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Guilhotina | Le Monde Diplomatique Brasil

Author: Rádio Tertúlia

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O Guilhotina é o podcast do Le Monde Diplomatique Brasil, com apresentação dos jornalistas Bianca Pyl e Luis Brasilino. Para sugestões e críticas, escreva para guilhotina@diplomatique.org.br. Apoio técnico: Rádio Tertúlia.

275 Episodes
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No terceiro episódio da série “Nega Pataxó: Nosso luto é luta”, Nega é apresentada em sua própria voz, que chega para o ouvinte a partir de registros audiovisuais herdados de sua aproximação com o Lab Conatus-UFF. Em seus depoimentos, ela partilha sua sabedoria ancestral e a potência política de suas práticas, o exercício do cuidado com a terra e com as pessoas, seus cantos e seu trabalho espiritual, os encontros de mulheres e a luta contra a violência de gênero nas aldeias.Esta série do Guilhotina se propõe a olhar para o cenário alarmante de violência fundiária no Brasil, intensificado após a sanção da Lei 14.701/2023, que institui o chamado Marco Temporal. Nos 4 episódios de “Nega Pataxó: nosso luto é luta”, o assassinato da Pajé Nega Pataxó é um evento central para a recontagem dos conflitos por terra no sul da Bahia, atualizando um passado de disputas e violências, bem como germinando novas práticas políticas em seu território, a Terra Indígena Caramuru-Paraguaçu, a partir da atuação das mulheres indígenas, suas familiares, na luta por justiça.>>> Este podcast é uma iniciativa do ⁠⁠Lab Conatus⁠⁠, da Universidade Federal Fluminense (UFF), e do Grupo de Ecologias Políticas, da Universidade Federal da Bahia (UFBA), em parceria com a ⁠⁠Associação Paraguaçu de Mulheres Indígenas ⁠⁠(APAMUI). Contou com o apoio do ⁠⁠Pulitzer Center⁠⁠, por meio do Fundo Semear – 2025, e com a produção da ⁠⁠Rádio Tertúlia⁠⁠. A divulgação é do Guilhotina, o podcast do ⁠⁠Le Monde Diplomatique Brasil⁠⁠. O quarto e último episódio vai ao ar em 28 de janeiro de 2026.>>> Links: Portal Memorare: ⁠https://portalmemorare.wordpress.com/⁠ Entrevista Nega Pataxó Hã Hã Hãe: ⁠https://youtu.be/ILuXNuNRO6I?si=MeYPliQDcKvN9mpq⁠   >>> Ficha técnicaConcepção: Olivia von der Weid, Felipe Milanez e mestra Mayá.Direção criativa e roteiro: Olivia von der Weid.Equipe de produção: Mônica Tupinambá, Olinda Tupinambá, Daniela Duarte, Livia Weyl, Giulia Ventura, Kaylane Matos, Alice Guaraná e Marya Eduarda Barbosa.Edição de texto e áudio, desenho de som, montagem e sonorização: Beatriz Pasqualino/Rádio Tertúlia.Artes: Livia Weyl.
No segundo episódio da série “Nega Pataxó: Nosso luto é luta”, você ouve o relato da luta pela terra na Terra Indígena Caramuru-Paraguaçu, situado nas vozes, memórias e depoimentos da linhagem feminina da Pajé Nega. Por meio da dor e das histórias compartilhadas, cria-se um memorial vivo que resgata a presença de Nega Pataxó na comunidade e no mundo, promovendo a elaboração coletiva do luto que se transforma em luta por justiça.Esta série do Guilhotina se propõe a olhar para cenário alarmante de violência fundiária no Brasil, atravessado pela disputa em torno do marco temporal, que ameaça os direitos dos povos indígenas às suas terras tradicionais. Nos 4 episódios da série, o assassinato da Pajé Nega Pataxó é um evento central para a recontagem dos conflitos por terra no sul da Bahia, atualizando um passado de disputas e violências, bem como germinando novas práticas políticas em seu território, a Terra Indígena Caramuru-Paraguaçu, a partir da atuação das mulheres indígenas, suas familiares, na luta por justiça.Este podcast é uma iniciativa do ⁠Lab Conatus⁠, da Universidade Federal Fluminense (UFF), e do Grupo de Ecologias Políticas, da Universidade Federal da Bahia (UFBA), em parceria com a ⁠Associação Paraguaçu de Mulheres Indígenas ⁠(APAMUI). Contou com o apoio do ⁠Pulitzer Center⁠, por meio do Fundo Semear – 2025, e com a produção da ⁠Rádio Tertúlia⁠. A divulgação é do Guilhotina, o podcast do ⁠Le Monde Diplomatique Brasil⁠. O terceiro episódio vai ao ar em 21 de janeiro de 2026.>>> Saiba mais:Projeto Memorare: https://portalmemorare.wordpress.com/cartas/ Vídeo "Por um fio": https://youtu.be/fAJz6Nu6KO0?si=uuQWq_wgz7roKnUk >>> Ficha técnicaConcepção: Olivia von der Weid, Felipe Milanez e mestra Mayá.Direção criativa e roteiro: Olivia von der Weid.Equipe de produção: Mônica Tupinambá, Olinda Tupinambá, Daniela Duarte, Livia Weyl, Giulia Ventura, Kaylane Matos, Alice Guaraná e Marya Eduarda Barbosa.Edição de texto e áudio, desenho de som, montagem e sonorização: Beatriz Pasqualino/Rádio Tertúlia.Artes: Livia Weyl.
