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Chaise Longue (Não é Divã)
Chaise Longue (Não é Divã)
Author: Rádio Comercial | Joana Azevedo
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© Bauer Media Audio Portugal
Description
Um podcast onde se analisa casos enviados pelos ouvintes, através dos comentários 'sábios' e 'sensatos' da Joana Azevedo e o viés psicanalítico da Sílvia Baptista. Aqui fala-se de comportamentos, relacionamentos, lamentos e outras palavras terminadas em ‘entos’. Exceto julgamentos.
Um podcast Rádio Comercial.
120 Episodes
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A mensagem de alguém que se foi afastando de toda a gente à sua volta para não correr o risco de ser magoada, alvo de troça, humilhada. É uma solidão auto-imposta para se poupar à possibilidade de se magoar. Alguém que vê a criação de vínculo como uma língua estrangeira. Mas onde esta ouvinte vê fatalidade, nós escolhemos ver esperança.
Esta semana pegámos nos insultos que recebemos- nós, as protagonistas deste podcast, ao nosso corpo e à sexualidade - que aconteceram a partir do momento em que publicámos excertos do podcast em vídeo, e fizemos um episódio sobre violência nas redes sociais especialmente dirigida às mulheres. Fica a reflexão sobre o que representa e por que é diferente da violência dirigida aos homens. Continuaremos aqui, em áudio e vídeo também, como forma de resistência.
Uma ouvinte casada há 20 anos, só teve um único homem na vida: o marido. Com ele vive uma relação de amizade e cumplicidade mas sem desejo. Aliás, o desejo foi apagado há anos e assim se tinha mantido... até há pouco tempo. De repente percebeu que podia desejar e ser desejada e agora o dilama é: O que fazer com este novo cenário que a realiza e, ao mesmo, assusta tanto.
Esta semana, uma ouvinte que se sente perdida na área profissional. Mas nós começamos logo a desconfiar. Será que o problema é mesmo só profissional? Esta ouvinte sabota relações amorosas, acha que não as merece por não ter nada para oferecer do ponto de vista de carreira/monetário. Vamos lá dissecar o caso de hoje. Se também tem angústias, crises existenciais e problemas em geral, partilhe connosco aqui: tenhoaquiumproblema@radiocomercial.pt
Atenção Chaise Lovers: Já temos email para onde podem enviar e depositar todos os seus problemas, angústias e neuroses. Tenhoaquiumproblema@radiocomercial.pt. Será sempre anónimo!Hoje trazemos o caso de uma mulher estruturada perante a vida mas insegura face aos relacionamentos - palavras da própria. Esta mulher teve uma relação de 8 anos com um toxicodependente com quem teve uma filha e de quem se separou há algum tempo. Mas essa relação traumática continua a dominar a forma como vê as relações amorosas, com desconfiança e medo. Falamos de trauma e de formas de superar esse mesmo trauma
Este é um caso de um homem que traz à nossa lupa os motivos da sua separação. Mas serão mesmo esses? O que leva um homem adulto a associar compromisso a prisão? Será que a liberdade que tanto almeja não é uma incapacidade de se ligar intimamente a alguém? Será imaturidade ou incapacidade de processar tudo o que é íntimo?
As sogras e as noras: aqui está uma relação potencialmente desafiante. Vamos perceber alguns motivos para esta rivalidade. Que lugar ocupa cada um delas na vida de um homem?
Uma ouvinte traz-nos a sensação ambivalente de ter uma relação com um homem casado. Se por um lado se sente mal, por outro assinala que não é ela que tem uma relação extraconjugal. Será que pode distanciar-se de uma relação a três da qual faz parte? E por que continuará a escolher ficar na relação?
O que as apps de encontros proporcionam e o que nos retiram na dinâmica das relações nos tempos actuais. O entusiasmo imediato que passa a indiferênça facilmente, o que pode criar uma sensação de cansaço emocional. A solução será desistir das aplicações ou do amor?
