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Cantinho da Psicóloga: áudios dos nossos Blogposts

Author: Cantinho da Psicóloga

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Os áudios dos conteúdos são gerados por IA - Inteligência Artificial a partir das centenas de textos e artigos elaborados por psicólogos.
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Não é novidade alguma que estamos em uma era com números alarmantes de pessoas ansiosas em todo o mundo, não é mesmo? Por isso mesmo, torna-se essencial conhecer quais são os tipos de ansiedade mais comuns. Neste artigo, separamos algumas informações úteis para que você consiga compreender melhor o tema e saber quando é o momento de procurar ajuda. Boa leitura! O que é ansiedade? A ansiedade é uma reação natural do ser humano que está relacionada à preocupação antecipada com alguma situação que está para ocorrer. Seja com relação ao trabalho, a mudanças na rotina ou quaisquer outras circunstâncias do cotidiano. No entanto, quando essa questão de saúde psicológica faz a pessoa sentir preocupação excessiva, angústia, irritabilidade e demais sintomas. 6 principais tipos de ansiedade Conforme explicamos acima, diferentemente da ansiedade comum que as pessoas podem sentir uma vez ou outra, o transtorno de ansiedade geralmente é caracterizado por crises de ansiedade extrema e que podem variar de acordo com cada paciente. Abaixo listamos alguns dos principais tipos de ansiedade para que você possa se atentar e identificar de forma mais precoce. Confira: 1. Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG) Este é um dos tipos mais comuns de transtornos de ansiedade, sendo que indivíduos com esta condição tendem a sentir a todo momento uma preocupação extrema, ainda que até então não exista qualquer justificativa para ficar assim. Pode-se afirmar que o paciente com Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG) sente uma tensão exagerada em relação às situações de sua vida e, no geral, ela é desenvolvida em pessoas que já têm alguma outra condição, a exemplo da depressão ou de alguma fobia. 2. Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) Em situações de Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC), existem padrões de ansiedade ao mesmo tempo em que há ideias obsessivas e/ou comportamentos repetitivos, os quais acontecem independentemente da vontade da pessoa. Vale dizer que esses comportamentos acontecem de forma intrusiva, fazendo com que o paciente busque amenizar a ansiedade quando os pratica. Contudo, é preciso lembrar que esse alívio é temporário. 3. Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT) Nos casos de Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT), como o próprio nome sugere, o indivíduo tende a ter problemas com ansiedade intensa depois de passar por experiências traumáticas, a exemplo de acidentes, desastres ou violência. Essa condição de saúde mental provoca picos de estresse que podem aumentar bastante a ansiedade, já que a pessoa inevitavelmente revive as memórias negativas do trauma, o que a leva a tentar evitá-las ao máximo. 4. Transtorno do Pânico Nesta modalidade de transtorno, as crises de ansiedade acontecem repentinamente, deixando a pessoa em estado de verdadeiro terror, ou seja, com quadro de pânico e medo extremo acompanhados de alguns sintomas físicos, tais como falta de ar e palpitação. Uma vez que surge de forma inesperada, o indivíduo com transtorno do pânico enfrenta um momento de mal-estar com reações que ficam fora de seu controle, deixando-o totalmente desconfortável e em pânico. 5. Transtorno de Ansiedade Social (TAS) Aqui há um tipo de ansiedade intensa que a pessoa sente ao imaginar que terá um julgamento ou avaliação negativa de outras pessoas em situações sociais. É importante destacar que a ansiedade é tanta que elas podem até evitar qualquer contato social. Este transtorno possui características incapacitantes e limitantes, pois os pacientes comumente passam a ficar cada vez mais retraídos devido a essa ansiedade irracional de interagir socialmente. 6. Agorafobia Trata-se de um transtorno de ansiedade em que o paciente tem um medo intenso de estar em uma situação ou um lugar que seja difícil de escapar ou de pedir ajuda caso necessite, por exemplo, caso ele esteja passando por uma crise de pânico. Comumente, essa ansiedade extrema acontece em situações normais do cotidiano, quando o indivíduo precisa realizar algumas a...
As funções psíquicas, como o próprio nome indica, são as manifestações da vida psíquica, isto é, da chamada "psique". Elas são consideradas elementos relevantes para a compreensão do funcionamento como um todo de um indivíduo. Na psiquiatria, por exemplo, o detalhamento do quadro clínico dos pacientes depende de uma análise precisa e minuciosa de todas as características passíveis de serem observadas em suas funções psíquicas. Quer entender mais sobre o assunto? Continue a leitura para conhecer as principais funções psíquicas e compreender sua importância! O que são funções psíquicas? As funções psíquicas são elementos que permitem compreender o funcionamento global de uma pessoa. Diz-se que elas correspondem às manifestações do mundo interior do indivíduo, que se expressam por meio do comportamento, tais como: emoções; desejos; instintos; lembranças; raciocínios. Quando essas funções estão preservadas, elas contribuem para uma adaptação adequada e para uma boa qualidade de vida. Contudo, quando se encontram em mau funcionamento, podem indicar adoecimento psíquico. Apesar de serem distintas, as funções psíquicas se complementam, e sua análise cuidadosa é fundamental para uma avaliação clínica precisa. Por que é importante conhecê-las? É importante conhecer as funções psíquicas porque isso nos permite compreender o nosso próprio funcionamento mental, além de reconhecer como os pensamentos, emoções e comportamentos se organizam na vida cotidiana. Quando o indivíduo desenvolve essa consciência, amplia–se a sua capacidade de autoconhecimento, de modo que ele passa a identificar com mais clareza suas potencialidades e limitações. Ademais, entender essas funções também favorece: uma melhor regulação das emoções e dos impulsos; a tomada de decisões mais conscientes e racionais; o aprimoramento das relações interpessoais; o reconhecimento precoce de sinais de sofrimento psíquico; a busca de ajuda profissional quando necessário. No contexto clínico, conhecer as funções psíquicas permite avaliar o estado mental de forma mais cuidadosa, facilitando a identificação de possíveis alterações e contribuindo para um cuidado mais adequado no âmbito da saúde mental. 11 principais funções psíquicas As funções psíquicas são diversas e atuam de maneira conjunta em nosso dia a dia. São estudadas separadamente para facilitar a compreensão, mas, na prática, elas funcionam paralelamente, influenciando nossos pensamentos, emoções e comportamentos. A seguir, apresentaremos as funções mais conhecidas e frequentemente avaliadas, explicando de maneira simples como cada uma delas participa do funcionamento da mente. 1. Atenção Trata-se da capacidade de concentração em uma atividade mental a respeito de algo, envolvendo nossa aptidão em manter a atenção e o foco, escolher os dados relevantes, bem como planejar e tomar decisões. Logo, a atenção é a função psíquica que permite selecionar e manter o foco em um estímulo específico dentre vários, filtrando as informações que chegam à consciência. No geral, ela relaciona-se à ideia de vigilância, concentração e seletividade. 2. Consciência No estado normal da pessoa, consiste na soma total das suas experiências em sã consciência em um momento específico. Por meio dela, pode-se vivenciar os processos mentais em contato com a realidade. Na consciência, o indivíduo encontra-se em alerta, vigilância ou mesmo em lucidez. Já nas situações de alteração, há um rebaixamento dos níveis de consciência em que ele perde parte dela ou fica em estado de desorientação psíquica. 3. Memória É a capacidade de fixar e manter informações de experiências ou fatos que já aconteceram. Este é um recurso cognitivo utilizado constantemente pelas pessoas, ainda que de forma não intencional, permitindo distinguir experiências por meio das memórias armazenadas. Suas alterações são diversas, a exemplo da perda ou diminuição dessa capacidade de registrar e manter as memórias (amnésias ou hipomnésias) ou no aumento da capacidade em reter as nov...
Para você que busca formas de alavancar sua carreira, saiba que existem livros para crescimento profissional que são essenciais para te ajudar. Especialmente porque o conhecimento técnico é uma habilidade indispensável no mercado de trabalho. Vale dizer que o desenvolvimento depende de cada um, já que cada profissional deve ter domínio da sua área de atuação. Assim, investir no conhecimento por meio do hábito da leitura é uma das formas mais eficazes de obter sucesso na carreira. Neste artigo, nós vamos te apresentar alguns livros muito úteis para quem deseja aprender técnicas e outros mecanismos de desenvolvimento profissional. Continue a leitura para conhecê-los! Livros para crescimento profissional: 11 opções Como você deve saber, a leitura abre portas para que possamos aprender a respeito dos mais diversos assuntos.. A seguir, listamos algumas sugestões de livros para te ajudar a impulsionar sua carreira: 1. O Poder do Hábito (Charles Duhigg) Esta obra faz uma análise profunda acerca dos hábitos de rotina das pessoas e como eles funcionam. Ademais, o livro demonstra como podemos desenvolver novos costumes capazes de transformar totalmente nossas vidas. 2. Steve Jobs (Walter Isaacson) Nada melhor para o aprendizado do que conhecer e se inspirar na história de pessoas que fizeram grandes trajetórias empreendedoras. Um exemplo conhecido é o do inventor e empresário Steve Jobs, responsável por revolucionar indústrias do setor de informática. 3. Soft Skills: competências essenciais para os novos tempos (Lucedile Antunes) As habilidades comportamentais dos trabalhadores têm sido exigidas, cada vez mais, em processos seletivos, de modo que, tais competências, também conhecidas como "soft skills", são elementos fundamentais para a ascensão profissional. Nesta obra, a autora, juntamente com uma equipe de especialistas, compartilha experiências relacionadas ao tema e aborda as habilidades mais requisitadas, tais como a empatia, comunicação, negociação e liderança. 4. Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas (Dale Carnegie) É considerada uma obra clássica dos relacionamentos interpessoais, a qual conta com boas histórias, exemplos do cotidiano e bons conselhos para pessoas que desejam evoluir em suas relações, inclusive as profissionais. O livro é altamente interessante e recomendado, pois auxilia no desenvolvimento de habilidades sociais por meio de práticas fundamentais para a construção de vínculos resistentes, sobretudo no ambiente de trabalho. 5. Pai Rico, Pai Pobre (Robert T. Kiyosaki) Muito além de uma obra que aborda a educação financeira, Pai Rico, Pai Pobre também contribui para o crescimento pessoal, sobretudo para quem busca o despertar da inteligência quanto às finanças. Com grandes ensinamentos para melhor gerir o dinheiro, o livro colabora ainda para que a pessoa possa alcançar mudança de mentalidade, de comportamentos e de crenças, o que pode ter efeitos positivos na carreira profissional. 6. Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes (Stephen Covey) Ser eficaz é uma competência muito exigida em qualquer ambiente profissional, sendo, portanto, fundamental que os trabalhadores desenvolvam essa habilidade em suas vidas, algo que é proposto nesta obra. Considerado um livro inspirador e impactante, há décadas ele ensina hábitos para conseguir autodomínio, bons comportamentos em equipe e boa comunicação, além de conduzir o indivíduo com histórias reais que o ajudam a ser mais produtivo. 7. Elon Musk (Ashlee Vance) Aqui temos uma biografia de outro grande empreendedor do nosso tempo, cujo autor Ashlee Vance retrata em palavras a jornada de vida de Elon Musk. Assim, ela é contada em detalhes que remetem desde a sua infância até os seus grandes feitos no ramo da tecnologia. Por meio deste livro, é possível conhecer as habilidades deste homem que, além de um empreendedor considerado genial por grande parte das pessoas, é ousado e corajoso, suportando os obstáculos e se reconstruindo dia após dia. 8. O Poder da Ação (Paulo V...
