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Cantinho da Psicóloga: áudios dos nossos Blogposts
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O pensamento positivo é uma das maiores virtudes e habilidades do ser humano. Sim, ser otimista e manter a positividade é uma capacidade valiosa, sobretudo em tempos difíceis – como foi o caso da recente pandemia.
Vale dizer, entretanto, que manter um pensamento positivo não significa ignorar a realidade e os riscos que a vida oferece. É, na verdade, melhorar o seu bem-estar, as relações interpessoais e o seu olhar diante dos fatos, impedindo que a negatividade tome conta e, até mesmo, te impeça de alçar importantes voos na vida.
Por isso, neste post, trouxemos 9 dicas que com certeza te ajudarão a desenvolver o pensamento positivo e contribuir para que você seja uma pessoa mais resiliente. Confira!
Como desenvolver o pensamento positivo?
A seguir, traremos diversas dicas que vão te ajudar a desenvolver o seu pensamento positivo. No entanto, lembre-se de que esse é um processo lento e contínuo, ou seja, você não deve esperar uma mudança de repente e nem desistir porque o resultado não veio imediatamente.
Esse é, na verdade, um exercício diário que você deve praticar para, então, conseguir modificar o seu padrão de pensamento. Portanto, insista e persista!
Agora sim, vamos às dicas:
1. Pratique a gratidão diária
Esse é o primeiro exercício diário que você deve praticar: agradecer pelos acontecimentos da sua vida como forma de evidenciar as coisas boas que te acontecem.
Aqui, vale a pena anotar em um caderno, agenda ou diário de três a cinco coisas que te fazem ser grato na vida, como a família e o trabalho. Faça isso sempre ao acordar ou ao se deitar para trazer a positividade para o seu presente.
2. Não alimente suas preocupações
Não é novidade que a preocupação faz parte da vida de todo mundo, não é mesmo?
O problema está em ficar alimentando-a, com pensamentos que não necessariamente condizem com a realidade. Afinal, isso só aumenta o sofrimento, o que, na prática, não é nada eficaz para a sua resolução.
Deste modo, ao invés de se martirizar com um determinado problema e criar teorias infundadas ou pensar em consequências que não necessariamente acontecerão, mantenha-se preso apenas aos fatos, isto é, à realidade.
Com isso, você consegue delimitar melhor os pensamentos e começar a transformá-los em algo mais positivo.
3. Reclame menos
As queixas e reclamações constantes – sobre tudo e todos – é uma das principais manifestações dos pensamentos negativos, além de atrair ainda mais negatividade para si, uma vez que isso te faz ficar mais irritado e descontente.
Nesse sentido, aprenda a reclamar menos (de preferência, pare de se queixar!). Ao fazer isso, você verá que, mesmo insatisfeito com algumas questões da vida, elas não tomarão conta de você e nem dos seus pensamentos.
4. Liberte-se do sentimento de culpa
Todo mundo em algum momento da vida vai errar. E não apenas uma vez… Entretanto, a forma como você lida com os seus erros é determinante para o direcionamento dos seus sentimentos e emoções.
Isso significa que se você optar por se culpar diante de um erro, apenas nutrirá pensamentos negativos e se manterá em uma prisão interna cruel.
Por outro lado, se você decide reconhecer o seu erro e aprender com ele, você aumenta a resiliência e se liberta das cobranças, possibilitando uma evolução moral e mental.
5. Mantenha-se focado no "aqui e agora"
Já ouviu falar sobre o mindfulness?
Esse é um exercício de atenção plena, ou seja, ela envolve focar e permanecer intencionalmente no "aqui e agora", observando pensamentos e emoções sem julgamentos.
Além de regular as emoções e melhorar o foco, essa técnica aumenta a clareza mental, o que promove, por sua vez, a positividade. Afinal, você para de sofrer com o passado ou antecipar o futuro e começa a ter uma visão mais realista e, por que não, positiva da vida.
6. Ajude o próximo sempre que possível
O desenvolvimento de pensamentos positivos também passa pela disponibilidade em ajudar sempre o próximo, seja um amigo, um familiar ou um desconhecido. É verdade!
Isso não significa que...
Mudar de cidade ou país é uma das experiências mais transformadoras que alguém pode viver.
Seja por trabalho, estudo, amor ou busca por uma vida melhor, deixar o conhecido para trás exige coragem — e também um grande preparo emocional.
Apesar de o novo cenário trazer possibilidades, ele também pode provocar sentimentos de solidão, incerteza e até luto.
Compreender o impacto psicológico dessa transição é essencial para atravessá-la de forma mais saudável, reconhecendo emoções, desenvolvendo estratégias de adaptação e, se necessário, buscando apoio psicológico.
A mudança como um marco de transição
A mudança de cidade ou país representa muito mais do que uma troca de endereço.
Ela marca o início de uma nova etapa de vida, repleta de expectativas e desafios, além de incertezas sobre o futuro.
A forma como cada pessoa lida com essa transição depende de diversos fatores, como sua história de vida, suporte social, recursos emocionais e até o motivo da mudança.
Em psicologia, essas situações são consideradas eventos de vida significativos, capazes de alterar profundamente o equilíbrio emocional e provocar um período de adaptação.
O processo emocional da mudança
Toda mudança envolve algum grau de perda. Mesmo que o destino seja promissor, há sempre algo que fica para trás: a casa, os amigos, os lugares preferidos, a rotina.
Reconhecer essa perda é o primeiro passo para lidar com o impacto emocional.
Antes de se adaptar ao novo, é comum passar por uma espécie de luto simbólico porque somos resistentes à mudança.
Essa reação é natural e faz parte do processo psicológico de transição.
As principais fases desse processo podem incluir:
1. Negação: dificuldade em aceitar que a mudança realmente aconteceu; sentimento de estranhamento.
2. Raiva: frustração com as dificuldades de adaptação ou com as pessoas que "ficaram para trás".
3. Tristeza: saudade, solidão e sensação de vazio por estar longe das referências afetivas.
4. Aceitação: compreensão de que a mudança é real e possibilidade de encontrar prazer no novo contexto.
Nem todos passam por essas fases de forma linear — às vezes elas se misturam, voltam e desaparecem.
O importante é permitir-se sentir e dar tempo ao processo.
Os desafios emocionais mais comuns
Mudar de cidade ou país pode despertar uma série de reações emocionais. Algumas são passageiras; outras, se não forem acolhidas, podem se intensificar com o tempo.
Solidão e desconexão
Um dos primeiros sentimentos que surgem é a solidão. Estar longe da família e dos amigos pode gerar a sensação de não ter com quem compartilhar o dia a dia.
Essa desconexão afeta o bem-estar emocional e pode aumentar o risco de ansiedade e depressão, ou da frequência de crises nervosas.
A criação de uma nova rede de apoio é essencial, mas leva tempo. Por isso, é importante ser paciente e valorizar pequenos vínculos que surgem no novo ambiente.
Choque cultural
No caso de quem se muda para outro país, o choque cultural é uma experiência comum.
Costumes, idioma, formas de interação e até o clima podem causar estranhamento.
Esse impacto costuma ter quatro fases: euforia inicial, frustração, adaptação e integração.
No início, tudo é novidade; depois, as diferenças culturais podem gerar cansaço e confusão.
Com o tempo, a pessoa aprende a equilibrar sua identidade com o novo contexto, construindo uma sensação de pertencimento.
Ansiedade e medo do desconhecido
A ansiedade é uma resposta natural à incerteza. A falta de familiaridade com o novo ambiente pode gerar medo de errar, de não ser aceito ou de não "dar conta".
Em alguns casos, o excesso de preocupação interfere na rotina e no sono, exigindo maior atenção.
Técnicas de respiração, atividades físicas e momentos de autocuidado podem ajudar a reduzir esses sintomas.
A importância do sentimento de pertencimento
Pertencer é uma necessidade humana fundamental. Sentir que é parte de uma comunidade, de um grupo ou de um lugar ajuda a fortalecer a identidade e o bem-estar psicológico.
Quando alguém muda de cidad...
A rotina acelerada, as cobranças constantes e os desafios emocionais do dia a dia podem nos levar ao limite. Assim, quando as emoções se acumulam e não encontram espaço para serem elaboradas, o corpo e a mente podem experienciar uma crise nervosa.
Embora esse tipo de situação seja mais comum do que se imagina, ela não precisa ser encarada como algo sem solução. Com estratégias adequadas, como o desenvolvimento do autoconhecimento e da inteligência emocional, é possível reduzir a intensidade dessas crises e até preveni-las.
Neste artigo, você vai entender melhor o que caracteriza uma crise nervosa, quais são os principais sintomas e como fortalecer o controle emocional para lidar com momentos de maior pressão. Continue a leitura!
O que é uma crise nervosa?
De modo geral, a crise nervosa acontece quando a mente entra em um estado de sobrecarga, perdendo temporariamente a capacidade de lidar com estímulos e emoções. Nessa fase, o sofrimento pode se manifestar tanto no campo psicológico quanto no físico, afetando diretamente o bem-estar da pessoa.
Vale destacar que esse episódio não configura uma doença em si. Ele funciona como um sinal de alerta do próprio corpo, indicando que as emoções ultrapassaram o que é possível suportar naquele momento.
Por isso, é comum que a crise apareça após longos períodos de estresse intenso, ansiedade constante ou situações marcadas pelo medo.
Quais são os sintomas de uma crise nervosa?
Identificar os sinais de uma crise nervosa é essencial, tanto para quem está vivenciando esse momento quanto para as pessoas ao redor. Quanto mais cedo percebidos, maiores são as chances de intervir e reduzir os impactos emocionais e físicos.
