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Patrick Gouy no InovaTalks
Como a Recrut.AI está usando inteligência artificial para escalar contratações com experiência e estratégia
No episódio mais recente do InovaTalks, Patrick Gouy, CEO e cofundador da Recrut.AI, compartilhou como sua HRTech está mudando o jogo do recrutamento em grande escala. O foco não é apenas tecnologia, mas como a inteligência artificial pode gerar eficiência sem perder a experiência.
Com mais de 2 milhões de entrevistas realizadas e 98% de aprovação dos candidatos, a Recrut.AI demonstra que é possível transformar processos operacionais em diferenciais competitivos.
Recrutadores Digitais que Humanizam o Processo
A Recrut.AI desenvolveu um ecossistema com mais de 35 agentes de IA, cada um desempenhando papéis específicos ao longo da jornada de contratação. O objetivo: garantir agilidade, consistência e personalização — mesmo em cenários de volume hiring, como no varejo e serviços.
Ao contrário do que se espera de um processo automatizado, o sistema da Recrut.AI é desenhado para parecer mais humano do que muitas interações feitas por pessoas. Isso é resultado de uma estratégia de design centrada no candidato, com linguagem natural, roteiros empáticos e fluxo intuitivo.
Dados, Cultura e Eficiência na Mesma Jornada
O uso de IA vai além do recrutamento. A plataforma oferece inteligência para os próprios recrutadores, sugerindo, por exemplo, médias salariais por região e cargo, logo na abertura de vagas. Isso evita desalinhamentos e otimiza o tempo.
Mais do que preencher uma vaga, o objetivo é garantir que a pessoa certa chegue até a empresa certa — com ajuste de perfil, alinhamento cultural e clareza de propósito.
“Turnover é inevitável, mas não deve ser uma desculpa para contratar mal.”
– Patrick Gouy
O RH como Parceiro Estratégico
A conversa também trouxe um ponto essencial: a evolução do papel do RH nas organizações. De área operacional para área estratégica, cada vez mais próxima do C-Level.
Com tecnologia, dados e ferramentas mais acessíveis, os times de RH agora conseguem:
Antecipar necessidades do negócio
Apoiar gestores na construção de vagas mais aderentes
Refletir e promover a cultura organizacional
Medir com precisão o impacto das contratações
Aprendizados que reforçam nossa visão
Esse episódio representa exatamente o que acreditamos na PX/BRASIL:
Tecnologia, cultura e marca devem caminhar juntas — com propósito, consistência e estratégia.
Quando falamos em transformação digital, não é sobre adotar uma nova ferramenta. É sobre redesenhar a experiência como diferencial de valor.
Assista ao episódio completo
InovaTalks | Transformação do RH com Recrutadores Digitais
com Patrick Gouy, CEO da Recrut.AI
Rico Araujo
Patrick Gouy
Walter Longo no InovaTalks
No novo episódio do InovaTalks, Rico Araujo recebe Walter Longo, um dos nomes mais influentes do Brasil nas áreas de comunicação, inovação e estratégia. Com décadas de experiência como publicitário, conselheiro e investidor, Walter compartilha reflexões sobre o impacto da inteligência artificial nos negócios e o que, de fato, continua sendo insubstituível: o ser humano.
Da curiosidade à adaptabilidade: as habilidades que realmente importam
Na conversa, Walter reforça que inovação não é (apenas) sobre tecnologia — é sobre fazer diferente, pensar diferente e estar pronto para mudar.
Ele compartilha sua visão sobre como a IA generativa está democratizando o acesso à inovação, permitindo que pequenas empresas e pessoas mais velhas liderem mudanças que antes eram exclusivas de grandes corporações e early adopters.
“Daqui pra frente, nenhum humano será melhor que uma máquina. Mas nenhuma máquina será melhor que um humano com uma máquina.”
Walter destaca ainda a diferença entre dois perfis fundamentais no mundo atual: os que improvisam e os que se preparam para mudar. Ambos são adaptáveis — mas de formas diferentes. Ele se identifica com o segundo grupo, defendendo o conceito de adaptabilidade planejada.
O conselheiro como tradutor de futuros
Outro ponto central da entrevista é o papel do conselheiro de inovação. Walter argumenta que, para orientar empresas em ambientes cada vez mais complexos, não basta ter experiência em um único setor: é preciso repertório amplo, visão intersetorial e, sobretudo, curiosidade ativa.
“Conselheiro bom não é só quem tem 20 anos de carreira, mas quem teve 20 anos de experiências diversas. A missão é conectar pontos.”
Essa mentalidade se reflete na sua atuação em conselhos de grandes empresas, onde ajuda líderes a pensar além do óbvio e enxergar oportunidades escondidas nas interseções entre mercados, comportamentos e tecnologias.
Educação, IA e o futuro do aprendizado
Walter também apresenta uma visão ousada sobre o futuro da educação: ele acredita que a IA pode libertar professores da função de ensinar conteúdo e elevá-los à posição de mentores.
Nesse modelo, os alunos aprendem com IA em casa — de forma personalizada e gamificada — e vão para a escola para desenvolver empatia, trabalho em equipe, criatividade e valores humanos.
“O futuro da educação não é sobre ensinar matemática. É sobre formar pessoas curiosas, éticas e colaborativas.”
Essa proposta, já em teste em escolas internacionais, é vista por ele como uma das poucas chances reais de igualar o ensino público ao privado — e de preparar as próximas gerações para um mundo em constante transformação.
O diferencial competitivo: vontade, emoção e propósito
Ao longo da entrevista, Walter defende que o verdadeiro diferencial do futuro não estará nas habilidades técnicas, mas nas soft skills e nas art skills: empatia, entusiasmo, otimismo, capacidade de imaginar e vontade de agir.
Segundo ele, a IA está vindo não para roubar empregos — mas para devolver a nossa humanidade.
“Nosso trabalho será imaginar, sonhar, criar. E isso só se faz com emoção.”
Conclusão
O episódio com Walter Longo é uma aula sobre como navegar em tempos de mudança sem perder o foco no essencial: o ser humano.
Mais do que seguir tendências, ele propõe repensar o papel da liderança, da educação e da tecnologia com base em propósito, visão e adaptabilidade.
Se você se interessa por transformação digital, estratégia, liderança e futuro do trabalho, este episódio é indispensável.