Para muitas pessoas, o conflito é algo a ser evitado a qualquer custo. Ele é associado a brigas, rupturas, rejeição e sofrimento. Ainda assim, há situações em que o silêncio — a ausência de diálogo, de posicionamento e de expressão emocional — passa a incomodar mais do que um confronto direto. O que antes parecia proteção começa a gerar angústia, distância e desgaste interno. Ficar em silêncio nem sempre é sinônimo de paz Em muitos casos, o silêncio funciona como um lugar de contenção forçada, onde sentimentos são engolidos, necessidades são ignoradas e verdades ficam suspensas. Logo, quando isso acontece de forma repetida, o corpo e a mente começam a sinalizar que algo não vai bem. O silêncio como estratégia emocional para evitar conflito O silêncio raramente é neutro. Em muitos contextos, ele é uma estratégia emocional aprendida ao longo da vida. Silenciar pode ter sido, em algum momento, a melhor forma de sobreviver emocionalmente, evitar punições ou preservar vínculos importantes. Para algumas pessoas, ficar em silêncio pode ser importante para processos terapêuticos, e para outros e significa segurança. Em ambientes familiares ou afetivos marcados por explosões emocionais, críticas constantes ou instabilidade, falar podia gerar consequências imprevisíveis. Com o tempo, essa estratégia pode se tornar automática. A pessoa se cala não porque escolhe conscientemente, mas porque o silêncio parece o caminho mais seguro. O problema surge quando essa proteção deixa de proteger e passa a gerar sofrimento. O silêncio também pode estar associado à ideia de maturidade Muitas pessoas aprenderam que "engolir" sentimentos é sinal de força, controle e racionalidade. Expressar incômodo, raiva ou frustração, por outro lado, foi associado à fraqueza, descontrole ou imaturidade. Assim, o silêncio passa a ser valorizado, mesmo quando custa caro emocionalmente. Quando o silêncio deixa de ser proteção e vira conflito Ele começa a incomodar quando ele exige que a pessoa se afaste de si mesma. Calar constantemente o que sente, pensa ou precisa cria um distanciamento interno. Emoções não expressas não desaparecem; elas se acumulam, e podem acabar aparecendo em expressões corporais. Com o tempo, esse acúmulo pode se manifestar como irritação difusa, tristeza sem causa aparente, cansaço emocional ou sensação de vazio. A pessoa pode não saber exatamente o que está errado, mas sente que algo está sendo constantemente abafado. O silêncio também pode gerar sensação de invisibilidade Isso afeta diretamente a autoestima e o senso de valor pessoal. Além disso, o silêncio prolongado costuma alimentar fantasias e interpretações. A ausência de diálogo cria espaço para mal-entendidos, ressentimentos e distanciamento emocional. O medo do conflito e suas origens emocionais O medo do conflito raramente surge do nada; ele costuma ter raízes profundas na história emocional do sujeito. Conflito associado à perda de vínculo Para muitas pessoas, conflito é sinônimo de abandono. Em experiências passadas, discordar, reclamar ou se posicionar pode ter resultado em afastamento emocional, punição ou rejeição. Assim, o cérebro aprende a associar conflito a risco de perda. Na vida adulta, mesmo conflitos pequenos ativam esse medo primitivo: "se eu falar, posso perder essa relação". Assim sendo, o silêncio surge, então, como tentativa de preservar o vínculo, mesmo que isso custe o próprio bem-estar. Dificuldade em lidar com emoções intensas O conflito envolve emoções intensas, como raiva, frustração e tristeza. Pessoas que não aprenderam a lidar com essas emoções tendem a evitá-las. O silêncio funciona como forma de evitar o contato com sentimentos considerados perigosos ou desorganizadores. Crenças sobre ser "difícil" ou "problemático" Algumas pessoas carregam a crença de que expressar incômodo é ser inconveniente, exagerado ou difícil de conviver. Para não ocupar esse lugar, preferem se calar, mesmo quando algo as machuca. Essas crenças fazem com que o silêncio pareça ma...
Saber como tomar decisões difíceis, apesar de desafiador, é extremamente importante. Afinal de contas, a incerteza e a insegurança podem gerar diversos problemas emocionais, como ansiedade e estresse e, ainda, prejudicar o seu crescimento pessoal e profissional. Mas, então, como tomar decisões difíceis com assertividade e segurança? Essa é a dúvida de muitas pessoas e é ela que responderemos neste post. Continue a leitura para conferir algumas estratégias simples, mas eficazes na hora da tomada de decisões em assuntos sérios. Vamos lá! Por que tomar decisões difíceis é desafiador? Tomar uma decisão difícil costuma ser desafiador e complexo por vários motivos. Primeiramente, porque ela geralmente possui várias alternativas ou envolve grandes mudanças (como mudar de emprego ou de cidade, se divorciar, ter um filho, etc.), o que pode causar insegurança e ansiedade frente ao novo. Além disso, diante da necessidade de escolher entre um caminho ou outro é comum vir o medo e a apreensão de se estar tomando a decisão equivocada e/ou de se estar abdicando da outra opção. Todos esses fatores somados a outras particularidades podem culminar na procrastinação, autossabotagem e, até mesmo, questões de saúde mental, como crises de ansiedade, estresse, síndrome do pânico, etc. 6 estratégias para tomar decisões difíceis com mais assertividade Como forma de possibilitar a tomada de decisões difíceis com assertividade e mais tranquilidade, trouxemos algumas dicas e estratégias que podem te ajudar. Veja só: 1. Liste todas as alternativas que você tem Pegue papel e caneta e anote todas as opções que você tem dentro dessa decisão que precisa tomar. Parece algo simples, mas colocar tudo no papel clarifica a mente e torna o processo mais fácil, uma vez que você consegue visualizar os prós e contras. Nesse papel, também vale a pena colocar os possíveis resultados diante de cada decisão. Ainda que não possamos prever o futuro, imaginar possíveis cenários (consciente de que não são certezas, apenas possibilidades) também pode auxiliar. 2. Separe um período da semana para refletir sobre É muito importante que você não tome nenhuma decisão no calor do momento, sob estresse, tensão ou outra forte carga emocional. Isso porque as emoções podem interferir no processo, fazendo com que você se arrependa posteriormente. Diante disso, o recomendado é que você tire um dia/horário da semana para refletir sobre a questão. Esse será o momento em que você fará as anotações no papel (dica dada anteriormente) e poderá analisar com calma e cautela todos os cenários. Dica extra: procure fazer isso após o expediente de trabalho ou em dias de folga, para que demandas profissionais não interrompam o seu processo reflexivo. 3. Converse com pessoas de confiança Também vale a pena pedir a opinião de pessoas de confiança para te ajudarem. É claro que a decisão final é sua, mas os conselhos e as visões diferentes podem agregar positivamente – desde que você tenha filtro. Compartilhe seus desafios, medos e inseguranças com quem você sabe que te quer bem e, assim, tenha a chance de visualizar cenários e possibilidades diferentes daqueles que até então você tinha enxergado. Dica extra: saiba escolher bem o amigo a quem pedirá o conselho. Aqui você deve analisar não apenas o nível de confiança, mas também de expertise. Isso significa que, se você precisa tomar uma decisão amorosa, o ideal é buscar algum amigo que tenha vivenciado experiências amorosas. Do mesmo modo, se precisa tomar uma decisão profissional, busque pessoas que tenham atuações parecidas com as suas. 4. Pense em quem você é e quais são seus objetivos Esse é um ponto em que o autoconhecimento será de grande valia. Sim, você precisa saber quem é, quais são suas prioridades, motivações, desejos e vontades para que a decisão vá de encontro com o que se realmente almeja para a vida. Nesse sentido, quando você trabalha o autoconhecimento, consegue olhar mais e melhor para dentro de si, identificando valores, habilidades...
