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Chaise Longue (Não é Divã)
Chaise Longue (Não é Divã)
Author: Rádio Comercial | Joana Azevedo
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© Bauer Media Audio Portugal
Description
Um podcast onde se analisa casos enviados pelos ouvintes, através dos comentários 'sábios' e 'sensatos' da Joana Azevedo e o viés psicanalítico da Sílvia Baptista. Aqui fala-se de comportamentos, relacionamentos, lamentos e outras palavras terminadas em ‘entos’. Exceto julgamentos.
Um podcast Rádio Comercial.
125 Episodes
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Neste episódio, uma ouvinte fala sobre a impossibilidade de ter um namorado. Até agora apenas teve alguns casos, "situationships" e cenários do género. Pergunta a ouvinte, o que será que tem de errado, mas nós convidamo-la a fazer outras perguntas.
Alguns de nós, algures na adolescência, dissemos esta frase "Ninguém me compreende". Esta ouvinte deu por si a dizer a frase na idade adulta. Com enorme predisposição para parar para pensar - nos sentimentos, dúvidas, ambivalências - não sente que haja quem lhe sirva de contracena sem a tentativa de resolver, corrigir ou invalidar. Pensar pelo prazer em pensar. Falar sobre o que se sente não é para todos e a maioria só quer mesmo resolver, esquecer e andar para a frente sem grandes dramatismos. Como se lida quando não há uma compatibilidade de estrutura emocional com quem nos rodeia? Pode enviar a sua história para tenhoaquiumproblema@radiocomercial.pt Será sempre anónima.
A história é esta: uma ouvinte deixou uma relação difícil e foi à procura de melhor no Tinder. Neste momento já desenvolveu sentimentos e diz que sente química por um utilizador dessa aplicação. Problema número 1: Nunca o viu ao vivo. Problema número 2: É casado. Problema número 3: a ouvinte não fugiu imediatamente perante esse cenário. Perguntamo-nos todos porquê.
Todos nós já estivemos em relações insatisfatórias à espera de melhores dias. Se dermos tudo de nós um dia seremos recompensados e a relação vai finalmente dar-nos tudo o que merecemos. Esse potencial raramente se concretiza e, eventualmente, aprendemos a lição. Esta relação partiu do caos, já começou mal e a ouvinte continua à espera que melhore, 9 anos depois. Mas começa a questionar-se... a favor de quê? Mantém-se na relação a favor de quê? Vamos pensar sobre isto.
Neste episódio falamos do poder de quem cuida do outro numa relação e a forma como o lugar de bondoso pode ser arriscado e ter um custo elevado. "Como assim?" - exato, é ouvir o episódio para perceber o que queremos dizer. Se quiser ver analisados o seu problema, angústia, neurose... envie para tenhoaquiumproblema@radiocomercial.pt
A mensagem de alguém que se foi afastando de toda a gente à sua volta para não correr o risco de ser magoada, alvo de troça, humilhada. É uma solidão auto-imposta para se poupar à possibilidade de se magoar. Alguém que vê a criação de vínculo como uma língua estrangeira. Mas onde esta ouvinte vê fatalidade, nós escolhemos ver esperança.
Esta semana pegámos nos insultos que recebemos- nós, as protagonistas deste podcast, ao nosso corpo e à sexualidade - que aconteceram a partir do momento em que publicámos excertos do podcast em vídeo, e fizemos um episódio sobre violência nas redes sociais especialmente dirigida às mulheres. Fica a reflexão sobre o que representa e por que é diferente da violência dirigida aos homens. Continuaremos aqui, em áudio e vídeo também, como forma de resistência.
Uma ouvinte casada há 20 anos, só teve um único homem na vida: o marido. Com ele vive uma relação de amizade e cumplicidade mas sem desejo. Aliás, o desejo foi apagado há anos e assim se tinha mantido... até há pouco tempo. De repente percebeu que podia desejar e ser desejada e agora o dilama é: O que fazer com este novo cenário que a realiza e, ao mesmo, assusta tanto.