A seguir, separamos os principais sintomas associados à crise nervosa:
Sintomas emocionais e comportamentais
Afastamento social
Dificuldade de atenção
Perda de interesse
Oscilações emocionais intensas
Sintomas físicos da crise nervosa
Cansaço excessivo
Dores de cabeça
Tonturas
Tensão muscular
Alterações cardíacas
Sudorese
Desconfortos gastrointestinais
Distúrbios do sono
O que pode levar a uma crise nervosa?
De modo geral, a crise nervosa tem relação direta com conflitos internos que afetam a saúde mental. Ela surge como um sinal claro de que algo está em desequilíbrio no funcionamento emocional e psicológico, indicando que a mente está sobrecarregada ou em sofrimento.
Entre os indícios mais comuns de que uma crise pode estar se aproximando estão a sensação constante de inquietação, o aumento da irritabilidade, a tendência ao isolamento social, dificuldades frequentes para dormir, alterações no apetite e até a falta de cuidado com tarefas simples do dia a dia.
Como agir diante de uma crise nervosa?
1. Afaste-se do que está te sobrecarregando
Sempre que possível, interrompa o contato com a situação ou o ambiente que desencadeou a crise. Reduzir estímulos é essencial nesse momento, pois barulho, luz intensa ou conflitos podem intensificar o descontrole emocional.
2. Busque um local calmo e seguro
Procure um espaço onde você se sinta minimamente protegido e confortável. Pode ser um cômodo mais isolado, um banheiro, um carro ou até um ambiente externo tranquilo. Estar em um local seguro facilita o processo de desaceleração e recuperação do equilíbrio.
3. Controle a respiração de forma consciente
A respiração ajuda a regular o corpo e a mente durante a crise. Uma técnica simples é apostar em técnicas de respiração, como a respiração diafragmática, que promove inspirações profundas e controladas.
Esse tipo de respiração ativa o sistema nervoso parassimpático, que é responsável pelo relaxamento, reduzindo a frequência cardíaca, a tensão muscular e a sensação de sufocamento.
4. Concentre-se no momento presente
Quando os pensamentos estão acelerados, é importante reconectar-se com o agora. Utilize a técnica dos cinco sentidos: observe o que está ao seu redor, perceba texturas, sons, cheiros e sensações físicas. Esse exercício ajuda a quebrar o ciclo de pensamentos negativos.
5. Evite ...
O atendimento psicológico realizado por meio da internet tem se tornado cada vez mais comum, o que desperta, em alguns pacientes, questionamentos importantes sobre privacidade e proteção das informações trocadas durante as sessões.
Quando falamos de relatos íntimos e experiências pessoais, é compreensível que surja a preocupação de como esses dados estão sendo armazenados e se mais alguém tem acesso a eles.
Por isso, ao longo deste conteúdo, vamos explicar de que forma a psicoterapia online preserva a segurança e o sigilo dos atendimentos, apresentando os cuidados e recursos utilizados pelos profissionais para resguardar seus pacientes. Continue a leitura!
Vale a pena fazer terapia online?
Sim, a terapia online vale a pena, sobretudo porque consiste no mesmo processo do que a terapia presencial, com a diferença de que paciente e psicólogo se encontram em espaços diferentes.
Para que fique mais claro, a seguir, separamos algumas vantagens da terapia online:
Flexibilidade de horários: Permite adaptar as sessões à rotina do paciente, facilitando a conciliação com trabalho, estudos e outros compromissos.
Comodidade e conforto: O atendimento pode ser realizado de qualquer lugar, em um ambiente familiar, o que contribui para maior sensação de segurança e acolhimento.
Economia de tempo: Elimina deslocamentos, reduz atrasos e otimiza o tempo dedicado ao cuidado com a saúde mental.
Maior acessibilidade: Possibilita o atendimento de pessoas que moram em outras cidades, têm mobilidade reduzida ou dificuldade de acesso a serviços presenciais.
Maior adesão ao tratamento: A praticidade do formato online favorece a continuidade das sessões e diminui faltas, fortalecendo a constância do processo terapêutico.
Facilidade para se expressar: Para muitas pessoas, o ambiente virtual ajuda a reduzir inibições, tornando mais fácil falar sobre emoções, pensamentos e experiências delicadas.
Continuidade do cuidado: Mesmo em viagens, mudanças de cidade ou imprevistos, o acompanhamento psicológico pode ser preservado.
O que o Conselho Federal de Psicologia diz sobre a terapia online?
O Conselho Federal de Psicologia instituiu a Resolução CFP nº 11/2018, que passou a regulamentar os atendimentos psicológicos realizados por meios digitais.
A resolução entrou em vigor desde 10 de novembro de 2018 e ampliou as possibilidades de prestação de serviços mediados por tecnologias da informação e comunicação – sem abrir mão das exigências éticas e técnicas da profissão, além de manter a obrigatoriedade de cadastro e vinculação do profissional ao seu Conselho Regional.
De acordo com o CFP, o atendimento psicológico online pode ocorrer em diferentes formatos, desde que as tecnologias empregadas estejam fundamentadas na ciência psicológica, na legislação vigente e nos princípios éticos da profissão.
Então, cabe ao profissional assegurar e registrar que os métodos utilizados são tecnicamente adequados, metodologicamente coerentes e eticamente responsáveis.
Mas, afinal, como a minha privacidade e segurança são garantidas na terapia online?
Quando a questão é segurança e privacidade na terapia online, você pode ficar tranquilo. Não há razões para acreditar que seus dados pessoais serão vazados.
Os atendimentos são realizados por profissionais qualificados, com formação específica e comprometidos com o código de ética da Psicologia, que orienta a atuação responsável, o sigilo absoluto e o respeito à pessoa atendida.
Além disso, a segurança também faz parte das políticas de privacidade das plataformas utilizadas. Essas contam com autorização dos Conselhos Federal e Regionais de Psicologia e adotam protocolos e certificações de proteção de dados, garantindo a confidencialidade das informações trocadas no ambiente digital.
Em caso de dúvidas, buscar esclarecimentos é sempre o recomendado. Sentir-se seguro e confortável com o espaço, seja online ou presencial, é primordial para que o processo terapêutico aconteça de forma eficaz.
Como garantir que a minha consulta seja sem...
É comum ouvirmos relatos de pessoas que permanecem em relacionamentos falidos por medo da solidão ou da perda afetiva.
Em alguns casos, a carência se manifesta de forma inversa: o próprio indivíduo passa a agir de maneira abusiva. Então, ligações constantes, crises de ciúmes, chantagem emocional e tentativas de controle sobre a vida do outro são comportamentos frequentes nesse contexto e revelam uma relação pouco saudável.
Mas como lidar com a carência afetiva e romper esse ciclo? É isso que vamos explicar a seguir. Continue a leitura para entender melhor!
O que é carência afetiva?
A carência afetiva é uma questão emocional complexa e, por vezes, difícil de lidar.
Pessoas emocionalmente carentes normalmente não conseguem suprir sua necessidade de afeto de forma saudável. Assim, acabam entrando em um ciclo contínuo de dependência emocional, buscando atenção e validação até mesmo em relações prejudiciais.
Quando vivida de forma excessiva, a carência pode se tornar perigosa. O indivíduo pode tolerar desrespeito e comportamentos abusivos apenas para sentir-se parte. Por isso, mesmo reconhecendo racionalmente que aquele tratamento não é adequado, cria justificativas para minimizar ou explicar as atitudes agressivas do outro.
Quais são os sinais da carência afetiva?
A carência afetiva pode se manifestar de diversas formas no dia a dia, muitas vezes de maneira sutil. Alguns sinais comuns incluem:
Tendência a anular as próprias vontades para agradar os outros;
Angústia intensa diante da possibilidade de solidão ou rejeição;
Comportamentos possessivos e vigilância constante do parceiro;
Autoimagem fragilizada e sensação frequente de não ser suficiente;
Busca contínua por provas de amor, atenção ou validação;
Centralização da própria vida nas escolhas, rotinas e interesses do outro;
Dificuldade em manter identidade, autonomia e interesses pessoais;
Convicção de que a felicidade depende exclusivamente do relacionamento;
Incapacidade de tomar decisões sem a validação do parceiro;
Interpretação exagerada de gestos ou palavras como sinais de afastamento;
Estado constante de dúvida e desconfiança;
Reações emocionais intensas e pouco controladas;
Forte apego emocional, com dificuldade de estabelecer limites saudáveis.
O que causa a carência afetiva?
A carência afetiva costuma ter origem em experiências emocionais mal elaboradas ao longo da vida. Então, a ausência de vínculos seguros, acolhimento constante ou demonstrações de afeto pode comprometer a forma como o indivíduo aprende a se relacionar consigo mesmo e com os outros.
Na vida adulta, essa lacuna emocional pode se traduzir em uma busca intensa por validação externa. Por isso, a pessoa passa a procurar amor em qualquer contexto, tem dificuldade para reconhecer demonstrações genuínas de afeto e, muitas vezes, não sabe expressar sentimentos de maneira equilibrada.
Esse comportamento ansioso e excessivamente dependente tende a sobrecarregar os parceiros, contribuindo para o afastamento e o término das relações.
Rupturas afetivas marcantes, como o fim repentino de um relacionamento longo, e episódios de traição, podem despertar ou intensificar a carência emocional. Então, nessas situações, o medo da solidão e da rejeição pode dificultar a construção de novos vínculos saudáveis.
Como prevenir a carência afetiva nos relacionamentos?
Antes de buscar acolhimento, validação ou pertencimento no outro, é necessário desenvolver uma base emocional sólida consigo mesmo.
Pessoas emocionalmente seguras não se submetem a vínculos desequilibrados nem condicionam sua felicidade à atenção alheia. Por isso, esse processo de fortalecimento interno exige reflexão e mudança de postura. A seguir, alguns caminhos possíveis.
1. Desenvolva uma relação consigo mesmo
A qualidade dos vínculos externos reflete a forma como o indivíduo se enxerga. Quando a autoestima é fragilizada, torna-se comum ignorar virtudes, enfatizar falhas e assumir constantemente o papel de vítima das circunstâncias.
