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Macro Review

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Author: C6 Invest

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Uma visão original sobre os fatos econômicos do Brasil e do mundo. Toda semana, a equipe econômica do C6 Bank, liderada por Felipe Salles, analisa os indicadores que ajudam a entender para onde vão o Brasil e a economia global. Ouça aqui reflexões sobre juros, inflação, PIB, dólar e tudo aquilo que impacta seus investimentos. O podcast tem participação quinzenal de Marina Valentini, estrategista do J.P. Morgan Asset Management, que analisa o movimento nos mercados globais.
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A inflação brasileira de fevereiro mostrou sinais mistos: a prévia do índice mensal veio bem acima do previsto, mas o acumulado em 12 meses recuou para 4,1%. Logo, apesar do susto no mês passado, o saldo é ainda favorável: os preços seguem em tendência de queda.  Depois de atingir o pico de 5,5% em abril do ano passado, a inflação perdeu força ao longo dos últimos meses e fechou 2025 em 4,3%, dentro do intervalo de tolerância da meta, mas ainda longe do alvo de 3%. Estamos mais próximos de “domar” a inflação? Será que a melhora gradual indica que o Brasil vai ser capaz de, enfim, cumprir a meta de 3%? No minuto 07:53, Claudia Moreno, economista do C6 Bank, também explica como o cenário fiscal brasileiro afeta as nossas projeções sobre os preços.    Veja, ainda, no episódio:  Conflito no Oriente Médio e seus impactos econômicos; A retomada das tarifas comerciais nos EUA. 
Parte dos membros do comitê de política monetária do banco central dos EUA não está mais tão certa de que haverá espaço para cortar os juros da maior economia do mundo.  O ponto que torna o horizonte nebuloso é a inflação: será que os preços vão alcançar mesmo a meta? A dúvida se justifica. Com a economia em crescimento e o mercado de trabalho resistente, fica mais difícil confiar em um esfriamento da inflação.  Quais as chances de a taxa de juros dos EUA voltar a subir, em vez de cair? No minuto 06:10, Claudia Moreno, economista do C6 Bank, explica como a mudança na presidência do Fed a partir de maio também pode influenciar as decisões de política monetária nos EUA.  Veja, ainda, no episódio:  Os últimos dados do PIB e da inflação nos EUA; A derrubada das tarifas comerciais. 
Na semana passada, o dólar chegou a ser negociado abaixo dos R$ 5,20 aqui no Brasil – o menor patamar do câmbio em quase dois anos. Por trás do movimento de baixa está uma mudança no grau de confiança dos investidores nos ativos dos Estados Unidos, em meio a um ambiente cercado de incertezas. A queda do dólar veio para ficar? E até que ponto o real pode se beneficiar do movimento? No minuto 07:00, Felipe Mecchi, analista na equipe econômica do C6 Bank, também explica como a menor confiança nos Estados Unidos tem impulsionado outros mercados, como o Brasil.   Veja, ainda, no episódio: Desemprego cai nos EUA e inflação continua elevada; Inflação brasileira sobe em janeiro, mas melhora vem aí. 
O Brasil vive uma situação de pleno emprego. A taxa de desocupação alcançou, mais uma vez, o menor patamar da história: 5,1% no trimestre encerrado em dezembro. Para quem está em busca de renda, isso significa que está mais fácil encontrar um trabalho. Já para quem precisa contratar, o cenário é de escassez de mão de obra.  Por que está mais difícil encontrar trabalhadores? E há sinais de que o mercado de trabalho brasileiro vá esfriar? No minuto 08:20, o episódio também traz a primeira participação do ano da Marina Valentini, estrategista do J.P. Morgan Asset Management, com uma leitura sobre a reação dos mercados globais às principais notícias da semana.  Veja, ainda, no episódio: Shutdown “relâmpago” nos EUA e novo adiamento da divulgação de dados; Inflação controlada e juros em pausa na Europa. 
O Banco Central manteve a taxa Selic em 15% em sua primeira reunião do ano – uma decisão unânime e amplamente esperada pelo mercado. Mas, mais importante do que a manutenção em si, foi o recado do Comitê de Política Monetária (Copom) sobre o futuro.  Após cinco reuniões sem mudanças, a autoridade sinalizou que vai começar a cortar os juros em seu próximo encontro, em março, se o cenário seguir como previsto. O que levou o comitê a enxergar espaço para flexibilização? E, uma vez iniciado o ciclo de cortes, até onde a Selic pode cair?  No minuto 07:55, Claudia Moreno, economista do C6 Bank, também explica como a trajetória do dólar frente ao real pode influenciar as próximas decisões.  Entenda, ainda: Brasil cumpre meta fiscal, mas desafio para as contas públicas continua; Novo chefe no banco central dos EUA e expectativas para os juros. 
