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Prosa Agro - Itaú BBA
Prosa Agro - Itaú BBA
Author: Itaú BBA
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© Itaú BBA
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Podcast, do Itaú BBA, que analisa o cenário do agronegócio brasileiro, dentro e fora da porteira, bem como tendências e movimentos de toda a cadeia do setor. Acompanhe nossos relatórios em: https://www.itau.com.br/itaubba-pt/blog/agronegocio
Produção: CLAV.
Produção: CLAV.
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O USDA divulgou as primeiras estimativas da safra 2026/27 nos EUA, indicando queda na área e produção de milho, aumento relevante da área e produção de soja, estabilidade no trigo e leve redução na produção de algodão, com estoques finais menores. No Brasil, os dados do IBGE para o 4º trimestre de 2025 mostram crescimento anual no abate de bovinos, suínos e frangos, com destaque para os bovinos, além de avanço na produção de leite e ovos, confirmando um fechamento de ano mais forte para a pecuária.
O relatório WASDE de fevereiro trouxe elevação na estimativa da safra de soja do Brasil pelo USDA, agora em 180 milhões de toneladas, enquanto os números do balanço americano foram mantidos. No milho, houve revisão para cima das exportações dos EUA e redução do estoque final, embora o volume siga elevado e pressione os preços em Chicago. A Conab também revisou para cima a produção brasileira de soja, com melhora de produtividade, enquanto ajustou levemente para baixo a safra total de milho. No mercado de laranja, o Fundecitrus divulgou nova reestimativa negativa para a safra 2025/26, refletindo os impactos do déficit hídrico.
A declaração de Trump impactou os mercados ao mencionar a possibilidade de a China comprar 20 milhões de toneladas de soja nesta temporada, sustentando os futuros em Chicago. Além disso, a expectativa de maior consumo de óleo pela indústria de biodiesel também contribuiu para manter os preços firmes. No café, detalhamos a primeira estimativa da Conab, que aponta recuperação da produção para a safra 2026/27.
Neste episódio, a discussão se concentra nos efeitos das salvaguardas chinesas sobre a carne bovina brasileira e nos desdobramentos para a pecuária de corte em 2026. Analisamos como a restrição às exportações para a China cria desafios relevantes, mas é parcialmente compensada pela expectativa de queda da produção nacional, impulsionada pela retenção de fêmeas e pela mudança do ciclo pecuário. Também abordamos a reação recente do boi gordo, o encarecimento da reposição e os reflexos sobre os confinamentos. Apesar de um cenário estruturalmente mais favorável no médio prazo, a gestão de riscos e o planejamento seguem sendo fundamentais em um ambiente de maior volatilidade.
Nesse episódio, Marcelo Geraldelli, Gerente de Controladoria da Coopercitrus e Marcilio Francisco, Gerente de Meios de Pagamentos do Itaú BBA, discutem a nova Reforma Tributária e seus impactos no agronegócio, destacando as principais mudanças da legislação para o produtor rural e os demais elos da cadeia do agro. Para acessar os materiais da Academia Agro do Itaú BBA, clique aqui.
Em janeiro, as chuvas se intensificaram na maior parte do Brasil, garantindo os umidade no Centro-Oeste, Sudeste e MATOPIBA, enquanto o Rio Grande do Sul manteve precipitações escassas e irregulares, elevando o risco de perdas caso não chova nos próximos dias. No restante do país, a colheita avança e as lavouras apresentam bom potencial, com possibilidade de revisões positivas se o clima melhorar no Sul. Na Argentina, o clima quente e seco reduziu a condição das lavouras de soja, embora ainda estejam melhores que no ano passado. No cenário internacional, o acordo de livre comércio entre UE e Índia promete ampliar significativamente o acesso ao mercado indiano, mantendo proteções para setores sensíveis e reforçando padrões sanitários e regulatórios.
Nesse Prosa Agro com convidados, conversamos com o Luiz Osório Dumoncel, fundador e presidente do conselho da 3tentos, sobre os vários negócios da empresa no agronegócio brasileiro. A conversa aborda como a 3tentos vem fortalecendo sua estratégia de integração na cadeia — insumos, originação, processamento de grãos e produção de biocombustíveis — destacando como os negócios juntos geram sinergias e mais valor. Discutindo também os diferenciais que mantêm a empresa lucrativa no negócio de insumos, mesmo diante das perdas observadas no mercado, com foco em gestão integrada de risco de preço, margem e crédito. Sendo que o relacionamento de longo prazo é um dos pilares da companhia. O bate-papo avança sobre as perspectivas da cultura da canola, ainda emergente no Brasil, e os planos de expansão da companhia para novos estados, pois com o desenvolvimento das regiões aumenta o potencial de negócios dos locais. Por fim, explora-se o impacto da Lei do Combustível do Futuro, os investimentos em biodiesel e as expectativas para a nova planta de etanol de milho no MT e a futura unidade no PA. Para acessar os materiais da Consultoria Agro do Itaú BBA e se inscrever para receber os conteúdos, clique aqui.