Esse olhar distorcido s...
Vivemos em um tempo em que ser não parece mais suficiente. É preciso mostrar, comprovar, performar.
A vida contemporânea, atravessada pelas redes sociais, pela lógica da produtividade e pela exposição constante, estimula a construção de uma imagem eficiente, interessante e bem-sucedida o tempo todo.
Nesse cenário, muitas pessoas passam a viver como se estivessem permanentemente em um palco, ajustando comportamentos, emoções e discursos para atender expectativas externas.
Essa forma de viver, que podemos chamar de vida performática, não se limita ao ambiente digital.
Ela se estende às relações afetivas, ao trabalho, à família e até aos momentos de lazer.
Logo, a performance deixa de ser algo pontual e passa a organizar a identidade.
O problema é que sustentar essa encenação contínua tem um custo psíquico significativo, impactando diretamente a saúde mental.
O que é vida performática do ponto de vista psicológico
Do ponto de vista psicológico, a vida performática é marcada pela necessidade constante de validação externa.
O indivíduo passa a orientar suas ações não a partir do que sente ou deseja, mas da forma como será visto, avaliado e reconhecido pelos outros.
A pergunta central deixa de ser "o que faz sentido para mim?" e passa a ser "como isso será percebido?".
Essa dinâmica não significa, necessariamente, falsidade consciente. Muitas vezes, a performance é tão internalizada que a pessoa acredita estar sendo autêntica, quando na verdade está apenas reproduzindo expectativas sociais.
A identidade vai sendo moldada para agradar, impressionar ou evitar rejeição.
Assim sendo, a vida performática se sustenta em comparações constantes e em padrões idealizados, tornando o valor pessoal algo instável, dependente da resposta do outro.
As origens da performance constante
A tendência à performance não surge apenas com as redes sociais, embora elas a intensifiquem.
Desde cedo, muitos aprendem que amor, aceitação e reconhecimento estão condicionados ao desempenho.
Boas notas, bom comportamento, sucesso profissional e adequação social funcionam como critérios de valor.
Ao longo do tempo, essa lógica pode se consolidar internamente. A pessoa passa a acreditar que precisa "entregar" algo para merecer afeto, respeito ou pertencimento.
O erro, a dúvida e a vulnerabilidade passam a ser vistos como ameaças à imagem construída.
Culturalmente, vivemos em um contexto que glorifica a alta performance.
Logo, estar ocupado, produtivo e sempre em evolução se torna quase uma obrigação moral.
Nesse ambiente, descansar, falhar ou simplesmente ser comum pode gerar culpa e vergonha.
A relação entre vida performática e identidade
Quando a performance ocupa um lugar central, a identidade se torna frágil.
Em vez de uma experiência interna relativamente estável, o senso de quem se é passa a depender de feedbacks externos.
Curtidas, elogios, promoções ou reconhecimento funcionam como reguladores emocionais.
Isso cria uma relação instrumental consigo mesmo. O sujeito se observa o tempo todo, avaliando se está sendo interessante, competente ou adequado o suficiente.
Essa auto-observação excessiva dificulta o contato espontâneo com emoções e desejos, empobrecendo a experiência subjetiva.
Com o tempo, pode surgir uma sensação de vazio ou de desconexão como se a vida estivesse sendo vivida para os outros, e não para si.
Os impactos emocionais da vida em constante performance
Antes de detalhar esses impactos, é importante destacar que eles nem sempre aparecem de forma clara ou imediata.
Muitas pessoas vivem anos em alta performance antes de perceber os efeitos emocionais desse modo de funcionamento.
A seguir, exploramos alguns dos principais impactos psicológicos.
Ansiedade e medo constante de falhar
A vida performática é sustentada pelo medo. Medo de errar, de decepcionar, de perder valor.
Como o reconhecimento é instável, a ansiedade se torna uma companheira frequente.
Qualquer sinal de crítica ou rejeição pode ser vivido como ameaça à identidade.
Essa ansiedade...
Brincar é um dos comportamentos humanos mais fundamentais.
Apesar de ser culturalmente associado à infância, o ato de brincar não perde relevância quando atravessamos a vida adulta — apenas muda de forma, propósito e contexto.
Logo, em um mundo cada vez mais acelerado, competitivo e baseado em produtividade, o brincar pode se tornar uma ferramenta poderosa para restaurar a saúde mental, promover conexões mais profundas e reencantar a vida cotidiana.
Por que os adultos pararam de brincar?
A maior parte das pessoas lembra com saudade da liberdade de brincar quando eram crianças.
Entretanto, ao chegar à adolescência e à vida adulta, ocorre um afastamento progressivo dessa dimensão lúdica.
As responsabilidades aumentam, o tempo livre diminui e a cultura do desempenho passa a ocupar o centro da vida.
Existem diversos fatores sociais e psicológicos que contribuem para essa ruptura.
Muitos adultos passam a considerar brincadeiras como perda de tempo, comportamento infantilizado ou algo incompatível com a maturidade.
Logo, há também uma tendência de substituir o prazer espontâneo por atividades orientadas a resultados: fazer exercícios para "bater metas", estudar para "ganhar pontos no currículo", viajar para "produzir conteúdo".
Quando brincamos, não buscamos fins práticos: buscamos a experiência em si.
Para muitos adultos, isso parece estranho — e até desconfortável — porque significa suspender o controle e abraçar o inesperado.
Por conta disso, recuperar essa capacidade é um processo transformador.
O que significa brincar na vida adulta?
Brincar na vida adulta não é repetir exatamente as atividades da infância, mas sim resgatar uma postura interna de curiosidade, experimentação e espontaneidade.
Pode envolver, por exemplo, esportes, jogos, hobbies, atividades criativas, humor, exploração sensorial ou formas leves de interação social.
Mais importante do que o formato é o estado emocional que acompanha o ato de brincar: liberdade, presença e prazer.
Brincar é diferente de "passar o tempo" ou de consumir entretenimento. Assistir a uma série pode ser relaxante, mas não necessariamente envolve ação lúdica.
Logo, o brincar pressupõe participação, envolvimento e abertura para imaginar, criar ou improvisar.
Muitos adultos só percebem o quanto estão desconectados de si quando o estresse já se acumulou.
Trazer o brincar para a vida cotidiana é uma forma de interromper esse ciclo, ajudando a regular emoções e aliviar tensões que se acumulam no corpo.
Essa relação fica ainda mais clara quando entendemos como o estresse afeta diretamente o bem-estar psicológico, influenciando humor, produtividade e até nossas relações interpessoais.
A dimensão terapêutica do brincar
Dentro da psicologia, o brincar tem uma longa história como ferramenta terapêutica, especialmente em abordagens voltadas ao trabalho com crianças.
Porém, ao longo das últimas décadas, muitos terapeutas passaram a compreender que os adultos também se beneficiam profundamente dessa forma de expressão.
Acesso a conteúdos inconscientes
O brincar facilita o acesso a aspectos internos que nem sempre chegam à consciência por meio da linguagem.
Quando a pessoa está em estado lúdico, tende a se abrir mais, relaxar defesas psicológicas e expressar partes de si que normalmente ficam ocultas.
Além disso, também ampliamos nosso repertório de práticas de autocuidado que ajudam a recuperar energia emocional, já que o brincar diminui a sobrecarga mental e fortalece nossa sensação de bem-estar.
Redução de hipercontrole
Muitos adultos desenvolvem padrões rígidos de funcionamento baseados em autocontrole excessivo, autocrítica e medo de errar.
O brincar permite, por exemplo, experimentar a leveza do improviso, ajudando a flexibilizar comportamentos, crenças e reações emocionais.
O brincar cria um espaço seguro para explorar sensações, testar limites e resgatar partes esquecidas de si.
Logo, ao permitir que a imaginação circule com mais liberdade, o adulto entra em contato com processos de autoconhe...
Você conhece os benefícios da psicoterapia?
Essa abordagem terapêutica é excelente para quem tem algum problema emocional e não está dando conta de resolver sozinho, mas também é primordial para as pessoas que querem melhorar a sua relação consigo e com o mundo.
Marcada por estereótipos e falsas ideias de senso comum (como que "terapia é coisa de doido"), as sessões conduzidas por um psicólogo podem promover transformações essenciais na vida, de forma a contribuir para os âmbitos pessoal, social e profissional.
Quer saber mais sobre o assunto? Continue acompanhando este artigo para conhecer os principais benefícios da psicoterapia e descubra por que fazer!
1. Ajuda no processo de autoconhecimento
Independentemente da razão que leva uma pessoa a iniciar a terapia, sem dúvidas, o autoconhecimento é um dos seus principais e mais nítidos benefícios.
Isso porque, com a ajuda do psicólogo, o paciente é capaz de reconhecer e acessar suas crenças, pontos fortes, defeitos, qualidades, limitações e padrões de pensamento e comportamento prejudiciais para, então, conseguir modificá-los.
Assim, quando se toma consciência sobre suas próprias características internas, é possível tomar medidas importantes para a melhoria da qualidade de vida.
2. Promove a autoconfiança e a autoestima
Como consequência do autoconhecimento, o indivíduo consegue trabalhar a sua autoconfiança e autoestima. Afinal de contas, ao se conhecer melhor, ele pode adquirir mais segurança e confiança em si mesmo, o que é benéfico para a autoestima.
Com isso, ele se sente mais confiante para buscar seus sonhos, se relacionar consigo e com o próximo, entre muitos outros benefícios.
3. Melhora os relacionamentos interpessoais
Relacionar-se com o outro (seja um parceiro, um amigo, um familiar ou colega de trabalho) não é uma tarefa fácil, uma vez que cada pessoa possui sua personalidade e características. Entretanto, existem indivíduos que possuem uma dificuldade ainda maior nas relações (seja por causa da timidez, da personalidade forte, etc.).