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Ah — e se você vai ao RD Summit 2025, onde Walter será um dos palestrantes, este episódio é o ponto de partida ideal. Uma imersão antecipada na mente de quem tem inspirado empresas a evoluírem com propósito e estratégia.
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Rico Araujo
Walter Longo
No novo episódio do Inovatalks, Rico Araujo entrevista Karina Israel, pioneira do mundo digital no Brasil e hoje referência internacional em experiências imersivas. Fundadora da YDreams, Karina tem mais de 20 anos de trajetória criando projetos que unem tecnologia, cultura e emoção para transformar a forma como vivemos histórias e nos relacionamos com espaços físicos.
De eventos globais de inovação a projetos emblemáticos como o Museu Olímpico do Rio, o Centro de Experiência da Embraer, a exposição Eu, Ayrton e mostras icônicas como Tarsila para Crianças e Viva Volpi, Karina e sua equipe vêm desenhando uma nova forma de contar narrativas: não apenas o storytelling, mas o story-living — em que o público deixa de ser mero espectador para se tornar protagonista da experiência.
Do HTML ao Story-Living
Karina relembra seu início como parte da primeira geração digital no Brasil — “dizem as más línguas que eu fui a primeira mulher a programar HTML no país”, brinca. Depois de anos construindo os primeiros websites de grandes marcas, partiu para um mestrado na Espanha, onde descobriu o universo que integra computação ubíqua e espaço físico.
Inspirada pelo conceito que vimos no filme Minority Report, ela entendeu cedo que os dados estariam ao nosso redor de forma natural e que isso transformaria não só a tecnologia, mas também a cultura e a educação. Esse foi o ponto de partida para a YDreams, fundada em 2002, que hoje é referência global em criar experiências sensoriais para públicos diversos.
Projetos que unem cultura, legado e tecnologia
Cada projeto da YDreams é pensado a partir do público que vai vivenciar a experiência. Pode ser uma criança acostumada com a lógica do TikTok, um turista estrangeiro, um CEO em visita à Embraer ou uma família inteira que visita o Museu Olímpico.
“A tecnologia é meio, não é fim. O que importa é o efeito de conteúdo, a vivência que queremos proporcionar.”
Essa filosofia se reflete em cases emblemáticos:
Museu Olímpico do Rio – um espaço que celebra não apenas os Jogos, mas o legado da cidade olímpica, mostrando transformações urbanas e sociais que impactaram milhões de pessoas.
Centro de Experiência da Embraer – pensado para dialogar com decisores estratégicos de alto nível, que buscam sentir e vivenciar a cultura da empresa além dos aspectos técnicos.
Exposições culturais – como Eu, Ayrton, Tarsila para Crianças e Viva Volpi, que encantam novas gerações e conectam o público ao patrimônio cultural brasileiro de forma lúdica e inesquecível.
Do storytelling ao story-living
Karina explica que o grande salto das últimas décadas foi sair de exposições contemplativas, em que se apenas observava, para interativas — e, agora, para o universo imersivo.
“Nós falamos em story-living. Não basta assistir, é preciso viver a história.”
Esse conceito parte da ideia de que o aprendizado é muito mais profundo quando vivenciado. Se apenas lemos, absorvemos 10%. Mas quando vivemos uma experiência, podemos chegar a 80% ou 90% de retenção.
Essa abordagem já levou a momentos emocionantes, como salas sensoriais onde apenas aromas despertaram lágrimas em visitantes. “As pessoas choram quando desligamos o audiovisual e ativamos outros sentidos. Porque nós esquecemos que somos seres multissensoriais.”
Vivencialismo e humanização na era digital
Karina também compartilhou reflexões sobre a importância do vivencialismo: uma filosofia que resgata a dimensão física, sensorial e humana em um mundo cada vez mais digital.
“Somos seres físicos. Nunca um show ao vivo poderá ser substituído por uma transmissão em tela. Existe uma vibração no ambiente que só o presencial oferece.”
Em tempos em que muitos acreditam que o digital substituirá a vida fora de casa, Karina defende que museus, exposições e espaços culturais devem ser lugares de convívio, empatia e alteridade. São ambientes que nos lembram que somos humanos — e que nos conectam com legados que precisam ser preservados e transmitidos.
O papel do museu no século XXI
Mais do que preservar acervos, os museus de hoje são espaços de identidade, pertencimento e transformação social. Eles contam histórias sob diferentes perspectivas — de empresas centenárias a cidades em transformação — e permitem que novas gerações se reconheçam nesses legados.
“Montar um museu é escolher uma narrativa para contar uma história. É uma oportunidade de transmitir valores e legados para o futuro.”
Seja ao criar um espaço que ressignifica o legado olímpico do Rio de Janeiro, ou ao traduzir a história de Tarsila para crianças em linguagem acessível, Karina mostra que museus são, mais do que nunca, ferramentas de conexão entre gerações.
Conclusão
O episódio com Karina Israel é um convite a repensar como vivemos, aprendemos e transmitimos cultura. Mais do que telas ou tecnologias, trata-se de criar experiências que emocionam, educam e aproximam as pessoas.
No Inovatalks, acreditamos que a inovação só faz sentido quando conecta ciência, cultura e humanidade. O trabalho de Karina e da YDreams mostra exatamente isso: um futuro em que tecnologia e legado caminham juntos para construir experiências inesquecíveis.
Confira a entrevista completa no YouTube e acompanhe os próximos episódios do Inovatalks.
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No mais recente episódio do Inovatalks, tive a oportunidade de conversar com Ruy Shiozawa, um dos nomes mais influentes quando o assunto é cultura organizacional e ambientes de trabalho. Empreendedor nato, Ruy esteve à frente do Great Place to Work Brasil por quase duas décadas e agora se dedica a um novo projeto: a Great People, iniciativa que une ciência, neurociência e tecnologia para transformar a forma como empresas compreendem a saúde mental e o comportamento humano.
A conversa percorreu sua trajetória profissional, os aprendizados acumulados em diferentes fases e a forma como ele enxerga o futuro das organizações. Mais do que falar sobre métricas ou tendências, Ruy trouxe uma reflexão profunda sobre o impacto da ciência na vida das pessoas e no desempenho das empresas.
Da tecnologia às pessoas
A história de Ruy começa na área de tecnologia. Foram quase vinte anos em TI, trabalhando como programador, analista e, mais tarde, executivo em grandes projetos no setor de telecomunicações. Ele participou da implantação de empresas como a Claro e a GVT, experiências que o marcaram pela complexidade e pelo desafio de construir algo do zero.
