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Miguel Sousa Tavares de Viva Voz
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Miguel Sousa Tavares de Viva Voz

Author: Expresso

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Da edição semanal do Expresso para o formato podcast. A opinião de Miguel Sousa Tavares, de viva voz, todas as sextas-feiras à tarde. Com um tema extra, improvisado, para descobrir na parte final de cada episódio

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Miguel Sousa Tavares recorda um Presidente que, "quando estava no meio da multidão, não estava só". É à luz desta ideia que interpreta o "estilo" que Marcelo Rebelo de Sousa impôs em Belém, a que juntou o "vício da informação que o levou a tentar sempre ser notícia". Sobre a guerra, o cronista entende que não há saídas fáceis para os EUA perante o conflito. Em relação ao processo Marquês, sobram criticas para o Ministério Público e para os magistrados que criaram os mega processos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Miguel Sousa Tavares comenta os dias de conflito no Médio Oriente: "a guerra vai abranger o mundo inteiro, com reflexos na economia mundial e vai ser trágica para países mais pobres". Sublinha ainda as diferenças para outras guerra com "o uso da IA no planeamento e na execução das operações militares". Sobram ainda criticas duras para Paulo Rangel por causa das Lajes e não só: "Os EUA estão a utilizar a base à revelia das condições que o governo português impôs e o Governo aceita". O cronista deixa elogios à politica externa de Espanha da qual confessa sentir "inveja", lança uma questão a José Luís Carneiro e conclui o podcast a lembrar a obra de António Lobo Antunes.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Quatro anos depois do início da “guerra de desgaste” na Ucrânia, Miguel Sousa Tavares faz o balanço da investida e da resistência dos dois lados da fronteira. No podcast, falamos ainda da Regionalização e da “atração” autárquica entre PSD e Chega. E não deixamos de lado a nomeação do novo MAI. O cronista, que se assume como amigo do ex-diretor da PJ, elogia a coragem de Luís Neves e contesta as críticas que diz não perceber, como é o caso das palavras de Passos Coelho, “a pitonisa do Governo nestas alturas”.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Sousa Tavares comenta o regresso da discussão em torno da Regionalização, depois das tempestades. Admite que o país beneficiaria de uma descentralização de poderes, mas recusa que deva dividir-se em regiões, o que levaria a "substrair competências às autarquias". O cronista também contesta que uma Regionalização tivesse trazido melhores respostas face às intempéries. E se o país avançar nesse caminho, sem novo referendo, Sousa Tavares considera tratar-se de "uma golpada democrática".  E espera para ver "como o novo PR vai evoluir nessa matéria"See omnystudio.com/listener for privacy information.
Sousa Tavares analisa a resposta de Montenegro às tempestades: “deve ser o mais parecido que tivemos com uma guerra desde as invasões francesas”, para considerar que começou por faltar liderança e que foi o PR quem “puxou a carroça”. Sobre os efeitos, teme consequências económicas graves, propõe que a reconstrução seja feita a ter em conta os erros do passado e critica o momento escolhido pela MAI para deixar as funções. Sobre as presidenciais, diz que os eleitores “fizeram de um dia cinzento, um dia claro”. Fala ainda do papel de Seguro e deixa uma ideia em jeito de provocação sobre o voto dos emigrantes. Por fim, elogios para uma “excelente notícia” que chega da AR.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Miguel Sousa Tavares analisa os efeitos da tempestade "Kristin" e não poupa nas críticas à Proteção Civil: "não mediu bem as consequências" de um fenómeno "como não há memória" e faltaram avisos concretos. A atuação da MAI e dos ministros Nuno Melo e Leitão Amaro também não escapam à leitura negativa. Sobre o PM, entende que "não seria mais útil no terreno". O cronista diz que o discurso "populista" de Ventura terá rendido votos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Miguel Sousa Tavares e Ricardo Costa foram os protagonistas de um episódio extra dos podcasts "De Viva Voz" e "Esta Semana" que decorreu no festival de Podcasts do Expresso. A nova ordem mundial  (ou será desordem? perguntava um dos oradores) o papel da Europa e de Portugal estiveram em debate.  A conversa não deixou de fora as presidenciais: Ventura ou Seguro, o que esperar da politica caseira daqui em diante?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Num país que depende do trabalho dos imigrantes, o cronista fala da injustiça e dos insultos com "quem nos está a servir e veio dar vida a um país moribundo". Sobre a campanha e as presidenciais, diz que Seguro esteve melhor no debate e o desafio agora é colocar as pessoas a votar. Pelo seu lado já decidiu, mas deixa um reparo. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Sousa Tavares analisa a primeira volta das presidenciais com criticas à neutralidade de Cotrim ("não sabe se vota em quem quer destruir o regime?") e a Montenegro que, embora possa ter tido uma "atitude compreensível" no quadro da AR, suscita dúvidas ao manter-se neutral entre "um social democrata brando e neutro" e "alguém que é compagnon de route de grupos fascistas". Falamos ainda de Davos e das ondas de choque provocadas por Trump, um líder de "loucura incontrolável" e da politica externa de que Montenegro "não faz a mais pequena ideia"See omnystudio.com/listener for privacy information.