Nesse contexto, a terapia pode ser bastante útil, pois ela ajuda no desenvolvimento de diversas habilidades sociais, como comunicação, empatia, trabalho em equipe, etc.
Portanto, a partir desse desenvolvimento, torna-se possível se relacionar de forma mais saudável e harmônica com o outro, aprendendo, assim, a lidar com sabedoria e inteligência diante dos desafios diários que os relacionamentos impõem.
4. Desenvolve a inteligência emocional
Falando em inteligência, é impossível não mencionar o desenvolvimento da inteligência emocional como um dos grandes benefícios da psicoterapia.
Para quem não sabe, essa é uma habilidade que diz respeito à forma como lidamos com as situações adversas e com as nossas emoções diante delas. Ou seja, com a terapia, é possível aprender a gerenciar e controlar melhor as emoções, sendo menos reativo e mais equilibrado para agir.
Além disso, com a inteligência emocional, o indivíduo consegue encontrar soluções mais eficazes para os seus problemas, uma vez que consegue racionalizar as situações.
5. Ajuda na superação de traumas do passado
Aqui vai um outro benefício da psicoterapia: a superação de traumas do passado.
Em razão de uma situação traumatizante ocorrida no passado – especialmente na infância ou adolescência, o indivíduo pode sofrer com diversos prejuízos em sua vida atual, como fobias, depressão, ansiedade, dificuldade para se relacionar, entre outros transtornos.
Assim, por meio da terapia com um psicólogo, o paciente consegue visualizar o trauma que está desencadeando diversas reações prejudiciais (sim, muitas vezes ele nem consegue reconhecer que teve um trauma) e, a partir daí, encontra estratégias para enfrentá-lo.
Portanto, as sessões de psicoterapia promovem não somente a resolução de sintomas, como também vai à origem do problema para, dessa forma, solucioná-lo com eficácia.
6. Auxilia a encontrar um propósito de vida
Muitas pessoas possuem uma certa dificuldade para encontrar um propósi...
Um dos maiores desafios na contemporaneidade é conciliar a vida pessoal com a profissional. Acontece que essa é uma situação preocupante, uma vez que pode desencadear crises de ansiedade e de estresse, além da síndrome de Burnout.
Por isso, encontrar o equilíbrio entre esses dois âmbitos da vida, além de ser importante para a qualidade de vida, pode ser o fator que que faltava para o tratamento eficaz de diversos problemas de saúde mental que estão te afligindo.
Sendo assim, neste artigo, daremos dicas práticas e essenciais de como você pode conciliar a vida pessoal com a profissional e, assim, cuidar do seu bem-estar. Boa leitura!
Como conciliar vida pessoal com a profissional: 10 dicas práticas
Como mencionamos, a partir de agora você encontrará dicas práticas de como equilibrar as áreas da sua vida e possibilitar o alcance de uma boa qualidade de vida:
1. Defina suas prioridades
O primeiro passo é definir quais são suas prioridades tanto na vida pessoal quanto na profissional. Isso porque, a partir daí, será possível equilibrar suas funções e responsabilidades, evitando a sobrecarga.
Sendo assim, faça uma lista com todas as suas atividades e, em seguida, comece a identificar o que é mais importante e necessário na sua vida.
Com isso, você conseguirá visualizar o que pode ser adiado ou ajustado, bem como onde você precisa se fazer mais presente e se doar mais.
2. Gerencie seu tempo
Depois de definir as prioridades, é hora de identificar o tempo que você vai dedicar a cada uma de suas tarefas. Naturalmente, isso pode variar, mas é preciso ter ao menos uma estimativa para que seja possível se programar.
Assim, para fazer uma boa gestão do tempo, vale a pena utilizar alguns recursos, desde a tradicional agenda até aplicativos de gerenciamento de tarefas. Eles ajudam a organizar as atividades diárias e a possibilitar que você consiga cumprir com os prazos.
3. Estabeleça limites claros
Impor limites claros também é um dos pontos-chave para equilibrar a vida pessoal e profissional. Isso significa saber reconhecer o quanto tempo você trabalhará por dia, por exemplo, para não ultrapassar esse limite.
Dentro da família, também é importante definir limites para não se sobrecarregar, como quais tarefas irá fazer em casa. Tudo isso contribui para que seja mais assertivo conciliar esses dois âmbitos da vida.
4. Aprenda a dizer "não"
Junto ao estabelecimento de limites, aprenda a dizer "não". Isso significa que, além de reconhecer que você não consegue pegar mais atividades do que aquelas que já executa, é necessário recusar, de maneira educada e assertiva, propostas que não fazem sentido para você e para sua saúde física e mental. Seja do chefe, da família ou de amigos.
Nesse sentido, entenda que dizer "não" não te torna uma pessoa pior. Aqui, não se deve preocupar com o que o outro vai pensar sobre você, mas sim em como você se sente arcando com mais compromissos do que aqueles que consegue cumprir.
5. Seja flexível
Apesar de ser necessário estabelecer limites e saber gerenciar o seu tempo, também é fundamental ser flexível e adaptável. Afinal de contas, a vida é imprevisível, o que faz com que prioridades, ideias e percepções de vida possam mudar com o passar do tempo.
Portanto, esteja preparado para ajustar os seus planejamentos caso seja necessário. Ser flexível te possibilitará não apenas isso, mas também manter o equilíbrio diante de imprevistos e adversidades inesperadas.
6. Reserve um tempo para a família e os amigos
Por mais que a sua rotina seja corrida e agitada, é importante reservar um tempo de qualidade para estar com a família e os amigos. Além de fortalecer os vínculos afetivos, essa prática é excelente para cuidar das emoções e recarregar a energia.
Sendo assim, defina dias da semana e horários para fazer programas com as pessoas que são queridas e importantes para você.
7. Fique offline de vez em quando
De uns tempos para cá, temos passado boa parte do nosso tempo rolando os "feeds" das redes sociais por horas e hora...
A inteligência emocional é uma habilidade que pode transformar positivamente a vida de quem a tem. Afinal, ela ajuda o indivíduo a passar pelas dificuldades com mais tranquilidade e clareza.
Esse conceito diz respeito a saber gerenciar suas próprias emoções, ter autoconhecimento sobre o quê e como se sente, além de influenciar numa vida com mais qualidade e bem-estar e na construção relações interpessoais saudáveis.
Neste artigo, vamos nos aprofundar sobre o que é inteligência emocional e por que é tão importante desenvolvê-la. Tenha uma ótima leitura!
O que é inteligência emocional?
De forma mais ampla, a inteligência emocional é a capacidade de entender e lidar melhor tanto com as próprias emoções, como também reconhecer e influenciar as emoções de quem está ao redor. Isso traz mais proximidade e tranquilidade para as relações.
Quem tem essa habilidade emocional consegue passar pelas adversidades da vida de maneira mais madura e consciente. Portanto, é uma competência fundamental tanto na vida pessoal quanto na vida profissional.
Características de uma pessoa emocionalmente inteligente
Um indivíduo com inteligência emocional tem as seguintes características:
Em uma situação de crise, não reage de forma exagerada nem entra em pânico;
Não permite que as emoções influenciem diretamente nas suas escolhas;
Desenvolve relacionamentos saudáveis com alto grau de empatia pelo outro;
Dificilmente entra em discussões sem motivo.
Essas são só algumas características, mas o fato é que uma pessoa com inteligência emocional tem autoconhecimento e um jeito mais sereno de encarar os problemas, o que impacta diretamente no seu bem-estar.
5 pilares da inteligência emocional
O psicólogo Daniel Goleman, responsável por popularizar o conceito, dividiu a inteligência emocional em pilares com o intuito de simplificar o que uma pessoa precisa ter para melhorar a relação com as próprias emoções e evitar reações como estresse e compulsão. São eles:
1. Autoconhecimento emocional
Conhecer as próprias emoções é imprescindível para desenvolver a inteligência emocional, já que um indivíduo que tem autoconhecimento percebe quando mudanças de humor podem acontecer e sabe identificar os gatilhos emocionais que provocam determinados sentimentos. Por isso, o autoconhecimento é o ponto de partida.
2. Controle emocional
Após identificar suas emoções, vem a próxima etapa: saber lidar de maneira mais assertiva e consciente com elas, sobretudo em momentos de instabilidade. Isso é, agir de forma mais consciente e evitar comportamentos impulsivos.
Então, esse tipo de atitude vem da prática constante diante das situações que nos pressionam.
3. Automotivação
A automotivação diz respeito a entender o que está dentro da gente e como isso nos motiva a fazer algo, o que nos dá força para encarar a vida. Assim, está ligado a ter disciplina mesmo quando o entorno não é favorável.
É um importante amparo para que a pessoa seja mais persistente e produtiva diante da instabilidade da vida.
4. Empatia e reconhecimento emocional
Ser empático é ter a capacidade de se colocar no lugar do outro, respeitando e acolhendo suas emoções e escolhas. Então, a empatia é a base de relacionamentos saudáveis e nos proporciona criar laços mais profundos e duradouros.
5. Relacionamentos interpessoais
Relacionamentos interpessoais saudáveis são essenciais para uma vida pessoal e profissional bem-sucedida. Este pilar envolve a capacidade de criar e manter bons relacionamentos e gerar boas conexões.
Diz respeito também a se comunicar de forma clara, solucionar conflitos e interagir de maneira colaborativa com as pessoas ao redor, seja no trabalho ou na vida de uma forma geral.
Por que é importante desenvolver a inteligência emocional?
Desenvolver a inteligência emocional impacta em inúmeros benefícios, tanto no âmbito pessoal como no profissional, influenciando em uma vida mais equilibrada e saudável. Saiba mais:
Benefícios pessoais:
Reduz a ansiedade e estresse;
Contribui para a redução de atrito...