“Mais da metade do sucesso de um projeto de tecnologia dependia da gestão de pessoas”, relembra. “Havia muito peso técnico, mas o maior desafio estava na coordenação, comunicação e no engajamento dos times.”
Essa percepção o aproximou, anos depois, do universo do Great Place to Work, organização dedicada a avaliar e fortalecer ambientes de trabalho no mundo todo. Durante 17 anos, Ruy liderou a operação no Brasil, consolidando-a como a maior do planeta.
O nascimento da Great People
A transição do Great Place to Work para a Great People foi quase natural. Depois de consolidar a cultura de mensuração e qualificação dos ambientes de trabalho, Ruy e seus sócios perceberam que havia espaço para avançar ainda mais: entender o indivíduo em sua relação com o trabalho e a sociedade.
“Queríamos olhar além do ambiente. Entender a saúde emocional, o perfil dos líderes, as características das pessoas que fazem a inovação acontecer”, explica. Foi nesse espírito que nasceu a Great People, iniciativa que já atendeu mais de mil organizações no Brasil e no exterior.
A pandemia foi um marco nessa jornada. Diante da queda brusca de receitas e da pressão emocional sobre os times, a organização decidiu agir. Criou um programa de apoio psicológico e emocional para os colaboradores, que depois se transformou em um modelo replicável para empresas de diferentes setores.
A neurociência como aliada
O diferencial da Great People está no uso da ciência para antecipar problemas. Ruy explica que o time mergulhou em pesquisas acadêmicas e encontrou na neurociência da linguagem uma chave poderosa.
“A linguagem é um biomarcador”, afirma. Assim como índices de colesterol ou glicose antecipam riscos de doenças físicas, os padrões de linguagem podem revelar o estado emocional de uma pessoa ou de uma equipe.
Por meio da análise de textos, áudios e vídeos, a metodologia identifica centenas de variáveis que permitem prever riscos de estresse, depressão ou baixa de engajamento. Esse olhar preditivo possibilita ações preventivas — bem mais eficazes e humanas do que as correções tardias.
“Não quero apenas cuidar de alguém depois que desenvolveu depressão. Quero evitar que chegue a esse ponto”, reforça Ruy.
O papel estratégico do RH
Outro ponto forte da conversa foi o futuro da área de Recursos Humanos. Para Ruy, as empresas mais inovadoras já perceberam que o RH precisa deixar de ser apenas operacional e assumir um papel estratégico, lado a lado com a alta liderança.
“No meu caso, a pessoa de RH é muito mais que a diretora de pessoas. Ela participa da definição dos caminhos da empresa, ajudando a dar tiros certeiros”, destaca.
Essa transformação se intensifica quando RH e tecnologia se aproximam. Há casos de empresas que uniram as duas áreas, criando sinergias capazes de gerar projetos mais robustos e assertivos.
Diversidade, inovação e o “vale da morte”
A entrevista também abordou a importância da diversidade e da inovação como motores de evolução. Ruy reconhece que aumentar a diversidade gera, num primeiro momento, um certo caos organizacional, mas garante que o ganho de produtividade e criatividade vem logo depois.
“Se você desistir no meio do caos, perde a chance de colher os benefícios da diversidade”, observa.
Essa lógica também se aplica à inovação. Ruy compara os processos de transformação ao conceito do “vale da morte” das startups: o período crítico em que recursos são escassos e a incerteza é alta, mas que, se superado, pode levar a um crescimento exponencial.
A ciência como ponte entre empresas e sociedade
O trabalho da Great People também mostra como o conhecimento acadêmico pode — e deve — ser aplicado ao mundo corporativo. Muitas das descobertas usadas pela equipe já estavam publicadas em artigos científicos, mas raramente chegavam ao mercado.
“O canal de comunicação entre o mundo corporativo e a ciência é muito difícil”, ressalta Ruy. “Só conseguimos avançar porque criamos uma ponte entre esses dois universos.”
Essa ponte é vital não apenas para melhorar a performance empresarial, mas também para gerar impacto social. Afinal, cuidar da saúde emocional de trabalhadores significa também cuidar de famílias e comunidades.
Uma jornada de impacto
Ao longo da conversa, ficou claro que a trajetória de Ruy Shiozawa é marcada por um fio condutor: o desejo de transformar realidades por meio do empreendedorismo e do conhecimento.
Da tecnologia às pessoas, do Great Place to Work à Great People, sua história é um convite à reflexão sobre como podemos construir organizações mais humanas e inovadoras.
“Não adianta guardar conhecimento só para nós. Ele precisa ser compartilhado para transformar a sociedade”, conclui.
Este episódio do Inovatalks é um chamado para líderes, empreendedores e profissionais que acreditam no poder da cultura organizacional e da ciência aplicada ao cuidado das pessoas. Em um mundo em constante transformação, unir inovação, neurociência e saúde mental pode ser o caminho para empresas mais sustentáveis, justas e preparadas para o futuro.
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Como um engenheiro que começou programando desde jovem se tornou um dos principais responsáveis por estruturar o ecossistema de investimento anjo no Brasil? Cássio Spina, fundador da Anjos do Brasil, compartilha sua jornada de transformação: de empreendedor serial a investidor que ajudou a moldar o futuro de centenas de startups brasileiras.
Da Programação ao Empreendedorismo: Os Primeiros Passos
A história de Cássio Spina começa como a de muitos empreendedores de tecnologia da sua geração. Ainda jovem, aprendeu a programar e rapidamente percebeu o potencial de transformar código em negócio. Sua primeira empresa nasceu de uma oportunidade que surgiu durante a faculdade de engenharia elétrica, quando desenvolveu um software que se tornou um produto comercial.
“Comecei como muitos novos empreendedores começam hoje. Desde garoto aprendi a programar e já no começo do curso da faculdade fazia alguns trabalhos”
Mas foi uma percepção de mercado que o levou ao próximo nível. Na época, o mercado de software ainda era pequeno comparado ao de hardware.
Como ele mesmo descreve: “Eu vendia meu software por 10, o hardware custava 100.” Essa disparidade o motivou a criar sua segunda empresa, desta vez focada em equipamentos, desenvolvendo modems quando essa tecnologia ainda estava emergindo.
O Encontro com o Venture Capital
O início dos anos 2000 trouxe uma mudança significativa na trajetória de Cássio. Foi quando começou a ser procurado por fundos de venture capital que, após o estouro da bolha pontocom, redirecionaram seus investimentos para negócios já sustentáveis e geradores de caixa.