Está no ar a nova série do Guilhotina, que se propõe a olhar para o cenário alarmante de violência fundiária no Brasil, atravessado pela disputa em torno do marco temporal, que ameaça os direitos dos povos indígenas às suas terras tradicionais. Nos 4 episódios de “Nega Pataxó: nosso luto é luta”, o assassinato da Pajé Nega Pataxó é um evento central para a recontagem dos conflitos por terra no sul da Bahia, atualizando um passado de confrontos e violências, bem como germinando novas práticas políticas em seu território, a Terra Indígena Caramuru-Paraguaçu, a partir da atuação das mulheres indígenas, suas familiares, na luta por justiça. No episódio de estreia, “Eu entrego meu peito à lança”, a narrativa recupera o histórico da luta indígena pela terra no Sul da Bahia a partir do conflito que resultou no assassinato da Pajé Nega Pataxó, na Terra Indígena Caramuru-Paraguaçu. Nele você vai ouvir reportagens de imprensa noticiando este grave acontecimento, arquivos históricos com a memória da luta pela demarcação das terras indígenas na região, além de relatos de indígenas que participaram da ação e testemunharam o crime. Este podcast é uma iniciativa do Lab Conatus, da Universidade Federal Fluminense (UFF), e do Grupo de Ecologias Políticas, da Universidade Federal da Bahia (UFBA), em parceria com a Associação Paraguaçu de Mulheres Indígenas (APAMUI). Contou com o apoio do Pulitzer Center, por meio do Fundo Semear – 2025, e com a produção da Rádio Tertúlia. A divulgação é do Guilhotina, o podcast do Le Monde Diplomatique Brasil. O segundo episódio vai ao ar em 14 de janeiro de 2026.>>> Saiba mais:Vídeo “O grito de voz enquanto indígena: a luta Pataxó pela terra e pela vida”: https://youtu.be/sW6b0QZun-c?si=DMikdxM4NIFJHLRZ >>> Ficha técnicaConcepção: Olivia von der Weid, Felipe Milanez e mestra Mayá.Direção criativa e roteiro: Olivia von der Weid.Equipe de produção: Mônica Tupinambá, Olinda Tupinambá, Daniela Duarte, Livia Weyl, Giulia Ventura, Kaylane Matos, Alice Guaraná e Marya Eduarda Barbosa.Edição de texto e áudio, desenho de som, montagem e sonorização: Beatriz Pasqualino/Rádio Tertúlia.Artes: Livia Weyl.
Bianca Pyl e Luís Brasilino recebem duas lideranças históricas do movimento de mulheres negras neste primeiro episódio da nova série do podcast Guilhotina em parceria com a Cese.: "Mulheres Negras em Marcha: construindo o bem viver".Lançado no Dia da Consciência Negra, neste especial vamos compartilhar histórias de mudança sobre os avanços da organização das mulheres negras no Brasil, conhecer suas narrativas de resistência ancestral e entender melhor o processo de construção da Marcha das Mulheres Negras, que terá sua segunda edição no próximo dia 25 de novembro.No primeiro episódio, Socorro Guterres, da Coordenação Executiva da Rede de Mulheres Negras do Maranhão, e Valdecir Nascimento, idealizadora do Instituto Odara e coordenadora na Rede de Mulheres Afro Latino-americanas, Afro-caribenhas e de Diáspora e da Articulação de Organizações de Mulheres Negras Brasileiras, falam com a gente sobre o papel das organizações femininas negras no combate aos racismos. Em pauta, a realidade do racismo hoje em dia no Brasil, a história do movimento de mulheres negras no país, o enfrentamento dessas organizações contra as opressões de raça, gênero e classe e a expectativa de atuação do movimento na conjuntura atual e para os próximos meses.>>> O segundo episódio desta série vai ao ar na próxima terça-feira, 25 de novembro.Ficha técnicaProdução, apresentação e o roteiro: Bianca Pyl e Luís BrasilinoEdição, desenho de som e sonorização: Beatriz Pasqualino (Rádio Tertúlia)Apoio de produção: Marília Pinto, Rosana Fernandes e Vanessa Pugliese, da CESE.
Hoje o Guilhotina te apresenta um episódio especial feito em parceria com a Articulação para o Monitoramento dos Direitos Humanos no Brasil (AMDH), com produção da Rádio Tertúlia.No episódio "Pelas lentes e vozes dos direitos humanos", você vai conhecer - pela voz de quem mora nos territórios e de quem acompanha as violações de direitos humanos - quatro casos: a situação dos moradores da comunidade rural de Taquaril dos Fialhos, que fica no sudoeste da Bahia; o caso dos povos indígenas e comunidades tradicionais que vivem na Bacia Hidrográfica do Rio Formoso, em Tocantins; o caso das comunidades de pescadoras e pescadores quilombolas da Ilha de Maré (em Salvador/BA) e das comunidades gaúchas da região do 4D, em Porto Alegre/RS.Esses casos estão detalhados no documento em que é baseado este episódio e que se chama “Violações dos direitos humanos no Brasil - Relatório de casos com denúncias e recomendações”. Ele foi elaborado pela AMDH, sob coordenação do Movimento Nacional de Direitos Humanos, do Processo de Articulação e Diálogo para a Cooperação Internacional no Brasil e do Fórum Ecumênico ACT Brasil. O relatório conta com participação direta de cerca de 100 organizações, coletivos e movimentos sociais que atuam com direitos humanos.Acesse o relatório em texto: https://monitoramentodh.org.br/publicacao/violacoes-dh-brasil-2025/Acesso o relatório em áudio: https://open.spotify.com/show/2St7Wj7fcFmc0yCoIOAo4gApresentação, direção criativa e desenho de som: Beatriz Pasqualino (Rádio Tertúlia).Roteiro: Beatriz Pasqualino, com contribuição de Anelize Moreira (Rádio Tertúlia).Sonorização: André Paroche (Rádio Tertúlia).Coordenação: Eneias da Rosa, Manoela Nunes, Gilnei Silva e Beatriz Pasqualino.Distribuição: Guilhotina / Le Monde Diplomatique Brasil.