A fase escolar é repleta de descobertas e extremamente importante para o desenvolvimento das crianças e adolescentes. Entretanto, alguns momentos também podem desencadear a ansiedade, como o início do ano letivo, a chegada das provas, a briga com algum colega, etc. Nestes eventos, pais e professores devem saber como agir para evitar que essa ansiedade se transforme em algo maior e prejudique o bem-estar e a saúde mental dos pequenos. Afinal de contas, eles ainda não sabem lidar bem com suas emoções, daí a necessidade de se intervir com auxílio e práticas saudáveis. Por isso, neste post, trouxemos 9 dicas de como ajudar as crianças a controlarem a ansiedade na escola, melhorando a experiência delas nessa instituição social tão essencial. Confira! 9 Dicas para ajudar as crianças a controlarem a ansiedade na escola A seguir, listamos algumas dicas práticas que podem ser utilizadas em diversas situações escolares passíveis de desencadear a ansiedade: 1. Mantenha uma rotina organizada Contar com uma rotina organizada e que traga previsibilidade possibilita que a criança se sinta mais confortável e segura para ter as suas vivências escolares. Naturalmente, adversidades podem – e vão – acontecer, o que tende a desorganizar um pouco o dia a dia. No entanto, quando há horários regulares para comer, dormir, brincar e estudar, os desafios que surgem, como o início do ano letivo ou a época de provas, se tornam menos intensos, o que ajuda no controle da ansiedade e do estresse. 2. Incentive a prática de atividades extras Assim como acontece com os adultos, a ansiedade nas crianças também pode ser controlada por meio da prática de atividades físicas e de hobbies. Afinal, além de liberarem hormônios do prazer e do bem-estar, elas ajudam as crianças a relaxarem e a se "esquecerem" dos problemas que as afligem. Nesse sentido, vale a pena incentivá-las a praticar algum esporte, tirar momentos para passear na natureza, fazer leituras e contação de histórias em família, entre outras atividades lúdicas e/ou físicas que permitam a sensação de bem-estar. 3. Crie uma lista de mensagens positivas Uma dica muito útil – e que serve tanto para professores quanto para pais – é anotar em vários papéis mensagens positivas, de autofirmação de enfrentamento, e dobrá-las. Assim, toda vez que a criança for passar por algum desafio que a deixe ansiosa, como o ingresso em nova escola ou os dias que antecedem a realização de uma prova, por exemplo, peça-a que escolha uma frase e abra. Algumas mensagens podem ser: "Eu consigo e sei que posso contar com os meus pais para me apoiarem" ou "Já passei por outras experiências diferentes e deu certo". Apesar de parecer pequeno, esse gesto ajudará a criança a desenvolver sua capacidade de enfrentamento e se sentir mais segura para as situações desafiantes escolares. 4. Prepare-as com antecedência e ensine o planejamento desde cedo Também é importante ensinar desde cedo o que é o planejamento para as crianças – e como fazê-lo, a fim de possibilitá-las o desenvolvimento dessa habilidade para a vida. Nesse sentido, no âmbito escolar, ensine o seu filho a se planejar e se preparar para a nova realidade escolar por meio de práticas simples, como: Levando-o em uma visita à escola antes das aulas começarem para que ele conheça o ambiente e os professores; Apresentando-o a grupos de futuros amigos antes do ano letivo se iniciar; Introduzindo materiais didáticos de disciplinas novas ainda nas férias. Tudo isso possibilita a familiarização a espaços, pessoas e conteúdos, o que reduz os picos de ansiedade e estresse. 5. Mostre que você também passa por momentos de ansiedade As crianças se espelham nos adultos, direta e indiretamente. Nesse sentido, é muito válido mostrar, por meio de conversas e de atitudes práticas, que você também passa por momentos de ansiedade, mas que consegue lidar com essas situações. Sim, isso significa que você precisa ter controle emocional para que elas possam aprender com você. Afinal, o maior aprendiz...
Se tornar uma pessoa menos ciumenta é uma evolução que pode trazer benefícios não apenas para as relações, mas, principalmente, para você mesmo. Sim, o ciúmes, apesar de ser um sentimento normal, quando em excesso pode prejudicar o seu próprio bem-estar e a sua saúde mental, uma vez que tende a desencadear o estresse, a baixa autoestima, as crises de ansiedade e muito mais. Por isso, ser menos ciumento é um ato de amor-próprio! Neste artigo, daremos algumas dicas práticas que podem te ajudar no seu dia a dia a se tornar alguém mais confiante, seguro e consistente nas relações interpessoal e intrapessoal. Confira! 7 dicas para ser uma pessoa menos ciumenta Como mencionamos, o ciúme é um sentimento comum dentro dos relacionamentos, seja de amizade ou amoroso. No entanto, é preciso estar atento para quando este se torna excessivo, prejudicando a relação com o próximo e consigo mesmo. Pessoas muito ciumentas tendem a desenvolver emoções negativas e prejudiciais à sua própria saúde, como ansiedade, estresse excessivo e insegurança. Daí a importância de controlar o ciúme: não pelo outro, mas por você mesmo. A seguir, confira algumas dicas para aplicar no seu dia a dia e se tornar uma pessoa menos ciumenta (e mais saudável): 1. Investigue a razão do ciúmes O primeiro passo é procurar entender o porquê você tem apresentado o ciúme excessivo. Aconteceu algo no passado, como uma traição, que tenha gerado um trauma e desencadeado esse sentimento tão negativo? Mas, atenção: faça esse exercício quando a crise já tiver passado, porque, do contrário, os gatilhos podem intensificar o ciúmes, desencadeando reações mais severas e impulsivas. Assim, quando você estiver em um momento mais tranquilo, procure compreender o que no seu passado pode ter levado a essa insegurança e falta de confiança em si mesmo. 2. Mantenha sempre o diálogo O diálogo sincero com o seu parceiro também é de suma importância para o processo. Nesse sentido, você deve expor a ele quais situações te deixam inseguro e enciumado, bem como as pessoas que, quando próximas, despertam esse sentimento. Essa é uma oportunidade de ele se explicar e esclarecer algum mal entendido como também de compreender as suas questões. Desse modo, evita-se brigas e discussões que podem ser resolvidas com uma conversa franca e sincera. 3. Não compare relacionamentos passados Uma das principais fontes do ciúmes é a comparação da sua relação com os relacionamentos passados – seus e do parceiro. Fruto da insegurança e do medo, esse tipo de atitude tende a desestruturar o vínculo afetivo, levando a brigas constantes e frustrações. Nesse sentido, é preciso compreender que cada pessoa e cada relacionamento são únicos e que as experiências passadas negativas não devem ser trazidas para este novo momento. Além disso, tenha em mente que o que o seu parceiro viveu com outras pessoas já foi findado, e que isso, portanto, não deve ser motivo de ciúmes. Liberte-se! 4. Tenha uma vida social ativa Pessoas que sofrem com o ciúme doentio costumam deixar a vida social de lado para se dedicar exclusivamente à vida do parceiro. Em outros casos, a relação pode ser tóxica, o que também contribui para esse afastamento dos amigos, familiares e hobbies. Diante disso, é muito importante não se isolar, o que implica em sair com os amigos, fazer alguma atividade que lhe dê prazer, etc. Lembre-se de que a sua vida não se resume ao seu relacionamento amoroso e que outras áreas da vida são tão importantes quanto. Além de te ajudar a enfrentar o ciúmes, essa prática contribuirá enormemente para a sua saúde mental e bem-estar de uma forma geral. 5. Fortaleça a autoestima e o amor-próprio A raiz do ciúme também pode ser a falta de autoestima e de amor-próprio, que costumam ter sido desencadeados por traumas em relacionamentos passados ou até mesmo na infância, como o sofrimento de bullying ou falas ofensivas de familiares. Por isso, é essencial desenvolver essas duas habilidades para se sentir mais seguro e compreender a sua i...