“Vi que não era só o dinheiro, não era só o investimento, eram as pessoas que estavam e que podiam sim agregar para mim, com sua experiência, conhecimento, com a visão de fora da empresa”
Essa experiência como receptor de investimento foi fundamental para sua futura atuação como investidor. Ele desenvolveu uma solução de telefone IP, recebeu o investimento e completou o ciclo empreendedor tradicional, vendendo a empresa cinco anos depois, em 2009.
A Virada: De Empreendedor a Investidor Anjo
2009 marcou um ponto de inflexão na carreira de Cássio Spina. Após anos empreendendo, decidiu “mudar de chapéu” e dedicar-se a ajudar outros empreendedores. A inspiração veio do modelo americano de angel investing, mas quando pesquisou “investidor anjo Brasil” no Google, não encontrou praticamente nada.
“Depois de empreender por tantos anos, resolvi querer ajudar outros empreendedores, numa modalidade que eu conhecia feita nos Estados Unidos, que era o modelo de investimento anjo”
O Primeiro Investimento: Lições de Complementaridade
Seu primeiro investimento foi emblemático: uma startup de bebidas funcionais, setor completamente diferente de sua expertise técnica. Mas foi exatamente essa diferença que revelou o verdadeiro valor do investimento anjo.
“Mesmo não conhecendo tanto o setor, eu consigo ajudar muito aquele empreendedor, porque eu tinha tido uma jornada empreendedora que ele não tinha tido. Ele era um executivo que estava saindo da indústria para montar esse negócio.”
Essa experiência cristalizou sua compreensão sobre a complementaridade entre investidores anjo e empreendedores. Não se tratava apenas de conhecimento setorial, mas da experiência empreendedora que poucos executivos possuem ao fazer a transição para o empreendedorismo.
O Nascimento da Anjos do Brasil
Em julho de 2011, Cássio fundou a Anjos do Brasil, mas o caminho até lá foi construído gradualmente. Antes mesmo da fundação formal, ele já estava sendo chamado para palestras sobre investimento anjo, compartilhando tanto sua experiência como empreendedor quanto seus primeiros aprendizados como investidor.
O Primeiro Workshop: Um Marco Histórico
Um momento decisivo foi quando a FINEP o convidou para ajudar a trazer investidores para um programa de apoio a empreendedores. Cássio propôs algo inovador para a época: capacitar os investidores antes de conectá-los com as startups.
“Falei: ‘Tá, mas precisa capacitar esses investidores, precisa preparar eles.’ A gente montou aí o primeiro workshop sobre investimento anjo aqui no Brasil”
O evento foi emblemático: realizado na bolsa de valores (atual B3), reuniu 40 investidores e marcou o início formal do movimento de investimento anjo estruturado no Brasil. O feedback foi imediato: “O pessoal me provocou: ‘Pô, cara, precisa fazer mais disso’.”
Do Blog ao Livro: Sistematizando o Conhecimento
Paralelamente aos eventos, Cássio começou a sistematizar seu conhecimento em um blog, documentando sua jornada e aprendizados sobre investimento anjo. O conteúdo cresceu tanto que se transformou em um livro, estabelecendo as bases teóricas e práticas do investimento anjo no Brasil.
O Conceito de Smart Money na Prática
Uma das contribuições mais importantes de Cássio foi popularizar e aplicar o conceito de “smart money” no ecossistema brasileiro. Diferentemente do capital puramente financeiro, o smart money combina recursos com inteligência e experiência.
“O investidor anjo é smart money, que é você ter o dinheiro, mas você ter a inteligência. É o dinheiro com a inteligência”
A Ciência por Trás do Investimento Anjo
Cássio frequentemente cita um estudo da OCDE que mapeou mais de 20 países, comparando empresas que receberam investimento anjo com aquelas que obtiveram apenas capital financeiro. Os resultados são claros: empresas com investimento anjo crescem mais rápido e têm maior taxa de sucesso.
“As empresas que tiveram apoio do investimento anjo cresceram muito mais rápido, tiveram uma taxa de sucesso maior”
A OCDE chegou a fazer uma recomendação expressa para que governos e comunidade acadêmica apoiem o investimento anjo, reconhecendo seu impacto relevante para o desenvolvimento de negócios e países.
A Experiência Pessoal Como Diferencial
O que torna Cássio único no ecossistema é sua dupla perspectiva: ele vivenciou tanto o lado do empreendedor quanto o do investidor. Essa experiência bilateral lhe dá uma compreensão profunda das necessidades e desafios de ambos os lados.
“Como empreendedor, eu sei as dificuldades do começo de empreender, sozinho, não tem às vezes ninguém para ouvir experiência”
Ele reconhece que teve alguns mentores informais durante sua jornada empreendedora, mas nada estruturado ou dedicado. Essa lacuna em sua própria experiência o motivou a criar um sistema mais robusto de apoio para as novas gerações de empreendedores.
O Momento Certo para o Investimento Anjo
Cássio identifica com precisão o momento ideal para a entrada do investidor anjo no ciclo de vida de uma startup. Não é no início absoluto, quando a ideia ainda está sendo validada, nem quando a empresa já está consolidada.
“Normalmente o investidor anjo entra nessa etapa onde a startup já testou, já está rodando alguma coisa, mas ela precisa do dinheiro para montar um time, investir no marketing, fazer o lançamento daquele produto no mercado.”
É nesse momento de transição – quando a startup precisa escalar do protótipo para o mercado – que a experiência do investidor anjo se torna mais valiosa. É uma fase cheia de dúvidas estratégicas, onde a experiência prática de quem já passou por desafios similares faz toda a diferença.
O Legado e o Futuro do Ecossistema
Mais de uma década após fundar a Anjos do Brasil, Cássio pode observar a transformação completa do ecossistema brasileiro de inovação. O que começou com uma busca no Google que não retornava resultados se transformou em um movimento estruturado que influencia milhares de empreendedores e investidores.
Sua abordagem sempre foi baseada na experiência prática e na complementaridade. Não se trata de investidores que apenas aportam capital, mas de pessoas que compartilham conhecimento, rede de contatos e, principalmente, a experiência de ter enfrentado os desafios únicos do empreendedorismo.