Lançado no Dia Internacional dos Direitos Humanos, o terceiro e último episódio da série “Mulheres negras em marcha” aprofunda as interseções entre resistência ancestral, território e o direito ao bem viver. Para isso, Bianca Pyl e Luís Brasilino recebem Fran Paula, quilombola do Mato Grosso e integrante do GT Mulheres da Articulação Nacional de Agroecologia; e Joice Paixão, coordenadora da Associação Gris Espaço Solidário e da Rede de Adaptação Climática Antirracista, de Pernambuco.Em debate, o significado de bem viver na perspectiva quilombola – como ancestralidade e saberes tradicionais orientam a relação com a terra e o território –, a defesa dos territórios e a organização comunitária. Também falamos sobre o "aquilombar" contemporâneo, o balanço da II Marcha das Mulheres Negras, o racismo ambiental e as histórias de mudanças lideradas por mulheres e suas organizações.Ficha técnicaProdução, apresentação e roteiro: Bianca Pyl e Luís BrasilinoEdição, desenho de som e sonorização: Beatriz Pasqualino (Rádio Tertúlia)Apoio de produção: Marília Pinto, Rosana Fernandes e Vanessa Pugliese, da CESE.
Bianca Pyl e Luís Brasilino recebem duas lideranças que estão na construção da 2ª Marcha das Mulheres Negras neste segundo episódio da série especial do Guilhotina em parceria com a CESE. Lançado às vésperas da Marcha que acontece em 25 de novembro em Brasília, este episódio mergulha no legado de uma década de luta, organização e transformação desde aquela histórica primeira edição em 2015, quando mais de 50 mil mulheres negras ocuparam a capital federal.Neste episódio, Naiara Leite, Coordenadora Executiva do Odara - Instituto da Mulher Negra e integrante do Comitê Impulsor Nacional da Marcha, e Terlúcia Silva, cofundadora da Abayomi – Coletiva de Mulheres Negras na Paraíba e integrante do Comitê Nacional da Marcha, compartilham histórias de mudanças concretas na vida das mulheres negras brasileiras nesses dez anos.Em pauta, o processo de construção coletiva da Marcha através dos Comitês Impulsores presentes nos 27 estados do Brasil, o fortalecimento da identidade política das mulheres negras, a ampliação da participação na esfera pública, o crescimento das organizações femininas negras em seus territórios e as pautas inegociáveis da 2ª Marcha Nacional por Reparação e Bem Viver. Como disse Mãe Estela de Oxossi: o tempo das mulheres negras é agora.Ficha técnicaProdução, apresentação e roteiro: Bianca Pyl e Luís BrasilinoEdição, desenho de som e sonorização: Beatriz Pasqualino (Rádio Tertúlia)Apoio de produção: Marília Pinto, Rosana Fernandes e Vanessa Pugliese, da CESE.
No terceiro e último episódio da série "Mulheres do Cerrado: diálogos sobre clima e sistemas alimentares" discutimos os impactos da produção no campo sobre a vida nas cidades. Recebemos Emília Costa, do Movimento Quilombola do Maranhão e da coordenação executiva da Campanha Nacional em Defesa do Cerrado; e Maria Emília Pacheco, assessora da FASE e integrante da Articulação Nacional de Agroecologia. Elas conversam sobre como os sistemas alimentares podem beneficiar toda a população – incluindo quem vive nas cidades – e explicam por que o Cerrado é central nessa discussão.Esta série é um especial do Guilhotina em parceria com a ⁠Cese⁠, a ⁠Articulação de Mulheres do Cerrado⁠ e a Campanha em Defesa do Cerrado. Apoiadores: ⁠HEKS-EPER⁠ e ⁠Instituto Ibirapitanga⁠. >>> Ficha técnicaProdução, apresentação e o roteiro: Bianca Pyl e Luís Brasilino.Edição, desenho de som, montagem e sonorização: Beatriz Pasqualino (⁠Rádio Tertúlia⁠).Apoio de produção: Ariana Gomes (Articulação das Mulheres do Cerrado), Bruno Santiago Alface (Campanha Nacional em Defesa do Cerrado) e Olga Matos, Rosana Fernandes e Patricia Gordano (Cese).Arte: Maria Moura @mabi.jpg
Ouça o segundo episódio da série "Mulheres do Cerrado: diálogos sobre clima e sistemas alimentares" sobre como a crise climática, o racismo ambiental e o agronegócio atravessam os corpos das mulheres em seus territórios. Conversamos com Joice Silva, educadora popular e dirigente nacional do MST do Tocantins; Arilene Martins, da Coletiva Pretas de Angola de Goiás; e Elionice Sacramento, da Articulação Nacional de Pescadoras.Esta série é um especial do Guilhotina em parceria com a Cese, a Articulação de Mulheres do Cerrado e a Campanha em Defesa do Cerrado. Apoiadores: HEKS-EPER e Instituto Ibirapitanga. >>> Ficha técnicaProdução, apresentação e o roteiro: Bianca Pyl e Luís Brasilino.Edição, desenho de som, montagem e sonorização: Beatriz Pasqualino (Rádio Tertúlia).Apoio de produção: Ariana Gomes (Articulação das Mulheres do Cerrado), Bruno Santiago Alface (Campanha Nacional em Defesa do Cerrado) e Olga Matos, Rosana Fernandes e Patricia Gordano (Cese).Arte: Maria Moura @mabi.jpg