As crises existenciais são momentos em que a vida parece escapar por entre os dedos. Nada satisfaz, nada empolga, nada parece ter sentido. Muitas pessoas interpretam esse vazio como algo exclusivamente negativo, quando na verdade ele é um sinal de transformação. É o início de um chamado interno para revisar caminhos, escolhas e crenças. O que é uma crise existencial? Uma crise existencial é um momento de questionamento intenso sobre quem somos, o que estamos fazendo e para onde estamos indo. É quando a vida cotidiana, que antes parecia automática, se torna palco de dúvidas profundas. A pessoa passa a observar seu comportamento, suas relações, seus hábitos e sua trajetória com olhar crítico — às vezes até doloroso — como se estivesse vendo tudo pela primeira vez. Diferentemente de um período comum de estresse, a crise existencial toca aspectos mais profundos: propósito, identidade, valores, liberdade, morte, limitações, possibilidades. Por isso, muitas vezes ela se confunde com tristeza, ansiedade ou confusão mental. Há quem descreva como "estar andando no escuro", ou como se o chão tivesse desaparecido. Essa sensação de desorientação interna também se manifesta fisicamente. O corpo reage ao incômodo emocional com fadiga, tensão muscular, insônia e até dificuldade para manter rotinas, deixando o corpo propenso ao burnout. É um movimento complexo, onde mente e corpo sinalizam que algo precisa mudar. Por que o vazio aparece? O vazio existencial não surge do nada. Ele aparece quando velhas estruturas — padrões emocionais, expectativas alheias, papéis sociais, narrativas internas — deixam de fazer sentido. É como se o mundo interno estivesse trocando de pele. Esse vazio costuma emergir quando nos afastamos de nós mesmos. Pode ser o acúmulo de anos vivendo em função do que esperam de nós, a repetição de escolhas automáticas ou até a tentativa de corresponder a padrões que não refletem quem somos. Em alguns casos, aparece justamente quando as coisas "estão bem", porque a calmaria permite que perguntas antes abafadas venham à tona. Esse movimento interno também está ligado a um processo de maturidade emocional. Muitas pessoas percebem esse vazio quando começam a olhar para o próprio mundo interno com mais honestidade, como acontece em momentos de autoconhecimento ou de revisão de padrões antigos. Sinais de que você está entrando em uma crise existencial Antes de aprofundar os tipos de crise, vale reconhecer os sinais mais comuns. Embora cada pessoa viva esse processo de maneira singular, alguns sintomas são frequentes: sensação persistente de vazio ou desânimo; questionamentos existenciais sobre propósito e identidade; dificuldade de sentir prazer nas atividades de sempre; cansaço emocional e mental; irritabilidade ou hipersensibilidade; desligamento do cotidiano, como se algo estivesse "fora do lugar"; vontade de mudar tudo, seguida de medo de mudar qualquer coisa; sensação de estar perdido(a); percepção de que a vida segue em piloto automático; dificuldade de tomar decisões; crises de choro sem explicação clara; A intensidade pode variar, mas a mensagem é semelhante: há um descompasso entre quem você é e a vida que está vivendo. Crise de identidade Ela costuma surgir quando acumulamos escolhas que não refletem nossos valores ou quando a vida muda mais rápido do que conseguimos acompanhar. A ruptura da imagem antiga Nessa fase, a pessoa sente que não se reconhece mais. O que antes parecia certo agora parece estreito. Papéis que costumavam estruturar a vida — profissional, afetivo, familiar — começam a perder sentido. Isso pode gerar um desconforto profundo, mas também abre espaço para a construção de algo mais autêntico. Esse movimento interno às vezes desperta reflexões relacionadas ao processo de autoconhecimento, pois a busca por respostas passa inevitavelmente pelo contato com emoções antigas, necessidades ignoradas e desejos que ficaram à margem. A reconstrução de quem somos A segunda parte desse processo envolve descobrir um...
Você já parou para pensar que o autocuidado é o segredo da produtividade? Muitas vezes, na busca de performarmos bem no trabalho e nos afazeres pessoais, acabamos deixando de lado o cuidado com a nossa saúde física e mental. O problema é justamente esse: nos esquecemos (ou não sabemos) que se manter bem é o primeiro passo para conseguir produzir e alcançar as metas desejadas. Sim, uma pessoa sem saúde dificilmente conseguirá se manter produtiva. Por isso, é tão importante conseguir conciliar essas duas frentes. Se você está com dificuldades para equilibrar o autocuidado com a produtividade, este artigo é para você! Continue acompanhando para conferir boas dicas para isso. Vamos lá? Quais são os impactos da falta de autocuidado na sua vida? Antes de trazermos as dicas, é muito importante falar sobre os impactos da falta de autocuidado na sua vida pessoal e profissional e, especialmente, no seu corpo e na sua mente para que você compreenda o quão indispensável é olhar para essa questão. Dito isso, a sobrecarga de trabalho e a negligência consigo mesmo pode desencadear prejuízos como: Falta de foco e memória Diminuição da criatividade Perda de motivação e inspiração Irritabilidade e cansaço extremo Crises de estresse e ansiedade constantes Alterações nos padrões de sono e de alimentação Dores pelo corpo, como de cabeça, no estômago e musculares Redução da imunidade e adoecimento frequente em razão da psicossomatização Convém mencionar que, quando não tratados esses primeiros sinais, o indivíduo pode acabar desenvolvendo problemas mais sérios, como a síndrome de Burnout, ansiedade generalizada e até mesmo depressão. 8 dicas para conciliar autocuidado e produtividade Agora que você conhece a importância de buscar o equilíbrio em sua rotina diária, confira algumas dicas para se manter produtivo com autocuidado! 1. Faça pausas curtas ao longo do dia Erroneamente, acreditamos que uma pequena pausa no dia vai nos fazer perder um tempo valioso. Sim, essa ideia é equivocada porque, se não fizermos pequenos intervalos, ficamos altamente cansados e pouco produtivos, o que não adianta. Sendo assim, é muito importante fazer pausas curtas e estratégicas na sua rotina para possibilitar que o cérebro volte a processar informações com mais clareza e para reduzir o cansaço e a falta de concentração que vem com esse. Você pode, por exemplo, fazer pequenos intervalos a cada duas horas para se alongar, tomar um água, fazer um lanche ou simplesmente não fazer nada. A grande questão aqui é encontrar um meio de repor suas energias. 2. Estabeleça limites claros Um outro segredo para manter o autocuidado é saber estabelecer limites claros na vida pessoal e profissional. Isso implica em aprender a dizer "não" quando necessário e compreender a quantidade de tarefas que é confortável para você no dia a dia. Ter esse conhecimento é importantíssimo para definir limites saudáveis e que não vão permitir que você adoeça física e mentalmente por acúmulo de funções. 3. Gerencie melhor o seu tempo Falando em compreensão da quantidade de atividades que você consegue realizar em um dia, aprenda também a gerenciar melhor o seu tempo para se manter produtivo com responsabilidade. Afinal, não adianta procrastinar ao longo do dia e, depois, tentar resolver tudo em pouco tempo. Isso desencadeia ansiedade e estresse. Desse modo, aprenda a gerenciar o seu tempo, prática que implica em: Reduzir os estímulos no seu ambiente de trabalho; Desativar as notificações do celular para evitar a checagem a todo momento; Utilizar a técnica Pomodoro para manter o foco e a motivação; Deixar o ambiente limpo e organizado. Seguindo essas e outras práticas, torna-se possível alcançar um gerenciamento de tempo eficaz. 4. Invista na ergonomia e mantenha o corpo ativo Como já mencionamos, o autocuidado envolve tanto a responsabilidade com a sua mente quanto com o seu corpo. Nesse sentido, lembre-se de investir em ergonomia no ambiente de trabalho para garantir conforto – e, consequentemente...
A Síndrome de Burnout é uma condição psicológica caracterizada pelo esgotamento profissional, em que a pessoa enfrenta um desgaste emocional extremo resultante de situações relacionadas ao ambiente laboral. Pode-se afirmar que entre suas principais causas, destacam-se a carga excessiva de trabalho, a pressão intensa por resultados, além de muitas exigências e grandes responsabilidades no exercício da profissão. Neste artigo, você conseguirá entender mais a respeito dessa síndrome e quais são os principais sintomas de uma pessoa que está passando por isso. Boa leitura! O que é a Síndrome de Burnout? A Síndrome de Burnout, também conhecida como Síndrome do Esgotamento Profissional, refere-se a um distúrbio emocional provocado por sentimentos de estresse crônico e cansaço extremo relativos às circunstâncias desgastantes no trabalho. A Organização Mundial da Saúde (OMS) classifica a Síndrome de Burnout como uma doença ocupacional e que pode afetar o bem-estar físico e mental do indivíduo. Como dito, esta condição de saúde geralmente é mais comum no ambiente profissional e pode surgir de situações como as seguintes: pressão em excesso por resultados; jornadas de trabalho extensas; acúmulo de muitas obrigações; clima organizacional tóxico; desequilíbrio entre a vida profissional e pessoal; entre outros. A Síndrome de Burnout pode acontecer nas mais diversas carreiras profissionais e seus efeitos podem evoluir para um quadro de depressão profunda, o que torna fundamental a busca por ajuda profissional assim que identificado. Diferença entre Burnout e estresse O estresse é uma reação natural do corpo humano decorrente de situações do cotidiano de qualquer pessoa. Ele acontece na vida pessoal ou profissional, sendo que é aliviado quando os problemas são resolvidos ou quando há descanso. Por sua vez, o Burnout ou esgotamento profissional é o estresse crônico que está necessariamente ligado ao ambiente de trabalho, fator que pode impactar severamente a saúde mental e física do indivíduo caso não haja o tratamento apropriado. O que causa a Síndrome de Burnout? A Síndrome de Burnout é uma doença ocupacional causada, principalmente, pelo estresse crônico do trabalho, que leva a pessoa ao esgotamento ou estafa mental, tornando a sua rotina extremamente exaustiva. Além disso, a síndrome pode ser desencadeada pela junção de fatores como os abaixo listados: acúmulo de muitas funções ou atividades; cobrança em excesso pelo cumprimento de metas; grandes responsabilidades no ambiente profissional; baixos salários; jornadas de trabalho extensas; conflitos com colegas de trabalho; ambiente laboral tóxico; falta de reconhecimento no emprego; entre outros. A Síndrome de Burnout pode afetar profissionais de qualquer área. Porém, ela é mais comum em profissões com alta carga emocional e responsabilidade, tais como nas áreas da saúde, educação, segurança pública, serviços sociais, tecnologia e cargos de liderança. Quais são os principais sintomas do Burnout? Os sintomas do Burnout podem atingir tanto a saúde emocional quanto a saúde física da pessoa. Os mais comuns são: Sintomas físicos Sensação de cansaço extremo, mesmo após um bom descanso; Dores de cabeça persistentes; Alterações no sono (insônia ou sono excessivo); Dores musculares; Fadiga; Dor de barriga; Batimentos cardíacos acelerados. Sintomas emocionais Intenso cansaço mental; Sentimento de incapacidade; Oscilações de humor (irritabilidade e frustração); Isolamento social; Ansiedade com questões relacionadas ao trabalho; Desânimo para as atividades do dia a dia; Pessimismo. Como dissemos, o Burnout é uma doença que, se não tratada adequadamente, pode evoluir para um quadro grave de depressão. Desta forma, o essencial é buscar ajuda profissional em qualquer sinal de desconfiança da condição. Como identificar se estou passando pela Síndrome de Burnout? Para que você consiga identificar se está passando pela Síndrome de Burnout, é preciso entender como esta condição funciona. Para tanto, os psic...