Aliados de primeira hora desde o fim da Segunda Guerra, a Europa e os Estados Unidos vivem um momento de estranhamento em suas relações. As duas potências globais entraram em embate diplomático após o governo dos EUA externar o desejo de controlar a Groenlândia, ilha que é parte do território da Dinamarca há mais de três séculos. Embora a temperatura tenha diminuído nos últimos dias, com um possível acordo para resolver a questão, o clima de instabilidade e desconfiança permanece.  O que significa uma relação mais frágil entre americanos e europeus?  No minuto 06:36, Claudia Rodrigues, economista do C6 Bank, também explica como os mercados globais têm reagido diante das notícias.  Entenda, ainda: Acordo entre União Europeia e Mercosul encontra novo obstáculo; Inflação continua sendo um problema nos EUA; No Japão, juros ficam estáveis. 
A União Europeia e o Mercosul assinaram, no último fim de semana, o acordo comercial que vem sendo negociado entre os blocos há mais de duas décadas.  Embora o texto ainda precise passar por algumas etapas, como a aprovação pelo Parlamento Europeu, a assinatura marca um avanço importante rumo à criação de uma das maiores áreas de livre comércio do mundo. O que o acordo estabelece na prática? E quais são os impactos para o Brasil? No minuto 07:33, Claudia Rodrigues, economista do C6 Bank, ajuda a entender o que levou o acordo a sair do papel agora, depois de 26 anos de negociação, e quais desafios ainda existem.  Entenda também: Inflação elevada nos EUA e pressão por juros mais baixos. 
A aposta de que 2026 seria um ano de maior tensão geopolítica se concretizou logo nos primeiros dias de janeiro. No último dia 3, os Estados Unidos promoveram uma incursão à Venezuela para prender o presidente do país, Nicolás Maduro. A iniciativa americana tem potencial para girar os ponteiros da política global, além de colocar em jogo ospreços de energia nos próximos anos, uma vez que a Venezuela detém a maior reserva de petróleo do mundo. O que pode acontecer daqui para frente? No minuto 06:45, Claudia Rodrigues, economista do C6 Bank, também detalha como o cenário global mais instável tem gerado uma busca por ativos de menor risco pelos investidores. Entenda, ainda: Desemprego cai nos EUA; No Brasil, inflação dentro do limite da meta; Acordo União Europeia-Mercosul dá importante passo. 
Depois de um longo período de juros elevados no Brasil, 2026 começa com a expectativa por uma redução da Selic ao longo do ano. Nos Estados Unidos, os cortes de juros já começaram e devem continuar ao longo do ano, mesmo com um banco central dividido e com mudanças no comando da autoridade. Com isso, o dólar tende a perder força no mundo. Frente ao real, porém, os riscos fiscais devem puxar a moeda americana para cima – e o alívio recente da inflação brasileira não deve durar. Na Europa, o cenário para o crescimento segue favorável. Já a China entra em 2026 com mais dificuldade para repetir o ritmo do PIB observado em 2025. Além disso, no minuto 11:19, Felipe Salles, economista-chefe do C6 Bank, destaca riscos capazes de mudar o rumo da economia em 2026 – da geopolítica à inteligência artificial.   Veja nesta edição especial: Brasil: juros, inflação e preocupações fiscais; Estados Unidos: o próximo passo do Fed e o dólar; Europa: cenário favorável para 2026; China: expansão com desafios. 
No início de 2025, as tarifas de importação anunciadas pelos Estados Unidos pareciam prontas para balançar a economia. O impacto sobre o crescimento global acabou sendo limitado, mas as incertezas dominaram o ano. O dólar perdeu força e favoreceu países emergentes. No Brasil, esse movimento ajudou a aliviar a inflação em um ano de desemprego nas mínimas históricas e da maior Selic em duas décadas. No minuto 09:28, Claudia Moreno, economista do C6 Bank, explica por que foi necessário manter os juros tão altos por aqui e os possíveis impactos disso para o Brasil.  Veja nesta edição especial: Retrospectiva internacional: tarifas, dívida global elevada e juros menores Retrospectiva Brasil: desemprego mínimo, Selic recorde e alívio curto da inflação 
Ouça nesta edição do Macro Review, o podcast da equipe econômica do C6 Bank: O banco central dos Estados Unidos reduziu a taxa básica de juros em 0,25 ponto percentual em sua última reunião do ano.  Mais uma vez, a decisão partiu de um comitê dividido, que há meses debate qual o maior risco para a economia do país: uma piora do desemprego ou da inflação.  Depois de três cortes em 2025, o que será dos juros americanos no ano que vem? Além da análise do C6 Bank, confira também a visão do J.P. Morgan Asset Management sobre o tema, com o comentário da estrategista Marina Valentini a partir do minuto 05:35. Entenda, ainda, neste episódio: No Brasil, a Selic vai começar 2026 ainda em 15%. Quando deve vir o primeiro corte? 