Está no ar a série "Mulheres do Cerrado: diálogos sobre clima e sistemas alimentares", especial do Guilhotina em parceria com a Coordenadora Ecumênica de Serviço (Cese), a Articulação de Mulheres do Cerrado e a Campanha em Defesa do Cerrado. O apoio é de HEKS-EPER e Instituto Ibirapitanga. A crise climática é um desafio global, mas seus impactos não se distribuem de forma igual. Ela aprofunda desigualdades históricas e recai de maneira mais dura sobre mulheres. Nesta série, vamos escutar mulheres do Cerrado e colocar seus saberes, vivências e resistências no centro das discussões sobre mudanças climáticas e sistemas alimentares.No episódio de estreia conversamos com Letícia Rangel Tura, da ONG Fase; Maryellen Crisóstomo, da Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (Conaq); e Juvana Xakriabá, da Articulação da Juventude Xakriabá. Elas falam sobre como o agronegócio e as mudanças climáticas ampliam desigualdades e denunciam as chamadas "falsas soluções": respostas vendidas como combate ao aquecimento que, na prática, viram oportunidades de negócio e mantêm as estruturas que geraram a crise.>>> Ficha técnicaProdução, apresentação e o roteiro: Bianca Pyl e Luís BrasilinoEdição, desenho de som e sonorização: Beatriz Pasqualino (Rádio Tertúlia)Apoio de produção: Ariana Gomes (Articulação das Mulheres do Cerrado), Bruno Santiago Alface (Campanha Nacional em Defesa do Cerrado) e Olga Matos, Rosana Fernandes e Patricia Gordano (Cese)Arte: Maria Moura @mabi.jpg
Em 2025, o Brasil será palco da COP 30. Enquanto autoridades brasileiras falam em protagonismo ambiental, os povos que mais protegem a natureza seguem invisíveis. Essa exclusão não é um descuido – é o retrato doracismo ambiental, que apaga vozes negras das decisões sobre o futuro do planeta.Neste episódio especial do podcast Guilhotina em parceriacom a Comissão Pró-Índio de São Paulo, ouvimos lideranças quilombolas e especialistas para entender como a luta contra a crise climática precisa ser também uma luta antirracista. Quais caminhos podem garantir que essa justiçaaconteça de verdade? E como a COP pode se comprometer com isso? Quer saber mais sobre o assunto? Ouça o especial completo do Guilhotina com Mariana Belmont, do Geledés; Fran Paula da Coordenação Nacional dos Quilombolas (Conaq), e Viviana Santiago, da Oxfam Brasil; e amplifique a justiçaclimática racial.Ficha técnicaApresentação e roteiro: Bianca Pyl e Luís Brasilino. Edição, desenho de som e sonorização: Beatriz Pasqualino, pela Rádio Tertúlia.
No ar, o 3º e último episódio da série "Bem viver nas cidades: lutas por direitos e movimentos populares urbanos”, nova parceria do Guilhotina, o podcast do Le Monde Diplomatique Brasil, com a Coordenadoria Ecumênica de Serviço (Cese).Neste episódio, conversamos sobre águas urbanas com Raquel Ludermir (@raquel_ludermir), doutora em desenvolvimento urbano e que está como gerente de incidência política da Habitat para a Humanidade Brasil; Joice Paixão, cofundadora e presidente da Associação Gris, no bairro da Várzea em Recife; e Halan Jackson de Assis (@halan.aksom), do Fórum de Juventudes do Bom Jardim, Fortaleza.Ficha técnica:A produção, apresentação e o roteiro deste episódio foram feitos por Luís Brasilino e pela Bianca Pyl. A Beatriz Pasqualino, da Rádio Tertúlia, fez a edição, desenho de som e sonorização. E o apoio de produção é de Marília Pinto e Vanessa Pugliesi, da Cese.
Ouça agora o segundo episódio da série "Bem viver nas cidades: lutas por direitos e movimentos populares urbanos”, nova parceria do Guilhotina, o podcast do Le Monde Diplomatique Brasil, com a Coordenadoria Ecumênica de Serviço (Cese). Neste especial de três episódios estamos discutindo os desafios para o exercício do direito à cidade no Brasil e vamos falar sobre suas violações, os impactos do mercado imobiliário e a resistência dos movimentos de moradia. Neste segundo episódio, recebemos a ativista do movimento negro Maura Cristina e a educadora e pesquisadora Mércia Alves para uma conversa sobre como as violações do direito à cidade afetam de forma desigual as pessoas, em especial as mulheres negras. Ficha técnica: A produção, apresentação e o roteiro deste episódio foram feitos por Luís Brasilino e pela Bianca Pyl. A Beatriz Pasqualino, da Rádio Tertúlia, fez a edição, desenho de som e sonorização. O apoio de produção é de Marília Pinto e Vanessa Pugliese, da Cese.