A maioria das pessoas com certeza já escutou a palavra "empatia" por aí, não é verdade? No entanto, poucas sabem o seu verdadeiro significado e a importância de vivenciá-la nas diferentes relações – pessoais, sociais, amorosas e profissionais.
Por isso, preparamos este artigo para explicar, de fato, o que é empatia e te dar dicas importantes de como desenvolvê-la para aprimorar suas relações, mas também a sua saúde mental e a sua qualidade de vida. Confira!
O que é empatia?
Empatia é a capacidade de compreender as emoções e os sentimentos do outro sem julgamentos. Há um tempo atrás, ela era definida como a habilidade de se colocar no lugar de uma pessoa terceira. Acontece que isso é humanamente impossível!
Por isso, o conceito mais usual que se tem adotado para compreendê-la é de que a empatia é a capacidade de se colocar ao lado do outro, entender o que ele está vivenciando, se conectar emocionalmente com ele e oferecer apoio.
Assim, pessoas empáticas, dentre outras características:
Ouvem os outros de forma atenta;
Têm sensibilidade diante de eventos negativos ou trágicos;
Consideram a opinião de terceiros antes de tomar decisões que podem impactá-los;
São capazes de identificar quando os outros estão chateados;
Oferecem apoio sempre que percebem a necessidade alheia.
Por que é importante desenvolver essa habilidade social nas relações?
O desenvolvimento da empatia é benéfico por diversos motivos, como:
1. Melhora os relacionamentos interpessoais: pessoas empáticas tendem a ter vínculos mais sólidos e estruturados.
2. Melhora o bem-estar e a qualidade de vida: uma pessoa empática tende a se sentir mais feliz e realizada em razão da solidariedade.
3. Contribui para a vida profissional: dentre as diversas soft skills exigidas no mercado de trabalho na atualidade, a empatia é uma delas.
Como é possível perceber, a empatia nunca será desperdiçada, sendo valiosa tanto para quem a recebe quanto para quem a detém.
7 dicas para desenvolver empatia
Ciente da importância de desenvolver a empatia nas suas relações interpessoais, é hora de aprender como praticá-la no dia a dia e fortalecer essa habilidade tão valiosa:
1. Pratique a escuta ativa
Uma das grandes virtudes de uma pessoa empática é justamente saber ouvir o outro de forma consistente e sem julgamentos. Sim, oferecer a sua escuta é uma maneira de possibilitar que o outro desabafe e sinta-se acolhido.
Aqui é muito importante saber ouvir com atenção, sem interrupções e sem juízo de valor. Só assim a pessoa se sentirá verdadeiramente confortável e acolhida para se expressar.
2. Tente entender o outro mesmo que você não concorde
Quando discordamos de alguém, tendemos a recusar-se a ouvi-lo ou, então, a entrar em um conflito de ideias, não é mesmo? No entanto, essa prática é reativa e impulsiva, estando longe da empatia.
Nesse caso, o ideal é buscar compreender o que leva alguém a discordar de você. Tente analisar a criação e as vivências que ela teve, os traumas que talvez tenha passado…
Esse é um exercício importante para compreender o que pode influenciar tal conduta ou pensamento e, assim, não se deixar levar pelas emoções à flor da pele diante de uma oposição de ideias.
3. Comece a analisar a linguagem corporal
Você já deve saber que a nossa comunicação não se restringe a apenas palavras. O corpo e as expressões faciais também dizem muito das nossas emoções e pensamentos.
Sendo assim, comece a analisar a linguagem corporal dos outros para que você consiga identificar quando uma pessoa não está bem, mesmo sem ela falar.
Isso não significa se tornar um profissional da psicologia, por exemplo, que consegue fazer a leitura das expressões corporais. A questão aqui é te possibilitar identificar quando uma pessoa precisa de acolhimento, mas, por algum motivo, não deseja verbalizar.
Convém mencionar que essa prática é especialmente benéfica para o ambiente corporativo e para quem almeja crescimento profissional, como a ocupação de cargos de liderança.
4. Faça perguntas
Já se você es...
O transtorno de ansiedade é um distúrbio psicológico marcado por duas emoções: a ansiedade e o medo. Sensações que causam estado de alerta no indivíduo e que, diante da frequência com que acontecem, podem comprometer o bem-estar e a saúde mental.
Esse problema afeta uma parcela considerável da população em algum momento da vida, e tem a ansiedade intensa como um dos principais sintomas, o que faz com que a pessoa acredite que esse estado é parte natural da vida. Por isso, os transtornos de ansiedade frequentemente passam despercebidos e não são tratados de forma adequada.
Neste artigo, você vai entender quais os tipos de transtornos, as causas, como eles se manifestam no seu corpo e mente e quais os tratamentos apropriados. Boa leitura!
Quais são os sintomas mais comuns dos transtornos de ansiedade?
Os transtornos de ansiedade podem surgir de forma repentina, semelhante a uma crise de pânico, ou de forma gradual, se intensificando ao longo dos dias. Além disso, sua duração pode variar de alguns segundos ou se estender por anos.
Há também variações na intensidade, desde uma angústia quase insignificante, a uma crise de pânico grave.
Podem ainda, dar origem a sintomas físicos, envolvendo:
Náusea, vômito, diarreia;
Falta de ar, engasgo;
Tontura, desmaio, sudorese, ondas de calor e frio;
Palpitações, frequência cardíaca acelerada;
Tensão muscular, dor ou sensação de aperto no peito.
O que pode causar o transtorno de ansiedade?
As causas podem ser diversas: uma condição genética ou, ainda, pode resultar de uma rotina turbulenta que favorece o aparecimento de gatilhos emocionais intensos e negativos.
Além disso, ser acometido por doenças físicas ou vivenciar situações traumáticas também podem corroborar para o surgimento do transtorno.
É muito importante que o diagnóstico do transtorno seja realizado o quanto antes e procure identificar a origem do problema para que este seja tratado, e não apenas os sintomas.
Principais tipos de transtorno de ansiedade
O transtorno de ansiedade pode ser classificado em 6 tipos, de acordo com suas causas e sintomas. Continue a leitura e conheça cada um deles:
1. Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG)
Nesse quadro, o indivíduo sente ansiedade de forma muito intensa, praticamente o tempo todo, mesmo quando não há motivo real.
Assim, trata-se de uma preocupação e tensão exagerada sobre o que se vive, acompanhada de uma análise minuciosa com a imaginação de cenários improváveis que dificilmente acontecerão.
Pode ser um problema financeiro, familiar, de saúde, no trabalho ou na família. Tudo ganha uma proporção gigante.
Detalhe importante: a TAG dificilmente acontece sozinha, normalmente vem acompanhada de outros distúrbios como depressão, fobias ou síndrome do pânico.
2. Transtorno de Pânico (TP)
Nesse caso, as crises de ansiedade surgem de forma repentina e inesperada e podem gerar um mal-estar que toma proporções que o indivíduo não consegue controlar, com sensações de medo e desconforto. Assim, é mais comum acontecer em quem já enfrentou uma crise de ansiedade.
Normalmente essas crises vêm acompanhadas de uma série de sintomas físicos, podendo acontecer em qualquer contexto, lugar ou momento, o que torna o TP bastante desafiador, já que não dá para prever. Pode ter duração de 15 a 30 minutos.
3. Transtorno de Ansiedade Fóbico (conhecido como "fobia social")
Esse tipo está relacionado a episódios de ansiedade diante de situações sociais ou de desempenho desproporcional à ameaça real.
Embora seja normal uma certa ansiedade em contextos de interação social, a pessoa com o transtorno apresenta tanta ansiedade que chega a evitar contatos sociais ou os suportam com muita angústia.
Convém mencionar que essa ansiedade acontece apenas quando a pessoa precisa desempenhar alguma atividade específica em público, por exemplo: falar em público, conhecer novas pessoas, fazer uma leitura em voz alta, etc.
4. Agorafobia
É uma ansiedade intensa e irracional causada pelo medo de situações e lugares que podem ser...
Você tem controle sobre quanto tempo você fica "online" por dia?
Especialistas alertam para o uso excessivo das redes e o quanto isso pode ser prejudicial para o cérebro, causando dependência. Eles defendem que uma das formas de evitar o estresse gerado pelas mídias é aderir ao detox digital ou desenvolver uma vida offline.
Afinal, o uso exagerado de telas pode acarretar vários prejuízos para a saúde mental, entre eles: queda de produtividade, desconexão com momentos importantes da vida real e, ainda, desenvolvimento de problemas mais sérios como depressão e ansiedade.
Por isso, confira, neste artigo, por que é importante se desconectar das redes sociais de vez em quando e como fazer isso com facilidade. Boa leitura!
5 benefícios de se desconectar da vida digital
O uso desenfreado de telas e rede social pode deixar claro a necessidade de uma mudança de hábitos, especialmente de que é hora de priorizar uma vida offline.
A ideia é bem simples: consiste em mudar hábitos, fazer uma "dieta" das redes, valorizar mais a vida que acontece ao vivo, ao nosso redor – que muitas vezes esquecemos de viver para estar online.
Ao reduzir o tempo de exposição às telas, você abre espaço para que o corpo e a mente descansem, além de alimentar relações fora do ambiente digital. Ou seja, você ganha em bem-estar, produtividade e equilíbrio.
Veja melhor os benefícios do detox digital:
1. Mais saúde mental e bem-estar
O excesso de telas pode causar aumento de sintomas de ansiedade e estresse. Portanto, priorizar uma vida offline ajuda a reduzir a sobrecarga de informações, melhora o humor e resulta em um dia a dia mais leve.
2. Melhora na qualidade de sono
O que poucas pessoas sabem é que ficar exposto por muitas horas às luzes de telas atrapalha a produção de hormônios que regulam o sono. Por outro lado, quando você se desconecta horas antes de dormir, pode ter noites mais tranquilas e restauradoras.