Assista o Episódio Completo
Uma conversa imperdível sobre empreendedorismo, investimento e construção de ecossistemas! Veja como um empreendedor serial se tornou peça fundamental na estruturação do investimento anjo no Brasil.
Assista agora e descubra os bastidores da construção do ecossistema brasileiro de inovação.
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Cassio Spina
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O que uma rede global de fast food pode ensinar sobre startups, liderança e impacto social? Dorival Oliveira Júnior, VP da Arcos Dorados (McDonald’s América Latina), compartilha aprendizados de 30 anos à frente de uma operação que vai muito além da cozinha.
McDonald’s, no Dia a Dia como uma Startup
Você já pensou que cada restaurante McDonald’s é, na prática, uma startup? Foi assim que Dorival Júnior descreveu a operação no episódio mais recente do Inovatalks. Embora esteja presente em 22 países na América Latina, a Arcos Dorados trata cada unidade como um negócio independente, com desafios únicos e decisões baseadas em dados locais.
“Nosso escritório é reação ao que acontece no restaurante. É lá que a marca acontece”, afirma Dorival.
Essa visão reflete um modelo de inovação constante, onde tecnologia, dados e experiência do cliente se encontram para entregar um produto com consistência global — mas sensível ao contexto local.
Cultura Forte em um País Continental
A cultura organizacional é um dos pilares da operação. Com mais de 52 mil colaboradores diretos no Brasil, o desafio de manter valores claros e uma experiência unificada é gigantesco. E, segundo Dorival, tudo começa com as pessoas.
“Trabalhamos o tempo todo no desenvolvimento de gente. Se você foca em pessoas, o resultado vem de forma exponencial.”
Cada colaborador pode ser também um treinador, e o aprendizado é contínuo e feito na prática. Há um cuidado em manter o ambiente saudável, acolhedor e produtivo — do sorriso no atendimento à precisão no preparo.
Inovação na Prática: Dados, Tecnologia e Café da Manhã
A digitalização da operação é evidente: rastreamento de insumos, sistemas que medem a fila do drive-thru em tempo real, personalização de pedidos no app e integração com a cozinha automatizada.
“Brinco que hoje não somos mais um restaurante — somos um centro tecnológico que serve comida.”
Desde soluções criadas no Brasil (como o sistema de POS e os quiosques de sorvete) até a abertura para parcerias com startups, o McDonald’s opera como uma plataforma viva de experimentação e melhoria contínua.
Propósito Que Alimenta
Além do foco em eficiência e inovação, o episódio mergulhou no lado mais humano do negócio. O McDia Feliz, por exemplo, é hoje uma das maiores iniciativas do país no combate ao câncer infantojuvenil, e também apoia projetos de educação para jovens em situação de vulnerabilidade.
“Não é só sobre servir comida. É sobre transformar vidas — de quem está do lado de cá e do lado de lá do balcão.”
Essa visão se conecta ao propósito de impacto social e à preocupação com o primeiro emprego, com milhares de jovens iniciando suas carreiras na rede.
Legado: Foco, Leveza e Transparência
Ao ser questionado sobre o legado que gostaria de deixar, Dorival foi direto: foco em resultado com leveza e transparência.
“Seja o que for que estivermos vendendo daqui a 10 anos, temos que ser os melhores nisso. Esse é o espírito.”
Assista o Episódio Completo
Está imperdível! Aperte o play e veja como uma marca global aplica princípios de startup, promove transformação cultural e entrega propósito com escala.
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A “Evolução Digital” é um processo inevitável para empresas que desejam se manter competitivas no mercado. Nesta entrevista Rico Araujo e André Amorim, conversam sobre como a Nextios vem liderando esta Evolução Digital com projetos que já integram Inteligência Artificial (IA) sob medida para clientes de diferentes segmentos.
A Estratégia da Nextios: Muito Além da Tecnologia
Integrante do grupo LWSA (antiga Locaweb), a Nextios oferece muito mais do que infraestrutura de dados e consultoria. A empresa atua na modernização de aplicações e no desenvolvimento de sistemas de IA personalizados. Segundo André, o diferencial competitivo não está apenas em utilizar ferramentas de IA genéricas, mas em desenvolver soluções proprietárias adaptadas ao core business do cliente.
Casos de Sucesso: Educação, Indústria e Mídia
Um dos cases mais emblemáticos é com a Positivo Tecnologia, onde foi criado um “professor digital” baseado em IA generativa. Essa solução auxilia professores, alunos e administradores com linguagens adaptadas e conteúdo sensível controlado, promovendo um ambiente educacional mais seguro e eficaz. Veja o case divulgado pela Amazon:
https://aws.amazon.com/pt/partners/success/positivo-tecnologia-nextios/
Outro exemplo é a atuação na indústria automobilística, onde a Nextios substituiu um processo manual de 2 a 3 horas por uma aplicação de IA que realiza o mesmo em apenas 6 segundos. Já em uma empresa de mídia, a IA ajudou a adaptar entrevistas para diferentes formatos e linguagens, otimizando a disseminação de conteúdo.
A Cadeia de Valor da IA e a Escassez de Talentos
André Amorim propõe uma cadeia de valor da IA que vai desde a infraestrutura (chips, servidores) até ferramentas e consultorias. Ele também destaca a dificuldade em encontrar profissionais qualificados, principalmente com formação em matemática e engenharia, essenciais para avanços em IA.
IA como Diferencial Competitivo e Democratização Tecnológica
Para Amorim, a próxima onda de inovação está na integração de agentes inteligentes personalizados nas empresas. O CEO também enxerga um cenário de democratização da tecnologia, diferente das revoluções industriais anteriores, com maior rapidez na absorção e evolução dos negócios.
Uma Nova Era para os Negócios
A jornada da Nextios evidencia que a adoção inteligente da IA não apenas otimiza processos, mas pode redefinir modelos de negócio inteiros. Com uma abordagem consultiva e personalizada, a empresa mostra que é possível transformar desafios tecnológicos em grandes oportunidades de crescimento.
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Eu No episódio mais recente do InovaTalks, Rico Araujo conversa com Ricardo Borgatti, especialista e conselheiro em Transformação Lean na Indústria, sobre a Transformação Industrial através de Processos e pessoas.
Exploram sobre como métodos e processos podem revolucionar a indústria sem depender exclusivamente de grandes investimentos em tecnologia computacional, mas também utilizando os benefícios novas tecnologias.