Nova temporada no ar! Ouça agora o primeiro episódio da série "Bem viver nas cidades: lutas por direitos e movimentos populares urbanos”, nova parceria do Guilhotina, o podcast do Le Monde Diplomatique Brasil, com a Coordenadoria Ecumênica de Serviço (Cese). Neste especial de três episódios vamos discutir os desafios para o exercício do direito à cidade no Brasil e falar sobre suas violações, os impactos do mercado imobiliário e a resistência dos movimentos de moradia. Nesta estreia, o tema vai ser moradia, conflitos fundiários e suas relações com o direito à cidade.  Os próximos episódios vão ao ar em fevereiro de 2025. Ficha técnica: A produção, apresentação e o roteiro deste episódio foram feitos por Luís Brasilino e pela Bianca Pyl. A Beatriz Pasqualino, da Rádio Tertúlia, fez a edição, desenho de som e sonorização. O apoio de produção é de Marília Pinto e Vanessa Pugliesi, da Cese.
No segundo episódio de “Mulheres de Luta: Do território ao parlamento”, conheça as histórias de Luciene Karajá e Vanda Witoto. Apesar de não eleitas, suas candidaturas foram atos de resistência e mostram como é fundamental ocupar espaços de poder para defender os direitos dos povos indígenas, proteger territórios e fortalecer a diversidade cultural brasileira. Uma parceria do Guilhotina com a Coordenadoria Ecumênica de Serviço (CESE), com apoio e financiamento da União Europeia. Este ano, 887 mulheres indígenas se candidataram em um contexto de mais de 2.400 candidaturas indígenas no Brasil. Apesar dos desafios, 41 mulheres indígenas foram eleitas para cargos municipais, um marco na luta pelos direitos dos povos originários e pela preservação dos territórios. Ouça agora e inspire-se com essas histórias de luta, resistência e esperança! Disponível no Guilhotina. Ficha técnica: Apresentação: Luene Karipuna. Produção e roteiro: Mayla Karajá e Beatriz Tuxá. Edição e sonorização: Vicente Buya. Identidade visual e artes: Kath Xapi Puri e Wanessa Ribeiro.
Está no ar o primeiro episódio de “Mulheres de Luta: Do território ao parlamento”, uma parceria do Guilhotina e a Coordenadoria Ecumênica de Serviço (CESE), com apoio e financiamento da União Europeia. Neste episódio, apresentamos as vozes e trajetórias de Marinete Xakriabá e Jackeline Tukano, indígenas que estão ocupando espaços de decisão e mulherizando a política. Suas histórias reforçam a urgência de valorizar a diversidade e a ancestralidade na construção de um futuro mais justo. Marinete e Jackeline compartilham a importância da presença indígena em espaços de influência, inspirando novas gerações a resistirem e se fortalecerem. >>> Ouça e conheça essa jornada de luta, resistência e esperança. Disponível agora no Guilhotina! Ficha técnica Apresentação: Luene Karipuna. Produção, apresentação e roteiro: Luene Karipuna, Mayla Karajá e Beatriz Tuxá. Edição e Sonorização: Vicente Buya Identidade Visual e Artes: Kath Xapi Puri e Wanessa Ribeiro.
Chegamos ao último episódio desta temporada especial. Ouça o que dizem as vítimas de violências sistemáticas e os especialistas em direitos humanos sobre o debate de prevenção do genocídio, punição de responsáveis e garantia de reparação às vítimas.  Esta série especial é fruto de uma parceria do Podcast Direitos Humanos em Ação - da⁠ ⁠⁠Articulação para o Monitoramento dos Direitos Humanos no Brasil (AMDH)⁠⁠⁠, com o Guilhotina, o podcast do⁠ ⁠⁠Le Monde Diplomatique Brasil⁠⁠⁠. A produção e reportagem são da⁠ ⁠⁠Rádio Tertúlia⁠⁠⁠.  Temos como objetivo ampliar o debate sobre o conceito de genocídio, seus fatores de risco, os impactados por esse crime atroz, as questões jurídicas envolvidas e o debate político em torno do tema. O podcast explora as nuances legais, ideológicas e políticas dessa definição, trazendo o fato de que nem toda violência extrema é classificada como genocídio, assim como um caso de genocídio não exige que mortes tenham ocorrido.  Saiba mais: Decreto Nº 30.822, de 1952, que promulga a Convenção para a Prevenção e a Repressão do Crime de Genocídio, da Assembléia Geral das Nações Unidas: ⁠https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/atos/decretos/1952/d30822.html⁠ Lei Nº 2889, de 1956, que define e pune o crime de genocídio no Brasil: ⁠https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l2889.htm⁠ Ficha Técnica: Apresentação: Luís Brasilino e Bianca Pyl (Guilhotina). Roteiro, Produção, Reportagem, Edição e Sonorização: Beatriz Pasqualino (Rádio Tertúlia). Concepção e Coordenação: Manoela Nunes, Enéias da Rosa, Gilnei da Silva (AMDH) e Beatriz Pasqualino (Rádio Tertúlia). Identidade Visual e Artes: Nanna Tariki (Le Monde Diplomatique Brasil). A coordenação do Projeto Direitos Humanos em Ação é realizada pelo ⁠⁠Movimento Nacional de Direitos Humanos⁠⁠, pelo ⁠⁠Processo de Articulação e Diálogo para a Cooperação Internacional no Brasil⁠⁠ e pelo Fórum Ecumênico ACT Brasil.