Sousa Tavares faz a análise da campanha para dizer que Seguro e Ventura arriscaram menos. Cotrim estava a fazer "uma campanha notável" mas multiplicou "tiros nos pés", Mendes sofre o efeito das dúvidas sobre o trabalho como consultor e o Almirante foi quem lançou "uma ideia clara". Sobre PCP, BE e livre, diz que "a má visibilidade é pior que nenhuma visibilidade". Recuamos 4 décadas para lembrar a corrida de 86 onde os candidatos tinham outra "densidade" embora, aos dias de hoje, pudesse não ser suficiente para ganhar.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Na crónica desta semana, Miguel Sousa Tavares ficciona uma conversa entre Trump e a sua administração e o embaixador dos EUA em Portugal, a propósito de uma suposta invasão dos Açores. E, para além deste futuro distópico, as intervenções dos EUA na Venezuela (consumada) e na Gronelândia (prometida) ocupam boa parte da presente edição do podcast Miguel Sousa Tavares de Viva Voz”.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Sousa Tavares começa por criticar o país "onde só se ouve o bota abaixo dos políticos, mas pagos e mal considerados". Não estranha, neste cenário, o protagonismo de Ventura, a quem aponta o problema da "hipocrisia e demagogia". Sobre as presidenciais, diz que "não se importava que o resto da campanha fosse feita com uma segunda volta de debates". O último merece-lhe uma análise atenta.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Sousa Tavares contesta a decisão de investir no regresso da F1 a Portugal. Considera que a ideia de "pôr o país no mapa" já "não faz sentido" e diz que vários países utilizam a competição como "detergente de nódoas" dos regimes. Sobre o caso Spinumviva, entende que "está resolvido no plano político" mas que, do ponto de vista ético e mediático, há questões por responder.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O cronista fala das motivações da greve e critica o Governo: "só partiu para o diálogo quando percebeu que ia levar com uma greve em cima, foi tarde".  Sousa Tavares diz que terá de existir um recuo, mas defende uma mudança porque "não podemos continuar colados a direitos laborais que faziam sentido há 50 anos". Falamos ainda da distinção da "Economist" e da proibição das redes sociais para menores.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Miguel Sousa Tavares analisa as negociações de paz para concluir que Putin tira partido de "um momento favorável do ponto de vista militar e diplomático", enquanto Zelensky "sabe que está a perder a guerra", perante líderes europeus "nervosos". Sobre a política caseira, falamos dos debates nas TV's onde um nome, para o cronista, se destaca pela positiva. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Sousa Tavares fala das competências que a Constituição confere aos presidentes da República e que não são exercidas, por "atitude defensiva", o que o leva a questionar se não devem ser reduzidas ou se o país não deve acabar com a eleição por sufrágio (o que não defende). Em análise, a importância de assumir o pensamento político nos debates das TV'S e a solução "mais próxima" para a guerra na Ucrânia.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Sousa Tavares comenta o encontro na Casa Branca entre dois "multimilionários que não terão grande preocupação com os direitos humanos no mundo". Questiona ainda "quem e o quê representa Ronaldo" quando visita Trump. No artigo no Expresso lembra "o melhor atleta que o futebol já viu"  mas não faltam criticas a ausências importantes do capitão. Falamos ainda do plano dos EUA para a Ucrânia: "As coisas podem ser feitas, mas tem de haver uma alternativa para pôr fim à guerra" See omnystudio.com/listener for privacy information.
Sousa Tavares critica a forma como o Governo apresentou as alterações à legislação laboral, sem discutir com os parceiros sociais, mas acha que ainda há caminho para entendimentos, apesar da greve. Destaque ainda para a polémica que envolve a BBC e Trump: "Atacar a BBC é atacar o fundamento da democracia inglesa" See omnystudio.com/listener for privacy information.
Sousa Tavares distribui criticas entre Ana Paula Martins: "um responsável pela Saúde Pública não pode lamentar-se que um doente não tenha dinheiro para se ir tratar no privado" e os médicos: "O SNS está prisioneiro de interesses corporativos". Defende uma revolução no sector e diz que a ministra "está auto excluída". Falamos ainda de uma "Europa acossada"  e do patriotismo em torno da bandeira nacional.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Sousa Tavares fala da imigração e das polémicas a envolver Ventura que acusa de fazer "um exercício de desonestidade intelectual" num país de "muitos católicos e poucos cristãos". O cronista critica os portugueses que não gostam da liberdade que não "valorizam como valor absoluto". Em análise ainda a "gestão desastrosa e a superioridade moral" de Mortágua no BE. See omnystudio.com/listener for privacy information.
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