Transformação da Indústria de Manufatura
A transformação da indústria não se resume apenas à adoção de novas tecnologias. O conceito de Lean Manufacturing (LM) e Lean Transformation tem ganhado cada vez mais espaço no mercado como estratégias fundamentais para otimizar processos e elevar a performance das empresas.
Segundo Borgatti, “não se transforma nada sem transformar as pessoas”, reforçando que a mudança estrutural nas indústrias deve passar necessariamente pela capacitação e engajamento dos profissionais.
Lean Manufacturing e Lean Transformation
O Lean Manufacturing surgiu como uma abordagem para reduzir desperdícios e melhorar a eficiência operacional. Entretanto, a Lean Transformation vai além e envolve uma mudança de mentalidade e cultura dentro das organizações.
A aplicação correta dessas metodologias permite identificar gargalos e desenvolver estratégias para potencializar a produtividade, garantindo que processos sejam otimizados e resultados sejam escaláveis.
Desafios e Soluções na Implementação
A implementação dessas estratégias enfrenta desafios como resistência à mudança, altos custos de adaptação e a necessidade de treinamento contínuo da equipe. ”
A indústria de manufatura, por exemplo, lida com dificuldades relacionadas a velocidade de implementação e capacitação técnica, mas, quando bem estruturada, a transformação Lean gera resultados sólidos e sustentáveis”, afirma Borgatti. Para superar essas barreiras, é essencial um alinhamento organizacional que envolva todas as áreas da empresa, garantindo que as mudanças sejam eficazes e duradouras.
Afinal, a transformação lean na indústria se dá através de processos e pessoas.
O Papel da Tecnologia na Transformação
Embora a tecnologia seja um grande aliado na transformação industrial, ela não é uma solução por si só. IoT, Inteligência Artificial e Big Data são ferramentas valiosas, mas sem um processo bem estruturado, tornam-se soluções superficiais. ”
O que adianta trazer tecnologia para manutenção preditiva se os processos produtivos ainda apresentam falhas estruturais?”, questiona Borgatti. O segredo está na integração da tecnologia com metodologias eficientes e bem definidas, garantindo que cada inovação agregue valor real ao fluxo produtivo.
Futuro da Transformação Industrial
O futuro da indústria passa por um equilíbrio entre inovação, capacitação e eficiência operacional. Empresas que desejam se manter competitivas devem estar atentas às tendências emergentes e investir na transformação de seus processos, sempre garantindo que a evolução aconteça de forma estruturada e sustentável.
A transformação Lean, quando aplicada corretamente, permite que organizações reduzam custos, aumentem a produtividade e melhorem sua posição no mercado.
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Wagner Andrade, diretor de e-Mobility e Planejamento de Produtos na Stellantis e fica dentro do ecossistema de inovação do CUBO Itaú, onde existem mais de 2.000 startups.
Atua no mercado automobilístico há mais de 25 anos e conta pra gente sobre a mobilidade, sobre carros elétricos, as transformações da indústria automobilística.
Com um conhecimento ímpar, Wagner Andrade vai apresentando toda a evolução ao longo dos tempos até chegar aos tempos de hoje. Dos desafios existentes de saúde pública na época dos cavalos, passando pelos modelos Fordismo e Taylorismo, chegando aos problemas ambientais atuais, onde os impactos da mudança climática aceleram as transformações necessárias.
O papo é bastante detalhado, com muito enriquecimento de detalhes pela experiência e bagagem que o Wagner carrega.
Veja alguns pontos abordados:
TRANSFORMAÇÃO DA INDÚSTRIA AUTOMOBILÍSTICA
· A evolução tecnológica alterou a concepção de veículos, que passaram de objetos mecânicos para dispositivos inteligentes (“smart cars”).
· Problemas ambientais impulsionaram inovações como carros elétricos e autônomos.
· A quinta revolução industrial está em andamento, com inteligência artificial e conectividade liderando mudanças.
CARROS ELÉTRICOS E SUSTENTABILIDADE
· Benefícios: redução de emissões de carbono e eficiência energética superior.
· Desafios: custo elevado de baterias, necessidade de infraestrutura de recarga e impacto ambiental do descarte de baterias.
· Economia circular e reciclagem de componentes podem mitigar custos e impactos ambientais.
MUDANÇAS NO COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR
· Gerações mais jovens preferem veículos compartilhados e sustentáveis em vez de propriedade individual.
· Modelos de uso (carsharing) estão ganhando popularidade, com benefícios econômicos e sociais.
TECNOLOGIAS EMERGENTES
· Inteligência artificial está transformando veículos em dispositivos integrados com sistemas IoT.
· Carros autônomos e conectados oferecem novas possibilidades, como reuniões dentro do veículo e maior produtividade.
CENÁRIO BRASILEIRO
· O Brasil se destaca em soluções criativas devido a desafios como infraestrutura limitada.
· Potencial para liderar tecnologias de mobilidade sustentável, especialmente com o etanol, um recurso único no país.
· Necessidade de incentivos governamentais para ampliar o uso do etanol e de carros elétricos.
O FUTURO DA MOBILIDADE
· Super apps e drones podem revolucionar a mobilidade urbana.
· Integração de modais (carros, bicicletas, patinetes) cria um ecossistema mais eficiente.
· A inteligência artificial pode facilitar o gerenciamento do trânsito e personalizar experiências para os consumidores.
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Wagner Andrade
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Nestse episódio inspirador da Inovatalks, Rico Araujo, CEO da px/brasil e reconhecido especialista em inovação, tem o prazer de conversar com Martin Luther, CEO e fundador da Biti9, sobre Robotização de Processos e as Transformações com IA
A entrevista mergulha no universo da Automação e Robotização de processos e as transformações que a Inteligência Artificial (IA) traz para os negócios e seus profissinionais.
Revolução da Automação com IA: Insights de Martin, Fundador da Biti9
A automação e a inteligência artificial (IA) têm revolucionado diversas indústrias, transformando processos e aumentando a eficiência operacional. Em uma entrevista recente no InovaTalks, Martin, fundador da Biti9, compartilhou insights valiosos sobre como essas tecnologias estão moldando o futuro das empresas. Neste artigo, destacamos os principais pontos discutidos por Martin, que podem ajudar decisores a entender melhor o impacto da automação e da IA nos negócios.