Violências sistemáticas de gênero são fatores de risco muito presentes na sociedade brasileira. Nosso país segue como o que mais mata pessoas trans no mundo. Em 2023, 145 pessoas trans foram assassinadas aqui, segundo a Associação Nacional de Travestis e Transexuais do Brasil (Antra). Um aumento de 10% com relação ao ano anterior. Neste episódio, Bruna Benevides, que é presidenta da Antra, relembrou toda sua história. Ela ficou mais conhecida nacionalmente depois que o seu caso, como pessoa trans e militar da Marinha, ganhou as manchetes dos principais jornais do país, anos atrás. Na ocasião, ela havia sido afastada da ativa das Forças Armadas por “transexualismo”. Bruna ainda não voltou à ativa e o caso segue sem decisão final da justiça. Para este episódio, entrevistamos também Maíra Kubík Mano, professora do Departamento de Estudo de Gênero e Feminismo da Universidade Federal da Bahia (UFBA); Sônia Coelho, integrante da Sempreviva Organização Feminista (SOF) e da coordenação da Marcha Mundial das Mulheres; e Paulo Mariante, advogado popular e militante do movimento LGBTQIAPN+. >>>  Esta série especial é fruto de uma parceria do Podcast Direitos Humanos em Ação - da⁠ ⁠⁠Articulação para o Monitoramento dos Direitos Humanos no Brasil (AMDH)⁠⁠⁠, com o Guilhotina, o podcast do⁠ ⁠⁠Le Monde Diplomatique Brasil⁠⁠⁠. A produção e reportagem são da⁠ ⁠⁠Rádio Tertúlia⁠⁠⁠. Temos como objetivo ampliar o debate sobre o conceito de genocídio, seus fatores de risco, os impactados por esse crime atroz, as questões jurídicas envolvidas e o debate político em torno do tema. O podcast explora as nuances legais, ideológicas e políticas dessa definição, trazendo o fato de que nem toda violência extrema é classificada como genocídio, assim como um caso de genocídio não exige que mortes tenham ocorrido. O quinto episódio desta série vai ao ar em 14 de outubro de 2024. Saiba mais: Associação Nacional de Travestis e Transsexuais (Antra): https://antrabrasil.org/ Dossiê Assassinatos e Violência contra Travestis e Transsexuais Brasileiras em 2023 (Antra): https://antrabrasil.org/wp-content/uploads/2024/01/dossieantra2024-web.pdf Dossiê de LGBTIfobia Letal (Observatório de Mortes e Violência LGBTI+ no Brasil):  https://tinyurl.com/uxe5e8ex  Sempreviva Organização Feminista (SOF): https://www.sof.org.br/ Marcha Mundial das Mulheres: https://www.marchamundialdasmulheres.org.br/  Decreto Nº 30.822, de 1952, que promulga a Convenção para a Prevenção e a Repressão do Crime de Genocídio, da Assembléia Geral das Nações Unidas: ⁠https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/atos/decretos/1952/d30822.html⁠ Lei Nº 2889, de 1956, que define e pune o crime de genocídio no Brasil: ⁠https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l2889.htm⁠ Ficha Técnica: Apresentação: Luís Brasilino e Bianca Pyl (Guilhotina). Roteiro, Produção, Reportagem e Edição: Beatriz Pasqualino (Rádio Tertúlia). Sonorização: André Paroche (Rádio Tertúlia). Concepção e Coordenação: Manoela Nunes, Enéias da Rosa, Gilnei da Silva (AMDH) e Beatriz Pasqualino (Rádio Tertúlia). Identidade Visual e Artes: Nanna Tariki (Le Monde Diplomatique Brasil).  A coordenação do Projeto Direitos Humanos em Ação é realizada pelo ⁠⁠Movimento Nacional de Direitos Humanos⁠⁠, pelo ⁠⁠Processo de Articulação e Diálogo para a Cooperação Internacional no Brasil⁠⁠ e pelo Fórum Ecumênico ACT Brasil. 
Maria da Penha é a expressão de um caso emblemático no Brasil e internacionalmente na luta contra a violência contra mulheres. Neste quarto episódio da temporada “genocídios.BR”, ela conversou com a jornalista Beatriz Pasqualino e contou sobre sua vida e os crimes cometidos por ex-maridos, em seus dois casamentos. No último, ela foi vítima de dupla tentativa de feminicídio, nos anos 1980. Violências sistemáticas de gênero são fatores de risco muito presentes na sociedade brasileira e têm impacto direto sobre a vida das mulheres e meninas, em especial negras. Para este episódio, entrevistamos também Maíra Kubík Mano, professora do Departamento de Estudo de Gênero e Feminismo da Universidade Federal da Bahia (UFBA); Sônia Coelho, integrante da Sempreviva Organização Feminista (SOF) e da coordenação da Marcha Mundial das Mulheres; Jurema Weneck, ativista do movimento de mulheres negras e diretora-executiva da Anistia Internacional Brasil; e Sandrali de Campos Bueno, psicóloga e ativista antirracista, feminista e de tradição de matriz africana e afrodiaspórica. >>>  Esta série especial é fruto de uma parceria do Podcast Direitos Humanos em Ação - da⁠ ⁠⁠Articulação para o Monitoramento dos Direitos Humanos no Brasil (AMDH)⁠⁠⁠, com o Guilhotina, o podcast do⁠ ⁠⁠Le Monde Diplomatique Brasil⁠⁠⁠. A produção e reportagem são da⁠ ⁠⁠Rádio Tertúlia⁠⁠⁠. Temos como objetivo ampliar o debate sobre o conceito de genocídio, seus fatores de risco, os impactados por esse crime atroz, as questões jurídicas envolvidas e o debate político em torno do tema. O podcast explora as nuances legais, ideológicas e políticas dessa definição, trazendo o fato de que nem toda violência extrema é classificada como genocídio, assim como um caso de genocídio não exige que mortes tenham ocorrido. O quinto episódio desta série vai ao ar em 30 de setembro de 2024. Saiba mais: Instituto Maria da Penha: https://www.institutomariadapenha.org.br/  Lei 11.340/06 (Lei Maria da