Neste episódio, conversamos com Pedro Renault, superintendente de Pesquisa Econômica do Itaú Unibanco, sobre os principais vetores macroeconômicos que devem influenciar o agronegócio em 2026. Abordamos a trajetória de juros e inflação nos EUA, o cenário de política monetária global, a relação entre EUA e China após o recente acordo comercial, além dos riscos geopolíticos no Oriente Médio e seus impactos sobre energia, insumos e logística.No Brasil, discutimos crescimento, inflação, juros, câmbio e ambiente político, analisando como esses fatores podem afetar crédito rural, investimentos, custos de produção e competitividade das exportações. Uma conversa essencial para quem busca antecipar cenários e tomar decisões mais estratégicas em um ambiente macro cada vez mais desafiador.
O Parlamento Europeu enviou o acordo UE–Mercosul ao Tribunal de Justiça da UE, atrasando sua entrada em vigor. No Brasil, a Abiove projeta a produção de soja em 177,1 milhões de toneladas, com esmagamento recorde previsto para 2026, além de um aumento relevante das exportações dos seus produtos. Já a Abiec avalia que as exportações de carne bovina permanecem firmes apesar das salvaguardas da China, enquanto o boi gordo apresenta recuperação nos contratos futuros.
A regularização das chuvas no final de dezembro e início de janeiro melhorou a umidade do solo e favoreceu o desenvolvimento da soja no Brasil, resultando em revisões positivas das projeções, que agora convergem para cerca de 180 milhões de toneladas. O clima úmido beneficiou grande parte das regiões produtoras, embora o excesso de chuva traga atrasos pontuais à colheita. Estados como RS, MS, GO e áreas do MATOPIBA apresentam recuperação e bom potencial produtivo. A Argentina também exibe lavouras em excelentes condições, fortalecendo a expectativa de safra cheia na América do Sul. Nos EUA, o USDA elevou a produção e reduziu as exportações, mantendo pressão baixista sobre os preços globais.
Neste episódio, conversamos com Saulo Faleiros, diretor vice-presidente da Cocapec. Discutimos como decisões tomadas em períodos de preços altos podem influenciar a sustentabilidade do negócio, conectando experiências da cafeicultura a aprendizados recentes de outros segmentos, como o da soja. O diálogo explora a evolução do produtor na compreensão de indicadores mais estratégicos, o papel da cooperativa na orientação sobre investimentos, endividamento e reservas, e os desafios de avançar na cultura de gestão de risco, especialmente em tempos de preços elevados. Finalizamos refletindo sobre a maturidade empresarial do setor e sobre como o produtor capitalizado pode garantir resiliência e crescimento sustentável no longo prazo. Para acessar os materiais da Consultoria Agro do Itaú BBA e se inscrever para receber os conteúdos, clique aqui.
O USDA revisou para cima a produção global de soja, milho e algodão, ampliando estoques e reforçando um viés baixista nos mercados. No Brasil, a soja deve bater novo recorde, enquanto os EUA confirmam supersafra de milho. No comércio internacional, a tarifa de 25% anunciada pelos EUA contra países que negociam com o Irã acende alerta para o Brasil, especialmente pelo peso do milho nas exportações ao país e pelo risco de alta nos fertilizantes nitrogenados em meio às tensões geopolíticas.
Novas restrições comerciais impostas por China e México alteram o cenário das exportações brasileiras de carne. A China aplicou medida de salvaguarda sobre as importações de carne bovina, incluindo o Brasil. Além disso, o México definiu cotas para carne bovina, suína e arroz, restringindo o acesso ao mercado. Por fim, o café iniciou 2026 com preços em alta, diante de preocupações com clima, desvalorização do dólar e tensões entre EUA e Venezuela.
O acordo UE-Mercosul voltou ao debate, com Alemanha e Espanha defendendo sua aprovação e França, Itália e Polônia resistindo por temer impactos agrícolas, mesmo após proposta de salvaguardas. No mercado global de carnes, o USDA prevê ajuste em 2026: queda nas exportações de bovinos e suínos, enquanto o frango lidera o crescimento. Brasil se consolida como maior produtor mundial de carne bovina.Perdeu a live de atualização do Visão Agro? Confira clicando aqui.