Robotização de Processos e IA: Aumentando a Eficiência e a Qualidade dos Dados
Martin explica que a robotização e a IA não apenas aumentam a eficiência dos processos, mas também enriquecem a qualidade dos dados. “Automação e IA aumentam a eficiência e enriquecem os dados, proporcionando uma base sólida para decisões empresariais precisas”, afirma Martin. Essa combinação permite que as empresas tomem decisões mais informadas e estratégicas, baseadas em dados confiáveis e bem estruturados.
Transformação Digital e Cultura Empresarial
Um dos pontos-chave abordados por Martin é a importância da transformação digital e a adoção de uma cultura empresarial que apoie essa mudança. A Biti9 tem se destacado ao auxiliar empresas a implementarem soluções tecnológicas avançadas, como assistentes virtuais e robôs digitais, que imitam ações humanas para executar tarefas complexas. Essa abordagem não só melhora a eficiência, mas também prepara as empresas para os desafios futuros.
Implementação de IA: Benefícios e Desafios
Martin também destaca os benefícios da implementação de IA nas empresas. A IA permite a criação de pipelines de dados que alimentam diferentes áreas da empresa de forma eficiente, melhorando a precisão e a eficiência dos processos internos. No entanto, ele ressalta que a adoção dessas tecnologias exige um esforço contínuo de educação e adaptação por parte dos colaboradores e líderes empresariais.
O Futuro da Biti9 e a 5ª Revolução Industrial
Ao discutir o futuro da Biti9, Martin enfatiza a importância de continuar liderando a transformação digital através da automação e da IA. Ele acredita que a 5ª Revolução Industrial, impulsionada por essas tecnologias, está transformando as profissões e as formas de trabalho. As empresas têm a responsabilidade de apoiar seus colaboradores na transição para essas novas formas de trabalho, garantindo que todos possam se adaptar e prosperar.
Conclusão
Martin oferece uma visão aprofundada sobre como a automação e a IA estão revolucionando as empresas. Para aqueles interessados em explorar mais sobre o impacto dessas tecnologias, recomendamos assistir outras entrevistas disponíveis no InovaTalks, onde diversos especialistas compartilham suas experiências e conhecimentos.
Entrevistas sobre IA no InovaTalks
Aqui estão alguns links de entrevistas no InovaTalks que abordam o tema da inteligência artificial:
Looqbox: Impactos da Inteligência Artificial Generativa
Rodrigo Murta fala sobre como a IA generativa e business intelligence estão revolucionando o mundo e as estratégias empresariais.
Inteligência Artificial Generativa: Inovação e Transformação
Este artigo explora como as inteligências artificiais generativas têm se tornado cada vez mais importantes nos últimos anos.
Recomendamos assistir a essas entrevistas para aprofundar seu conhecimento sobre os impactos da inteligência artificial nas empresas.
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Martin Luther
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Nestse episódio inspirador da Inovatalks, Rico Araujo, CEO da px/brasil e reconhecido especialista em inovação, tem o prazer de conversar com Rodrigo Murta, CEO e fundador da Looqbox.
A entrevista mergulha no universo da Inteligência Artificial (IA) generativa e o papel transformador da tecnologia conversacional nos negócios.
Principais insights da entrevista:
A jornada da Looqbox: Conheça a história por trás da Looqbox, uma empresa pioneira na aplicação de IA generativa para facilitar o acesso e a interação com dados empresariais através da linguagem natural.
O impacto da IA e tecnologia conversacional: Explore como a IA generativa e a tecnologia conversacional estão democratizando o acesso aos dados, permitindo tomadas de decisão mais rápidas e fundamentadas, independentemente do nível técnico dos usuários.
Visões de futuro para BI e IA: Descubra as futuras tendências para a inteligência de negócios e IA, com um foco especial na IA generativa, destacando seu potencial para revolucionar modelos de negócio e operações empresariais.
Desafios e oportunidades com a IA: Entenda os desafios de implementar tecnologias de IA nas empresas e a importância crítica de organizar e manter a qualidade dos dados para maximizar o potencial da IA generativa.
A importância da clareza nas informações: Em um mundo inundado de dados, a clareza se torna poder. A discussão aborda como ferramentas como a Looqbox podem fornecer insights relevantes e ações estratégicas, filtrando o excesso de informação.
A entrevista é um tesouro de conhecimentos para todos os interessados em tecnologia, inovação e futuro dos negócios. Não perca a chance de se inspirar com as ideias de dois líderes visionários na vanguarda da inovação tecnológica.
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Rodrigo Murta
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Rodrigo Murta fala sobre como a IA Generativa e Business Intelligence estão revolucionando o mundo e as estratégias empresariais.
No mundo dos negócios, a inovação e o empreendedorismo caminham lado a lado. Um exemplo notável dessa sinergia é a história da APS, uma empresa com 23 anos de mercado no setor de tecnologia elétrica.
Recentemente, a APS passou por uma transformação significativa ao ser adquirida através de um modelo de investimento ainda pouco explorado no Brasil: o Search Fund. Este artigo explora a jornada da APS sob a liderança de Luis Oliani, CEO da empresa, e as nuances do modelo de Search Fund.
O Modelo de Search Fund
Diferente dos investimentos tradicionais em startups, o Search Fund é uma modalidade de Private Equity focada na aquisição e gestão de negócios já estabelecidos. Luis Oliani e sua equipe levaram apenas 11 meses para assumir a gestão da APS, um processo que normalmente leva de 2 a 3 anos. Durante esse período, mais de 500 empresas foram analisadas, demonstrando a rigorosidade e o potencial desse modelo de investimento.
Foco no Setor Elétrico e Expansão
A APS, sob a nova gestão, concentra-se no setor elétrico, um mercado que tem se mostrado promissor e lucrativo. O investimento em startups e empresas disruptivas neste setor é crucial para o avanço tecnológico e a sustentabilidade. A estratégia da APS não se limita apenas à tecnologia, mas também à expansão regional e internacional, buscando empresas “diamantes brutos” que possam ser elevadas a um novo patamar.
Cultura Organizacional e Legado
Uma das maiores preocupações do Search Fund é manter a essência e o legado das empresas adquiridas. O objetivo não é alterar o DNA da empresa, mas sim profissionalizá-la e expandir sua visão. Isso envolve a implementação de novas ferramentas de governança e a manutenção de sua cultura, garantindo o crescimento contínuo e sustentável.
Desafios e Oportunidades
A transformação de uma empresa envolve desafios, especialmente na integração de novas visões e na adaptação a longo prazo. A APS enfrenta o desafio de encontrar o equilíbrio entre inovação e tradição, especialmente na gestão de talentos. A empresa busca profissionais que possam contribuir para levar a organização a novos patamares, o que inclui a criação de uma “máquina de recrutamento” para preencher as vagas abertas.