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 5,8% da população brasileira sofre de depressão, o que equivale a pouco mais de 12 milhões de pessoas, um número alarmante. O que pouca gente sabe é que essa condição costuma dar sinais evidentes quando está iniciando. Conhecê-los é, pois, importante para evitar que essa condição se instale e cause prejuízos severos para a vida pessoal, social e profissional. Por isso, neste artigo, listamos 10 sinais de depressão, isto é, que podem indicar que você está iniciando um quadro depressivo. Confira-os para que, caso você considere que está vivendo algum ou alguns deles, procure ajuda o quanto antes! Boa leitura! 10 sinais de depressão: descubra se você está entrando em uma A seguir, listamos alguns dos principais sintomas iniciais de uma depressão. Vale dizer que eles servem de norte para você saber quando procurar ajuda especializada. Entretanto, somente um especialista é que realmente pode dar o diagnóstico. Isso porque os sinais da depressão podem se confundir com os de outras condições. Dito isso, conheça os principais sinais da depressão: 1. Sensação de vazio ou tristeza Sentir tristeza diante de adversidades na vida é normal. Entretanto, se esse sentimento persistir por mais de 15 dias, sem intervalo, pode indicar o início de uma depressão. Além da duração, que é maior do que a de uma tristeza habitual, a tristeza da depressão é mais intensa, podendo provocar crises de choro, melancolia e uma sensação profunda de vazio. Portanto, esse pode ser um dos primeiros sinais de alerta! 2. Cansaço e indisposição frequentes Uma pessoa depressiva também sente um cansaço intenso e uma indisposição frequente. Não importa se ela descansou do trabalho ou se teve uma boa noite de sono; ela se sentirá sem energia para a realização de atividades diárias, como trabalhar, tomar banho, etc. Com a rotina agitada que vivemos, é comum sentir um cansaço extremo. Entretanto, com o repouso e o descanso adequados, a energia e a disposição costumam retornar. Isso, por outro lado, não acontece no caso da depressão, em que o indivíduo não consegue encontrar qualquer motivação, mesmo sabendo que determinada atividade é essencial. 3. Apatia e falta de vontade de realizar atividades antes prazerosas Somado ao cansaço, vem também a falta de vontade de realizar atividades que anteriormente eram prazerosas, como encontrar com os amigos, ir ao cinema, conhecer lugares novos ou qualquer outra coisa que antes contagiava a pessoa. Ela se torna tão apática que nada nem ninguém consegue estimulá-la a praticar o seu hobby. Por isso, se você perceber que está se sentindo desanimado para fazer algo que antes via como legal, acenda o alerta, pois pode significar o início de uma depressão. 4. Irritabilidade e agressividade As alterações no humor também são bastante perceptíveis, sendo que, dentre elas, a irritabilidade e a agressividade costumam ser as mais marcantes (além da tristeza profunda já mencionada, é claro). Aqui, o indivíduo pode ter ataques de raiva e fúria de forma repentina e sem uma causa aparente. Isto é, a irritabilidade pode aparecer de modo totalmente desproporcional à reação que a desencadeou. Convém mencionar, ainda, que esses ataques e mudanças de humor costumam vir acompanhados de gritos, choros, suor excessivo, tremores, entre outros sintomas físicos. 5. Alterações no apetite e no sono Dormir muito ou pouco e ter bastante fome ou nenhuma também são sinais do início da depressão. É claro que esses, assim como os demais, podem ser sintomas de outros quadros, como transtorno de ansiedade e estresse. Entretanto, independente do que quer que seja, eles indicam que algo não vai bem com o seu corpo e com a sua mente e que, portanto, é necessário atenção. Sendo assim, se você apresentar alterações bruscas no apetite e no sono, atente-se! 6. Dores no corpo Você já ouviu falar sobre a psicossomatização? Ela se refere ao processo em que as emoções e pensamentos se manifestam como sintomas físicos. Nesse sentido,...
Saber escolher um bom psicólogo é tarefa importantíssima para quem deseja iniciar um acompanhamento psicoterapêutico para tratar algum conflito interno ou, simplesmente, para se conhecer melhor e aprender a gerenciar as emoções. Afinal de contas, é esse profissional que vai te guiar na jornada do autoconhecimento, te ajudando a acessar traumas, lidar com emoções e pensamentos difíceis, modificar padrões de comportamento prejudiciais, etc. Ou seja, deve ser um especialista escolhido a partir de critérios, com o qual você se sinta confortável para se abrir. Para te ajudar nessa escolha, trouxemos, neste artigo, algumas dicas e critérios que você deve analisar durante essa seleção. Lembre-se de que estamos falando de alguém que vai acessar o seu interior. Portanto, deve ser bem escolhido. Continue acompanhando este conteúdo para saber mais! Critérios na hora de escolher um psicólogo: 7 indispensáveis A seguir, trouxemos 7 critérios para você verificar na hora de escolher o seu psicólogo: 1. Credenciais O primeiro critério a se analisar é se o psicólogo possui as credenciais dos Conselhos Federal e Regional de Psicologia. Isso é indispensável para ter a certeza de que ele pode, de fato, atuar na área. Nesse sentido, solicite o CRP do profissional para que você tenha a certeza de que está contratando alguém realmente capacitado. E não tenha medo de fazer essa solicitação. Um profissional credível não se sentirá ofendido com isso, pelo contrário. 2. Área de atuação e especialização Também vale a pena avaliar o perfil profissional do psicólogo para saber qual é a sua área de atuação e se ele é especialista no que você precisa. Por exemplo, se você está passando pela síndrome do pânico, faz mais sentido procurar um profissional com especialidade nesse transtorno. Além disso, ao olhar a especialização, você consegue perceber se trata-se de um profissional que investe em atualizações e capacitações constantes, algo importante para a área da psicologia. 3. Abordagem Verifique também qual é a abordagem, isto é, a linha terapêutica utilizada pelo psicólogo. Isso é muito importante porque cada paciente e cada problema exige uma abordagem diferente a fim de que aquilo que se busca na terapia seja realmente alcançado. Saiba que, dentre as principais abordagens, se destacam: Psicologia comportamental: foca em solucionar a demanda atual do paciente sem se ater a questões do passado. Psicanálise: possibilita que o paciente tome consciência de seus pensamentos, comportamentos e traumas do passado que, até então, ocorrem de forma inconsciente. Gestalt: focada no "aqui e agora", traz o paciente sempre para o presente a fim de que ele se torne mais consciente das suas reações e das experiências momentâneas. Psicodrama: utiliza encenações teatrais em grupo para diagnosticar conflitos e tratar possíveis traumas. Apesar de todas as abordagens serem eficientes, cada uma é indicada para um quadro. Daí a necessidade de conferir qual é a linha terapêutica do psicólogo escolhido e se ela atenderá às suas demandas. 4. Disponibilidade de agenda Um outro critério que também deve ser analisado é a compatibilidade de agenda, ou seja, se os horários oferecidos pelo profissional condizem com a sua disponibilidade. Geralmente, psicólogos que atendem online conseguem oferecer horários mais flexíveis aos pacientes, uma vez que não estão atrelados necessariamente à rotina comercial. Assim, para pessoas que levam um dia a dia corrido e não têm tempo para fazer a terapia presencial, a modalidade online se torna uma excelente possibilidade em razão da disponibilidade maior de horários que oferece – além do conforto e comodidade, é claro. 5. Sensibilidade e empatia Nos primeiros contatos com o psicólogo, você precisa perceber se ele é sensível às suas demandas e paciente com você. Sim, você precisa sentir que está sendo compreendido para que consiga se abrir e alcançar os resultados da terapia. Além disso, a troca entre vocês deve ser empática, isto é, você deve conseg...
Sentir é uma experiência intrínseca à condição humana. Alegria, medo, raiva e tristeza não surgem do nada: elas moldam a maneira como interpretamos o mundo, interagimos com as pessoas e reagimos aos desafios do dia a dia. Assim, entender essas manifestações emocionais é essencial para compreender o comportamento humano em sua complexidade. Ao longo deste artigo, analisaremos a psicologia das emoções, investigando os mecanismos que dão origem aos nossos sentimentos, a forma como são interpretadas pelo cérebro e expressos socialmente, bem como sua influência em diferentes contextos da vida. Continue a leitura! O que é a psicologia das emoções? A psicologia das emoções dedica-se ao estudo das experiências emocionais humanas, investigando como elas se originam, se manifestam, são reguladas e de que maneira afetam o comportamento e a estabilidade emocional. Esse domínio do conhecimento analisa os processos envolvidos na produção e no processamento das emoções, bem como sua influência sobre o pensamento, a motivação e as ações individuais. Sua relevância está no papel fundamental que as emoções exercem em quase todas as áreas da vida, orientando decisões, relações e respostas diante das situações cotidianas. Quais são as principais emoções humanas? As emoções humanas mais frequentes são: Raiva: ligada à frustração ou injustiça, que prepara o indivíduo para reagir Alegria: sensação de bem-estar e satisfação diante de experiências positivas Tristeza: resposta emocional a perdas ou decepções, favorecendo reflexão e recolhimento. Nojo: reação de repulsa que atua como proteção contra situações nocivas Medo: emoção associada à percepção de perigo, essencial para a sobrevivência Surpresa: resposta imediata a acontecimentos inesperados, podendo ser positiva ou negativa. Qual é a importância de saber gerenciar as suas emoções? A habilidade de gerenciar as emoções permite reconhecer sentimentos, compreender suas causas e evitar reações impulsivas, contribuindo para decisões mais conscientes e relacionamentos mais saudáveis. Convém mencionar que lidar com as próprias emoções está diretamente relacionado ao conceito de inteligência emocional, que envolve a capacidade de identificar, controlar e expressar emoções de maneira adequada. Pessoas emocionalmente inteligentes tendem a enfrentar desafios com mais resiliência, empatia e autocontrole. Além disso, o gerenciamento emocional favorece o bem-estar psicológico, reduz o estresse e melhora o desempenho pessoal, social e profissional, tornando-se uma habilidade essencial para a qualidade de vida e o desenvolvimento humano. Impactos das emoções na saúde mental As emoções exercem profunda influência sobre a saúde mental e a forma como os indivíduos pensam, agem e se relacionam. Afinal, como dissemos, elas orientam percepções, decisões e respostas diante das experiências vividas. No funcionamento cognitivo, as emoções afetam processos como atenção, aprendizagem e memória. Assim, estados emocionais positivos tendem a favorecer a assimilação de informações e a flexibilidade mental. Porém, quando não gerenciadas, as emoções podem desencadear: Estresse: estado de tensão emocional prolongado que gera cansaço mental e irritabilidade. Crises de ansiedade: resposta emocional intensa marcada por medo excessivo e perda de controle. Depressão: emoções persistentes de tristeza e desânimo que afetam a motivação e o interesse. Falta de concentração: emoções desreguladas dificultam o foco e a atenção nas tarefas. Dificuldade para tomada de decisão: odesequilíbrio emocional pode levar a escolhas impulsivas ou inadequadas. Como o psicólogo pode te ajudar a controlar suas emoções? O controle das emoções é objeto de estudo de algumas áreas, como a psicologia das emoções e as neurociências. Desse modo, em sessões de psicoterapia, o psicólogo pode te ajudar da seguinte forma: Avaliação do funcionamento emocional O primeiro passo consiste em compreender melhor a forma como você se comporta e lida com as suas emoções. P...