A economia brasileira andou praticamente de lado no terceiro trimestre de 2025. O PIB teve avanço de apenas 0,1% no período, um resultado inferior ao dos últimos trimestres. A atividade econômica esfriou, e muito disso vem da própria desaceleração do consumo dos brasileiros. Tanto a demanda das famílias quanto o setor de serviços vieram mais fracos no trimestre.  Qual deve ser o saldo do PIB em 2025? Será que a economia está desacelerando mais do que o esperado? E mais: como fica a inflação brasileira nesse cenário? No minuto 05:23, Heliezer Jacob, especialista de macroeconomia no C6 Bank, vai explicar como o resultado do PIB pode influenciar os preços e quais as perspectivas para o ano que vem.   No bloco internacional, entenda ainda o desafio da inflação elevada nos Estados Unidos.  
Ouça nesta edição do Macro Review, o podcast da equipe econômica do C6 Bank: Ao longo do último mês, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, revogou parte das tarifas de importação que havia aplicado sobre diversos alimentos, incluindo os comprados do Brasil. As medidas foram anunciadas em um momento em que cresce a preocupação dos americanos com o aumento do custo de vida – especialmente devido aos preços de alimentação, que tem avançado mais do que o habitual. Será que esse movimento da inflação também pode pesar nas próximas decisões do banco central americano sobre os juros? Entenda também: Novo plano orçamentário do Reino Unido; No Brasil, inflação finalmente dentro do limite. No minuto 08:43, Marina Valentini, estrategista do J.P. Morgan Asset Management, fala sobre o assunto que está dominando os mercados globais: inteligência artificial.  
Ouça nesta edição do Macro Review, o podcast da equipe econômica do C6 Bank: Após meses de resistência, a inflação brasileira enfim encontrou alívio. É possível que o Índice de Preços ao Consumidor (IPCA) termine 2025 dentro do limite de tolerância da meta de inflação, que é de 4,5% – algo que não aconteceu em três dos últimos quatro anos. A trégua dos preços é boa notícia, mas existem razões para seguir alerta. Alguns dos fatores que jogaram a favor da melhora da inflação em 2025 podem contribuir para uma piora no ano que vem. O que deve voltar a pesar no bolso dos brasileiros? No minuto 05:50, Claudia Moreno, responsável pela cobertura de Brasil e Estados Unidos na equipe econômica do C6 Bank, também vai explicar como esse cenário pode influenciar a taxa Selic no ano que vem. Entenda, ainda: EUA removem tarifas de parte dos produtos brasileiros; Banco central americano tem dúvida sobre o próximo corte de juros; Inflação desacelera no Reino Unido, como esperado. 
Ouça nesta edição do Macro Review, o podcast da equipe econômica do C6 Bank: A situação das contas externas do Brasil piorou no último ano. A conta corrente – que reúne todas as transações de renda, bens e serviços que entram e saem do país– acumula um saldo negativo de US$ 79 bilhões em 12 meses, ou 3,6% do PIB, um aumento expressivo em relação ao ano anterior. Isso significa que cada vez mais dólares têm saído do país pela conta corrente. E, como consequência, o país precisa recorrer a recursos externos para cobrir essa diferença. Será esse um sinal de alerta? E o que o déficit das contas externas pode significar para o preço do dólar no Brasil? Entenda também: PIB perde força no 3º trimestre; Inflação mais comportada no curto prazo; EUA reduzem tarifas sobre alimentos; Shutdown americano chega ao fim. No minuto 10:21, Marina Valentini, estrategista de mercados globais do J.P. Morgan Asset Management, fala sobre a falta de dados provocada pelo shutdown, as expectativas em torno da próxima decisão do Fed, em dezembro, e a temporada de lucros das empresas. 