Sustentabilidade e Tecnologia
A APS também está focada em sustentabilidade, evidenciado pela adoção de veículos elétricos e pelo investimento em energias renováveis, como a eólica. A empresa está na vanguarda da eficiência energética, desenvolvendo produtos que atendem às demandas dos consumidores por soluções mais sustentáveis e ambientalmente amigáveis.
Conclusão
A jornada da APS, sob a liderança de Luis Oliani e com o apoio do modelo de Search Fund, é um exemplo inspirador de como a inovação e o empreendedorismo podem remodelar uma empresa tradicional. A APS não apenas se adapta às novas tendências de mercado, mas também mantém seu compromisso com a sustentabilidade e a eficiência energética.
Este caso é um modelo para outras empresas que buscam crescimento e inovação, mantendo ao mesmo tempo seu legado e cultura.
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Vanessa Poskus é CEO e Co-Founder da Uppo, uma startup que fica no ecossistema do Cubo Itaú que oferece uma solução de benefícios com um cartão Mastercard para compras em estabelecimentos usando o saldo para benefícios. Neste papo ela nos conta sua história como #empreendedora e como surgiu a ideia de desenvolver a Uppo.
Durante o papo ela nos conta sobre como o cartão passa a ser um grande diferencial do negócio, por conta da flexibilidade que tem para pagamento de benefícios, mas também de outras despesas e bonificações.
Falamos sobre como participar de um ecossistema de inovação, o Cubo Itaú, faz diferença para o desenvolvimento da Uppo.
Também falamos sobre a transformação que vem sofrendo a área de RH com as inovações de empresas como a Uppo, que estão não só levando dados para as empresas mas também humanizando e melhorando a experiência do colaborador.
A Uppo acaba de receber um investimento de R$ 1,25 milhões por meio de crowdfunding realizado pela Eqseed Investimentos.
Para a entrevista em vídeo, clique aqui.
André Abreu é Co-Founder e CEO da BossaBox, uma startup que fica no ecossistema do CUBO Itáu que oferece squads e tecnologia de gestão para desenvolvimento de produtos digitais.
Ele conta a história da empresa e o desenvolvimento do negócio a partir de uma empresa de consultoria de TI que montou com seus sócios, enquanto ainda estava na faculdade. O negócio se desenvolve a partir da própria necessidade da gestão de times freelancers e dos projetos que desenvolviam para seus clientes.
Neste papo falamos também sobre o mercado de tecnologia e a demanda crescente por profissionais e a necessidade de selecionar profissionais de qualidade.
Falamos também sobre os desafios das startups de apresentar resultados, pela redução da disponibilidade de dinheiro de investimentos.
Para a entrevista em vídeo, clique aqui.
Aurelio de Padua é fundador da Abbiamo, uma startup de Logística que tem como diferencial o foco na experiência do cliente.
Em um mundo em transformação onde a Loja Phygital promove um novo modelo de relacionamento com as marcas, a logística também precisa se adequar.
Este foi o tema neste papo com o Aurelio de Padua, Founder da Abbiamo, onde falamos da ideia acontecer na hora certa, desafio da logística, customer centricity, a importância do timing, o futuro ser baseado em lojas e a transformação no modelo dos negócios.
Conseguir entregar o que o cliente compra, independente da estrutura logística da região, foi um desafio vencido pela Abbiamo a partir do momento em que integram a plataformas já existentes e a serviços locais já estabelecidos.
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Bom proveito!
Fernando Cosenza é especialista em Marketing estratégico e Inovação com um histórico de liderança em grandes empresas como a Sodexo e Boa Vista, onde pôde colocar em prática a transformação dos negócios apoiados na experiência dos clientes.
Neste papo falamos sobre a Transformation Washing, um termo que desenvolvi para nomear os projetos de Transofrmação Digital que, por falta de conhecimento e experiência das empresas, acabam virando projetos de fachada que podem gerar mais prejuízos do que benefícios.
O olhar para a o cliente e para o time, o tanto que Transformação Digital está envolvida com a Cultura Organizacional e não só com a adoção de novas tecnologia. Estes são alguns conceitos que abordamos a partir da nossa experiência neste bate papo onde falamos também das preocupações e riscos que uma gestão equivocada podem gerar.
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Karina Israel é Co-Founder e COO na YDreams Global. Uma empresa que cria experiências do tipo “Phygital” onde os mundos físico e virtual se mesclam.
Ela nos conta sobre a empresa, as exposições como “Landscapes of Van Gogh” e “Tarsila para crianças” e projetos proprietários como o Arkave, arena de jogo 3D imersivo onde você precisa se defender de um ataque de invasores alienígenas.
Além de ter projetos especiais para grandes negócios como Santander, Samsung, LG, a YDreams é a única empresa fora dos Estados Unidos a ter o direito a produzir um jogo com personagens da Disney. Em breve será lançado uma experiência imersiva com o mais querido dos seus personagens!
Veja a entrevista e conheça mais sobre a Karina e a YDreams Global.
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Izabella Neves é especialista em inovação e novos negócios na B3, a Bolsa de Valores oficial do Brasil que fica sediada em São Paulo e está também no CUBO Itaú como mantenedora no ambiente de startups.
Ela nos fala sobre a maturidade das startups e dos investidores no Brasil, e como a B3 promove o ecossistema através de parcerias, troca e colaboração.
Após evoluirmos sobre estes temas, falamos de colaboração e propósito, temas fundamentais para a evolução dos negócios e das pessoas para o novo modelo de negócios e ambientes que vem se definindo.
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Gabriela Viana é Diretora de Marketing para América Latina da Adobe e nesse papo ela nos conta sobre o Marketing de experiências e como a Tecnologia vem apoiando estas estratégias.
Ela nos fala sobre os Desafios e Oportunidades do mercado e como a Adobe está contribuindo para a mudança de mindset e colaboração entre mercados através dos eventos como o Adobe Experience.
Neste papo também falamos sobre as novas tecnologias que foram adquiridas pela Adobe, como o Marketo, para estratégias de automação de marketing, e o Magento, para o e-commerce. E, considerando que a empresa tem um histórico de realizar aquisições de outras empresas, falamos sobre o olhar para a inovação e a conexão com este ecossistema.
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