Períodos de instabilidade fazem parte da vida. Mudanças profissionais, crises financeiras, problemas de saúde, conflitos familiares ou incertezas sociais são experiências comuns. O que nem sempre é tão visível é o impacto psicológico que a instabilidade prolongada pode provocar. Quando a sensação de incerteza se estende por semanas, meses ou até anos, a mente passa a operar de forma diferente. O estado de alerta deixa de ser temporário e começa a se tornar crônico. Aos poucos, o organismo e o sistema emocional se reorganizam para lidar com uma realidade percebida como imprevisível. Isso pode afetar o humor, o sono, a concentração, os relacionamentos e a autoestima. Muitas pessoas começam a se sentir mais irritadas, ansiosas, cansadas ou emocionalmente esgotadas — mesmo quando aparentemente "estão dando conta". Portanto, compreender como a mente reage à instabilidade prolongada é um passo importante para reconhecer sinais de sobrecarga e buscar formas mais saudáveis de atravessar períodos difíceis. O estado de alerta constante e seus efeitos emocionais A mente humana é programada para identificar riscos e responder a eles. Diante de uma ameaça, o organismo ativa mecanismos de defesa: aumento da atenção, liberação de hormônios do estresse, preparo para agir rapidamente. Esse sistema é essencial para a sobrevivência. O problema surge quando a ameaça não é pontual, mas contínua. A incerteza prolongada — como insegurança financeira, instabilidade no trabalho, relações imprevisíveis ou contextos sociais turbulentos — mantém o corpo e a mente em estado de alerta permanente. Nesse cenário, o cérebro passa a interpretar a realidade como potencialmente perigosa o tempo todo. Isso pode gerar: 1. Ansiedade persistente 2. Dificuldade de relaxar 3. Irritabilidade frequente 4. Sensação de urgência constante 5. Hipervigilância (estar sempre "preparado para o pior") Com o tempo, esse funcionamento desgasta emocionalmente. A pessoa pode se sentir exausta sem entender exatamente o motivo. Mesmo nos momentos em que nada está acontecendo de concreto, o corpo permanece tenso. Além disso, o estado de alerta contínuo dificulta experiências de prazer e descanso. A mente prioriza a sobrevivência, não o bem-estar. Assim, atividades que antes eram agradáveis podem perder intensidade ou deixar de trazer satisfação. A instabilidade afeta a sensação de controle e segurança interna Um dos pilares da saúde mental é a percepção de previsibilidade. Não precisamos controlar tudo, mas precisamos sentir que temos algum grau de estabilidade. Quando essa base é constantemente ameaçada, a sensação de segurança interna enfraquece. Longos períodos de instabilidade podem gerar: 1. Medo excessivo do futuro 2. Dificuldade de fazer planos 3. Procrastinação por insegurança 4. Paralisia diante de decisões 5. Necessidade intensa de garantias A mente tende a buscar controle como forma de compensar a incerteza externa. Algumas pessoas tornam-se excessivamente rígidas com rotinas. Outras passam a evitar decisões importantes por medo de errar. Há também quem desenvolva pensamentos catastróficos recorrentes, ou até quem se deixe vencer pela impulsividade para evitar o desgaste do excesso de análises sobre a situação. Quando a instabilidade se prolonga, a autoestima pode ser afetada. A pessoa começa a questionar sua própria capacidade de lidar com a vida. Mesmo situações neutras passam a ser interpretadas como ameaçadoras. Esse desgaste psicológico nem sempre é percebido de imediato. Muitas vezes, ele aparece de forma sutil: dificuldade de concentração, lapsos de memória, sensação constante de que algo ruim pode acontecer. Impactos no corpo, no sono e na energia mental A mente e o corpo não funcionam separadamente. A instabilidade emocional prolongada produz efeitos físicos reais. O estresse crônico pode alterar padrões de sono. Algumas pessoas passam a ter insônia, acordando no meio da noite com pensamentos acelerados. Outras sentem sono excessivo como forma de escapar da sobre...
Uma pessoa com depressão enfrenta muitos momentos difíceis, marcados por constantes mudanças de humor. Por isso, é importante buscar compreender as suas dores e saber o que não se deve dizer a quem se encontra nessa condição. No estado depressivo, em vez de julgamentos, o indivíduo precisa se sentir acolhido, compreendido e respeitado. Isso evita episódios em que ele possa se sentir constrangido, agravando ainda mais o seu quadro. Neste artigo, apresentaremos algumas sugestões do que deve ser evitado ao falar com alguém que esteja enfrentando a depressão. Boa leitura! O que não dizer a uma pessoa com depressão? Passar pela depressão, por si só, é uma circunstância extremamente difícil. Além de se sentir incapaz, triste, com baixa autoestima e apresentar outros sintomas, muitas vezes o paciente também sofre com frases ou comentários feitos por outras pessoas que, apesar de muitas vezes serem ditos com boa intenção, podem piorar o quadro. Dessa forma, veja abaixo algumas dicas do que não dizer a uma pessoa com depressão: 1. Dizer à pessoa que ela veja o lado positivo das coisas Uma pessoa em estado depressivo, além de se sentir muito só e incompreendida, também tende a sentir que tudo ao seu redor não está bem. Logo, quando alguém diz para que ela não seja negativa e tente olhar para o lado positivo, o sofrimento pode ser aumentado. Isso porque o indivíduo pode interpretar como se estivesse exagerando, sendo egoísta ou como se sua depressão não fosse tão séria. Portanto, o melhor a se fazer é oferecer apoio, ressaltando que, apesar das dificuldades, a condição pode ser tratada e apontar as direções mais adequadas, como sugerir a busca por um profissional. 2. Comparar a situação da pessoa deprimida com a de outras pessoas Já é bastante desconfortável conviver com os sintomas da depressão, sobretudo porque ninguém escolhe viver com tal condição. Por isso, é totalmente desnecessário fazer comparações da pessoa deprimida com outros casos. Dessa forma, é preciso muito cuidado para não ser invasivo ou mesmo fazer julgamentos do tipo: "fulano está bem pior do que você", "você precisa ser mais esforçado", "conheço quem passou por isso e não ficou assim", entre outros. Se você age dessa maneira com alguém em depressão, está sendo insensível e desconsiderando o sofrimento de tal pessoa. Lembre-se de que cada um possui sua própria realidade, o que torna essencial oferecer apoio em vez de julgamentos. 3. Afirmar que a pessoa se sentirá melhor no dia seguinte Quando você diz a alguém que a depressão é apenas uma tristeza que todos sentimos e que ela melhora de um dia para outro, a pessoa pode acreditar que é fraca e ficar ainda mais desanimada quanto às chances de se reerguer. Só quem passa por um quadro depressivo entende a profundidade de viver um sentimento tão doloroso quanto esse. Ademais, nem todos conseguem ter forças para lidar com as situações de desânimo e desespero. Embora a depressão tenha tratamento, os sintomas não desaparecem automaticamente. É preciso um acompanhamento profissional adequado, suporte emocional e compreensão. Com isso, aos poucos, a pessoa pode se recuperar e voltar a sua rotina. 4. Questionar o motivo que a impede de simplesmente ser feliz O estado depressivo tende a levar o indivíduo a uma visão diferente do mundo, pois ele enxerga tudo com um olhar de tristeza e pessimismo. Assim, a pessoa não consegue simplesmente controlar seus sentimentos, pois isso exige muito mais do que força de vontade. Como dito, não existe uma solução automática para a melhora de pacientes com essa condição. A depressão não é uma opção ou escolha consciente, tampouco algo que a pessoa consiga controlar apenas com a mudança de mentalidade, por exemplo. Por este motivo, evite falar da felicidade com a pessoa deprimida como se fosse algo simples. Prefira agir com empatia, escutar o que ela tem a dizer e oferecer seu apoio. 5. Culpar a pessoa por ela estar deprimida Todos nós somos falhos e temos a tendência de julgar o próximo, seja...