Penha): https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2006/lei/l11340.htm  Relatório da Comissão Interamericana de Direitos Humanos, da OEA (Caso Maria da Penha) https://www.cidh.oas.org/annualrep/2000port/12051.htm  Publicação “A violência contra mulheres no Brasil nos últimos 5 anos” (Fonte: Instituto Igarapé | 2023): https://igarape.org.br/wp-content/uploads/2023/11/A-violencia-contra-mulheres-no-Brasil-nos-ultimos-cinco-anos.pdf  Atlas da Violência 2024 (Fonte: Ipea): https://www.ipea.gov.br/atlasviolencia/publicacoes  Decreto Nº 30.822, de 1952, que promulga a Convenção para a Prevenção e a Repressão do Crime de Genocídio, da Assembléia Geral das Nações Unidas: ⁠https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/atos/decretos/1952/d30822.html⁠ Lei Nº 2889, de 1956, que define e pune o crime de genocídio no Brasil: ⁠https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l2889.htm⁠ Ficha Técnica: Apresentação: Luís Brasilino e Bianca Pyl (Guilhotina). Roteiro, Produção, Reportagem e Edição: Beatriz Pasqualino (Rádio Tertúlia). Sonorização: André Paroche (Rádio Tertúlia). Concepção e Coordenação: Manoela Nunes, Enéias da Rosa, Gilnei da Silva (AMDH) e Beatriz Pasqualino (Rádio Tertúlia). Identidade Visual e Artes: Nanna Tariki (Le Monde Diplomatique Brasil). A coordenação do Projeto Direitos Humanos em Ação é realizada pelo ⁠⁠Movimento Nacional de Direitos Humanos⁠⁠, pelo ⁠⁠Processo de Articulação e Diálogo para a Cooperação Internacional no Brasil⁠⁠ e pelo Fórum Ecumênico ACT Brasil.
Kathlen Romeu era designer de interiores, tinha 24 anos, estava grávida do seu primeiro filho. Há três anos, foi visitar a avó numa comunidade do Rio de Janeiro durante a pandemia de Covid-19 e foi assassinada com um tiro de fuzil da Polícia Militar. Esta história está longe de ser um caso isolado. Neste terceiro episódio da temporada “genocídios.BR”, você saberá mais sobre a Kathlen e a luta da família e amigos por justiça, e entender como funciona o genocídio negro praticado no nosso país. Esta série especial é fruto de uma parceria do Podcast Direitos Humanos em Ação - da ⁠⁠Articulação para o Monitoramento dos Direitos Humanos no Brasil (AMDH)⁠⁠, com o Guilhotina, o podcast do ⁠⁠Le Monde Diplomatique Brasil⁠⁠. A produção e reportagem são da ⁠⁠Rádio Tertúlia⁠⁠. Para este episódio, entrevistamos Jackelline Oliveira, mãe da Kathlen Romeu; Jurema Weneck, ativista do movimento de mulheres negras e diretora-executiva da Anistia Internacional Brasil; Sandrali de Campos Bueno, psicóloga e ativista antirracista, feminista e de tradição de matriz africana e afrodiaspórica; e Onir de Araújo, advogado e membro da Frente Quilombola do Rio Grande do Sul.  >>>  A temporada especial “genocídios.BR” tem como objetivo ampliar o debate sobre o conceito de genocídio, seus fatores de risco, os impactados por esse crime atroz, as questões jurídicas envolvidas e o debate político em torno do tema. O podcast explora as nuances legais, ideológicas e políticas dessa definição, trazendo o fato de que nem toda violência extrema é classificada como genocídio, assim como um caso de genocídio não exige que mortes tenham ocorrido. O quarto episódio desta série vai ao ar em 16 de setembro de 2024. Saiba mais: Vídeo da Kathlen Romeu que abre o episódio: https://www.instagram.com/p/cdkdev5ploy/   Reportagem “Testemunhas de defesa depõem em sessão do julgamento do caso Kathlen Romeu, grávida morta no Lins” (maio/24 - Fonte: G1): https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2024/05/20/julgamento-do-caso-kathlen-romeu-gravida-morta-no-lins.ghtml  Atlas da Violência 2024 (Fonte: Ipea): https://www.ipea.gov.br/atlasviolencia/publicacoes  Artigo “Além da Faixa de Gaza: comunicação como arma no enfrentamento aos genocídios”, por Alex Pegna Hercog (maio/24 - Fonte: Le Monde Diplomatique Brasil): https://diplomatique.org.br/gaza-comunicacao/  Decreto Nº 30.822, de 1952, que promulga a Convenção para a Prevenção e a Repressão do Crime de Genocídio, da Assembléia Geral das Nações Unidas: ⁠https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/atos/decretos/1952/d30822.html⁠ Lei Nº 2889, de 1956, que define e pune o crime de genocídio no Brasil: ⁠https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l2889.htm⁠ Ficha Técnica: Apresentação: Luís Brasilino e Bianca Pyl (Guilhotina). Roteiro, Produção, Reportagem e Edição: Beatriz Pasqualino (Rádio Tertúlia). Sonorização: André Paroche (Rádio Tertúlia). Concepção e Coordenação: Manoela Nunes, Enéias da Rosa, Gilnei da Silva (AMDH) e Beatriz Pasqualino (Rádio Tertúlia). Identidade Visual e Artes: Nanna Tariki (Le Monde Diplomatique Brasil). A coordenação do Projeto Direitos Humanos em Ação é realizada pelo ⁠⁠Movimento Nacional de Direitos Humanos⁠⁠, pelo ⁠⁠Processo de Articulação e Diálogo para a Cooperação Internacional no Brasil⁠⁠ e pelo Fórum Ecumênico ACT Brasil.
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Comments (83)