Nesse Prosa Agro com convidados, conversamos com o Pedro Fernandes, sócio e diretor comercial de agronegócios, e Guilherme Novaes, gerente de crédito, ambos do Itaú BBA, sobre o setor sucroenergético. O foco foi no viés financeiro do setor sucroenergético, tanto sobre a situação do fechamento da safra 2025/26, quanto para as perspectivas para as próximas safras. Durante o episódio, abordamos o efeito da queda dos preços recente do açúcar sobre as margens das usinas, a situação da alavancagem e o perfil de dívida dos principais produtores do setor. As perspectivas estratégicas do setor, assim como investimentos e M&A também são tópicos dessa conversa. Além disso, nesse episódio passamos pelos resultados do estudo setorial do crédito com as 48 usinas do setor que fazem parte da base de clientes do Itaú BBA, os “diálogos do setor sucroenergético”, o qual chegou a sua 12ª edição nesse ano. O resumo desse estudo pode ser acessado, clicando aqui. Para acessar os materiais da Consultoria Agro do itaú BBA e se inscrever para receber os conteúdos, clique aqui.
Neste episódio, Luciana Nicola, Diretora de Relações Institucionais e Sustentabilidade do Itaú BBA, e João Adrien, Head ESG Agro do Itaú BBA, analisam os principais impactos e oportunidades que a COP30 traz para o setor agro no Brasil. A conversa destaca os principais impactos, oportunidades estratégicas e caminhos para posicionar o setor como protagonista na agenda global de sustentabilidade.
O USDA manteve as estimativas para a safra, exportações e estoques de soja dos EUA na temporada 2025/26. No milho, as exportações americanas foram revisadas para 81,3 milhões de toneladas e os estoques reduzidos para 51,5 milhões de toneladas. Segundo o IBGE, a produção animal no 3o trimestre de 2025 cresceu, com o abate de bovinos atingindo 11,3 milhões de cabeças, o de suínos, 15,8 milhões e frangos, 1,7 bilhão de cabeças. Por fim, o Fundecitrus projetou a safra 2025/26 de laranja para SP e MG em 294,8 milhões de caixas, 28% superior à safra passada.Perdeu a live de atualização do Visão Agro? Confira clicando aqui.
Neste episódio do Prosa Agro com convidados, recebemos Igor Figueredo, diretor comercial da Rumo, para discutir os caminhos da logística no Brasil. O transporte por ferrovia ajuda o setor do agronegócio a escoar sua produção, especialmente entre o interior e os portos, devido aos gigantescos volumes e às grandes distâncias envolvidas, que são melhor manejados pelo modal ferroviário. Além disso, a escala do transporte ferroviário e o menor consumo de combustível por volume transportado também contribui o meio ambiente, reduzindo a pegada de carbono no deslocamento dos produtos transportados.O foco da Rumo no agronegócio se expressa pelo grande volume de grãos que a empresa transporta e pelos investimentos significativos que estão sendo realizados no Mato Grosso, região com grande crescimento de diversos produtos do agronegócio. A gama de produtos envolvidos no transporte ferroviário está cada vez mais ampla: além dos grãos, entram na pauta açúcar, etanol, celulose entre outros. Além dos insumos, o transporte de fertilizantes e derivados de petróleo é um segmento igualmente importante para a empresa e para o agronegócio.Nos investimentos da empresa, também se destaca o aumento da relevância do etanol no transporte de biocombustíveis. O volume de etanol de milho embarcado no Mato Grosso e transportado até Paulínia (SP), o grande hub nacional de combustíveis, vem crescendo e deverá aumentar ainda mais nos próximos anos. Esse é um transporte que leva o produto da área produtora até a região consumidora, garantindo uma menor pegada de carbono para esse biocombustível.Para acessar os materiais da Consultoria Agro do itaú BBA e se inscrever para receber os conteúdos, clique aqui.
A Secex divulgou os dados de comércio exterior de novembro, indicando crescimento das exportações do agronegócio em relação ao ano anterior, mesmo com retração frente ao mês passado. Carne bovina, soja e café lideraram os embarques, e o acumulado aponta para um possível recorde em 2025. No Centro-Sul do Brasil, o período da colheita de cana-de-açúcar está acabando, sendo que na safra as usinas reduziram a moagem de cana, mas aumentaram a produção de açúcar. O etanol recuou no total, enquanto o milho segue avançando na participação. Os créditos de descarbonização (CBIOs) registraram o menor valor desde 2020, após o adiamento da reunião do CNPE que definiria as metas de descarbonização para os próximos anos, trazendo incertezas ao mercado.Perdeu a live de atualização do Visão Agro? Confira aqui.
O Parlamento Europeu confirmou o adiamento da Lei Antidesmatamento (EUDR), dando às empresas até 2026 e 2027 para se adequar às exigências de rastreabilidade e origem livre de desmatamento, além de simplificar regras para pequenos produtores. No mercado do boi gordo, a China prorrogou novamente a investigação sobre medidas de salvaguarda para carne bovina, garantindo um alívio temporário para as exportações e influenciando os preços futuros.Perdeu a live de atualização do Visão Agro? Clique aqui.












