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Renascença - Fadistices
Renascença - Fadistices
Author: Renascença
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Description
Silêncio, porque aqui fala-se de Fados e de Fadistas.
Contam-se histórias deste género musical tão português, mas que é património de todos.
O José da Câmara canta o fado e gosta de fado, por isso, em cada episódio revela-lhe um pouco mais sobre este mundo onde se canta sobre destino e a saudade e explica-lhe o que é isto de ser fadista.
Fadistices tem o Apoio da Sociedade Portuguesa de Autores.
Contam-se histórias deste género musical tão português, mas que é património de todos.
O José da Câmara canta o fado e gosta de fado, por isso, em cada episódio revela-lhe um pouco mais sobre este mundo onde se canta sobre destino e a saudade e explica-lhe o que é isto de ser fadista.
Fadistices tem o Apoio da Sociedade Portuguesa de Autores.
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Neste episódio de Fadistices, José da Câmara, regressa aos fados de Cidália Moreira e à mensagem que eles transmitem. Mensagem de amores e desamores, que são transversais a praticamente todas as letras que são cantadas por este género musical.
Neste episódio José da Câmara traz-nos um célebre fado na voz de Cidália Moreira. Um poema vibrante, sobre os primeiros amores, na voz intensa de uma fadista que temos saudades de ouvir cantar.
O bairro lisboeta da Mouraria é, sem dúvida, considerado um dos berços do Fado. Um lugar onde se cruzam a vida e a morte o amor e a nostalgia e onde de noite se vivem e cantam todas as emoções. Neste episódio de Fadistices, José da Câmara fala sobre este ambiente fadista.
Neste episódio de Fadistices, José da Câmara explora a letra do Fado "À Beira do Cais", interpretado por Carminho. Um fado onde a espera e a esperança se cruzam. Dois sentimentos recorrentes na poesia deste género musical, que tantas vezes nasce junto ao cais, entre partidas, regressos e saudade.
Neste episódio de Fadistices, Carminho e Rosalia cantam juntas, para descobrir as raízes do Fado e do Flamenco, dois géneros musicais, que ajudam a manter viva a identidade dos dois países, vizinhos na geografia e na história.
Já era um fado muito conhecido e cantado, mas ganhou ainda maior notoriedade quando serviu de tema de abertura a uma novela brasileira. "Meu Amor Marinheiro" atravessou o Atlântico e ganhou atenção, na voz de Carminho. É sobre este fado que fala José da Câmara, em mais um episódio de Fadistices.
O Fado é a expressão mais autêntica da alma lisboeta. Quem o diz é José da Câmara ao analisar o poema do fado "Sempre que Lisboa Canta", de Carlos Ramos. Oportunidade para fica a saber tudo sobre a relação entre Lisboa e o Fado.
Neste episódio de Fadistices, José da Câmara analisa a letra de um dos seus fados preferidos, cantado por um dos seus artistas preferidos. Um poema que fala de temas centrais no fado - fatalismo e nostalgia.
A tradição religiosa está muito presente na história do Fado. Nos poemas cantados ao longo do tempo, existem inúmeras referências a devoções e práticas cristãs. Este é o tema escolhido por José da Câmara neste episódio de Fadistices.
Carlos do Carmo é um nome incontornável do fado. Deu voz a alguns dos seus poemas mais marcantes e, neste episódio de Fadistices, José da Câmara ajuda-nos a descobrir o que se esconde por detrás de mais uma dessas letras cheias de sentido.
Quando o fadista Carlos do Carmo faleceu, um dos seus maiores êxitos foi apelidado de "Canção da Cidade". Referimos, naturalmente, ao tema "Lisboa, Menina e Moça". Uma melodia e um poema que são expressão de ternura e admiração pela cidade.
Sem dúvida, que uma das melodias mais famosas de sempre do Fado é o tema "Os Putos" na voz de Carlos do Carmo. O Poema descreve uma infância vivida, à solta, nas ruas da grande cidade. Um poema revisto por José da Câmara em mais um episódio de Fadistices..
Fernando Pessoa escreveu um dia que o Fado é "poesia ajudada". Uma poesia que precisa da música para se expressar plenamente e que o Fado era de facto uma expressão da alma portuguesa. Este episódio de fadistices é sobre tudo isto.
Mau agoiro, saudade, traições e desilusões. José da Câmara volta a olhar para as letras dos fados antigos, para caracterizar este género musical que é destino e fatalidade.
Neste episódio de Fadistices, o José da Câmara analisa a letra de mais um fado celebre, onde a Saudade é uma palavra sempre presente.
Já todos ouvimos dizer que o Fado é saudade e melancolia. Muitos deles são escritos em tom menor e os poemas falam de amores perdidos e do tempo que ficou para trás. Este episódio de Fadistices é sobre isto mesmo. Clica para ouvir,
Será o fado um castigo? É só dor e melancolia? Será uma forma de oração? Será preciso coragem para cantar o fado como ele é? José da Câmara traz-nos uma definição de fado a partir do Fado Menor cantado por António Zambujo.
É, sem dúvida, um dos maiores sucessos de António Pinto Basto. Chama-se Canção da Rosa Branca. Um poema nostálgico, sobre um amor impossível, uma letra atribuída ao fadista que deu voz a este grande sucesso. Este fado-canção é o tema de mais um episódio de Fadistices.
É, sem dúvida, um dos fados mais conhecidos de sempre. Cantado por António Mourão, "Ó Tempo volta para trás" é uma melodia inesquecível. Neste episódio de Fadistices, José da Câmara visita o poema desta canção, para perceber o seu verdadeiro significado.
Quando proibiram as serenatas, o fado surgiu com mais forma nas ruas de Coimbra. Neste episódio de Fadistices, José da Câmara dá-nos a conhecer um dos grandes impulsionadores do fado na cidade dos estudantes. Foi sem dúvida umas das maiores vozes de sempre do Fado cantado naquela cidade: António Menano.