Gladston Menezes

Trabalho meritoso a publicação do dicionário como também o espaço de divulgação exercido por vocês do Guilhotina, parabéns e longa vida.

Jan 13th
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Henry Mancini

Matéria tendenciosa e parcial.

Jul 11th
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Thiago Leopoldo

Que bom que vocês estão de volta.

Jun 1st
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Vinicius Tumelero

Muito bom. Excelente.

May 20th
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Caio

Nice

Apr 20th
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Caio

Parabéns ao autor!!! A história da mulher é a história da pior tirania que o mundo conheceu: a tirania do mais fraco sobre o mais forte. Oscar Wilde

Apr 12th
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Tainah Pereira

esse Tiago Soares parece o Carapanã

Oct 6th
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Lucas de Oliveira Moreira

Salva Stalin

Aug 26th
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Douglas Alves

é incrível como algumas publicações ganham essa projeção de pautas que deveriam ja estar superadas, nesse momento mais deveriamos retornar a velha guarda do que importar teorias que não cabem no Brasil

Apr 17th
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maysaleao

Botei no Shazam e o aplicativo foi incapaz de detectar a música da abertura. Produção, faça essa gentileza de ceder os créditos dessa música tão linda. Um cheiro, adoro o podcast e ouvi esse episódio da Praia do Amor em Alter do Chão Pará.

Apr 4th
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Leonardo

Os apresentadores não levam jeito e não têm entrosamento entre si. A edição é ruim. O áudio de alguns entrevistados está sem qualidade. Enfim, a produção do podcast é bem amadora. Tem que profissionalizar. Estou me esforçando para continuar ouvindo.

Mar 19th
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Gabriel Almeida

muito interessante

Jan 2nd
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Gilberto Sassi

que mulher... viva a erundina

Oct 21st
Reply (1)

Sam Ferreira

Gente que obra fantástica!! Ja vou procurar o meu. Nossa valew Guilhotina. 🤗

Oct 5th
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Welma Reis

Muito bom poder acompanhar essa entrevista após ter lido o livro "A cruel pedagogia do vírus".

Aug 5th
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Adriel

???

Jul 24th
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Ricardo Andreoli

Brilhante como sempre!

Jun 3rd
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Ana C. Noronha

O episódio é muito bom, o Prof. Boaventura é uma voz que deve sempre ser ouvida. No entanto, me incomodou o fato de os entrevistadores tratarem um professor emérito, aposentado, de mais de 80 anos por você e pelo primeiro nome, "Boaventura". Acredito que teria sido de bom tom um pouco mais de formalidade e respeito no tratamento a ele endereçado.

May 24th
Reply (1)

André Arruda

gostaria de agradecer pela.oportunidade de conhecer o trabalho da desta pesquisadora.

May 4th
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André Arruda

qual a música da abertura?

May 4th
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