Ouça nesta edição do Macro Review, o podcast da equipe econômica do C6 Bank: Na semana passada, o Banco Central manteve a taxa Selic em 15%, sem surpresas. A expectativa girava em torno dos sinais para saber quando, afinal, a autoridade verá espaço para cortar os juros. Por enquanto, essa porta segue fechada. No comunicado, o Comitê de Política Monetária reforçou a mensagem de que os juros em patamar elevado (o maior em quase duas décadas) continuam a ser necessários para controlar a inflação. Por que o BC segue preocupado com os preços, mesmo com a melhora recente da inflação? E quando a Selic pode começar a cair? No minuto 05:35, Claudia Moreno, responsável pela cobertura de Brasil na equipe econômica do C6 Bank, analisa o que exatamente o Banco Central está observando para decidir o momento certo de cortar os juros.  Entenda, ainda: Redução do IR é aprovada e vai para sanção do presidente; Shutdown atrasa dados de emprego nos EUA; No Reino Unido, juros ficam estáveis. 
Ouça nesta edição do Macro Review, o podcast da equipe econômica do C6 Bank: O Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) cortou os juros em 0,25 ponto percentual na semana passada – foi a segunda redução seguida, após nove meses de pausa.  A decisão, embora esperada pelo mercado, não foi unânime, e o discurso que a acompanhou aumentou as incertezas sobre o futuro.  O presidente do Fed, Jerome Powell, adotou um tom mais cauteloso sobre os próximos passos dos juros e reconheceu que a tomada de decisão da autoridade na próxima reunião será desafiadora. Nesse cenário, será que o ciclo de flexibilização nos EUA vai continuar? No minuto 05:37, Felipe Mecchi, analista na equipe de economia do C6 Bank, fala também sobre as perspectivas para o dólar diante desse cenário de corte de juros.  Entenda, ainda: Na Europa, melhora da economia e inflação sob controle são razão para juros em pausa. Emprego e salários em bom momento no Brasil. 
O Visão Global é um encontro periódico que o C6 Bank promove com o J.P. Morgan Asset Management para discutir o que mexe com a economia global e os mercados.  Confira a edição de 29/10:O Federal Reserve (Fed, o banco central americano) anunciou mais um corte de juros nos EUA. Com a flexibilização em vista, os investidores querem saber o que muda para a economia e os investimentos? E como a decisão pode afetar o Brasil?  Marina Valentini, estrategista de mercados globais do J.P. Morgan Asset Management, e Felipe Salles, economista-chefe do C6 Bank, respondem a essas perguntas no programa Visão Global.  Outros tópicos do bate-papo: trajetória da inflação americana, comportamento do câmbio no Brasil e perspectivas para a Selic. --  Importante: caso você seja um produtor de conteúdo e queira reproduzir o conteúdo da conversa acima no seu veículo de comunicação, pedimos que antes solicite autorização ao C6 Bank. 
Ouça nesta edição do Macro Review, o podcast da equipe econômica do C6 Bank: Até a metade da última semana, o preço do petróleo estava em forte queda. Mas o movimento de desvalorização, que já durava meses, rapidamente mudou de direção com o anúncio de novas sanções econômicas impostas à Rússia pelos Estados Unidos e Europa.  A tensão geopolítica deve continuar ditando o ritmo do petróleo no curto prazo, e essa é uma má notícia para a inflação mundo afora.  Entenda também: Mais um corte de juros em vista, nos EUA; Nova premiê eleita no Japão; China cresce, mas desequilíbrios continuam; Inflação brasileira tem uma trégua. No minuto 08:20, Marina Valentini, estrategista de mercados globais do J.P. Morgan Asset Management, fala sobre o shutdown nos Estados Unidos, as expectativas para a reunião do Fed nesta semana e oportunidades de investimento no Japão.  
Ouça nesta edição do Macro Review, o podcast da equipe econômica do C6 Bank: A Câmara dos Deputados aprovou por unanimidade, no início do mês, o projeto do governo que amplia a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil por mês.  O texto, que ainda precisa passar pelo Senado, também cria um imposto mínimo para quem tem rendimentos mais elevados, como forma de compensar a perda de arrecadação.  Se a proposta for aprovada do jeito que está, o que muda na prática para os brasileiros? E quais serão os impactos da reforma sobre a economia do país?   No minuto 06:17, Claudia Moreno, responsável pela cobertura de Brasil na equipe econômica do C6 Bank, explica como funciona a cobrança do Imposto de Renda em outros países e compara a carga tributária brasileira com a do resto do mundo.  Entenda também: - PIB brasileiro em desaceleração. 
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Comments (1)

Eduardo Duarte

Excelente opção a antecipação do episódio.

Feb 4th
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