Imagine que descobria um segredo na família e o segredo é este: a sua mãe foi vítima de um crime às mãos de outro membro da mesma família. Ninguém quer falar sobre o assunto, a mãe quer esquecer e já aceitou a circunstância, de tal forma que mantém a convivência com o agressor. Como lidar com esta forma de varrer para debaixo do tapete casos graves para proteger a imagem da família, e a imagem do agressor? É este o ponto de partida para o episódio desta semana.
Neste episódio, uma ouvinte queixa-se da total ausência de líbido. Depois de uma gravidez difícil, essa área ficou perdida no meio de uma vida dedicada ao filho e à carreira. O que poderá significar esta falta de desejo? Será que há alguma coisa errada com esta ouvinte? O que é a líbido vista de um ponto mais abrangente? Respostas e reflexões que podemos procurar numa altura das nossas vidas.
Voltamos ao lugar de onde tantas de nós não conseguem sair: a função materna na relação com um homem. Um lugar muito pouco sexy que aparentemente é difícil largar. É o caso desta ouvinte. Ela entrou numa relação com um namorado e deu por si a ser cuidadora dele e do filho dele. A pergunta da ouvinte é: devo sair? A pergunta que lançamos é: por que voltamos tantas vezes a este lugar?
Qual seria a sua reação se, um dia, os seus amigos de há 20 anos surgissem com discursos de ódio? É motivo para terminar uma relação tão longa e íntima? Será que eles foram sempre assim e não reparou? E o que é que o facto de não ter reparado poderá dizer de si e de relação? Estes são os dilemas e conflitos internos em análise no episódio desta semana. O que faria, se estivesse nesta situação?
Desta vez recebemos alguém em conflito interno. A questão é esta: se cresceu num ambiente de harmonia, com pais que nem discutiam à frente dos filhos e andavam sempre de mão dada, como é que acabou por ser a pessoa que está em relações sem gostar, a que mente, a que trai? Deixamos algumas pistas...
Neste episódio recebemos a questão de uma ouvinte sobre amizade. Pergunta se é assim tão importante ter amigos e se ela, não tendo amigos, terá algum problema. O que responderia a esta questão?
Esta semana falamos de valorização profissional, salário financeiro e salário simbólico. Olhamos para a situação de uma ouvinte que mudou de emprego, passou a ganhar menos, a ter menos stress e mais leveza. E gosta disso. O dinheiro não lhe faz falta mas talvez lhe faça falta a maneira como era olhada no cargo que tinha anteriormente. Será que, sem esse reconhecimento profissional, corre o risco de perder o respeito familiar e de si própria? A valorização profissional é assim tão determinante na maneira como nos vemos e como os outros nos veem? Vamos aprofundar este tema.
Esta semana lemos o testemunho de uma ouvinte que teve sempre uma relação difícil com a comida. Percebemos como se desenvolveu essa relação e o que tem feito para a melhorar. Falámos sobre o empecilho do food noise que persegue tanta gente e o peso dos comentários sobre o corpo.
Quantos de nós desistimos de uma relação quando não tem aquela dose de drama que nos prende? E quando essa dose de drama se torna numa situação insuportável? Saímos mas continuamos a fugir de relações pacíficas, pouco intensas. Porquê? Esta ouvinte sente vergonha de cair nesta dinâmica e, mais uma vez, de se ver numa relação tóxica ao ignorar os sinais vermelhos. E explicação para este fenómeno vem lá de trás...
Para terminar esta temporada vamos dar largas ao narcisismo e falar de nós. As nossas manias e peculiaridades. Voltamos em Setembro!
O ponto de partida da análise desta semana é um certo desencanto pela vida. Uma mulher cansada de todos os obstáculos que foi ultrapassando, queria ter chegado a esta altura da sua vida sem grandes problemas, como nos filmes. A realidade troca-lhe as voltas, apresenta-lhe um relacionamento que não satisfaz, e não a deixa desfrutar de um cenário idealizado por si. Por isto tudo, sente que está a ver a vida a passar e que aquilo que anda a fazer é esperar pela morte. Duro
























É não haver continuidade. Há um passado, mas não há um futuro
Tão bom! Obrigada Sílvia e Joana 🩷