Esta semana, uma ouvinte que se sente perdida na área profissional. Mas nós começamos logo a desconfiar. Será que o problema é mesmo só profissional? Esta ouvinte sabota relações amorosas, acha que não as merece por não ter nada para oferecer do ponto de vista de carreira/monetário. Vamos lá dissecar o caso de hoje. Se também tem angústias, crises existenciais e problemas em geral, partilhe connosco aqui: tenhoaquiumproblema@radiocomercial.pt
Atenção Chaise Lovers: Já temos email para onde podem enviar e depositar todos os seus problemas, angústias e neuroses. Tenhoaquiumproblema@radiocomercial.pt. Será sempre anónimo!Hoje trazemos o caso de uma mulher estruturada perante a vida mas insegura face aos relacionamentos - palavras da própria. Esta mulher teve uma relação de 8 anos com um toxicodependente com quem teve uma filha e de quem se separou há algum tempo. Mas essa relação traumática continua a dominar a forma como vê as relações amorosas, com desconfiança e medo. Falamos de trauma e de formas de superar esse mesmo trauma
Este é um caso de um homem que traz à nossa lupa os motivos da sua separação. Mas serão mesmo esses? O que leva um homem adulto a associar compromisso a prisão? Será que a liberdade que tanto almeja não é uma incapacidade de se ligar intimamente a alguém? Será imaturidade ou incapacidade de processar tudo o que é íntimo?
As sogras e as noras: aqui está uma relação potencialmente desafiante. Vamos perceber alguns motivos para esta rivalidade. Que lugar ocupa cada um delas na vida de um homem?
Uma ouvinte traz-nos a sensação ambivalente de ter uma relação com um homem casado. Se por um lado se sente mal, por outro assinala que não é ela que tem uma relação extraconjugal. Será que pode distanciar-se de uma relação a três da qual faz parte? E por que continuará a escolher ficar na relação?
O que as apps de encontros proporcionam e o que nos retiram na dinâmica das relações nos tempos actuais. O entusiasmo imediato que passa a indiferênça facilmente, o que pode criar uma sensação de cansaço emocional. A solução será desistir das aplicações ou do amor?
Imagine que descobria um segredo na família e o segredo é este: a sua mãe foi vítima de um crime às mãos de outro membro da mesma família. Ninguém quer falar sobre o assunto, a mãe quer esquecer e já aceitou a circunstância, de tal forma que mantém a convivência com o agressor. Como lidar com esta forma de varrer para debaixo do tapete casos graves para proteger a imagem da família, e a imagem do agressor? É este o ponto de partida para o episódio desta semana.
Neste episódio, uma ouvinte queixa-se da total ausência de líbido. Depois de uma gravidez difícil, essa área ficou perdida no meio de uma vida dedicada ao filho e à carreira. O que poderá significar esta falta de desejo? Será que há alguma coisa errada com esta ouvinte? O que é a líbido vista de um ponto mais abrangente? Respostas e reflexões que podemos procurar numa altura das nossas vidas.
Voltamos ao lugar de onde tantas de nós não conseguem sair: a função materna na relação com um homem. Um lugar muito pouco sexy que aparentemente é difícil largar. É o caso desta ouvinte. Ela entrou numa relação com um namorado e deu por si a ser cuidadora dele e do filho dele. A pergunta da ouvinte é: devo sair? A pergunta que lançamos é: por que voltamos tantas vezes a este lugar?
Qual seria a sua reação se, um dia, os seus amigos de há 20 anos surgissem com discursos de ódio? É motivo para terminar uma relação tão longa e íntima? Será que eles foram sempre assim e não reparou? E o que é que o facto de não ter reparado poderá dizer de si e de relação? Estes são os dilemas e conflitos internos em análise no episódio desta semana. O que faria, se estivesse nesta situação?
Desta vez recebemos alguém em conflito interno. A questão é esta: se cresceu num ambiente de harmonia, com pais que nem discutiam à frente dos filhos e andavam sempre de mão dada, como é que acabou por ser a pessoa que está em relações sem gostar, a que mente, a que trai? Deixamos algumas pistas...
Neste episódio recebemos a questão de uma ouvinte sobre amizade. Pergunta se é assim tão importante ter amigos e se ela, não tendo amigos, terá algum problema. O que responderia a esta questão?
























É não haver continuidade. Há um passado, mas não há um futuro
Tão bom! Obrigada Sílvia e Joana 🩷