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Cenário Econômico com Leandro Resende
Cenário Econômico com Leandro Resende
Author: Rádio CBN
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Diariamente, o comentarista Leandro Resende comenta sobre os principais temas que rondam a economia mundial, brasileira e goiana. O objetivo é simplificar e explicar de forma clara e didática ao ouvinte como isso vai impactá-lo de maneira direta.
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No Cenário político desta sexta-feira (13), o jornalista Leandro Resende explicou que o setor de serviços em Goiás cresceu 2,6% em 2025, recuperando a queda registrada no ano anterior e ficando alinhado à média nacional. O avanço foi puxado principalmente pelos segmentos de transportes, comunicação e serviços administrativos.Por outro lado, o turismo foi na contramão do restante do país e fechou o ano no vermelho pela primeira vez desde 2020, com recuo de 0,4%. As perdas também atingiram os serviços prestados às famílias e outros serviços, cenário que, segundo o jornalista, pode ser atribuído à redução do consumo das famílias e a fatores econômicos que ainda limitam a retomada plena desses setores.
No Cenário Econômico desta quarta-feira (11), Leandro Rezende fala sobre Goiás está no nono lugar no ranking de custo de vida médio do país, com valor de R$ 3.370 por mês. Esse custo é menor que a média nacional, que ficou em R$ 3.520. Os dados são de um levantamento da Serasa. Segundo a pesquisa, as três categorias que mais pesam no bolso do goiano são moradia, supermercado e contas recorrentes.
No Cenário Econômico desta terça-feira (10), Leandro Resende explicou que o período chuvoso em Goiás provocou uma queda de mais de 50% na produção de hortaliças, frutas e legumes.Segundo o jornalista, o excesso de chuvas tem trazido dificuldades ao produtor rural, que enfrenta aumento de custos, perdas na lavoura e queda na qualidade dos alimentos.Leandro destacou que a baixa produtividade reduz a oferta no mercado e esse desequilíbrio já começa a pesar no bolso do consumidor, com a elevação dos preços nas prateleiras.
No cenário econômico desta segunda-feira, 9, Leandro Resende destacou que as terras raras em Goiás podem representar muito mais do que a exportação de minério bruto. Segundo o jornalista, o diferencial está no valor agregado aos produtos que podem ser desenvolvidos a partir desses elementos, como componentes tecnológicos e industriais, e não apenas na extração da chamada pedra bruta. Para isso, o estado precisaria investir em infraestrutura, tecnologia e capacitação para realizar a separação e o processamento do minério em solo goiano.
Supermercados já exibem ovos de Páscoa nas prateleiras antes mesmo do Carnaval, reforçando uma estratégia cada vez mais comum do comércio de antecipar datas comemorativas.Em reportagem da jiornalista Déborah Marques, um especialista explicou que a iniciativa busca ampliar o tempo de exposição dos produtos, conquistar o consumidor de forma gradual e garantir faturamento em um cenário de juros elevados e consumo mais contido no início do ano.A antecipação ajuda o comércio a diluir estoques, planejar melhor as vendas e manter o fluxo de caixa em um período tradicionalmente mais fraco para a economia.
Durante agenda oficial nos Estados Unidos, o governador Ronaldo Caiado atua para derrubar tarifas de exportação impostas ao Brasil, com foco na redução da taxação de 50% aplicada à vermiculita e ao açúcar orgânico produzidos em Goiás.A medida busca reduzir perdas para a indústria e o agronegócio goianos, aumentar a competitividade desses produtos no mercado internacional e preservar empregos e investimentos no estado, já que as tarifas elevadas encarecem as exportações e limitam o acesso ao mercado norte-americano.
No Cenário Econômico desta quarta-feira (4), Leandro Resende fala sobre que Goiás abriu mais de 22 mil empresas em janeiro. Segundo a Junta Comercial, a Juceg, quase 18 mil são microempreendedores individuais e quatro mil e 400 são de outros portes. Para incentivar o setor, a Prefeitura de Goiânia tem um projeto de lei para facilitar a abertura de empresas. Mas, além da desburocratização, surge a questão sobre a manutenção desses novos negócios.
No Cenário Econômico desta terça-feira (3), Leandro Resende fala o encerramento do comércio exterior de Goiás em 2025. As exportações cresceram 9% e colocaram o estado entre os oito maiores exportadores do país, segundo a Fieg. Entre os destaques, a soja liderou as vendas com mais de 38% de participação, e o setor de carnes segue em expansão.