3. Mais foco e produtividade
Quanto menos distração digital, mais tempo para o que realmente importa: estudar, trabalhar, novos hobbies, tarefas pessoais. Com mais concentração, mais chances de produzir melhor.
4. Relações pessoais mais próximas
Manter o celular distante durante refeições e encontros aproximam familiares e amigos. Preferir uma vida offline propicia relações mais próximas, conversas mais profundas e a criação de memórias reais.
5. Estimula a criatividade
Ficar um tempo longe da internet desperta sua criatividade genuína, o que normalmente não acontece quando você permanece conectado. Estar muito tempo exposto aos conteúdos online pode inibir pensamentos e ideias originais.
8 dicas para fazer o detox digital e melhorar a sua vida offline
Diante de uma sociedade cada vez mais online, parece até impossível uma desintoxicação digital, não é mesmo? Porém, além de impactar positivamente na sua saúde, com algumas mudanças de hábitos, é possível sim alcançar uma vida offline. Descubra como:
1. Estabeleça metas
Para quem depende da internet para trabalhar ou estudar, é difícil se desligar completamente de uma hora para outra. Por isso, comece estabelecendo metas. Mas, antes, faça um rastreamento no seu celular para entender qual o seu tempo de uso por aplicativo.
Feito isso, estabeleça a redução do uso dos apps de 30 em 30 min por dia, por exemplo. À medida que for se adaptando, tente metas mais desafiadoras, como ficar um dia inteiro no final de semana sem usar o celular.
2. Defina horários
Que tal definir os horários para se conectar e desconectar?
Dar aquela última olhadinha nas redes antes de dormir parece irresistível, mas isso pode impactar diretamente na qualidade do seu sono. O ideal é interromper o uso do celular duas horas antes de deitar.
Além disso, no horário de trabalho, se você não precisa de internet para suas tarefas, tente evitar ficar usando as redes sociais ou atender uma mensagem que pode ser respondida em outro momento. Essas dicas podem te ajudar!
3. Tire o celular de perto
Um dos principais problemas que envolve o uso d...
O ciúme é um sentimento intrínseco ao ser humano. É uma resposta emocional diante de uma sensação de ameaça em um relacionamento. Os sentimentos que prevalecem diante disso são vários, como insegurança, medo, ansiedade e raiva.
Esse comportamento pode acontecer tanto em relações românticas como em relações de amizade. Mas, apesar de ser comum à experiência humana, quando não controlado, o ciúme pode ser prejudicial, impactando as relações intra e interpessoais.
Entender suas causas e aprender a lidar com esse sentimento é importante para preservar relações saudáveis e equilibradas. Por isso, continue a leitura e entenda maneiras de encarar e controlar o seu ciúme.
O que é o ciúme?
De forma geral, o ciúme é um sentimento que vem do medo de perder uma pessoa. Assim, o seu maior desejo é justamente preservar a relação para evitar essa perda.
Nesse sentido, esse sentimento provavelmente tem origem nas inseguranças do indivíduo, no medo de não ser amado ou, ainda, em não estar no controle da situação.
Vale dizer que o ciúme cumpre um papel no amadurecimento emocional de uma relação, porém, em excesso, pode ser considerado uma doença, o chamado ciúme patológico.
Quando o ciúme passa a ser preocupante?
O ciúme passa a ser um ponto de preocupação quando seus efeitos começam a impactar de forma negativa no bem-estar de quem o sente, assim como na vida de outras pessoas envolvidas.
Alguns comportamentos podem indicar que esse sentimento passou do ponto e precisa de atenção, como:
Comportamento controlador: quando há toda uma movimentação para controlar ações, relações e deslocamento do parceiro, como acessar o telefone, redes sociais, exigir detalhes sobre seu dia a dia, lugares que ele frequentou, pessoas que ele encontrou, além de tentar restringir suas interações sociais;
Insegurança constante: sentimentos de insegurança de forma exagerada e permanente em relação ao relacionamento;
Acusações infundadas: fazer acusações sem evidências tangíveis de infidelidade, baseadas em desconfiança pessoal ou suposições;
Isolamento social: tentativas de isolar o parceiro de seu ciclo de amigos, familiares ou colegas, para diminuir oportunidades de uma possível traição ou infidelidade;
Comportamento agressivo: expressões de ciúme que se manifestam em comportamentos agressivos, seja verbal ou físicos, como insultos, gritos, ameaças ou até mesmo violência física contra o parceiro ou pessoas ao redor.
Se comportamentos como os descritos acima se tornam frequentes, gerando sofrimento emocional significativo para o indivíduo que os sente e para as pessoas envolvidas, é necessário buscar ajuda o quanto antes.
10 dicas para lidar com o ciúmes
A seguir, separamos algumas dicas que podem oferecer um novo jeito para lidar com o ciúme:
1. Investigue a origem do ciúme
Para começar, vale olhar com cuidado para o que provoca o seu ciúme. Existe algum gatilho ou uma situação que se repete? Alguma decepção ou quebra de confiança que possa ter deixado feridas abertas?
Entender essa causa ajuda você a atuar no cerne da questão. Se houver um trauma, por exemplo, será necessário acolhê-lo e tratá-lo.
2. Deixe o passado para trás
Muitas vezes, o ciúme exagerado nasce de experiências ruins em relacionamentos anteriores. Mas é fundamental não carregar essas vivências para o presente. Afinal, além de limitar a profundidade da nova relação, isso não é justo com quem está ao seu lado no presente.
Portanto, encerre o que ficou para trás e evite comparações. Cada pessoa e cada vínculo é único e merece ser tratado como tal.
3. Faça do diálogo um hábito constante
A comunicação aberta é a chave de qualquer relação duradoura, pois ela mantém uma relação saudável, especialmente quando uma das partes convive com inseguranças. Por isso, abra seus medos e vulnerabilidades com quem está ao seu lado.
Essa sinceridade ajuda o parceiro a compreender seu momento emocional e a oferecer apoio em situações mais delicadas. Por outro lado, quando você se fecha, a tendência é que desentendim...
A ansiedade é uma emoção que faz parte da vida de todos nós. Afinal, ela é um instinto que protege as pessoas dos riscos, alertando-as diante de uma ameaça real.
No entanto, quando em excesso, ela pode ser prejudicial, indicando a presença de algum transtorno de ansiedade. Nesses casos, é indispensável procurar ajuda profissional.
Mas como saber se você está com algum transtorno de ansiedade? Quais sinais indicam que algo não vai bem? Continue a leitura deste artigo para conferir os principais sinais!
O que é transtorno de ansiedade?
Transtorno de ansiedade é uma condição psicológica caracterizada pelo medo, preocupação e ansiedade excessivos que interferem nas atividades diárias.
Nesse sentido, a pessoa pode ficar ansiosa constantemente, mesmo quando não existe uma ameaça ou problema real. A partir disso, sintomas físicos, comportamentais e emocionais podem surgir de forma intensa, como dores estomacais, falta de ar, insônia e angústia, por exemplo.
Convém mencionar, antes de seguirmos, que existem diferentes tipos de transtorno de ansiedade, sendo os principais:
Transtorno de ansiedade generalizada (TAG): um dos transtornos de ansiedade mais comuns, caracterizado pela preocupação excessiva combinado com estresse recorrente.
Transtorno obsessivo-compulsivo (TOC): pensamentos obsessivos que levam a atitudes compulsivas, como verificar várias vezes se a porta está trancada.
Transtorno de ansiedade social: também conhecida como fobia social, refere-se à ansiedade diante de situações sociais e relacionamentos interpessoais.
Síndrome do pânico: crises intensas e inesperadas de medo e mal-estar generalizado diante de situações futuras.
Agorafobia: medo de situações e lugares que possam causar "aprisionamento", como estar dentro de um elevador, por exemplo.
Como saber se estou com algum transtorno de ansiedade?
Para saber se você está com algum transtorno de ansiedade, é necessário se atentar para os sinais que o seu corpo e a sua mente podem estar dando.
Por isso, trouxemos, a seguir, alguns pontos para você observar:
1. Mudanças de humor repentinas e/ou irritabilidade
Se você tem se sentido irritado com uma certa frequência e/ou percebe que o seu humor muda de repente, sem uma explicação clara, então pode ser que você esteja com algum transtorno de humor.
Nesse sentido, repare se você está vivenciando uma situação de muita pressão ou estresse. Afinal, esses contextos podem fazer com que o humor oscile frequentemente.
2. Alterações no sono
Também é bastante comum a pessoa ansiosa sofrer com alguma alteração no sono, especialmente a insônia, uma vez que a mente está em estado de hiperexcitação e, portanto, não consegue "desligar" para relaxar.
Além da dificuldade para iniciar o sono, o indivíduo pode sofrer com despertares noturnos frequentes ou acordar muito antes do horário previsto. Tudo por causa da hiperatividade do cérebro com os pensamentos intermitentes de preocupação.
3. Sensação de falta de ar
Essa é uma das sensações físicas mais presentes nos transtornos de ansiedade: a sensação de falta de ar ou dificuldade para respirar. Nesses casos, a causa do problema não é fisiológica tampouco está atrelada ao aparelho respiratório. A causa sempre é emocional.
Vale destacar que, em caso de falta de ar, é indispensável procurar um médico para fazer exames e, assim, descartar causas físicas antes. Não tome nenhuma conclusão sem a orientação de um profissional.
4. Medo excessivo sem uma justificativa aparente
Um outro sinal que pode indicar a existência de um transtorno de ansiedade é sentir um medo constante sem que haja uma justificativa aparente para isso, além de enxergar perigo em situações que não necessariamente sejam, de fato, perigosas.
