento segue favorável. Já a China entra em 2026 com mais dificuldade para repetir o ritmo do PIB observado em 2025. Além disso, no minuto 11:19, Felipe Salles, economista-chefe do C6 Bank, destaca riscos capazes de mudar o rumo da economia em 2026 – da geopolítica à inteligência artificial.   Veja nesta edição especial: Brasil: juros, inflação e preocupações fiscais; Estados Unidos: o próximo passo do Fed e o dólar; Europa: cenário favorável para 2026; China: expansão com desafios. 
No início de 2025, as tarifas de importação anunciadas pelos Estados Unidos pareciam prontas para balançar a economia. O impacto sobre o crescimento global acabou sendo limitado, mas as incertezas dominaram o ano. O dólar perdeu força e favoreceu países emergentes. No Brasil, esse movimento ajudou a aliviar a inflação em um ano de desemprego nas mínimas históricas e da maior Selic em duas décadas. No minuto 09:28, Claudia Moreno, economista do C6 Bank, explica por que foi necessário manter os juros tão altos por aqui e os possíveis impactos disso para o Brasil.  Veja nesta edição especial: Retrospectiva internacional: tarifas, dívida global elevada e juros menores Retrospectiva Brasil: desemprego mínimo, Selic recorde e alívio curto da inflação 
Ouça nesta edição do Macro Review, o podcast da equipe econômica do C6 Bank: O banco central dos Estados Unidos reduziu a taxa básica de juros em 0,25 ponto percentual em sua última reunião do ano.  Mais uma vez, a decisão partiu de um comitê dividido, que há meses debate qual o maior risco para a economia do país: uma piora do desemprego ou da inflação.  Depois de três cortes em 2025, o que será dos juros americanos no ano que vem? Além da análise do C6 Bank, confira também a visão do J.P. Morgan Asset Management sobre o tema, com o comentário da estrategista Marina Valentini a partir do minuto 05:35. Entenda, ainda, neste episódio: No Brasil, a Selic vai começar 2026 ainda em 15%. Quando deve vir o primeiro corte? 
A economia brasileira andou praticamente de lado no terceiro trimestre de 2025. O PIB teve avanço de apenas 0,1% no período, um resultado inferior ao dos últimos trimestres. A atividade econômica esfriou, e muito disso vem da própria desaceleração do consumo dos brasileiros. Tanto a demanda das famílias quanto o setor de serviços vieram mais fracos no trimestre.  Qual deve ser o saldo do PIB em 2025? Será que a economia está desacelerando mais do que o esperado? E mais: como fica a inflação brasileira nesse cenário? No minuto 05:23, Heliezer Jacob, especialista de macroeconomia no C6 Bank, vai explicar como o resultado do PIB pode influenciar os preços e quais as perspectivas para o ano que vem.   No bloco internacional, entenda ainda o desafio da inflação elevada nos Estados Unidos.  
Ouça nesta edição do Macro Review, o podcast da equipe econômica do C6 Bank: Ao longo do último mês, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, revogou parte das tarifas de importação que havia aplicado sobre diversos alimentos, incluindo os comprados do Brasil. As medidas foram anunciadas em um momento em que cresce a preocupação dos americanos com o aumento do custo de vida – especialmente devido aos preços de alimentação, que tem avançado mais do que o habitual. Será que esse movimento da inflação também pode pesar nas próximas decisões do banco central americano sobre os juros? Entenda também: Novo plano orçamentário do Reino Unido; No Brasil, inflação finalmente dentro do limite. No minuto 08:43, Marina Valentini, estrategista do J.P. Morgan Asset Management, fala sobre o assunto que está dominando os mercados globais: inteligência artificial.  
Ouça nesta edição do Macro Review, o podcast da equipe econômica do C6 Bank: Após meses de resistência, a inflação brasileira enfim encontrou alívio. É possível que o Índice de Preços ao Consumidor (IPCA) termine 2025 dentro do limite de tolerância da meta de inflação, que é de 4,5% – algo que não aconteceu em três dos últimos quatro anos. A trégua dos preços é boa notícia, mas existem razões para seguir alerta. Alguns dos fatores que jogaram a favor da melhora da inflação em 2025 podem contribuir para uma piora no ano que vem. O que deve voltar a pesar no bolso dos brasileiros? No minuto 05:50, Claudia Moreno, responsável pela cobertura de Brasil e Estados Unidos na equipe econômica do C6 Bank, também vai explicar como esse cenário pode influenciar a taxa Selic no ano que vem. Entenda, ainda: EUA removem tarifas de parte dos produtos brasileiros; Banco central americano tem dúvida sobre o próximo corte de juros; Inflação desacelera no Reino Unido, como esperado. 
Ouça nesta edição do Macro Review, o podcast da equipe econômica do C6 Bank: A situação das contas externas do Brasil piorou no último ano. A conta corrente – que reúne todas as transações de renda, bens e serviços que entram e saem do país– acumula um saldo negativo de US$ 79 bilhões em 12 meses, ou 3,6% do PIB, um aumento expressivo em relação ao ano anterior. Isso significa que cada vez mais dólares têm saído do país pela conta corrente. E, como consequência, o país precisa recorrer a recursos externos para cobrir essa diferença. Será esse um sinal de alerta? E o que o déficit das contas externas pode significar para o preço do dólar no Brasil? Entenda também: PIB perde força no 3º trimestre; Inflação mais comportada no curto prazo; EUA reduzem tarifas sobre alimentos; Shutdown americano chega ao fim. No minuto 10:21, Marina Valentini, estrategista de mercados globais do J.P. Morgan Asset Management, fala sobre a falta de dados provocada pelo shutdown, as expectativas em torno da próxima decisão do Fed, em dezembro, e a temporada de lucros das empresas. 
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Comments (1)

Eduardo Duarte

Excelente opção a antecipação do episódio.

Feb 4th
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