Para saber se a sua saúde mental está bem, é preciso levar algumas questões em consideração, como se os seus sentimentos, emoções, pensamentos e ideias estão em sintonia. Isso porque a saúde mental refere-se a um conjunto de fatores que estão diretamente relacionados, não dependendo somente das características psicológicas e emocionais do indivíduo. Nesse artigo, te ajudaremos a compreender melhor o assunto, inclusive a avaliar se a sua saúde mental está bem e o que fazer caso não esteja. Boa leitura! Por que é importante manter o cuidado com a saúde mental? É importante cuidar da saúde mental porque as pessoas podem viver com qualidade de vida, desfrutando de forma saudável dos bons momentos e vivendo um equilíbrio entre corpo e mente. Assim, podemos citar alguns dos benefícios do cuidado com a saúde mental: Prevenção contra o surgimento de diversas doenças mentais e físicas; Redução de condições de saúde já existentes (tais como a depressão e ansiedade); Sensação de estar bem consigo mesmo e com o próximo; A pessoa consegue lidar da melhor maneira com as situações emocionais do cotidiano; Os relacionamentos são mais significativos, estáveis e profundos; Há um aumento considerável na produtividade, seja na vida pessoal ou profissional; Entre outros. Como dito, cuidar da saúde da mente é tão importante quanto cuidar do próprio corpo, já que um está interligado ao outro e juntos possibilitam que o indivíduo alcance um bem-estar pleno e completo em sua vida. Condições mais comuns que surgem quando a saúde mental não vai bem Existem muitas condições de saúde mental que indicam que a pessoa não está bem. Dentre elas, as mais comuns são: 1. Estresse Apesar de ser uma reação normal da vida humana, quando ocorre de modo frequente e persistente, o estresse pode ser uma preocupação, especialmente se fizer com que o indivíduo sinta raiva e não suporte determinadas situações da rotina. 2. Ansiedade Esta condição é caracterizada por situações de preocupações ou medos intensos e excessivos dos quais muitas vezes não existe um motivo aparente para tanto. Nestes casos, a pessoa não consegue controlar os sentimentos e sofre de forma mais profunda. 3. Burnout A síndrome de Burnout consiste no esgotamento emocional do indivíduo, a qual decorre do estresse excessivo do ambiente de trabalho, seja de circunstâncias desgastantes, de responsabilidades ou mesmo de informações negativas que levam à exaustão da mente. 4. Depressão A depressão, por sua vez, é marcada pela presença de sentimentos constantes de tristeza, desânimo e desinteresse pela prática de atividades do dia a dia. Esta condição pode afetar o sono, o apetite ou mesmo a saúde do corpo. Como avaliar a saúde mental e saber se ela está bem? Para avaliar a situação em que se encontra a saúde mental de uma pessoa e confirmar se ela está bem, é preciso atenção aos sinais de alerta. Normalmente, eles podem incluir sintomas como os seguintes: 1. Sono desregulado As alterações no sono como a insônia ou ainda a sonolência em excesso podem significar que alguma coisa não está normal com a sua saúde mental. Isto porque noites mal dormidas não podem ser comuns no cotidiano de uma pessoa saudável. Quando não há qualidade de sono, isso reflete no bem-estar do corpo e da mente, já que o indivíduo não consegue descansar como deveria. Logo, se há insônia ou sonolência exagerada, é importante atentar-se e avaliar se pode ser uma condição psicológica. 2. Cansaço frequente Um sinal de exaustão mental também está relacionado à fadiga física, a exemplo daquela pessoa que está sempre cansada. Ou seja, refere-se àquela que não consegue ou tem dificuldade de relaxar ou já acorda cansada mesmo após um período adequado de sono. Desta forma, situações em que é difícil se concentrar, não há motivação ou existe sofrimento emocional podem configurar o cansaço mental, e a frequência em que ocorrem devem ligar o sinal de alerta para a saúde da mente. 3. Excesso ou falta de apetite A fome em excesso ou a falta dela é ...
O pensamento positivo é uma das maiores virtudes e habilidades do ser humano. Sim, ser otimista e manter a positividade é uma capacidade valiosa, sobretudo em tempos difíceis – como foi o caso da recente pandemia. Vale dizer, entretanto, que manter um pensamento positivo não significa ignorar a realidade e os riscos que a vida oferece. É, na verdade, melhorar o seu bem-estar, as relações interpessoais e o seu olhar diante dos fatos, impedindo que a negatividade tome conta e, até mesmo, te impeça de alçar importantes voos na vida. Por isso, neste post, trouxemos 9 dicas que com certeza te ajudarão a desenvolver o pensamento positivo e contribuir para que você seja uma pessoa mais resiliente. Confira! Como desenvolver o pensamento positivo? A seguir, traremos diversas dicas que vão te ajudar a desenvolver o seu pensamento positivo. No entanto, lembre-se de que esse é um processo lento e contínuo, ou seja, você não deve esperar uma mudança de repente e nem desistir porque o resultado não veio imediatamente. Esse é, na verdade, um exercício diário que você deve praticar para, então, conseguir modificar o seu padrão de pensamento. Portanto, insista e persista! Agora sim, vamos às dicas: 1. Pratique a gratidão diária Esse é o primeiro exercício diário que você deve praticar: agradecer pelos acontecimentos da sua vida como forma de evidenciar as coisas boas que te acontecem. Aqui, vale a pena anotar em um caderno, agenda ou diário de três a cinco coisas que te fazem ser grato na vida, como a família e o trabalho. Faça isso sempre ao acordar ou ao se deitar para trazer a positividade para o seu presente. 2. Não alimente suas preocupações Não é novidade que a preocupação faz parte da vida de todo mundo, não é mesmo? O problema está em ficar alimentando-a, com pensamentos que não necessariamente condizem com a realidade. Afinal, isso só aumenta o sofrimento, o que, na prática, não é nada eficaz para a sua resolução. Deste modo, ao invés de se martirizar com um determinado problema e criar teorias infundadas ou pensar em consequências que não necessariamente acontecerão, mantenha-se preso apenas aos fatos, isto é, à realidade. Com isso, você consegue delimitar melhor os pensamentos e começar a transformá-los em algo mais positivo. 3. Reclame menos As queixas e reclamações constantes – sobre tudo e todos – é uma das principais manifestações dos pensamentos negativos, além de atrair ainda mais negatividade para si, uma vez que isso te faz ficar mais irritado e descontente. Nesse sentido, aprenda a reclamar menos (de preferência, pare de se queixar!). Ao fazer isso, você verá que, mesmo insatisfeito com algumas questões da vida, elas não tomarão conta de você e nem dos seus pensamentos. 4. Liberte-se do sentimento de culpa Todo mundo em algum momento da vida vai errar. E não apenas uma vez… Entretanto, a forma como você lida com os seus erros é determinante para o direcionamento dos seus sentimentos e emoções. Isso significa que se você optar por se culpar diante de um erro, apenas nutrirá pensamentos negativos e se manterá em uma prisão interna cruel. Por outro lado, se você decide reconhecer o seu erro e aprender com ele, você aumenta a resiliência e se liberta das cobranças, possibilitando uma evolução moral e mental. 5. Mantenha-se focado no "aqui e agora" Já ouviu falar sobre o mindfulness? Esse é um exercício de atenção plena, ou seja, ela envolve focar e permanecer intencionalmente no "aqui e agora", observando pensamentos e emoções sem julgamentos. Além de regular as emoções e melhorar o foco, essa técnica aumenta a clareza mental, o que promove, por sua vez, a positividade. Afinal, você para de sofrer com o passado ou antecipar o futuro e começa a ter uma visão mais realista e, por que não, positiva da vida. 6. Ajude o próximo sempre que possível O desenvolvimento de pensamentos positivos também passa pela disponibilidade em ajudar sempre o próximo, seja um amigo, um familiar ou um desconhecido. É verdade! Isso não significa que...