Em muitos pacientes, esse sintoma é tão grave que os impede de realizar atividades diárias básicas, como ir a um supermercado, por exemplo. Daí a importância de buscar ajuda imediata de um psicólogo, porque, ainda que não seja um transtorno de ansiedade, com certeza é algo que precisa ser t...
Os livros voltados ao desenvolvimento pessoal podem ser grandes aliados de quem deseja evoluir de forma contínua, seja no âmbito emocional, profissional ou comportamental.
Essas obras incentivam o autoconhecimento, ajudam a repensar hábitos e oferecem ferramentas práticas para lidar melhor com os desafios do dia a dia, promovendo crescimento e equilíbrio.
Pensando nisso, reunimos uma lista com 10 livros que se destacam por contribuir de forma significativa para o desenvolvimento pessoal. As leituras abordam diferentes temas e podem servir como inspiração e apoio para quem busca aprender, mudar e se desenvolver.
Então, continue acompanhando este post e confira a seleção especial para o seu desenvolvimento pessoal que separamos!
Livros para crescimento pessoal: 10 opções
1. Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas, de Dale Carnegie
Este livro tornou-se referência quando o assunto é o desenvolvimento das relações humanas, das habilidades sociais e da comunicação eficiente.
Assim, partindo do princípio de que é preciso se interessar genuinamente por aqueles com quem interagimos, ele inspira as pessoas a se sentirem mais seguras, abertas e confiantes em seus encontros sociais e profissionais.
Então, é uma leitura prazerosa e fundamental para quem deseja criar bons vínculos, se tornar mais persuasivo, deixar uma marca positiva e inspirar os outros com energia e gentileza.
2. Inteligência Emocional, de Daniel Goleman
Segundo Goleman, a consciência das emoções é fator essencial para o desenvolvimento da inteligência do indivíduo. Assim, o autor mostra como a incapacidade de lidar com as próprias emoções pode prejudicar a experiência escolar, acabar com carreiras promissoras e destruir vidas.
Por meio desse livro, então, você compreende quais são as cinco habilidades-chave da inteligência emocional e como elas determinam o êxito nos relacionamentos e no trabalho, e até no seu bem-estar físico.
3. Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes, de Stephen R. Covey
Presença constante na lista de best-sellers, esse livro é uma abordagem holística e integrada à solução dos problemas pessoais e profissionais baseada em princípios.
Com mais de 25 milhões de exemplares vendidos e traduzido para 38 idiomas, este manual é ideal para quem busca alcançar a paz de espírito e adquirir confiança por meio dos alicerces do comportamento humano no caráter e da compreensão dos princípios, não se prendendo apenas a práticas.
4. As Armas da Persuasão, de Robert Cialdini
O autor se baseia em depoimentos inéditos de profissionais e estudos de casos sociais em meios digitais. Então, apresentando resumos ao final de cada capítulo e um princípio de persuasão que se diz inédito, é uma obra para influenciar sua carreira profissional.
Assim, a leitura expõe como influenciar pessoas e ter sucesso no seu negócio, além de ensinar estratégias de marketing eficazes. Se quer entender o caminho que leva as pessoas a dizerem "sim" e como usar esse conhecimento na prática, essa leitura é para você.
5. Conversas Corajosas, de Elisama Santos
A autora, que é psicanalista e consultora em comunicação consciente e educadora parental, propõe ao leitor um mergulho no autoconhecimento, a partir dos pilares da comunicação não violenta (CNV).
Assim, a leitura ensina a como escutar para além das próprias projeções, apresentando caminhos para agir quando a opinião do outro parece absurda. Defende também que a vulnerabilidade não é algo ruim, mas é uma arma poderosa para nos aproximar do outro.
6. Rápido e devagar: duas formas de pensar, de Daniel Kahneman
A obra leva a uma viagem pela mente humana e explica as duas formas de pensar: uma é rápida, intuitiva e emocional; a outra, mais lenta, deliberativa e lógica.
Assim, por meio de insights práticos e esclarecedores sobre como tomamos decisões nos negócios e na vida pessoal, o autor expõe como podemos usar diferentes técnicas para nos proteger contra falhas mentais que muitas vezes nos colocam em apuros.
A leitura leva o leitor a entend...
Compreender o desenvolvimento emocional ao longo da vida é essencial para quem busca autoconhecimento, equilíbrio psicológico e relações mais saudáveis.
Cada fase da vida apresenta desafios, aprendizados e demandas emocionais específicas, que influenciam diretamente a forma como lidamos com sentimentos, vínculos, frustrações e escolhas.
Na psicologia, essas etapas não são vistas apenas como recortes etários, mas como momentos de construção interna que deixam marcas profundas na identidade e na saúde mental.
Infância: a base do desenvolvimento emocional
A infância é considerada uma das fases mais decisivas para o desenvolvimento emocional.
É nesse período que a criança começa a reconhecer emoções, estabelecer vínculos afetivos e formar as primeiras percepções sobre si mesma e sobre o mundo.
Logo, as experiências vividas nessa etapa funcionam como um alicerce para a saúde emocional ao longo da vida.
O ambiente familiar, a qualidade do cuidado recebido e a forma como emoções são acolhidas ou reprimidas têm impacto direto na construção da autoestima, da segurança emocional e da capacidade de confiar nos outros.
Assim sendo, uma infância marcada por afeto, previsibilidade e escuta tende a favorecer adultos mais seguros emocionalmente.
Vínculo e apego
O vínculo afetivo com cuidadores é fundamental para o sentimento de segurança emocional.
Logo, quando a criança percebe que suas necessidades emocionais são atendidas e que existem rituais familiares, desenvolve um apego seguro, o que favorece autonomia, empatia e regulação emocional no futuro.
Reconhecimento das emoções
Na infância, a criança começa a identificar emoções básicas como por exemplo, alegria, medo, raiva e tristeza.
A forma como os adultos nomeiam e validam esses sentimentos contribui para que a criança aprenda a expressá-los de maneira saudável.
Construção da autoestima
Elogios, limites claros e acolhimento influenciam diretamente a percepção que a criança desenvolve sobre seu próprio valor.
Uma autoestima bem estruturada nessa fase impacta positivamente a vida adulta.
Adolescência: emoções intensas e construção da identidade
A adolescência é marcada por profundas transformações físicas, cognitivas e emocionais.
Trata-se de um período de transição em que o indivíduo deixa de ser criança, mas ainda não se reconhece plenamente como adulto.
Esse processo costuma gerar conflitos internos, questionamentos e emoções intensas.
Logo, o desenvolvimento emocional na adolescência está fortemente ligado à busca por identidade, pertencimento e autonomia.
É comum que o jovem experimente oscilações de humor, insegurança e maior sensibilidade às críticas e rejeições.
Assim sendo, para compreender melhor essa fase, é importante observar alguns aspectos emocionais centrais que costumam estar presentes na vivência adolescente.
Busca por identidade
O adolescente passa a questionar valores familiares, explorar novos interesses e experimentar diferentes formas de se expressar na vida pessoal e nas redes sociais.
Esse processo é essencial para a construção de uma identidade própria, embora possa gerar ansiedade e confusão emocional.
Relações sociais e pertencimento
Amizades e grupos sociais ganham grande importância.
A necessidade de aceitação pode influenciar comportamentos e impactar a autoestima, tornando o jovem mais vulnerável emocionalmente.
Regulação emocional
Apesar do desenvolvimento cognitivo, o cérebro emocional ainda está em formação, o que dificulta o controle de impulsos e a regulação das emoções.
Por isso, reações intensas são comuns nessa etapa.
Vida adulta jovem: escolhas, responsabilidades e autonomia emocional
A vida adulta jovem é frequentemente associada à consolidação da independência e à tomada de decisões importantes, como carreira, relacionamentos afetivos e projetos de vida.
Emocionalmente, essa fase envolve o desafio de equilibrar expectativas pessoais, autoimagem, pressões sociais e responsabilidades crescentes.
É um período em que muitos padrões emocionais apren...
Se sentir vulnerável, se chatear com facilidade ou, ainda, querer sair correndo e deixar tudo para trás… Você já experimentou algum desses sentimentos? Essa é a realidade de muitas pessoas que não têm consciência do seu estado emocional.
Quando estão imersas nesses sentimentos, elas também experimentam uma montanha russa constante, intercalam entre o riso e o choro nos momentos mais inesperados e reagem de maneira desproporcional às situações, não conseguindo expressar seus sentimentos e emoções com clareza. Esses sintomas são efeitos da intoxicação emocional.
Se você já passou ou está passando por momentos de grande carga emocional, este artigo é para você. Continue lendo para saber mais sobre o assunto!
O que é intoxicação emocional?
Aintoxicação emocional trata-se de uma carga de emoções que, em exagero, causa uma intoxicação. A intensidade de emoções é característica desse quadro. Sentimentos como raiva, medo, agressividade e culpa são reações comuns.
Aquele que sofre com intoxicação emocional culpa-se o tempo todo por algo que não saiu como ele esperava, podendo ser em relação a ele ou com os outros. Pequenas coisas se transformam em grandes acontecimentos.
Esse descontrole de informação e sentimentos faz com que outras sensações e pensamentos que deveriam influenciar positivamente no bem-estar sejam mascarados, dificultando a consciência.
Quais são os principais sintomas da intoxicação emocional?
Para saber se você ou alguém ao seu redor está passando por essa situação, conheça alguns sintomas:
Falta de motivação: você não sente mais vontade de encarar atividades que antes te davam prazer;
Decepção pessoal: quando algo não sai como você esperava, você se culpa;
Insegurança: a culpa te paralisa, gerando sentimentos de incapacidade;
Dificuldade de se expressar: os sentimentos são guardados em excesso e você passa a ter dificuldade em colocar o que sente para fora;
Angústias e aflições sem explicação aparente: sentimentos negativos em excesso sem uma explicação passam a ser comuns;
Incômodos desnecessários, mas fortemente presentes: você não sabe exatamente o que está te deixando desconfortável, mas o desconforto está ali andando lado a lado com você.