No Cenário Econômico desta segunda-feira (2), Leandro Resende fala sobre o crédito do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO), que terá mais dinheiro e juros menores em 2026. O Governo Federal aumentou o orçamento para R$ 14,6 bilhões. Desse total, quatro bilhões e 300 milhões serão destinados para Goiás.
Termina hoje o prazo para microempreendedores individuais, microempresas e empresas de pequeno porte aderirem às condições especiais para regularizar dívidas com a União. A negociação pode ser feita de forma totalmente digital e prevê descontos de até 100% sobre juros, multas e encargos, o que representa uma oportunidade importante para quem está inadimplente.A regularização é considerada fundamental para manter o negócio em funcionamento, permitir acesso a crédito, participação em licitações e emissão de certidões, além de evitar restrições fiscais que podem comprometer a atividade econômica e a geração de empregos.
O Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) decidiu na quarta-feira (28), na primeira reunião do ano, manter a taxa básica de juros em 15% ao ano, confirmando as projeções que vinham sendo feitas desde o ano passado.Após o anúncio, a Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg) divulgou nota afirmando que a manutenção da Selic frustra expectativas do setor produtivo e pressiona a competitividade da indústria goiana, ao manter elevado o custo do crédito e dos investimentos.Apesar das críticas, a decisão já era amplamente esperada, inclusive por especialistas ouvidos anteriormente pela CBN, que apontavam que um eventual ciclo de queda dos juros só deve começar a partir de março, dependendo do comportamento da inflação e do cenário econômico.
A Petrobras começou a aplicar nesta terça-feira (27), uma redução no preço da gasolina para as distribuidoras, fazendo com que o valor médio do litro da gasolina passe a ser de R$ 2,57, o que representa a queda de 14 centavos por litro.Esta é a primeira alteração no preço do combustível em 2026, após o último reajuste realizado em outubro do ano passado.Apesar do corte, a percepção do consumidor é de que os descontos nem sempre chegam às bombas, o que se explica porque o preço final inclui impostos, mistura de etanol, custos de distribuição, revenda e margem dos postos.
Na sexta-feira (23), a Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg) apresentou o diagnóstico da 3ª Expedição Safra Goiás, iniciativa que percorreu mais de três mil quilômetros em cinco dias, passando por 30 municípios, com o objetivo de estimar produtividade e custos de produção.O levantamento confirmou as previsões do setor e mostrou que o atraso de cerca de duas semanas no plantio da soja, provocado por questões climáticas, deve tornar mais difícil para os produtores manterem a rentabilidade nesta safra.
A decisão do Banco Central de decretar a liquidação extrajudicial da Will Financeira, responsável pelo Will Bank e controlada pelo Banco Master, provocou a circulação de boatos nas redes sociais sobre um possível fechamento em cadeia de bancos digitais. Esse tipo de notícia tende a gerar insegurança e pânico na população, especialmente por reavivar o medo histórico de bloqueio de recursos, como ocorreu na época do Plano Collor.O impacto pode ir além da instituição envolvida, afetando a confiança no sistema financeiro, provocando corridas por saques, retração no consumo e dificuldade de captação para fintechs, além de pressionar o mercado de crédito. A perda de confiança também pode encarecer operações, reduzir investimentos no setor e trazer reflexos negativos para a economia.
No cenário econômico desta quinta-feira (22), Leandro Resende fala que empresas do setor extrativista mineral aqui de Goiás vão poder acessar os benefícios do Programa de Desenvolvimento Industrial de Goiás (ProGoiás). Essa inclusão do setor no programa aconteceu por meio de um decreto, que foi divulgado no começo do ano. O objetivo é integrar as políticas industrial e mineral do estado.
Oito em cada dez indústrias brasileiras relatam dificuldades para conseguir crédito no país por causa das altas taxas de juros, segundo levantamento da Confederação Nacional da Indústria. O cenário tem reduzido a procura por financiamentos, principalmente os de longo prazo voltados a investimentos estruturais, que são essenciais para modernização, ampliação da produção e geração de empregos.Em Goiás, a indústria também sente os efeitos do crédito caro, o que tende a frear projetos, encarecer custos e limitar a capacidade produtiva. Esse ambiente pode impactar o consumidor final com preços mais altos, menor oferta de produtos, menos contratações e ritmo mais lento de crescimento da economia.