Mudar de cidade ou país é uma das experiências mais transformadoras que alguém pode viver. Seja por trabalho, estudo, amor ou busca por uma vida melhor, deixar o conhecido para trás exige coragem — e também um grande preparo emocional. Apesar de o novo cenário trazer possibilidades, ele também pode provocar sentimentos de solidão, incerteza e até luto. Compreender o impacto psicológico dessa transição é essencial para atravessá-la de forma mais saudável, reconhecendo emoções, desenvolvendo estratégias de adaptação e, se necessário, buscando apoio psicológico. A mudança como um marco de transição A mudança de cidade ou país representa muito mais do que uma troca de endereço. Ela marca o início de uma nova etapa de vida, repleta de expectativas e desafios, além de incertezas sobre o futuro. A forma como cada pessoa lida com essa transição depende de diversos fatores, como sua história de vida, suporte social, recursos emocionais e até o motivo da mudança. Em psicologia, essas situações são consideradas eventos de vida significativos, capazes de alterar profundamente o equilíbrio emocional e provocar um período de adaptação. O processo emocional da mudança Toda mudança envolve algum grau de perda. Mesmo que o destino seja promissor, há sempre algo que fica para trás: a casa, os amigos, os lugares preferidos, a rotina. Reconhecer essa perda é o primeiro passo para lidar com o impacto emocional. Antes de se adaptar ao novo, é comum passar por uma espécie de luto simbólico porque somos resistentes à mudança. Essa reação é natural e faz parte do processo psicológico de transição. As principais fases desse processo podem incluir: 1. Negação: dificuldade em aceitar que a mudança realmente aconteceu; sentimento de estranhamento. 2. Raiva: frustração com as dificuldades de adaptação ou com as pessoas que "ficaram para trás". 3. Tristeza: saudade, solidão e sensação de vazio por estar longe das referências afetivas. 4. Aceitação: compreensão de que a mudança é real e possibilidade de encontrar prazer no novo contexto. Nem todos passam por essas fases de forma linear — às vezes elas se misturam, voltam e desaparecem. O importante é permitir-se sentir e dar tempo ao processo. Os desafios emocionais mais comuns Mudar de cidade ou país pode despertar uma série de reações emocionais. Algumas são passageiras; outras, se não forem acolhidas, podem se intensificar com o tempo. Solidão e desconexão Um dos primeiros sentimentos que surgem é a solidão. Estar longe da família e dos amigos pode gerar a sensação de não ter com quem compartilhar o dia a dia. Essa desconexão afeta o bem-estar emocional e pode aumentar o risco de ansiedade e depressão, ou da frequência de crises nervosas. A criação de uma nova rede de apoio é essencial, mas leva tempo. Por isso, é importante ser paciente e valorizar pequenos vínculos que surgem no novo ambiente. Choque cultural No caso de quem se muda para outro país, o choque cultural é uma experiência comum. Costumes, idioma, formas de interação e até o clima podem causar estranhamento. Esse impacto costuma ter quatro fases: euforia inicial, frustração, adaptação e integração. No início, tudo é novidade; depois, as diferenças culturais podem gerar cansaço e confusão. Com o tempo, a pessoa aprende a equilibrar sua identidade com o novo contexto, construindo uma sensação de pertencimento. Ansiedade e medo do desconhecido A ansiedade é uma resposta natural à incerteza. A falta de familiaridade com o novo ambiente pode gerar medo de errar, de não ser aceito ou de não "dar conta". Em alguns casos, o excesso de preocupação interfere na rotina e no sono, exigindo maior atenção. Técnicas de respiração, atividades físicas e momentos de autocuidado podem ajudar a reduzir esses sintomas. A importância do sentimento de pertencimento Pertencer é uma necessidade humana fundamental. Sentir que é parte de uma comunidade, de um grupo ou de um lugar ajuda a fortalecer a identidade e o bem-estar psicológico. Quando alguém muda de cidad...
A rotina acelerada, as cobranças constantes e os desafios emocionais do dia a dia podem nos levar ao limite. Assim, quando as emoções se acumulam e não encontram espaço para serem elaboradas, o corpo e a mente podem experienciar uma crise nervosa. Embora esse tipo de situação seja mais comum do que se imagina, ela não precisa ser encarada como algo sem solução. Com estratégias adequadas, como o desenvolvimento do autoconhecimento e da inteligência emocional, é possível reduzir a intensidade dessas crises e até preveni-las. Neste artigo, você vai entender melhor o que caracteriza uma crise nervosa, quais são os principais sintomas e como fortalecer o controle emocional para lidar com momentos de maior pressão. Continue a leitura! O que é uma crise nervosa? De modo geral, a crise nervosa acontece quando a mente entra em um estado de sobrecarga, perdendo temporariamente a capacidade de lidar com estímulos e emoções. Nessa fase, o sofrimento pode se manifestar tanto no campo psicológico quanto no físico, afetando diretamente o bem-estar da pessoa. Vale destacar que esse episódio não configura uma doença em si. Ele funciona como um sinal de alerta do próprio corpo, indicando que as emoções ultrapassaram o que é possível suportar naquele momento. Por isso, é comum que a crise apareça após longos períodos de estresse intenso, ansiedade constante ou situações marcadas pelo medo. Quais são os sintomas de uma crise nervosa? Identificar os sinais de uma crise nervosa é essencial, tanto para quem está vivenciando esse momento quanto para as pessoas ao redor. Quanto mais cedo percebidos, maiores são as chances de intervir e reduzir os impactos emocionais e físicos. A seguir, separamos os principais sintomas associados à crise nervosa: Sintomas emocionais e comportamentais Afastamento social Dificuldade de atenção Perda de interesse Oscilações emocionais intensas Sintomas físicos da crise nervosa Cansaço excessivo Dores de cabeça Tonturas Tensão muscular Alterações cardíacas Sudorese Desconfortos gastrointestinais Distúrbios do sono O que pode levar a uma crise nervosa? De modo geral, a crise nervosa tem relação direta com conflitos internos que afetam a saúde mental. Ela surge como um sinal claro de que algo está em desequilíbrio no funcionamento emocional e psicológico, indicando que a mente está sobrecarregada ou em sofrimento. Entre os indícios mais comuns de que uma crise pode estar se aproximando estão a sensação constante de inquietação, o aumento da irritabilidade, a tendência ao isolamento social, dificuldades frequentes para dormir, alterações no apetite e até a falta de cuidado com tarefas simples do dia a dia. Como agir diante de uma crise nervosa? 1. Afaste-se do que está te sobrecarregando Sempre que possível, interrompa o contato com a situação ou o ambiente que desencadeou a crise. Reduzir estímulos é essencial nesse momento, pois barulho, luz intensa ou conflitos podem intensificar o descontrole emocional. 2. Busque um local calmo e seguro Procure um espaço onde você se sinta minimamente protegido e confortável. Pode ser um cômodo mais isolado, um banheiro, um carro ou até um ambiente externo tranquilo. Estar em um local seguro facilita o processo de desaceleração e recuperação do equilíbrio. 3. Controle a respiração de forma consciente A respiração ajuda a regular o corpo e a mente durante a crise. Uma técnica simples é apostar em técnicas de respiração, como a respiração diafragmática, que promove inspirações profundas e controladas. Esse tipo de respiração ativa o sistema nervoso parassimpático, que é responsável pelo relaxamento, reduzindo a frequência cardíaca, a tensão muscular e a sensação de sufocamento. 4. Concentre-se no momento presente Quando os pensamentos estão acelerados, é importante reconectar-se com o agora. Utilize a técnica dos cinco sentidos: observe o que está ao seu redor, perceba texturas, sons, cheiros e sensações físicas. Esse exercício ajuda a quebrar o ciclo de pensamentos negativos. 5. Evite ...
O atendimento psicológico realizado por meio da internet tem se tornado cada vez mais comum, o que desperta, em alguns pacientes, questionamentos importantes sobre privacidade e proteção das informações trocadas durante as sessões. Quando falamos de relatos íntimos e experiências pessoais, é compreensível que surja a preocupação de como esses dados estão sendo armazenados e se mais alguém tem acesso a eles. Por isso, ao longo deste conteúdo, vamos explicar de que forma a psicoterapia online preserva a segurança e o sigilo dos atendimentos, apresentando os cuidados e recursos utilizados pelos profissionais para resguardar seus pacientes. Continue a leitura! Vale a pena fazer terapia online? Sim, a terapia online vale a pena, sobretudo porque consiste no mesmo processo do que a terapia presencial, com a diferença de que paciente e psicólogo se encontram em espaços diferentes. Para que fique mais claro, a seguir, separamos algumas vantagens da terapia online: Flexibilidade de horários: Permite adaptar as sessões à rotina do paciente, facilitando a conciliação com trabalho, estudos e outros compromissos. Comodidade e conforto: O atendimento pode ser realizado de qualquer lugar, em um ambiente familiar, o que contribui para maior sensação de segurança e acolhimento. Economia de tempo: Elimina deslocamentos, reduz atrasos e otimiza o tempo dedicado ao cuidado com a saúde mental. Maior acessibilidade: Possibilita o atendimento de pessoas que moram em outras cidades, têm mobilidade reduzida ou dificuldade de acesso a serviços presenciais. Maior adesão ao tratamento: A praticidade do formato online favorece a continuidade das sessões e diminui faltas, fortalecendo a constância do processo terapêutico. Facilidade para se expressar: Para muitas pessoas, o ambiente virtual ajuda a reduzir inibições, tornando mais fácil falar sobre emoções, pensamentos e experiências delicadas. Continuidade do cuidado: Mesmo em viagens, mudanças de cidade ou imprevistos, o acompanhamento psicológico pode ser preservado. O que o Conselho Federal de Psicologia diz sobre a terapia online? O Conselho Federal de Psicologia instituiu a Resolução CFP nº 11/2018, que passou a regulamentar os atendimentos psicológicos realizados por meios digitais. A resolução entrou em vigor desde 10 de novembro de 2018 e ampliou as possibilidades de prestação de serviços mediados por tecnologias da informação e comunicação – sem abrir mão das exigências éticas e técnicas da profissão, além de manter a obrigatoriedade de cadastro e vinculação do profissional ao seu Conselho Regional. De acordo com o CFP, o atendimento psicológico online pode ocorrer em diferentes formatos, desde que as tecnologias empregadas estejam fundamentadas na ciência psicológica, na legislação vigente e nos princípios éticos da profissão. Então, cabe ao profissional assegurar e registrar que os métodos utilizados são tecnicamente adequados, metodologicamente coerentes e eticamente responsáveis. Mas, afinal, como a minha privacidade e segurança são garantidas na terapia online? Quando a questão é segurança e privacidade na terapia online, você pode ficar tranquilo. Não há razões para acreditar que seus dados pessoais serão vazados. Os atendimentos são realizados por profissionais qualificados, com formação específica e comprometidos com o código de ética da Psicologia, que orienta a atuação responsável, o sigilo absoluto e o respeito à pessoa atendida. Além disso, a segurança também faz parte das políticas de privacidade das plataformas utilizadas. Essas contam com autorização dos Conselhos Federal e Regionais de Psicologia e adotam protocolos e certificações de proteção de dados, garantindo a confidencialidade das informações trocadas no ambiente digital. Em caso de dúvidas, buscar esclarecimentos é sempre o recomendado. Sentir-se seguro e confortável com o espaço, seja online ou presencial, é primordial para que o processo terapêutico aconteça de forma eficaz. Como garantir que a minha consulta seja sem...
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