O resultado são conflitos pessoais e emocionais que afetam diariamente o bem-estar físico e o psicológico, tornando o indivíduo vulnerável e causando os sintomas descritos anteriormente.
Por que a intoxicação emocional acontece?
A intoxicação emocional é a consequência de não nos darmos tempo para cuidar do nosso interior, adiando sempre o que nos dá prazer. A curto prazo, esse comportamento pode não causar nenhum dano, mas a longo prazo pode levar a pessoa ao adoecimento e depressão.
Vale dizer que o acúmulo de estresse e conflitos não resolvidos resultam em um estado de fragilidade emocional. Assim, nossa mente trabalha de forma incansável, gerando pensamentos de maneira desenfreada e sem controle.
Como evitar a intoxicação emocional?
Assim como lidar com uma intoxicação causada por alimentos, em que se elimina o que ocasionou esse desequilíbrio, para tratar uma intoxicação emocional não é diferente: deve-se buscar eliminar essas emoções.
Se o excesso de algum sentimento está te deixando inseguro e ou até depressivo, é importante entender e buscar outras alternativas. Por isso, veja algumas dicas para evitar chegar nesse estágio:
1. Não canalize sentimentos ruins
Sensações negativas podem acabar com o nosso dia. Afinal, a raiva, a culpa, o medo e a ansiedade geram desordem e nos esgotam emocionalmente.
Portanto, perceba o que anda gerando esses sentimentos em você… Qual pode ser a causa? Após identificar, quebre o padrão! Não deixe dentro tantas emoções negativas.
2. Organização faz diferença
Você já ouviu falar que o estado do ambiente interfere muito no nosso humor?
Pois é, um lugar bem organizado, seja nossa casa ou ambiente de trabalho, impacta diretamente no que sentimos e como encaramos as atividades do dia a dia.
A organização traz tranquilidade para a mente e faz ...
Utilizada por jovens que estão finalizando o ensino médio e se encontram em dúvida sobre qual caminho profissional seguir, a orientação vocacional permite trabalhar o autoconhecimento e mais segurança na tomada de decisão.
Apesar de muito conhecido, esse método ainda gera muitas dúvidas. Por isso, preparamos um conteúdo para esclarecer as principais questões sobre orientação vocacional.
Então, continue a leitura e entenda o que é e quando você deve recorrer a essa técnica!
O que é orientação vocacional?
A orientação vocacional se baseia em testes específicos para conhecer as características e individualidades de uma pessoa. Ela tem o intuito de construir cenários profissionais mais assertivos para que o indivíduo se identifique e alcance satisfação pessoal.
Além disso, a técnica busca evitar que a pessoa comece uma carreira e, lá na frente, perceba que aquilo não faz sentido para ela.
Portanto, a ideia é desenvolver um autoconhecimento que possibilite a escolha de uma profissão alinhada às preferências do indivíduo, a sua forma de ver o mundo e ao que este deseja conquistar no futuro.
Qual é a diferença entre orientação e teste vocacional?
Basicamente, a distinção entre orientação e teste vocacional está relacionada na abordagem e nos métodos utilizados. Assim, a orientação vocacional se caracteriza por um processo mais amplo e individualizado, normalmente conduzido por um psicólogo.
No decorrer das sessões, o profissional vai ouvir e acolher o indivíduo, entendendo seus desejos e preferências diante de áreas de atuação.
Além disso, a orientação vocacional pode incluir ainda visitas a locais de trabalho e entrevistas com profissionais de áreas diferentes.
Já o teste vocacional, por exemplo, se refere a uma ferramenta usada dentro do método de orientação vocacional. São questionários ou instrumentos de avaliação pensados para detectar as áreas de interesse, os gostos, quais características da pessoa sobressaem e podem colaborar no campo profissional.
Assim, é importante destacar que os testes devem ser utilizados como forma de agregar, de aprimorar à orientação vocacional, e não como única base para a tomada de decisão. Ele acrescenta e, por isso, serve para complementar o processo de escolha.
E qual é a diferença entre orientação vocacional e orientação profissional?
Apesar de serem usadas como expressões equivalentes, há diferenças entre orientação vocacional e a orientação profissional. Entenda as principais diferenças:
A orientação vocacional destina-se especialmente a jovens em fase de escolha de carreira e envolve um psicólogo especializado. Assim, ela se baseia em:
Identificar o interesse da pessoa;
Destacar as habilidades;
Explorar as inclinações naturais;
Ajudar a entender a vocação;
Possibilitar o conhecimento de diferentes áreas profissionais.
Já a orientação profissional destina-se a jovens em transição para o mercado de trabalho e adultos em busca de reorientação profissional. Pode envolver psicólogos, orientadores profissionais e outros especialistas. Seus objetivos são:
Preparar a pessoa para o mercado de trabalho;
Desenvolver habilidades específicas para o planejamento de carreira.
Para que serve a orientação vocacional?
Essa técnica busca direcionar o indivíduo na tomada de decisão, identificando habilidades, interesses e valores particulares. No entanto, para além disso, a orientação vocacional proporciona também:
Autoconhecimento: uma das principais vantagens que os testes e as discussões propostas pela técnica propõem é explorar os interesses do indivíduo e identificar as principais áreas de carreira que melhor o definem.
Clareza na escolha de carreira: quando uma pessoa se conhece, entende seus gostos, suas habilidades e valores, a sua tomada de decisões torna-se mais segura.
Satisfação profissional: ao decidir por uma carreira alinhada com suas habilidades e desejos, é provável que a pessoa se sinta realizada e encontre propósito no que faz.
Redução do estresse e da ansiedade: decidir sobre o futuro pro...
O trabalho do psicólogo é cercado de muitas dúvidas. Você, provavelmente, já deve ter se perguntado, por exemplo, se está realmente precisando de terapia ou se vale mesmo a pena pagar alguém para "apenas te ouvir", não é mesmo?
Esses são questionamentos comuns, mas que devem ser solucionados como forma de não ignorar o cuidado com a sua saúde mental.
Por isso, neste artigo, vamos trazer as dúvidas mais comuns – e também as respostas – sobre o trabalho do psicólogo para que você possa compreender melhor a importância e relevância deste profissional na sua vida. Confira!
Dúvidas sobre o trabalho do psicólogo: as 10 mais comuns
Confira, abaixo, as dúvidas mais comuns sobre o trabalho do psicólogo.
Mas, vale dizer, que você pode entrar em contato com os profissionais da Psicólogo e Terapia para esclarecer suas próprias dúvidas.
1. Qual a diferença entre psicólogo, psicanalista e psiquiatra?
Para facilitar essa resposta, separamos por tópicos. Veja só:
Psicólogo
Profissional graduado em Psicologia.
Estuda comportamentos, emoções e pensamentos humanos.
Trata diversas condições ligadas à mente humana (desde ansiedade até transtornos mais severos, como o transtorno de personalidade), inclusive suas raízes.
No tratamento, utiliza conversas, exercícios e técnicas psicoterápicas.
Também pode ajudar no desenvolvimento do autoconhecimento, inteligência emocional, autoestima, etc.
Não está apto a prescrever medicamentos.
Psicanalista
Profissional que possui formação em Psicanálise.
Estuda o inconsciente dos indivíduos, revelados por meio de palavras, ações e até sonhos.
Propõe questionamentos a partir de discurso do paciente para que esse consiga olhar para o seu "eu-interior".
Não está apto a prescrever medicamentos.
O acompanhamento é mais duradouro do que com o psicólogo uma vez que acessa o inconsciente.
Psiquiatra
Profissional graduado em Medicina com residência em Psiquiatria.
Atua na identificação e diagnóstico de transtornos mentais, como depressão, esquizofrenia, etc.
Está apto a prescrever medicamentos, como antidepressivos e ansiolíticos.
Tem como foco tratar os sintomas das condições, por isso, é recomendado o acompanhamento de um psiquiatra em conjunto com o psicólogo, pois se complementam.
2. Devo revelar segredos ao psicólogo?
Não necessariamente. Você não precisa falar sobre assuntos que te deixam desconfortável na terapia. Saiba que a confiança no psicólogo é adquirida aos poucos, assim, quando você se sentir à vontade, poderá se abrir sobre questões íntimas nas quais ele te ajudará.
3. O psicólogo receita medicamentos?
Como mencionamos na primeira pergunta: não, o psicólogo não pode prescrever medicamentos. Entretanto, se ele perceber que há a necessidade de remédios no seu tratamento, te encaminhará ao psiquiatra para um acompanhamento multidisciplinar.
4. O que meus amigos e familiares vão pensar se eu fizer terapia?
Esse é um receio comum, uma vez que as pessoas ainda associam terapia "à coisa de doido". Acontece que essa é uma forma de cuidar da saúde mental, sendo importante para tratar alguma condição ou trabalhar o autoconhecimento e as emoções.
Por isso, é importante não se preocupar com o julgamento de terceiros e nem ter vergonha de procurar um psicólogo. Coloque o seu autocuidado em primeiro lugar, sempre!
5. Quando buscar a ajuda de um psicólogo?
Você pode procurar um psicólogo sempre que sentir necessidade ou quando estiver passando por algum problema emocional pontual e que não esteja dando conta de resolver sozinho. Portanto, busque uma ajuda profissional se:
Estiver com pensamentos e emoções negativas com os quais não está sabendo lidar, como tristeza profunda, ansiedade, irritabilidade, estresse, etc.
Se tiver passado por algum evento significativo na vida, como perda de emprego ou de um ente querido, separação, etc.
Se tiver sido diagnosticado com algum transtorno mental, do mais simples ao mais severo.
Não estiver conseguindo se relacionar bem com as pessoas ao seu redor – amigos, cônjuges, colegas de...























